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	<title>DOMINUS EST &#187; Abbé Guy Castelain</title>
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	<description>FIÉIS CATÓLICOS DE RIBEIRÃO PRETO (FSSPX) - SOB A PROTEÇÃO DE NOSSA SENHORA CORREDENTORA E MEDIANEIRA DE TODAS AS GRAÇAS</description>
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		<title>SIM, HÁ UMA GRANDE DIFERENÇA. ALIÁS, HÁ TODA A DIFERENÇA</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Sep 2017 15:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Fé]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja Católica]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Missa]]></category>
		<category><![CDATA[Abbé Guy Castelain]]></category>

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		<description><![CDATA[É A MESMA MISSA TRIDENTINA? SIM, MAS NÃO O MESMO COMBATE! Fonte: TradiNews – Tradução: Dominus Est Na Declaração de 21 de novembro de 1974 de Dom Lefebvre, encontra-se esta alínea relativa à santa Missa: “Não se pode modificar profundamente a Lex orandi &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/sim-ha-uma-grande-diferenca-alias-ha-toda-a-diferenca/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><span style="text-decoration: underline; color: #000000;"><strong>É A MESMA MISSA TRIDENTINA? SIM, MAS NÃO O MESMO COMBATE!</strong></span></p>
<p style="text-align: right;"><strong><img class=" aligncenter" src="http://catolicosribeiraopreto.com/wp-content/uploads/2016/05/DSC_8146-L-1.jpg" alt="" width="481" height="325" /><span style="color: #000000;">Fonte: </span><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://tradinews.blogspot.com.br/2014/05/abbe-guy-castelain-fsspx-lhermine-cest_3.html">TradiNews</a> </span><span style="color: #000000;">– Tradução: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.catolicosribeiraopreto.com/">Dominus Est</a></span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Na Declaração de 21 de novembro de 1974 de Dom Lefebvre, encontra-se esta alínea relativa à santa Missa: “<em>Não se pode modificar profundamente a Lex orandi sem modificar a Lex credendi.  À missa nova, corresponde catecismo novo, sacerdócio novo, seminários novos, universidades novas, Igrejas carismáticas, pentecostalistas, todas coisas contrárias à ortodoxia e ao magistério de sempre</em>.”</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Consequentemente, a Declaração de fidelidade às posições da Fraternidade São Pio X afirma que o rito da missa nova de Paulo VI é “<em>mau em si</em>” pois, ainda que sua validade seja possível, o perigo de invalidade é grandiosíssimo. A razão disso é que “<em>ele se afasta de modo impressionante, no conjunto como no detalhe, da teologia católica da santa Missa</em>” (cf. Breve exame crítico dos cardeais Ottaviani e Bacci), e, em particular, porque 1) o rito favorece uma interpretação protestante da missa; 2) as traduções em línguas vernáculas são ruins e deterioram ainda mais o sentido das palavras da missa; 3) os modos diversos e fantasistas cujos padres a celebram agravam o problema.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Que o novo rito seja mau em si resulta logicamente de um princípio tomista metafísico:<em>Bonum ex integra causa; malum ex quocumque defectu</em>. Ou seja: para que algo seja bom, é preciso que ele o seja sob todas suas relações; para que ele comece a ser mau, basta que ele contenha apenas um único defeito. Ora, o novo rito apresenta três defeitos que, concretamente, se cumulam: o sentido protestante, as traduções defeituosas, os modos fantasistas de celebração. Eis porque ele é mau em si.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em seguida a Declaração de fidelidade apenas deduz desta conclusão as aplicações pastorais necessárias para os padres membros da Fraternidade São Pio X: <em>Nunca celebrarei a santa Missa de acordo com o novo rito, mesmo sob a ameaça de penas eclesiásticas; e nunca aconselharei quem quer que seja, de modo positivo, a participar ativamente em tal missa</em>.<span id="more-5879"></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O estatuto da missa de São Pio V “<em>Ecclesia Dei</em>” goza de um estatuto totalmente diferente. Basta refazer o percurso canônico desta “<em>missa dos ralliés</em>“. No dia 3 de outubro de 1984, ela começa a se beneficiar de um indulto especial intitulado <em>Quattuor abhinc annos</em>, que concede a celebração da missa antiga aos padres e fiéis que “<em>não têm nada a ver com aqueles que questionam a legitimidade e a retidão doutrinal do Missal romano promulgado pelo papa Paulo VI</em>“. Em 2 de julho de 1988, no Motu proprio <em>Ecclesia Dei afflicta</em>, publicado na manhã seguinte da pretendida excomunhão de Dom Lefebvre por João Paulo II, pode-se ler:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>&#8220;Nas presentes circunstâncias, desejo sobretudo dirigir um apelo, ao mesmo tempo solene e comovido, paterno e fraterno, a todos aqueles que até agora, de diversos modos, estiveram ligados ao movimento do Arcebispo Lefebvre… e de não continuarem a apoiar de modo algum esse movimento… Deverá ser respeitado o espírito de todos aqueles que se sentem ligados à la tradição litúrgica latina, mediante uma ampla e generosa aplicação das diretrizes, já há tempos emanadas pela Sé Apostólica, para o uso do Missal Romano segundo a edição típica de 1962″.</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">E o fim desta frase remete a uma nota de rodapé: cf. Congregação para o Culto divino. Carta Quattuor abhinc annos, 3-x-1984; D.C. nº 1885 (1984) p. 1124. Portanto, as disposições tomadas em 1988 não são ainda para “<em>aqueles que questionam a legitimidade e a retidão doutrinal do Missal romano promulgado pelo papa Paulo VI</em>“. No Motu proprio<em>Summorum Pontificum</em>, de 7 de julho de 2007, de Bento XVI, pode-se ler no artigo 11:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>Que a Pontifícia Comissão Ecclesia Dei, ereta em 1988 por João Paulo II, siga levando adiante sua função”.</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Esta é uma referência implícita aos dois documentos precedentes. Portanto, novamente: missa tridentina para aqueles que não se opõem à missa de Paulo VI… A posição Ecclesia Dei não tem nada a ver com aquela da Fraternidade São Pio X. De um lado, prefere-se a missa antiga sem recusar a missa nova; do outro, conserva-se a antiga por princípio e combate-se a nova tirando disso as conclusões lógicas que são impostas para a proteção da Fé dos padres e dos fiéis! Portanto é a mesma missa, mas não é o mesmo combate! Que combate? O combate da Fé!</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Pequeno erro nos princípios, catástrofe nas conclusões! Em 1993, por exemplo, o padre Reckenwald, professor do seminário de Wigratzbad (Fraternidade São Pedro) afirmava:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>Cooperamos com padres que utilizam o rito novo; alguns deles, aliás, ministram conferências em nosso seminário. Damos nosso apoio, na nova liturgia, para distribuir a comunhão ou assegurar a homilia. Demonstra-se assim que a boa vontade de ambas as partes permite uma coexistência pacífica da antiga e da nova liturgia” (Offerten Zeitung – Apostolisches, nº 11 – nov. 1993, p. 22).</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Frequentar a “missa Ecclesia Dei” é renunciar ao combate pela missa e escorregar pouco a pouco rumo à missa de Paulo VI!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Abbé Guy Castelain</strong></span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #000000;"><strong><a href="http://catolicosribeiraopreto.com/e-a-mesma-missa-tridentina-sim-mas-nao-o-mesmo-combate/">Postado originalmente em 07/16.</a> </strong></span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #000000;"><strong>Postado novamente hoje para recordação!</strong></span></p>
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