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	<title>DOMINUS EST &#187; Adolph Tanquerey</title>
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	<description>FIÉIS CATÓLICOS DE RIBEIRÃO PRETO (FSSPX) - SOB A PROTEÇÃO DE NOSSA SENHORA CORREDENTORA E MEDIANEIRA DE TODAS AS GRAÇAS</description>
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		<title>SANTIFICAÇÃO E OS DEVERES PROFISSIONAIS</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Jun 2018 15:00:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Familia]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Adolph Tanquerey]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte: Capela Santo Agostinho As relações profissionais são meio de santificação ou obstáculo ao progresso, segundo a maneira como se encaram e desempenham os deveres do próprio estado. Os deveres, que nos impões a nossa profissão, são em si conformes &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/santificacao-e-os-deveres-profissionais/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><img class="attachment-post-thumbnail  wp-post-image aligncenter" src="https://capelasantoagostinhocom.files.wordpress.com/2018/02/trabalhador.jpg?w=672&amp;h=372&amp;crop=1" sizes="(max-width: 672px) 100vw, 672px" srcset="https://capelasantoagostinhocom.files.wordpress.com/2018/02/trabalhador.jpg 672w, https://capelasantoagostinhocom.files.wordpress.com/2018/02/trabalhador.jpg?w=150&amp;h=83&amp;crop=1 150w, https://capelasantoagostinhocom.files.wordpress.com/2018/02/trabalhador.jpg?w=300&amp;h=166&amp;crop=1 300w" alt="" width="492" height="276" data-attachment-id="649" data-permalink="https://capelasantoagostinho.com/2018/02/24/santificacao-e-os-deveres-profissionais/trabalhador/" data-orig-file="https://capelasantoagostinhocom.files.wordpress.com/2018/02/trabalhador.jpg" data-orig-size="672,372" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="trabalhador" data-image-description="" data-medium-file="https://capelasantoagostinhocom.files.wordpress.com/2018/02/trabalhador.jpg?w=300" data-large-file="https://capelasantoagostinhocom.files.wordpress.com/2018/02/trabalhador.jpg?w=474" /></p>
<p style="text-align: right;"><strong><span style="color: #000000;">Fonte: <a href="https://capelasantoagostinho.com/2018/02/24/santificacao-e-os-deveres-profissionais/">Capela Santo Agostinho</a></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">As relações profissionais são meio de santificação ou obstáculo ao progresso, segundo a maneira como se encaram e desempenham os deveres do próprio estado. Os deveres, que nos impões a nossa profissão, são em si conformes à vontade de Deus; se os cumprimos como tais, com intenção de obedecer a Deus e de nos regular segundo as leis da prudência, da justiça e da caridade, contribuem para a nossa santificação. Se, pelo contrário, não temos outro fim em nossas relações profissionais, mais do que granjear honras e riquezas, com desprezo das leis da consciência, convertem-se essas relações numa fonte de pecado e escândalo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O primeiro dever, pois, aceitar a profissão que a Providência nos conduziu como a expressão da vontade de Deus sobre nós e perseverar nela, enquanto não tivermos razões legítimas de mudar. Quis Deus, na verdade, que houvesse diferentes artes e ofícios, diversas profissões, e, se nos encontramos numa delas por uma série de acontecimentos providenciais, podemos crer que é essa, a nosso respeito, a vontade de Deus. Excetuamos o caso em que, por motivos acertados e legítimos, julgássemos dever mudar de situação; tudo o que é conforme à reta razão entra efetivamente no plano providencial.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Assim, pois, patrão ou operário, industrial ou comerciante, agricultor ou financeiro que um seja, o seu dever é exercer a própria profissão, para se submeter à vontade divina, desempenhando-se dela segundo as regras da justiça, da equidade e da caridade. Então nada impede que santifiquemos cada uma das ações, referindo-as ao último fim; o que de forma alguma exclui o fim secundário de ganhar o necessário à própria subsistência e à da família. De fato, houve santos em todas as condições.</span><span id="more-12557"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Como, porém, as múltiplas ocupações e relações são, de sua natureza, absorventes, e assim tendem a afastar-nos o pensamento de Deus, é necessário fazer esforços muitas vezes renovados para oferecer a Deus e sobrenaturalizar ações de sua natureza profanas, como indicamos acima.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Além disso, como vivemos num mundo pouco honrado, em que a maior parte avidamente disputa em proveito próprio as honras e os lucros, sem se lhe dar das leis da equidade, importa não esquecer que antes de tudo é mister procurar o reino de Deus e a sua justiça não empregando, para chegar a seus fins, senão meios legítimos. O melhor critério para discernir o que é permitido do que o não é, será ver como procedem os homens honrados e cristãos da mesma profissão: é que, de fato, há usos recebidos que não se podem mudar e a que não é possível subtrair-se, sem se impor a si mesmo e aos outros perdas consideráveis.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Quando são comumente seguidos pelos bons cristãos da mesma profissão, todos podem conformar com eles o seu proceder, até que, de comum acordo, seja possível reforma-los, sem comprometer interesses legítimos. Mas, por outro lado, importa estar precavido para não imitar os processos e conselhos dos comerciantes e industriais sem consciência que querem enriquecer, dê lá por onde der, até mesmo com quebra da justiça: a falta de probidade e os avanços destes últimos não justificam o emprego dos meios ilícitos: é necessário buscar antes de tudo o reino de Deus e a sua justiça; tudo o mais virá por acréscimo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Um cristão, que os imitasse, seria uma causa de escândalo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os deveres profissionais, assim entendidos e praticados, contribuem muito para o nosso progresso espiritual. É que, efetivamente, são eles que compõem a trama dos nossos dias, e Nosso Senhor mostrou-nos, com seu exemplo, que as ocupações mais comuns, como o trabalho manual, podem contribuir, a um tempo, para a nossa santificação pessoal e para a salvação dos nossos irmãos. Se, pois, um operário ou um homem de negócios observa as regras da prudência, justiça, fortaleza, temperança, equidade e caridade, tem cada dia variadíssimas ocasiões de praticar todas as virtudes cristãs, de adquirir copiosos merecimentos e, se quiser, de edificar seus irmãos, ajudando-os, com seus exemplos e conselhos, a trabalhar na própria salvação. É isto o que fizeram no passado e fazem no presente pais e mães de família, patrões e operários, jovens e homens feitos que, pela maneira como trabalham e tratam os negócios, fazem estimar a religião que praticam, e usam em seguida sua influência para exercerem o apostolado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>Da obra: A vida espiritual explicada e comentada &#8211; </em><em>Por Adolph Tanquerey</em></span></p>
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		<title>CARÁTER DA MULHER</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Nov 2015 14:00:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Adolph Tanquerey]]></category>

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		<description><![CDATA[É evidente que o caráter feminino difere em muitos pontos do homem. O traço dominante que, segundo Heymans, dirige todas estas diferenças, é a grande emotividade da mulher. A mulher é mais emotiva que o homem. Esta maior emotividade faz-se &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/carater-da-mulher/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><a href="http://catolicosribeiraopreto.com/wp-content/uploads/2015/11/carater.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2130" src="http://catolicosribeiraopreto.com/wp-content/uploads/2015/11/carater-215x300.jpg" alt="carater" width="215" height="300" /></a>É evidente que o caráter feminino difere em muitos pontos do homem. O traço dominante que, segundo Heymans, dirige todas estas diferenças, é a grande emotividade da mulher. A mulher é mais emotiva que o homem. Esta maior emotividade faz-se sentir em toda a vida psíquica.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> Em primeiro lugar nas aptidões intelectuais:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> A mulher nota melhor que o homem o que lhe interessa e menos o que a deixa indiferente. Nada lhe escapa da toilette da sua interlocutora ou dos sentimentos que despertam a respeito do seu rosto. A afetividade dirige também a sua memória: nada esquece das coisas que a impressionaram ou a interessaram; retém verdadeiramente com o coração. A mesma influência da emotividade sobre a imaginação, que é geralmente mais concreta, mais rica, mais viva que a do homem.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Julga-se muitas vezes que a mulher é menos inteligente do que o homem. Heymans insurge-se contra esta afirmação. Segundo ele, a inteligência da mulher não é inferior a do homem, mas sob a influência de maior emotividade, a mulher lança-se para outros objetos, e segue nas suas pesquisas outras direções.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">No trabalho propriamente intelectual e sobretudo no trabalho científico, o homem sobrepuja nitidamente a mulher.</span><br />
<span style="color: #000000;"> <span id="more-2141"></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Se do trabalho científico passamos ao estudo ordinário, como se pratica no ensino universitário, ensinam-nos os inquéritos que, em geral, as rapaigas são mais aplicadas, mais conscienciosas, observam melhor e compreendem mais rapidamente que os homens. Estes, poré, superam-nas pelo método, pela reflexão pessoal, rigor lógico e poder de abstração; o homem sabe melhor que a mulher fazer uso da sua inteligência sem deixar falar o coração e dar provas de iniciativa no seu trabalho.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Todas estas diferenças se explica, segundo Heymans, pela ação da emotividade.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O trabalho científico é, pois, na mulher, obejto de atenção voluntária, mais que de atenção espontânea.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Para o trabalho intelectual, não é a inteligência, mas o gosto que falta à mulher. O mesmo se diga na produção artística. A mulher é menos artista, apesar de ser mais emotiva que o homem; é que para fazer obra de artista não basta experimentar a emoção; é preciso também concentração para expressão, manejar a técnica. A emotividade da mulher torna-lhe esta tarefa mais difícil e consegue menos êxitos que o homem. Contudo, a mulher não cede ao homem na inteligência prática, como se manifesta na vida quotidiana: sem dúvida, mesmo aqui, é inferior ao homem em largueza de vistas e em poder pessoal de reflexão, mas avantaja-se-lhe no conhecimento do próximo, na rapidez de compreensão, no senso prático e talento de observação. A sua grande força é, neste campo, a intuição, o tato, a adivinhação. Não analisa como o homem, aprende as coisas globalmente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A sua falta de lógica é simplesmente aparente, pode-se confiar no seu juízo, sempre que ela não sofre a influência deformativa da emotividade.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A vida afetiva da mulher é móvel e variável. Os desejos da mulher são precipitados e violentos; enquanto que o homem sabe orientar os seus desejos, discuti-los, a mulher entrega-se-lhes inteiramente. A esperança e a expectativa prolongada convertem-se em verdadeiro sofrimento. O medo da dor é lhe mais penoso que a própria dor.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> Esta sede de emoções explica o seu atrativo para o teatro, para as cenas dramática e, por vezes também, para o que lhe é proibido. A mulher é muito acessível ao sentimento do medo. Não suporta de modo algum impertinências, nem a ironia. Possui um vivo sentimento religioso, que se manifesta quer pela afeição às normas religiosas tradicionais, quer pela paixão exaltada das novas seitas. É menos aberta que o homem aos sentimentos intelectuais e ao sentimento estético. Não possui alegria de compreender, de conhecer, de indagar; é incapaz de se dar ao incômodo de resolver um problema não resolvido ou insolúvel. Em geral, a mulher tem pouco gosto pela política, fraco sentimento patriótico, mas apaixona-se mais que os homens pela pessoa dum chefe ou monarca simpático.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> No domínio da atividade e das tendências, encontra-se mais na mulher do que no homem, a imitação impessoal, a impulsividade, mas menos rotina. Muito frequentemente a mulher procede em contradição com seus próprios princípios. Em consequência da sua grande emotividade, muda facilmente a direção da sua conduta. Daí a impossibilidade das suas reações, que lhe fazem mudar completamente de um dia para o outro a sua maneira de proceder.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> Diz-se por vezes que as mulheres têm vontade fraca. Não é verdade, diz Heymans. Segundo ele, a vontade das mulheres é fraca a respeito de tudo o que se encontra fora da esfera dos seus deveres ou dos seus interesses vitais; é, ao contrário, forte, quando se trata de coisas que lhe dizem respeito. A mesma mulher que é mais corajosa que o homem durante uma operação penosa em tempo de doença, no cuidado dos enfermos e dos doentes, deixar-se-á possuir de terror num barco que começa a oscilar. Permanecerá calma num incêndio, mas perderá toda a presença de espírito à vista dum rato.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> Como a sua percepção, a sua dedicação é total. Quando se dão, dão-se completamente. Adaptam-se mais fácil a um novo meio, a ocupações novas, o que explica, em parte, a sua graça, que contrasta com a dureza dos homens nas mesmas circunstâncias. Mais vezes que os homens, vivem regularmente ocupadas, trabalham até durante seus momentos de descanso, habituadas a atacar corajosamente e a levar a cabo uma tarefa, dando preferência aos hábitos de ocupação sobre as ocupações facultativas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Se considerarmos as suas tendências, notamos que as mulheres são em geral, mais sóbrias e mais comedidas que os homens e menos inclinadas ao prazer. Entre as necessidades espirituais, são sobretudo as de simpatia e as de vida social que têm a primazia. As mulheres são mais vaidosas, mas menos ambiciosas que os homens.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> Em geral são mais poupadas. As suas tendências altruístas são menos desenvolvidas; parecem feitas para se dedicarem, e observa-se geralmente que são mais serviçais, mais compassivas que os homens. Tanto as suas inclinações verdadeiras e profundas, como as suas aptidões mais sólidas predispõem-nas excelentemente para a educação, para o cuidado dos doentes, para dedicação paciente, engenhosa, delicada, no seio da família.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> Na mulher são sobretudo os sentimentos que as guiam nas ações. O homem vê, a mulher sente o que deve fazer. Encontrar-se-á, pois, muitas vezes no homem, mais lógica, mais coerência, mas também mais dureza. A mulher é mais maleável, adapta-se mais facilmente a todas as modalidades da situação, mas sob a influência da emotividade deixa-se mais facilmente transviar por simpatias e antipatias.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> Recordemos, ao terminar, que a maior parte dos caracteres são na realidade o resultado de diversas combinações e que, procurando adquirir as qualidades que não nos couberam em herança, é que chegamos a aperfeiçoar-nos, a equilibrar-nos e a dar quanto é possível esperar de nós. Fazendo esforços e pedindo a graça de Deus, chega o homem a reformar-se, como mostra o estudo das Vias Espirituais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> <em>A Vida Espiritual explicada e comentada</em> &#8211; Adolph Tanquerey</span></p>
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		<title>SANTIFICAÇÃO DAS RELAÇÕES PROFISSIONAIS</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2015 13:00:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Adolph Tanquerey]]></category>

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		<description><![CDATA[As relações profissionais são meio de santificação ou obstáculo ao progresso, segundo a maneira como se encaram e desempenham os deveres do próprio estado. Os deveres, que nos impõe a nossa, profissão, são em si conformes a vontade de Deus; &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/santificacao-das-relacoes-profissionais/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><a href="http://catolicosribeiraopreto.com/wp-content/uploads/2015/09/prof.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-651" src="http://catolicosribeiraopreto.com/wp-content/uploads/2015/09/prof-300x199.jpg" alt="prof" width="300" height="199" /></a>As relações profissionais são meio de santificação ou obstáculo ao progresso, segundo a maneira como se encaram e desempenham os deveres do próprio estado. Os deveres, que nos impõe a nossa, profissão, são em si conformes a vontade de Deus; se os cumprimos como tais, com intenção de obedecer a Deus e de nos regular segundo as leis da prudência, da justiça e da caridade, contribuem para a nossa santificação. Se, pelo contrário, não temos outro fim em nossas relações profissionais, mais do que granjear honras e riquezas, com desprezo das leis da consciência, convertem-se essas relações numa fonte de pecado e escândalo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> O primeiro dever é, pois, aceitar a profissão a que a Providência nos conduziu como a expressão da vontade de Deus sobre nós e perseverar nela, enquanto não tivermos razões legítimas de mudar. Quis Deus, na verdade, que houvesse diferentes artes e ofícios, diversas profissões, e, se nos encontramos numa delas por uma série de acontecimentos providenciais, podemos crer que é essa, a nosso respeito, a vontade de Deus. Excetuamos o caso em que, por motivos acertados e legítimos, julgássemos dever mudar de situação; tudo o que é conforme a reta razão entra efetivamente no plano providencial.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> Assim, pois, patrão ou operário, industrial ou comerciante, agricultor ou financeiro que um seja, o seu dever é exercer a própria profissão, para se submeter à vontade divina, desempenhando-se dela segundo as regras da justiça, da equidade e da caridade. Então nada impede que santifiquemos cada uma das ações, referindo-as ao último fim; o que de forma alguma exclui o fim secundário de ganhar o necessário à própria subsistência e à da família. De fato, houve santos em todas as condições.</span><span id="more-653"></span><br />
<span style="color: #000000;">Como, porém as múltiplas ocupações e relações são, de sua natureza, absorventes, e assim tendem a afastar-nos o pensamento de Deus, é necessário fazer esforços muitas vezes renovados para oferecer a Deus e sobrenaturalizar ações de sua natureza profanas, como indicamos anteriormente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> Além disso, como vivemos em um mundo pouco honrado, em que a maior parte avidamente disputa em proveito próprio as honras e os lucros, sem se lhe dar das leis da equidade, importa não esquecer que antes de tudo é mister procurar o reino de Deus e a sua justiça não empregando, para chegar a seus fins, senão meios legítimos. O melhor critério para discernir o que é permitido do que o não é, será ver como procedem os homens honrados e cristãos da mesma profissão: é que, de fato, há usos recebidos que não se podem mudar e a que não é possível subtrair-se, sem se impor a si mesmo e aos outros perdas consideráveis.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> Quando são comumente seguidos pelos bons cristãos da mesma profissão, todos podem conformar com eles o seu proceder, até que, de comum acordo, seja possível reformá-los, sem comprometer interesses legítimos. Mas, por outro lado, importa estar precavido para não imitar os processos e conselhos dos comerciantes e industriais sem consciência que querem enriquecer; dê lá por onde der, até mesmo com quebra da justiça: a falta de probidade e os avanços destes últimos não justificam o emprego dos meios ilícitos: é necessário buscar antes de tudo o reino de Deus e a sua justiça; tudo o mais virá por acréscimo:<em> &#8220;Quaerite ergo primum regnum Dei et iusticiam eius; et haec omnia adiicientur vobis&#8221;</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> Um cristão, que os imitasse seria uma causa de escândalo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os deveres profissionais, assim entendidos e praticados, contribuem muito para o nosso progresso espiritual. É que, efetivamente, são eles que compõem a trama dos nossos dias, e Nosso Senhor mostrou-nos, com seu exemplo, que as ocupações mais comuns, como o trabalho manual, podem contribuir, a um tempo, para nossa santificação pessoal e para a salvação dos nossos irmãos. Se, pois, um operário ou um homem de negócios observa as regras da prudência, justiça, fortaleza, temperança, equidade e caridade, tem cada dia variadíssimas ocasiões de particar todas as virtudes cristãs, de adquirir copiosos merecimentos e, se quiser, de edificar seus irmãos, ajudando-os, com seus exemplos e conselhos, a trabalhar na própria salvação. É isto o que fizeram no passado e fazem no presente pais e mães de família, patrões e operários, jovens e homens feitos que, pela maneira como trabalham e tratam os negócios, fazem estimar a religião que praticam, e usam em seguida da sua influência para exercerem o apostolado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> <em>A vida espiritual explicada e comentada</em> &#8211; Adolph Tanquerey</span></p>
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