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	<title>DOMINUS EST &#187; Henri Pradel</title>
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	<description>FIÉIS CATÓLICOS DE RIBEIRÃO PRETO (FSSPX) - SOB A PROTEÇÃO DE NOSSA SENHORA CORREDENTORA E MEDIANEIRA DE TODAS AS GRAÇAS</description>
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		<title>CONSIDERAÇÕES SOBRE A EDUCAÇÃO DO CORAÇÃO</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Sep 2015 13:00:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Familia]]></category>
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		<category><![CDATA[Henri Pradel]]></category>

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		<description><![CDATA[A educação do coração é necessária a fim de preparar os jovens para os deveres de família que os esperam. Avida familiar exigirá deles mais tarde a acaitação do sacrifício, recordações adequadas, delicadeza de sentimentos. Mas o senso do sacrifício &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/consideracoes-sobre-a-educacao-do-coracao/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><a href="http://catolicosribeiraopreto.com/wp-content/uploads/2015/09/123.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-546" src="http://catolicosribeiraopreto.com/wp-content/uploads/2015/09/123-274x300.jpg" alt="123" width="274" height="300" /></a>A educação do coração é necessária a fim de preparar os jovens para os deveres de família que os esperam. Avida familiar exigirá deles mais tarde a acaitação do sacrifício, recordações adequadas, delicadeza de sentimentos.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"> Mas o senso do sacrifício seria impossível para um homem cuja infância e juventude fossem entregues ao odioso egoísmo. Pretenderá ele que cabe sempre ao outro ceder. Daí todas as desordens familiares e sociais: desentendimentos, má educação dos filhos, divórcio, adultérios. Obedecendo aos próprios caprichos, torna-se exigente, tirânico, e não pode aceitar o sacrifício, inevitável um dia ou outro em toda vida em comum.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"> Por outro lado, se o jovem em quem se desenvolvem simultaneamente as paixões e a necessidade de amar, não receber uma educação dos sentidos e dos sentimentos, abandona-se-á às desordens sentimentais e sexuais. A educação sexual é um verdadeiro perigo se se limitar à simples higiene e não abranger a educação da consciência, da vontade e da sensibilidade. Frequentemente os jovens sabidos são os mais pervertidos.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"> Enfim, a união no matrimônio e a boa educação dos filhos exigem uma grande delicadeza de sentimentos. Mas para que o adolescente a descubra, aprecie e ame suficientemente para compelir seus sentidos, é necessário que suas faculdades sejam orientadas para um amor estável e fecundo, que se lhe ensine a dominar seus próprios sentidos e a pensar na alegria de criar uma família, a ponto de a garantir mediante séria preparação.</span><span id="more-545"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Ora, a criança e o jovem são muitas vezes entregues à sua sensualidade; mais tarde serão escravos da sensualidade propriamente sexual. A palavra &#8220;amor&#8221; é particamente banida da educação dos adolescentes; sobre este ponto capital são eles abandondos à influência de camaradas por vezes suspeitos, de literatura nociva à imaginação e aos sentidos, de seus sonhos perigosos.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"> Os pais furtam-se a seu dever de educadores por diversas razões: alguns, infelizmente, fiquem talvez embaraçados por sua adolescência para explicarem a nobreza do verdadeiro amor; outros têm medo de desflorar a candura da criança; outros acham mais cômodo calar-se por ser delicada essa educação.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"> É delicada, porém, se impõe. Se for concebida como uma educação do coração e realizada com tato, psicologia, afeição, será infinitamente preciosa.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"> <em>A educação do coração</em> &#8211; Henri Pradel</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O OTIMISMO</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Sep 2015 19:00:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
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		<description><![CDATA[O educador deve ter uma dose inesgotável de otimismo. Senão as decepções o desencorajarão e acabarão com seu entusiasmo, que é uma das condições mais necessárias para o bom êxito. É cansativo ensinar a ortografia, o cálculo, o bom procedimento, &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/o-otimismo/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><a href="http://catolicosribeiraopreto.com/wp-content/uploads/2015/09/optimism-400x400.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-529" src="http://catolicosribeiraopreto.com/wp-content/uploads/2015/09/optimism-400x400-300x300.jpg" alt="optimism-400x400" width="300" height="300" /></a>O educador deve ter uma dose inesgotável de otimismo. Senão as decepções o desencorajarão e acabarão com seu entusiasmo, que é uma das condições mais necessárias para o bom êxito.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"> É cansativo ensinar a ortografia, o cálculo, o bom procedimento, a boa linguagem, a polidez. A criança é distraída, esquecida, despreocupada, ilógica. Ora se cansa por seu nervosismo, ora desanima por um torpor quase animal. Há ainda os ditos &#8220;inferninhos&#8221;. E há as desilusões causadas pelos melhores alunos! E há as incompreensões dos pais e talvez dos diretores! E as ironias dos colegas!</span></p>
<p><span style="color: #000000;"> Então nos tornamos irascíveis, rabugentos, intratáveis! Enervamo-nos. Ficamos até com dor na laringe.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"> Repitamos que cada criança apresenta algum lado bom: é preciso tomá-lo como ponto de partida. Há um ângulo por onde se pode compreendê-la. Fazendo-a ver suas possibilidades, pode-se chegar a transformá-las. Até mesmo a mais ingrata natureza faz parte da obra de Deus. Parece que o próprio Cristo quis nos dar uma lição de confiante otimismo: entre os doze apóstolos, todos fracos e covardes, num momento grave, conta-se um medroso que o chegou a negar por três vezes, e esse é o chefe! E um outro, pérfido até ao beijo hipócrita e aos trinta dinheiros! Todavia o Cristo depoista neste grupo a confiança de lhes entregar o destino de Sua boa-nova. Para nos encorajar ao otimismo, ouçamos São Francisco de Sales extasiar-se diante das secretas possibilidades que até os homens maus oferecem; sua pena não hesita em escrever: &#8220;Ah, as belas almas dos pecadores!&#8221;.</span><span id="more-539"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Luís Veuillot justifica esta confiança em dois reconfortantes versos:</span></p>
<p><span style="color: #000000;"> <em>O mundo do mal é forte, mas Deus o contém.</em></span><br />
<span style="color: #000000;"> <em>O mundo do bem é fraco, mas Deus o sustém.</em></span></p>
<p><span style="color: #000000;"> Numa peça de Alexandre Dumas há esta réplica muito justa: &#8220;Enfim, por que sempre se quer o que é mau no mundo? &#8211; Sem dúvida, porque ninguém o observa por muito tempo&#8221;.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"> Com efeito, na vida se dá o mesmo que num colégio: os maus fazem mais barulho e logo salientam. Um vidro mal lavado nota-se com facilidade; limpo demais, não parece interpor-se entre os olhos e o objeto que se encontra atrás dele.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"> O cardeal Verdier gostava de citar uma confidência de D. Ruch, bispo de Estrasburgo: &#8220;Se eu não tivesse um desgosto por dia, eu acabaria desanimando; mas como tenho uns oito ou dez, um incômodo afasta o outro, e assim permaneço calmo e otimista&#8221;. As desgraças de que se fala sem cessar, nem sempre acontecem: as pessoas que anunciam a tempestade têm razão um dia ou outro; mas as que predizem o bom tempo também a têm.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"> Para salvaguardar este precioso otimismo, não nos detenhamos nas insuficiências, incapacidades e indocilidades de nossos alunos. Encaremos também os lados bons. &#8220;Se o meu amigo é cego de um olho, diz um provérbio, eu o lharei de perfil&#8221; e, evidentemente, do lado em que tem o olho bom! O deputado inglês definia pitorescamente o pessimista como &#8220;o homem que, tendo diante de si uma garrafa de gin até à metade lamenta-se de que ela esteja metade vazia&#8221;. Educadores, amigos meus, façamos o contrário e alegremo-nos pelo que há de bom em toda parte e em todos.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"> Tenhamos, pratiquemos a virtude da esperança, &#8220;essa pequena filha do nada, dizia Péguy, mas que tudo seduz&#8221;. E se alguém tentar extinguir nosso entusiasmo, fazendo-nos a pergunta: &#8220;Para que serve?&#8221;, respondamos cristãmente: &#8220;Para quê? Para ser bom!&#8221;. As dificuldades não devem abalar aquele que acredita na Providência. Ele é que as deve abalar, fazê-las ruir por terra. Mauriac nota com grande espírito de fé, na <em>vida de Jesus</em>: Aconteça o que acontecer, os amigos do Mestre apenas têm que levantar os olhos para ver o céu aberto&#8221;.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"> Mesmo humanamente, o otimismo é uma sabedoria e uma força. Nada é mais desmoralizador que o desânimo. O vento da derrota traz a derrota. O poeta bretão Teodoro Botrel observa que mesmo a natureza prega o timismo:</span></p>
<p><span style="color: #000000;"> <em>Eu disse: A vida desencanta!</em></span><br />
<span style="color: #000000;"> <em>O eco respondeu: Canta!</em></span></p>
<p><span style="color: #000000;"> E era um excelente psicólogo aquele médico ao qual uma cliente nervosa e quse neurastênica pedia um remédio, um meio de se curar; sabeis o que lhe receitou? Otimismo!</span></p>
<p><span style="color: #000000;"> Quantos males não cura esta preciosa medicina numa classe! E sem dizer ainda que ela garante a boa saúde do mestre.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"> <em>As pequenas virtudes do educador</em> &#8211; Henri Pradel</span></p>
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