<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>DOMINUS EST &#187; Jean Viollet</title>
	<atom:link href="http://catolicosribeiraopreto.com/tag/jean-viollet/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://catolicosribeiraopreto.com</link>
	<description>FIÉIS CATÓLICOS DE RIBEIRÃO PRETO (FSSPX) - SOB A PROTEÇÃO DE NOSSA SENHORA CORREDENTORA E MEDIANEIRA DE TODAS AS GRAÇAS</description>
	<lastBuildDate>Mon, 08 Jun 2026 11:48:45 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=4.2.2</generator>
	<item>
		<title>O FILHO ÚNICO E A FAMÍLIA NUMEROSA</title>
		<link>http://catolicosribeiraopreto.com/o-filho-unico-e-a-familia-numerosa/</link>
		<comments>http://catolicosribeiraopreto.com/o-filho-unico-e-a-familia-numerosa/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 09 Sep 2016 15:00:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Familia]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Jean Viollet]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://catolicosribeiraopreto.com/?p=6289</guid>
		<description><![CDATA[Os esposos que reduzem o número de filhos, sob pretexto de melhor pertencerem-se um ao outro, pretexto e restrição baseados no egoísmo, cria um ambiente familiar susceptível de prejudicar, grandemente, o desabrochar das qualidades morais infantis. Não se pode comparar a influência &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/o-filho-unico-e-a-familia-numerosa/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class=" aligncenter" src="http://saopaulotimes.com.br/sp/wp-content/uploads/2014/01/china.jpg" alt="" width="334" height="226" /><span style="color: #000000;">Os esposos que reduzem o número de filhos, sob pretexto de melhor pertencerem-se um ao outro, pretexto e restrição baseados no egoísmo, cria um ambiente familiar susceptível de prejudicar, grandemente, o desabrochar das qualidades morais infantis.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Não se pode comparar a influência espiritual, da casa do filho único, com a do que vive no meio de numerosos irmãos. As condições necessárias, à formação do caráter, são desfavoráveis quando o educando é sozinho a aproveitar os benefícios da vida do lar. Facilmente, ele é levado a crer que tudo lhe é devido, pois, sempre recebe, sem jamais partilhar. Torna-se, exageradamente, mimado por seus pais, que não repartem com outros seus cuidados e suas ternuras.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">É da mais alta importância que o ambiente onde evolui a criança, permita a eclosão das boas e das más inclinações, a fim de que, conhecidas desde os primeiros anos, elas possam ser, facilmente, orientadas ou reprimidas. Numa família onde os filhos são numerosos, os caracteres manifestam, desde cedo, suas secretas tendências e cada um acha-se na obrigação de adaptar-se, corrigindo ou dominando seus defeitos. Se não o faz de moto próprio, as reações dos irmãos infligem-se, por bem ou por mal, lições salutares.</span><span id="more-6289"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A repressão das paixões é facilitada pelo fato de os desentendimentos nascerem espontaneamente nas relações cotidianas da criança. Graças aos choques dos temperamentos, podem os educadores decobrir, ao vivo, as tendências de cada um. Bem longe de serem considerados simples distribuidores de benefícios materiais, como, muitas vezes, os representa o filho único, eles simbolizam a autoridade encarregada se restabelecer a paz, quando esta é pertubada, juízes que atalham, imparcialmente, as contendas, castigando, ou, recompensando, segundo as circunstâncias.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Pelo contrário, o verdadeiro caráter do filho único permanece, muitas vezes, escondido e impenetrável. É uma água adormecida, que não foi agitada pela tempestade das brigas infantis. É, de recear-se, que suas paixões só manifestem-se tardiamente, quando ele deixar o ambiente de casa, para chocar-se com as dificuldades e tentações da vida. Já não será mais tempo de intervir com proveito.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Na família numerosa, a criança, por ser obrigada a prestar serviços <em>à comunidade</em>, forma-se, naturalmente, no esquecimento de si e na generosidade. Enquanto que, sendo única, torna-se propensa no egoísmo por ser, sempre servida, sem jamais ter de pensar nos outros.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>Pequeno tratado de pedagogia</em> &#8211; Cônego Jean Viollet</span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://catolicosribeiraopreto.com/o-filho-unico-e-a-familia-numerosa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O DEVOTAMENTO AOS FILHOS, CONSOLIDAÇÃO DA HARMONIA CONJUGAL</title>
		<link>http://catolicosribeiraopreto.com/o-devotamento-aos-filhos-consolidacao-da-harmonia-conjugal/</link>
		<comments>http://catolicosribeiraopreto.com/o-devotamento-aos-filhos-consolidacao-da-harmonia-conjugal/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 05 May 2016 15:00:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Familia]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Jean Viollet]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://catolicosribeiraopreto.com/?p=4232</guid>
		<description><![CDATA[Para viver em perfeita harmonia, os esposos devem partilhar os múltiplos cuidados relativos à saúde dos filhos, à formação de seu caráter, à sua educação moral e religiosa e a seu futuro social. Estes cuidados aumentam com o número dos filhos. &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/o-devotamento-aos-filhos-consolidacao-da-harmonia-conjugal/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><a href="http://catolicosribeiraopreto.com/wp-content/uploads/2016/04/Familia-numerosa.jpg"><img class="  wp-image-4225 alignright" src="http://catolicosribeiraopreto.com/wp-content/uploads/2016/04/Familia-numerosa-300x157.jpg" alt="Familia-numerosa" width="402" height="215" /></a>Para viver em perfeita harmonia, os esposos devem partilhar os múltiplos cuidados relativos à saúde dos filhos, à formação de seu caráter, à sua educação moral e religiosa e a seu futuro social. Estes cuidados aumentam com o número dos filhos. Mas, muito longe de constituir um obstáculo para a intimidade conjugal, eles contribuem para consolidar e estreitar a união dos corações numa mesma vontade de dedicação.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os filhos se tornam, assim, uma ocasião de alegria para os pais, e tanto mais profunda quanto mais os pais tiverem consciência de ter cooperado juntamente para a sua formação moral. Que alegrias podem ser comparadas às alegrias dos pais que assistem ao desenvolvimento de suas faculdades? Chegados à idade madura como não haveriam de amar-se mais ainda ao recordar os esforços e devotamentos comuns que tiveram como resultado a formação da personalidade da qual legitimamente se orgulham?</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;">***</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O número dos filhos, uma vez que estes sejam bem-educados, longe de ser uma ocasião de empobrecimento da sociedade familiar, quase sempre é a fonte de uma grande prosperidade. Se a família numerosa conhece anos difíceis enquanto os filhos forem demasiadamente jovens para o trabalho, ela entra numa fase de grande atividade produtora quando os filhos começam a revelar o valor de suas energias de trabalho acumuladas no decurso da infância laboriosa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">É um fato que o gosto pelo trabalho, o sentimento da dedicação e da atividade, a aptidão em se adaptar às dificuldades da vida geralmente são muito mais desenvolvidas no filho de uma família numerosa do que no filho único. Preparar o filho para as lutas da vida é fazê-lo partilhar dos cuidados e das dificuldades de uma família numerosa. Até mesmo as privações servem para modelar as vontades e os caracteres.</span><span id="more-4232"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O adolescente que sabe que seu futuro está assegurado graças à fortuna dos pais, é facilmente tentado a não fazer nada. Não é com o dinheiro que se fortalecem as energias.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Quanto mais os pais derem o exemplo de trabalho e devotamento, tanto mais os filhos serão levados a imitá-los e a segui-los. Trata-se de preparar homens e não rendeiros. O verdadeiro amor não consiste em entorpecer o filho pela perspectiva de uma bela situação financeira, mas em obrigá-lo a não ter confiança senão em seus esforços pessoais. Os sábios não são os que têm medo da vida, mas o que lhe aceitam corajosamente os riscos e os trabalhos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">É lamentável que a inviolabilidade das consciências não nos permita conhecer o número dos esposos que restringem o número de seus filhos por motivos de consciência, comparado ao dos esposos que o fizeram por amor aos prazeres e por medo das responsabilidades. O número destes últimos se elevaria certamente a proporções consideráveis em relação ao dos outros.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Contaram-me recentemente a seguinte anedota:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Uma senhora tomara-se de amores, num jardim público, por uma menina que brincava sempre sozinha e parecia não gostar muito. Tendo perguntado à criança se ela não seria feliz em ter um irmãozinho para dividir com ele os brinquedos, a criança, entusiasmada pela idéia e toda radiante de esperança, precipitou-se em direção à sua mãe e diz: &#8220;<em>Mamãe, dê-me um irmãozinho</em>&#8220;. E a mãe responde com estas odiosas palavras: &#8220;<em>Se eu te der um irmãozinho, serás menos feliz porque precisarás dividir com ele tudo o que eu te dou, doces, carícias e beijos</em>&#8220;. A infeliz não compreendia que ao falar assim ela matava em sua raiz os mais generosos sentimentos se sua filha. Mas a criança deu à mãe uma severa lição, afirmando que sua alegria seria precisamente dividir com o irmãozinho tudo o que ela possuía. Perturbada com estes argumentos, a mãe não encontrou senão uma resposta: &#8220;<em>Muito bem! dar-te-ei um cãozinho</em>!&#8221;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Eis como uma mãe, deformada pelo egoísmo, pode chegar a comparar o devotamento a um animal ao devotamento a um irmãozinho. Semelhanteshistórias não merecem comentários. Elas dizem muito sobre os desvios sentimentais de alguns de nossos contemporâneos. Com efeito, vêem-se mulheres recusar filhos, enquanto que aceitam, por causa de seus animaizinhos, incômodos e fadigas consideráveis&#8230;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Disposições morais tão contrárias à lei divina e à generosidade do coração não podem senão prejudicar à evolução normal do amor, tanto conjugal como paterno e materno.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os pais que tomam a decisão de não criar mais que um filho preparam os mais graves desvios da personalidade de tal filho. Por exemplo, como farão eles nascer na consciência dele a noção de justiça, se nunca tem algo a dividir com irmãos e irmãs? Como conhecerão suas paixões, que não se manifestam a não ser durante as brincadeiras e contatos cotidianos entre filhos de uma mesma família?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O filho único não se conhece e muito menos o conhecem seus pais. Eles são incapazes de prever quais serão as suas reações diante das tentações e das lutas do futuro. Numa família numerosa, a vida em comum dos filhos espontâneamente faz aparecer as boas e as más tendências de cada natureza.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os pais do filho único dificilmente reagem contra seus caprichos. Para ter paz, satisfazem suas vontades sem se preocuparem com asconseqüências. O filho começa a impor a própria vontade e o consegue com grande facilidade, uma vez que não se acham presentes os irmãos e irmãs para protestarem e fazerem valer seus direitos. Não há ocasião de descobrir as deploráveis conseqüências de seus atos sobre os que o cercam&#8230;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Na família numerosa o filho é constantemente obrigado a pensar nos outros e a eles se dar. Sua personalidade insensivelmente é modelada para o devotamento. Estou persuadido de que um estudo aprofundado da mentalidade dos adultos teria como resultado provar que os homens mais egoístas, os mais preocupados com os próprios desejos, os mais indiferentes às injustiças sociais são, na maioria das vezes, filhos únicos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Eles não tiveram, na sua infância, a ocasião de lutar contra seu egoísmo natural. Os cidadãos mais devotados e mais desinteressados, ao contrário, são recrutados entre os filhos de famílias numerosas. Não se habituaram eles, desde pequenos, a dividir com os outros suas alegrias, penas e trabalhos?</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;">***</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Poderíamos seguir o mesmo raciocínio com relação à maioria das qualidades humanas. Tomemos o exemplo da coragem em face do trabalho. No caso de uma família numerosa, os filhos, são testemunhas das lutas e das fadigas de seus pais. Vêem seu pai procurar melhorar de situação, não por ambição ou para proporcionar-se meios de diversão, mas unicamente por amor a seus filhos e para que não lhes falte o necessário.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">São testemunhas dos sacrifícios que sua mãe constantemente faz para prover às necessidades do lar. Se ela mesma procura não fazer gastos inúteis, ao mesmo tempo está incitando os filhos a não descuidarem de seus negócios para ajudar ao bom equilíbrio do orçamento. Daí resulta uma atmosfera de economia, de trabalho que distingue cada um dos membros da família, preparando-o para os esforços do futuro.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;">***</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O filho toma facilmente conhecimento da dedicação que os pais lhe prodigalizam. Se ele for o único a receber seus cuidados e atenções, deles aproveitará sem que seu coração desperte para o reconhecimento. Está de tal modo habituado com a dedicação materna, que se porta como um cego, que não vê nem a claridade do dia. Na família numerosa, ao contrário, cada filho é testemunha do que fazem os pais junto aos irmãozinhos, dos cuidados dispensados ao doente, das preocupações provocadas pela conduta de um ou de outro. O devotamento que o filho não teria descoberto se se tratasse de filho único, ele o constata todos os dias por causa de seus irmãos e irmãs.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A formação do caráter está ligada às múltiplas reações da vida cotidiana. Não é um adágio popular que as implicâncias formam o caráter? Mas o que começa quase sempre em disputas normalmente acaba, entre irmãos, em reconciliações. Graças à vida em comum o filho, aprende a melhor conhecer a si mesmo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Um é obstinado, outro quase não conhece argumentos notáveis, um terceiro é sempre tentado a ceder e a deixar-se convencer. Se um dos filhos mentir, os outros logo cuidarão de o denunciar; se outro abusar de sua força, imediatamente será levado diante do tribunal paterno. Aquele que se recusar a um trabalho coletivo, logo será obrigado pelos outros a corrigir a preguiça.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Numa palavra, tão somente o jogo das forças coletivas da família em breve faz manifestar e corrigir os excessos e os egoísmos individuais. Nada de semelhante se dá quando o filho está sempre sozinho diante de si mesmo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A explosão espontânea das paixões infantis desperta a atenção dos pais e leva-os a ver e a compreender o que certamente lhes teria escapado se se encontrassem diante de um filho úncio. Estas descobertas fazem com que eles exerçam uma autoridade cada dia mais esclarecida e façam umaidéia mais advertida e mais aprofundada de suas responsabilidades.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O pai e a mãe unidos numa mesma vontade de educação moral exercem sua autoridade em condições particularmente favoráveis e realizam, com relação a todos os filhos, o ideal de uma sociedade onde reinam a paz e a justiça. Exigem de cada um esforços proporcionais às suas capacidades e todos têm direito de esperar da autoridade deles os juízos que farão de cada um segundo seus direitos e necessidades.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O fato de melhor conhecer os filhos terá como resultado facilitar a união dos esposos. Tendo múltiplas ocasiões para se preocupar juntamente com a formação moral (e espiritual) dos filhos, sua intimidade somente se aprofundará. Nada mais favoráveis à harmonia do que estar obrigado a refletirem comum, a procurar junto os melhores métodos de educação, e preocupar-se dos dois com o futuro de cada um dos filhos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Às preocupações comuns virão juntar-se as alegrias comuns. As alegrias que não repousam senão na união conjugal são precárias. tendem a diminuir e a restringir-se com o tempo. As que têm origem nos filhos são mais duráveis, pois são mais desinteressadas.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;">***</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A alegria de uma família repousa, em grande parte, na presença de filhos pequenos. De certo modo o pequeno faz rejuvenecer a todos os que o cercam. Todos o amam porque é fraco e ainda não causou sofrimentos a ninguém. Traz ele consigo as promessas do futuro. Seu sorriso faz esquecer as penas e os sofrimentos da vida. É por isso que uma família que vê aparecer um novo filho conhece alegrias tão puras; essas contribuem poderosamente para a união e a boa vontade de todos os seus membros.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Até os avós, vendo-se rodeados de tantos netos, como que rejuvenescem. O enternecimento que experimentam em presença deles não ocasiona uma união mais íntima num mesmo sentimento de alegria e de reconhecimento a Deus?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A presença de crianças contribui para melhorar o caráter dos adolescentes e dos adultos. O adolescente é objeto de tentações particulares: da carne, do egoísmo sentimental e da independência. Quer viver sua vida e com dificuldade suporta as obrigações e os sacrifícios da vida em família. Discute e sempre quer ter razão. É levado a procurar fora da família as afeições de que seu coração necessita. Estas tentações encontram, de certo modo, um antídoto natural, na presença das crianças. A presença de um irmãozinho ou de uma irmãzinha contribui para conservar na família o coração dos adolescentes; é como que um derivativo para as suas tentações juvenis.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A criança rejuvenesce a atmosfera familiar e facilita, assim, a união e a intimidade de todos os membros. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>Harmonia conjugal</em> &#8211; Jean Viollet</span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://catolicosribeiraopreto.com/o-devotamento-aos-filhos-consolidacao-da-harmonia-conjugal/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>DOUTRINAS ANTICONCEPCIONAIS &#8211; STOP</title>
		<link>http://catolicosribeiraopreto.com/doutrinas-anticoncepcionais-stop/</link>
		<comments>http://catolicosribeiraopreto.com/doutrinas-anticoncepcionais-stop/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 04 May 2016 19:00:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Familia]]></category>
		<category><![CDATA[Fé]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Contracepção]]></category>
		<category><![CDATA[Jean Viollet]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://catolicosribeiraopreto.com/?p=4586</guid>
		<description><![CDATA[STOP Aqueles que julgam que o instinto materno é bastante forte para resistir as propagandas neomaltusianas e que a mulher não perderá nunca o prazer de se tornar mãe, iludem-se fortemente sobre o poder desse instinto. O que é verdade para &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/doutrinas-anticoncepcionais-stop/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><a href="http://catolicosribeiraopreto.com/wp-content/uploads/2016/04/contr.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4579" src="http://catolicosribeiraopreto.com/wp-content/uploads/2016/04/contr.jpg" alt="contr" width="281" height="179" /></a>STOP</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Aqueles que julgam que o instinto materno é bastante forte para resistir as propagandas neomaltusianas e que a mulher não perderá nunca o prazer de se tornar mãe, iludem-se fortemente sobre o poder desse instinto.</strong> O que é verdade para o animal, o qual se entrega às exigências da natureza, não o é para o homem, que vive à procura de meios para escapagar às exigências da vida quando elas lhe parecem penosas de suportar. <strong>A natureza humana se deixa facilmente corromper por doutrinas que a convidam ao prazer e a se esforçar menos.</strong><strong><br />
</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><strong>Quanto mais se expandirem as doutrinas anticoncepcionais, menor será o número de mulheres bastante corajosas que aceitarão os deveres da maternidade e os sacrifícios consequentes desses deveres</strong></strong>. <strong>Não se pode servir a dois senhores, disse Jesus; a mulher não pode, de maneira alguma, render-se ao mesmo tempo à vontade de gozar a vida e ao desejo de ser mãe.</strong> De resto, os fatos aí estão: quantas mulheres existem, nessa sociedade moderna saturada de doutrinas neomaltusianas, que vivem à espreita, não do momento oportuno para se entregarem à maternidade, mas justamente <strong>acata de métodos que a impeçam de ser mãe, somente por egoísmo e por medo dos sofrimentos</strong>?</span><br />
<span id="more-4586"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>É um verdadeiro escândalo ver-se todos os dias, nos tempos que correm, os propagandistas das doutrinas anti-familiares declararem que as doutrinas que defendem estão de acordo com os preceitos de ordem moral e tem como conseqüência aproximar cada vez mais o esposo de sua esposa, tornando a vida do casal mais franca e mais íntima. A realidade inflinge a esses propagandistas o mais cruel e o mais triste dos desmentidos.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Da mesma maneira que o divórcio multiplica os maus casamentos, <strong>a difusão das doutrinas anticoncepcionais multiplicará o deboche</strong>. Restringindo, ou melhor, suprimindo as responsabilidades familiares, rebentam-se os diques que  retêm a humanidade nas fronteiras da imoralidade e abre-se uma porta aos mais baixos instintos da animalidade. Não foi sem cálculo que encobriram a propaganda neomatusiana com o pretexto dos interesses sanitários e morais da raça, <strong>e seu fim natural não será nem mais nem menos do que a difusão da licenciosidade e, por conseqüência, a perversão sexual.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>O casamento</em> &#8211; Cônego Jean Viollet</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Fonte: <a href="http://www.agrandeguerra.com/2009/09/doutrinas-anti-concepcionais-stop.html">A Grande Guerra</a></span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://catolicosribeiraopreto.com/doutrinas-anticoncepcionais-stop/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>CONVÉM FALAR?</title>
		<link>http://catolicosribeiraopreto.com/convem-falar/</link>
		<comments>http://catolicosribeiraopreto.com/convem-falar/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 26 Nov 2015 14:00:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Familia]]></category>
		<category><![CDATA[Jovens]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Jean Viollet]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://catolicosribeiraopreto.com/?p=2144</guid>
		<description><![CDATA[Se a formação da inteligência do adolescente exige sérios estudos e o hábito da reflexão, a do coração e da vontade impõe a concepção de um ideal moral, que ajudará o jovem a expulsar de seu pensamento tudo aquilo que &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/convem-falar/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><a href="http://catolicosribeiraopreto.com/wp-content/uploads/2015/11/otim.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-2137" src="http://catolicosribeiraopreto.com/wp-content/uploads/2015/11/otim.jpg" alt="otim" width="250" height="177" /></a>Se a formação da inteligência do adolescente exige sérios estudos e o hábito da reflexão, a do coração e da vontade impõe a concepção de um ideal moral, que ajudará o jovem a expulsar de seu pensamento tudo aquilo que poderia deturpá-lo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> É evidente que se a pureza requer educação específica, esta só produzirá efeitos se for precedida de uma formação de consciência.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> Ensinar a criança a amar o bem sob todas as suas formas, a detestar o mal mesmo quando se apresente sob aspectos agradáveis, a agir de modo que todas as suas disposições morais resumam-se no temor de desagradar a Deus e na vontade de agradá-lo, tais devem ser as preocupações constantes do educador.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> É lógico que a consciência da criança discernirá tanto mais facilmente o mal no terreno da pureza, quanto maior for a sua formação nos outros setores. Mas daí não se deve concluir que seja suficiente uma formação geral, e, por conseguinte, desnecessário prevenir a criança contra os perigos que, um dia, poderão ameaçar a sua pureza.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> Ao contrário, julgamos que o maior dano que se possa fazer à juventude é recusar-lhe as explicações que devem guiá-la e esclarecê-la, quando surgem as primeiras curiosidades do espírito e os sintomas da puberdade.</span><span id="more-2144"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> O principal feito do silêncio seria de fazer com que o adolescente julgue que, nesses assuntos delicados, pode prescindir de guia, e seguir tranquilamente os desejos e movimentos de sua natureza. Talvez, por essa porta aberta chegue a esse comodismo e complacência modernos e à conclusão de que as regras da moral sobre os outros domínios não tem mais consistência que sobre o da vida sexual; não tardaria, então, a abandonar o conjunto das disciplinas que foram aplicadas na formação de sua consciência infantil.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> Ainda que essas explicações exijam delicadeza e tato, embora inábeis, valeriam mais do que um silêncio cúmplice do mal. Aliás, os esclarecimentos provocam a confiança e conduzem, naturalmente, a criança a relatar aos pais o que vê e o que ouve e as inquietações que podem surgir em seu espírito. O silêncio, porém, incita-a a procurar na rua ou junto de colegas impuros a resposta às perguntas que a atormentam.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> Teoricamente, e sob o ponto de vista de uma pedagogia ideal, seria preferível fazer as revelações necessárias o mais tarde possível. Pois a inocência é, por si mesma, uma proteção contra a imaginação e as reflexões, quiçá perturbadoras dos adultos, sobre os órgãos e os atos sexuais. Torna-se, às vezes, uma garantia mais segura contra as tentações do que um conhecimento explícito. Infelizmente, esse método é hoje inaplicável, porquanto a infância é contornada de tantos perigos que esses assuntos lhe serão apresentados de maneira a mais impura; é preciso, pois, que lhe dêem, no devido tempo, as necessárias explicações.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> Não há mais escolha entre inocência e conhecimento, mas sim, entre &#8220;conhecimento puro&#8221; e &#8220;conhecimento impuro&#8221;.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> Cabe aos pais o dever de prevenir os filhos contra os perigos que os podem assaltar. É inadmissível que a sua influência termine precisamente na idade em que mais necessitam de suas luzes e direção. O sacerdote e o educador podem auxiliar os pais, porém nunca poderão substituí-los. É aos pais que Deus confiou a missão expressa de conduzir os filhos até o término da adolescência. Aliás, o padre e o mestre, salvo exceções, não vivem bastante intimamente com a criança para se certificar de sua natureza e de seu desenvolvimento moral. Os pais, por menos atentos que estejam, assistem à eclosão dos sentimentos, e podem facilmente adaptar seu ensino às disposições de cada um.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> <em>A educação do pudor e do sentimento</em> &#8211; Jean Viollet</span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://catolicosribeiraopreto.com/convem-falar/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>CONSEQUÊNCIAS MORAIS DA FORMAÇÃO DA INTELIGÊNCIA</title>
		<link>http://catolicosribeiraopreto.com/consequencias-morais-da-formacao-da-inteligencia/</link>
		<comments>http://catolicosribeiraopreto.com/consequencias-morais-da-formacao-da-inteligencia/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Nov 2015 14:00:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Familia]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Jean Viollet]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://catolicosribeiraopreto.com/?p=2139</guid>
		<description><![CDATA[Para ensinar à criança a mostrar-se íntegra e respeitosa para consigo mesma e para com o próximo, é preciso que a mãe se proíba qualquer expressão indelicada em suas relações de intimidade com o bebê. Como poderá ele, comumente tratado &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/consequencias-morais-da-formacao-da-inteligencia/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><a href="http://catolicosribeiraopreto.com/wp-content/uploads/2015/11/conseq.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-2131" src="http://catolicosribeiraopreto.com/wp-content/uploads/2015/11/conseq-247x300.jpg" alt="conseq" width="247" height="300" /></a>Para ensinar à criança a mostrar-se íntegra e respeitosa para consigo mesma e para com o próximo, é preciso que a mãe se proíba qualquer expressão indelicada em suas relações de intimidade com o bebê. Como poderá ele, comumente tratado de &#8220;molequinho&#8221;, &#8220;amolantezinho&#8221; ou até de algum nome de animal mais ou menos repugnante, aprender a respeitar-se a si mesmo?</span></p>
<p><span style="color: #000000;"> Logo que chegar ao período de seu desenvolvimento, que o leva a procurar reproduzir os termos e palavras dos adultos, ele empregará as mesmas expressões, tanto para se designar a si próprio como para qualificar os outros. Isto representa terreno perdido relativamente à formação da delicadeza dos sentimentos.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"> Embora outras expressões tais como &#8220;meu Jesus&#8221; ou &#8220;meu Tesouro&#8221; não tenham caráter algum grosseiro, devem, igualmente, ser banidas da linguagem das mães. Tendem a diminuir, no espírito infantil, o sentimento dos valores morais ou religiosos. Se o bebê é um &#8220;Jesus&#8221;, não virá ele a considerar o verdadeiro Jesus como um simples companheiro? E se for qualificado de &#8220;tesouro&#8221;, como não haverá de se revoltar diante das severidades necessárias?</span><span id="more-2139"></span></p>
<p><span style="color: #000000;"> Os educadores terão de zelar para não deixarem escapar palavras e expressões que testemunhariam que eles perderam o próprio controle. Quer as grosserias dos termos dirijam-se diretamente ao filho, quer a terceiros, trazem como consequência provocar na criança o desejo de repeti-las.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"> Sob pretexto de adaptarem seu vocabulário ao infantil, os adultos têm o hábito de se servirem de palavras deformadas e de expressões incorretas. O mal não é grande do ponto de vista moral. Porém, o mesmo não acontece sob o aspecto da formação dso espírito. A correção do pensamento exige a correção da linguagem. Eis porque, longe de imitar o modo de falar da criança, convém chamar-lhe a atenção, cada vez que ela emprega palavras ou expressões imperfeitas.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"> Acostumando-se a reprimir sua linguagem e a procurar a justa expressão de seu pensamento, ela aprenderá a respeitar a verdade.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"> <em>Pequeno Tratado de Pedagogia</em> &#8211; Jean Viollet</span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://catolicosribeiraopreto.com/consequencias-morais-da-formacao-da-inteligencia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>ESTÍMULOS NECESSÁRIOS</title>
		<link>http://catolicosribeiraopreto.com/estimulos-necessarios/</link>
		<comments>http://catolicosribeiraopreto.com/estimulos-necessarios/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 19 Oct 2015 14:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Familia]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Jean Viollet]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://catolicosribeiraopreto.com/?p=1351</guid>
		<description><![CDATA[Embora seja impossível formar-se a consciência sem aplicar punições, quando oportunas, convém não esquecer que o educando é um ser fraco, que precisa ser incentivado e sustentado em seus esforços. Ele o será por meio de recompensas adequadas, como os &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/estimulos-necessarios/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><a href="http://catolicosribeiraopreto.com/wp-content/uploads/2015/10/esti.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1352" src="http://catolicosribeiraopreto.com/wp-content/uploads/2015/10/esti-300x188.jpg" alt="esti" width="300" height="188" /></a>Embora seja impossível formar-se a consciência sem aplicar punições, quando oportunas, convém não esquecer que o educando é um ser fraco, que precisa ser incentivado e sustentado em seus esforços. Ele o será por meio de recompensas adequadas, como os castigos, à sua idade e ao seu temperamento, mas orientadas por uma espiritualização mais elevada. A mais humilde recompensa diriger-se-á ao corpo e à sensibilidade; a mais elevada, aos sentimentos e às aspirações superiores. Na idade em que a criança vive apenas pelas sensações, ela se confundirá com um prazer corporal. Mais tarde, poré, é à sua inteligência e às suas faculdades morais que será conveniente fazer apelo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> Não é contra-indicada a multiplicação dos estímulos. Todavia, é preciso velkar para não incentivar no filho o hábito de esperar sempre algum proveito de seus esforços pessoais. É o que aconteceria se os pais cometessem a falta de tato de &#8220;pagar&#8221; sempre com alguma compensação a boa vontade do filho. Este viria a agir apenas visando vantagens e jamais atingiria o verdadeiro desinteresse moral. Permaneceria sempre no grau inferior da moral utilitária.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> Outro perigo seria desenvolver o amor-próprio e o orgulho, ao multiplicar os elogios. Incensada demais, a criança acabaria julgando-se de uma essência superior e desprezando os que não obtêm êxitos tão facilmente quanto ela.</span><span id="more-1351"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O verdadeiro estímulo consiste em suscitar-lhe a alegria de ter cumprido o dever e dado satisfação aos seus educadores. No ápice da vida moral, a criança procura agir bem pelo simples amor a Deus e à perfeição.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> Nada mais difícil do que se aplicarem as sanções de acordo com a justiça. Isso requer um completo domínio de si e o conhecimento exato do educando e dos motivos pelos quais ele age. Não se trata da mesma maneira uma criança que se esquiva do trabalho por estar cansada e outra que o faz por ser preguiçosa. Não convém castigar da mesma forma uma cólera de vingança e outra provicada por uma injustiça.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> O emprego das sanções é inseparável do espírito de caridade. É preciso amar a criança a fim de compreendê-la e aplicar-lhe castigos ou recompensas adaptadas a sua índole. Esse amor será esclarecido, isto é, terá como preocupação o bem do educando e a formação de sua personalidade moral. O educador não se deixará levar por uma afeição cega e instintiva.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> Eis porque as sanções variam ao infinito. Não se poderia delas apresentar uma nomenclatura sistemática. Os pais têm a sua disposição uma gama ilimitada de meios, tanto para punir como para recompensar. A eles compete escolher os mais eficazes, isto é, os que produzirão o efeito almejado, fazendo nascer na criança o desejo de se corrigir e não um processo para obter paz.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> <em>Pequeno tratado de Pedagogia</em> &#8211; Jean Viollet</span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://catolicosribeiraopreto.com/estimulos-necessarios/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>INFLUÊNCIA MASCULINA E FEMININA NA EDUCAÇÃO DA CRIANÇA</title>
		<link>http://catolicosribeiraopreto.com/influencia-masculina-e-feminina-na-educacao-da-crianca/</link>
		<comments>http://catolicosribeiraopreto.com/influencia-masculina-e-feminina-na-educacao-da-crianca/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 15 Sep 2015 15:00:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Familia]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Jean Viollet]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://catolicosribeiraopreto.com/?p=541</guid>
		<description><![CDATA[Por serem de compleição diferente, o homem e a mulher não vêem o filho com os mesmos olhos: ele o vê através de sua masculinidade; ela, através de sua feminilidade. Entretanto, essa divergência não é um mal, pois traz como &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/influencia-masculina-e-feminina-na-educacao-da-crianca/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><a href="http://catolicosribeiraopreto.com/wp-content/uploads/2015/09/familia_catolica.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-525" src="http://catolicosribeiraopreto.com/wp-content/uploads/2015/09/familia_catolica-223x300.jpg" alt="familia_catolica" width="223" height="300" /></a>Por serem de compleição diferente, o homem e a mulher não vêem o filho com os mesmos olhos: ele o vê através de sua masculinidade; ela, através de sua feminilidade. Entretanto, essa divergência não é um mal, pois traz como resultado não somente um conhecimento mais completo e aprofundado da criança, como também uma espécie de combinção de influências. Permite ao homem descobrir os métodos que tornarão o educando mais forte, mais corajoso e mais empreendedor; à mulher, os que nele despertarão as delicadezas do sentimento.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> Tomemos um exemplo: o filho é obrigado a um esforço penoso. A mãe é inclinada a proporcionar-lhe o auxílio de sua sensibilidade feminina; o pai, o da força que comanda. Se a mãe fosse sozinha, correria o risco de enfraquecer a vontade; se fosse só o pai, talvez quebrasse os impulsos delicados da sensibilidade. Unidos, irão obter um esforço misturado de força e de ternura.</span><span id="more-541"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Mas esta união indispensável exige, da parte dos esposos, um grande desinteresse. Trata-se, com efeito, de examinar objetivamente as disposições do filho e não de lhe impor teorias educativas já preparadas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> Examinando, de comum acordo, os resultados obtidos, os pais aperfeiçoarão, dia a dia, seus métodos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> <em>Pequeno Tratado de Pedagogia</em> -Jean Viollet</span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://catolicosribeiraopreto.com/influencia-masculina-e-feminina-na-educacao-da-crianca/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
