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	<title>DOMINUS EST &#187; Pe. Cyrille Perriol</title>
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	<description>FIÉIS CATÓLICOS DE RIBEIRÃO PRETO (FSSPX) - SOB A PROTEÇÃO DE NOSSA SENHORA CORREDENTORA E MEDIANEIRA DE TODAS AS GRAÇAS</description>
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		<title>A IGREJA, MESTRA DA FÉ E DA LITURGIA</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Jan 2025 13:00:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Fé]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Missa]]></category>
		<category><![CDATA[Textos e Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[FSSPX]]></category>
		<category><![CDATA[Pe. Cyrille Perriol]]></category>

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		<description><![CDATA[A liturgia não é uma questão de gosto pessoal. Nossas razões para amar a Missa de sempre são eminentemente mais profundas. Fonte: L&#8217;Aigle de Lyon n° 377 – Tradução: Dominus Est Existe uma relação necessária entre o culto e fé. A liturgia &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/a-igreja-mestra-da-fe-e-da-liturgia/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class=" aligncenter" src="https://laportelatine.org/wp-content/uploads/2022/02/DmoArzKU8AA6ZT5.jpg" alt="" width="447" height="339" /></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>A liturgia não é uma questão de gosto pessoal. Nossas razões para amar a Missa de sempre são eminentemente mais profundas.</strong></span></p>
<p style="text-align: right;"><strong><span style="color: #000000;">Fonte: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://laportelatine.org/wp-content/uploads/2022/02/377.pdf">L&#8217;Aigle de Lyon n° 377</a></span> – Tradução: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.catolicosribeiraopreto.com/">Dominus Est</a></span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Existe uma relação necessária entre o culto e fé. A liturgia traduz o dogma em fórmulas, em gestos. Santo Agostinho afirma que a liturgia é a expressão pública de nossa fé. As festas litúrgicas são, de certa forma, um Credo recitado em um ano: a Natividade, a Paixão, a Santíssima Trindade, a Eucaristia&#8230; É através da liturgia que nos elevamos a Deus e que professamos a fé católica. A forma como rezamos diz muito sobre nossa fé. O Cardeal Journet disse: &#8221; <em>A liturgia e a catequese são as duas mandíbulas da tenacidade com que se arranca a fé&#8221;.</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Não basta professar sua fé de forma privada. Nas palavras do Papa Pio XII: “ <em>A liturgia é o culto público que o nosso Redentor presta ao Pai como chefe da Igreja. É também o culto prestado pela sociedade dos fiéis ao seu fundador e, através dele, ao Pai Eterno: é, numa palavra, o culto integral do Corpo Místico de Jesus Cristo, isto é, da Cabeça e seus membros. (1).</em> A liturgia constitui uma função vital de toda a Igreja e não apenas de um determinado grupo ou movimento. A Igreja, como sociedade, presta o culto devido a Deus. Com efeito, o homem não é um elétron livre, nem os movimentos existentes nas paróquias são independentes. Pertencemos à Igreja e, por conseguinte, devemos rezar e professar nossa fé como membros desta sociedade que é a Igreja.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Por conseguinte, as regras litúrgicas só podem depender da autoridade da Igreja. Ela é a guardiã da fé. A Igreja recebe, então, a tarefa de zelar pela santidade do culto divino. As cerimônias, os ritos, os textos, os cantos estão sujeitos à autoridade da Santa Sé. Assim, os papas sempre acompanharam de perto os diferentes ritos, proibindo uns e permitindo outros. Entre os vários Dicastérios da Cúria Romana, existe um que rege a liturgia desde 1588: a Sagrada Congregação dos Ritos. Ela está envolvida na publicação de livros litúrgicos e na preocupação com a unidade litúrgica. Daí a sua vigilância atenta que evita abusos e desvios. Que nossos leitores fiquem tranquilos, uma reforma só é legítima na medida em que conduz ao bem comum. O Papa não pode fazer o que quiser com a liturgia.</span><span id="more-26748"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Além disso, o sacerdote que celebra a Missa age em nome da Igreja. É assim que o homem se aniquila diante das exigências litúrgicas, de modo que deixe aparecer apenas o ministro da Igreja, apagando todas as suas peculiaridades singulares e pessoais. Como as ações litúrgicas não são ações privadas, sua disciplina depende unicamente da autoridade hierárquica da Igreja. É por isso que não é permitido a ninguém, nem mesmo ao sacerdote, ou qualquer grupo, acrescentar, remover ou alterar qualquer coisa por iniciativa própria. Como podem ver, a liturgia não é uma questão de gosto pessoal. Não preferimos a Missa tradicional apenas por razões estéticas ou porque é mais comovente do que a nova liturgia resultante do Concílio Vaticano II. Portanto, não há liberdade a ser reivindicada em matéria de liturgia.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Quanto a nós, nossas razões para amar a Missa de sempre são eminentemente mais profundas. Sem dúvida, a estética é um aspecto importante que pode nos comover, mas o essencial é a fé transmitida pela liturgia. Defendemos a Missa tradicional não porque seja mais antiga, mas porque exprime a integridade da fé. É assistindo a liturgia que nossa fé conhecerá um novo impulso. Afastemos o hábito rotineiro de ir à missa, mas participemos dela com fervor, seguindo com curiosidade as cerimônias.</span></p>
<p style="text-align: right;"><strong><span style="color: #000000;"><a style="color: #000000;" href="https://laportelatine.org/personne/abbe-cyril-perriol">Pe. Cyrille Perriol</a>, FSSPX</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><em> </em></strong></span><span style="color: #000000;">(1) Pio XII, Encíclica <em>Mediator Dei</em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>ASSIM COMO TEMOS OLHOS PARA VER, TEMOS INTELIGÊNCIA PARA CONHECER A VERDADE</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Apr 2022 15:11:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
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		<description><![CDATA[A ignorância não justifica tudo. Fonte: L&#8217;Aigle de Lyon n ° 376 – Tradução: Dominus Est A legislação civil ensina que ninguém deve ignorar a lei. Isso significa que todo cidadão deve conhecer todos os textos legislativos e regulamentares existentes na ordem jurídica. Com mais &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/assim-como-temos-olhos-para-ver-temos-inteligencia-para-saber-a-verdade/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="background: white; margin: 0cm 0cm 12.75pt; text-align: center;" align="center"><a href="http://catolicosribeiraopreto.com/wp-content/uploads/2022/01/olhos.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-26441" src="http://catolicosribeiraopreto.com/wp-content/uploads/2022/01/olhos.jpg" alt="olhos" width="229" height="230" /></a></p>
<p style="background: white; margin: 0cm 0cm 12.75pt; text-align: center;" align="center">
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><strong><em>A ignorância não justifica tudo.</em></strong></span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #000000;"><strong style="font-style: inherit;"><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">Fonte: </span></strong><strong><span style="color: #0000ff;"><a style="font-style: inherit; font-weight: inherit; color: #0000ff;" href="https://laportelatine.org/wp-content/uploads/2021/12/376.pdf"><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">L&#8217;Aigle de Lyon n ° 376</span></a></span> – Tradução: <span style="color: #0000ff;"><a style="font-style: inherit; font-weight: inherit; color: #0000ff;" href="http://www.catolicosribeiraopreto.com/">Dominus Est</a></span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit; color: #000000;">A legislação civil ensina que ninguém deve ignorar a lei. Isso significa que todo cidadão deve conhecer todos os textos legislativos e regulamentares existentes na ordem jurídica. Com mais de 300.000 artigos em vigor, o mais estudioso dos juristas não aceitaria tal desafio.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit; color: #000000;">Todos nós já cometemos uma infração quando não conhecíamos o limite estabelecido por lei. De fato, a aplicação desse adágio é impossível porque ninguém tem tempo e capacidade para conhecer todas as leis. No entanto, este princípio deve ser mantido para o bom funcionamento da justiça. Caso contrário, bastaria invocar a ignorância da lei para escapar de toda punição. Seria muito fácil e a ordem social seria rapidamente violada.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit; color: #000000;">O mesmo acontece com a moralidade católica?</span><span id="more-26440"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit; color: #000000;">Para cometer um pecado, é necessário saber o que está transgredindo na lei. Portanto, se cometemos um pecado sem saber o que é um pecado, não somos responsáveis ​​por qualquer falha moral. Por exemplo, se um caçador mata um amigo pensando que é um urso, ele não cometeu o pecado de homicídio. O amigo em questão não deu qualquer sinal de sua presença: não havia como suspeitar dele.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit; color: #000000;">Mas não acredite que ignorar a moralidade é o suficiente para evitar cometer um pecado. Na verdade, existe o pecado da ignorância. Com efeito, pode acontecer de se colocar voluntariamente numa situação de ignorância para agir mais tranquilamente, sem que a nossa consciência nos censure. Essa ignorância, da qual se pode facilmente escapar, é culpável. O Pe. Garrigou Lagrange, sábio teólogo, nos faz uma ilustração: “<em style="font-weight: inherit;">um estudante de medicina se</em> entrega <em style="font-weight: inherit;">seriamente à preguiça, e, no entanto, como que por acaso, é admitido como médico. Mas ele ignora muitas coisas elementares da arte que ele deveria conhecer,</em> <em style="font-weight: inherit;">e pode acontecer dele acelerar a morte de alguns dos seus paciente, ao invés de curá-los. Não há pecado diretamente intencional aqui, mas certamente há uma falha indiretamente intencional, que pode ser grave e que pode até mesmo chegar ao homicídio por imprudência ou negligência grave.&#8221;</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit; color: #000000;"><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">Por conseguinte, a ignorância não justifica tudo. É um mal que deve ser combatido através do estudo da doutrina, pelas boas leituras. Não devemos, confortavelmente, nos acomodar nessa ignorância. Tornar-se-ia uma oportunidade de pecar mais facilmente</span><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">.</span><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;"> Quando nos aproximamos de um objetivo, devemos saber tudo o que pode nos fazer perdê-lo.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit; color: #000000;">O Papa São Pio X combateu, durante toda a sua vida, o mal da ignorância, enfatizando o catecismo. Como Bispo de Mântua, ele prometeu um prêmio em dinheiro a quem sugerisse os métodos mais simples e eficazes de ensino do catecismo. Na paróquia, na direção do Seminário, em todos os lugares ensinava catecismo, convencido de que um cristão sem conhecimentos religiosos, mais cedo ou mais tarde, abandonaria a fé. A preguiça leva à ignorância que, por sua vez, enfraquece nossa fé a ponto de nos tornar hostis à religião.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit; color: #000000;">Nossa inteligência, muitas vezes, está sobrecarregada com teorias perigosas e conhecimentos inúteis. Assim como temos olhos para ver, temos inteligência para conhecer a verdade: para aprofundar as verdades mais elevadas de nossa fé e preencher nossa inteligência com verdades eternas, que é a nossa perfeição.</span></p>
<p style="text-align: right; background: white; margin: 0cm 0cm 12.75pt 0cm;" align="right"><span style="color: #000000;"><strong><span style="font-size: 11pt; letter-spacing: 0.75pt;">Pe. Cyrille Perriol</span>, FSSPX</strong></span></p>
<p style="background: white; margin: 0cm 0cm 12.75pt; text-align: center;" align="center">
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