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	<title>DOMINUS EST &#187; Pe. Francisco Alves</title>
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	<description>FIÉIS CATÓLICOS DE RIBEIRÃO PRETO (FSSPX) - SOB A PROTEÇÃO DE NOSSA SENHORA CORREDENTORA E MEDIANEIRA DE TODAS AS GRAÇAS</description>
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		<title>NUNCA PISAREI EM MEU DEUS!</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Sep 2023 14:08:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Pe. Francisco Alves]]></category>

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		<description><![CDATA[Nasceu S. Dominguinho em Saragoça (Espanha), pelo ano de 1240. Quando sua mãe lhe deu o primeiro abraço, descobriu-lhe no ombro a marca de uma cruz e, sob os cabelos louros, um círculo encarnado, como de uma coroa de espinhos. &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/nunca-pisarei-em-meu-deus/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><img class=" aligncenter" src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/1/1e/Mateo_Gonzalez_-_Santo_Dominguito_del_Val.jpg" alt="Domingos de Val – Wikipédia, a enciclopédia livre" width="280" height="368" />Nasceu S. Dominguinho em Saragoça (Espanha), pelo ano de 1240. Quando sua mãe lhe deu o primeiro abraço, descobriu-lhe no ombro a marca de uma cruz e, sob os cabelos louros, um círculo encarnado, como de uma coroa de espinhos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">O brasão da família, descendente dum cruzado francês, ostentava uma grande cruz </span>sobre<span style="color: #000000;"> fundo encarnado com quatro estrelas nos ângulos.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8220;<em>Isto significa (dizia-lhe o pai) que nós estamos sempre dispostos a derramar o sangue por Jesus Cristo e procuramos exercitar-nos nas virtudes</em>&#8220;.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O menino foi educado no colégio da catedral. Era de ver a piedade com que servia ao altar e a voz angélica com que entoava os cantos sacros. Os mestres elogiavam-lhe mormente a aplicação e docilidade.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">Os Judeus de Saragoça resolveram assassinar um menino cristão para regar com seu sangue os pães ázimos da ceia pascal. Encarregado pela sinagoga, um </span>deles<span style="color: #000000;"> sequestrou o inocente Dominguinho, quando regressava da catedral e, à noite, levou-o aos judeus.</span></span><span id="more-18626"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8211; <span style="color: #000000;">&#8220;<em>Dominguinho</em> &#8211; disse-lhe o grande Rabino &#8211; <em>não te faremos mal algum, se atirares ao chão esse crucifixo que trazes ao pescoço e se o pisares com teus pés&#8221;</em>.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8211; &#8220;<em>Ah! não; nunca pisarei em meu Deus!</em>&#8221; respondeu o menino.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">Condenaram-no, então, à morte e reproduziram com ele </span>toda<span style="color: #000000;"> a paixão de Jesus Cristo. </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">Açoitaram-no, coroaram-no de espinhos, pregaram-no na parede, quando expirou, atravessaram-lhe o coração com uma enorme faca. Durante toda essa cena bárbara, Dominguinho rezava e perdoava.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">Uma vez recolhido o sangue da vítima, para seus ritos, os judeus cortaram-lhe a cabeça e as mãos, arrojando-as numa cisterna e, depois, enterraram o resto do corpo. Eis, porém, que tudo foi descoberto. Luzes miraculosas foram vistas </span>sobre<span style="color: #000000;"> o sítio em que jazia o cadáver. As autoridades foram avisadas. Feitas as devidas pesquisas, encontrou-se o corpinho mutilado e, depois, a cabeça e as mãos do mesmo. </span>Presos<span style="color: #000000;"> os presumíveis culpados, um deles por nome Albaeluz se declarou autor do horrível crime. </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Foi condenado, mas, antes de morrer, converteu-se ao cristianismo e foi batizado. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Certamente foi Dominguinho que lhe alcançou essa graça.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>Tesouro de Exemplos</em> – Pe. Francisco Alves</span></p>
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		<title>PADROEIRO DA BOA MORTE</title>
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		<pubDate>Sat, 20 May 2023 15:00:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Pe. Francisco Alves]]></category>
		<category><![CDATA[São José]]></category>

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		<description><![CDATA[José teve a felicidade de morrer nos braços de Jesus e de Maria, e não pode deixar de vir com êles, visível ou invisívelmente, para receber seus devotos. Numa paróquia de Lyon (França) vivia um piedoso ancião, muito devoto de &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/padroeiro-da-boa-morte/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><img class="irc_mut alignright" src="https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTdz6iNFr23Eiq_S2b-PYoW5Ar5HK3GoyIdpOfePyiH0S3JYQItHQ" alt="Resultado de imagem para são josé" width="227" height="204" />José teve a felicidade de morrer nos braços de Jesus e de Maria, e não pode deixar de vir com êles, visível ou invisívelmente, para receber seus devotos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Numa paróquia de Lyon (França) vivia um piedoso ancião, muito devoto de S. José, que não cessou durante cinqüenta anos de pedir-lhe a graça de uma boa morte. Para isso rezava, pela manhã e à noite, fervorosas orações, jejuava e fazia alguma esmola tôdas as quartas-feiras. Para êle, o dia da festa de S. José (19 de março) era o mais belo do ano.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A 15 de março de 1859, na idade 86 anos, caiu doente. Pediu imediatamente os santos sacramentos e recebeu-os com uma fé que comoveu a todos os assistentes. A 19 de março mandou celebrar uma santa missa e pediu que lhe rezassem as orações dos agonizantes. O sacerdote estava a terminar a consagração, quando o doente, erguendo os olhos ao céu, cruzando os braços, pronunciou distintamente os santíssimos nomes de Jesus, Maria e José, e exalou suavemente o último suspiro.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Sua alma voou para o céu precisamente no momento em que o sacredote, no Memento, ia pedir a Deus que recebesse as almas dos fiéis no lugar do refrigério, da luz e da paz eterna.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>Tesouro de Exemplos</em> &#8211; Pe. Francisco Alves</span></p>
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		<title>O NIGROMANTE SANTO</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Jul 2022 14:00:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Pe. Francisco Alves]]></category>
		<category><![CDATA[São Geraldo Magela]]></category>

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		<description><![CDATA[A vida do Irmão coadjutor redentorista, que veneramos em nossos altares e se chama Geraldo Majela, está semeada de maravilhas. Regressava, um dia, ao seu convento. Sua batina muito pobre; seu chapéu muito velho. Atravessava uma floresta e, com o &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/o-nigromante-santo/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;"><img class="alignright" src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/6/6b/%D0%93%D0%B5%D1%80%D0%B0%D1%80%D0%B4%D0%BE_%D0%9C%D0%B0%D0%B9%D0%B5%D0%BB%D0%BB%D0%B0.jpg/250px-%D0%93%D0%B5%D1%80%D0%B0%D1%80%D0%B4%D0%BE_%D0%9C%D0%B0%D0%B9%D0%B5%D0%BB%D0%BB%D0%B0.jpg" alt="Gerardo Majella – Wikipédia, a enciclopédia livre" />A vida do Irmão coadjutor redentorista, que veneramos em nossos altares e se chama Geraldo Majela, está semeada de maravilhas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Regressava, um dia, ao seu convento. Sua batina muito pobre; seu chapéu muito velho. Atravessava uma floresta e, com o pensamento em Deus, murmurava atos de amor. Andava também por ali um moco com o péssimo intento de assaltar os viajantes para roubar-lhes o dinheiro que encontrasse. Viu o jovem religioso e ficou admirado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8220;Esse homem &#8211; dizia &#8211; não é um religioso, deve ser um nigromante, um desses homens que têm trato com os espíritos do outro mundo e que possuem a rara virtude de encontrar tesouros nas entranhas da terra&#8221;.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">E sem mais, aproxima-se do Irmão e diz: &#8211; Não negues: li em teus olhos, todo o teu porte me diz que és um nigromante. És um feiticeiro poderoso, possui os segredos da Natureza e sabes as entranhas que guardam tesouros.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Santo Irmão fitou nele um olhar cheio de surpresa e de bondade. Deus fê-lo compreeder imediatamente que era aquele pobrezinho salteador de estrada que assim falava, e respondeu: &#8211; Não te enganaste. Tenho realmente o segrêdo de um grande tesouro. Eu to poderia ensinar, mas&#8230; não me atrevo. Para isso seria mister que fôsses homem de muita coragem&#8230; mas não sei se o serás&#8230;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8211; Sou, sim, replicou o salteador. Não tremo diante de crime algum; a mim não me espanta nem mesmo o diabo. Tenho roubado, matado, enfrentando inimigos&#8230; Nem o sangue das vítimas, nem o brilho das armas me intimida. Quando quero alguma coisa, eu a consigo, ainda que tenha que passar por cima de cadáveres.</span><br />
<span id="more-18628"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Geraldo, o jovem taumaturgo, não se intimidou: Calmo e bondoso, fixou nele os olhos e disse: &#8211; Pois se és tão valente, segue-me. Garanto que encontrarás um grande tesouro.</span><br />
<span style="color: #000000;"> Puseram-se a caminhar. Adiante ia Geraldo, atrás o moço. Geraldo rezava em voz baixa, o moço ia já devorando com os olhos da alma o ouro que via em suas mãos. Assim chegaram ao meio da selva, longe da estrada. Ali chegados, tirou Geraldo o capote e estendeu-o aberto no chão. O moço olhava assombrado. Começava a tremer. Parecia-lhe que de repente apareceria ali o diabo em pessoa&#8230; Mordia os lábios e todo o seu corpo se agitava com espantoso tremor. Geraldo olha para êle com grande majestade e diz:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8211; Agora ajoelha-te sobre esse manto. O moço ajoelhou-se&#8230; Tremia dos pés à cabeça. &#8211; Agora junta as mãos! O moço juntou as mãos e cravou os olhos aterrados naquele tremendo nigromante.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Naquele solene momento S. Geraldo tirou do peito o Santo Cristo, que sempre tinha consigo, e, pondo-o diante do salteador, disse:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8211; Meu irmão pecador, eu te prometi que encontrarias um tesouro sem igual nem no céu nem na terra&#8230; Não vês este Cristo? Não o conheces? É teu Deus: morreu por ti, por tua salvação, para perdoar teus pecados, para levar-te para o céu. E tu, infeliz, que fizeste?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Naquele momento lenta e solenemente lhe ia recordando todos os seus pecados. E o pobre pecador chorava e soluçava&#8230;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">S. Geraldo, chegando aquele devoto crucifixo aos lábios do pecador arrependido, diz com voz enternecedora:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8211; Beija-o, chora a seus pés todas as tuas culpas e acharás a graça, acharás a Deus e com Deus, meu filho, possuirás todos os tesouros.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O moço, desfeito em lágrimas, repetia: &#8220;Jesus meu, perdão e misericórdia&#8221;.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Esteve, em seguida, alguns dias em retiro no convento. Fez ali uma confissão geral e encontrou a paz da alma. Saiu bendizendo a hora em que se encontrara com aquele santo Irmão.</span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #000000;"><em>Tesouro de Exemplos</em> – Pe. Francisco Alves</span></p>
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		<title>ESTAIS SEGUROS DE VOSSA SALVAÇÃO?</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Jun 2021 13:00:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Fé]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Pe. Francisco Alves]]></category>

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		<description><![CDATA[Frei Gil, o bendito leigo franciscano, temendo pela sua salvação, abandonara o mundo. Uma gruta às margens de um rio ofereceu-lhe abrigo, e ali vivia todo consagrado ao serviço de Deus. A água cristalina matava-lhe a sede, e as árvores &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/estais-seguros-de-vossa-salvacao/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><img class=" alignright" src="https://static.fecam.net.br/thumbs/1537/607487_resize_700_400.jpg" alt="Irineópolis começa a estruturar roteiro Turístico do Contestado -  AMPLANORTE - Associação dos Municípios do Planalto Norte Catarinense" width="294" height="198" />Frei Gil, o bendito leigo franciscano, temendo pela sua salvação, abandonara o mundo. Uma gruta às margens de um rio ofereceu-lhe abrigo, e ali vivia todo consagrado ao serviço de Deus. A água cristalina matava-lhe a sede, e as árvores ofereciam-lhe seus frutos. O sol surpreendia-o em oração e as estrelas da noite eram testemunhas de suas assombrosas penitências.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Um dia, três cavaleiros, que andavam à caça, chegaram à gruta de Frei Gil. Este recebeu-os amavelmente, entreteve-se com eles sobre coisas espirituais e notou que, embora bons cristãos, gostavam mais do mundo do que de Deus.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Ao despedirem-se, um deles disse:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8211;  Santo bendito, desde hoje recomenda-nos a Deus.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8211;  Em verdade, senhores, vós é que haveis de pedir a Deus por mim, porque tendes mais fé e mais esperança do que eu.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8211;  Como assim? Nós?&#8230;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8211;  Sim, disse Frei Gil, porque estou aqui retirado de todo trato com os homens, vestido de burel, dormindo no chão, e sempre ando com medo de condenar-me; e vós, cercados de prazeres e comodidades, alimentando vícios e paixões, estais tão seguros de vossa salvação!&#8230; Tendes, na verdade, mais fé, mais esperança do que eu.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Santo tinha razão. É preciso assegurar a nossa salvação por meio da penitência, pois a eterna Verdade diz: “<em>Se não fizerdes penitência, perecereis</em>”.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>Tesouro de Exemplos</em> – Vol. II &#8211; Pe. Francisco Alves</span></p>
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		<title>O VIAJANTE E SÃO JOSÉ</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2021 16:35:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Pe. Francisco Alves]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi a 18 de março de 1888. Viajava um sacerdote no trem de Mogúncia a Colônia, quando, ao passar por Bonn, notou que seu vizinho se persignou, juntou as mãos e pôs a rezar. &#8211; Amanhã é a festa de &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/o-viajante-e-sao-jose/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><img class="irc_mi alignright" src="http://blog.cancaonova.com/saojosedoscampos/files/2019/03/sao-jose.jpg" alt="Resultado de imagem para são josé" width="179" height="217" data-iml="1555813012435" />Foi a 18 de março de 1888. Viajava um sacerdote no trem de Mogúncia a Colônia, quando, ao passar por Bonn, notou que seu vizinho se persignou, juntou as mãos e pôs a rezar.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8211; Amanhã é a festa de S. José!&#8230; talvez que seja o seu patrono, disse o padre.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8211; Não, sr., mas minha esposa chama-se Josefina&#8230; e gostaria de estar amanhã em sua companhia. Tenho, porém, outro motivo de dar graças; e, se interessar ao senhor, contar-lhe-ei a minha história, pois um sacerdote a entenderá.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8211; Certamente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8211; Quando menino, recebi de minha boa mãe uma educação piedosa. Infelizmente, bem cedo morreu minha mãe; meu pai não se ocupou de minha educação religiosa e logo abandonei todas as práticas de piedade. Encontrei, mais tarde, uma jovem excelente e, desejando fazê-la minha esposa, fingi sentimentos religiosos que não possuía. Uma vez casados, quase morreu de pesar, quando lhe abri meu coração e me pus a zombar de suas devoções. Há cinco anos, na sua festa onomástica, fiz-lhe um rico presente, mas ela, quase receosa, me disse:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8211; Há outro presente que me faria mais feliz&#8230;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8211; Qual?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8211; A tua alma, querido, respondeu entre soluços.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8211; Pede-me o que quiseres: eu o farei.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8211; Vem comigo amanhã, dia de S. José, à Igreja de N. N. Haverá sermão e bênção.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8211; Se fôr só isso, podes enxugar tuas lágrimas, que te acompanharei.</span><br />
<span id="more-16287"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A igreja estava repleta; o pregador, muito moço, deixou-me frio e indiferente; contudo disse uma coisa que me impressionou: &#8221; Jamais invocou alguém a proteção de S. José sem que sentisse o seu auxílio. Tende firme confiança de que correrá em socorro de todo aquele que o invocar na hora do perigo, ainda que seja pecador ou mesmo incrédulo&#8221;.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Ao sairmos da igreja, disse-me minha esposa:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8211; Meu amigo, muitas vezes estarás em perigo em tuas viagens; promete-me que, chegando o caso, dirás esta breve oração: &#8221; S. José, rogai a vosso divino Filho por mim&#8221;?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8211; Assim o farei; não é nada difícil.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Pouco depois, viajava por este mesmo lugar em que nos encontramos; éramos sete no compartimento. de repente, um apito de alarma e já um formidável choque nos atirava pelos ares. Não tive tempo de dizer mais que: &#8220;S. José, socorro!&#8221; Tudo foi coisa de um instante. Ao voltar a mim, vi meus companheiros horrívelmente despedaçados e mortos. Eu sofrera apenas leves contusões. Desde aquele dia retomei as práticas religiosas e repito, sempre com grande confiança: &#8221; S. José, socorrei-me!&#8221;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> <em>Tesouro de Exemplos</em> – Pe. Francisco Alves</span></p>
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		<title>OS QUARENTA LEGIONÁRIOS</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Sep 2019 15:00:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A famosa Legião Fulminante, junto com outras fôrças, estava acampada na cidade de Sebaste (na Armênia), quando por ordem do governador daquela região, o feroz Agrícola, se leu um edito do imperador Licínio, em que se ordenava aos cristãos que &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/os-quarenta-legionarios/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><img class="irc_mi alignright" src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/3/3b/FortyMartyrsofSebaste.JPG/250px-FortyMartyrsofSebaste.JPG" alt="Resultado de imagem para QUARENTA LEGIONÁRIOS" width="250" height="347" data-iml="1555813584550" />A famosa Legião Fulminante, junto com outras fôrças, estava acampada na cidade de Sebaste (na Armênia), quando por ordem do governador daquela região, o feroz Agrícola, se leu um edito do imperador Licínio, em que se ordenava aos cristãos que oferecessem sacrifícios aos deuses falsos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Quarenta daqueles legionários se negaram a cumprir a ordem do imperador. Conduzidos à presença de Agrícola, responderam aos seus agrados e ameaças dizendo: &#8220;Tu mesmo reconheces que pelejamos heróicamente pelo imperador da terra. Combatemos, todavia, com mais valor pelo do céu&#8221;.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Entre outros suplícios, quebraram-lhes os dentes com pedras e arrancaram-lhes as carnes com garfos. Finalmente, levaram-nos a um tanque gelado e ali tiveram de passar a noite despidos, no maior frio do inverno.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Junto ao tanque, Agrícola mandou pôr alguns banhos, cuja água, aquecida por braseiros, convidava os mártires a renegar sua fé e a submergir-se nelas. Durante a noite, os guardas adormeceram; só ficou acoradada a sentinela. Um dos quarenta cristãos não resistiu à tentação. Gritando que renegava a Cristo, saiu do tanque e submergiu no banho quente; mas aquela mudança, por demais rápida, ocasionou-lhe a morte, perdendo, assim, a vida temporal e a eterna.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em seguida, a sentinela viu um anjo que, descendo do céu, coroava sucessivamente os trinta e nove que haviam permanecido no tanque. Ficou o anjo com uma coroa na mão, parecendo aguardar alguém que substituísse o apóstata. A sentinela, iluminada e movida pelo Espírito Santo, exclamou: &#8220;Eu também sou cristão&#8221;. Seus companheiros, que despertaram ao grito, viram-no despir-se e entrar no tanque gelado, onde o anjo o esperava para coroá-lo. Não era cristão, mas recebeu o batismo de sangue.</span><br />
<span id="more-16291"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Ao romper do dia, os guardas quebraram as pernas dos quarenta legionários e recolheram seus cadáveres num carro para reduzi-los a cinzas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Só um, o mais moço de todos, chamado Militão, sobrevivera à temperatura glacial e à fratura das pernas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Durante o trajeto para a fogueira, os verdugos exortavam-no a apostatar: </span><span style="color: #000000;">&#8220;Ainda podes salvar a tua vida &#8211; diziam-lhe &#8211; e Agrícola dar-ta-á riquezas&#8221;.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Mas a mãe do jovem, que com outros parentes dos mártires acompanhavam o carro, sobrepondo-se ao amor natural que sentia pelo filho, exortava-o a manter-se fiel a Jesus Cristo, dizendo: &#8220;Termina com teus companheiros esta bendita viagem, pois, ainda que sejas o último a chegar no céu, não o serás diante de Deus&#8221;. Ressoavam ainda estas palavras e já aquele filho bendito voava para o céu.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> <em>Tesouro de Exemplos</em> – Pe. Francisco Alves</span></p>
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		<title>SÃO CLEMENTE MARIA</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Sep 2019 15:00:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Pe. Francisco Alves]]></category>
		<category><![CDATA[São Clemente Maria]]></category>

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		<description><![CDATA[Nasceu S. Clemente a 26 de dezembro de 1751 numa aldeazinha da Áustria. Contava sete anos apenas, quando lhe morreu o pai. A mãe, tomando um dia o filhinho pela mão, levou-o à igreja e, diante de um belo e &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/sao-clemente-maria/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><img class="irc_mi alignright" src="https://cleofas.com.br/wp-content/uploads/2017/03/S%C3%A3o-Clemente-Maria-Hofbauer.jpg" alt="Resultado de imagem para SÃO CLEMENTE MARIA" width="200" height="264" data-iml="1555813875570" />Nasceu S. Clemente a 26 de dezembro de 1751 numa aldeazinha da Áustria. Contava sete anos apenas, quando lhe morreu o pai. A mãe, tomando um dia o filhinho pela mão, levou-o à igreja e, diante de um belo e devoto Crucifixo, disse-lhe: &#8220;Meu filho, de hoje em diante teu pai é Jesus; não te apartes jamais do caminho que lhe agrada&#8221;. Esse conselho ficou gravado no coração e na memória de Clemente, servindo-lhe de estímulo nas horas difíceis de sua vida. Depois de ter sido, sucessivamente, aprendiz, eremita, peregrino e estudante, entrou, afinal, na Congregação dos Padres Redentoristas, em Roma, ordenando-se sacerdote, quando já contava 34 anos de idade.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">S. Afonso, ouvindo falar dele, disse profeticamente: &#8220;Esse Padre fará grandes coisas para a glória de Deus&#8221;.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em favor das crianças pobres e órfãs saía o Santo a esmolar, expondo-se a humilhações e vexames. Sacrificava-se pelo bem das crianças. Saiu, um dia, a esmolar e vendo na varanda duma casa muitos homens em alegre reunião, julgou que ali receberia um bom auxílio para o orfanato. Aproximando-se modestamente de um daqueles senhores disse-lhe:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8211; Meu amigo, venho pedir-lhe um auxílio para os meus órfãozinhos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O homem, nada amigo de padres, e ainda menos disposta a dar esmolas, cobriu-o de injúrias e, exaltando ao extremo, com sumo desprezo escarrou-lhe no rosto. Clemente, com grande calma e paciência, toma o lenço, limpa o rosto, e diz:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8211; Meu amigo! isto foi para mim; agora dê-me alguma coisa para os meus órfãozinhos.</span><br />
<span id="more-16293"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Não houve, entre aqueles homens, quem não admirasse a heróica mansidão de Clemente. O próprio ofensor arrependido, deu-lhe uma boa esmola e tornou-se grande admirador do Santo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em suas pregações era Clemente bastante original. Havia no lugar, onde pregava, uma velha, mulher do ferreiro da vila, que se contentava com uma única confissão anual. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Clemente exortou-a a confessar-se mais vezes, pois não demoraria a comparecer diante de Deus.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8211; Mas, padre, que diria a gente se a mulher do ferreiro fosse confessar-se muitas vezes?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">No domingo seguinte, depois de pregar sobre a freqüência dos sacramentos, de repente exclama:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8211; Mas a velha &#8220;ferreira&#8221; diz: &#8220;que diria a gente se a mulher do ferreiro fosse confessar-se muitas vezes?&#8221; E olhando para a mesma, que também ali estava, perguntou:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8211; Ó boa &#8220;ferreirinha&#8221;, que diria a gente, se a ferreira estivesse no inferno?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Uma testemunha de suas pregações dizia: &#8220;Quando pregava, parecia um serafim. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Frequentes vezes os numerosos ouvintes não podiam conter as lágrimas nem reprimir os soluços. Como confessor, era extraordinário. Parecia ler nas consciências. Uma vez, um moço, logo após o sermão, procurou-o para confessar-se.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8211; Ainda não (respondeu o Santo); vem comigo. E conduzindo-o a um quarto, aponta para o Crucifixo e diz: &#8211; Olha, aprende aqui a tua lição.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Rosa, aluna dum colégio, estava à morte. Agitava-se e gritava:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8211; O cão preto quer me devorar&#8230; o cão preto quer me devorar&#8230;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Chamaram a Clemente. Apenas penetrou no quarto, exclamou a menina: &#8211; O cão preto está fugindo&#8230; O cão preto já desapareceu&#8230;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Santo preparou-a para a morte, que não demorou.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8211; Irmãs, disse, temos no céu mais um anjo que rezará por nós.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">S. Clemente, chamado com razão o Apóstolo de Viena e o Propagador insigne da Congregação Redentorista, após uma atividade estupenda, entregou sua bela alma a Deus no dia 15 de março de 1820, na idade de 69 anos. Foi canonizado a 20 de maio de 1909.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> <em>Tesouro de Exemplos</em> – Pe. Francisco Alves</span></p>
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		<title>SÃO JOSÉ E O PRIMEIRO ASILADO</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Jul 2019 15:00:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Pe. Francisco Alves]]></category>
		<category><![CDATA[São José]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 1863 chegava a Barcelona um grupo Irmãzinhas dos Pobres para fazer a sua primeira fundação na Espanha. Foram muito bem recebidas pelos catalães, que precisavam não pouco de um asilo para tantos infelizes velhos abandonados que costuma haver nas &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/sao-jose-e-o-primeiro-asilado/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><img class="irc_mi alignright" src="https://padrepauloricardo.s3.amazonaws.com/uploads/episodio/frame/773/O-glorioso-sao-jose-frame.jpg" alt="Resultado de imagem para são josé" width="282" height="161" data-iml="1555813179025" />Em 1863 chegava a Barcelona um grupo Irmãzinhas dos Pobres para fazer a sua primeira fundação na Espanha. Foram muito bem recebidas pelos catalães, que precisavam não pouco de um asilo para tantos infelizes velhos abandonados que costuma haver nas grandes capitais. O Asilo foi, como de costume, colocado sob a proteção de S. José, a quem chamam as Irmãs de Procurador da Casa. No comêço, por falta de local, admitiam somente mulheres velhas. Mas, eis que S. José, um belo dia, lhes traz o primeiro velho. Era um homem de 80 anos que se apresentou, dizendo à Irmã:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8211; Venho aqui para internar-me.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8211; É impossível, replicou a Superiora; ainda não podemos receber nenhum homem.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8211; Seja, mas não há remédio; ficarei assim mesmo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8211; Como se chama o Sr.?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8211; Chamo-me José.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Este nome chamou a atenção das Irmãs; além disso era dia consagrado a S. José. Não há remédio, recebê-lo-emos em nome de São José.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O velho não possuía mais que farrapos e estava coberto de insetos. Roupa de homem não havia. A Superiora, chamando duas Irmãs, disse-lhes:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8211; Saiam as Senhoras à procura de roupa, enquanto vamos lavá-lo e penteá-lo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Durante este breve colóquio ouviu-se a campainha da portaria: era uma senhora desconhecida que, entregando um embrulho, se retirou sem dizer nada. Abriram e viram, com grande surpresa, que era um traje completo para homem.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O pobre velho chegou ao cúmulo da alegria; não menos, porém, as Irmãs que compreenderam que S. José as convidava a ampliar seus planos de caridade.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Asilo cresceu tranqüila e constantemente e dentro de poucos anos abrigava mais de duzentos velhos sem que lhes faltasse o pão de cada dia, nem as carinhosas atenções das boas Irmãs.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>Tesouro de Exemplos</em> – Pe. Francisco Alves</span></p>
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		<title>SÃO JOSÉ E AS CRIANÇAS</title>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2019 15:00:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[a) Nas horas em que não havia ninguém na igreja, notou o irmão sacristão que um menino de cinco anos vinha passar longo tempo diante do altar de S. José. Ora encostado à grade, ora de joelhos e ora assentado, &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/sao-jose-e-as-criancas/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><img class="irc_mi alignright" src="http://www.adf.org.br/home/wp-content/uploads/2015/03/S%C3%A3o-Jos%C3%A9-4.jpg" alt="Resultado de imagem para são josé" width="247" height="353" />a) Nas horas em que não havia ninguém na igreja, notou o irmão sacristão que um menino de cinco anos vinha passar longo tempo diante do altar de S. José. Ora encostado à grade, ora de joelhos e ora assentado, ali permanecia horas olhando para o Santo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O bom irmão sentiu-se impelido a fazer esta breve invocação:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8211; Ó bom S. José, ouvi a oração dêsse pequenino, não lhe recuseis a graça que vos pede com tanta piedade e inocência!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O pobrezinho rezava pela conversão do pai&#8230;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8211; Amiguinho, disse-lhe o sacristão, se você quer dirigir a S. José uma bela oração, diga: &#8220;S. José, rogai por nós&#8221;.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Tomou-o ao pé da letra o menino e, trocando de oração, começou a ir e vir diante do Santo e, ajoelhando-se, dizia: &#8220;S. José, rogai por nós; S. José, rogai por nós!&#8221;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Nisso se ocupava quando chegou sua mãe para buscá-lo. Teve que sair. Duas horas depois, o papai, que havia doze anos não se confessava, entrou na igreja para reconciliar-se com Deus.</span></p>
<p style="text-align: center;">*********************</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">b) Um menino da Diocese de Montpellier contava assim um favor que alcançara de S. José:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8221; Quando brincava na esquina de uma rua, fui atropelado por um carro que me esmagou contra uma parede; meu corpo tornou-se uma massa informe. O médico não dava nenhuma esperança. Meus pais apressaram-se a chamar um padre para me dar a extrema-unção.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Uma religiosa amiga, muito devota de S. José, enviou-me um cordão bento do Santo. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Pedia-me que me encomendasse a ele com fé e confiança. Assim o fiz.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Dormi logo depois e tive um sonho muito esquisito. Parecia-me estar vendo S. José, que garantia a minha cura. Anunciou-me, além disso, que eu seria padre. Despertei alegre e contente a visão à minha mãe.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O sonho realizou-se. Até esta data estou bom e são&#8230; e não penso senão em ser sacerdote&#8221;&#8230;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>Tesouro de Exemplos</em> &#8211; Pe. Francisco Alves</span></p>
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		<title>UM LOBO QUE SE TORNA CORDEIRO</title>
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		<pubDate>Wed, 08 May 2019 12:10:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estava no hospital uma infeliz mulher que, há vinte e dois anos, abandonara sua família para se entregar aos vícios mais vergonhosos. Fôra, enfim, internada naquela casa pela polícia. A vida que levara, de tal modo a embrutecera que parecia &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/um-lobo-que-se-torna-cordeiro/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><img class="irc_mi alignright" src="http://catolicosribeiraopreto.com/wp-content/uploads/2017/03/jose1.jpg" alt="Resultado de imagem para são josé imagem" width="236" height="353" />Estava no hospital uma infeliz mulher que, há vinte e dois anos, abandonara sua família para se entregar aos vícios mais vergonhosos. Fôra, enfim, internada naquela casa pela polícia.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A vida que levara, de tal modo a embrutecera que parecia louca; e o médico, não descobrindo nenhuma doença, queria despedi-la do hospital para que não perturbasse os verdadeiros enfermos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Pediram-lhe as religiosas que a deixasse alguns dias ainda, enquanto recorriam a S. José. Bem inspiradas, vestiram-na com o hábito e com o cordão de S. José e puseram-se a pedir com fervor que êle tivesse compaixão daquela pobre alma.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O auxílio de S. José não se fêz esperar. Poucos dias depois a mulher recobrou a paz, confessou-se com muita dor e arrependimento. Era um verdadeiro lobo e tornou-se tão manso cordeiro que pediu a seu protetor lhe alcançasse antes a morte que voltar à vida de pecado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Atendeu o Santo a tão pios desejos, vindo a convertida a falecer com os mais sinceros sentimentos de dor. Antes da morte pediu humildemente perdão a todos os que escandalizara com seus vícios.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>Tesouro de Exemplos</em> &#8211; Pe. Francisco Alves</span></p>
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