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	<title>DOMINUS EST &#187; Pe. Guillaume Devillers</title>
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	<description>FIÉIS CATÓLICOS DE RIBEIRÃO PRETO (FSSPX) - SOB A PROTEÇÃO DE NOSSA SENHORA CORREDENTORA E MEDIANEIRA DE TODAS AS GRAÇAS</description>
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		<title>O ÓDIO DE SATANÁS CONTRA A MISSA (TRIDENTINA)</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Aug 2016 19:00:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Fé]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Missa]]></category>
		<category><![CDATA[Demônio]]></category>
		<category><![CDATA[FSSPX]]></category>
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		<description><![CDATA[Fonte: FSSPX Sudamerica &#8211; Tradução: Sensus fidei Em 1957 Jean Ousset publicava sua obra-prima, “Para que Ele reine”. O texto a seguir se encontra nas primeiras edições, tanto francesas como espanholas. Em perfeito acordo com a doutrina tradicional da Igreja, &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/o-odio-de-satanas-contra-a-missa-tridentina/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><span style="color: #000000;"><img class="wp-image-9705  aligncenter" src="http://www.sensusfidei.com.br/wp-content/uploads/2016/08/SntMss.jpg" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" srcset="http://www.sensusfidei.com.br/wp-content/uploads/2016/08/SntMss.jpg 800w, http://www.sensusfidei.com.br/wp-content/uploads/2016/08/SntMss-300x169.jpg 300w, http://www.sensusfidei.com.br/wp-content/uploads/2016/08/SntMss-768x432.jpg 768w" alt="SntMss" width="460" height="263" />Fonte: <a href="http://www.fsspx-sudamerica.org/es/el-odio-de-satan%C3%A1s-contra-la-misa">FSSPX Sudamerica</a> &#8211; Tradução: <a href="http://www.sensusfidei.com.br/2016/08/10/o-odio-de-satanas-contra-a-missa/#.V65VyaLy1uQ">Sensus fidei</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em 1957 Jean Ousset publicava sua obra-prima, “Para que Ele reine”. O texto a seguir se encontra nas primeiras edições, tanto francesas como espanholas. Em perfeito acordo com a doutrina tradicional da Igreja, o autor mostra-nos aqui como <strong>a Missa (Tridentina) está no centro do combate apocalíptico que se desenvolve entre a revolução satânica e a Igreja.</strong> Com esta precisão, no entanto: <strong>a Missa sim, mas “a Missa dita e bem dita”</strong>, ou seja, de acordo com a vontade mesma de Deus expressa pelos sagrados cânones da Igreja.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Consideremos que a Missa nova como celebrada hoje, ainda não tinha sido inventada pelo Padre Bugnini, de infeliz memória, mas já se começava a difundir no clero um espírito de inovação que logo acabaria em desastre conciliar e pós-conciliar.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Estas páginas são admiráveis e merecem ser lidas e meditadas por todos os que desejam trabalhar de forma eficaz “para que Ele reine”. Trata-se, em primeiro lugar, pela Missa que Nosso Senhor reinará nos corações e nas instituições sociais ou políticas para que as almas se salvem.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Mons. Lefebvre aprovou integralmente não só o livro, mas também a obra da Cidade Católica, com todos os princípios doutrinais e modos de ação que ela professava e que o livro expõe.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Ignoramos as razões pelas quais este capítulo fundamental sobre a Missa foi suprimido das edições posteriores.<a style="color: #000000;" href="http://www.sensusfidei.com.br/2016/08/10/o-odio-de-satanas-contra-a-missa/#_ftn1">[1]</a> Mas é evidente que ele não se encaixa absolutamente nem com os novos ensinamentos ecumênicos e liberais do Concílio Vaticano II, nem com o rito reformado da nova missa que os expressa.</span><span id="more-6361"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O leitor encontrará em um quadro à parte a carta de Monsenhor Lefebvre publicada nas primeiras edições do livro. Enfatizemos esta declaração: <em><strong>“Nosso Senhor reinará na cidade quando alguns milhares de discípulos estiverem convencidos da verdade que lhes é transmitida e que esta verdade é uma força capaz de transformar tudo.”</strong></em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Apoiados, portanto, na doutrina que nos tem sido transmitida e sobre o Santo Sacrifício da Missa, segundo o rito tradicional, procuremos colaborar com zelo para esta grande obra do reinado de Jesus e Maria.</span></p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O ódio de Satanás contra Jesus Cristo e Sua Igreja</span></h4>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>Satanás luta em todos os lugares</em> – escreve o R. P. Fahey – <em>e em todos os lugares </em><strong><em>tenta eliminar o sobrenatural.</em></strong><em> Todo o ser deste puro espírito, toda esta incansável energia, da qual nós, pobres criaturas de músculos e nervos, não podemos ter uma ideia adequada está, sempre e em toda parte, dirigida contra a submissão sobrenaturalmente amorosa à Santíssima Trindade. Mudamos os nossos pensamentos e temos necessidade de descanso e de sono. Não ocorre o mesmo a Satanás. </em><strong><em>Toda a sua espantosa energia está dirigida, incessantemente, com a obstinação mais infatigável, contra a obra da salvação e de restauração do Verbo feito carne.”</em></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Vimos que <strong>o resultado de tal revolta foi, no plano das ideias, o naturalismo.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Do ponto de vista em que nos encontramos agora, o de um combate mais concreto, podemos observar que os ataques do Inferno, primeiramente, tendo como objetivo da humanidade em geral, enquanto privilegiada do Amor divino; seguidamente a ordem cristã mais estritamente considerada, e, finalmente, a Igreja Católica, mais diretamente vulnerável em seus membros, sacerdotes e leigos. <strong>Os sacerdotes, especialmente, serão o objeto de ódio infernal, não só porque eles são cristãos por excelência, mas porque eles são os homens da Missa.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>A Missa é, de fato, a renovação desse sacrifício do Calvário, pelo qual a humanidade se reconcilia com Deus, com o qual a ordem inicial é, assim, restaurada por uma nova união, de certa forma, do natural e do sobrenatural: união que nossos primeiros pais haviam destruído e rejeitado.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><em>“Esquecendo essas verdades fundamentais</em></strong><em> – </em>escreve R. P. Fahey<em> – faz com que seja </em><strong><em>difícil para as pessoas que não leem mais do que jornais e frequentam cinema, compreender o ódio à Missa e ao sacerdócio mostrado pela Revolução, maçônica ou comunista,</em></strong><em> na Espanha, no México ou em outros lugares. O treinamento dado por Moscou não é suficiente para justificá-lo…”</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">De qualquer forma, não é desnecessário saber distinguir o que Satanás buscava com a crucificação de Nosso Senhor e seu objetivo agora perseguido, ao provocar e dirigir os ataques contra os que celebram a Missa e aqueles que a ela assistem.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><em>“Satanás moveu os chefes do povo judeu a se livrar de Nosso Senhor, porque estava ciente da presença no homem Jesus Cristo de uma excepcional intensidade dessa vida sobrenatural que detesta</em></strong><em>; mas, certamente, não queria e não tinha a intenção de entrar na ordem do plano divino da Redenção. </em><strong><em>Seu orgulho não lhe permitia compreender o mistério de um Amor que chegava até a divina loucura de uma imolação na Cruz</em></strong><em>. Os demônios não sabiam, na verdade, que </em><strong><em>o ato de submissão do Calvário significava o retorno à ordem divina pela restauração da Vida Sobrenatural da Graça para a humanidade”</em></strong>.<a style="color: #000000;" href="http://www.sensusfidei.com.br/2016/08/10/o-odio-de-satanas-contra-a-missa/#_ftn2">[2]</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">São Paulo insiste em dizer que, se (os demônios) <em>“tivessem-no sabido, nunca teriam crucificado o Senhor da Glória”</em> (I Coríntios 11: 8). E Santo Tomás: <em><strong>“Se os demônios estivessem absolutamente certos de que Nosso Senhor era o Filho de Deus e se soubessem antecipadamente as consequências de Sua Paixão e Sua Morte, nunca teriam feito crucificar o Senhor da Glória”</strong></em><strong>.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>“Mas, se bem </em><strong><em>os demônios perceberam tarde demais o sacrifício do Calvário, eles estão, no entanto, perfeitamente conscientes do significado da Missa.</em></strong><em> Daí se adivinha o seu ódio. </em><strong><em>Todos os esforços são destinados a impedir a sua celebração.</em></strong><em> Mas, não podendo acabar totalmente com este ato único de adoração, S</em><strong><em>atanás tentará limitá-lo aos espíritos e aos corações do menor número possível de “indivíduos…&#8217;”</em></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">E <strong>esta luta continuará até o fim dos tempos.</strong> Desta forma compreendem-se as recomendações urgentes dos Apóstolos e dos Santos para nos alertar contra Satanás e seus demônios. Conhecemos a fórmula de São Pedro sobre o leão que ruge procurando a quem devorar. São Paulo, por sua vez, não tinha medo de escrever aos Efésios: <em>“Revesti-vos da armadura de Deus, para que possais resistir às ciladas do demônio. Pois não é contra homens de carne e sangue que temos de lutar, mas contra os principados e potestades, contra os príncipes deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal (espalhadas) nos ares. Tomai, portanto, a armadura de Deus, para que possais resistir nos dias maus e manter-vos inabaláveis no cumprimento do vosso dever”</em>. (Efésios VI, 11-13).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Quando se compreende o sentido e o alcance dessa luta,</strong> quando se conhece o <strong>plano de restauração universal por Jesus Cristo e sua Igreja</strong>, parece <strong>inevitável que Lúcifer e todo o inferno com ele se encarnicem de fazer fracassar este plano</strong> e que a catolicidade (leia-se: a universalidade) da <strong>salvação operada pela ação sobrenatural da Graça,</strong> Satanás busque opor a <strong>negação de um universalismo puramente natural, do qual o Senhor da Glória seria expulso e no qual a obra da redenção estaria neutralizada, anulada.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Mas … <em>“ab ortu solis usque ad occasum… in omni loco sacrificatur et offertur Nomini Meo oblatio munda … </em><strong><em>Do levante ao poente, em toda parte, eis que sacrificam e oferecem ao Meu Nome … uma oblação pura”</em></strong>. Esta frase do profeta Malaquias indica, pelo contrário, <strong>a ordem divina.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Que a Missa seja celebrada e <strong>bem celebrada</strong> (leia-se: <strong>segundo a vontade mesma de Deus formulada pelos Santos Cânones da Igreja</strong>). Que possa ser celebrada do levante ao poente, em todos os lugares … Que possa haver, para celebrá-la, numerosos sacerdotes, santos e doutos na ciência de Deus… Que tudo esteja em ordem neste mundo, para que os méritos da Missa possam estender-se mais abundantemente, mais completamente sobre o maior número possível, e para isso, operar de tal forma que tudo esteja posto em prática, direta ou indiretamente, sobrenatural e naturalmente, de modo que o maior número possível esteja o melhor preparado para colher, gostar, buscar esses frutos de salvação eterna mais universalmente concedidos… não são estas realmente as razões últimas da ordem universal e, portanto, a primeira justiça?<a style="color: #000000;" href="http://www.sensusfidei.com.br/2016/08/10/o-odio-de-satanas-contra-a-missa/#_ftn3">[3]</a> Finalidade de todos os esforços da Igreja, enquanto Ela está diretamente encarregada do magistério e do ministério especificamente religiosos e sobrenaturais. Finalidade muito real, embora indiretamente buscada, do mesmo poder civil e das instituições. Finalidade real desse mínimo, pelo menos, desejável bem-estar, material, intelectual e moral que Santo Tomás ensinou-nos ser indispensável, comumente, para a prática da virtude. Finalidade real dessa defesa dos bons costumes, que é um dos primeiros deveres do Principado. Finalidade real, em suma, dessa paz, dessa comunidade, dessa comunhão entre os indivíduos, as classes ou as nações, das quais, está bastante claro, o mundo está terrivelmente afastado, como está também terrivelmente afastado de Deus.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Eis, então, em sua magnífica unidade, o plano natural e sobrenatural do universalismo cristão ou catolicismo</strong>. Sabemos que Santo Inácio fizera disso o <em>“Princípio e o Fundamento”</em> de seus <em>“Exercícios”: “O homem é criado para louvar, reverenciar e servir a Deus, Nosso Senhor, e, mediante isto, salvar a sua alma. E as outras coisas sobre a face da terra são criadas para o homem e para ajudá-lo na busca da finalidade para a qual ele é criado. Daí segue-se que tanto deve usar delas quanto lhe ajudem para seu fim, e tanto deve livrar-se delas, tanto quanto elas lho impeçam”</em>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Eis, então, que Satanás não pode deixar de combater.</strong> <strong>Pela perseguição manifesta, ou de outro modo, pela pressão habilidosa de um conjunto de instituições sofisticadas, proibir louvar, honrar, servir a Deus, Nosso Senhor, e, consequentemente, entorpecer a salvação das almas, é impossível não ser esta a maior preocupação do inferno.</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;">Pe. Guillaume Devillers</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Notas</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><a style="color: #000000;" href="http://www.sensusfidei.com.br/2016/08/10/o-odio-de-satanas-contra-a-missa/#_ftnref1">[1]</a> O leitor pode verificar, por exemplo, na edição Cruzamante (Buenos Aires, 1980); Este capítulo foi omitido na p. 90.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><a style="color: #000000;" href="http://www.sensusfidei.com.br/2016/08/10/o-odio-de-satanas-contra-a-missa/#_ftnref2">[2]</a> Como observa Santo Agostinho: “Cristo só foi conhecido dos demônios tanto quanto quis, e Ele só quis tanto quanto foi necessário… Quando Ele julgou bom ocultar-se um pouco mais profundamente, o príncipe das trevas duvidou Dele e O tentou para saber se Ele era Cristo, o Filho de Deus” (“Cidade de Deus”, IX, 21). Cf. Suarez (ter. part. Div. Thomae, q XLI, art 1, co 111 co) “Especialmente para saber se ele era o Filho de Deus, Jesus Cristo, o diabo aproximou-se para tentá-lo.” Suas primeiras palavras expressam o seu pensamento: “Se és o Filho de Deus…”</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><a style="color: #000000;" href="http://www.sensusfidei.com.br/2016/08/10/o-odio-de-satanas-contra-a-missa/#_ftnref3">[3]</a> Todas as revoluções, sejam francesas, russas, espanholas, americanas, etc., destruíram, fecharam igrejas, suprimiram os sacerdotes ou, o que é mais grave, tentaram eliminar-lhes a possibilidade ou mesmo o desejo da celebração cotidiana da Missa. Pode-se ainda observar certas correntes de pensamento que estão espalhadas aqui e ali e de acordo com as quais os sacerdotes devem contentar-se (no transcurso de congressos, por exemplo) com assistir a uma só Missa de um deles e tomar a comunhão como simples fiéis, em vez de ter que celebrar eles mesmos a Missa.</span></p>
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