<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>DOMINUS EST &#187; Pena de morte</title>
	<atom:link href="http://catolicosribeiraopreto.com/tag/pena-de-morte/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://catolicosribeiraopreto.com</link>
	<description>FIÉIS CATÓLICOS DE RIBEIRÃO PRETO (FSSPX) - SOB A PROTEÇÃO DE NOSSA SENHORA CORREDENTORA E MEDIANEIRA DE TODAS AS GRAÇAS</description>
	<lastBuildDate>Mon, 13 Apr 2026 17:38:42 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=4.2.2</generator>
	<item>
		<title>SOBRE O QUINTO MANDAMENTO, ABORTO E PENA DE MORTE</title>
		<link>http://catolicosribeiraopreto.com/sobre-o-quinto-mandamento-aborto-e-pena-de-morte/</link>
		<comments>http://catolicosribeiraopreto.com/sobre-o-quinto-mandamento-aborto-e-pena-de-morte/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 29 Jan 2020 14:00:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Fé]]></category>
		<category><![CDATA[Liberalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo e Fotos]]></category>
		<category><![CDATA[Aborto]]></category>
		<category><![CDATA[Pe. Boniface]]></category>
		<category><![CDATA[Pena de morte]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.catolicosribeiraopreto.com/?p=17575</guid>
		<description><![CDATA[]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/5kVt5lOlz8s" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://catolicosribeiraopreto.com/sobre-o-quinto-mandamento-aborto-e-pena-de-morte/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>BREVES ANOTAÇÕES SOBRE A NOVA DOUTRINA BERGOGLIANA SOBRE A PENA DE MORTE</title>
		<link>http://catolicosribeiraopreto.com/breve-anotacoes-sobre-a-nova-doutrina-bergogliana-sobre-a-pena-de-morte/</link>
		<comments>http://catolicosribeiraopreto.com/breve-anotacoes-sobre-a-nova-doutrina-bergogliana-sobre-a-pena-de-morte/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 03 Nov 2018 14:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise na Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Modernismo]]></category>
		<category><![CDATA[Textos e Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Papa Francisco]]></category>
		<category><![CDATA[Pena de morte]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://catolicosribeiraopreto.com/?p=14787</guid>
		<description><![CDATA[Pe. Mauro Tranquillo, FSSPX Já analisamos aqui o fundo modernista da nova doutrina do Papa que condena a pena de morte. Vimos que, ao contrário, a doutrina da Igreja, fundada sobre a Revelação, a considera lícita. Ainda assim, falta fazer algumas &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/breve-anotacoes-sobre-a-nova-doutrina-bergogliana-sobre-a-pena-de-morte/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><img class=" alignright" src="http://permanencia.org.br/drupal/sites/default/files/popefrancis.jpg" alt="" width="363" height="210" /></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #0000ff;"><strong><em><a style="color: #0000ff;" href="http://permanencia.org.br/drupal/node/5468">Pe. Mauro Tranquillo, FSSPX</a></em></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Já analisamos aqui o <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://permanencia.org.br/drupal/node/5455">fundo modernista da nova doutrina do Papa que condena a pena de morte</a>.</span> Vimos que, ao contrário, a doutrina da Igreja, fundada sobre a Revelação, a considera lícita. Ainda assim, falta fazer algumas outras observações sobre o escrito pontifício de 01/08/2018 e o discurso que o anunciava em 11/10/2017.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">1 &#8211; Em 1962, para mudar a doutrina (liberdade religiosa, ecumenismo, colegialidade, etc) foi preciso um Concílio ecumênico. Ainda em 2016, para dar a comunhão aos divorciados recasados, foi preciso um sínodo. Este enésimo <em>vulnus </em>formal no ensinamento da Igreja se fez, ao contrário, com um simples ato administrativo de uma Congregação Romana, depois de uma audiência com o Papa. Além disso, não constam até o momento reações ou “dúbia” de prelados “conservadores”. <a style="color: #000000;" href="http://permanencia.org.br/drupal/node/5468">(Continue a leitura)</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">2 &#8211; Difícil dizer se contestações surgirão no futuro próximo. Entretanto, todos os artigos da doutrina, enquanto revelados por Deus, têm a mesma importância nas profissões de Fé, e a negação de apenas um deles nos faz pecar contra a virtude da Fé. A explicação possível a esta diferente atitude dos “conservadores” (se for confirmada pelos fatos) bem como da simplicidade do procedimento utilizado neste caso, parece-nos que se deve reconhecer no que afirma o próprio Papa Francisco:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“Esta problemática não pode ser reduzida a uma mera recordação de ensinamento histórico sem fazer emergir (&#8230;) o progresso na doutrina pelas mãos dos últimos Pontífices”. A referência, explicitada no discurso de 11/10, é particularmente à nova doutrina sobre a dignidade humana, caríssima a João Paulo II. O conservador, que fez sua a doutrina conciliar e pós-conciliar sobre o assunto, ainda que graças à síntese “neo-ortodoxa” operada por Ratzinger, dificilmente objetará a argumentação do Papa Bergoglio, antes com toda chance terminará por se encontrar à vontade neste caso.</span><span id="more-14787"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Só quem não absorveu a fase “ratzingeriana” de leitura do Concílio poderá reagir a estes novos erros, e dar razão à oposição contra as outras inovações do presente pontificado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">3 &#8211; Em consequência, os conservadores deveriam entender que é impossível “congelar” o processo modernista em uma de suas fases. O monumento mesmo das suas teorias, que é o &#8220;Novo catecismo da Igreja Católica&#8221;, não tem sequer 30 anos. O modernismo, ou cortamos pela raiz, ou continuará necessariamente o seu desenvolvimento dialético. Talvez devessem entender melhor a imagem usada por Ratzinger no famoso discurso à Cúria de 2005: contrapor Bento a Francisco equivale a pensar que a água de um rio que alarga o seu curso na planície não seja a mesma que jorrava na nascente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">4 &#8211; O tema fundamental deste pontificado, isto é, a visão falsamente “espiritual” da Igreja que contrapõe a lei à “misericórdia”, e que despreza como negativa toda encarnação jurídica da Igreja, não é esquecido, mas reafirmado: afirma-se, na verdade, que o recurso à pena de morte, mesmo da parte da Igreja do passado era ditado por “uma mentalidade mais legalista que cristã” que fizera superestimar o valor da lei.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">5 &#8211; A Igreja do Papa Francisco, ao contrário, liberta-se da lei para se tornar espiritual, não é mais <em>societas perfecta,</em>mas unicamente “sinal” do amor de Deus, e não se manifesta em uma forma determinada por Deus mas em atitudes proféticas e na “misericórdia”, por assim dizer. Uma igreja de marca gnóstica, que despreza como anticristã a autoridade juridicamente ordenada, para se transformar, no entanto, em mero exercício arbitrário do poder, sem outra referencia à ordem divina, totalmente auto-referencial. Tratamos deste assunto várias vezes, mesmo nos <em>Convegni di Rimini</em>ou em <em>La Tradizione Cattolica</em>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">6 &#8211; No parágrafo modificado do Catecismo, precisa-se que, nos tempos modernos, “foram criados sistemas de detenção mais eficazes, que garantem a justa defesa dos cidadãos, mas ao mesmo tempo, não tiram do réu de modo definitivo a possibilidade de redimir-se”. A bem da verdade, a Igreja sempre defendeu que a pena de morte, se acatada com contrição, permitia ao réu redimir-se e expiar já aqui embaixo as penas do pecado, para ir logo ao Paraíso. O apostolado dos grandes santos como São José Cafasso se baseava nisto.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">7 &#8211; Como é que então agora se pensa que a pena capital tira a “possibilidade de se redimir”? Evidentemente porque tal “redenção” é vista não no sentido sobrenatural, mas social. O escopo da pena torna-se a reinserção do réu na sociedade, “redimido” e reeducado. A mesma detenção não é mencionada como pena para restabelecer a justiça, mas como meio necessário para a “defesa dos cidadãos”. A pena capital tiraria “definitivamente” só <em>este</em>tipo de redenção, claro que não a eterna. Aqui também se vê como a nova igreja rebaixou-se totalmente aos <em>standards</em>mundanos e esqueceu o seu fim sobrenatural.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">8 &#8211; É interessante notar que, no Catecismo, afirmar-se que a Igreja “empenha-se com determinação por sua abolição em todo o mundo [da pena de morte]”. No momento em que a luta contra o aborto, assassinato de vidas inocentes, passou ao segundo plano (recordemos que foram as Fundações Soros a pressionar diversos episcopados a deslocar a atenção da bioética para temas “sociais”), a morte do culpado tornou-se merecedora de uma cruzada oficialmente lançada pelo próprio Catecismo. Como frequentemente ocorre, o pontificado do Papa Bergoglio se caracteriza pela repressão dos bons e a exaltação dos maus&#8230;</span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://catolicosribeiraopreto.com/breve-anotacoes-sobre-a-nova-doutrina-bergogliana-sobre-a-pena-de-morte/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
