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	<title>DOMINUS EST &#187; Santo Agostinho</title>
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	<description>FIÉIS CATÓLICOS DE RIBEIRÃO PRETO (FSSPX) - SOB A PROTEÇÃO DE NOSSA SENHORA CORREDENTORA E MEDIANEIRA DE TODAS AS GRAÇAS</description>
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		<title>SANTO AGOSTINHO, SOBRE AS PAIXÕES E A INSENSIBILIDADE</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Sep 2025 14:18:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Fé]]></category>
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		<description><![CDATA[De resto, devemos confessá-lo, os nossos afectos, mesmo quando são rectos e como a Deus apraz, pertencem a esta vida, não à vida futura que esperamos, e muitas vezes cedemos-lhe contra vontade. Às vezes uma emoção, apesar de não devida &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/santo-agostinho-sobre-as-paixoes-e-a-insensibilidade/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class=" aligncenter" src="https://r2.padrepauloricardo.org/p8rhd3p6m02spynim6w6xma03uqm" alt="Santo Agostinho: mestre e defensor da verdadeira fé" width="260" height="288" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">De resto, devemos confessá-lo, os nossos afectos, mesmo quando são rectos e como a Deus apraz, pertencem a esta vida, não à vida futura que esperamos, e muitas vezes cedemos-lhe contra vontade. Às vezes uma emoção, apesar de não devida a um culpável desejo mas a louvável caridade, faz-nos chorar mesmo que não queiramos. Temo-los, devido à debilidade da condição humana. Mas não é assim o Senhor Jesus; a sua própria fraqueza resultou da sua potestade. Mas enquanto somos portadores da debilidade desta vida, se não tivéssemos nenhum deles seria caso para dizermos que a nossa vida era defeituosa. Por isso o Apóstolo vituperava e detestava certos homens que dizia serem desprovidos de afetos. Também o salmo sagrado incrimina aqueles de quem diz:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>Esperei por alguém que partilhasse a minha tristeza e ninguém apareceu [1]</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Não experimentar a dor enquanto estamos neste lugar de miséria, obtém-se, como sentiu e disse um escritor deste século:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>Obtém-se muito caro &#8211; pelo preço da crueldade da alma e da insensibilidade do corpo. [2]</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Por isso o que os gregos chamavam ἀπάθεια (que, se pudesse ser, em latim se chamaria impassibilitas = impassibilidade) &#8211; com a condição de termos de a considerar (na alma e não no corpo) como uma vida livre de todo o sentimento oposto à razão e perturbador do espírito &#8211; é, com certeza, uma coisa boa e desejável, mas não é desta vida. É a voz, não de quaisquer homens mas dos mais eminentes em piedade, em justiça e em santidade que diz:</span><span id="more-33652"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>Se dissermos que estamos sem pecado, iludimo-nos a nós próprios e a verdade não está em nós. [3]</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Essa ἀπάθεια só deixará de existir, portanto, quando no homem deixar de haver pecado. Porém, agora já se vive bastante bem, vivendo sem pecado &#8211; e quem julgar que está sem pecado consegue, não viver sem pecado, mas viver sem perdão.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Mas se é ao estado de alma sem afecto algum que se chama ἀπάθεια quem não terá esta insensibilidade pelo pior dos vícios? Pode dizer-se com razão que a perfeita beatitude não conhecerá o aguilhão do temor nem o da tristeza. Mas quem ousaria afirmar, sem de todo se afastar da verdade, que o amor e a alegria serão dela banidos? E se a ἀπάθεια é o estado em que nenhum medo apavora e nenhuma dor nos oprime, com certeza que é preciso excluí-los desta vida se quisermos viver rectamente, isto é, como a Deus apraz; mas temos simplesmente que esperar pela vida eterna e bem-aventurada que nos foi prometida.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;">[&#8230;]</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Sendo assim, como há que levar uma vida recta para se chegar à vida bem-aventurada, todos estes afectos são rectos numa vida recta e perversos numa vida perversa. Mas a vida bem-aventurada e eterna possuirá um amor e uma alegria, não apenas rectos mas também certos: sem temor e sem dor. Assim já de certo modo aparece o que devem ser, nesta peregrinação, os cidadãos da Cidade de Deus, vivendo como ao espírito apraz, não como apraz ao homem &#8211; e o que serão um dia na imortalidade para que caminham.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Mas a cidade, isto é, a sociedade dos ímpios que vivem como aos homens apraz e não como apraz a Deus, que professam doutrinas humanas e demoníacas no próprio culto das falsas divindades com desprezo da verdadeira divindade &#8211; essa cidade é atormentada por aqueles afectos como outras tantas doenças e paixões. E se alguns desses cidadãos parecem dominar e regrar, por assim dizer, tais afectos da alma, tornam-se tão soberbos e tão arrogantes na sua impiedade que se incham tanto mais quanto menos sofrem. E se os outros na sua vaidade, tanto mais monstruosa quanto mais rara, se tomam de amores pela sua própria impassibiliade ao ponto de se não deixarem comover nem excitar nem inclinar pelo menor sentimento, perdem toda a humanidade sem atingirem a verdadeira tranquilidade. Efectivamente, porque é duro, nem por isso é correcto, nem, porque é insensível, é por isso sadio.</span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #000000;"><strong>Santo Agostinho, <em>A Cidade de Deus</em></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">[1] Sustinui qui simul constristaretur, et non fuit. (Sl 98, 21)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">[2] Non sine magna mercede contingit imnmanitatis in animo stuporis in corpore. Crantor, citado por Cícero nas <em>Tusculanae Disputationes</em>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">[3] Si dixerimus quoniam peccatum non habemus, ipsi nos seducimus, et veritas in nobis non est. (1 Jo 1, 8)</span></p>
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		<title>A PAIXÃO DE DOMÍNIO</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Jul 2025 17:32:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise na Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Santo Agostinho]]></category>

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		<description><![CDATA[Nota do Blog: Santo Agostinho diz, anteriormente, que os Romanos dilataram seu império por se moverem por desejo de glória humana (a boa fama pública), mas que isso lhes mereceu a glória e recompensa terrenas (a recompensa já lhe foi &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/a-paixao-de-dominio/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p class="Normal tm5" style="text-align: justify;"><img class=" aligncenter" src="https://agostinianos.org.br/wp-content/uploads/2022/08/Novena_SantoAgostinho1.png" alt="Imagem" width="547" height="412" /></p>
<p class="Normal tm5" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em><strong><span class="tm7">Nota do Blog: </span></strong><span class="tm8">Santo Agostinho diz, anteriormente, que os Romanos dilataram seu império por se moverem por desejo de glória humana (a boa fama pública), mas que isso lhes mereceu a glória e recompensa terrenas (a recompensa já lhe foi dada nesta vida, e não na próxima).</span></em></span></p>
<p class="Normal tm5" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em><span class="tm6">Vivemos em tempos brutais e sem caridade, e os maus mestres da Internet (os exemplos são vários, basta meditar um pouco) perderam a vergonha de mostrar, publicamente, sua paixão de domínio.</span></em></span></p>
<p class="Normal tm5" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><span class="tm7">Livro V, Capítulo XIX – Diferem entre si a paixão da glória e a paixão de domínio</span></strong></span></p>
<p class="Normal tm5" style="text-align: justify;"><span class="tm8" style="color: #000000;">É evidente que há diferença entre a paixão da glória humana e a paixão de domínio. Com certeza que quem põe todas as suas complacências na glória humana está inclinado a também <a id="aGoBack" style="color: #000000;"></a>desejar ardentemente o domínio; todavia, os que aspiram à verdadeira glória, mesmo que seja a dos louvores humanos, põem todo o cuidado em não desagradar aos bons julgadores. Há efetivamente muitos aspectos bons do comportamento que muito avaliam corretamente embora deles careçam. É por esses bons aspectos que aspiram à glória, ao poder e ao domínio aqueles de quem fala Salústio:</span></p>
<p class="Normal tm9" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em><span class="tm6">Segue o verdadeiro caminho.</span></em></span></p>
<p class="Normal tm5" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><span class="tm7">Mas aquele que, sem ter ambições de glória que provoca o temor de desagradar aos bons julgadores, deseja o poder e o domínio, procura quase sempre obter o que ama mesmo por meio de crimes evidentes. </span></strong><span class="tm8">Por isso o que deseja a glória, ou “segue o verdadeiro caminho” ou pelo menos procura-o com manhas e mentiras, querendo parecer o homem de bem que não é. Assim, para o que tem virtudes é uma grande virtude desprezar a glória, porque este desprezo Deus o vê mas escapa ao juízo dos homens. [&#8230;]</span></span></p>
<p class="Normal tm5" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><span class="tm7">Mas</span></strong> <strong><span class="tm7">o que, desprezando embora a glória, é ávido de domínio, supera as bestas, quer pela crueldade quer pela luxúria</span></strong><span class="tm8">. Tais foram certos Romanos. Tendo deixado de se preocupar com a reputação, não lhes faltou a paixão de domínio. A história nos refere que muitos disso foram exemplo. Mas foi Nero o primeiro César que atingiu o cume e como que o cúmulo deste vício: tamanha foi a sua luxúria, que dele parece nada havia de viril a recear — e tamanha foi a sua crueldade, que, se não fosse conhecido, pareceria que nada tinha de efeminado.</span></span></p>
<p class="Normal tm10" style="text-align: right;"><strong><span style="color: #000000;"><span class="tm8">Santo Agostinho, </span><em><span class="tm6">A Cidade de Deus</span></em></span></strong></p>
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		<title>SANTO AGOSTINHO, SOBRE O CORPO MÍSTICO DE CRISTO E A VERDADEIRA RELIGIÃO</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jun 2025 16:47:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A este [ao único Deus] devemos o serviço chamado em grego λατρρεία, quer nos ritos sagrados quer em nós próprios. Porque todos, em conjunto e em cada um, somos o seu templo: ele digna-se habitar quer na concórdia de todos &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/santo-agostinho-sobre-o-corpo-mistico-de-cristo-e-a-verdadeira-religiao/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class=" aligncenter" src="https://c.files.bbci.co.uk/6EE9/production/_126439382_3.png" alt="Santo Agostinho: o amante dos prazeres que, convertido, se tornou um dos  maiores pensadores da história - BBC News Brasil" width="379" height="215" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A este [ao único Deus] devemos o serviço chamado em grego λατρρεία, quer nos ritos sagrados quer em nós próprios. Porque todos, em conjunto e em cada um, somos o seu templo: ele digna-se habitar quer na concórdia de todos nós quer em cada um em particular; não está mais em todos do que em cada um; nem se alarga pela massa nem se diminui pela participação.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Quando se eleva para Ele, o nosso coração torna-se altar seu; o seu Unigênito é o Sacerdote com que o aplacamos; oferecemos-lhe vítimas cruentas quando, pela sua verdade, lutamos até ao sangue; oferecemos-lhe suavíssimo incenso quando na sua presença estamos abrasados em religioso e santo amor; dedicamos-lhe e devolvemos-lhe os dons que nos concede e a nós próprios; publicamos e consagramos a memória dos seus benefícios em festas solenes em dias certos com receio de que, no decorrer do tempo, se infiltre em nós um ingrato esquecimento; sacrificamos-lhe no altar do nosso coração uma hóstia de humildade e de louvor ao fogo duma fervente caridade.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Para o vermos como pode ser visto e para nos unirmos a Ele, purificamo-nos de toda a mancha do pecado e dos maus desejos e consagramo-nos ao seu nome.</span><span id="more-33132"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Realmente ele é a fonte da nossa felicidade e a meta de todas as nossas aspirações. Elegendo-o, ou melhor reelegendo-o — pois tínhamo-lo perdido por negligência — reelegendo-o a Ele (<em>religentes </em>— donde vem, diz-se, a palavra “<em>religião</em>”), nós caminhamos para Ele por amor para descansarmos quando a Ele chegarmos: e assim seremos felizes porque em tal meta alcançamos a perfeição. [&#8230;]</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">É-nos ordenado que amemos este bem com todo o nosso coração, com toda a nossa alma, com todas as nossas forças. É para Ele que nos devem conduzir aqueles que nos amam: é para Ele que devemos conduzir aqueles que amamos. Cumprem-se assim os dois preceitos de que dependem toda a lei e os profetas:</span></p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Amarás o Senhor teu Deus, com todo o teu coração, com toda a tua alma, com todo o teu espírito, </span><span style="color: #000000;">e </span><span style="color: #000000;">Amarás o teu próximo como a ti mesmo.</span></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Para que o homem saiba de facto amar-se a si próprio, foi-lhe fixado um fim, ao qual, para ser feliz, deve referir todos os seus atos; — porque quem se ama, mais não quer que ser feliz; e este fim consiste em unir-se a Deus.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Quando, portanto, àquele que já sabe amar-se a si mesmo se prescreve que ame a seu próximo como a si mesmo — que é que se lhe ordena senão que exorte o seu próximo a amar a Deus com todas as suas forças? Este é que é o culto de Deus, esta é que é a verdadeira religião, esta é que é a recta piedade, este é que é o serviço só a Deus devido!</span></p>
<p style="text-align: right;"><strong><span style="color: #000000;">Santo Agostinho, A Cidade de Deus</span></strong></p>
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		<title>SANTO AGOSTINHO: OS GOVERNANTES DEVEM SERVIR A DEUS, DEFENDER A VERDADEIRA RELIGIÃO E PUNIR OS HEREGES</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Aug 2022 20:04:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Igreja Católica]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Textos e Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Santo Agostinho]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte: Radio Spada &#8211; Tradução: Dominus Est Na coletânea de textos do magistério ordinário infalível sobre a necessária ordenação do poder temporal ao espiritual (Unam Sanctam, Immortale Dei, Vehementer nos e Quas Primas) vimos a Igreja Católica, antes da desastrosa revolução &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/santo-agostinho-os-governantes-devem-servir-a-deus-defender-a-verdadeira-religiao-e-punir-os-hereges/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p class="Normal tm6" style="text-align: center;"><img class="" src="https://imgs.jusbr.com/publications/images/e0f1bd0eaf8630fc32082d9b67699755" alt="A Cidade de Deus de Santo Agostinho" width="436" height="248" /></p>
<p class="Normal tm6" style="text-align: right;"><strong><span style="color: #000000;"><span class="tm7">Fonte: </span><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff; text-decoration: underline;" href="https://www.radiospada.org/2019/08/s-agostino-i-re-devono-servire-dio-difendere-la-vera-religione-e-punire-gli-eretici/"><span class="tm7">Radio Spada</span></a></span><span class="tm7"> &#8211; Tradução: </span><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff; text-decoration: underline;" href="http://www.catolicosribeiraopreto.com"><span class="tm7">Dominus Est</span></a></span></span></strong></p>
<p class="Normal tm8" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm7">Na coletânea de textos do magistério ordinário infalível sobre a necessária ordenação do poder temporal ao espiritual (</span><em><span class="tm9">Unam Sanctam</span></em><span class="tm7">, </span><em><span class="tm9">Immortale Dei</span></em><span class="tm7">, </span><em><span class="tm9">Vehementer nos</span></em><span class="tm7"> e </span><em><span class="tm9">Quas Primas</span></em><span class="tm7">) vimos a Igreja Católica, antes da desastrosa revolução do Concílio Vaticano II, condenar o princípio da dita laicidade do Estado (separação entre Estado e Igreja e sua indiferença quanto à Religião). Junto dessas condenações, acompanhava-se sempre a condenação da liberdade de cultos acatólicos.</span></span></p>
<p class="Normal tm8" style="text-align: justify;"><span class="tm7" style="color: #000000;">O Papa Bento XVI, para explicar a ruptura entre o ensinamento tradicional e as inovações conciliares, várias vezes sustentou (como no famigerado discurso de 2005 à Cúria romana sobre a hermenêutica da continuidade) que tais condenações diziam respeito ao liberalismo do século XIX.</span></p>
<p class="Normal tm8" style="text-align: justify;"><span class="tm7" style="color: #000000;">Tese infundada. Santo Agostinho, que escreveu as linhas a seguir, viveu bem antes dos papas do séculos XIX, mas disse as mesmas coisas:</span></p>
<p class="Normal tm8" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><span class="tm10">Epístola 185 (Tratado da correção dos donatistas) a Bonifácio</span></strong></span></p>
<p class="Normal tm8" style="text-align: justify;"><span class="tm7" style="color: #000000;">[&#8230;]</span></p>
<p class="Normal tm8" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm7">8. Disse o Apóstolo: </span><em><span class="tm9">“Enquanto temos tempo, façamos bem a todos”</span></em><span class="tm7"> (Gal. 6, 10). Por isso, segundo as possibilidades de cada um, seja por meio dos sermões dos pregadores católicos, seja por meio das leis dos imperadores católicos, ou seja, por meio não só daqueles que obedecem às inspirações divinas, mas também daqueles que executam as leis, convidemos todos à salvação e fujamos da perdição eterna. Se os imperadores promulgam más leis contra a verdade e em favor da falsidade, são provados aqueles que creem retamente e são coroados os perseverantes. Mas se os imperadores dão boas leis em favor da verdade e contra a falsidade, são afugentados os violentos e são convertidos os inteligentes. </span></span><span id="more-27938"></span></p>
<p class="Normal tm8" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm7">9. Aqueles que se negam a obedecer as leis imperiais que são promulgadas contra a verdade de Deus, conquistam um grande prêmio. E aqueles que se negam a obedecer as leis imperiais que são promulgadas em favor da verdade de Deus, alcançam para si mesmos um terrível suplício. </span><strong><span class="tm10">No tempo dos profetas, culpam-se todos os reis que no Povo de Deus não proibiram e nem anularam tudo o que estava estabelecido contra os preceitos divinos, enquanto, ao contrário, são elogiados os méritos daqueles que usaram sua autoridade para destruí-los e anulá-los</span></strong><span class="tm7">. Quando o rei Nabucodonosor era servo dos ídolos, promulgou uma lei sacrílega para que fosse adorado um simulacro. Os que se negaram a obedecer tão ímpia constituição agiram piedosa e fielmente. Mas quando esse mesmo rei se corrigiu por um milagre divino e promulgou em favor da verdade uma lei piedosa e louvável, condenando a perecer toda sua casa a quem pronunciasse blasfêmia contra o Deus verdadeiro de Sidrac, Misac e Abdenago, aqueles que desprezaram esta lei e sofreram com justiça sua sanção, deveriam ter dito, como aqueles, que eram justos, porque sofreram perseguição por causa da lei promulgada pelo rei; e certamente o teriam dito, se fossem loucos como estes, que dividem os membros de Cristo e anulam seus sacramentos e se gabam de serem perseguidos porque são impedidos de fazê-lo pelas leis promulgadas pelos imperadores em favor da unidade dos cristãos; eles se vangloriam erroneamente de sua própria falsa inocência e buscam entre os homens a glória do martírio, já que não podem obtê-la do Senhor.</span></span></p>
<p class="Normal tm8" style="text-align: justify;"><span class="tm7" style="color: #000000;">[&#8230;]</span></p>
<p class="Normal tm8" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm7">13. </span><strong><span class="tm10">Grande misericórdia se tem com aquelas pessoas que, quando por meio das leis imperiais, são separadas à força da seita na qual aprenderam tais barbaridades (ou seja, a doutrina dos mentirosos demônios), para que em seguida, na Igreja católica, se acomodem e se curem por meio dos bons preceitos e costumes.</span></strong><span class="tm7"> Admiramos o piedoso fervor da fé e caridade de muitos deles que entraram na unidade de Cristo: com grande alegria dão graças a Deus porque foram livrados de um erro onde tomavam o mal por bem. Não dariam essas graças de bom grado se antes não fossem separados à força de tão nefanda sociedade. O que diremos daqueles que nos confessam todos os dias que há muito queriam se tornar católicos, mas não o conseguiram por pusilanimidade e medo, pelo fato de viverem entre os donatistas? Se ali tivessem dito uma só palavra em favor da Igreja católica, teriam sido completamente arruinados junto com suas famílias. </span><strong><span class="tm10">Quem será tão demente que negue que devemos ajudá-los valendo-nos das ordens imperiais para libertá-los de tão grande mal? </span></strong><span class="tm7">Assim, aqueles que infundiam terror se veem obrigados a temer. Por esse temor, ou eles se corrigem ou, fingido ter se corrigido, deixam em paz os corrigidos a quem infundiam pavor.</span></span></p>
<p class="Normal tm8" style="text-align: justify;"><span class="tm7" style="color: #000000;">[&#8230;]</span></p>
<p class="Normal tm8" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm7">19. Aqueles que não querem que sejam promulgadas leis justas contra suas impiedades dizem que os apóstolos não reivindicaram tais auxílios aos reis da terra. Mas não consideram que os tempos eram outros e que tudo deve se realizar no seu devido tempo. Não havia acreditado em Cristo nenhum imperador que pudesse servir-lhes promulgando leis em favor da piedade contra a impiedade, pois todavia se cumpria o texto profético: </span><em><span class="tm9">“Por que se amotinam as nações, e os povos maquinam planos vãos? Os reis da terra sublevam-se e os príncipes coligam-se contra o Senhor e contra o seu Messias”</span></em><span class="tm7"> (Sl. 2, 1-2). Não se havia cumprido o que pouco depois se diz nesse mesmo Salmo: </span><em><span class="tm9">“E agora, ó reis, atendei; instruí-vos, vós que governais a terra. Servi ao Senhor com temor, e louvai-o com alegria”</span></em><span class="tm7"> (Sl. 2, 10-11). </span><strong><span class="tm10">Como servem a Deus os reis, senão proibindo e castigando com religiosa severidade aquilo que se faz contra os mandamentos de Deus? O imperador, como homem, tem seu modo de servir; mas o modo de servir a Deus como rei é distinto. Como homem, serve a Deus com uma vida fiel; como rei, sancionando com conveniente rigor as leis que ordenam as coisas justas e proibindo o que lhe é contrário.</span></strong><span class="tm7"> Assim O serviu Ezequias, destruindo os ninfeus, os templos dos ídolos e aqueles “lugares altos” que foram erigidos contra os preceitos de Deus (2Rs. 18, 4). Assim serviu a Deus o rei de Nínive, obrigando a toda a cidade a aplacar ao Senhor (Jon. 3, 6-8). Assim serviu a Deus Dário, entregando a Daniel o ídolo para que o destruísse e lançando seus inimigos na cova dos leões (Dn. 2, 21-41). Assim serviu a Deus Nabucodonosor, a quem antes citei, proibindo com uma lei terrível a todos que vivessem em seu reino as blasfêmias contra Deus (Dn. 3, 96). </span><strong><span class="tm10">Servem a Deus os reis, enquanto reis, quando para servir-Lhe fazem aquilo que só podem fazer os reis.</span></strong></span></p>
<p class="Normal tm8" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm7">20. No tempo dos apóstolos, os reis ainda não serviam ao Senhor, pois então maquinavam planos vãos contra Deus e contra seu Cristo, para que se cumprissem todas as predições dos Profetas; suas leis, portanto, em vez de proibir a impiedade, poderiam tê-la encorajado ainda mais. Com efeito, foi na providencial ordem dos tempos que os judeus levaram à morte os pregadores de Cristo, acreditando assim estar servindo a Deus, como o Senhor havia predito (Jo. 16, 2) e os pagãos se enfureciam contra os cristãos, para que assim a paciência dos mártires triunfasse sobre todos. </span><strong><span class="tm10">Mas depois que começou a cumprir-se a pregação da Sagrada Escritura: </span><em><span class="tm11">“Adorá-lo-ão todos os reis, todas as nações o servirão”</span></em><span class="tm10"> (Sl. 71, 11); ninguém em sã consciência ousará dizer aos reis: “Não vos preocupeis com quem mantém ou quem combate a Igreja do vosso Deus em vosso reino; não vos diz respeito advertir quem em vosso reino é religioso ou sacrílego”</span></strong><span class="tm7">. Tampouco se lhes pode dizer: “Não vos diz respeito advertir em seu reino quem vive de acordo com a modéstia ou quem vive na impureza”. Se Deus deu aos homens a liberdade, por que a lei castigará os adultérios e permitirá os sacrilégios? Por acaso, se uma alma não guarda a fidelidade a Deus, peca mais levemente que a mulher que não é fiel ao marido? É verdade que as faltas que se cometem por ignorância, mais do que por desprezo à religião, hão de ser castigadas com maior suavidade. Mas por acaso devem ficar completamente impunes?</span></span></p>
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		<title>CONVENIÊNCIA DAS HERESIAS</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Jun 2017 15:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Heresia]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><img class="aligncenter" src="http://bonsfluidos.uol.com.br/orinoco/media//images/raw/2017/05/19/santo-agostinho.jpg" alt="Resultado de imagem para santo agostinho" />Mas porque é dito com grande verdade: É preciso que haja até mesmo cisões entre vós, a fim de que se tornem manifestos, entre vós, aqueles que são comprovados (1Cor 11,19), aproveitemos também nós desse benefício da divina Providência. Porque os que se tornam hereges são desses homens que mesmo estando dentro da Igreja, errariam igualmente. Mas por estarem fora, aproveitam-nos muito — não por ensinarem a doutrina da verdade a qual ignoram — mas por estimularem os católicos carnais a procurá-la, e os católicos espirituais a encontrá-la. Pois existem na santa Igreja de Deus inumeráveis varões de comprovada virtude que de outro modo permaneceriam ocultos entre nós. Isso porque preferimos estar entregues ao prazer do sono nas trevas da imperícia, a contemplar de frente a luz da verdade. Portanto, se muitos têm a alegria de ver o dia do Senhor é graças aos hereges que os despertaram. Utilizemo-nos, pois, dos hereges, não para aceitar os seus erros, mas para nos confirmar na disciplina católica contra os seus ataques. E sejamos mais cautelosos e vigilantes, já que não conseguimos fazê-los voltar ao caminho da salvação</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Métodos de autodefesa.</strong></span> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Pode-se defender de muitas maneiras a religião cristã contra os disputadores e abrir caminho aos que a buscam. O mesmo Deus onipotente manifesta sempre a verdade por si mesma. Aos que têm boa vontade para percebê-la e adotá-la, Deus faz-se ajudar por bons anjos e alguns homens escolhidos. Cada qual empregue, para defender a sua religião, o método que lhe parecer conveniente, conforme as pessoas com quem estiver tratando. De minha parte, depois de examinar com exame prolongado, a índole dos que combatem a verdade e a dos que a investigam; depois de constatar o que eu mesmo fui, quer no tempo em que a combatia, quer quando a procurava, eu julgo ser razoável seguir este método: tudo o que reconheceres como verdadeiro, conservar e atribuir à Igreja católica; o falso deixar, e (perdoa-me a mim que sou homem) o duvidoso admiti-lo, até que ou a reflexão te esclarecer ou a autoridade te ensinar, quer a rejeitar, quer a reconhecer a evidência, ou seja ainda, a perseverar naquilo que deve ser acreditado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">(Ó Romaniano), atende, pois, aos raciocínios que seguem, com zelo e piedade, quanto fores capaz, porque Deus vem em ajuda de tais esforços</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>A Verdeira Religião &#8211; </em>Santo Agostinho</span></p>
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		<title>“VÓS SOIS, Ó JESUS&#8230;”</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Jun 2016 15:00:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Fé]]></category>
		<category><![CDATA[Orações e Piedade]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;Vós sois, ó Jesus, o Cristo, meu Pai santo, meu Deus misericordioso, meu Rei infinitamente grande; sois meu bom pastor, meu único mestre, meu auxílio cheio de bondade, meu bem-amado de uma beleza maravilhosa, meu pão vivo, meu sacerdote eterno, &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/vos-sois-o-jesus/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><a href="http://catolicosribeiraopreto.com/wp-content/uploads/2016/05/crucifixo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5093" src="http://catolicosribeiraopreto.com/wp-content/uploads/2016/05/crucifixo.jpg" alt="crucifixo" width="1024" height="768" /></a>&#8220;Vós sois, ó Jesus, o Cristo, meu Pai santo, meu Deus misericordioso, meu Rei infinitamente grande; sois meu bom pastor, meu único mestre, meu auxílio cheio de bondade, meu bem-amado de uma beleza maravilhosa, meu pão vivo, meu sacerdote eterno, meu guia para a pátria, minha verdadeira luz, minha santa doçura, meu reto caminho, sapiência minha preclara, minha pura simplicidade, minha paz e concórdia; sois, enfim, toda a minha salvaguarda, minha herança preciosa, minha eterna salvação&#8230;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Ó Jesus Cristo, amável Senhor, por que, em toda a minha vida, amei, por que desejei outra coisa senão vós? Onde estava eu quando não pensava em vós? Ah! que, pelo menos, a partir deste momento meu coração só deseje a vós e por vós se abrase, Senhor Jesus! Desejos de minha alma, correi, que já bastante tardastes; apressai-vos para o fim a que aspirais; procurai em verdade aquele que procurais. Ó Jesus, anátema seja quem não vos ama. Aquele que não vos ama seja repleto de amarguras. Ó doce Jesus, sede o amor, as delícias, a admiração de todo coração dignamente consagrado à vossa glória. Deus de meu coração e minha partilha, Jesus Cristo, que em vós meu coração desfaleça, e sede vós mesmo a minha vida. Acenda-se em minha alma a brasa ardente de vosso amor e se converta num incêndio todo divino, a arder para sempre no altar de meu coração; que inflame o íntimo do meu ser, e abrase o âmago de minha alma; para que no dia de minha morte eu apareça diante de vós inteiramente consumido em vosso amor&#8230;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Amém.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>Meditationum</em> lib. 1, cap XVIIIm n. 2 (inter opera S. Agostini)</span></p>
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