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	<title>DOMINUS EST &#187; São Geraldo Magela</title>
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	<description>FIÉIS CATÓLICOS DE RIBEIRÃO PRETO (FSSPX) - SOB A PROTEÇÃO DE NOSSA SENHORA CORREDENTORA E MEDIANEIRA DE TODAS AS GRAÇAS</description>
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		<title>O NIGROMANTE SANTO</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Jul 2022 14:00:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Pe. Francisco Alves]]></category>
		<category><![CDATA[São Geraldo Magela]]></category>

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		<description><![CDATA[A vida do Irmão coadjutor redentorista, que veneramos em nossos altares e se chama Geraldo Majela, está semeada de maravilhas. Regressava, um dia, ao seu convento. Sua batina muito pobre; seu chapéu muito velho. Atravessava uma floresta e, com o &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/o-nigromante-santo/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;"><img class="alignright" src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/6/6b/%D0%93%D0%B5%D1%80%D0%B0%D1%80%D0%B4%D0%BE_%D0%9C%D0%B0%D0%B9%D0%B5%D0%BB%D0%BB%D0%B0.jpg/250px-%D0%93%D0%B5%D1%80%D0%B0%D1%80%D0%B4%D0%BE_%D0%9C%D0%B0%D0%B9%D0%B5%D0%BB%D0%BB%D0%B0.jpg" alt="Gerardo Majella – Wikipédia, a enciclopédia livre" />A vida do Irmão coadjutor redentorista, que veneramos em nossos altares e se chama Geraldo Majela, está semeada de maravilhas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Regressava, um dia, ao seu convento. Sua batina muito pobre; seu chapéu muito velho. Atravessava uma floresta e, com o pensamento em Deus, murmurava atos de amor. Andava também por ali um moco com o péssimo intento de assaltar os viajantes para roubar-lhes o dinheiro que encontrasse. Viu o jovem religioso e ficou admirado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8220;Esse homem &#8211; dizia &#8211; não é um religioso, deve ser um nigromante, um desses homens que têm trato com os espíritos do outro mundo e que possuem a rara virtude de encontrar tesouros nas entranhas da terra&#8221;.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">E sem mais, aproxima-se do Irmão e diz: &#8211; Não negues: li em teus olhos, todo o teu porte me diz que és um nigromante. És um feiticeiro poderoso, possui os segredos da Natureza e sabes as entranhas que guardam tesouros.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Santo Irmão fitou nele um olhar cheio de surpresa e de bondade. Deus fê-lo compreeder imediatamente que era aquele pobrezinho salteador de estrada que assim falava, e respondeu: &#8211; Não te enganaste. Tenho realmente o segrêdo de um grande tesouro. Eu to poderia ensinar, mas&#8230; não me atrevo. Para isso seria mister que fôsses homem de muita coragem&#8230; mas não sei se o serás&#8230;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8211; Sou, sim, replicou o salteador. Não tremo diante de crime algum; a mim não me espanta nem mesmo o diabo. Tenho roubado, matado, enfrentando inimigos&#8230; Nem o sangue das vítimas, nem o brilho das armas me intimida. Quando quero alguma coisa, eu a consigo, ainda que tenha que passar por cima de cadáveres.</span><br />
<span id="more-18628"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Geraldo, o jovem taumaturgo, não se intimidou: Calmo e bondoso, fixou nele os olhos e disse: &#8211; Pois se és tão valente, segue-me. Garanto que encontrarás um grande tesouro.</span><br />
<span style="color: #000000;"> Puseram-se a caminhar. Adiante ia Geraldo, atrás o moço. Geraldo rezava em voz baixa, o moço ia já devorando com os olhos da alma o ouro que via em suas mãos. Assim chegaram ao meio da selva, longe da estrada. Ali chegados, tirou Geraldo o capote e estendeu-o aberto no chão. O moço olhava assombrado. Começava a tremer. Parecia-lhe que de repente apareceria ali o diabo em pessoa&#8230; Mordia os lábios e todo o seu corpo se agitava com espantoso tremor. Geraldo olha para êle com grande majestade e diz:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8211; Agora ajoelha-te sobre esse manto. O moço ajoelhou-se&#8230; Tremia dos pés à cabeça. &#8211; Agora junta as mãos! O moço juntou as mãos e cravou os olhos aterrados naquele tremendo nigromante.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Naquele solene momento S. Geraldo tirou do peito o Santo Cristo, que sempre tinha consigo, e, pondo-o diante do salteador, disse:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8211; Meu irmão pecador, eu te prometi que encontrarias um tesouro sem igual nem no céu nem na terra&#8230; Não vês este Cristo? Não o conheces? É teu Deus: morreu por ti, por tua salvação, para perdoar teus pecados, para levar-te para o céu. E tu, infeliz, que fizeste?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Naquele momento lenta e solenemente lhe ia recordando todos os seus pecados. E o pobre pecador chorava e soluçava&#8230;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">S. Geraldo, chegando aquele devoto crucifixo aos lábios do pecador arrependido, diz com voz enternecedora:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8211; Beija-o, chora a seus pés todas as tuas culpas e acharás a graça, acharás a Deus e com Deus, meu filho, possuirás todos os tesouros.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O moço, desfeito em lágrimas, repetia: &#8220;Jesus meu, perdão e misericórdia&#8221;.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Esteve, em seguida, alguns dias em retiro no convento. Fez ali uma confissão geral e encontrou a paz da alma. Saiu bendizendo a hora em que se encontrara com aquele santo Irmão.</span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #000000;"><em>Tesouro de Exemplos</em> – Pe. Francisco Alves</span></p>
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