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	<title>DOMINUS EST &#187; Transgenismo</title>
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	<description>FIÉIS CATÓLICOS DE RIBEIRÃO PRETO (FSSPX) - SOB A PROTEÇÃO DE NOSSA SENHORA CORREDENTORA E MEDIANEIRA DE TODAS AS GRAÇAS</description>
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		<title>“TRANSGÊNERO” É UMA DOENÇA MENTAL E DEVE SER TRATADA COMO TAL, AFIRMA PROFESSOR DE PSIQUIATRIA DO HOSPITAL JOHN HOPKINS</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Sep 2016 19:00:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cristianofobia]]></category>
		<category><![CDATA[Liberalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo Moderno]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Transgenismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Defensores pró-transgenerismo, disse McHugh, não querem saber sobre estudos que mostram entre 70% e 80% de crianças que expressam sentimentos transgêneros e “espontaneamente perdem esses sentimentos” ao longo do tempo The New Observer &#124; Tradução Sensus fidei: O “transgênero”, mania &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/transgenero-e-uma-doenca-mental-e-deve-ser-tratada-como-tal-afirma-professor-de-psiquiatria-do-hospital-john-hopkins/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Defensores pró-transgenerismo, disse McHugh, não querem saber sobre estudos que mostram entre 70% e 80% de crianças que expressam sentimentos transgêneros e “espontaneamente perdem esses sentimentos” ao longo do tempo</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter  wp-image-9365" src="http://www.sensusfidei.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Tnsg.jpg" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" srcset="http://www.sensusfidei.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Tnsg.jpg 600w, http://www.sensusfidei.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Tnsg-300x181.jpg 300w" alt="Tnsg" width="410" height="251" /></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://newobserveronline.com/transgender-is-a-mental-illness-and-should-be-treated-as-such-former-johns-hopkins-chief-psychiatrist/" data-slimstat-callback="false" data-slimstat-async="false" data-slimstat-tracking="false" data-slimstat-type="2" data-slimstat-clicked="false">The New Observer</a> | <span style="color: #000000;">Tradução</span> <a href="http://www.sensusfidei.com.br/2016/07/28/transgenero-e-uma-doenca-mental-e-deve-ser-tratada-como-tal-afirma-professor-e-ex-diretor-do-departamento-de-psiquiatria-do-hospital-john-hopkins/#.V5u-E6Ly1uQ" data-slimstat-callback="false" data-slimstat-async="false" data-slimstat-tracking="false" data-slimstat-type="2" data-slimstat-clicked="false">Sensus fidei</a>: <span style="color: #000000;">O “transgênero”, mania atualmente sendo promovida pelos meios de comunicação controlados como “a próxima fronteira dos direitos civis” é, na verdade, uma <strong>doença mental e a sua promoção é incitar transtornos mentais</strong>, afirmou o Professor e ex-Diretor do Departamento de Psiquiatria do Hospital Johns Hopkins.</span></p>
<div id="attachment_9366" style="width: 263px" class="wp-caption alignleft"><img class="wp-image-9366" src="http://www.sensusfidei.com.br/wp-content/uploads/2016/07/DrMcHugh.jpg" sizes="(max-width: 253px) 100vw, 253px" srcset="http://www.sensusfidei.com.br/wp-content/uploads/2016/07/DrMcHugh.jpg 350w, http://www.sensusfidei.com.br/wp-content/uploads/2016/07/DrMcHugh-300x275.jpg 300w" alt="Transgenerismo é uma doença, não um direito, afirma Dr. McHugh" width="253" height="232" /><p class="wp-caption-text">Transgenerismo é uma doença, não um direito, afirma Dr. McHugh</p></div>
<p style="text-align: center;"><em><span style="text-decoration: underline;"><strong><span style="color: #000000; text-decoration: underline;">Uma doença mental, não um ‘estilo de vida’</span></strong></span></em></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Dr. Paul R. McHugh, MD, atualmente eminente Professor do Serviço de Psiquiatria do mundialmente famoso hospital, também disse que as mudanças de sexo são “biologicamente impossíveis” e que os <strong>médicos que “promovem a cirurgia de redesignação sexual estão colaborando para a promoção de um transtorno mental.”</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Além disso, ele afirmou que <strong>“transgenerismo é um transtorno mental que necessita de tratamento”</strong>, assim como a sociedade trataria quaisquer outros transtornos mentais, e <strong>não deve ser apresentado pela mídia ou pela classe médica da maneira como tem sido feita</strong>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Dr. McHugh, autor de seis livros e de pelo menos 125 artigos médicos revisados, fez suas declarações em um artigo no <em>Wall Street Journal</em> intitulado</span> <a href="http://www.wsj.com/articles/paul-mchugh-transgender-surgery-isnt-the-solution-1402615120" data-slimstat-callback="true" data-slimstat-async="false" data-slimstat-tracking="true" data-slimstat-type="0" data-slimstat-clicked="false">“Cirurgia Transgênera não é a solução”</a>, <span style="color: #000000;">no qual ele explica que a cirurgia transgênera não é a solução para pessoas que sofrem de uma “desordem de ‘suposição&#8217;” — a noção de que a sua masculinidade ou feminilidade seja diferente do que a natureza lhes atribuiu biologicamente.</span><span id="more-6154"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em apoio a sua opinião, ele apontou um <strong>recente estudo demonstrando que a taxa de suicídio entre pessoas “transgêneras” que fizeram cirurgia de mudança de sexo é 20 vezes maior do que a taxa de suicídio entre as pessoas normais</strong>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Dr. McHugh também apontou <strong>estudos da Universidade de Vanderbilt e da Clínica Portman de Londres sobre crianças que haviam expressado sentimentos transgêneros, mas que, ao longo do tempo, 70% a 80% “espontaneamente perderam esses sentimentos”</strong> — o que implica que muito deste “transgenerismo” era, na verdade, adultos pervertidos projetando estes sentimentos nas crianças.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“Enquanto a administração Obama, Hollywood e os grandes meios de comunicação importantes como a revista <em>Time</em> promovem o transgenerismo como uma condição normal”, afirmou Dr. McHugh, esses <strong>“decisores políticos e esses meios de comunicação não estão fazendo nenhum favor para o público ou para os transgêneros, tratando suas confusões como um direito na necessidade de defesa e não como um transtorno mental que merece compreensão, tratamento e prevenção”</strong>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“Este sentimento intenso em achar-se transgênero constitui um transtorno mental em dois aspectos. O primeiro é o de que a ideia de desalinhamento de sexo é simplesmente equivocada — não corresponde com a realidade física. O segundo aspecto é que isso pode levar a resultados psicológicos desagradáveis”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O transtorno da pessoa transgênera, disse Dr. McHugh, baseia-se na “suposição” de que ela é diferente da realidade física de seu corpo, de sua masculinidade ou feminilidade, conforme atribuídos pela natureza.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>É uma doença semelhante a uma pessoa “perigosamente magra” que sofre de anorexia, que se olha no espelho e se enxerga “acima do peso”</strong>, explicou McHugh.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Este pressuposto, de que o gênero está somente na mente, independentemente da realidade anatômica, tem levado algumas pessoas transgêneras a promover a aceitação social e a afirmação de sua subjetiva “verdade pessoal”, acrescenta Dr. McHugh.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Como resultado, alguns estados — Califórnia, Nova Jersey e Massachusetts — aprovaram leis de restrição psiquiátricas”, mesmo com autorização dos pais, desde que se esforce para restaurar em um menor transgênero os seus naturais sentimentos de gênero”, disse.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os <strong>defensores pró-transgenerismo</strong>, disse McHugh, <strong>não querem saber sobre os estudos que mostram entre 70% e 80% de crianças que expressam sentimentos transgêneros e “espontaneamente perdem esses sentimentos” ao longo do tempo</strong>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Além disso, <strong>aqueles que fizeram cirurgia de redesignação sexual, a maioria disse que estava “satisfeita” com a operação”, mas seus ajustes psicossociais posteriores não foram melhores aos daqueles que não passaram pela cirurgia.”</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“E então, <strong>no Hopkins, paramos de fazer cirurgia de reatribuição sexual, uma vez que produzindo um paciente “satisfeito”, mas ainda perturbado, pareceu-nos uma razão inadequada para amputar cirurgicamente órgãos normais”</strong>, disse Dr. McHugh.</span></p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Crianças suscetíveis à sugestão</span></h4>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O ex-Diretor de Psiquiatria do John Hopkins alertou também sobre a questão de se permitir ou incentivar <strong>certos subgrupos transgêneros</strong>, tais como <strong>pessoas jovens “suscetíveis a sugestão no ‘tudo é normal’ da educação sexual”</strong>, e <strong>“conselheiros de diversidade”</strong> <strong>nas escolas</strong> que, <strong>semelhantes a “líderes de culto” “podem” incentivar estes jovens a se distanciar de suas famílias</strong> e lhes oferecer conselhos sobre como refutar argumentos contra a cirurgia transgênera”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Dr. McHugh também informou que existem <strong>“médicos equivocados”</strong>, que, trabalhando com crianças de tenra infância, aparentemente imitam o sexo oposto, <strong>administrando “hormonas para retardar a puberdade para o procedimento de posteriores cirurgias de mudança de sexo menos onerosas — mesmo que essas drogas prejudiquem o crescimento das crianças e causem o risco de esterilidade.”</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Tal ação está “perto do <strong>abuso infantil</strong>“, disse Dr. McHugh, uma vez que cerca de <strong>80% dessas crianças “abandonariam a sua confusão e cresceriam naturalmente na vida adulta se não fossem tratadas.”</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“’Mudança de sexo’ é biologicamente impossível”, afirmou McHugh. <strong>“Pessoas que se submetem à cirurgia de reatribuição sexual não mudam de homens para mulheres ou vice-versa. Em vez disso, tornam-se homens feminizados ou mulheres masculinizadas</strong>. <strong>Alegar que isso é questão de direitos civis e incentivar a intervenção cirúrgica é, na realidade, colaborar com a promoção de um transtorno mental”</strong>.</span></p>
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