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	<title>DOMINUS EST &#187; Abbé A. Durand</title>
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	<description>FIÉIS CATÓLICOS DE RIBEIRÃO PRETO (FSSPX) - SOB A PROTEÇÃO DE NOSSA SENHORA CORREDENTORA E MEDIANEIRA DE TODAS AS GRAÇAS</description>
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		<title>UMA BELA EXPLICAÇÃO SOBRE AS ORAÇÕES AO PÉ DO ALTAR, NA MISSA TRIDENTINA</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Aug 2021 14:00:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Fé]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Missa]]></category>
		<category><![CDATA[Abbé A. Durand]]></category>

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		<description><![CDATA[Capítulo VI do Livro  “O Culto Católico em suas Cerimônias e seus Símbolos”, do Abbé A. Durand. &#8211; Tradução: Dominus Est EXPLICAÇÃO DAS CERIMÔNIAS DA MISSA – I PARTE PREPARAÇÃO AO PÉ DO ALTAR Os fiéis estão reunidos para o santo Sacrifício; &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/uma-bela-explicacao-sobre-as-oracoes-ao-pe-do-altar-na-missa-tridentina/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="" src="http://3.bp.blogspot.com/-216vLYlRyYU/VQeV7RF9VyI/AAAAAAAABn8/g51nmLPEnBo/s1600/I.%2BOra%C3%A7%C3%B5es%2Bao%2Bp%C3%A9%2Bdo%2Baltar.jpg" alt="" width="238" height="311" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #000000;">Capítulo VI do Livro  “O Culto Católico em suas Cerimônias e seus Símbolos”, do Abbé A. Durand. &#8211; Tradução: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff; text-decoration: underline;" href="http://www.catolicosribeiraopreto.com/">Dominus Est</a></span></span></strong></p>
<p style="text-align: center;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #000000;"><strong>EXPLICAÇÃO DAS CERIMÔNIAS DA MISSA – I PARTE</strong></span></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><strong>PREPARAÇÃO AO PÉ DO ALTAR</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os fiéis estão reunidos para o santo Sacrifício; o padre, revestido com os ornamentos sagrados, deixou a sacristia para imolar a Vítima adorável; os anjos, aos milhares, cercam o altar, e do alto dos céus, a Santíssima Trindade considera com amor as grandes maravilhas que vão se operar. Uma voz secreta saída do tabernáculo se faz escutar pelo padre, e lhe diz como outrora disse a Moisés: “<em>Trema ao aproximar- se do meu santuário, pois Eu sou o Senhor<sup>109</sup></em>””. O temor se apodera, então, de sua alma. Ele se detém ao pé do altar para se preparar pela confiança, o arrependimento e a oração, a fim de celebrar esses mistérios formidáveis do qual nem os próprios anjos se julgaram dignos</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Ele vai imolar o Cordeiro de Deus, mas qual direito de vida ou de morte ele tem sobre o Deus que lhe extraiu do nada? O sinal da cruz que ele faz, o tranqüiliza, pois ele vem: <em>em nome do Pai</em>, que após ter entregue seu Filho à morte, deu ao padre sua autoridade para Lhe oferecer esse mesmo Filho em sacrifício; <em>em nome do Filho</em>, o qual ele vai tomar o lugar; <em>em nome do Espírito Santo </em>que formou no seio imaculado de Maria, a Vítima de nossa salvação, e por quem essa grande Vítima se ofereceu sobre o Calvário.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Esses pensamentos afiançam o padre. Seu olhar, iluminado pela fé, vislumbra acima do altar da terra, nos esplendores dos céus, outro altar misterioso. Pois é no seio do Pai, verdadeiro templo, sobre a substância do Verbo, verdadeiro altar, e pelo Espírito Santo, verdadeiro fogo sagrado, que Jesus Cristo, a Vítima, se oferece à majestade de Deus. Em instantes ele vai se aproximar desse sublime altar. Com este pensamento, um grito de alegria e de entusiasmo escapa de seu coração:</span></p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">Subirei ao altar de Deus. Do Deus que alegra a minha juventude</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">Introibo ad altare Dei. Ad Deum qui lætificat juventutem meam</span></strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Sim, vou atravessar os nove coros dos anjos, avançar diante desse grande Deus, cujo trono repousa sobre as asas abrasadas dos Querubins, no seio da luz e da glória. Eu, criatura falha, não somente me aproximarei de meu Deus, mas repousarei sobre seu coração, pois entrarei em seu coração, verdadeiro altar da imolação.</span><span id="more-24855"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Eis que novamente o medo toma conta do padre. Ele vai, subindo os degraus do altar, subir ao céu; mas, “Quem é digno de subir ao céu, exclama o Rei Profeta, se não aquele que tem o coração puro e as mãos inocentes<sup>110</sup>”. Sem dúvida, o ministro de Deus não avança rumo ao altar com um coração profanado, mas ele sabe que, Aquele do qual ele vai se aproximar é a santidade infinita, que com o olhar encontra mancha entre seus anjos e santos. Ele se recorda desta palavra de um grande doutor, “que o padre no altar deveria poder, por sua santidade, ocupar um lugar de honra no meio dos príncipes da corte celeste<sup>111</sup>”, por isso ele exclama:</span></p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Julga-me, ó Deus, e separa a minha causa duma gente não santa. Livra-me do homem iníquo e enganador</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">Judica-me, Deus, et discerne causam meam de gente non sancta: ab homine iniquo et doloso erue me</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Tu que és, ó Deus, a minha fortaleza, porque me repeliste? E porque hei-de eu andar triste, enquanto me aflige o inimigo?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">Quia tu es, Deus, fortitudo mea: quare me repulisti et quare tristis incedo, dum affligit me inimicus?</span></strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O padre sente que o Senhor pronunciou sobre ele um julgamento de misericórdia, a confiança renasce em seu coração. Ele aproximará do altar, mas precisa que uma luz divina ilumine seus passos. Ele a pede para Deus: “envia-me o socorro da verdadeira luz, que é o Espírito de Deus, e da verdadeira luminosidade, que é seu Filho; pelo favor desses guias me aproximarei desta santa montanha, que é Vós mesmo. Penetrarei em seu santuário que é vosso seio, aonde Jesus Cristo vai se imolar, e entrarei até o altar sublime que lá reside. Vosso verdadeiro altar que é vosso Filho:</span></p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Envia a Tua luz e a Tua verdade; estas me conduzirão e me levarão ao Teu santo monte e aos Teus tabernáculos. E aproximar-me-ei do altar de Deus, do Deus que alegra a minha mocidade</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">Emitte lucem tuam et veritatem tuam: ipsa me deduxerunt e adduxerunt in montem sanctum tuum, et in tabernacula tua. Et introibo ad altare Dei, ad Deum qui lætificat juventutem meam</span></strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Pensando em um ministério tão santo, ele teme que Deus não o repare. Sem turvar-se, ele se encoraja e diz: </span></p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“Ó Deus, Deus meu, eu Te louvarei com a cítara. Por que estás triste, minha alma? E porque me inquietas?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">Confitebor tibi in cithara Deus, Deus meus: quare tristis es anima mea, et quare conturbas me?</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Espera em Deus, porque eu ainda O hei-de louvar, a Ele que é a minha salvação e o meu Deus</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">Spera in Deo, quoniam adhuc confitebor illi: salutare vultus mei, et Deus meus</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O nosso auxílio está no nome do Senhor</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">Adjutorium nostrum in nomine Domine </span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Que fez o Céu e a Terra</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">Qui fecit caelum et terram</span></strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">É no nome do Senhor que o padre coloca toda sua confiança. Ele sabe que nada é impossível para Aquele que fez o céu e a terra, e que nenhuma indignidade lhe fará um rejeitado, quando na verdade ela é coberta pelos méritos de Jesus Cristo. Ele se os aplica pelo sinal da cruz que ele forma sobre si, pronunciando essas palavras<sup>112</sup>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Contudo, a alma do padre ainda está sobrecarregada de tristeza. Ele não saberia esquecer, nesse momento, que semelhante ao seu divino Mestre, “ele se tornou maldito para seus irmãos”, e que, sobre seus fracos ombros, ele carrega os crimes do mundo inteiro. Esse pesado fardo, no jardim das Oliveiras, lança em terra, banha de sangue nosso divino Salvador. Sobre o caminho do Calvário, três vezes ele cai sob esse peso esmagador, e esta carga sob o qual se inclina o Deus poderoso, o padre poderia a carregar sem nada temer por sua fraqueza?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Quem permaneceria indiferente em face dessa cena: o padre tendo <em>as mãos juntas e ligadas </em>como um criminoso na presença de seu juiz. Ele não ousa mais olhar o céu que ele saudava antes. Mas, se <em>prostrando profundamente</em>, a face contra a terra, ele, o eleito do Senhor, se bate no peito como o publicano do Evangelho. Escutemos as palavras que saem de sua boca:</span></p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Eu pecador me confesso a Deus todo-poderoso, à bem-aventurada sempre Virgem Maria, ao bem-aventurado São Miguel Arcanjo, ao bem-aventurado S. João Batista, aos santos apóstolos S. Pedro e S. Paulo, a todos os Santos e a vós, Padre, porque pequei muitas vezes, por pensamentos, palavras e obras, por minha culpa, minha culpa, minha máxima culpa. Portanto, rogo à bem-aventurada Virgem Maria, ao bem-aventurado S. Miguel Arcanjo, ao bem-aventurado S. João Batista, aos santos apóstolos S. Pedro e S. Paulo, a todos os Santos e a vós, Padre, que rogueis a Deus Nosso Senhor por mim</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">Confiteor Deo omnipotenti, beatæ Mariæ semper Virgini, beato Michaéli Archangelo, beato Joanni Baptistæ, sanctis Apostolis Petro et Paulo, omnibus Sanctis, et tibi, pater: quia peccavi nimis cogitatione, verbo, et opere: percutiunt sibi pectus ter, dicentes: mea culpa, mea culpa, mea maxima culpa. Ideo precor beatam Mariam semper Virginem, beatum Michælem Archangelum, beatum Joannem Baptistam, sanctos Apostolos Petrum et Paulum, omnes Sanctos, et te, pater, orare pro me ad Dominum Deum nostrum</span></strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Que espetáculo sublime! A Igreja da terra unida à Igreja do céu, segundo a expressão de Tertuliano<sup>113</sup>, forma como que um batalhão de um exército, que cerca a misericórdia divina e lhe faz uma agradável violência. Nos céus, Maria, os anjos, os Apóstolos e todos os santos, prostrados ao pé do trono de Deus, pedem graças para o padre que, humildemente inclinado, espera seu perdão. Enquanto que nós rezamos sobre a terra, nossa oração é repetida por todos os bem-aventurados.</span></p>
<blockquote><p><span style="color: #000000;">Que Deus onipotente se compadeça de vós, que vos perdoe os pecados e vos conduza à vida eterna.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Misereatur vestri omnipotens Deus, et dimissis peccatis vestris, perducat vos ad vitam æternam</strong>.</span></p></blockquote>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A estas palavras o padre se levanta. Ele agora pode olhar o céu com confiança, pois Deus lhe perdoou a pedido dos céus e da terra reunidos. Ele vai, então, subir a santa montanha, onde Deus deve descer como sobre um novo Sinai. Enquanto que sozinho com o Senhor ele recita as secretas comunicações de seu amor, os fiéis permanecerão lá em baixo no pé da montanha, assim como outrora estiveram os israelitas. Que eles não se esqueçam que aqueles receberam a ordem de lavar suas vestes, de se purificar, eles mesmos, a fim de serem menos indignos de se aproximar do Sinai onde Deus vai manifestar sua glória! Qual pureza não exige de nós esse altar que se tornará, tão logo, a montanha santa do Calvário! Se qualquer mancha marca nossa alma, as apaguemos pelo arrependimento, e recitemos, por nossa vez, o <em>confiteor </em>com dor e compunção.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A essas palavras – <em>minha culpa</em> – se bate no peito. Esse ato simbólico de arrepender-se, significa que queremos quebrar nosso coração, a fim de que Deus faça dele um novo coração, um coração que possa lhe agradar.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“<em>Pela tríplice repetição do mea culpa, diz Monsenhor Olier, acusamos três tipos de pecados, aqueles do pensamento, das palavras e das obras, cometidos contra as três pessoas da Santíssima Trindade. Na última vez, se diz: mea maxima culpa, pela razão de que os pecados contra o Espírito Santos se redimem dificilmente nesta vida e na outra. Os pecados do pensamento se dirigem ao Pai, aqueles das palavras ao Filho, que é a palavra do Pai; e os pecados das obras ao Espírito Santo, que é o operador contínuo das boas obras em nós<sup>114</sup></em>”. Que profundidade! Que filosofia nas orações da Igreja!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Tal é a preparação que a Igreja exige do padre e dos fiéis, para melhor se penetrar na grandeza das coisas que vão se passar no altar. Agora, ministro do Senhor, suba com confiança os degraus que vos separam do Santo dos santos:</span></p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>Se Vos tornardes para nós, Senhor, dar-nos-ei a vida</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><em>Deus, tu conversus vivificabis nos</em><em> </em></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>O Vosso povo alegrar-se-á em Vós</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;"><em>Et plebs tua lætabitur in te</em></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>Mostrai-nos, Senhor, a Vossa misericórdia</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;"><em>Ostende nobis Domine, misericordiam tuam</em><em> </em></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>E dai-nos a Vossa salvação</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;"><em>Et salutare tuum da nobis</em></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><em> </em></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>Senhor, ouvi a minha oração</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;"><em>Domine, exuadi orationem meam</em></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><em> </em></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>E fazei subir até Vós o meu clamor</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;"><em>Et clamor meus ad te veniat</em></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><em> </em></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>O Senhor seja convosco.</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;"><em>Dominus vobiscum.</em></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><em> </em></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>E com o vosso espírito.</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;"><em>Et cum spiritu tuo.</em> </span></strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Só, então, o padre sobe, ainda tremendo, os degraus do santuário. A terra que ele caminha não é por vez santa? O sigamos com atenção e respeito para estudar os mistérios que vão ali se operar.</span></p>
<p style="text-align: right;"><strong>O Culto Católico em suas Cerimônias e seus Símbolos,  Abbé A. Durand</strong><em>.</em><em> </em></p>
<h6 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">109 Lv 26, 2</span></h6>
<h6 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">110 Sl 23, 4</span></h6>
<h6 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">111 São João Crisóstomo</span></h6>
<h6 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">112 P. de Condren</span></h6>
<h6 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">113 Apologet., c.89</span></h6>
<h6 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">114 Mgr. Olier, Cérém. de la Messe de paroiss</span></h6>
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		<title>EXPLICAÇÃO DAS CERIMÔNIAS DA MISSA &#8211; PREPARAÇÃO AO PÉ DO ALTAR</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2018 15:00:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Fé]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja Católica]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Missa]]></category>
		<category><![CDATA[Abbé A. Durand]]></category>

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		<description><![CDATA[Publicamos abaixo um dos capítulo do livro “O Culto Católico em suas Cerimônias e seus Símbolos”, do Abbé A. Durand.  Esta obra é uma tradução nossa do original francês Le Culte Catholique en ses Cérémonies et ses Symboles. O livro é de leitura obrigatória para todos &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/explicacao-das-cerimonias-da-missa-preparacao-ao-pe-do-altar/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Publicamos abaixo um dos capítulo do livro “<em><u>O Culto Católico em suas Cerimônias e seus Símbolos”, do Abbé A. Durand</u>.</em><em> </em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Esta obra é uma tradução nossa do original francês <em>Le Culte Catholique en ses Cérémonies et ses Symboles.</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O livro é de leitura obrigatória para todos os católicos que desejam saber mais sobre todo o simbolismo e desenvolvimento da Missa (Tridentina).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Nessa crise de fé sem precedentes instaurada na Igreja, onde coloca-se a Missa (Nova) como uma festa, uma ceia, uma reunião, um banquete, um simples memorial&#8230;..onde o importante é dançar, balançar lencinhos, chorar e ouvir uma música &#8220;maneira&#8221; ao som de uma guitarra, uma bateria ou um pandeiro&#8230;.nada mais precioso que conhecer a verdadeira e sã Doutrina Católica.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;">******************************</span></p>
<p style="text-align: center;"><img class="" src="http://3.bp.blogspot.com/-216vLYlRyYU/VQeV7RF9VyI/AAAAAAAABn8/g51nmLPEnBo/s1600/I.%2BOra%C3%A7%C3%B5es%2Bao%2Bp%C3%A9%2Bdo%2Baltar.jpg" alt="" width="238" height="311" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #000000; text-decoration: underline;">CAPÍTULO VI</span></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #000000;"><strong>EXPLICAÇÃO DAS CERIMÔNIAS DA MISSA – I PARTE</strong></span></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><strong>PREPARAÇÃO AO PÉ DO ALTAR</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os fiéis estão reunidos para o santo Sacrifício; o padre, revestido com os ornamentos sagrados, deixou a sacristia para imolar a Vítima adorável; os anjos, aos milhares, cercam o altar, e do alto dos céus, a Santíssima Trindade considera com amor as grandes maravilhas que vão se operar. Uma voz secreta saída do tabernáculo se faz escutar pelo padre, e lhe diz como outrora disse a Moisés: “<em>Trema ao aproximar- se do meu santuário, pois Eu sou o Senhor<sup>109</sup></em>””. O temor se apodera, então, de sua alma. Ele se detém ao pé do altar para se preparar pela confiança, o arrependimento e a oração, a fim de celebrar esses mistérios formidáveis do qual nem os próprios anjos se julgaram dignos</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Ele vai imolar o Cordeiro de Deus, mas qual direito de vida ou de morte ele tem sobre o Deus que lhe extraiu do nada? O sinal da cruz que ele faz, o tranqüiliza, pois ele vem: <em>em nome do Pai</em>, que após ter entregue seu Filho à morte, deu ao padre sua autoridade para Lhe oferecer esse mesmo Filho em sacrifício; <em>em nome do Filho</em>, o qual ele vai tomar o lugar; <em>em nome do Espírito Santo </em>que formou no seio imaculado de Maria, a Vítima de nossa salvação, e por quem essa grande Vítima se ofereceu sobre o Calvário.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Esses pensamentos afiançam o padre. Seu olhar, iluminado pela fé, vislumbra acima do altar da terra, nos esplendores dos céus, outro altar misterioso. Pois é no seio do Pai, verdadeiro templo, sobre a substância do Verbo, verdadeiro altar, e pelo Espírito Santo, verdadeiro fogo sagrado, que Jesus Cristo, a Vítima, se oferece à majestade de Deus. Em instantes ele vai se aproximar desse sublime altar. Com este pensamento, um grito de alegria e de entusiasmo escapa de seu coração:</span><span id="more-13186"></span></p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Subirei ao altar de Deus. Do Deus que alegra a minha juventude</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">Introibo ad altare Dei. Ad Deum qui lætificat juventutem meam</span></strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Sim, vou atravessar os nove coros dos anjos, avançar diante desse grande Deus, cujo trono repousa sobre as asas abrasadas dos Querubins, no seio da luz e da glória. Eu, criatura falha, não somente me aproximarei de meu Deus, mas repousarei sobre seu coração, pois entrarei em seu coração, verdadeiro altar da imolação.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Eis que novamente o medo toma conta do padre. Ele vai, subindo os degraus do altar, subir ao céu; mas, “Quem é digno de subir ao céu, exclama o Rei Profeta, se não aquele que tem o coração puro e as mãos inocentes<sup>110</sup>”. Sem dúvida, o ministro de Deus não avança rumo ao altar com um coração profanado, mas ele sabe que, Aquele do qual ele vai se aproximar é a santidade infinita, que com o olhar encontra mancha entre seus anjos e santos. Ele se recorda desta palavra de um grande doutor, “que o padre no altar deveria poder, por sua santidade, ocupar um lugar de honra no meio dos príncipes da corte celeste<sup>111</sup>”, por isso ele exclama:</span></p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Julga-me, ó Deus, e separa a minha causa duma gente não santa. Livra-me do homem iníquo e enganador</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">Judica-me, Deus, et discerne causam meam de gente non sancta: ab homine iniquo et doloso erue me</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Tu que és, ó Deus, a minha fortaleza, porque me repeliste? E porque hei-de eu andar triste, enquanto me aflige o inimigo?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">Quia tu es, Deus, fortitudo mea: quare me repulisti et quare tristis incedo, dum affligit me inimicus?</span></strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O padre sente que o Senhor pronunciou sobre ele um julgamento de misericórdia, a confiança renasce em seu coração. Ele aproximará do altar, mas precisa que uma luz divina ilumine seus passos. Ele a pede para Deus: “envia-me o socorro da verdadeira luz, que é o Espírito de Deus, e da verdadeira luminosidade, que é seu Filho; pelo favor desses guias me aproximarei desta santa montanha, que é Vós mesmo. Penetrarei em seu santuário que é vosso seio, aonde Jesus Cristo vai se imolar, e entrarei até o altar sublime que lá reside. Vosso verdadeiro altar que é vosso Filho:</span></p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Envia a Tua luz e a Tua verdade; estas me conduzirão e me levarão ao Teu santo monte e aos Teus tabernáculos. E aproximar-me-ei do altar de Deus, do Deus que alegra a minha mocidade</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">Emitte lucem tuam et veritatem tuam: ipsa me deduxerunt e adduxerunt in montem sanctum tuum, et in tabernacula tua. Et introibo ad altare Dei, ad Deum qui lætificat juventutem meam</span></strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Pensando em um ministério tão santo, ele teme que Deus não o repare. Sem turvar-se, ele se encoraja e diz: </span></p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“Ó Deus, Deus meu, eu Te louvarei com a cítara. Por que estás triste, minha alma? E porque me inquietas?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">Confitebor tibi in cithara Deus, Deus meus: quare tristis es anima mea, et quare conturbas me?</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Espera em Deus, porque eu ainda O hei-de louvar, a Ele que é a minha salvação e o meu Deus</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">Spera in Deo, quoniam adhuc confitebor illi: salutare vultus mei, et Deus meus</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O nosso auxílio está no nome do Senhor</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">Adjutorium nostrum in nomine Domine </span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Que fez o Céu e a Terra</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">Qui fecit caelum et terram</span></strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">É no nome do Senhor que o padre coloca toda sua confiança. Ele sabe que nada é impossível para Aquele que fez o céu e a terra, e que nenhuma indignidade lhe fará um rejeitado, quando na verdade ela é coberta pelos méritos de Jesus Cristo. Ele se os aplica pelo sinal da cruz que ele forma sobre si, pronunciando essas palavras<sup>112</sup>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Contudo, a alma do padre ainda está sobrecarregada de tristeza. Ele não saberia esquecer, nesse momento, que semelhante ao seu divino Mestre, “ele se tornou maldito para seus irmãos”, e que, sobre seus fracos ombros, ele carrega os crimes do mundo inteiro. Esse pesado fardo, no jardim das Oliveiras, lança em terra, banha de sangue nosso divino Salvador. Sobre o caminho do Calvário, três vezes ele cai sob esse peso esmagador, e esta carga sob o qual se inclina o Deus poderoso, o padre poderia a carregar sem nada temer por sua fraqueza?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Quem permaneceria indiferente em face dessa cena: o padre tendo <em>as mãos juntas e ligadas </em>como um criminoso na presença de seu juiz. Ele não ousa mais olhar o céu que ele saudava antes. Mas, se <em>prostrando profundamente</em>, a face contra a terra, ele, o eleito do Senhor, se bate no peito como o publicano do Evangelho. Escutemos as palavras que saem de sua boca:</span></p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Eu pecador me confesso a Deus todo-poderoso, à bem-aventurada sempre Virgem Maria, ao bem-aventurado São Miguel Arcanjo, ao bem-aventurado S. João Batista, aos santos apóstolos S. Pedro e S. Paulo, a todos os Santos e a vós, Padre, porque pequei muitas vezes, por pensamentos, palavras e obras, por minha culpa, minha culpa, minha máxima culpa. Portanto, rogo à bem-aventurada Virgem Maria, ao bem-aventurado S. Miguel Arcanjo, ao bem-aventurado S. João Batista, aos santos apóstolos S. Pedro e S. Paulo, a todos os Santos e a vós, Padre, que rogueis a Deus Nosso Senhor por mim</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">Confiteor Deo omnipotenti, beatæ Mariæ semper Virgini, beato Michaéli Archangelo, beato Joanni Baptistæ, sanctis Apostolis Petro et Paulo, omnibus Sanctis, et tibi, pater: quia peccavi nimis cogitatione, verbo, et opere: percutiunt sibi pectus ter, dicentes: mea culpa, mea culpa, mea maxima culpa. Ideo precor beatam Mariam semper Virginem, beatum Michælem Archangelum, beatum Joannem Baptistam, sanctos Apostolos Petrum et Paulum, omnes Sanctos, et te, pater, orare pro me ad Dominum Deum nostrum</span></strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Que espetáculo sublime! A Igreja da terra unida à Igreja do céu, segundo a expressão de Tertuliano<sup>113</sup>, forma como que um batalhão de um exército, que cerca a misericórdia divina e lhe faz uma agradável violência. Nos céus, Maria, os anjos, os Apóstolos e todos os santos, prostrados ao pé do trono de Deus, pedem graças para o padre que, humildemente inclinado, espera seu perdão. Enquanto que nós rezamos sobre a terra, nossa oração é repetida por todos os bem-aventurados.</span></p>
<blockquote><p><span style="color: #000000;">Que Deus onipotente se compadeça de vós, que vos perdoe os pecados e vos conduza à vida eterna.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Misereatur vestri omnipotens Deus, et dimissis peccatis vestris, perducat vos ad vitam æternam</strong>.</span></p></blockquote>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A estas palavras o padre se levanta. Ele agora pode olhar o céu com confiança, pois Deus lhe perdoou a pedido dos céus e da terra reunidos. Ele vai, então, subir a santa montanha, onde Deus deve descer como sobre um novo Sinai. Enquanto que sozinho com o Senhor ele recita as secretas comunicações de seu amor, os fiéis permanecerão lá em baixo no pé da montanha, assim como outrora estiveram os israelitas. Que eles não se esqueçam que aqueles receberam a ordem de lavar suas vestes, de se purificar, eles mesmos, a fim de serem menos indignos de se aproximar do Sinai onde Deus vai manifestar sua glória! Qual pureza não exige de nós esse altar que se tornará, tão logo, a montanha santa do Calvário! Se qualquer mancha marca nossa alma, as apaguemos pelo arrependimento, e recitemos, por nossa vez, o <em>confiteor </em>com dor e compunção.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A essas palavras – <em>minha culpa</em> – se bate no peito. Esse ato simbólico de arrepender-se, significa que queremos quebrar nosso coração, a fim de que Deus faça dele um novo coração, um coração que possa lhe agradar.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“<em>Pela tríplice repetição do mea culpa, diz Monsenhor Olier, acusamos três tipos de pecados, aqueles do pensamento, das palavras e das obras, cometidos contra as três pessoas da Santíssima Trindade. Na última vez, se diz: mea maxima culpa, pela razão de que os pecados contra o Espírito Santos se redimem dificilmente nesta vida e na outra. Os pecados do pensamento se dirigem ao Pai, aqueles das palavras ao Filho, que é a palavra do Pai; e os pecados das obras ao Espírito Santo, que é o operador contínuo das boas obras em nós<sup>114</sup></em>”. Que profundidade! Que filosofia nas orações da Igreja!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Tal é a preparação que a Igreja exige do padre e dos fiéis, para melhor se penetrar na grandeza das coisas que vão se passar no altar. Agora, ministro do Senhor, suba com confiança os degraus que vos separam do Santo dos santos:</span></p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>Se Vos tornardes para nós, Senhor, dar-nos-ei a vida</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><em>Deus, tu conversus vivificabis nos</em><em> </em></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>O Vosso povo alegrar-se-á em Vós</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;"><em>Et plebs tua lætabitur in te</em></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>Mostrai-nos, Senhor, a Vossa misericórdia</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;"><em>Ostende nobis Domine, misericordiam tuam</em><em> </em></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>E dai-nos a Vossa salvação</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;"><em>Et salutare tuum da nobis</em></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><em> </em></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>Senhor, ouvi a minha oração</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;"><em>Domine, exuadi orationem meam</em></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><em> </em></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>E fazei subir até Vós o meu clamor</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;"><em>Et clamor meus ad te veniat</em></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><em> </em></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>O Senhor seja convosco.</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;"><em>Dominus vobiscum.</em></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><em> </em></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>E com o vosso espírito.</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;"><em>Et cum spiritu tuo.</em> </span></strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Só, então, o padre sobe, ainda tremendo, os degraus do santuário. A terra que ele caminha não é por vez santa? O sigamos com atenção e respeito para estudar os mistérios que vão ali se operar.</span></p>
<h6 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">109 Lv 26, 2</span></h6>
<h6 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">110 Sl 23, 4</span></h6>
<h6 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">111 São João Crisóstomo</span></h6>
<h6 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">112 P. de Condren</span></h6>
<h6 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">113 Apologet., c.89</span></h6>
<h6 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">114 Mgr. Olier, Cérém. de la Messe de paroiss</span></h6>
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