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	<title>DOMINUS EST &#187; Mons. Viganò</title>
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	<description>FIÉIS CATÓLICOS DE RIBEIRÃO PRETO (FSSPX) - SOB A PROTEÇÃO DE NOSSA SENHORA CORREDENTORA E MEDIANEIRA DE TODAS AS GRAÇAS</description>
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		<title>VÍDEO MENSAGEM DE DOM CARLO MARIA VIGANÓ&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Nov 2021 13:00:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise na Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Fé]]></category>
		<category><![CDATA[Textos e Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Mons. Viganò]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8230;por ocasão de uma manifestação organizada pela Associação &#8220;No Paura Day&#8221; 15 de Outubro, Turim  Fonte: Permanência Vocês se encontram reunidos, em grande número, nesta praça de Turim, enquanto milhares de pessoas ao redor do mundo manifestam sua oposição ao &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/video-mensagem-de-dom-carlo-maria-vigano/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="" src="https://oriundi.net/upload/publicacao/620x375/24972-mons-vigano-a-ciencia-prostituiu-se-aos-interesses-da-elite.jpg?k=1607640867" alt="Mons. Viganò: A ciência prostituiu-se aos interesses da elite | Oriundi.net" width="297" height="182" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #000000;">&#8230;por ocasão de uma manifestação organizada pela Associação &#8220;No Paura Day&#8221;</span></strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong><span style="color: #000000;">15 de Outubro, Turim</span></strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong><span style="color: #000000;"> Fonte: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://permanencia.org.br/drupal/node/6110">Permanência</a></span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Vocês se encontram reunidos, em grande número, nesta praça de Turim, enquanto milhares de pessoas ao redor do mundo manifestam sua oposição ao estabelecimento de uma tirania global. Milhões de cidadãos de todas as nações, sob o silêncio ensurdecedor da mídia, vêm gritando seu “não” há meses. Não à loucura pandêmica, não aos confinamentos, não aos toques de recolher, não à vacinação compulsória, não ao passaporte sanitário ou à chantagem de um poder totalitário à serviço das elites. Um poder que se mostra intrinsecamente mau, movido por uma ideologia infernal e motivado por objetivos criminosos. Um poder que agora declara ter quebrado o pacto social e já não nos considera como cidadãos, e sim como escravos de uma ditadura, hoje sanitária, amanhã ecológica.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Este poder está tão convencido de ter conseguido seu golpe de Estado silencioso que descaradamente nos lança não só a ideologia que o move, mas também a religião que o inspira. Hoje, no Quirinal – o palácio que já foi residência dos Soberanos Pontífices na cidade de Roma – foi inaugurada uma exposição emblemática intitulada <em>O Inferno</em>, marcada pela exposição da <em>Porte de l&#8217;Enfer</em>, uma escultura de Auguste Rodin, produzida entre 1880 e 1890. Esta obra destinava-se à entrada do Museu de Artes Decorativas de Paris, e o seu esboço foi também apresentado na Exposição Universal de 1900, para selar o carácter maçónico e anticatólico deste evento. E há anos, no Coliseu, encontra-se o ídolo de Moloque, dos sets do filme Cabiria. O demônio devorador de crianças, a porta do inferno inspirada nas <em>Fleurs du mal</em> de Charles Baudelaire, há poucos dias o Festival da Blasfêmia em Nápoles. Na cidade de São Januário, cartazes com horríveis blasfêmias contra Deus foram colocados – com a permissão da Câmara Municipal – para celebrar a liberdade de pensamento e de expressão, insultando Nosso Senhor.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Eles nos dizem claramente: são servos do diabo e, como tais, pretendem se afirmar, serem respeitados e propagar suas ideias. Não só isso, mas em nome de um poder usurpado – um poder que, segundo a Constituição, deveria pertencer ao povo – eles exigem nossa obediência até a automutilação, a privação dos direitos mais básicos e a supressão de nossa identidade.</span><span id="more-25801"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Esses cortesãos do poder, que ninguém elegeu e que devem sua nomeação à elite globalista que os usa como cínicos executores de suas ordens, desde 2017 vêm declarando em alto e bom som que tipo de sociedade desejam alcançar. Nos documentos relativos à Agenda 2030, que podem ser encontrados no site do Fórum Econômico Mundial, está escrito: “Não tenho nada, não tenho privacidade e a vida nunca foi tão boa.” A propriedade privada, no plano dos globalistas promovidos por Klaus Schwab e Rothschild, deverá ser abolida e substituída por uma renda universal que nos permita alugar uma casa, sobreviver, comprar o que as elites decidirem nos vender, talvez até mesmo o ar que respiramos e a luz do sol.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Este não é um pesadelo distópico: é exatamente o que eles se preparam para fazer, e não é por acaso que durante estas semanas ouvimos falar de revisão de estimativas cadastrais e incentivos à renovação de edifícios. Primeiro, nos endividam com a ideia de restaurar nossa casa, depois os bancos as tomam e as alugam para nós. O mesmo vale para o trabalho: hoje nos dizem que podemos trabalhar se tivermos um passaporte sanitário, uma aberração legal que usa a pandemia para nos controlar, para acompanhar cada movimento nosso e decidir se, onde e quando podemos entrar ou sair. Nesta Agenda 2030, também existe o dinheiro eletrônico, é claro, com a obrigatoriedade de compra e venda com cartão vinculado ao passaporte e ao crédito social. Porque a emergência sanitária e ecológica, agora iminente, legitima os governos a criar um sistema de avaliação de nosso comportamento, como o que já existe na China e na Austrália. Cada um de nós terá uma determinada pontuação, e se não formos vacinados, se comermos muita carne ou se não usarmos carro elétrico, pontos serão subtraídos e não poderemos utilizar determinados serviços, tomar o avião ou o trem de alta velocidade, ou teremos que pagar pelos nossos próprios cuidados de saúde, ou nos resignar a comer baratas e minhocas para recuperar a pontuação que nos permitiria viver. Repito: estes não são os pressupostos de nenhum “teórico da conspiração” mas sim fatos que já estão a acontecer [&#8230;].</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Mas se hoje é possível nos impedir de trabalhar só porque não nos submetemos a uma regra ilegítima, discriminatória e vexatória, o que impedirá esses tiranos de decidir amanhã que não teremos acesso a restaurantes ou ao local de trabalho se participarmos de manifestações não autorizada, ou escrevermos algo em uma rede social a favor do tratamento precoce, contra a ditadura ou a favor de quem protesta contra a violação de nossos direitos? O que os impedirá de apertar um botão e nos restringir do uso do nosso dinheiro, só porque não somos membros de tal partido ou não veneramos a Mãe Terra, o novo ídolo verde, adorado até por Bergoglio?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Eles querem nos privar dos próprios meios de subsistência, forçando-nos a ser o que não queremos ser, a viver como não queremos viver, a acreditar no que consideramos uma heresia blasfema.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“É preciso ser inclusivo”, dizem-nos; mas em troca são agressivos contra nós, discriminando-nos porque queremos ter saúde, porque consideramos normal que a família seja composta por um homem e uma mulher, porque queremos preservar a inocência dos nossos filhos, porque não queremos matar as crianças no ventre de suas mães ou os idosos e enfermos em suas camas de hospital.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“O nosso modelo de sociedade funda-se na fraternidade”, asseguram-nos; mas nessa sociedade só se pode ser irmão negando e blasfemando o Pai comum. É por isso que vemos tanto ódio contra Nosso Senhor, Nossa Senhora e os Santos. É por isso que, a pretexto de festejar o Poeta Supremo, não fazemos uma exposição sobre o Céu, mas sobre o Inferno, que se tornou o lugar a desejar e a realizar na terra.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8220;Respeitamos todas as culturas e tradições religiosas&#8221;, especificam, e é verdade que todos os ídolos e superstições têm seu lugar no Panteão ecumênico da nova religião universal desejada pela Maçonaria e pela Igreja Bergogliana. Mas só há uma religião que está banida de lá: a religião verdadeira que Nosso Senhor transmitiu aos apóstolos, e que a Igreja nos propõe. É verdade que, no caldeirão globalista, todas as culturas são bem-vindas, exceto a nossa: a barbárie da poligamia, a grosseria, a incivilidade, a obscenidade, tudo que é feio e obsceno e ofensivo tem o direito de se apresentar e se impor; ao mesmo tempo &#8211; com a maior coerência &#8211; a civilização, a verdadeira cultura, os tesouros da arte e da literatura, os testemunhos de nossa Fé traduzidos em igrejas, monumentos, pinturas, música devem ser banidos para que não haja comparação, nenhum termo de comparação que mostre quão horrível é o mundo sonhado por essas pessoas e quão preferível aquele que nos fazem negar e desprezar.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A mentira reina e não há cidadania para a verdade. Verificamos isso nos últimos meses, quando o <em>mainstream</em> fez a cobertura da pandemia censurando quaisquer vozes dissidentes; e até hoje quem discorda do Sistema é não apenas ridicularizado e desacreditado, mas criminalizado, tachado de inimigo público, feito parecer um louco a quem impor o TSO. Esses são os meios que cada regime totalitário usou contra oponentes políticos e religiosos. Tudo se repete diante de nossos olhos de forma muito mais sutil e escorregadia. Por outro lado, quem se inclina para o tirano oferecendo-lhe a sua lealdade é elogiado publicamente, como vemos em todos os programas de televisão, e se torna uma espécie de referência.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Nosso protesto contra o passaporte verde não deve se limitar a este evento específico, por mais ilegítimo e discriminatório que seja, mas devemos procurar ter uma visão mais ampla, identificar os objetivos da ideologia globalista; quem são os responsáveis ​​por este crime contra a humanidade e contra Deus; quem são os cúmplices e quem são os nossos possíveis aliados. Se não compreendermos a ameaça a todos nós, limitando-nos a protestar contra um – ainda que macroscópico – pormenor de todo o projeto, não seremos capazes de opor uma resistência forte e corajosa. Uma resistência que deve basear-se não na simples exigência de liberdade – por mais legítima que seja – mas na orgulhosa e altiva exigência de respeito pela nossa identidade, pela nossa cultura, pela nossa civilização e pela nossa fé que fez a grandeza da Itália e que animou todas as expressões da vida do nosso País, das mais humildes às mais sublimes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O passaporte é apenas mais um passo em direção àquela porta do inferno em exibição hoje no Quirinal, como uma indignação desavergonhada de quem se considera irremovível e se beneficia de proteções poderosas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Não temos os bilhões de Soros ou Bill Gates; não temos fundações filantrópicas, nem subornamos políticos para que se tornem nossos aliados; não temos redes de televisão ou redes sociais para compartilhar nossas ideias; não somos organizados como os apoiadores do <em>Great Reset</em> e não formulamos hipóteses de pandemia ou cenários econômicos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Mas, apesar de nossa aparente fraqueza; apesar de não conseguirmos sequer ganhar visibilidade na televisão ou nas redes sociais; apesar do fato de sermos desorganizados e relutantes em nos manifestar e protestar – já que esse sempre foi o domínio de revolucionários profissionais e anarquistas de esquerda – ainda assim temos algo que eles não têm. Temos Fé, a certeza da promessa de Nosso Senhor: &#8220;As portas do inferno não prevalecerão&#8221;. Somos animados por uma força interior que não é nossa, e que lembra a coragem serena com que os cristãos perseguidos enfrentaram a perseguição e o martírio. Uma força que assusta os sem coração, que aterroriza aqueles que servem a uma ideologia de morte e mentiras, aqueles que sabem que estão do lado dos eternamente vencidos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Esquecem, esses miseráveis ​​servos da Nova Ordem, que sua utopia, mesmo uma distopia infernal, repele a todos nós, justamente porque não considera que não somos feitos de circuitos eletromagnéticos, mas de carne e osso., Paixões, afetos, atos de generosidade e heroísmo. Porque somos humanos, criados à imagem e semelhança de Deus. Mas isso os demônios não podem entender: é por isso que eles falharão miseravelmente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Aos Portões do Inferno de Rodin, respondemos com o <em>Janua Coeli</em>, o Portão do Céu, o título pelo qual invocamos a Santíssima Virgem. Que ela, que esmaga no Apocalipse a cabeça da antiga serpente, seja nossa Rainha e a Senhora da Guerra, para o triunfo de seu Imaculado Coração.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">E para que neste dia, em que se manifesta publicamente e com coragem contra a tirania iminente, não seja estéril e desprovido de luz sobrenatural, convido a todos a rezarem comigo com as palavras que o Senhor nos ensinou. Façamo-lo com fervor, com ímpeto de caridade, invocando a proteção de Nosso Senhor e de sua Mãe Santíssima sobre todos nós, nas nossas famílias, na nossa pátria e no mundo inteiro: <em>Pai nosso, que estás nos céus&#8230;</em></span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #000000;"><strong>+ Carlo Maria Viganò, Arcebispo</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>PADRE JEAN-MICHEL GLEIZE, FSSPX, COMENTA A ATUAÇÃO DE MONS. VIGANÒ</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Nov 2020 14:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Vídeo e Fotos]]></category>
		<category><![CDATA[Mons. Viganò]]></category>
		<category><![CDATA[Pe. Jean-Michel Gleize]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Oremos para que as ações recentes do Arcebispo Viganò, que como dito no vídeo, teve uma tomada brutal de consciência, realmente convirjam em prol da Tradição católica bimilenar e deixem um legado digno do nome católico.</span></p>
<p style="text-align: center;"><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/t43UAb1AXhk" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;">
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		<title>D. VIGANÒ SOBRE OS CONSERVADORES</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2020 19:30:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Fé]]></category>
		<category><![CDATA[Textos e Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Concílio Vaticano II]]></category>
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		<description><![CDATA[Fonte: The Remnant News Paper – Tradução: Dominus Est &#8220;Entretanto, sabemos que além da ala progressista do concílio, e da ala tradicionalista católica, existe uma grande parte do episcopado do clero e dos fiéis que procura encontrar uma distância razoável &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/d-vigano-sobre-os-conservadores/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="https://remnantnewspaper.com/web/images/2020/New_Vigano_Promo_thumbnail.JPG" alt="New Vigano Promo thumbnail" width="400" height="267" /></p>
<p style="text-align: right;"><strong><span style="color: #000000;">Fonte: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://remnantnewspaper.com/web/index.php/articles/item/5124-archbishop-vigano-addresses-the-catholic-identity-conference-2020-francis-the-new-world-order">The Remnant News Paper</a></span> – Tradução: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.catolicosribeiraopreto.com/">Dominus Est</a></span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em><span style="color: #000000;">&#8220;Entretanto, sabemos que além da ala progressista do concílio, e da ala tradicionalista católica, existe uma grande parte do episcopado do clero e dos fiéis que procura encontrar uma distância razoável entre o que considera dois extremos. Eu falo daqueles que se denominam conservadores – eles são uma espécie de centrismo do corpo eclesial, que acaba por prestar serviço aos revolucionários. Porque ao mesmo tempo que rejeitam os excessos, partilham dos mesmos princípios.</span></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><span style="color: #000000;">O erro dos “conservadores” consiste em dar uma conotação negativa ao tradicionalismo, e em colocá-lo em oposição ao progressismo. A aurea mediocritas [via média] dos conservadores consiste em se colocar arbitrariamente não entre dois vícios, mas entre a virtude e o vício. São os únicos que, apesar de criticarem os excessos da pachamama ou as mais extremas dentre as declarações de Bergoglio, não toleram que o Concílio seja questionado, e menos ainda [que se aponte] a ligação intrínseca entre o câncer conciliar e a atual metástase&#8221;.</span></em></p>
<div id="icpbravoaccess_loaded"></div>
<div id="icpbravoaccess_loaded"></div>
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		<title>D. VIGANÒ FALA SOBRE D. LEFEBVRE, FSSPX, CITA D. TISSIER, ENTRE OUTROS TEMAS REFERENTES À TRADIÇÃO E A IGREJA</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Sep 2020 16:47:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise na Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Fé]]></category>
		<category><![CDATA[Textos e Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Concílio Vaticano II]]></category>
		<category><![CDATA[FSSPX]]></category>
		<category><![CDATA[Mons. Marcel Lefebvre]]></category>
		<category><![CDATA[Mons. Tissier de Mallerais]]></category>
		<category><![CDATA[Mons. Viganò]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte: Dies Irae Caro Dr. Kokx,       Li, com grande interesse, um seu artigo intitulado Perguntas para Viganò: Sua Excelência tem razão sobre o Vaticano II, mas o que acha que deveriam fazer os católicos agora?, publicado, a 22 de Agosto, no Catholic Family News. &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/d-vigano-fala-sobre-d-lefebvre-fsspx-cita-d-tissier-entre-outros-temas-referentes-a-tradicao-e-a-igreja/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><img class=" aligncenter" src="https://1.bp.blogspot.com/-S7W2qeRHQQ4/W-4KOi6R8DI/AAAAAAAAAPg/E35t3u0tn4gmRfU_88y6Fitk6kDxAJqWACPcBGAYYCw/s640/Archbishop_Carlo_Maria_Vigano.jpg" alt="" width="492" height="288" /></p>
<p style="text-align: right;"><strong><span style="color: #000000;">Fonte: <a href="https://www.diesirae.pt/2020/09/a-cura-contra-rebeliao-e-obediencia.html">Dies Irae</a></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Caro Dr. Kokx,      </span></p>
<p><span style="color: #000000;"> Li, com grande interesse, um seu <a style="color: #000000;" href="https://catholicfamilynews.com/blog/2020/08/22/questions-for-vigano-abp-vigano-is-right-about-vatican-ii-but-what-does-he-think-catholics-should-do-now/">artigo</a> intitulado <em>Perguntas para Viganò: Sua Excelência tem razão sobre o Vaticano II, mas o que acha que deveriam fazer os católicos agora?</em>, publicado, a 22 de Agosto, no <em>Catholic Family News</em>. Tratando-se de questões muito importantes para os fiéis, respondo-lhe de bom grado.  </span></p>
<p><span style="color: #000000;"> Pergunta-me: «<em>O que significa “separar-se” da igreja conciliar segundo o Arcebispo Viganò?</em>». Respondo-lhe com uma questão: o que significa separar-se da Igreja Católica de acordo com os defensores do Concílio? Embora seja evidente que não é possível misturar-se <u>com aqueles que propõem</u> doutrinas adulteradas do <em>manifesto ideológico conciliar</em>, deve-se notar que o simples facto de sermos baptizados e membros vivos da Igreja de Cristo não implica a adesão à estrutura conciliar; isto vale, antes de mais, para os simples fiéis e para os clérigos seculares e regulares que, por várias razões, se consideram sinceramente Católicos e que reconhecem a Hierarquia.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"> Em vez disso, deve ser esclarecida a posição daqueles que, declarando-se Católicos, abraçam as doutrinas heterodoxas que se difundiram nas últimas décadas, com a consciência de que essas representam uma ruptura com o Magistério precedente. Neste caso, é legítimo questionar a sua real pertença à Igreja Católica, na qual, todavia, ocupam cargos oficiais que lhes conferem autoridade. Uma autoridade exercida ilicitamente, se a finalidade que se propõe é obrigar os fiéis a aceitar a revolução imposta depois do Concílio.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"> Uma vez esclarecido este ponto, é evidente que não são os fiéis tradicionalistas – ou seja, os verdadeiros Católicos, nas palavras de São Pio X – que devem abandonar a Igreja na qual têm pleno direito de permanecer e da qual seria lamentável separar-se; mas os Modernistas, que usurpam o nome católico precisamente porque é o único elemento <em>burocrático</em> que lhes permite que não sejam considerados como qualquer outra seita herética. Esta sua pretensão serve, de facto, para evitar que acabem entre as centenas de movimentos heréticos que, ao longo dos séculos, acreditaram poder reformar a Igreja segundo a própria vontade, colocando o seu orgulho acima da humilde custódia do ensinamento de Nosso Senhor. Mas como não é possível reivindicar a cidadania de uma Pátria de que não se partilha a língua, a lei, a fé e a tradição, assim é impossível que aqueles que não partilham a fé, a moral, a liturgia e a disciplina da Igreja Católica possam reivindicar o direito de permanecer nela e até mesmo de ascender aos graus da Hierarquia.</span><span id="more-20692"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Por isso, não caiamos na tentação de abandonar – ainda que com justificada indignação – a Igreja Católica, sob o pretexto de que foi invadida por hereges e fornicadores: são estes que devem ser expulsos do recinto sagrado, numa obra de purificação e de penitência que deve partir cada um de nós.    </span></p>
<p><span style="color: #000000;"> É também evidente que existem casos generalizados em que o fiel encontra graves problemas ao frequentar a paróquia, assim como ainda são pouco numerosas as igrejas onde se celebra a Santa Missa no Rito Católico. Os horrores que se alastraram, durante décadas, em muitas das nossas paróquias e santuários, tornam impossível até mesmo assistir a uma “eucaristia” sem ser perturbados e colocar em risco a própria fé. Assim como é muito difícil garantir, para si e para os próprios filhos, uma instrução católica, Sacramentos celebrados dignamente e um diretor espiritual sólido. Nestes casos, os fiéis leigos têm o direito e o dever de procurar sacerdotes, comunidades e institutos que sejam fiéis ao Magistério de sempre. E que, à louvável celebração da liturgia em Rito Antigo, saibam acompanhar a fiel adesão à doutrina e à moral, sem nenhuma cedência diante do Concílio.       </span></p>
<p><span style="color: #000000;"> A situação é, certamente, mais complexa para os clérigos que dependem hierarquicamente do próprio Bispo ou do Superior religioso, mas que, ao mesmo tempo, têm o direito sacrossanto de permanecer católicos e de poder celebrar segundo o Rito Católico. Se, por um lado, os leigos têm mais liberdade de movimento na escolha da comunidade a que recorrem para a Missa, os Sacramentos e a instrução religiosa, mas menos autonomia pelo facto de dependerem de um sacerdote, por outro lado, os clérigos têm menos liberdade de movimento, estando incardinados na Diocese ou na Ordem e sujeitos à autoridade eclesiástica, mas mais autonomia pelo facto de poderem, legitimamente, decidir celebrar a Missa e administrar os Sacramentos no Rito Tridentino e de pregar de acordo com a sã doutrina. O Motu Proprio <em>Summorum Pontificum</em> reafirmou que fiéis e sacerdotes têm o direito inalienável – que não lhes pode ser negado – de valer-se da liturgia que mais perfeitamente exprime a nossa Fé. Mas, actualmente, este direito deve ser usado não só e não tanto para preservar a <em>forma extraordinária</em> do rito, mas para testemunhar a adesão àquele <em>depositum fidei</em> que só no Rito Antigo encontra perfeita correspondência. </span></p>
<p><span style="color: #000000;"> Recebo quotidianamente cartas aflitas de sacerdotes e de religiosos marginalizados, transferidos ou condenados ao ostracismo por causa da sua fidelidade à Igreja: é forte a tentação de encontrar um <em>ubi consistam</em> distante do tumulto dos Inovadores, mas devemos tirar o exemplo das perseguições que muitos Santos sofreram, entre os quais Santo Atanásio, que nos oferecem um modelo de como nos devemos comportar diante da heresia galopante e da fúria persecutória. Como repetiu repetidamente o meu venerável Irmão, Mons. Athanasius Schneider, o Arianismo, que afligia a Igreja na época do Santo Doutor de Alexandria do Egipto, era tão difundido entre os Bispos que quase levou a crer que a ortodoxia católica tinha desaparecido completamente. Mas foi graças à fidelidade e ao testemunho heróico dos poucos Bispos fiéis que a Igreja conseguiu recuperar. Sem esse testemunho, o Arianismo não teria sido derrotado: sem o nosso testemunho de hoje, não será derrotado o Modernismo e a apostasia globalista deste Pontificado.         </span></p>
<p><span style="color: #000000;"> Não é, portanto, questão de trabalhar desde o interior ou desde o exterior: os vinhateiros são chamados a trabalhar <em>na</em> Vinha do Senhor e é <em>lá</em> que devem permanecer, mesmo que custe a vida; os pastores são chamados a apascentar o Rebanho do Senhor, a manter afastados os lobos vorazes e a expulsar os mercenários que não se importam com a salvação das ovelhas e dos cordeiros.        </span></p>
<p><span style="color: #000000;"> Este trabalho, muitas vezes silencioso e escondido, foi realizado pela Fraternidade São Pio X, à qual se deve reconhecer o mérito de não ter deixado apagar a chama da Tradição numa época em que celebrar a Missa antiga era considerado subversivo e motivo de excomunhão. Os seus sacerdotes foram um salutar espinho no lado do Corpo eclesial, considerados como um insuportável termo de comparação para os fiéis, uma censura constante à traição cometida contra o povo de Deus, uma alternativa inadmissível ao <em>novo curso</em> conciliar. E se a sua fidelidade tornou inevitável a <em>desobediência</em> ao Papa com as Consagrações Episcopais, graças a elas a Fraternidade soube proteger-se do ataque furioso dos <em>Inovadores</em> e permitiu, com a sua própria existência, tornar possível a disponibilização do Rito Antigo, até então proibido. Assim como permitiu que surgissem as contradições e os erros da <em>seita conciliar</em>, sempre amistosa nos confrontos com os hereges e os idólatras, mas implacavelmente rígida e intolerante para com a Verdade católica.    </span></p>
<p><span style="color: #000000;"> Considero Mons. Lefebvre um exemplar Confessor da Fé e penso que surge evidente quão bem fundada e oportuna é a sua denúncia do Concílio e da apostasia modernista. Não se deve esquecer que a perseguição de que Mons. Lefebvre foi objecto, por parte da Santa Sé e do Episcopado mundial, serviu, principalmente, como dissuasivo para os Católicos refratários à <em>revolução conciliar</em>.        </span></p>
<p><span style="color: #000000;"> Também concordo com o que observou S.E.R. Mons. Bernard Tissier de Mallerais sobre a coexistência de duas entidades em Roma: a Igreja de Cristo é ocupada e eclipsada pela estrutura modernista conciliar, que se impôs na mesma hierarquia e usa a autoridade dos seus Ministros para prevalecer sobre a Esposa de Cristo e nossa Mãe.       </span></p>
<p><span style="color: #000000;"> A Igreja de Cristo – que não só <em>subsiste</em> na Igreja Católica, mas <em>é exclusivamente</em> a Igreja Católica – é <em>apenas</em> ofuscada, eclipsada, por <em>uma estranha igreja</em>, <em>extravagante</em>, estabelecida em Roma, segundo a visão da Beata Anna Catarina Emmerich. Convive, como o trigo com o joio, na Cúria Romana, nas Dioceses, nas paróquias. Não podemos julgar os nossos Pastores pelas suas intenções, nem supor que sejam <em>todos</em> corruptos na fé e na moral; pelo contrário, podemos esperar que muitos deles, até então intimidados e silenciosos, compreendam, com a disseminação da confusão e da apostasia, o engano de que foram objecto e se sacudam, finalmente, do seu torpor. Numerosos são os leigos que estão a levantar as suas vozes; seguir-se-ão outros, juntamente com bons sacerdotes, certamente presentes em todas as dioceses. Este <em>despertar</em> da Igreja militante – ousarei chamar-lhe quase uma <em>ressurreição</em> – é necessário, urgente e inevitável: nenhum filho tolera que a própria mãe seja ultrajada pelos servos, nem que o pai seja tiranizado pelos administradores dos seus bens. O Senhor oferece-nos, nestas situações dolorosas, a possibilidade de sermos Seus aliados e de combatermos esta santa batalha sob a Sua bandeira: o Rei vitorioso do erro e da morte permite-nos partilhar a honra da vitória triunfal e o prémio eterno, que dela deriva, depois de, com Ele, termos suportado e sofrido.        </span></p>
<p><span style="color: #000000;"> Mas, para merecermos a glória imortal do Céu, somos chamados a redescobrir – numa época desvirilizada e privada de valores como a honra, a fidelidade à palavra dada, o heroísmo – um aspecto fundamental para cada baptizado: a vida cristã é uma <em>militia</em> e, com o Sacramento da Confirmação, somos chamados a ser <em>soldados de Cristo</em>, sob cuja bandeira devemos combater. Claro, na maioria dos casos trata-se, essencialmente, de um combate espiritual; mas, ao longo da História, vimos quantas vezes, diante da violação dos direitos soberanos de Deus e das liberdades da Igreja, também foi necessário pegar em armas: ensina-nos a extenuante resistência para repelir as invasões islâmicas em Lepanto e às portas de Viena, a perseguição dos <em>Cristeros</em> no México, dos Católicos na Espanha e, ainda hoje, a cruel guerra contra os Cristãos de todo o mundo. Nunca, como hoje, poderemos compreender o ódio teológico dos inimigos de Deus, inspirados por Satanás: o ataque a tudo o que recorda a Cruz de Cristo – a Virtude, o Bem e o Belo, a pureza – deve-nos estimular a levantar, num sobressalto de altivez, para reivindicarmos o nosso direito, não só de não sermos perseguidos por inimigos externos, mas também, e acima de tudo, de termos Pastores fortes e corajosos, santos e tementes a Deus, que façam, exactamente, o que os seus predecessores fizeram durante séculos: pregar o Evangelho de Cristo, converter os indivíduos e as nações, expandir, em todo o mundo, o Reino do Deus Vivo e Verdadeiro.      </span></p>
<p><span style="color: #000000;"> Todos somos chamados a cumprir um gesto de Fortaleza – virtude cardeal esquecida, que não por acaso, em grego, lembra a força viril, ἀνδρεία – no saber resistir aos Modernistas: uma resistência que se enraíza na Caridade e na Verdade, atributos de Deus.     </span></p>
<p><span style="color: #000000;"> Se celebrais apenas a Missa Tridentina e pregais a sã doutrina sem mencionar o Concílio, o que mais vos poderão fazer? Expulsar-vos das vossas igrejas, talvez, e depois? Ninguém poderá impedir-vos de renovar o Santo Sacrifício, mesmo num altar improvisado numa adega ou num sótão, como os <em>padres refratários</em> durante a Revolução Francesa, ou como ainda hoje acontece na China. E se tentarem afastar-vos, resisti: a lei canónica serve para garantir o governo da Igreja na prossecução dos seus propósitos principais, não para demoli-la. Deixemos de temer que a culpa do cisma seja de quem o denuncia e não de quem o pratica: são cismáticos e hereges os que ferem e crucificam o Corpo Místico de Cristo, não os que o defendem denunciando os algozes!   </span></p>
<p><span style="color: #000000;"> Os leigos podem pretender que os seus Ministros se comportem como tal, preferindo aqueles que provem que não estão contaminados pelos erros presentes. Se uma Missa se torna uma ocasião de tortura para o fiel, se é forçado a assistir a sacrilégios ou a suportar heresias e devaneios indignos na Casa do Senhor, é mil vezes preferível ir a uma igreja onde o sacerdote celebre dignamente o Santo Sacrifício, no rito que a Tradição nos deu, e pregue de acordo com a sã doutrina. Quando os párocos e os Bispos perceberem que o povo cristão pretende o pão da Fé e não as pedras ou os escorpiões da nova igreja, porão de lado os próprios medos e atenderão os legítimos pedidos dos fiéis; os outros, verdadeiros mercenários, mostrar-se-ão pelo que são e saberão reunir ao seu redor apenas aqueles que partilham os seus erros e perversões. Extinguir-se-ão por si mesmos: o Senhor seca o pântano e torna árida a terra onde crescem as silvas; extingue as vocações nos Seminários corruptos e nos conventos rebeldes à Regra.          </span></p>
<p><span style="color: #000000;"> Os fiéis leigos têm, hoje, uma tarefa sagrada: confortar os bons sacerdotes e os bons Bispos, reunindo-se em torno deles como as ovelhas do seu pastor. Hospedá-los, ajudá-los, consolá-los nas tribulações. Criar comunidades nas quais não predomine a murmuração e a divisão, mas a Caridade fraterna no vínculo da Fé. E, uma vez que, na ordem estabelecida por Deus – κόσμος –, os súbditos devem obediência à autoridade e não podem deixar de lhe resistir quando abusa do seu poder, nenhuma culpa lhes será atribuída pela infidelidade dos seus líderes, sobre os quais, em vez, pesa a responsabilidade gravíssima pela maneira como exercem o poder vicário que lhes foi dado. Não nos devemos rebelar, mas opor-nos; não devemos ficar satisfeitos com os erros dos nossos Pastores, mas rezar por eles e adverti-los com respeito; não devemos questionar a sua autoridade, mas como a usam.         </span></p>
<p><span style="color: #000000;"> Tenho a certeza, de uma certeza que me vem da Fé, que o Senhor não deixará de recompensar a nossa fidelidade, depois de nos ter punido pelos pecados dos homens da Igreja, concedendo-nos santos sacerdotes, santos Bispos, santos Cardeais e, sobretudo, um santo Papa. Mas estes santos surgirão das nossas famílias, das nossas comunidades, das nossas igrejas: famílias, comunidades e igrejas em que a Graça de Deus deve ser cultivada com a oração constante, com a frequência da Santa Missa e dos Sacramentos, com a oferta de sacrifícios e penitências que a Comunhão dos Santos nos permite oferecer à divina Majestade para expiar os nossos pecados e os dos nossos irmãos, mesmo daqueles constituídos em autoridade. Os leigos têm um papel fundamental nisso: zelar pela Fé na família, de modo que os jovens, que são educados no amor e no temor de Deus, sejam, um dia, pais e mães responsáveis, mas também dignos Ministros do Senhor, seus arautos nas Ordens religiosas masculinas e femininas, seus apóstolos na sociedade civil.    </span></p>
<p><span style="color: #000000;"> A cura contra a rebelião é a obediência. A cura contra a heresia é a fidelidade ao ensinamento da Tradição. A cura contra o cisma é a devoção filial aos Sagrados Pastores. A cura contra a apostasia é o amor de Deus e da Sua Santíssima Mãe. A cura contra o vício é a prática humilde da virtude. A cura para a corrupção dos costumes é viver constantemente na presença de Deus. Mas a obediência não se pode perverter em servilismo obstinado; o respeito pela autoridade não se pode perverter em adulação. E não esqueçamos que se é dever dos leigos obedecer aos seus Pastores, é ainda mais grave dever dos Pastores obedecer a Deus, <em>usque ad effusionem sanguinis</em>.   </span></p>
<p><span style="color: #000000;"> <strong>† Carlo Maria Viganò, Arcebispo</strong></span></p>
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		<title>MONS. VIGANÒ, SUAS CARTAS E D. LEFEBVRE</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2020 14:40:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise na Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Fé]]></category>
		<category><![CDATA[Textos e Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Concílio Vaticano II]]></category>
		<category><![CDATA[Mons. Marcel Lefebvre]]></category>
		<category><![CDATA[Mons. Viganò]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte: SSPX Great Britain – Tradução: Dominus Est  “Calcam, Senhor, o teu povo, e oprimem a tua herança; trucidam a viuva e o peregrino, tiram a vida aos órfãos.” (Sl 94, 5-6)  Meus caros irmãos, Há um senso coletivo de &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/mons-vigano-suas-cartas-e-d-lefebvre/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><strong><span style="color: #000000;"><a href="http://www.catolicosribeiraopreto.com/wp-content/uploads/2020/07/vigano.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-20210" src="http://www.catolicosribeiraopreto.com/wp-content/uploads/2020/07/vigano.jpg" alt="vigano" width="275" height="183" /></a>Fonte: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://fsspx.uk/en/news-events/news/open-letters-ite-missa-est-editorial-59046">SSPX Great Britain</a></span> – Tradução: <a href="http://www.catolicosribeiraopreto.com/"><span style="color: #0000ff;">Dominus Est</span> </a></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>“Calcam, Senhor, o teu povo, e oprimem a tua herança; trucidam a viuva e o peregrino, tiram a vida aos órfãos.” (Sl 94, 5-6)</em><em> </em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Meus caros irmãos,</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Há um senso coletivo de que o mundo está à beira de mudanças dramáticas. De certo, a crise do Covid-19 e a recente agitação civil em muitos países &#8211; ambos com características de uma sinistra orquestração – tem sido ocasião de um condicionamento social em massa e de uma violação dramática dos direitos religiosos e civis. Lamentavelmente, parece que deve acontecer o mesmo de sempre. A grande mídia está criando expectativas com expressões como “<em>o novo normal</em>”, o colapso econômico é iminente e o Fórum Econômico Mundial &#8211; uma organização para os “<em>minions</em>” da Nova Ordem Mundial &#8211; lançou uma iniciativa chamada “<span style="color: #0000ff;"><em><a style="color: #0000ff;" href="https://www.youtube.com/watch?v=8rAiTDQ-NVY">The Great Reset</a></em></span>”, que parece augurar a imposição de um controle individual mais direto, do ecologismo e da cultura da morte em todo o planeta.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>“E dizem: Não o vê o Senhor, nem o nota o Deus de Jacob.” (Sl 94, 7)</em></span><span style="color: #000000;"><em> </em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Enquanto isso, Deus é ignorado em toda essa agitação e os homens de boa vontade estão sendo manipulados para fazer uma escolha entre apoiar o &#8220;<em>novo normal</em>&#8221; dos marxistas culturais ou enfrentar a exclusão social e econômica.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em><span style="color: #000000;">“Quem se levantara por mim contra ob malfeitores? Quem estará por mim contra os que praticam a iniquidade?” (Sl 94,16)</span></em><em> </em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Não podemos perder a esperança, no entanto, o mal que está nos visitando é a ocasião de um grande heroísmo por parte daqueles que se mantêm firmes na fé católica. Os membros da FSSPX sempre se recordam dos atos heróicos do Arcebispo Marcel Lefebvre, seu fundador, para dar um exemplo de fidelidade à fé. Ele enfrentou os malfeitores que fomentaram uma revolução na Igreja e fundou a FSSPX para continuar o trabalho da Igreja através da formação de padres católicos.</span><span id="more-20209"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Da condenação ao silêncio e depois à uma aprovação qualificada, o julgamento do clero conservador tem sido nitidamente mais solidário com a mensagem e o legado de D. Lefebvre nos últimos tempos. Em parte, isso se deve a propostas feitas pelas autoridades conciliares em vista de incentivar a FSSPX a aceitar uma estrutura canônica e, em parte, é devido a uma crescente percepção, à medida que a autodestruição da igreja conciliar se acelera, que D. Lefebvre estava certo o tempo todo. Nenhuma evidência maior desse despertar para a mensagem do Arcebispo pode ser encontrada do que em duas surpreendentes Cartas Abertas publicadas pelo Mons. Carlo Maria Viganò no início deste mês.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A primeira <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.lifesitenews.com/opinion/archbishop-viganos-powerful-letter-to-president-trump-eternal-struggle-between-good-and-evil-playing-out-right-now">Carta Aberta de 6 de junho ao Presidente Donald Trump</a></span> fala ao presidente e ao mundo sobre a grande batalha entre os filhos da luz e os filhos das trevas que atualmente se apresenta no cenário mundial e exorta os filhos da luz à oração. A segunda <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.marcotosatti.com/2020/06/10/vigano-writes-on-the-vatican-ii-we-are-at-the-redde-rationem/">Carta Aberta de 9 de junho</a></span> ataca o Concílio Vaticano II como sendo a causa de &#8220;<em>desvios doutrinários, morais, litúrgicos e disciplinares</em>&#8220;, gerando uma &#8220;<em>nova igreja paralela</em>&#8221; que está trabalhando com um objetivo maçônico de uma religião única, mundial e humanista.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A primeira Carta trata da batalha entre o bem e o mal intensificada no estado, a segunda Carta trata da mesma batalha nos arredores da Santa Madre Igreja.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O que é particularmente encorajador sobre a segunda Carta é que ela mostra como a compreensão de Mons. Viganò sobre a crise na Igreja vai ao encontro à de D. Lefebvre. De fato, essa carta parece um resumo atualizado da <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.catolicosribeiraopreto.com/carta-aberta-aos-catolicos-perplexos/"><strong><em>Carta Aberta</em></strong></a></span><em><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.catolicosribeiraopreto.com/carta-aberta-aos-catolicos-perplexos/"><strong> aos Católicos Perplexos</strong></a></span>,</em> de D. Lefebvre, escrita em 1985, <strong>que todo católico sério deveria ler</strong>. </span><span style="color: #000000;">(<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://fsspx.uk/sites/sspx/files/media/gbr-district/pub-magazine/ime2020-07_schema.pdf">veja os esquemas</a></span>)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O que diferencia os dois arcebispos, porém, é que, tendo sido formado pelo Pe. Le Floch no Seminário Francês em Roma de 1923 a 1930, D. Lefebvre pôde ver os erros na preparação do Concílio, no triunfo no Concílio e em seus efeitos imediatos após o mesmo. Considerando que, tendo sido ordenado na igreja pós-conciliar (1968) e crescido em suas fileiras, Mons. Viganò apenas chegou a um entendimento completo do Concílio à luz de seus últimos efeitos: heresia, sacrilégio e corrupção moral, que testemunhou em primeira mão e pelo qual ele foi cruelmente usado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Ao confrontarmos as forças do mal desencadeadas no mundo, faríamos bem em ler as duas cartas de Mons. Viganò e reler a <em>Carta Aberta aos católicos perplexos</em>, de D. Lefebvre. Elas nos dão a chave para entender a desordem atual e como devemos reagir a ele. Ambos os prelados nos exortam a retornar à Tradição Católica em sua Doutrina, em sua Liturgia e sua Moral com espírito de oração e auto sacrifício. Fazendo isso, resistiremos ao mundo e seremos contados entre os retos [de coração].</span><span style="color: #000000;"><em> </em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>“Com efeito o Senhor não rejeitará o seu povo, nem abandonará a sua herança; antes o julgamento voltará à justiça, e segui-la-ão todos os retos de coração.” (Sl 94: 14-15)</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">In Jesu et Maria,</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Pe. Robert Brucciani</span><br />
<span style="color: #000000;"> Superior de Distrito Britânico</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>O Boletim &#8220;<em>Ite Missa Est&#8221;</em>, do Distrito Britânico, pode ser lido <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://fsspx.uk/sites/sspx/files/media/gbr-district/pub-magazine/ime2020-07web.pdf">clicando aqui</a></span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">Outro post recente sobre Mons. Viganò e D. Lefebvre é esse: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.catolicosribeiraopreto.com/mons-vigano-em-2020-mons-lefebvre-em-1966/">Mons. Viganò em 2020, Mons. Lefebvre em 1966</a></span></span></strong></p>
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		<title>MONS. VIGANÒ EM 2020, MONS. LEFEBVRE EM 1966</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Jul 2020 18:43:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise na Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Fé]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja Católica]]></category>
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		<category><![CDATA[Concílio Vaticano II]]></category>
		<category><![CDATA[Mons. Marcel Lefebvre]]></category>
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		<description><![CDATA[Fonte: DICI – Tradução: Dominus Est Em resposta à carta de uma religiosa de clausura, em 29 de maio de 2020, Mons. Carlo Maria Viganò, ex-núncio apostólico nos Estados Unidos, fala da atual crise na Igreja como como &#8220;a metástase &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/mons-vigano-em-2020-mons-lefebvre-em-1966/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><img class=" aligncenter" src="https://fsspx.news/sites/sspx/files/styles/dici_image_full_width/public/media/dici/new-news/carlos_mario_vigano_fsspx.news_.jpg?itok=9oZXsZIs" alt="" width="363" height="210" /></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #000000;"><strong>Fonte: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://fsspx.news/es/news-events/news/monse%C3%B1or-vigan%C3%B2-en-2020-monse%C3%B1or-lefebvre-en-1966-58936">DICI</a></span> – Tradução: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.catolicosribeiraopreto.com/">Dominus Est</a></span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Em resposta à carta de uma religiosa de clausura, em 29 de maio de 2020, Mons. Carlo Maria Viganò, ex-núncio apostólico nos Estados Unidos, fala da atual crise na Igreja como como &#8220;<em>a metástase do câncer conciliar</em>&#8220;. Esta carta e a resposta de Monsenhor Viganò foram publicadas em 31 de maio por Marco Tosatti em seu blog <em>Stilum Curiæ</em> e traduzidas por Jeanne Smits em 2 de junho.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A afirmação do diplomata romano encontra-se no seguinte parágrafo: &#8220;Acredito que o ponto essencial para liderar efetivamente uma batalha espiritual, doutrinal e moral contra os inimigos de Cristo é a certeza de que a crise atual é a <em>metástase do câncer conciliar</em>: se não entendermos a relação de causa e efeito entre o Vaticano II e suas consequências lógicas e necessárias nos últimos 60 anos, não será possível restaurar o timão da Igreja na direção do curso estabelecido pelo timoneiro divino e mantido por 2000 anos. Temos sido catequizados há décadas com seu abominável &#8220;não há volta&#8221; em questões de liturgia, fé, moral, penitência, ascetismo: hoje também ouvimos repetir servilmente as mesmas expressões na esfera civil, enquanto se tenta doutrinar as massas com a ideia de que &#8220;nada será como antes&#8221;. O modernismo e o Covid-19 estão ligados pela mesma marca e, para aqueles que tem o olhar no transcendente, não é difícil entender que o pior medo daqueles que querem que acreditemos que a corrida ao abismo é inevitável e imparável, é que podemos não acreditar neles, podemos ignorá-los, desmascarar sua conspiração. Esta é a nossa tarefa hoje: abrir os olhos de muitas pessoas, incluindo clérigos e religiosos que ainda não estabeleceram o panorama geral e que se limitam a olhar a realidade de maneira parcial e desordenada. Depois de fazê-los entender o mecanismo, também entenderão todo o resto.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8220;Sim, podemos voltar atrás; podemos garantir que os bens dos quais fomos fraudulentamente despojados sejam devolvidos para nós. Mas isso só será alcançado na consistência da doutrina, sem flexibilização, sem abrir mão de nada, sem oportunismo. O Senhor se dignará a conceder-nos uma parte de sua vitória, mesmo que sejamos fracos e sem meios materiais, mas somente se nos abandonarmos completamente a Ele e a Sua Mãe Santíssima.&#8221;</span><span id="more-20207"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><img class=" aligncenter" src="https://fsspx.news/sites/sspx/files/styles/dici_image_full_width/public/media/dici/new-news/mgr_marcel_lefebvre_fsspx.jpg?itok=x9r-2vDO" alt="" width="397" height="226" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">54 anos atrás, monsenhor Lefebvre já havia dito isso &#8230;</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em 18 de agosto de 1976, no final de seu prefácio ao livro &#8220;Acuso o Concílio&#8221;, D. Marcel Lefebvre, fundador da Fraternidade São Pio X, escreveu: &#8220;A conclusão é necessária, principalmente após a enorme catástrofe sofrida pela Igreja desde este Concílio. Este evento ruinoso para a Igreja Católica e toda a civilização cristã não foi dirigida ou conduzida pelo Espírito Santo.&#8221;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8220;Constitui para a Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo e a salvação das almas, um enorme serviço denunciar publicamente que as ações dos homens da Igreja que desejavam fazer deste Concílio a &#8216;paz de Yalta&#8217; da Igreja com seus piores inimigos, faziam, na verdade, uma nova traição a nosso Senhor Jesus Cristo e sua Igreja. &#8220;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em uma nota introdutória [de seu livro], Monsenhor Lefebvre aponta: &#8220;É necessário, portanto, desmistificar este Concílio que eles (os Padres Conciliares) queriam que fosse “pastoral”, devido a seu horror instintivo dos dogmas, e para facilitar a introdução oficial em um texto da Igreja das idéias liberais. Mas, acabada a operação, dogmatizaram o Concílio, comparando-o ao de Nicéia, e o afirmaram semelhante a outros e até superior! &#8220;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Isso aconteceu há 44 anos &#8230;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em 20 de dezembro de 1966, em uma carta dirigida ao cardeal Alfredo Ottaviani, prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, o prelado francês escreveu: &#8220;Infelizmente, podemos e devemos afirmar que, de maneira quase geral, quando o Concílio inovou, minou a certeza das verdades ensinadas pelo autêntico Magistério da Igreja como pertencendo definitivamente ao tesouro da Tradição.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8220;Quer se trate da transmissão da jurisdição dos bispos, das duas fontes da Revelação, da inspiração das Escrituras, da necessidade de graça para justificação, da necessidade de batismo católico, da vida de graça nos hereges, cismáticos e pagãos, dos fins do matrimônio, da liberdade religiosa, dos fins últimos, etc &#8230; Sobre esses pontos fundamentais, a doutrina tradicional era clara e era ensinada por unanimidade nas universidades católicas. Entretanto, muitos textos do Concílio sobre essas verdades permitem que sejam questionadas a partir de agora. As consequências foram rapidamente tiradas e aplicadas à vida da Igreja &#8220;.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em seguida, o bispo Lefebvre passa a listar as conseqüências práticas e pastorais dessas dúvidas:</span></p>
<p><span style="color: #000000;">&#8211; Dúvidas sobre a necessidade da Igreja e dos sacramentos levam ao desaparecimento das vocações sacerdotais.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">&#8211; Dúvidas sobre a necessidade e natureza da &#8220;conversão&#8221; de todas as almas trazem consigo o desaparecimento das vocações religiosas, a ruína da espiritualidade tradicional nos noviciados e a inutilidade das missões.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">&#8211; Dúvidas sobre a legitimidade da autoridade e a exigência de obediência causada pela exaltação da dignidade humana, autonomia de consciência e liberdade, afetam todas as sociedades, começando pela Igreja, as sociedades religiosas, as dioceses, a sociedade civil e a família.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">&#8211; Dúvidas sobre a necessidade da graça para poder salvar-se levam ao abandono do batismo, adiado a partir de então para mais tarde, e ao abandono do sacramento da penitência. </span></p>
<p><span style="color: #000000;">&#8211; Dúvidas sobre a necessidade da Igreja, fonte única de salvação, sobre a Igreja Católica, a única religião verdadeira, decorrente das declarações sobre ecumenismo e liberdade religiosa, destroem a autoridade do Magistério da Igreja. De fato, Roma não é mais a <em>Magistra Veritatis</em> única e necessária.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8220;É necessário, portanto, compelidos pelos fatos, concluir que o Concílio favoreceu, de maneira inconcebível, a propagação de erros liberais. A fé, a moral e a disciplina eclesiástica foram abaladas em seus fundamentos, segundo as pregações de todos os Papas &#8220;[anteriores do Vaticano II].</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Isso aconteceu 54 anos atrás, e desde então D. Lefebvre já havia estabelecido a &#8220;relação de causa e efeito entre o Vaticano II e suas conseqüências lógicas e necessárias&#8221; que Monsenhor Viganò considera hoje como metástases cancerígenas.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;">***********************</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Rezemos para que Mons. Viganó tenha uma história semelhante ao de Dom Salvador Lazo, que pode ser lida nesse post: <span style="color: #0000ff;"><strong><a style="color: #0000ff;" href="http://www.catolicosribeiraopreto.com/dom-salvador-lazo-bispo-emerito-de-sao-fernando-da-uniao-filipinas-da-tradicao-catolica-a-tradicao-catolica/">DOM SALVADOR LAZO, BISPO EMÉRITO DE SÃO FERNANDO DA UNIÃO (FILIPINAS) – DA TRADIÇÃO CATÓLICA À TRADIÇÃO CATÓLICA</a></strong></span></span></p>
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