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	<title>DOMINUS EST &#187; Pe. Bertrand Labouche</title>
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	<description>FIÉIS CATÓLICOS DE RIBEIRÃO PRETO (FSSPX) - SOB A PROTEÇÃO DE NOSSA SENHORA CORREDENTORA E MEDIANEIRA DE TODAS AS GRAÇAS</description>
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		<title>O COMBATE DO GETSÊMANI</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Apr 2025 14:00:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Fé]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Textos e Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[FSSPX]]></category>
		<category><![CDATA[Pe. Bertrand Labouche]]></category>
		<category><![CDATA[Semana Santa]]></category>

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		<description><![CDATA[Meditemos um pouco sobre a agonia de Nosso Senhor no Horto das Oliveiras onde, “triste até a morte”, aceitou o cálice de sua Paixão para a salvação de nossas almas. Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est A nossa &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/o-combate-do-getsemani-4/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="https://laportelatine.org/wp-content/uploads/2022/04/gethsemani.jpg" alt="" width="428" height="324" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><em>Meditemos um pouco sobre a agonia de Nosso Senhor no Horto das Oliveiras onde, “triste até a morte”, aceitou o cálice de sua Paixão para a salvação de nossas almas.</em></strong></span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #000000;"><strong>Fonte: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://laportelatine.org/spiritualite/le-combat-de-gethsemani">La Porte Latine</a></span> – Tradução: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://catolicosribeiraopreto.com/">Dominus Est</a></span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A nossa redenção dependeu de dois <em>fiat</em>: o de Maria, na Anunciação, quando aceitou tornar-se mãe do Salvador, e o de Nosso Senhor no Horto das Oliveiras, quando a sua vontade humana se submeteu à vontade do Pai. “<em>Não a minha vontade, mas a sua (1</em>)”. Por três vezes repetiu esta oração em um lugar que nunca mereceu tanto o nome de <em>Getsêmani”</em>, o “<em>lagar</em>” de olivas. Alí, a alma do Salvador sofreu uma agonia (αγωνία, <em>combate</em> em grego), uma tristeza, uma angústia tão extrema que, segundo suas próprias palavras, poderia ter causado sua morte. São Lucas nos dá uma ideia da violência desta luta, dessa luta, ao descrever o suor de sangue que provocou(2). O Coração de Jesus foi prensado, esmagado como uma oliva para que nossas almas pudessem ser ungidas com o óleo da graça.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Nunca Nosso Senhor pareceu tão humano, pedindo a Pedro para vigiar, mesmo que por apenas uma hora, com Ele(3) e implorando a seu Pai que removesse este cálice de tão horrível amargura. Qual é a natureza deste cálice? Quais são os sofrimentos apresentados a Jesus?</span><span id="more-31491"></span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><span style="color: #000000;">Em primeiro lugar, a perspectiva, nos mais ínfimos pormenores, do que o espera: golpes, cuspidas, a traição de Judas, a negação de Pedro, a deserção dos seus apóstolos, o ódio dos príncipes do seu povo, a crueldade dos algozes, a flagelação, a coroação de espinhos, o carregamento da cruz, a crucificação, a morte.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">O desgosto ao ver-se revestido perante a justiça divina com os pecados do mundo inteiro, “<em>tomando sobre si todas as nossas iniquidades</em>”(4), castigado por causa delas, enquanto Ele é a pureza e a santidade infinitas.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">A amarga tristeza de conhecer, antecipadamente, a monstruosa ingratidão de tantas almas que desprezarão seu Sangue, profanarão seu sacrifício, rejeitarão seu amor! Isaías havia profetizado: <em>em vão esgotarei minhas forças(5)</em>.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Os sofrimentos indescritíveis que sua Mãe Santíssima sofrerá ao longo de sua Paixão.</span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A meditação do primeiro mistério doloroso do Rosário não provocará em nossas almas uma profunda contrição de nossas culpas e, portanto, um desejo eficaz de não recair? A nossa vida cristã não se tornará mais generosa, mais agradecida Àquele que tanto combateu por nós, desde o Getsêmani até o Gólgota, mais amoroso para com o Amor crucificado? Permitiremos que seu Precioso Sangue flua inutilmente para nós e para tantas almas?</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><em>Jesus Cristo está em agonia até o fim do mundo<br />
Não durmamos durante esse tempo.</em></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;">Blaise Pascal, <em>O Mistério de Jesus</em>.</span></p>
<p class="has-drop-cap" style="background: white; margin: 0cm 0cm 12.75pt; text-align: right;"><span style="color: #000000;"><strong><span style="font-size: 11pt; letter-spacing: 0.75pt;">Pe. Bertrand Labouche, FSSPX</span></strong></span></p>
<ol style="text-align: justify;">
<li><span style="color: #000000;">Mt 26, 42</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Lc 22, 44</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Mc, 14, 37</span></li>
<li><span style="color: #000000;">53, 6</span></li>
<li><span style="color: #000000;">49, 4</span></li>
</ol>
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		<title>A ALEGRIA DA CRUZ</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Mar 2025 14:05:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[FSSPX]]></category>
		<category><![CDATA[Pe. Bertrand Labouche]]></category>

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		<description><![CDATA[A alegria sem a cruz é passageira. A cruz sem alegria é comparada ao do mau ladrão. Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est A cor litúrgica dos tempos da Septuagésima, da Quaresma e da Paixão é o roxo. &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/a-alegria-da-cruz/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="" src="https://laportelatine.org/wp-content/uploads/2021/12/croixcimetierebercyparis.jpg" alt="" width="493" height="318" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><strong>A alegria sem a cruz é passageira. A cruz sem alegria é comparada ao do mau ladrão.</strong></span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #000000;"><strong>Fonte: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://laportelatine.org/spiritualite/la-joie-de-la-croix">La Porte Latine</a></span> – Tradução: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://catolicosribeiraopreto.com/">Dominus Est</a></span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A cor litúrgica dos tempos da Septuagésima, da Quaresma e da Paixão é o roxo. Esta cor é própria, de fato, à gravidade, à compaixão, à renúncia que a Cruz de Jesus inspira nos cristãos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Roxo é uma mistura de vermelho e azul. O vermelho é o do Sangue de Nosso Senhor, e o azul representa Sua divindade, e também o Céu. É pelo fato de Jesus ser Deus que Seus sofrimentos são redentores e nos garantem a felicidade do Céu. O sacrifício do Redentor proporciona glória infinita ao Pai eterno e salvação eterna às almas de boa vontade. Em meio às muitas tribulações que os provaram (os fiéis das igrejas da Macedônia), sua alegria foi completa (2 Cor. 8, 2).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O roxo litúrgico não é, portanto, a cor dos “<em>rostos quaresmais</em>” condenados por Nosso Senhor: “<em>Quando jejuais, não vos mostreis tristes como os hipócritas, que desfiguram os seus rostos para mostrar aos homens que jejuam. Na verdade, vos digo que ja receberam a sua recompensa. Mas tu, quando jejuas, unge a tua cabeça e lava o teu rosto, a fim de que não pareças aos homens que jejuas, mas a teu Pai, que esta presente ao (que há de mais) secreto. E teu Pai, que vê no secreto, te dará a recompensa</em>.” (Mt. 6, 16–18).</span><span id="more-32813"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A compreensão do sofrimento cristão é combinada com a alegria. E eis as razões:</span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><span style="color: #000000;">Carregar nossa cruz com Jesus Cristo nos afasta do pecado, nos recoloca na amizade divina e contribui para a nossa santificação. Tudo isso é motivo de alegria. “<em>Estou cheio de consolação; inundado de alegria no meio de todas as nossas tribulações</em>.” (2 Cor 7, 4). <em>Uma alma cujos sofrimentos se multiplicam não fica, contudo, privada de toda consolação, e percebe com alegria os frutos da virtude que sua paciência traz. Quando ela se submete de todo o coração à vontade de Deus, tudo o que é doloroso e difícil no sofrimento se torna uma fonte de consolação e confiança</em> (Imitação de Cristo, Livro II, cap. 12).</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Em Jesus Cristo crucificado está a esperança de uma coroa imperecível. <em>Per crucem ad lucem</em>, através da cruz em direção à luz. Os sofrimentos desta vida não são proporcionais à glória que vos é prometida na outra vida (Rom. 8, 18).</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Estendemos a este mundo, especialmente aos pobres pecadores, os benefícios da Cruz. Uma alma que se eleva, eleva o mundo (Elisabeth Leseur).</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Nosso conhecimento do Amor de Nosso Senhor, que tanto sofreu por nós, é aumentado. Nossa cruz é parte da Dele e Ele a carrega mais do que você (um monge). Sentimos alegria ao contemplar o que amamos, e essa alegria que o objeto contemplado nos dá aumenta ainda mais o nosso amor (Santo Tomás, IIa IIæ, q. 180 a. 7, ad 1).</span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">De fato, os mártires experimentam uma alegria que não é deste mundo. Não há raiva, ressentimento ou medo neles. Eles agradecem aos seus carrascos, rezam por eles, perdoam-nos. Eles cantam enquanto descem para a arena<em>. Tende por um motivo da maior alegria toda a espécie de tribulações que vos afligem </em>(Tg 1, 2). O mártir Tibúrcio, ao caminhar descalço sobre brasas ardentes, disse: “<em>Parece-me que estou caminhando sobre rosas, em nome de Jesus Cristo</em>” (Ia IIæ, q. 38, a. 4)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A pequena Anne de Guigné expressou muito bem esta realidade da alegria obtida através do sacrifício, que é um esforço de amor a Deus: “<em>Temos muitas alegrias na terra, mas elas não duram; a que dura é a de ter feito um sacrifício</em>.” Um pecado, um capricho momentâneo, a busca desordenada dos próprios prazeres, sempre dão origem à tristeza e ao remorso, mas um verdadeiro sacrifício, um esforço de caridade, são sempre seguidos por uma alegria e força interiores. “<em>Farei com que a sua tristeza se transforme em alegria</em>” ( Jer 31, 13).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Uma passagem da Paixão, segundo São Lucas, descreve muito bem isso: <em>“Pai, se é do teu agrado, afasta de mim este cálice; não se faça, contudo, a minha vontade, mas a tua. Então apareceu-lhe um anjo do ceu, que o confortava. Posto em agonia orava mais instantemente. O seu suor tornou-se como gotas de sangue, que corriam até a terra. Tendo-se levantado da oração, e indo ter com seus discípulos, encontrou-os adormecidos pela tristeza. Disse-lhes: Porque dormis? Levantai-vos, e orai, para que não entreis em tentação.”</em> (Lc 22, 42–46). A consolação do Anjo para Nosso Salvador, a sagrada vitalidade do divino Despertador, mas o desânimo para os três apóstolos, que então fugirão. Pedro negará seu Mestre.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A alegria sem a cruz é passageira. A cruz sem alegria é comparada ao do mau ladrão.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A alegria é o repouso da vontade no bem possuído (Ia q. 59 a. 4 ad 2), ensina Santo Tomás. Ora, o sofrimento, seja ele desejado ou aceito, faz-nos renunciar a nós mesmos por amor a Deus, o Bem por excelência. Portanto, nossa alegria na Páscoa será proporcional à nossa generosidade durante esta Quaresma.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em termos práticos, como podemos passar uma Quaresma digna desse nome?</span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><span style="color: #000000;">Rezar mais e melhor. A meditação diária de alguns versículos do precioso livrinho A Imitação de Cristo, a recitação do Rosário, a participação na Santa Missa durante a semana, que trazem alegria aos nossos jovens, são boas resoluções.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Pela manhã, formule a intenção clara e determinada de oferecer tudo por amor Àquele que se entregou por nós (Gal. II, 20).</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Santificar o dever de estado, para melhor cumpri-lo, em espírito de penitência.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Mortificar a língua, banindo em particular toda maledicência. Dizer coisas boas a respeito de seu próximo ou evitar de falar algo.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Realizar o que estamos adiando há tanto tempo.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Rezar, sacrificar-nos pela conversão dos pobres pecadores.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Aceitar o sofrimento imprevisto (mesmo que não seja do Bom Deus), sem reclamar; desde aquele motorista que não arranca no sinal verde, até doenças, desgostos ou aborrecimentos repetidos: Não reclame!</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Adicione penitências voluntárias no uso de alimentos e bebidas, e especialmente, do telefone celular, reduzidas ao mínimo estritamente necessário.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Prepare-se para uma excelente confissão.</span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Lembremo-nos de que a verdadeira alegria tem raízes em forma de cruz, como um monge disse certa vez, e que sofrer com Nosso Senhor já é não sofrer mais. <em>Ninguém é tão feliz quanto um verdadeiro cristão</em>! (Blaise Pascal).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Que Jesus e Maria, “<em>a doçura das cruzes</em>”, vos abençoem.</span></p>
<p style="text-align: right;"><strong><span style="color: #000000;">Pe. Bertrand Labouche, FSSPX</span></strong></p>
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		<title>CANTONEIROS DE CRISTO</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Dec 2024 13:44:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Fé]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Textos e Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[FSSPX]]></category>
		<category><![CDATA[Pe. Bertrand Labouche]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante o tempo do Advento, a Igreja convida-nos a ouvir São João Batista, para que no dia de Natal possamos acolher com amor a vinda de Jesus. Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est “São João Batista é chamado &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/cantoneiros-de-cristo/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class=" aligncenter" src="https://laportelatine.org/wp-content/uploads/2024/12/Sentier_PDeloche_FR120323A.jpg" alt="" width="564" height="379" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><em>Durante o tempo do Advento, a Igreja convida-nos a ouvir São João Batista, para que no dia de Natal possamos acolher com amor a vinda de Jesus.</em></strong></span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #000000;"><strong>Fonte:<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://laportelatine.org/spiritualite/cantonniers-du-christ"> La Porte Latine </a></span>– Tradução: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://catolicosribeiraopreto.com/">Dominus Est</a></span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“<em>São João Batista é chamado de Voz, porque foi o Precursor do Verbo</em>”, ensina São João Crisóstomo. O que essa voz nos diz? <em>Preparai o caminho ao Senhor, endireitai as suas veredas; todo o vale será terraplanado, todo o monte e colina serão arrasados, os caminhos tortuosos tornar-se-ão direitos, os escabrosos planos; e todo o homem vera a salvação de Deus” </em>(Lucas, 3, 4–6).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Espiritualmente falando, somos chamados a fazer o trabalho de um “<em>cantoneiro</em>”. As graças da Natividade serão proporcionais a esta obra durante o Advento. Para que Jesus venha até nós é preciso <em>endireitar os caminhos da</em> nossa alma. <em>É preciso preencher os vales, as depressões e os abismos da nossa vida cristã: a tibieza, o desânimo, a mesquinhez e a ausência de boas obras. Descer nossas montanhas ou colinas,</em> as edículas, os montes, vaidade, orgulho, arrogância. <em>Endireitar os caminhos tortuosos,</em> purificar o nosso olhar, evitar esse estrabismo incômodo: um olho no nosso ego, no mundo e nas suas sereias e outro em Deus e na sua santa lei. Não é como um slalom, mas “<em>como uma bala de canhão que segue em direção ao Céu</em>”, dizia o Cura d&#8217;Ars. Unir os caminhos acidentados, praticar a doçura e a benevolência para com o próximo, sobretudo no seio da família.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“<em>Preparai, portanto, com uma vida santa, preparai o caminho do Senhor no vosso coração; endireitai a senda da vossa vida pela excelência e perfeição das vossas obras, para que a palavra de Deus penetre em vós sem obstáculos</em>” (Orígenes).</span><span id="more-32551"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“<em>Os caminhos tortuosos tornam-se retos quando os corações dos ímpios, que a iniquidade tinha tornado tortuosos, retornam à retidão da justiça, e os caminhos acidentados tornam-se planos, quando as almas irascíveis e violentas retornam à benignidade da mansidão através da “infusão da graça celestial</em>”, diz-nos São Gregório.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Não nos deixemos desencorajar pela perspectiva destes golpes de picareta e de pá na nossa vida, pois a redenção de Nosso Senhor facilitou consideravelmente a obra da nossa salvação. Com efeito, “<em>se outrora o caminho da virtude era difícil de percorrer, porque as almas estavam como que sobrecarregadas pelo peso dos prazeres sensuais, logo que um Deus feito homem expiou o pecado na sua carne (Rom. 8), todos os caminhos se tornaram suaves, nenhum vale se interpôs no caminho daqueles que queriam avançar</em>”, escreve São Cirilo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Notemos: “<em>aos que querem avançar</em>”, para santificar verdadeiramente o tempo do Advento; Nosso Senhor não nos salvará sem nós; é preciso avançar. De piedosos desejos, de vãs veleidades, a preparação de um Natal mundano, o dos supermercados, privar-nos-ão do sorriso do Menino-Deus. A paz da Natividade está reservada àqueles que são animados por uma boa vontade, amorosa e ativa. Um tempo de oração quotidiana, a recitação do terço, se possível em família, algumas penitências, uma boa confissão, o cumprimento dos nossos propósitos, levar-nos-ão à Missa de Natal, com o coração tão alegre como o dos pastores de Belém. E receberemos nas nossas almas maravilhadas o Menino que Maria trazia nos seus braços. Uma boa véspera de Natal, os presentes, então realmente farão parte do Natal, que não será um pretexto comercial ou festivo, mas luz e paz do cristianismo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em algumas semanas, Nossa Senhora dará à luz Aquele que se designou como o CAMINHO, o caminho perfeito para a salvação eterna. Este caminho não é uma estrada, é o caminho da Cruz, o da vida cristã onde a alegria e a renúncia coexistem e se nutrem mutuamente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Preparemos não apenas um lindo presépio na nossa casa, mas também na da nossa alma, para que o Menino Jesus possa acessá-la facilmente.</span></p>
<p style="text-align: right;"><strong><span style="color: #000000;">Pe. Bertrand Labouche, FSSPX</span></strong></p>
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		<title>O COMBATE DO GETSÊMANI</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Mar 2024 21:34:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Fé]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus Cristo]]></category>
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		<description><![CDATA[Meditemos um pouco sobre a agonia de Nosso Senhor no Horto das Oliveiras onde, “triste até a morte”, aceitou o cálice de sua Paixão para a salvação de nossas almas. Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est A nossa &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/o-combate-do-getsemani-3/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="https://laportelatine.org/wp-content/uploads/2022/04/gethsemani.jpg" alt="" width="428" height="324" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><em>Meditemos um pouco sobre a agonia de Nosso Senhor no Horto das Oliveiras onde, “triste até a morte”, aceitou o cálice de sua Paixão para a salvação de nossas almas.</em></strong></span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #000000;"><strong>Fonte: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://laportelatine.org/spiritualite/le-combat-de-gethsemani">La Porte Latine</a></span> – Tradução: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://catolicosribeiraopreto.com/">Dominus Est</a></span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A nossa redenção dependeu de dois <em>fiat</em>: o de Maria, na Anunciação, quando aceitou tornar-se mãe do Salvador, e o de Nosso Senhor no Horto das Oliveiras, quando a sua vontade humana se submeteu à vontade do Pai. “<em>Não a minha vontade, mas a sua (1</em>)”. Por três vezes repetiu esta oração em um lugar que nunca mereceu tanto o nome de <em>Getsêmani”</em>, o “<em>lagar</em>” de olivas. Alí, a alma do Salvador sofreu uma agonia (αγωνία, <em>combate</em> em grego), uma tristeza, uma angústia tão extrema que, segundo suas próprias palavras, poderia ter causado sua morte. São Lucas nos dá uma ideia da violência desta luta, dessa luta, ao descrever o suor de sangue que provocou(2). O Coração de Jesus foi prensado, esmagado como uma oliva para que nossas almas pudessem ser ungidas com o óleo da graça.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Nunca Nosso Senhor pareceu tão humano, pedindo a Pedro para vigiar, mesmo que por apenas uma hora, com Ele(3) e implorando a seu Pai que removesse este cálice de tão horrível amargura. Qual é a natureza deste cálice? Quais são os sofrimentos apresentados a Jesus?</span><span id="more-31087"></span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><span style="color: #000000;">Em primeiro lugar, a perspectiva, nos mais ínfimos pormenores, do que o espera: golpes, cuspidas, a traição de Judas, a negação de Pedro, a deserção dos seus apóstolos, o ódio dos príncipes do seu povo, a crueldade dos algozes, a flagelação, a coroação de espinhos, o carregamento da cruz, a crucificação, a morte.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">O desgosto ao ver-se revestido perante a justiça divina com os pecados do mundo inteiro, “<em>tomando sobre si todas as nossas iniquidades</em>”(4), castigado por causa delas, enquanto Ele é a pureza e a santidade infinitas.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">A amarga tristeza de conhecer, antecipadamente, a monstruosa ingratidão de tantas almas que desprezarão seu Sangue, profanarão seu sacrifício, rejeitarão seu amor! Isaías havia profetizado: <em>em vão esgotarei minhas forças(5)</em>.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Os sofrimentos indescritíveis que sua Mãe Santíssima sofrerá ao longo de sua Paixão.</span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A meditação do primeiro mistério doloroso do Rosário não provocará em nossas almas uma profunda contrição de nossas culpas e, portanto, um desejo eficaz de não recair? A nossa vida cristã não se tornará mais generosa, mais agradecida Àquele que tanto combateu por nós, desde o Getsêmani até o Gólgota, mais amoroso para com o Amor crucificado? Permitiremos que seu Precioso Sangue flua inutilmente para nós e para tantas almas?</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><em>Jesus Cristo está em agonia até o fim do mundo<br />
Não durmamos durante esse tempo.</em></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;">Blaise Pascal, <em>O Mistério de Jesus</em>.</span></p>
<p class="has-drop-cap" style="background: white; margin: 0cm 0cm 12.75pt; text-align: right;"><span style="color: #000000;"><strong><span style="font-size: 11pt; letter-spacing: 0.75pt;">Pe. Bertrand Labouche, FSSPX</span></strong></span></p>
<ol style="text-align: justify;">
<li><span style="color: #000000;">Mt 26, 42</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Lc 22, 44</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Mc, 14, 37</span></li>
<li><span style="color: #000000;">53, 6</span></li>
<li><span style="color: #000000;">49, 4</span></li>
</ol>
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		<title>O COMBATE DO GETSÊMANI</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Apr 2023 19:31:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Fé]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Textos e Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Pe. Bertrand Labouche]]></category>
		<category><![CDATA[Semana Santa]]></category>

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		<description><![CDATA[Meditemos um pouco sobre a agonia de Nosso Senhor no Horto das Oliveiras onde, “triste até a morte”, aceitou o cálice de sua Paixão para a salvação de nossas almas. Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est A nossa &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/o-combate-do-getsemani-2/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="https://laportelatine.org/wp-content/uploads/2022/04/gethsemani.jpg" alt="" width="463" height="350" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><em>Meditemos um pouco sobre a agonia de Nosso Senhor no Horto das Oliveiras onde, “triste até a morte”, aceitou o cálice de sua Paixão para a salvação de nossas almas.</em></strong></span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #000000;"><strong>Fonte: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://laportelatine.org/spiritualite/le-combat-de-gethsemani">La Porte Latine</a></span> – Tradução: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://catolicosribeiraopreto.com/">Dominus Est</a></span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A nossa redenção dependeu de dois <em>fiat</em>: o de Maria, na Anunciação, quando aceitou tornar-se mãe do Salvador, e o de Nosso Senhor no Horto das Oliveiras, quando a sua vontade humana se submeteu à vontade do Pai. “<em>Não a minha vontade, mas a sua (1</em>)”. Por três vezes repetiu esta oração em um lugar que nunca mereceu tanto o nome de <em>Getsêmani”</em>, o “<em>lagar</em>” de olivas. Alí, a alma do Salvador sofreu uma agonia (αγωνία, <em>combate</em> em grego), uma tristeza, uma angústia tão extrema que, segundo suas próprias palavras, poderia ter causado sua morte. São Lucas nos dá uma ideia da violência desta luta, dessa luta, ao descrever o suor de sangue que provocou(2). O Coração de Jesus foi prensado, esmagado como uma oliva para que nossas almas pudessem ser ungidas com o óleo da graça.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Nunca Nosso Senhor pareceu tão humano, pedindo a Pedro para vigiar, mesmo que por apenas uma hora, com Ele(3) e implorando a seu Pai que removesse este cálice de tão horrível amargura. Qual é a natureza deste cálice? Quais são os sofrimentos apresentados a Jesus?</span><span id="more-29514"></span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><span style="color: #000000;">Em primeiro lugar, a perspectiva, nos mais ínfimos pormenores, do que o espera: golpes, cuspidas, a traição de Judas, a negação de Pedro, a deserção dos seus apóstolos, o ódio dos príncipes do seu povo, a crueldade dos algozes, a flagelação, a coroação de espinhos, o carregamento da cruz, a crucificação, a morte.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">O desgosto ao ver-se revestido perante a justiça divina com os pecados do mundo inteiro, “<em>tomando sobre si todas as nossas iniquidades</em>”(4), castigado por causa delas, enquanto Ele é a pureza e a santidade infinitas.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">A amarga tristeza de conhecer, antecipadamente, a monstruosa ingratidão de tantas almas que desprezarão seu Sangue, profanarão seu sacrifício, rejeitarão seu amor! Isaías havia profetizado: <em>em vão esgotarei minhas forças(5)</em>.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Os sofrimentos indescritíveis que sua Mãe Santíssima sofrerá ao longo de sua Paixão.</span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A meditação do primeiro mistério doloroso do Rosário não provocará em nossas almas uma profunda contrição de nossas culpas e, portanto, um desejo eficaz de não recair? A nossa vida cristã não se tornará mais generosa, mais agradecida Àquele que tanto combateu por nós, desde o Getsêmani até o Gólgota, mais amoroso para com o Amor crucificado? Permitiremos que seu Precioso Sangue flua inutilmente para nós e para tantas almas?</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><em>Jesus Cristo está em agonia até o fim do mundo<br />
Não durmamos durante esse tempo.</em></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;">Blaise Pascal, <em>O Mistério de Jesus</em>.</span></p>
<p class="has-drop-cap" style="background: white; margin: 0cm 0cm 12.75pt; text-align: right;"><span style="color: #000000;"><strong><span style="font-size: 11pt; letter-spacing: 0.75pt;">Pe. Bertrand Labouche, FSSPX</span></strong></span></p>
<ol style="text-align: justify;">
<li><span style="color: #000000;">26, 42</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Lc 22, 44</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Mc, 14, 37</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Is 53, 6</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Is 49, 4</span></li>
</ol>
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		<title>O COMBATE DO GETSÊMANI</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Apr 2022 13:05:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Fé]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Blaise Pascal]]></category>
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		<category><![CDATA[Quaresma]]></category>
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		<description><![CDATA[Meditemos um pouco sobre a agonia de Nosso Senhor no Horto das Oliveiras onde, “triste até a morte”, aceitou o cálice de sua Paixão para a salvação de nossas almas. Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est A nossa &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/o-combate-do-getsemani/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="https://laportelatine.org/wp-content/uploads/2022/04/gethsemani.jpg" alt="" width="428" height="324" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><em>Meditemos um pouco sobre a agonia de Nosso Senhor no Horto das Oliveiras onde, “triste até a morte”, aceitou o cálice de sua Paixão para a salvação de nossas almas.</em></strong></span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #000000;"><strong>Fonte: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://laportelatine.org/spiritualite/le-combat-de-gethsemani">La Porte Latine</a></span> – Tradução: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://catolicosribeiraopreto.com/">Dominus Est</a></span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A nossa redenção dependeu de dois <em>fiat</em>: o de Maria, na Anunciação, quando aceitou tornar-se mãe do Salvador, e o de Nosso Senhor no Horto das Oliveiras, quando a sua vontade humana se submeteu à vontade do Pai. “<em>Não a minha vontade, mas a sua (1</em>)”. Por três vezes repetiu esta oração em um lugar que nunca mereceu tanto o nome de <em>Getsêmani”</em>, o “<em>lagar</em>” de olivas. Alí, a alma do Salvador sofreu uma agonia (αγωνία, <em>combate</em> em grego), uma tristeza, uma angústia tão extrema que, segundo suas próprias palavras, poderia ter causado sua morte. São Lucas nos dá uma ideia da violência desta luta, dessa luta, ao descrever o suor de sangue que provocou(2). O Coração de Jesus foi prensado, esmagado como uma oliva para que nossas almas pudessem ser ungidas com o óleo da graça.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Nunca Nosso Senhor pareceu tão humano, pedindo a Pedro para vigiar, mesmo que por apenas uma hora, com Ele(3) e implorando a seu Pai que removesse este cálice de tão horrível amargura. Qual é a natureza deste cálice? Quais são os sofrimentos apresentados a Jesus?</span><span id="more-27092"></span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><span style="color: #000000;">Em primeiro lugar, a perspectiva, nos mais ínfimos pormenores, do que o espera: golpes, cuspidas, a traição de Judas, a negação de Pedro, a deserção dos seus apóstolos, o ódio dos príncipes do seu povo, a crueldade dos algozes, a flagelação, a coroação de espinhos, o carregamento da cruz, a crucificação, a morte.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">O desgosto ao ver-se revestido perante a justiça divina com os pecados do mundo inteiro, “<em>tomando sobre si todas as nossas iniquidades</em>”(4), castigado por causa delas, enquanto Ele é a pureza e a santidade infinitas.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">A amarga tristeza de conhecer, antecipadamente, a monstruosa ingratidão de tantas almas que desprezarão seu Sangue, profanarão seu sacrifício, rejeitarão seu amor! Isaías havia profetizado: <em>em vão esgotarei minhas forças(5)</em>.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Os sofrimentos indescritíveis que sua Mãe Santíssima sofrerá ao longo de sua Paixão.</span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A meditação do primeiro mistério doloroso do Rosário não provocará em nossas almas uma profunda contrição de nossas culpas e, portanto, um desejo eficaz de não recair? A nossa vida cristã não se tornará mais generosa, mais agradecida Àquele que tanto combateu por nós, desde o Getsêmani até o Gólgota, mais amoroso para com o Amor crucificado? Permitiremos que seu Precioso Sangue flua inutilmente para nós e para tantas almas?</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><em>Jesus Cristo está em agonia até o fim do mundo<br />
Não durmamos durante esse tempo.</em></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;">Blaise Pascal, <em>O Mistério de Jesus</em>.</span></p>
<p class="has-drop-cap" style="background: white; margin: 0cm 0cm 12.75pt; text-align: right;"><span style="color: #000000;"><strong><span style="font-size: 11pt; letter-spacing: 0.75pt;">Pe. Bertrand Labouche, FSSPX</span></strong></span></p>
<ol style="text-align: justify;">
<li><span style="color: #000000;">26, 42</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Lc 22, 44</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Mc, 14, 37</span></li>
<li><span style="color: #000000;">53, 6</span></li>
<li><span style="color: #000000;">49, 4</span></li>
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		<title>FÁTIMA E O DEVER DE ESTADO</title>
		<link>http://catolicosribeiraopreto.com/fatima-e-o-dever-de-estado/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Jan 2019 10:00:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Familia]]></category>
		<category><![CDATA[Fé]]></category>
		<category><![CDATA[Santíssima Virgem Maria]]></category>
		<category><![CDATA[Textos e Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Pe. Bertrand Labouche]]></category>
		<category><![CDATA[Permanencia]]></category>

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		<description><![CDATA[Pe. Bertrand Labouche &#8211; FSSPX Na aparição de 13 de setembro, Nossa Senhora de Fátima pediu aos três pastorinhos para não usar a corda à noite. Para converter os pobres pecadores, eles tinham decidido oferecer o sacrifício de trazer uma &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/fatima-e-o-dever-de-estado/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p class="rteright" style="text-align: right;"><strong><span style="color: #000000;"><em><span style="font-size: 11.0pt;"><img class=" alignright" src="https://i.pinimg.com/originals/28/e2/49/28e2495633a17d1c70b01077af50f3b6.jpg" alt="83 ideias de Déto em 2021 | fogo do espirito santo, imagens de cristo,  imagem do espírito santo" width="160" height="255" /><a href="https://permanencia.org.br/drupal/node/5479">Pe. Bertrand Labouche &#8211; FSSPX</a></span></em></span></strong></p>
<p class="rtejustify" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: #000000;">Na aparição de 13 de setembro, Nossa Senhora de Fátima pediu aos três pastorinhos para não usar a corda à noite. Para converter os pobres pecadores, eles tinham decidido oferecer o sacrifício de trazer uma corda amarrada sobre os rins dia e noite, mas Nossa Senhora lhes lembrou que a noite foi feita para descansar.</span></p>
<p class="rtejustify" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: #000000;">“O dever antes de qualquer outra coisa”, por mais santa que seja&#8221;,<strong> dizia o Pe. Pio.</strong></span></p>
<p class="rtejustify" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: #000000;">O dever de estado é um grande meio de santificação. Irmã Lúcia escreveu numa carta de 1943 o que Nosso Senhor lhe revelou sobre o assunto:</span></p>
<p class="rtejustify" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: #000000;">”<em>Esta é a penitência que o bom Deus agora pede: o sacrifício de cada um para impor a si mesmo uma vida de justiça na observância da Sua lei.Ele deseja que se faça conhecer com clareza este caminho às almas; pois muitas, julgando que o sentido da palavra ‘penitência&#8217; restringe-se às grandes austeridades, por não sentirem forças nem generosidade para elas, desanimam e descansam numa vida de tibieza e pecado.</em></span></p>
<p class="rtejustify" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em><span style="font-size: 11.0pt;">“[…] estando na capela, com licença de meus superiores, às 12 da noite, me dizia Nosso Senhor: &#8216;O sacrifício que o cumprimento do seu próprio dever e a observância da minha lei exige de cada um, é a penitência que agora peço e exijo.”</span></em></span></p>
<p class="rtejustify" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: #000000;">À fidelidade à vontade de Deus &#8212; significada pelos seus Mandamentos e pelo nosso dever de estado &#8212; somemos a conformidade àquilo que Deus deseja para nós, segundo as palavras do Anjo de Fátima aos pastorinhos:<em> “Aceitai e suportai, com submissão, o sofrimento que o Senhor vos enviar”.</em></span></p>
<p class="rtejustify" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em><span style="font-size: 11.0pt;">“O mais difícil não é o ímpeto do fervor das vigílias noturnas, das procissões de pés descalços sobre o solo pedregoso ou ardente, se isso não passa de um episódio passageiro. O mais difícil é a fidelidade constante aos deveres de católico mesmo quando são incômodos,às práticas piedosas, aos sacrifícios mais pequenos da vida quotidiana, com espírito de reparação, humildade e  amor”</span></em><span style="font-size: 11.0pt;"> (Discurso do Papa Pio XII, 22/11/1946). O que não exclui, evidentemente, se inscrever numa peregrinação, assistir à Missa nos dias de semana ou fazer um retiro, mas com a finalidade, precisamente, de ser mais fiel ainda a seus deveres.</span></span><span id="more-15418"></span></p>
<p class="rtejustify" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: #000000;">A <strong>primeira obrigação de nosso dever de estado</strong> nos é lembrada por São Francisco de Sales:</span></p>
<p class="rtejustify" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em><span style="font-size: 11.0pt;">“Os meios de chegar à perfeição são diversos, segundo a diversidade de vocações; pois os religiosos, as viúvas e os casados devem procurar a perfeição, mas não do mesmo jeito”.</span></em></span></p>
<p class="rtejustify" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em><span style="font-size: 11.0pt;">“Cada um, de bom grado, trocaria sua condição com a dos outros: os Bispos gostariam de não ser Bispos; os casados gostariam de não o serem (prefeririam ser bispos?); e quem não é isso ou aquilo, gostaria de sê-lo”.</span></em></span></p>
<p class="rtejustify" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em><span style="font-size: 11.0pt;">“Que cada um permaneça na sua vocação perante Deus. Não se deve levar a cruz dos outros, mas a própria”.</span></em></span></p>
<p class="rtejustify" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em><span style="font-size: 11.0pt;">“Cada um ama o que lhe apraz: <b>poucos amam o que é do seu dever e da vontade de Deus</b>. De que serve construir castelos na Espanha, se temos de viver na França?”.</span></em></span></p>
<p class="rtejustify" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: #000000;">Fiquemos todos no nosso lugar, no nosso pequeno espaço. Deus não recompensará os franco-atiradores ou os elétrons livres, mas os bons servidores, aqueles que se mantiverem fiéis ao seu posto.</span></p>
<p class="rtejustify" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: #000000;">A <strong>segunda obrigação de nosso dever de estado</strong> é pôr o heroísmo lá onde deve ser posto: não na nossa inteligência, nem mesmo na vontade, muito menos na imaginação, mas nos atos concretos. “Ao êxtase, eu prefiro a monotonia do sacrifício”, afirmava Santa Teresinha. O dever de estado não tolera faltas reiteradas da parte de quem o assume. Acontece até mesmo que, como escreveu o Fabulista, “um elo rompido ponha toda a obra a perder”.</span></p>
<p class="rtejustify" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: #000000;">Pio XI evocava o heroísmo do quotidiano: Ele é fixo, imóvel, impassível. Une-se ao nosso ser a cada dia, debilitando-o se violado, fortificando-o se observado. O cumprimento do dever de estado é sempre acompanhado de contentamento. Não há satisfação maior que ter preenchido a jornada com os diferentes deveres de estado. Para dar apenas um exemplo, que satisfação para os pais verem seus filhos crescerem e se tornarem homens de verdade… É para o católico uma condição necessária de santificação. A fidelidade às obrigações que o cumprimento do dever de estado comporta é o meio de caminhar até a santidade efetiva. Um santo bispo, aprisionado por treze anos no <em>gulag</em> vietnamita, escreveu: <em>“Não há santos fora do cumprimento do dever de estado. A ordenação de uma vida virtuosa e santa nada mais é que a feliz solução trazida ao problema da coexistência de múltiplos e irredutíveis deveres de estado.”</em></span></p>
<p class="rtejustify" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: #000000;">Por esses deveres entendem-se <em>“as obrigações particulares que cada um tem por força de seu estado, de sua condição, da situação que ocupa”.</em> (Catecismo maior de São Pio X, título III, capítulo V).</span></p>
<p class="rtejustify" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: #000000;">Não poderíamos nos subtrair das obrigações profissionais, familiares ou civis inerentes a cada estado de vida: para o estudante é preciso estudar; para os pais, educar; para o artesão, fabricar; para o monge, rezar… Nenhum dever de estado pode ser recusado enquanto permanecemos no estado que, precisamente, no-lo impõe. Muito menos podemos recusar um dever de estado sob pretexto de que assim nos engajaríamos melhor em outro, ou por gostarmos mais de outra coisa, ou porque “nos sentimos&#8221; investidos de outra missão: tudo não passa de ilusões, miragens, senão covardia.</span></p>
<p class="rtejustify" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: #000000;">Por outro lado, alguns utilizam o dever de estado como pretexto para não se engajar em mais nada. É verdade que a família é prioritária, mas não é razão para nos ensimesmarmos no lar. Quando os filhos crescem, os pais têm mais tempo disponível: pode ser este o momento de rever seus compromissos diante do bom Deus e oferecer, por exemplo, sua ajuda ao priorado, inscrever-se na ordem terceira da FSSPX, dedicar-se a uma boa obra etc.</span></p>
<p class="rtejustify" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; color: #000000;">Preparemo-nos pelo heroísmo no “terrível quotidiano” (a expressão é de Pio XI) ao heroísmo que nos será talvez pedido por Deus em circunstâncias extraordinárias.</span></p>
<p class="rtejustify" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em><span style="font-size: 11.0pt;">“As circunstâncias fazem os santos, mas os santos não fazem as circunstâncias”</span></em><span style="font-size: 11.0pt;"> (Dom Prosper Guéranger).</span></span></p>
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