DESCUBRA A IGREJA DA SAGRAÇÃO DE D. LEFEBVRE

A igreja Nossa Senhora dos Anjos, de Tourcoing (que os habitantes costumam chamar pelo único título de “Nossa Senhora”) está atualmente em reforma. Este pequeno vídeo permite que os senhores descubram esta igreja onde Mons. Lefebvre foi sagrado.

ATENÇÃO: a Fraternidade São Pio X não tem vínculo com a associação que está transmitindo este vídeo.

Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est

A igreja Nossa Senhora dos Anjos, de Tourcoing (que os habitantes costumam chamar pelo único título de “Nossa Senhora”) está atualmente em reforma. Este pequeno vídeo permite que os senhores descubram esta igreja onde Mons. Lefebvre foi sagrado.

Mons. Marcel Lefebvre recebeu a plenitude do sacerdócio na quinta-feira, 18 de setembro de 1947, na presença de Mons. Le Hunsec e outros 6 Bispos missionários, de Mons. Dutoit, Bispo de Arras, do Cura de Mortain e numerosos padres do Espírito Santo da França, Senegal e representantes do Seminário Francês. O Pe. René Lefebvre e Pe. Jean Watine SJ, irmão e primo do eleito, foram os diáconos e subdiáconos da Missa pontifical de sagração.

Sendo o Cardeal Liénart Bispo de sua diocese de origem e grande amigo das missões, Mons. Lefebvre pediu-lhe para que fosse seu consagrador. Ele escolheu como co-consagradores Mons. Alfred Ancel, auxiliar de Lyon, seu antigo condiscípulo em Santa Chiara, e seu amigo Mons. Fauret. (de acordo com Bernard Tissier de Mallerais, Marcel Lefebvre. Uma vida, edições Clovis).

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17 DE OUTUBRO: FESTA DE SANTA MARGARIDA MARIA ALACOQUE

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Fonte: DICI – Tradução: Dominus Est

Nascida em 22 de julho de 1647 em Verosvres, na diocese de Autun (França), Marguerite-Marie Alacoque (Margarida Maria Alacoque) se dedicou a Cristo desde muito jovem. Na verdade, tinha apenas 5 anos quando, ao ouvir falar dos votos religiosos de sua madrinha, ofereceu-se pronunciando estas palavras que ficarão gravadas na sua memória e que ela repetirá posteriormente: “Ó meu Deus, eu Vos consagro a minha pureza e Vos faço voto de castidade perpétua ”.

Aos 13 anos, acamada por vários anos devido a uma paralisia, foi milagrosamente curada pela Virgem logo após a promessa de consagrar-se a Deus pela vida religiosa. Depois de muitas vicissitudes e assédios sofridos por parte de familiares, ela entrou em 25 de maio de 1671, aos 23 anos, na Ordem das Visitandinas de Paray-le-Monial, na Borgonha.
 
Escolhida por Nosso Senhor para ser a mensageira do Seu amor misericordioso, ela recebeu 3 grandes revelações que estão na origem da devoção ao Sagrado Coração.
 
A mais importante é o de junho de 1675, onde Cristo lhe mostrou o seu Coração, dizendo: “Eis o Coração que tanto amou os homens, que nada poupou, até se esgotar e se consumir para lhes testemunhar seu amor. Como reconhecimento, não recebo da maior parte deles senão ingratidões, pelas suas irreverências, sacrilégios, e pela tibieza e desprezo que têm para comigo na Eucaristia.”
 

Cristo pede o estabelecimento de uma festa particular para honrar o Seu Coração, comungando e fazendo reparações através de pedidos de perdão. Em troca, explica à sua confidente: “Prometo-te que o Meu Coração se dilatará para derramar com abundância as influências de Seu divino amor sobre os que tributem essa divina honra e que procurem que ela lhe seja prestada.”
 
Tornada mestra de noviças, Santa Margarida-Maria se esforça para difundir o amor do Sagrado Coração nas almas que lhe foram confiadas. Ela morreu piedosamente em 17 de outubro de 1690, aos 43 anos, pronunciando o nome de Jesus.
 
Levará mais de um século até que, em 1824, a Igreja a declare venerável, e mais quarenta anos até que seja beatificada pelo Papa Pio IX, em 1864, ano do Syllabus . Ela foi canonizada em 13 de maio de 1920 pelo Papa Bento XV.
 
Oração após a comunhão: “Tendo participado dos mistérios do vosso Corpo e do vosso Sangue, possamos nós, Senhor Jesus, pela intercessão da bem-aventurada virgem Margarida Maria, despojar-nos das soberbas vaidades do mundo e revestir-nos da mansidão e da humildade do vosso Coração.”

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Abaixo alguns links sobre o Sagrado Coração:

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Abaixo está o altar da aparição do Sagrado Coração de Jesus. Esse altar foi o local original onde Nosso Senhor apareceu a Santa Margarida Maria Alacoque. O restante dele foi destruído pelas Freiras da Visitação de Paray-le-Monial, na França. Mas os fiéis da FSSPX de Oensingen o compraram e fizeram uma Igreja com ele.

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COROINHA DE NOSSA SENHORA

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Oração diária obrigatória a todos os consagrados à Nossa Senhora pelo método de São Luiz de Montfort, indicada pelo Santo nos números 234 e 235 do seu “Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem” e válida também a todos que quiserem louvar nossa Mãe Santíssima de forma mais digna e recorrer a ela em suas necessidades. 

  1. Segunda prática. Recitarão todos os dias de sua vida, sem, entretanto, nenhum constrangimento, a coroinha da Santíssima Virgem, composta de três Pai-Nossos e doze Ave-Marias, em honra dos doze privilégios e grandezas da Santíssima Virgem. Esta prática é muito antiga e tem seu fundamento na Sagrada Escritura. São João viu uma mulher coroada de doze estrelas, vestida do sol e tendo a lua debaixo de seus pés (Ap 12, 1) e esta mulher, na opinião dos intérpretes (*), é a Santíssima Virgem.

(*) Entre outros, S. Agostinho (Tratct. De Symbolo ad Catechumenos, 1. IV, cap. I); S. Bernardo (Sermo super “Signum Magnum”, n. 3).

  1. Há muitos modos de rezar bem esta coroinha e seria demasiado longo mencioná-los. O Espírito Santo o inspirará àqueles e àquelas que mais fiéis se mostrarem a esta devoção. Para rezá-la bem simplesmente é preciso dizer em primeiro lugar: “Dignare me laudare te, Virgo sacrata; da mihi virtutem contra hostes tuos”(**); em seguida, reza-se o credo, depois um Pai-Nosso, quatro Ave-Marias e um Glória ao Pai; ainda um Pai-Nosso, quatro Ave-Marias, e um Glória ao Pai; e assim por diante. Ao terminar, diz-se: “Sub tuum praesidium”.

(**) “Fazei-me digno de vos louvar, ó Virgem sagrada, e dai-me força contra os vossos inimigos”. Continuar lendo

A MAÇONARIA ASSUME A EDUCAÇÃO DOS JOVENS – PALAVRAS DE D. LEFEBVRE

Fonte: FSSPX México – Tradução: Dominus Est

Disse Leão XIII: “A seita dos maçons também tem como objetivo, com uma suma conspiração de vontades, arrebatar para si a educação dos jovens”.

Depois do divórcio, a seita agora apropria a educação dos jovens. É tão evidente que salta aos olhos. O progresso do laicismo no ensino nos países de todo o mundo são evidentes.

Organismos como a UNESCO, supostamente criados para difundir o ensino pelo mundo e lutar contra o analfabetismo, na verdade são administrados pela Maçonaria para difundir a educação laica e ateísta em todo o mundo com o pretexto falacioso de permitir que todos os homens tenham acesso à cultura.

Vimos isso muito bem em nossas missões. Nossos maiores problemas eram com as organizações da UNESCO, porque tinham muito dinheiro e colocavam escolas laicas em todos os lugares onde tínhamos escolas católicas, sendo que havia muitos lugares para colocá-las e que não havia escolas católicas. Mas não, as colocavam propositadamente perto das nossas para destruir a influência da Igreja Católica. Com o dinheiro que tinham era fácil e pagavam aos professores muito mais do que poderíamos pagar Continuar lendo

INÍCIO DO ANO LETIVO NO SEMINÁRIO DE FLAVIGNY, NA FRANÇA: 22 JOVENS NO PRIMEIRO ANO

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No sábado, 3 de outubro, o Seminário Santo Cura d’Ars de Flavigny,, acolheu os novos aspirantes ao sacerdócio, que farão sua formação em língua francesa. No final de um curso de seis anos de vida de oração e estudo, eles serão um dia ordenados sacerdotes para a eternidade – se Deus quiser. Um postulante também entrou no noviciado dos Irmãos.

Várias nacionalidades estão representadas entre os 22 jovens que entram em 2020

Para o seminário, em vista ao sacerdócio:

  • 15 franceses
  • 2 suíços
  • 1 belga
  • 1 inglês
  • 1 brasileiro
  • 1 espanhol

Para o noviciado dos Irmãos:

  • 1 italiano

EDITORIAL DA REVISTA PERMANENCIA NO CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE SANTA TERESINHA (1973)

Santa Teresinha do Menino Jesus e da Sagrada face – Missionária do amor -  Província Carmelitana de Santo EliasJulgamos oportuno dedicar um número inteiro de PERMANÊNCIA à memória de Thérèse Martin (2 de janeiro de 1873) que entrou no Carmelo de Lisieux com quinze anos de idade, e pronunciou os santos votos em 8 de setembro de 1890. No mesmo mês recebeu o hábito com o nome de Soeur Thérèse de l’Enfant-Jesus et de la Saint Face. Viveu somente sete anos a vida obscura e silenciosa de uma pequenina religiosa ignorada do mundo, rejeitada pelo mundo, mortificada, morta antes de morrer porque nunca escolheu nada entre os nadas do mundo, tendo escolhido TUDO da Santa Vontade de DEUS. Deixou por obediência um caderno de apontamentos onde registrou os pequeninos passos, ínfimos, quase imperceptíveis, de uma vida exterior insignificante. Esse caderno, depois de sua morte, foi publicado pelas freiras de Lisieux com o título “História de uma Alma”. E aqui começa uma outra história, a desse livro, que pode sem nenhum exagero ser considerada um dos espantosos milagres do século que terminava engalanado, estrepitoso, iluminado para festejar as grandezas de uma civilização desviada de Deus. Misteriosamente, incompreensivelmente, milagrosamente o insignificante livro de uma história insignificante, que facilmente poderia ser afastada como convencional ou como presunçosa, começa a difundir-se, aos milhares, aos milhões, e chega em pouco tempo até os confins do Extremo Oriente. Mas o milagre ainda maior foi o de ter sido compreendido, diríamos quase adivinhado, por carvoeiros, cozinheiros, por padres, por Papas e até por intelectuais. Muitos desses leitores descobriram o segredo profundo de Teresinha, o segredo da santidade, a grandeza da pequenês, a glória da humildade, e todos os demais paradoxos da Cruz, sinal de contradição, de tropeço e de escândalo. O sucesso explosivo, humanamente inexplicável da pequenina carmelita de Lisieux foi uma resposta de Deus ao estardalhaço dos homens.

Nas matinas de Natal a Igreja rezava (ainda reza?) o Salmo II com que a Esposa de Cristo muito visivelmente respondia às insolências do mundo: “Quare fremuerunt gentes: et populi medittati sunt insânia?” E adiante: “Aqueles que habita nos céus se rirá deles”, se rirá dos poderosos que se coligaram contra o Senhor. Continuar lendo

“…OS IDIOTAS AMANHECERAM NOVOS E CONFIANTES…”

Resultado de imagem para boca com ziperEm homenagem ao Homo postconciliarius (que Corção cita no texto)…..

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[…] O que pude garantir ao meu amigo não-católico é que antigamente a atitude média dos idiotas era tímida, modesta e respeitosa. E isto que se observava nas ruas, nas aulas particulares, nos salões de bilhar e nos clubes de xadrez, observava-se também na Igreja. De repente, em certo ângulo da história, mercê de algum gás novo na atmosfera, ou de algum fator ainda não deslindado, os idiotas amanheceram novos e confiantes. Já ouvi e li muitas vezes o termo “mutação” surrupiado das prateleiras da genética e aplicado à história, à Igreja, ao dogma e aos costumes. Dois ou três bispos franceses não sabem falar dez minutos sem usar o termo “um mundo em mutação”. 

Se mutação houve, estou inclinado a crer que foi naquele ponto a que atrás aludimos: os idiotas que antigamente se calavam estão hoje com a palavra, possuem hoje todos os meios de comunicação. O mundo é deles. Será genético o fenômeno e por conseguinte transmissível?

— “Receio muito”, gemeu a voz de meu amigo, “você não leu os jornais da semana passada?”

— O quê? — perguntei com a aflição já engatilhada.

— A descoberta do capim!

Não tinha lido tão importante notícia, e o meu amigo explicou-me: um sábio, creio que dinamarquês, chegou à conclusão de que o capim é um dos melhores alimentos do homem. Meu amigo não me explicou que se tratava do Homo Sapiens, do Everlasting Man – de Chesterton, ou do Homo postconciliarius. Seja como for, dentro de quatro ou cinco anos teremos a humanidade de quatro e espalhada nos pastos.

Trecho do incrível texto de Corção: ANTIGAMENTE CALAVAM-SE (Leia por inteiro clicando nesse link)

ENCÍCLICA FRATELLI TUTTI: UM MAGISTÉRIO AUTO-REFERENCIADO

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Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est

Em 3 de outubro último, o Papa Francisco publicou uma nova encíclica: “Fratelli Tutti” sobre a Fraternidade Universal. Enquanto se aguarda um estudo mais aprofundado do mesmo, um dos elementos da primeira análise que pode surpreender o leitor diz respeito às referências do documento.

Este texto de 200 páginas (na tradução oficial da Conferência dos Bispos da França) conta com 285 referências nas notas de rodapé [1] . No entanto, entre estas, a grande maioria refere-se aos discursos e escritos do próprio Papa Francisco. Existem, portanto, 172 dessas autocitações (60% das referências citadas na nota). Em sua maioria, são citações dos seus discursos com nomes evocativos como “Discurso no encontro pela liberdade religiosa com a comunidade hispânica e outros imigrantes” ou “Encontro inter-religioso com jovens, em Maputo – Moçambique”. O texto mais citado (22 vezes) é a encíclica  Laudato si’ sobre ecologia. Ainda mais surpreendente, o Papa se cita 3 vezes [2] pelo filme de Wim Wenders:  Papa Francisco, um homem de palavra , produzido em 2018 pelo Vaticano para a glória do Papa reinante. Já o conhecíamos de um magistério midiático por meio da imprensa e de um magistério aeroportuário por meio de suas entrevistas em aviões…agora temos um magistério Hoolywoodiano.

Gráfico das referências da “Fratelli Tutti “

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O Papa não carece de inspiração externa, como ele mesmo expressa no início da encíclica [3]:

Além disso, se para a escrita da  Laudato si´  encontrei uma fonte de inspiração em meu irmão Bartolomeu, Patriarca Ortodoxo que muito vigorosamente promoveu a salvaguarda da criação, neste caso eu particularmente senti-me encorajado pelo Grande Iman Ahmad Al-Tayyeb que conheci em Abu Dhabi para lembrar que Deus “criou todos os seres humanos iguais em direitos, deveres e dignidade e os chamou a coexistir como irmãos entre si “

O Papa, então, cita 9 vezes esta escandalosa declaração de Abu Dhabi [4]. As citações do próprio Concílio Vaticano II são relativamente poucas. Estaria o Concílio desatualizado? Por outro lado, podemos notar 16 citações de Bento XVI em sua Encíclica Caritas in Veritate.

Quanto às citações do Magistério anterior ao Vaticano II, são quase inexistentes (3 citações de Pio XI, duas delas da Quadragesimo Anno). Os papas, portanto, trataram essas questões sociais. Mas, sem dúvida, teria sido difícil citar um São Pio X que disse quase o contrário do Papa Francisco quando afirmou em seu Motu Proprio Fin dalla prima

“A sociedade humana, tal como Deus a estabeleceu, é composta de elementos desiguais, assim como são desiguais os membros do corpo humano; torná-los todos iguais é impossível e seria a destruição da própria sociedade.”

São Pio X, que não era egocêntrico, indicou como referência para esta afirmação o seu predecessor, o Papa Leão XIII na encíclica  Quod apostolici muneris  que afirmava:

“…Existe uma desigualdade de direito e poder que emana do próprio Autor da natureza”

NOTAS:

  1. Das 288 notas de rodapé, apenas 3 são de esclarecimentos do texto
  2. Notas 49, 198 e 278
  3. Fratelli Tutti, n ° 5
  4. Ele afirmou, particularmente, que “O pluralismo e as diversidades de religião, cor, sexo, raça e línguas são uma sábia vontade divina

SOLENIDADE DO SANTÍSSIMO ROSÁRIO

Nossa Senhora do Rosário – Wikipédia, a enciclopédia livreQuase rosa, plantata super rivos aquarum, fructificate — «Frutificar como rosal plantado sobre as correntes das águas» (Ecclus. 39, 17)

Sumário. O santíssimo Rosário merece ser rezado com respeito e atenção, pois é uma devoção sublime e excelente sob todos os pontos de vista. Foi aprovada pela Igreja, enriquecida de indulgências pelos Sumos Pontífices, e glorificada por Deus com milagres estupendos. Por outro lado, este Saltério celeste, em razão das orações que o compõem, encerra tudo o que há de mais belo na Igreja Católica. Em que estima tens tão precioso tesouro? Como é que costumas rezar o Rosário?

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Considera a excelência da devoção do santíssimo Rosário. Já se sabe que foi revelada a São Domingos pela divina Mãe, na ocasião em que, estando aflito o Santo e lamentando-se, com Nossa Senhora, dos grandes danos que naquele tempo faziam à Igreja os hereges albigenses, a Virgem lhe disse: “este terreno será sempre estéril, enquanto sobre ele não cair a chuva”. Entendeu então São Domingos que esta chuva era a devoção do Rosário que ele devia publicar. Com efeito, o Santo foi logo pregando por toda a parte, e esta devoção veio a ser abraçada por todos os católicos; de tal maneira, que presentemente não há devoção mais praticada por todas as classes dos fiéis do que a do santíssimo Rosário.

Que não têm dito os hereges para desacreditar este uso? Mas, para nos persuadirmos da sua impiedade, basta sabermos que esta devoção foi aprovada pela Igreja, que a honrou com a instituição de uma solenidade especial; os Sumos Pontífices enriqueceram-na de indulgências, e Deus a glorificou por milagres estupendos. Por outra parte, é conhecido o grande bem que ao mundo tem resultado desta nobre devoção. Quantos por meio dela têm sido livres dos pecados? Quantos conduzidos a uma vida santa? Quantos têm obtido uma boa morte e hoje estão salvos? O próprio demônio, obrigado a isso por São Domingos, declarou pela boca de um possesso, que não se condenou nenhum daqueles que até à morte perseveraram em rezar devotamente o Rosário.

Nem isso nos pode admirar; porquanto, sendo este Saltério celeste composto da contemplação dos mistérios, da Oração dominical e da Saudação Angélica, encerra em si tudo o que há de mais sublime na Igreja Católica. Examina-te aqui sobre se tens o santíssimo Rosário na devida estima, já que é uma devoção tão exímia sob todos os pontos de vista. Continuar lendo