A PASCENDI EXPLICADA – LUZES DA ENCÍCLICA PARA OS CATÓLICOS DE HOJE

PASCENDI — a monumental encíclica que fulminou a heresia modernista (PARTE  II) – Agência Boa Imprensa – ABIM

“Julgamos oportuno escrever-vos estas coisas, Veneráveis Irmãos, a bem da salvação de todos os fiéis.”

Papa São Pio X

Introdução: Cem anos depois: o modernismo ainda mata

Quando voltei a ler a encíclica “Pascendi” (08/09/1907) de São Pio X, tive um profundo sentimento de agradecimento para com o último Papa canonizado. Esse documento é uma pedra angular na defesa verdadeira e equilibrada do catolicismo. Tem a assinatura de um Papa Santo, cheio de Fé e de Caridade. Lembra a voz do Bom Pastor, reconhecida pelas ovelhas. Lembra que não existe pregação caritativa da Verdade sem condenação explícita dos erros e heresias.

O santo Papa do século XX nos entrega nesta encíclica um trabalho fundamental, preciso e paciente. Explica para os católicos, com uma precisão que maravilha, todo o sistema modernista. Define o erro com as palavras adequadas e mostra a raiz do mal. Encontrada a raiz do mal, as soluções e os remédios seguem naturalmente.  

Prezado leitor, o modernista não é utópico, sonhador, idealista. Isso é a sua aparência exterior. O modernista é visceralmente orgulhoso. Orgulhoso na sua inteligência e também na sua vontade. O modernismo é um sistema que mente ao homem sobre a realidade da sua natureza. Atribui ao homem faculdades que não são de seu alcance. Diz assim que: “a religião, no homem Jesus Cristo assim como em nós, é fruto inteiramente espontâneo da natureza.”. E São Pio X conclui: “Nada pode vir mais a propósito para dar cabo de toda a ordem sobrenatural.”. Mas ao mesmo tempo o modernismo recusa reconhecer outras faculdades que são próprias a todos os homens quando conhecem uma coisa qualquer ou uma realidade. Nega a capacidade da inteligência humana de conhecer a natureza, a essência das coisas. Pela abstração a inteligência humana conhece muito mais do que a cor do pôr-do-sol! Conhece a beleza do pôr-do-sol. 

Dessa maneira, o modernista conhece apenas a cor da religião e nada de sua beleza e grandeza essencial. Conhecem ainda as palavras típicas da religião católica, mas sem poder dar definições definitivas a cada uma delas. Usam as palavras Missa, Deus, alma, graça, religião, fé, dogma, tradição para se servir delas e defini-las segundo a experiência religiosa de cada um! O modernismo não quer mais receber de Deus a religião, mas construir uma que o ‘elevará’ até a divinização do Homem pelo Homem. Continuar lendo

OS NÚMEROS DAS SAGRAÇÕES EM ÉCÔNE

Milhares de fiéis em Écône: os números das sagrações episcopais

No dia 1º de julho de 2026, as sagrações episcopais em Ecône reuniu uma multidão de cerca de 65 paises dos cinco continentes.

Participantes

TOTAL: 16.639

CLERO E RELIGIOSOS: 1.422

  • Bispos: 6
  • Sacerdotes: 552 (506 da FSSPX, 46 amigos das mais diversas Ordens, incluindo orientais)
  • Irmãos: 141 (103 da FSSPX, 38 amigos)
  • Seminaristas: 248
  • Religiosas: 475 (166 Irmãs da FSSPX, 63 Oblatas da FSSPX, 246 religiosas amigas das mais diversas Ordens)

FIÉIS: 15.217

Nacionalidades

Mais de 65 nacionalidades estiveram representadas no dia das sagrações.

Nacionalidades dos participantes.

Clero e religiosos

As sagrações episcopais de 1 de julho de 2026 reuniram em Écône uma representação particularmente grande da Fraternidade São Pio X e das comunidades religiosas a ela ligadas.

Clérigos e figuras religiosas estavam presentes.

Voluntários

550 voluntários dedicados, sem os quais nada teria sido possível, trabalharam em diversos departamentos:

  • Posto geral de coordenação e comando
  • Segurança pessoal
  • Serviços médicos e de resgate
  • Trânsito, acesso e estacionamento
  • Recepção e orientação
  • Gestão de posicionamento e fluxo
  • Supervisão de cerimônias e procissões
  • Logística e administração
  • Montagem e instalações
  • Eletricidade e equipamentos técnicos
  • Som e vídeo
  • Decoração floral e sacristia
  • Alojamento
  • Transporte e traslados
  • Restauração e distribuição de água
  • Comunicação e recepção de mídia
  • Informações e anúncios públicos
  • Gestão de voluntários
  • Limpeza e restauração do local

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A NOVA TEOLOGIA – PELO PE. GARRIGOU-LAGRANGE – PARTE 3/3

Amazon.com.br: Réginald Garrigou-Lagrange: livros, biografia, última  atualização

 Fonte: Permanencia

Leia a parte 1 clicando aqui.

Leia a parte 2 clicando aqui.

O primeiro artigo do Pe. Garrigou-Lagrange provocou uma resposta mais ou menos irritada, segundo se pode deduzir do segundo com que o ilustre dominicano respondeu às objeções suscitadas pelo precedente. Esta irritação, em boa parte, procede do fato de ter o Pe. Garrigou-Lagrange sublinhado a inclinação pronunciada da nova teologia para a heresia, se é que não constitui ela mesma uma heresia pura.

Nada mais agasta, ao que parece, aos novos teólogos do que esta pecha de heretizantes. Não obstante, deixando o juízo definitivo à Santa Sé, e, quanto à consciência, a Deus Nosso Senhor, notamos uma semelhança não pequena entre eles e aqueles que, no decurso da história, tentaram dilacerar a túnica inconsútil de Jesus Cristo.

Seu modo de proceder dispersivo, sem uma exposição sistemática, como idéias que surgem espalhadas em diversos lugares e diversos autores, lembra os Modernistas, dos quais notara Pio X, de santa memória, na grande encíclica Pascendi: “os Modernistas, com astuciosíssimo engano, costumam apresentar suas doutrinas, não coordenadas e juntas como num todo, mas dispersas, e como separadas umas das outras, a fim de serem tidos por duvidosos e incertos, ao passo que de fato estão firmes e constantes” [fn]É interessante observar uma identidade de pensamento e método entre os novos teólogos e os que escritores, como Jules Romains, atribuem a certas sociedades secretas: “Je vous dit, reprit Lengnau (o mestre que iniciava o estudante nos segredos da Loja): même sur le plan mystique. J’insiste: l’Unité en question va plus loin que l’organisation politique, matérielle, même rationelle du genre humain… elle la depasse, la transcende, et du même coup la traîne derrière elle comme un pêcheur traîne son filet… Une foule d’idées traversait précipitamment l’espirit de Jerphanion. Il pensait à Auguste Comte, et au Grand Etre, à tel passage de Hegel, à telle effusion de Renan, à certains hymnes mystérieux de Hugo… “Il a raison de dire quequelque chose rejoint ces hommes-lá. Um certain même avènement a été désiré, annoncé par eux, par d’autres encore. Il y a une tradition de prophéties…” (Recherche d’une Eglise, Flammarion, Paris, pp. 298/9.). — Os grifos são nossos.[/fn]. Continuar lendo

ASSISTA “TRADITIO, POR AMOR À IGREJA” – SÉRIE COMPLETA

A FSSPX lança «Traditio», uma série documental sobre seu apostolado no  mundo – INFOVATICANA

TRADITIO – POR AMOR À IGREJA é uma série documental em três partes dedicada à vida e ao apostolado dos sacerdotes da Fraternidade Sacerdotal São Pio X em todo o mundo. Produzida ao longo de dois anos por dois jovens estudantes da Suíça e da Alemanha em colaboração com a Casa Geral da FSSPX, a série totaliza mais de quatro horas de filmagem e constitui um dos projetos cinematográficos mais extensos e ambiciosos já realizados pela Fraternidade.

CONHEÇA A FUNDO TODA A OBRA DA FSSPX, O SIGNIFICADO DA TRADIÇÃO E O VERDADEIRO TRABALHO DA IGREJA.

Legendas disponíveis em francês, inglês, alemão, espanhol, italiano, português, polonês e holandês. Clique em ⚙️ e depois em «Legendas» para escolher o seu idioma.

PARTE 1 – TORNAR-SE SACERDOTE – UMA OBRA DE FÉ

PARTE 2 – MISSIONÁRIOS CATÓLICOS AO REDOR DO MUNDO – UMA OBRA DE ESPERANÇA

PARTE 3 – DAR A PRÓPRIA VIDA: UMA OBRA DE CARIDADE

A NOVA TEOLOGIA – PELO PE. GARRIGOU-LAGRANGE – PARTE 2/3

Amazon.com.br: Réginald Garrigou-Lagrange: livros, biografia, última  atualização

Fonte: Permanencia

Leia a parte 1 clicando aqui.

É natural que se investigue a causa desta nova teologia. Responde um bom juiz, diz o Pe. Garrigou-Lagrange, que ela procede da freqüência com os mestres do pensamento moderno. “Recolhemos os frutos da freqüência, sem precauções, dos cursos universitários. Querem freqüentar os mestres do pensamento moderno para convertê-los, e deixam-se converter por eles. Aceitam, pouco a pouco, suas idéias, seus métodos, seu desdém pela escolástica, seu historicismo, seu idealismo e todos os seus erros”. (Pág. 142).

Sem achar que aí se encontra toda a explicação, é certo que os novos teólogos almejam a independência dos filósofos modernos diante das decisões da Santa Sé. Aduz o Pe. Garrigou-Lagrange vários testemunhos desta atitude de rebeldia, envolta no menosprezo mais ou menos voltaireano do que é tradicional e venerável, quase diríamos sagrado nas escolas católicas: a filosofia de S. Tomás.

Vimos acima como a definição clássica da verdade não agradou aos novos que a reputam “quimérica e abstrata”. Em outro passo, louva-se um “feliz adormecimento que protege o tomismo canonizado, e também, como dizia Péguy, enterrado, enquanto vivem os pensamentos votados, em seu nome, à contradição”. (Gaston Fessards, S.J., em Etudes de Nov. 1945, pp. 269/70.) (Pág. 133). Continuar lendo

A NOVA TEOLOGIA – PELO PE. GARRIGOU-LAGRANGE – PARTE 1/3

Amazon.com.br: Réginald Garrigou-Lagrange: livros, biografia, última  atualização

Fonte: Permanência 

O Pe. Garrigou-Lagrange, professor no “Angelicum”, que é a Universidade dos Dominicanos em Roma, nos põe a par de uma nova orientação teológica, em dois artigos publicados na revista da mesma Universidade em 1946, fasc. 3 e 4, e 1947, fasc. 2[fn] “La nuovelle théologie oú va-t-elle?” e “Verité et immutabilité du Dogme”. Estes dois artigos, publicados em separata, trazem, respectivamente, a seguinte paginação: 126-145 e 1-16, Nestas notas vêm citados pelas páginas.[/fn]. Como ele diz que é “estrita obrigação de consciência para os teólogos tradicionais responderem (a estas aberrações)”, “do contrário faltariam gravemente ao seu dever, falta de que deverão dar contas a Deus” (pág. 135), parece-nos oportuno comunicar também aos leitores brasileiros o que se passa na Velha Europa (somente lá?) de hostil e perigoso dentro dos arraiais da mesma Igreja. Vamos nos servir do material fornecido pelo grande teólogo dominicano, e restringir-nos às suas informações, esquecendo, no momento, o que possamos conhecer por outras vias

Fonte: Permanencia

I

Cremos poder afirmar — sempre através do que colhemos nos artigos do Pe. Garrigou-Lagrange — que a primeira preocupação da “Nova Teologia” é criar ambiente favorável às suas idéias, que ela reconhece que são novas e, na aparência, chocantes. É assim que estabelece um princípio, à sua primeira vista sedutor: “Uma teologia que não fosse atual, seria uma teologia falsa” (pág. 126) [fn] Esta frase é do Pe. Henri Bouillard, S. J. (Conversion et grâce chez S. Thomas d’Aquin, 1944, pág. 219).[/fn]. Em outras palavras, deve a ciência teológica, como as demais, acompanhar um progresso que não é exclusivo das ciências experimentais, mas se faz sentir também nas disciplinas transcendentes, a Filosofia e a Teologia.

Quando sabemos o medo que têm os homens de passar por retrógrados, percebemos quanto vai de ardiloso nesta afirmação. Mais. Tomam os novos teólogos o cuidado de amortecer os escrúpulos, que porventura possam surgir, diante de uma doutrina muito estranha: “Isto — dizem — parece a princípio uma loucura; não obstante, visto de perto, não deixa de ter sua verossimilhança, e é mesmo aceito por muitos” (pág. 134). A curiosidade, a tentação do novo, o temor de ser tido por espírito tacanho, estreito, sem visão, a ilusão de que a corrente nova é grande e autorizada, levam facilmente os espíritos menos prevenidos a se deixar seduzir. Atesta um professor, em carta ao do Pe. Garrigou-Lagrange, que estes escritos “exercem grande influência sobre os espíritos medianos” (pág. 1452), que são a maioria. Continuar lendo

VÍDEO DA TRADICIONAL PEREGRINAÇÃO DA FSSPX A APARECIDA – 2026

Na névoa matinal que, nesta época do ano, envolve as colinas de Campos do Jordão (Estado de São Paulo), na terça-feira, 12 de maio, um pequeno grupo de peregrinos inicia o “Caminho da Fé”.

Guiados pelos padres Juan María de Montagut e Cormack McCall, eles percorrerão, durante 5 dias, os 130 km que os separam do santuário mariano de Aparecida. Esse famoso itinerário de peregrinação é sinalizado e possui etapas, assim como em Santiago de Compostela.

“O Caminho da Fé” faz jus ao seu nome, pois, em meio à confusão religiosa propagada pelo protestantismo evangélico, a Santíssima Virgem Maria é o farol que guia os homens para a salvação que somente a Igreja Católica pode oferecer. No Brasil, esse farol manifestou-se de forma impressionante há 300 anos, em 12 de outubro de 1717. Continuar lendo

VÍDEO: EDIÇÃO DA TRADICIONAL PEREGRINAÇÃO DA FSSPX DE CHARTRES A PARIS

De 23 a 25 de maio de 2026, mais de 7.000 peregrinos da França, Alemanha, Suíça, Irlanda, Reino Unido, Canadá e Polônia se reuniram aos pés da Catedral de Notre-Dame de Chartres para três dias de caminhada, oração e penitência rumo a Paris.

Este ano, o próprio Cristo nos deu o tema da nossa peregrinação: “A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Rogai ao Senhor que envie trabalhadores para a sua colheita!” Um convite à oração por vocações sacerdotais e religiosas santas e sólidas, das quais a Igreja precisa hoje mais do que nunca.

Após a missa de abertura e a bênção das bandeiras, juntamente com as intenções de 700 fiéis em oração, os peregrinos partiram para Paris sob um sol já escaldante. 

Saudemos a coragem e o fervor de todos os peregrinos, bem como a dedicação exemplar daqueles que trabalharam nos bastidores para tornar esta peregrinação um sucesso, apesar do calor sufocante.

Que estes três dias de caminhada e oração irradiem luz em nossas famílias, nossas paróquias e nossa comunidade, e nos proporcionem muitas vocações santas!

CARTA AO SANTO PADRE SOBRE O DECRETO DO DICASTÉRIO PARA A DOUTRINA DA FÉ

O Superior Geral

À Sua Santidade
o Papa Leão XIV

Écône, 3 de julho de 2026

Entre vós, se o filho pedir pão a um pai, dará ele uma pedra? Ou, se lhe pedir um peixe, dará uma cobra em vez de um peixe? Ou, se lhe pedir um ovo, dará um escorpião? Ora, se vós, sendo maus, sabeis bem dar aos vossos filhos o que é bom para eles, quanto mais o vosso Pai não está disposto a dar, lá do céu, o seu Espírito de graça àqueles que lho pedirem? (Lc 11, 11-13)

Santíssimo Padre,

A notificação da decisão tomada pela Santa Sé a respeito da Fraternidade São Pio X, assinada por Sua Eminência o Cardeal Fernández, chegou até nós e agora é de conhecimento público.

Parece-nos que esta decisão traz à luz, mais uma vez, o contexto profundamente trágico em que se encontra a Igreja universal. O que a Fraternidade São Pio X fez, e continuará a fazer, nada mais é do que uma iniciativa extraordinária para a salvação das almas, em meio à confusão doutrinal e moral em que a Igreja está mergulhada. De modo algum pretendemos substituir a Igreja, e não temos outra ambição senão a de permanecermos fiéis a ela. Continuar lendo

LEÃO XIV, AS “CHAVES DE SÃO PEDRO” E A FRATERNIDADE SÃO PIO X

La FSSPX ante el abismo del cisma: El biógrafo del Papa San ...

Um sermão do Papa mostra que a verdadeira questão em disputa entre o Vaticano e a FSSPX reside na mudança de conceito de verdade e na relação correta entre obediência e verdade.

Fonte: Vitis Vera – Tradução: Dominus Est

(Vitis Vera, blog de Matteo D’Amico) No dia 29 de junho, durante a missa solene da festa de São Pedro e São Paulo, o Papa proferiu um sermão na qual se deteve no tema da unidade, oferecendo uma interpretação específica da simbologia das “chaves de São Pedro”. Creio que não seja imprudente supor que, implicitamente, ele tenha procurado abordar a situação da Fraternidade São Pio X e as sagrações de 1º de julho:

Esta solicitude fiel e paciente pela unidade está bem representada no símbolo das chaves, com o qual frequentemente o identificamos (cf. Mt 16, 19). Com efeito, uma chave não derruba portas, mas abre-as e fecha-as, procurando no seu interior as alavancas certas e acompanhando os seus movimentos, para que os bloqueios desapareçam, os trincos deslizem e as dobradiças girem livremente, unindo os espaços e transformando tantos compartimentos isolados numa única casa acolhedora.”

Essa interpretação nos parece realmente original, mas pouco ligada à Tradição da Igreja. Para Leão, aliás, as chaves servem para abrir portas suavemente, unindo cômodos que, de outra forma, estariam separados e criando a unidade de um único ambiente. É óbvia, creio eu, a alusão à Igreja/casa comum com muitas divisões (muitas diversidades) que o Papa procura fundir em um único “espaço”, no qual, precisamente, todos possam coexistir, apesar da diversidade de ideias. Nada de dramático e tudo muito horizontal, mundano: São Pedro surge como um facilitador de contatos e de amizade entre as diversidades, uma espécie de conciliador dialético das diferenças. Não parece estar em jogo nada que remeta ao drama luminoso da vida eterna, à alternativa entre a salvação e a perdição das almas. Continuar lendo

SAGRAÇÕES EPISCOPAIS FSSPX AO VIVO, ÀS 03:15H

Assista ao vivo a cerimônia da Sagração Episcopal de quatro sacerdotes da Fraternidade São Pio X.

A cerimônia será presidida por Sua Excelência Dom Alfonso de Galarreta, bispo consagrante, assistido por Sua Excelência Dom Bernard Fellay como co-consagrante.

Os futuros bispos são:

  • Padre Pascal Schreiber (Suíça),
  • Padre Michael Goldade (Estados Unidos),
  • Padre Michel Poinsinet de Sivry (França)
  • Padre Marc Hanappier (França)

Rezemos pelos novos Bispos!

ZAITZKOFEN: ORDENAÇÕES AO DIACONATO E SACERDÓCIO – 2026

No Seminário do Sagrado Coração, em Zaitzkofen, Alemanha, cinco jovens foram ordenados sacerdotes neste sábado, 27 de junho, enquanto outros quatro receberam o diaconato. Entre eles, dois poloneses e um croata.

Mais de 2.000 fiéis de vários continentes participaram desta grande celebração. Em seu sermão, o Bispo Alfonso de Galarreta explicou a profunda transformação que a ordenação sacerdotal opera na alma do candidato.

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Na sexta-feira, 19 de junho, no Seminário Santo Tomás de Aquino, em Dillwyn, EUA, Dom Bernard Fellay já havia ordenado outros 5 diáconos ao sacerdócio e 10 seminaristas ao diaconato. Clique aqui e veja.

Nota do blog: Colocamos abaixo alguns links sobre a vocação sacerdotal:

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“Senhor, dai-nos sacerdotes,

Senhor, dai-nos santos sacerdotes,

Senhor, dai-nos muitos santos sacerdotes,

Senhor, dai-nos muitas santas vocações religiosas,

Senhor, dai-nos famílias católicas, 

São Pio X, rogai por nós”

OS BRASÕES E LEMAS DOS FUTUROS BISPOS

A poucos dias das sagrações episcopais de 1º de julho de 2026, em Écône, são apresentados os brasões de armas episcopais dos quatro futuros bispos da Fraternidade Sacerdotal São Pio X, acompanhados do significado de seus principais elementos e de seu lema.

Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est

Monsenhor Pascal Schreiber


O Blasonamento (descrição do escudo).

O escudo se apresenta sob a forma de um quartelado (dividido em quatro quartéis distintos):

• Primeiro quartel (no alto, à esquerda): é de sable (preto). Nele se distingue o rosto triunfante de Jesus Cristo, Rei do Universo, coroado com ouro, envolto num nimbo e em raios flamejantes, segundo a visão de São Nicolau de Flüe.

• Segundo e terceiro quartéis (acima, à direita, e embaixo, à esquerda): são idênticos, de goles (vermelho). Cada um é carregado com um leão rampante dourado, segurando em sua pata direita uma pena dourada.

• Quarto quartel (embaixo, à direita) de sable (preto), é carregado com uma estrela com oito raios (oito ramificações) dourada.

Explicação

A divisão do brasão em quatro partes procede de uma longa tradição no espaço germanófono.

No 1º quartel se encontra a parte central do quadro Meditação, de São Nicolau de Flüe, padroeiro da Confederação Suíça; também chamado de “Pai da Pátria” (Martirólogo romano, 21 de março), este santo inspirou a vocação sacerdotal do bispo.

Nesta visão, a cabeça representada simboliza ou a divindade indivisível, ou o Verbo de Deus encarnado, ou um observador humano. O rosto é cercado por seis raios. Três emanam do próprio rosto: um emana da orelha (Deus conhece tudo), o outro, do olho (Deus vê tudo, nada lhe é oculto), o último, da boca (dele jorra toda a sabedoria); os três outros vem de fora e atingem o nimbo, para mostrar que o crente pode, por sua reflexão assídua, alcançar um conhecimento profundo da divindade inaccessível.

Os 2º e 3º quartéis abrigam as armas da família Schreiber. O leão simboliza tradicionalmente a coragem, a força e a realeza, enquanto a pena corresponde ao significado do nome Schreiber (escritor) e valoriza os trabalhos de escrita.

No 4º quartel se encontra uma estrela, que representa ou o Salvador – “uma estrela nascerá de Jacó” (Nm 24, 17), “Sou a estrela resplandescente da manhã” (Ap 22, 16) – ou a Virgem Maria – “Stella Maris”, “Stella Matutina” – que estabelece assim uma conexão com o lema.

Além do mais, a estrela simboliza também São Nicolau. O santo ermita confessou que, enquanto ainda se encontrava no seio de sua mãe, ele tinha visto no céu uma estrela que iluminava o mundo todo. Também do seu eremitério em Ranft, ele via constantemente uma estrela no céu que se parecia com ele.

Enfim, o brasão utiliza as três cores da bandeira alemã: preto, vermelho e dourado, evocando o país onde se localiza o seminário de Zaitzkofen.

O Lema: VIRGO FIDELIS

O lema é de inspiração mariana, e retirado das Ladainhas de Loreto: “Virgo fidelis”, ó Virgem fiel.

Maria é a filha fiel do Pai celeste, a mãe fiel do Filho divino, e a esposa fiel do Espírito Santo. Ela também deve nos ajudar a permanecermos fiéis a Deus.

Este título da Santíssima Virgem Maria é muito caro ao nosso fundador, Dom Marcel Lefebvre. Ele o incluiu nos Estatutos da Fraternidade Sacerdotal São Pio X:

“Os compromissos são renovados anualmente por todos os membros na festa da Imaculada Conceição, em 8 de dezembro. […] Neste dia de bênção, que todos os membros […] solicitem à Virgem fiel a graça da fidelidade aos seus compromissos e a graça da perfeita unidade na caridade para toda a Fraternidade.”
Enfim, a referência à Virgem Maria valoriza as virtudes da força e da pureza, numa época em que elas são tão atacadas.

“Bem-aventurados os puros de coração, pois verão Deus!” (Mt 5, 8).

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Monsenhor Michael Goldade

O Blasonamento (descrição do escudo).

• O campo (o fundo): de azure (azul).

• A bordadura: ornada com um motivo vegetal composto por doze espigas de trigo de ouro (6 de cada lado) unidas por caules entrelaçados.

• O coração (o emblema central): um emblema dourado (amarelo) carregado de um Coração da Vendeia de golas (vermelho). Esse motivo é composto por dois corações entrelaçados, encimados por uma coroa e uma cruz.

Explicação

As doze espigas de trigo são cheias de significado e simbolismo.

Num plano pessoal, as espigas evocam ao mesmo tempo o lugar de origem do bispo – Notre-Dame des Prairies, na Dacota do Norte – e o lugar em que ele cresceu – St. Marys, no Kansas -, dois Estados conhecidos por sua agricultura, porque são os dois maiores produtores de trigo dos Estados Unidos. E o número remete aos doze membros da sua família.

Tanto esse número quanto as espigas são frequentemente utilizados nas Sagradas Escrituras. Recordam-nos a história do Patriarca José, no Antigo Testamento, um dos doze filhos de Jacó, que foi o guardião do trigo do Egito. Ele representa assim a figura profética de São José, pai adotivo do Menino Jesus, o Pão da vida. O mesmo São José também sendo o Padroeiro da Igreja universal e o guardião das vocações.

O trigo também é o símbolo da santa Eucaristia e do santo sacrifício da Missa, que constituem o coração da Fraternidade São Pio X. O número doze, número da plenitude, corresponde ao número de cestos que recolhem as sobras da multiplicação dos pães, e remete igualmente aos Apóstolos, colunas da Igreja.

O fundo azul, no interior do qual se encontra o emblema dourado é uma homenagem à Santa Virgem, campo virginal de onde brota o Pão da Vida; o ouro do emblema designa a divindade do menino que Nossa Senhora carrega. É também uma alusão ao ouro que o nome Goldade evoca.

O símbolo dos dois Corações coroados corresponde à principal devoção da família Goldade aos santos corações de Jesus e de Maria, e representa, certamente, as armas da Fraternidade São Pio X. Esse símbolo está ligado ao lema.

O Lema: ADEAMUS CUM FIDUCIA

Este lema é tirado de São Paulo: “Aproximemo-nos com confiança do trono da graça, a fim de obter misericórdia e encontrar graça para sermos socorridos em tempo oportuno” (Hb 4, 16). São também as primeiras palavras do Introito da missa do Coração Imaculado de Maria (22 de agosto).

Trata-se de um ato de fé e de confiança absoluta na Santíssima Virgem Maria, Medianeira de todas as graças, a quem seu Filho não recusa nada. “A razão da minha esperança é Maria!” (São Bernardo).

A Virgem é designada sob seu título de “Trono da graça”, pois a Sabedoria eterna, fonte de toda graça, quis descansar nela e reinar por meio dela.

Além do mais, esta oração ecoa o início da Santa Missa, evocada pelas espigas: “Subirei ao altar de Deus…” (Sl 42).

Pelos Corações unidos de Jesus e de Maria, por todas as graças que nos advém do santo sacrifício da Missa, temos a certeza do socorro divino em todas as circunstâncias da nossa vida.

“É na esperança que somos salvos!” (Rm 8, 24).

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Monsenhor Michel Poinsinet de Sivry

O Blasonamento (descrição do escudo).

O escudo é “cortado” (dividido horizontalmente em duas partes iguais):

• O chefe (parte superior): de goelas (vermelho), carregado com uma espada prateada guarnecida de ouro, colocada de banda (em diagonal, de baixo, à esquerda, para o alto, à direita), sobre a qual é colocada uma palma de ouro em barra (diagonal inversa).

• A ponta (parte inferior): de azure (azul), carregada com um cisne prateado (branco) com bico dourado, nadando sobre ondas do mesmo metal (representadas por linhas brancas abaixo).

Explicação

Na parte superior, dois emblemas ilustram o lema:

• A espada significa o combate que a Igreja, através dos seus membros, deve conduzir para alcançar o triunfo de Nosso Senhor sobre o Mundo e o pecado, pela aplicação dos frutos da sua Redenção. A espada também é a palavra de Deus: “Tomai também o elmo da salvação e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus” (Ef 6, 17). Esta palavra cortante é a resposta às máximas do mundo.

• A palma simboliza a vitória da Igreja aqui na terra, personificada pelas testemunhas da fé, seus mártires. Ela expressa a alegria e o triunfo que resultam desta vitória.
Na parte inferior se encontra o cisne, tirado das armas familiares, que é um símbolo de fidelidade (o cisne permanece sempre com o seu parceiro) e de pureza (por sua cor branca), duas qualidades inerentes à virtude da fé.

O Lema: FIDES VINCIT MUNDUM

Estas palavras são trechos da 1ª Epístola de São João: “Tudo o que nasceu de Deus, vence o mundo; a vitória que venceu o mundo é a nossa fé” (1 Jo 5, 4). São uma recordação do triunfo de Nosso Senhor Jesus Cristo sobre este mundo que não quis recebê-lo. “Venci o mundo” (Jo 16, 33). É a fé em Nosso Senhor que nos associa a essa vitória.

Também nos recordam que a Igreja sobre a terra é militante: “A vida do homem sobre a terra é um combate” (Jó 7, 1).

Neste lema encontramos expressa, então, a luta entre as “Duas Cidades” (Santo Agostinho) ou os “Dois Estandartes” (Santo Inácio), e a certeza da vitória de Nosso Senhor.

Logo, é um apelo à esperança nos tempos perturbados que vive a Igreja, eco à história particular da Fraternidade e à sua missão providencial.

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Monsenhor Marc Hanappier

O Blasonamento (descrição do escudo).

O campo do escudo é constituído de um único bloco:

• O campo (o fundo): de azure (azul).
• O móvel central: um cordeiro pascal (o Agnus Dei) de prata (branco). O cordeiro é representado passante, a cabeça envolta por um nimbo dourado e marcada por uma cruz de goelas (vermelho). Carrega um bastão cruzado dourado, preso a um estandarte prateado carregado com uma cruz de goelas (a oriflama da Ressurreição). Do seu peito jorra um fluxo de sangue de goelas que se derrama num cálice de ouro colocado aos seus pés.
• O acompanhamento: o cordeiro é circundado por três flores de lírio prateadas, dispostas duas em chefe (no alto) e uma na ponta (embaixo).

Explicação

O Cordeiro vitorioso é aquele do Apocalipse, cujo os anjos e os santos cantam a vitória no Céu: “O Cordeiro que foi imolado é digno de receber o poder, a divindade, a sabedoria, a força, honra, a glória e a benção!” (Ap 5, 12).

É também o Introito da Missa de Cristo Rei. Glorificar o Cordeiro imolado para a nossa salvação, cujo sangue é a nossa vida, tal é o propósito da Igreja. Este sangue é recolhido no cálice da salvação, e comunicado às almas como uma verdadeira bebida para purificá-las e fortalecê-las.

Os lírios são um símbolo da realeza e circundam o Cordeiro.

Representam também a pureza imaculada da Virgem Maria: “Como um lírio entre os espinhos, tal é minha bem-amada entre as donzelas” (Ct 2, 2).
No fundo azul elas também constituem um símbolo francês. Há três delas, como nas armas da cidade de Versalhes, onde reside a família Hanappier.

A Divisa: DIGNUS EST AGNUS

São João Batista testemunhou: “Eis o Cordeiro de Deus” (Jo 1, 36), e esse testemunho suscitou as vocações dos dois primeiros Apóstolos, João e André. O Cordeiro de Deus atrai as vocações.

No Apocalipse, o Cordeiro aparece “de pé, como imolado” (Ap 5, 6): Nosso Senhor Jesus Cristo é ao mesmo tempo o Sumo Sacerdote do Novo Testamento e a Vítima de agradável odor oferecida ao Pai. Esse símbolo evoca o sacerdócio e o santo sacrifício da Missa, onde é implorado a esse Cordeiro para que “tire os pecados do mundo”, para que “tende piedade de nós” e “nos dê a paz”.

No versículo seguinte do mesmo capítulo, o Cordeiro recebe o livro “escrito por dentro e por fora, selado com sete selos” que somente ele pode abrir. Aqui está a chave de toda a história do Mundo: Nosso Senhor Jesus Cristo é o centro da história, “a ele pertencem os tempos” (bênção do círio pascal); nada, nem ninguém, nem nenhum grupo humano, em nenhum tempo, pode se dizer independente dele, e o mistério do mal em toda a história do mundo só pode ser compreendido à luz da Cruz, do sacrifício do Cordeiro, fora do qual não há salvação.

Sim, ele é realmente “digno de receber o poder, a divindade, a sabedoria, a força, a honra, a glória e a bênção!” (Ap 5, 12).

CARTA ABERTA A SUA SANTIDADE O PAPA LEÃO XIV E AOS CARDEAIS DA SANTA IGREJA

Santo Padre,

Eminências Reverendíssimas,

Às vésperas do Consistório que haverá no fim deste mês, e a poucos dias das consagrações episcopais previstas para 1º de julho próximo em Écône, parece-nos ter chegado o momento oportuno para a Fraternidade São Pio X formular uma profissão integral da fé católica, que gostaríamos de entregar nas mãos de Vossa Santidade e de cada um dos Cardeais.

A Igreja sofre hoje em dia, pressionada por novas forças, vindas tanto de dentro quanto de fora, que a impelem em todas as direções possíveis, à exceção, segundo nos parece, da direção certa. Diante de tal sofrimento, não podemos ficar indiferentes.

Não é à Fraternidade São Pio X que cabe indicar o caminho a ser seguido, mas sim à Tradição bimilenar da Igreja, fielmente guardada e transmitida pela Sé Apostólica ao longo dos séculos, e que muitos hoje consideram, na prática, uma realidade ultrapassada, sujeita a uma evolução permanente. Continuar lendo

DILLWYN: ORDENAÇÕES AO DIACONATO E SACERDÓCIO – 2026

Na sexta-feira, 19 de junho, no Seminário Santo Tomás de Aquino, em Dillwyn, EUA, Dom Bernard Fellay ordenou 5 diáconos ao sacerdócio, sendo 2 beneditinos — 1 irlandês e 1 americano — enquanto 10 seminaristas receberam o diaconato — 1 brasileiro (Gabriel Murai), 1 singapuriano, 1 nigeriano e 7 americanos.

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Nota do blog: Colocamos abaixo alguns links sobre a vocação sacerdotal:

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“Senhor, dai-nos sacerdotes,

Senhor, dai-nos santos sacerdotes,

Senhor, dai-nos muitos santos sacerdotes,

Senhor, dai-nos muitas santas vocações religiosas,

Senhor, dai-nos famílias católicas, 

São Pio X, rogai por nós”

TRADITIO: PARTE 3 – DAR A PRÓPRIA VIDA: UMA OBRA DE CARIDADE

OU CLIQUE AQUI PARA ASSISTIR A PARTE 3 – DAR A PRÓPRIA VIDA: UMA OBRA DE CARIDADE

🌐 As legendas estão disponíveis em vários idiomas. Clique em ⚙️ e depois em “Legendas” para selecionar o seu idioma.

O terceiro episódio da série documental TRADITIO – Pelo amor à Igreja é dedicado ao ministério sacramental da Igreja. Por meio da distribuição dos santos óleos e da celebração da Semana Santa, ele destaca a vida litúrgica que santifica as almas, transmite a graça divina e prolonga a obra redentora de Cristo em todo o mundo.

Realizada ao longo de dois anos por dois jovens estudantes da Suíça e da Alemanha, em colaboração com a Casa Geral da FSSPX, esta produção de mais de quatro horas constitui um dos projetos cinematográficos mais ambiciosos já empreendidos pela Fraternidade.

Esse episódio é continuação da Parte2:MISSIONÁRIOS CATÓLICOS AO REDOR DO MUNDO – UMA OBRA DE ESPERANÇA

PRIMEIRAS PROFISSÕES E VOTOS NAS IRMÃS CONSOLADORAS DO SAGRADO CORAÇÃO – 2026

Na sexta-feira, 12 de junho, Festa do Sagrado Coração, 18 noviças fizeram seus primeiros votos de pobreza, castidade e obediência pelas mãos do Padre Davide Pagliarani. Elas se comprometeram, assim, a seguir Cristo na vida religiosa, segundo as constituições das Irmãs Consoladoras do Sagrado Coração.

A Congregação está vivenciando um crescimento excepcional. Nos últimos seis anos, 90 jovens mulheres ingressaram no noviciado em Narni, um sinal particularmente encorajador no contexto atual de declínio das vocações religiosas.

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CLIQUE AQUI para ver a nova igreja das Irmãs que está em construção.

CLIQUE AQUI e veja o belíssimo vídeo da Tomada de Hábito e Primeiros Votos das Irmãs Consoladoras nessa ano de 2025.

CLIQUE AQUI para ver o belo convento adquirido pelas Irmãs

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 “Senhor, dai-nos muitas santas vocações religiosas”

Sobre as Irmãs da FSSPX e a vocação religiosa feminina pode ser visto clicando aquiaquiaquiaquiaqui e aqui.

E para acessar as várias publicações das Irmãs da FSSPX aqui no blog, clique aqui

OS TRADICIONALISTAS SÃO JANSENISTAS: UMA ACUSAÇÃO ERRÔNEA

DA SÉRIE: ASSUNTOS BATIDOS QUE FORAM REQUENTADOS COM AR DE NOVIDADE….

Acusar católicos tradicionalistas de serem “jansenistas” é um tropo desgastado que persiste há décadas. Essa acusação mal formulada geralmente não tem nada a ver com os enigmáticos debates sobre graça e predestinação que definiram o jansenismo histórico do século XVII. Em vez disso, o “jansenismo” é usado como sinônimo pejorativo de rigorismo estéril, frieza espiritual e desobediência eclesiástica. Embora avanços significativos tenham sido feitos nos últimos anos para esclarecer a real história do jansenismo e dos movimentos adjacentes que ele inspirou, é irônico que dois acadêmicos que tem procurado atualizar a compreensão pública sobre o jansenismo tenham voltado a comparar os tradicionalistas católicos a esse movimento condenado pelo Papa.

ACESSE AQUI:

PARTE 1

PARTE 2

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ACESSE NOSSO “ESPECIAL DOS ESPECIAIS” COM OS MAIS DIVERSOS ESTUDOS SOBRE SAGRAÇÕES, OBEDIÊNCIA, CISMA, ESTADO DE NECESSIDADE, JURISDIÇÃO DE SUPLÊNCIA, ECCLESIA DEI, MISSA NOVA, CVII, ECUMENISMO, ETC., CLICANDO AQUI.

AS COMUNIDADES TRADICIONAIS AMIGAS DA FSSPX: UMA FECUNDIDADE EVANGÉLICA

Em torno da Fraternidade São Pio X, uma verdadeira constelação de vida religiosa se manteve ou foi reformada: mais de 20 ramos tradicionais de Ordens e Congregações históricas conservam suas antigas Constituições em todo o seu rigor e beleza, atraindo centenas de jovens, homens e mulheres.

Fonte: DICI – Tradução: Domimus Est

Longe de ser um instituto de retraimento, a Fraternidade Sacerdotal São Pio X define-se, acima de tudo, como uma obra de reconstrução católica. Em um mundo marcado por constantes turbulências e por uma aceleração das reformas modernistas que abalam os fundamentos da fé, ela ergue-se como um baluarte de estabilidade. Sua ambição não é uma luta em si mesma, mas a zelosamente zelada preservação do depósito da fé, para permitir que a Igreja permaneça firme em sua própria identidade. Apoiando-se na liturgia milenar e na doutrina imutável, ela permite que os fiéis se elevem acima das modas passageiras para se unirem à Tradição viva.

Junto aos nossos 738 sacerdotes, 268 seminaristas, 145 irmãos e 87 irmãs oblatas(1), eis um panorama das comunidades religiosas que trabalham conosco na luta pela Igreja, seguindo os passos de Dom Lefebvre.

OS PRIMEIROS COMPANHEIROS

Em sua maioria, forçados a deixar suas comunidades diante da revolução que se seguiu ao Concílio, esses pioneiros fundaram um ramo tradicional de sua Congregação: Continuar lendo

TRADITIO: PARTE 2 – MISSIONÁRIOS CATÓLICOS AO REDOR DO MUNDO – UMA OBRA DE ESPERANÇA

OU CLIQUE AQUI PARA ASSISTIR A PARTE 2 – MISSIONÁRIOS CATÓLICOS AO REDOR DO MUNDO – UMA OBRA DE ESPERANÇA

🌐 As legendas estão disponíveis em vários idiomas. Clique em ⚙️ e depois em “Legendas” para selecionar o seu idioma.

O segundo episódio da série documental Traditio: Pelo Amor da Igreja concentra-se nos missionários católicos, na propagação do Evangelho e na administração dos sacramentos na África, Ásia e Caribe. Produzida ao longo de dois anos por dois jovens estudantes da Suíça e da Alemanha em colaboração com a Casa Geral da FSSPX, esta produção de mais de quatro horas é um dos projetos cinematográficos mais ambiciosos já realizados pela Fraternidade.

 Esse episódio é continuação da Parte1:Tornar-se sacerdote

O “EXAME DE CONSCIÊNCIA PARA A IGREJA” DE LEÃO XIV SE VOLTA CONTRA ELE PRÓPRIO NO TRATAMENTO DADO POR ROMA À FSSPX

Por Robert Morrison

Fonte: The Remnant – Tradução: Dominus Est

A Magnifica Humanitas, de Leão XIV, exorta a Igreja a rejeitar os “abusos de consciência”, a acolher as diversas sensibilidades e a praticar a escuta sinodal — princípios que podem comprometer qualquer tentativa de censura à Fraternidade São Pio X.

Dos 245 parágrafos da encíclica de Leão XIV “sobre a salvaguarda da pessoa humana na era da inteligência artificial (IA)”, Magnifica Humanitas, quatro deles (86 a 89) referem-se a um “exame de consciência para a Igreja”:

“Para concluir, gostaria de abordar um ponto que me é particularmente caro. A Doutrina social não é apenas uma palavra dirigida à sociedade: é também um exame de consciência para a Igreja, casa e escola de comunhão, chamada sempre a averiguar se os princípios evocados neste capítulo são vividos, em primeiro lugar, dentro de si mesma.”(86)

Embora o “exame de consciência” descrito na encíclica se refira principalmente a questões de doutrina social, podemos aplicar os mesmos princípios delineados por Leão XIV a questões mais especificamente relacionadas ao tratamento dado pela Igreja aos católicos. Assim, a análise que se segue aplica o exame de consciência da Magnifica Humanitas à situação da Fraternidade São Pio X (FSSPX). Continuar lendo

TRADITIO: PARTE 1 – TORNAR-SE SACERDOTE – UMA OBRA DE FÉ

OU CLIQUE AQUI PARA ASSISTIR A  PARTE 1 – TORNAR-SE SACERDOTE – UMA OBRA DE FÉ

As legendas estão disponíveis em vários idiomas. Clique em ⚙️ e depois em “Legendas” para selecionar o seu idioma.

Conforme anunciado dias atrás em um Trailer oficial, este primeiro episódio da série documental TRADITIO – Por amor à Igreja é dedicado ao sacerdócio católico, à história da FSSPX e à formação sacerdotal nos seus seminários internacionais. Realizada ao longo de dois anos por dois jovens estudantes da Suíça e da Alemanha em colaboração com a Casa Geral da FSSPX, esta produção de mais de quatro horas é um dos projetos cinematográficos mais ambiciosos alguma vez realizados pela Fraternidade.

CLIQUE AQUI e veja todos os post publicados sobre as vocações e como discerni-las.

Continua na Parte 2: Missionários católicos ao redor do mundo – Uma obra de esperança

ESPETACULAR – TRADITIO, POR AMOR À IGREJA – TRAILER OFICIAL

Legendas disponíveis em francês, inglês, alemão, espanhol, italiano, português, polonês e holandês. Clique em ⚙️ e depois em «Legendas» para escolher o seu idioma.

TRADITIO – POR AMOR À IGREJA é uma série documental em três partes dedicada à vida e ao apostolado dos sacerdotes da Fraternidade Sacerdotal São Pio X em todo o mundo. Produzida ao longo de dois anos por dois jovens estudantes da Suíça e da Alemanha em colaboração com a Casa Geral da FSSPX, a série totaliza mais de quatro horas de filmagem e constitui um dos projetos cinematográficos mais extensos e ambiciosos já realizados pela Fraternidade.

📅 Datas de lançamento:

• Uma obra de fé – 7 de junho de 2026

• Uma obra de esperança – 14 de junho de 2026

• Uma obra de caridade – 21 de junho de 2026 Descubra o apostolado mundial da

FSSPX e o ministério do sacerdote católico ao serviço da Igreja.

AS SAGRAÇÕES PELA IGREJA – PELO PE. JEAN-MICHEL GLEIZE, FSSPX

“Não posso, em sã consciência, deixar estes seminaristas órfãos. Tampouco posso deixá-los órfãos, morrendo sem providenciar o futuro.”
D. Lefebvre, Sermão de 30 de junho de 1988, em Écône.

Fonte: DICI – Tradução: Dominus Est

O episcopado, princípio de vida: o papel do bispo na Igreja

O propósito da sagração episcopal é transmitir, dentro da Igreja, o poder de que as almas tanto necessitam; e esse poder é descrito por D. Lefebvre, seguindo São Paulo, como o de um pai. É à imagem do poder de Deus, que conduz as almas à vida da graça. É o poder de transmitir a vida, e é por isso que privar a Igreja desse poder equivale a secar as próprias fontes de vida dentro dela, privando-a da paternidade. Uma Igreja sem bispos é uma Igreja sem pais, uma Igreja de órfãos, uma Igreja sem futuro, uma Igreja incapaz de se reproduzir e condenada a desaparecer. Assim como a sociedade precisa de pais de família, a Igreja também precisa.

Compreende-se, então, por que as sagrações de 30 de junho de 1988 foi a “Operação Sobrevivência” da Tradição. É a operação que impede que o princípio da vida desapareça.

Duas fontes de vida: jurisdição e ordem.

A palavra “bispo” pode ser entendida em dois sentidos: como alguém que possui o poder da ordem ou como alguém que possui o poder de jurisdição. O poder da Ordem é o poder de santificar, ou seja, o poder de celebrar a Missa, administrar os sacramentos e dar bênçãos. O poder de jurisdição é o poder de governar e ensinar com autoridade. A Igreja é composta por uma única hierarquia, um único conjunto de líderes, mas cujos membros são investidos de dois poderes distintos. O Código de Direito Canônico de 1917 afirma isso claramente no parágrafo 3 do cânon 108: Continuar lendo

31/05/2026 – 200 ANOS DA DECLARAÇÃO DE SÃO PEDRO DE ALCÂNTARA COMO PADROEIRO DO BRASIL

São Pedro de Alcântara confessando Santa Teresa, Museu do Prado

No dia 31 de maio de 1826, a pedido do Imperador Dom Pedro I, o papa Leão XII declarou São Pedro de Alcântara padroeiro do Brasil.

Em tempos de incertezas e de catástrofes internacionais, em tempos de crise moral e crise na Igreja, pedimos a intercessão do santo para que cada um faça sua parte na obra de glorificação de Deus.

Pedimos também a intercessão do santo pelo Brasil e pela Igreja Católica no Brasil]

Fonte

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Nascido em Alcântara, Espanha, 1499; falecido em 18 de outubro de 1562. Seu pai, Pedro Garavita, era governador do lugar, e sua mãe da família nobre de Sanabia. Depois de aprender gramática e filosofia em sua cidade natal, foi enviado aos 14 anos à Universidade de Salamanca. Retornando para casa, tornou-se um franciscano no convento de Observância Estrita em Manxaretes, em 1515. Com 22 anos foi enviado para fundar uma nova comunidade de Observância Estrita em Badajoz. Foi ordenado padre em 1524, e no ano seguinte feito guardião do convento de Santa Maria dos Anjos em Robredillo. Em alguns anos começou a pregar sermões com muito sucesso. Preferia pregar aos pobres; e seus sermões, baseados em sua maioria nos Profetas e Livros Sapienciais, respiram a mais tenra simpatia humana. Os “Frades Menores Descalços” tinham conventos na Espanha e a Custódia de Santa Maria Pietatis em Portugal, no tempo em que São Pedro entrou na ordem.

Eleito ministro da província de São Gabriel em 1538, Pedro pôs-se a trabalhar. No capítulo de Placência em 1540, escreveu as constituições dos Franciscanos de Observância, mas suas ideias severas receberam tamanha oposição que ele renunciou ao ofício de provincial e retirou-se com João de Ávila para as montanhas de Arabida, Portugal, onde se juntou com o Frei Martinho de Santa Maria em sua vida de solidão eremítica. Contudo, outros frades vieram se juntar a eles, e várias comunidades foram criadas – e Pedro escolhido como guardião e mestre de noviços no convento de Pallais. Em 1560, tais comunidades foram erigidas na Província de Arabida. Voltando à Espanha em 1553, ficou mais dois anos em vida solitária, depois viajando descalço até Roma, obtendo permissão do Papa Júlio III para fundar conventos na Espanha sob jurisdição do superior dos Conventuais. Conventos foram erguidos em Pedrosa, Placência e em outros lugares; em 1556 foram transformados num comissariado, com Pedro como superior, e em 1561, em província com o título de São José. Sem desanimar com a oposição sofrida na província de São Gabriel, escreveu as constituições da nova província com maior severidade do que antes. A reforma se espalhou rapidamente para outras províncias da Espanha e Portugal.

Em 1562, a província de São José foi posta sob a jurisdição do superior-geral dos Observantes, e duas novas custódias foram formadas: São João Batista em Valência, e São Simão em Galícia. Além dos associados a São Pedro listados acima, podemos mencionar São Francisco Borja, João de Ávila e o Ven. Luis de Granada. Em Santa Teresa d’Ávila, São Pedro viu uma alma escolhida por Deus para uma grande obra, e o sucesso dela na reforma do Carmelo foi, em grande medida, devido a seu conselho, encorajamento e defesa. Foi uma carta de São Pedro (14 de abril de 1562) que a encorajou a fundar seu primeiro monastério em Ávila, em 24 de agosto do mesmo ano. A autobiografia de Santa Teresa é fonte de muitas informações sobre a vida de São Pedro, seu trabalho, seus dons de milagres e profecias.

Talvez a mais notável das graças de São Pedro foi seu dom de contemplação e sua virtude de penitência. Não menos notável foi seu amor a Deus, que era por vezes tão ardente que lhe causava dor física (como em São Felipe Neri), e frequentes êxtases. A pobreza que praticava e impunha era tão alegre quanto real, e muitas vezes se privava até do necessário para a vida. Em confirmação das virtudes e de sua missão de reforma, Deus fez muitos milagres por sua intercessão e por sua mera presença. Foi beatificado por Gregório XV em 1622, e canonizado por Clemente IX em 1669. Além das constituições dos Franciscanos de Estrita Observância e muitas cartas sobre assuntos espirituais (especialmente para Santa Teresa), compôs um pequeno tratado sobre a oração, que foi traduzido para todas as línguas europeias. Sua festa é no dia 19 de outubro.

(Nota: em 1926, São Pedro de Alcântara foi nomeado padroeiro do Brasil, e em 1962 – no quarto centenário de sua morte – padroeiro de Extremadura)

 

A CASA GERAL DA FSSPX ANUNCIA OS NOMES DOS FUTUROS BISPOS

Documento original aqui.

Nesta oitava de Pentecostes, o Padre Pagliarani, Superior Geral da Fraternidade São Pio X, tem a alegria de anunciar os nomes dos sacerdotes da Fraternidade que foram escolhidos para receber, no dia 1º de julho, em Ecône, a sagração episcopal. 

Em sinal de respeito à autoridade suprema da Igreja universal, os dossiês desses sacerdotes foram apresentados ao Santo Padre, acompanhados de algumas explicações necessárias para a boa compreensão deste processo, no contexto muito particular e excepcional dessas sagrações episcopais.

Os quatro sacerdotes são:

  • Padre Pascal Schreiber, de nacionalidade suíça;
  • Padre Michael Goldade, de nacionalidade americana;
  • Padre Michel Poinsinet de Sivry, de nacionalidade francesa;
  • Padre Marc Hanappier, de nacionalidade francesa.

O Superior Geral reafirma que a seleção e a sagração desses eleitos não decorrem de qualquer desejo de reivindicar poder jurisdicional ou de estabelecer uma autoridade paralela dentro da Igreja. Elas não constituem, de forma alguma, uma negação, uma recusa ou um desafio ao poder jurisdicional supremo, pleno e imediato do Vigário de Cristo sobre a Igreja universal.

A cerimônia 1º de julho não terá outro objetivo senão manter a administração dos sacramentos da Ordem e da Confirmação, bem como dos sacramentais reservados aos bispos, segundo o rito tradicional da Santa Igreja Romana e a fé de sempre. 

O episcopado que esses sacerdotes receberão é, portanto, considerado apenas como um serviço prestado às almas e à Igreja, em meio a esta crise de fé sem precedentes. 

Nossa vontade de servir à Santa Igreja Católica permanece inabalável, conscientes do dever imperativo de transmitir fiel e plenamente aquilo que recebemos, ou seja, aquilo em que a Igreja sempre acreditou, ensinou e praticou.

Menzingen, 26 de maio de 2026

Padre Pascal Schreiber

Com 53 anos de idade, o Reverendo Padre Pascal Schreiber nasceu numa família católica de cinco filhos originária do cantão de Argóvia, na Suíça. Em 1992, ingressa no seminário Herz Jesu de Zaitzkofen, na Alemanha, antes de prosseguir com os estudos em Écône, na Suíça, onde recebe a ordenação sacerdotal no verão de 1998.

Depois de cinco anos de ministério na Alemanha e na Suíça francesa, recebe, em 2003, o encargo de dirigir uma escola secundária para meninos, em Mels, na Suíça alemã.

Dois anos mais tarde, torna-se responsável pela escola primária e secundária para meninas na comuna de Wil, ministério que exerce durante nove anos.

Chamado em 2014 a Rickenbach, sede do distrito da Suíça, exerce ali primeiro a função de ecônomo por dois anos, antes de ser nomeado superior do distrito.

Desde 15 de agosto de 2020, é diretor do seminário Herz Jesu de Zaitzkofen, na Alemanha, onde se dedica à formação de mais de 50 futuros sacerdotes e irmãos oriundos de 16 países. É fluente em alemão e francês, e fala também inglês.

 

Padre Michael Goldade

Originário de Dakota do Norte, e criado em St. Marys, no Kansas, Estados Unidos, o Reverendo Padre Michael Goldade vem de uma família católica de dez filhos, entre os quais se contam três Irmãs da Fraternidade São Pio X. Aos 18 anos de idade, ingressa no seminário de Winona, onde é ordenado sacerdote em 2004.

Exerce o ministério em Armada, estado de Michigan, durante cinco anos, antes de ser chamado para dirigir a casa de retiros de Ridgefield.

Em 2014, é nomeado prior na Cidade do Kansas, onde se ocupa ao mesmo tempo de um priorado, de uma importante paróquia, de uma escola e de uma comunidade de religiosas. A estes encargos vem-se juntar, em 2021, a função de assistente do Superior do Distrito. Nomeado no verão de 2023 como diretor do seminário Santo Tomás de Aquino, na Virgínia, cuida hoje da formação de cerca de 100 seminaristas. Tem 45 anos, fala inglês, estudou francês e possui também algumas noções de espanhol.

Padre Michel Poinsinet de Sivry

De nacionalidade francesa e oriundo de uma família católica de sete filhos, o Reverendo Padre Michel de Poinsinet de Sivry tem 42 anos. Realizou a sua formação sacerdotal no seminário de Flavigny, na França, e a seguir em Écône, onde recebeu a ordenação sacerdotal em 2008.

Tendo iniciado o seu ministério na escola Saint- Joseph-des-Carmes, no sul da França, recebeu, em 2011, o encargo de dirigir a escola primária Saint- Louis, em Paris. Exerceu essa função ao longo de cinco anos, ao mesmo tempo em que atendia uma capela em Seine-Saint-Denis e colaborava no apostolado da igreja de Saint-Nicolas-du-Chardonnet, em Paris.

Torna-se, depois, diretor do ginásio e colégio Saint-Jean-Baptiste-de-La-Salle, em Camblain-l’Abbé, perto de Arras, e ali permanece por seis anos, antes de ser nomeado superior do distrito de Benelux, em 2022, função esta que exerce atualmente. Além de francês, fala também inglês e está aprendendo alemão e holandês.

Padre Marc Hanappier

O Reverendo Padre Hanappier, de nacionalidade francesa, nasceu em 1990, numa família católica de dez filhos, de onde provieram muitas vocações: um dos seus irmãos é sacerdote da Fraternidade, outro, sacerdote dos capuchinhos de Morgon, e uma de suas irmãs é dominicana professora em Saint-Pré.

Formado nos seminários de Flavigny e Écône, recebe a ordenação sacerdotal em 2013. Inicia o seu ministério em França no ensino, primeiro na escola l’Étoile-du-Matin, perto de Bitche, depois na escola Saint-Michel, não longe de Châteauroux.

Em 2020, nomeado professor no seminário de Dillwyn, na Virgínia, antes vai aperfeiçoar o seu domínio do inglês, passando um ano na Escócia, enquanto colabora com o ministério paroquial.

No seminário, ensina principalmente metafísica e dogma, além de, aos domingos, ocupar- se do ministério pastoral em diversas capelas. Fala fluentemente francês e inglês, estudou alemão e tem noções de espanhol.

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SAGRAÇÕES EPISCOPAIS: O QUE O PADRE PAGLIARANI DISSE AOS MEMBROS DA FRATERNIDADE SÃO PIO X

A preparação dos corações às sagrações episcopais

Fonte: DICI – Tradução: Dominus Est

Caros fiéis e amigos,

No contexto da preparação às sagrações episcopais previstas em Écône, em 1º de julho próximo, excepcionalmente desejamos colocar à vossa disposição um editorial que o Reverendíssimo Superior Geral dirigiu, no último dia 7 de março, aos membros da Fraternidade.

Este texto não reconsidera a questão das sagrações em si, mas concentra-se em recordar o espírito no qual elas devem ser preparadas e vividas: espírito de fé, de caridade, de confiança sobrenatural e de amor pela Igreja. Porque não basta esclarecer vossa inteligência, se, ao mesmo tempo, não prepareis o coração.

Além disso, a algumas semanas desta cerimônia tão importante para toda a Igreja, parece-nos conveniente compartilhar estas reflexões com os fiéis e os amigos da Fraternidade, afim que todos possamos nos unir mais profundamente a esta preparação, na oração, sacrifício e paz interior. Continuar lendo