LEÃO XIV, AS “CHAVES DE SÃO PEDRO” E A FRATERNIDADE SÃO PIO X

La FSSPX ante el abismo del cisma: El biógrafo del Papa San ...

Um sermão do Papa mostra que a verdadeira questão em disputa entre o Vaticano e a FSSPX reside na mudança de conceito de verdade e na relação correta entre obediência e verdade.

Fonte: Vitis Vera – Tradução: Dominus Est

(Vitis Vera, blog de Matteo D’Amico) No dia 29 de junho, durante a missa solene da festa de São Pedro e São Paulo, o Papa proferiu um sermão na qual se deteve no tema da unidade, oferecendo uma interpretação específica da simbologia das “chaves de São Pedro”. Creio que não seja imprudente supor que, implicitamente, ele tenha procurado abordar a situação da Fraternidade São Pio X e as sagrações de 1º de julho:

Esta solicitude fiel e paciente pela unidade está bem representada no símbolo das chaves, com o qual frequentemente o identificamos (cf. Mt 16, 19). Com efeito, uma chave não derruba portas, mas abre-as e fecha-as, procurando no seu interior as alavancas certas e acompanhando os seus movimentos, para que os bloqueios desapareçam, os trincos deslizem e as dobradiças girem livremente, unindo os espaços e transformando tantos compartimentos isolados numa única casa acolhedora.”

Essa interpretação nos parece realmente original, mas pouco ligada à Tradição da Igreja. Para Leão, aliás, as chaves servem para abrir portas suavemente, unindo cômodos que, de outra forma, estariam separados e criando a unidade de um único ambiente. É óbvia, creio eu, a alusão à Igreja/casa comum com muitas divisões (muitas diversidades) que o Papa procura fundir em um único “espaço”, no qual, precisamente, todos possam coexistir, apesar da diversidade de ideias. Nada de dramático e tudo muito horizontal, mundano: São Pedro surge como um facilitador de contatos e de amizade entre as diversidades, uma espécie de conciliador dialético das diferenças. Não parece estar em jogo nada que remeta ao drama luminoso da vida eterna, à alternativa entre a salvação e a perdição das almas. Continuar lendo

SAGRAÇÕES EPISCOPAIS FSSPX AO VIVO, ÀS 03:15H

Assista ao vivo a cerimônia da Sagração Episcopal de quatro sacerdotes da Fraternidade São Pio X.

A cerimônia será presidida por Sua Excelência Dom Alfonso de Galarreta, bispo consagrante, assistido por Sua Excelência Dom Bernard Fellay como co-consagrante.

Os futuros bispos são:

  • Padre Pascal Schreiber (Suíça),
  • Padre Michael Goldade (Estados Unidos),
  • Padre Michel Poinsinet de Sivry (França)
  • Padre Marc Hanappier (França)

Rezemos pelos novos Bispos!

ZAITZKOFEN: ORDENAÇÕES AO DIACONATO E SACERDÓCIO – 2026

No Seminário do Sagrado Coração, em Zaitzkofen, Alemanha, cinco jovens foram ordenados sacerdotes neste sábado, 27 de junho, enquanto outros quatro receberam o diaconato. Entre eles, dois poloneses e um croata.

Mais de 2.000 fiéis de vários continentes participaram desta grande celebração. Em seu sermão, o Bispo Alfonso de Galarreta explicou a profunda transformação que a ordenação sacerdotal opera na alma do candidato.

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Na sexta-feira, 19 de junho, no Seminário Santo Tomás de Aquino, em Dillwyn, EUA, Dom Bernard Fellay já havia ordenado outros 5 diáconos ao sacerdócio e 10 seminaristas ao diaconato. Clique aqui e veja.

Nota do blog: Colocamos abaixo alguns links sobre a vocação sacerdotal:

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“Senhor, dai-nos sacerdotes,

Senhor, dai-nos santos sacerdotes,

Senhor, dai-nos muitos santos sacerdotes,

Senhor, dai-nos muitas santas vocações religiosas,

Senhor, dai-nos famílias católicas, 

São Pio X, rogai por nós”

OS BRASÕES E LEMAS DOS FUTUROS BISPOS

A poucos dias das sagrações episcopais de 1º de julho de 2026, em Écône, são apresentados os brasões de armas episcopais dos quatro futuros bispos da Fraternidade Sacerdotal São Pio X, acompanhados do significado de seus principais elementos e de seu lema.

Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est

Monsenhor Pascal Schreiber


O Blasonamento (descrição do escudo).

O escudo se apresenta sob a forma de um quartelado (dividido em quatro quartéis distintos):

• Primeiro quartel (no alto, à esquerda): é de sable (preto). Nele se distingue o rosto triunfante de Jesus Cristo, Rei do Universo, coroado com ouro, envolto num nimbo e em raios flamejantes, segundo a visão de São Nicolau de Flüe.

• Segundo e terceiro quartéis (acima, à direita, e embaixo, à esquerda): são idênticos, de goles (vermelho). Cada um é carregado com um leão rampante dourado, segurando em sua pata direita uma pena dourada.

• Quarto quartel (embaixo, à direita) de sable (preto), é carregado com uma estrela com oito raios (oito ramificações) dourada.

Explicação

A divisão do brasão em quatro partes procede de uma longa tradição no espaço germanófono.

No 1º quartel se encontra a parte central do quadro Meditação, de São Nicolau de Flüe, padroeiro da Confederação Suíça; também chamado de “Pai da Pátria” (Martirólogo romano, 21 de março), este santo inspirou a vocação sacerdotal do bispo.

Nesta visão, a cabeça representada simboliza ou a divindade indivisível, ou o Verbo de Deus encarnado, ou um observador humano. O rosto é cercado por seis raios. Três emanam do próprio rosto: um emana da orelha (Deus conhece tudo), o outro, do olho (Deus vê tudo, nada lhe é oculto), o último, da boca (dele jorra toda a sabedoria); os três outros vem de fora e atingem o nimbo, para mostrar que o crente pode, por sua reflexão assídua, alcançar um conhecimento profundo da divindade inaccessível.

Os 2º e 3º quartéis abrigam as armas da família Schreiber. O leão simboliza tradicionalmente a coragem, a força e a realeza, enquanto a pena corresponde ao significado do nome Schreiber (escritor) e valoriza os trabalhos de escrita.

No 4º quartel se encontra uma estrela, que representa ou o Salvador – “uma estrela nascerá de Jacó” (Nm 24, 17), “Sou a estrela resplandescente da manhã” (Ap 22, 16) – ou a Virgem Maria – “Stella Maris”, “Stella Matutina” – que estabelece assim uma conexão com o lema.

Além do mais, a estrela simboliza também São Nicolau. O santo ermita confessou que, enquanto ainda se encontrava no seio de sua mãe, ele tinha visto no céu uma estrela que iluminava o mundo todo. Também do seu eremitério em Ranft, ele via constantemente uma estrela no céu que se parecia com ele.

Enfim, o brasão utiliza as três cores da bandeira alemã: preto, vermelho e dourado, evocando o país onde se localiza o seminário de Zaitzkofen.

O Lema: VIRGO FIDELIS

O lema é de inspiração mariana, e retirado das Ladainhas de Loreto: “Virgo fidelis”, ó Virgem fiel.

Maria é a filha fiel do Pai celeste, a mãe fiel do Filho divino, e a esposa fiel do Espírito Santo. Ela também deve nos ajudar a permanecermos fiéis a Deus.

Este título da Santíssima Virgem Maria é muito caro ao nosso fundador, Dom Marcel Lefebvre. Ele o incluiu nos Estatutos da Fraternidade Sacerdotal São Pio X:

“Os compromissos são renovados anualmente por todos os membros na festa da Imaculada Conceição, em 8 de dezembro. […] Neste dia de bênção, que todos os membros […] solicitem à Virgem fiel a graça da fidelidade aos seus compromissos e a graça da perfeita unidade na caridade para toda a Fraternidade.”
Enfim, a referência à Virgem Maria valoriza as virtudes da força e da pureza, numa época em que elas são tão atacadas.

“Bem-aventurados os puros de coração, pois verão Deus!” (Mt 5, 8).

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Monsenhor Michael Goldade

O Blasonamento (descrição do escudo).

• O campo (o fundo): de azure (azul).

• A bordadura: ornada com um motivo vegetal composto por doze espigas de trigo de ouro (6 de cada lado) unidas por caules entrelaçados.

• O coração (o emblema central): um emblema dourado (amarelo) carregado de um Coração da Vendeia de golas (vermelho). Esse motivo é composto por dois corações entrelaçados, encimados por uma coroa e uma cruz.

Explicação

As doze espigas de trigo são cheias de significado e simbolismo.

Num plano pessoal, as espigas evocam ao mesmo tempo o lugar de origem do bispo – Notre-Dame des Prairies, na Dacota do Norte – e o lugar em que ele cresceu – St. Marys, no Kansas -, dois Estados conhecidos por sua agricultura, porque são os dois maiores produtores de trigo dos Estados Unidos. E o número remete aos doze membros da sua família.

Tanto esse número quanto as espigas são frequentemente utilizados nas Sagradas Escrituras. Recordam-nos a história do Patriarca José, no Antigo Testamento, um dos doze filhos de Jacó, que foi o guardião do trigo do Egito. Ele representa assim a figura profética de São José, pai adotivo do Menino Jesus, o Pão da vida. O mesmo São José também sendo o Padroeiro da Igreja universal e o guardião das vocações.

O trigo também é o símbolo da santa Eucaristia e do santo sacrifício da Missa, que constituem o coração da Fraternidade São Pio X. O número doze, número da plenitude, corresponde ao número de cestos que recolhem as sobras da multiplicação dos pães, e remete igualmente aos Apóstolos, colunas da Igreja.

O fundo azul, no interior do qual se encontra o emblema dourado é uma homenagem à Santa Virgem, campo virginal de onde brota o Pão da Vida; o ouro do emblema designa a divindade do menino que Nossa Senhora carrega. É também uma alusão ao ouro que o nome Goldade evoca.

O símbolo dos dois Corações coroados corresponde à principal devoção da família Goldade aos santos corações de Jesus e de Maria, e representa, certamente, as armas da Fraternidade São Pio X. Esse símbolo está ligado ao lema.

O Lema: ADEAMUS CUM FIDUCIA

Este lema é tirado de São Paulo: “Aproximemo-nos com confiança do trono da graça, a fim de obter misericórdia e encontrar graça para sermos socorridos em tempo oportuno” (Hb 4, 16). São também as primeiras palavras do Introito da missa do Coração Imaculado de Maria (22 de agosto).

Trata-se de um ato de fé e de confiança absoluta na Santíssima Virgem Maria, Medianeira de todas as graças, a quem seu Filho não recusa nada. “A razão da minha esperança é Maria!” (São Bernardo).

A Virgem é designada sob seu título de “Trono da graça”, pois a Sabedoria eterna, fonte de toda graça, quis descansar nela e reinar por meio dela.

Além do mais, esta oração ecoa o início da Santa Missa, evocada pelas espigas: “Subirei ao altar de Deus…” (Sl 42).

Pelos Corações unidos de Jesus e de Maria, por todas as graças que nos advém do santo sacrifício da Missa, temos a certeza do socorro divino em todas as circunstâncias da nossa vida.

“É na esperança que somos salvos!” (Rm 8, 24).

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Monsenhor Michel Poinsinet de Sivry

O Blasonamento (descrição do escudo).

O escudo é “cortado” (dividido horizontalmente em duas partes iguais):

• O chefe (parte superior): de goelas (vermelho), carregado com uma espada prateada guarnecida de ouro, colocada de banda (em diagonal, de baixo, à esquerda, para o alto, à direita), sobre a qual é colocada uma palma de ouro em barra (diagonal inversa).

• A ponta (parte inferior): de azure (azul), carregada com um cisne prateado (branco) com bico dourado, nadando sobre ondas do mesmo metal (representadas por linhas brancas abaixo).

Explicação

Na parte superior, dois emblemas ilustram o lema:

• A espada significa o combate que a Igreja, através dos seus membros, deve conduzir para alcançar o triunfo de Nosso Senhor sobre o Mundo e o pecado, pela aplicação dos frutos da sua Redenção. A espada também é a palavra de Deus: “Tomai também o elmo da salvação e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus” (Ef 6, 17). Esta palavra cortante é a resposta às máximas do mundo.

• A palma simboliza a vitória da Igreja aqui na terra, personificada pelas testemunhas da fé, seus mártires. Ela expressa a alegria e o triunfo que resultam desta vitória.
Na parte inferior se encontra o cisne, tirado das armas familiares, que é um símbolo de fidelidade (o cisne permanece sempre com o seu parceiro) e de pureza (por sua cor branca), duas qualidades inerentes à virtude da fé.

O Lema: FIDES VINCIT MUNDUM

Estas palavras são trechos da 1ª Epístola de São João: “Tudo o que nasceu de Deus, vence o mundo; a vitória que venceu o mundo é a nossa fé” (1 Jo 5, 4). São uma recordação do triunfo de Nosso Senhor Jesus Cristo sobre este mundo que não quis recebê-lo. “Venci o mundo” (Jo 16, 33). É a fé em Nosso Senhor que nos associa a essa vitória.

Também nos recordam que a Igreja sobre a terra é militante: “A vida do homem sobre a terra é um combate” (Jó 7, 1).

Neste lema encontramos expressa, então, a luta entre as “Duas Cidades” (Santo Agostinho) ou os “Dois Estandartes” (Santo Inácio), e a certeza da vitória de Nosso Senhor.

Logo, é um apelo à esperança nos tempos perturbados que vive a Igreja, eco à história particular da Fraternidade e à sua missão providencial.

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Monsenhor Marc Hanappier

O Blasonamento (descrição do escudo).

O campo do escudo é constituído de um único bloco:

• O campo (o fundo): de azure (azul).
• O móvel central: um cordeiro pascal (o Agnus Dei) de prata (branco). O cordeiro é representado passante, a cabeça envolta por um nimbo dourado e marcada por uma cruz de goelas (vermelho). Carrega um bastão cruzado dourado, preso a um estandarte prateado carregado com uma cruz de goelas (a oriflama da Ressurreição). Do seu peito jorra um fluxo de sangue de goelas que se derrama num cálice de ouro colocado aos seus pés.
• O acompanhamento: o cordeiro é circundado por três flores de lírio prateadas, dispostas duas em chefe (no alto) e uma na ponta (embaixo).

Explicação

O Cordeiro vitorioso é aquele do Apocalipse, cujo os anjos e os santos cantam a vitória no Céu: “O Cordeiro que foi imolado é digno de receber o poder, a divindade, a sabedoria, a força, honra, a glória e a benção!” (Ap 5, 12).

É também o Introito da Missa de Cristo Rei. Glorificar o Cordeiro imolado para a nossa salvação, cujo sangue é a nossa vida, tal é o propósito da Igreja. Este sangue é recolhido no cálice da salvação, e comunicado às almas como uma verdadeira bebida para purificá-las e fortalecê-las.

Os lírios são um símbolo da realeza e circundam o Cordeiro.

Representam também a pureza imaculada da Virgem Maria: “Como um lírio entre os espinhos, tal é minha bem-amada entre as donzelas” (Ct 2, 2).
No fundo azul elas também constituem um símbolo francês. Há três delas, como nas armas da cidade de Versalhes, onde reside a família Hanappier.

A Divisa: DIGNUS EST AGNUS

São João Batista testemunhou: “Eis o Cordeiro de Deus” (Jo 1, 36), e esse testemunho suscitou as vocações dos dois primeiros Apóstolos, João e André. O Cordeiro de Deus atrai as vocações.

No Apocalipse, o Cordeiro aparece “de pé, como imolado” (Ap 5, 6): Nosso Senhor Jesus Cristo é ao mesmo tempo o Sumo Sacerdote do Novo Testamento e a Vítima de agradável odor oferecida ao Pai. Esse símbolo evoca o sacerdócio e o santo sacrifício da Missa, onde é implorado a esse Cordeiro para que “tire os pecados do mundo”, para que “tende piedade de nós” e “nos dê a paz”.

No versículo seguinte do mesmo capítulo, o Cordeiro recebe o livro “escrito por dentro e por fora, selado com sete selos” que somente ele pode abrir. Aqui está a chave de toda a história do Mundo: Nosso Senhor Jesus Cristo é o centro da história, “a ele pertencem os tempos” (bênção do círio pascal); nada, nem ninguém, nem nenhum grupo humano, em nenhum tempo, pode se dizer independente dele, e o mistério do mal em toda a história do mundo só pode ser compreendido à luz da Cruz, do sacrifício do Cordeiro, fora do qual não há salvação.

Sim, ele é realmente “digno de receber o poder, a divindade, a sabedoria, a força, a honra, a glória e a bênção!” (Ap 5, 12).

CARTA ABERTA A SUA SANTIDADE O PAPA LEÃO XIV E AOS CARDEAIS DA SANTA IGREJA

Santo Padre,

Eminências Reverendíssimas,

Às vésperas do Consistório que haverá no fim deste mês, e a poucos dias das consagrações episcopais previstas para 1º de julho próximo em Écône, parece-nos ter chegado o momento oportuno para a Fraternidade São Pio X formular uma profissão integral da fé católica, que gostaríamos de entregar nas mãos de Vossa Santidade e de cada um dos Cardeais.

A Igreja sofre hoje em dia, pressionada por novas forças, vindas tanto de dentro quanto de fora, que a impelem em todas as direções possíveis, à exceção, segundo nos parece, da direção certa. Diante de tal sofrimento, não podemos ficar indiferentes.

Não é à Fraternidade São Pio X que cabe indicar o caminho a ser seguido, mas sim à Tradição bimilenar da Igreja, fielmente guardada e transmitida pela Sé Apostólica ao longo dos séculos, e que muitos hoje consideram, na prática, uma realidade ultrapassada, sujeita a uma evolução permanente. Continuar lendo

DILLWYN: ORDENAÇÕES AO DIACONATO E SACERDÓCIO – 2026

Na sexta-feira, 19 de junho, no Seminário Santo Tomás de Aquino, em Dillwyn, EUA, Dom Bernard Fellay ordenou 5 diáconos ao sacerdócio, sendo 2 beneditinos — 1 irlandês e 1 americano — enquanto 10 seminaristas receberam o diaconato — 1 brasileiro (Gabriel Murai), 1 singapuriano, 1 nigeriano e 7 americanos.

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Nota do blog: Colocamos abaixo alguns links sobre a vocação sacerdotal:

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“Senhor, dai-nos sacerdotes,

Senhor, dai-nos santos sacerdotes,

Senhor, dai-nos muitos santos sacerdotes,

Senhor, dai-nos muitas santas vocações religiosas,

Senhor, dai-nos famílias católicas, 

São Pio X, rogai por nós”

TRADITIO: PARTE 3 – DAR A PRÓPRIA VIDA: UMA OBRA DE CARIDADE

OU CLIQUE AQUI PARA ASSISTIR A PARTE 3 – DAR A PRÓPRIA VIDA: UMA OBRA DE CARIDADE

🌐 As legendas estão disponíveis em vários idiomas. Clique em ⚙️ e depois em “Legendas” para selecionar o seu idioma.

O terceiro episódio da série documental TRADITIO – Pelo amor à Igreja é dedicado ao ministério sacramental da Igreja. Por meio da distribuição dos santos óleos e da celebração da Semana Santa, ele destaca a vida litúrgica que santifica as almas, transmite a graça divina e prolonga a obra redentora de Cristo em todo o mundo.

Realizada ao longo de dois anos por dois jovens estudantes da Suíça e da Alemanha, em colaboração com a Casa Geral da FSSPX, esta produção de mais de quatro horas constitui um dos projetos cinematográficos mais ambiciosos já empreendidos pela Fraternidade.

Esse episódio é continuação da Parte2:MISSIONÁRIOS CATÓLICOS AO REDOR DO MUNDO – UMA OBRA DE ESPERANÇA

PRIMEIRAS PROFISSÕES E VOTOS NAS IRMÃS CONSOLADORAS DO SAGRADO CORAÇÃO – 2026

Na sexta-feira, 12 de junho, Festa do Sagrado Coração, 18 noviças fizeram seus primeiros votos de pobreza, castidade e obediência pelas mãos do Padre Davide Pagliarani. Elas se comprometeram, assim, a seguir Cristo na vida religiosa, segundo as constituições das Irmãs Consoladoras do Sagrado Coração.

A Congregação está vivenciando um crescimento excepcional. Nos últimos seis anos, 90 jovens mulheres ingressaram no noviciado em Narni, um sinal particularmente encorajador no contexto atual de declínio das vocações religiosas.

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CLIQUE AQUI para ver a nova igreja das Irmãs que está em construção.

CLIQUE AQUI e veja o belíssimo vídeo da Tomada de Hábito e Primeiros Votos das Irmãs Consoladoras nessa ano de 2025.

CLIQUE AQUI para ver o belo convento adquirido pelas Irmãs

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 “Senhor, dai-nos muitas santas vocações religiosas”

Sobre as Irmãs da FSSPX e a vocação religiosa feminina pode ser visto clicando aquiaquiaquiaquiaqui e aqui.

E para acessar as várias publicações das Irmãs da FSSPX aqui no blog, clique aqui

OS TRADICIONALISTAS SÃO JANSENISTAS: UMA ACUSAÇÃO ERRÔNEA

DA SÉRIE: ASSUNTOS BATIDOS QUE FORAM REQUENTADOS COM AR DE NOVIDADE….

Acusar católicos tradicionalistas de serem “jansenistas” é um tropo desgastado que persiste há décadas. Essa acusação mal formulada geralmente não tem nada a ver com os enigmáticos debates sobre graça e predestinação que definiram o jansenismo histórico do século XVII. Em vez disso, o “jansenismo” é usado como sinônimo pejorativo de rigorismo estéril, frieza espiritual e desobediência eclesiástica. Embora avanços significativos tenham sido feitos nos últimos anos para esclarecer a real história do jansenismo e dos movimentos adjacentes que ele inspirou, é irônico que dois acadêmicos que tem procurado atualizar a compreensão pública sobre o jansenismo tenham voltado a comparar os tradicionalistas católicos a esse movimento condenado pelo Papa.

ACESSE AQUI:

PARTE 1

PARTE 2

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ACESSE NOSSO “ESPECIAL DOS ESPECIAIS” COM OS MAIS DIVERSOS ESTUDOS SOBRE SAGRAÇÕES, OBEDIÊNCIA, CISMA, ESTADO DE NECESSIDADE, JURISDIÇÃO DE SUPLÊNCIA, ECCLESIA DEI, MISSA NOVA, CVII, ECUMENISMO, ETC., CLICANDO AQUI.

AS COMUNIDADES TRADICIONAIS AMIGAS DA FSSPX: UMA FECUNDIDADE EVANGÉLICA

Em torno da Fraternidade São Pio X, uma verdadeira constelação de vida religiosa se manteve ou foi reformada: mais de 20 ramos tradicionais de Ordens e Congregações históricas conservam suas antigas Constituições em todo o seu rigor e beleza, atraindo centenas de jovens, homens e mulheres.

Fonte: DICI – Tradução: Domimus Est

Longe de ser um instituto de retraimento, a Fraternidade Sacerdotal São Pio X define-se, acima de tudo, como uma obra de reconstrução católica. Em um mundo marcado por constantes turbulências e por uma aceleração das reformas modernistas que abalam os fundamentos da fé, ela ergue-se como um baluarte de estabilidade. Sua ambição não é uma luta em si mesma, mas a zelosamente zelada preservação do depósito da fé, para permitir que a Igreja permaneça firme em sua própria identidade. Apoiando-se na liturgia milenar e na doutrina imutável, ela permite que os fiéis se elevem acima das modas passageiras para se unirem à Tradição viva.

Junto aos nossos 738 sacerdotes, 268 seminaristas, 145 irmãos e 87 irmãs oblatas(1), eis um panorama das comunidades religiosas que trabalham conosco na luta pela Igreja, seguindo os passos de Dom Lefebvre.

OS PRIMEIROS COMPANHEIROS

Em sua maioria, forçados a deixar suas comunidades diante da revolução que se seguiu ao Concílio, esses pioneiros fundaram um ramo tradicional de sua Congregação: Continuar lendo

TRADITIO: PARTE 2 – MISSIONÁRIOS CATÓLICOS AO REDOR DO MUNDO – UMA OBRA DE ESPERANÇA

OU CLIQUE AQUI PARA ASSISTIR A PARTE 2 – MISSIONÁRIOS CATÓLICOS AO REDOR DO MUNDO – UMA OBRA DE ESPERANÇA

🌐 As legendas estão disponíveis em vários idiomas. Clique em ⚙️ e depois em “Legendas” para selecionar o seu idioma.

O segundo episódio da série documental Traditio: Pelo Amor da Igreja concentra-se nos missionários católicos, na propagação do Evangelho e na administração dos sacramentos na África, Ásia e Caribe. Produzida ao longo de dois anos por dois jovens estudantes da Suíça e da Alemanha em colaboração com a Casa Geral da FSSPX, esta produção de mais de quatro horas é um dos projetos cinematográficos mais ambiciosos já realizados pela Fraternidade.

 Esse episódio é continuação da Parte1:Tornar-se sacerdote

O “EXAME DE CONSCIÊNCIA PARA A IGREJA” DE LEÃO XIV SE VOLTA CONTRA ELE PRÓPRIO NO TRATAMENTO DADO POR ROMA À FSSPX

Por Robert Morrison

Fonte: The Remnant – Tradução: Dominus Est

A Magnifica Humanitas, de Leão XIV, exorta a Igreja a rejeitar os “abusos de consciência”, a acolher as diversas sensibilidades e a praticar a escuta sinodal — princípios que podem comprometer qualquer tentativa de censura à Fraternidade São Pio X.

Dos 245 parágrafos da encíclica de Leão XIV “sobre a salvaguarda da pessoa humana na era da inteligência artificial (IA)”, Magnifica Humanitas, quatro deles (86 a 89) referem-se a um “exame de consciência para a Igreja”:

“Para concluir, gostaria de abordar um ponto que me é particularmente caro. A Doutrina social não é apenas uma palavra dirigida à sociedade: é também um exame de consciência para a Igreja, casa e escola de comunhão, chamada sempre a averiguar se os princípios evocados neste capítulo são vividos, em primeiro lugar, dentro de si mesma.”(86)

Embora o “exame de consciência” descrito na encíclica se refira principalmente a questões de doutrina social, podemos aplicar os mesmos princípios delineados por Leão XIV a questões mais especificamente relacionadas ao tratamento dado pela Igreja aos católicos. Assim, a análise que se segue aplica o exame de consciência da Magnifica Humanitas à situação da Fraternidade São Pio X (FSSPX). Continuar lendo

TRADITIO: PARTE 1 – TORNAR-SE SACERDOTE – UMA OBRA DE FÉ

OU CLIQUE AQUI PARA ASSISTIR A  PARTE 1 – TORNAR-SE SACERDOTE – UMA OBRA DE FÉ

As legendas estão disponíveis em vários idiomas. Clique em ⚙️ e depois em “Legendas” para selecionar o seu idioma.

Conforme anunciado dias atrás em um Trailer oficial, este primeiro episódio da série documental TRADITIO – Por amor à Igreja é dedicado ao sacerdócio católico, à história da FSSPX e à formação sacerdotal nos seus seminários internacionais. Realizada ao longo de dois anos por dois jovens estudantes da Suíça e da Alemanha em colaboração com a Casa Geral da FSSPX, esta produção de mais de quatro horas é um dos projetos cinematográficos mais ambiciosos alguma vez realizados pela Fraternidade.

CLIQUE AQUI e veja todos os post publicados sobre as vocações e como discerni-las.

Continua na Parte 2: Missionários católicos ao redor do mundo – Uma obra de esperança

ESPETACULAR – TRADITIO, POR AMOR À IGREJA – TRAILER OFICIAL

Legendas disponíveis em francês, inglês, alemão, espanhol, italiano, português, polonês e holandês. Clique em ⚙️ e depois em «Legendas» para escolher o seu idioma.

TRADITIO – POR AMOR À IGREJA é uma série documental em três partes dedicada à vida e ao apostolado dos sacerdotes da Fraternidade Sacerdotal São Pio X em todo o mundo. Produzida ao longo de dois anos por dois jovens estudantes da Suíça e da Alemanha em colaboração com a Casa Geral da FSSPX, a série totaliza mais de quatro horas de filmagem e constitui um dos projetos cinematográficos mais extensos e ambiciosos já realizados pela Fraternidade.

📅 Datas de lançamento:

• Uma obra de fé – 7 de junho de 2026

• Uma obra de esperança – 14 de junho de 2026

• Uma obra de caridade – 21 de junho de 2026 Descubra o apostolado mundial da

FSSPX e o ministério do sacerdote católico ao serviço da Igreja.

AS SAGRAÇÕES PELA IGREJA – PELO PE. JEAN-MICHEL GLEIZE, FSSPX

“Não posso, em sã consciência, deixar estes seminaristas órfãos. Tampouco posso deixá-los órfãos, morrendo sem providenciar o futuro.”
D. Lefebvre, Sermão de 30 de junho de 1988, em Écône.

Fonte: DICI – Tradução: Dominus Est

O episcopado, princípio de vida: o papel do bispo na Igreja

O propósito da sagração episcopal é transmitir, dentro da Igreja, o poder de que as almas tanto necessitam; e esse poder é descrito por D. Lefebvre, seguindo São Paulo, como o de um pai. É à imagem do poder de Deus, que conduz as almas à vida da graça. É o poder de transmitir a vida, e é por isso que privar a Igreja desse poder equivale a secar as próprias fontes de vida dentro dela, privando-a da paternidade. Uma Igreja sem bispos é uma Igreja sem pais, uma Igreja de órfãos, uma Igreja sem futuro, uma Igreja incapaz de se reproduzir e condenada a desaparecer. Assim como a sociedade precisa de pais de família, a Igreja também precisa.

Compreende-se, então, por que as sagrações de 30 de junho de 1988 foi a “Operação Sobrevivência” da Tradição. É a operação que impede que o princípio da vida desapareça.

Duas fontes de vida: jurisdição e ordem.

A palavra “bispo” pode ser entendida em dois sentidos: como alguém que possui o poder da ordem ou como alguém que possui o poder de jurisdição. O poder da Ordem é o poder de santificar, ou seja, o poder de celebrar a Missa, administrar os sacramentos e dar bênçãos. O poder de jurisdição é o poder de governar e ensinar com autoridade. A Igreja é composta por uma única hierarquia, um único conjunto de líderes, mas cujos membros são investidos de dois poderes distintos. O Código de Direito Canônico de 1917 afirma isso claramente no parágrafo 3 do cânon 108: Continuar lendo

31/05/2026 – 200 ANOS DA DECLARAÇÃO DE SÃO PEDRO DE ALCÂNTARA COMO PADROEIRO DO BRASIL

São Pedro de Alcântara confessando Santa Teresa, Museu do Prado

No dia 31 de maio de 1826, a pedido do Imperador Dom Pedro I, o papa Leão XII declarou São Pedro de Alcântara padroeiro do Brasil.

Em tempos de incertezas e de catástrofes internacionais, em tempos de crise moral e crise na Igreja, pedimos a intercessão do santo para que cada um faça sua parte na obra de glorificação de Deus.

Pedimos também a intercessão do santo pelo Brasil e pela Igreja Católica no Brasil]

Fonte

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Nascido em Alcântara, Espanha, 1499; falecido em 18 de outubro de 1562. Seu pai, Pedro Garavita, era governador do lugar, e sua mãe da família nobre de Sanabia. Depois de aprender gramática e filosofia em sua cidade natal, foi enviado aos 14 anos à Universidade de Salamanca. Retornando para casa, tornou-se um franciscano no convento de Observância Estrita em Manxaretes, em 1515. Com 22 anos foi enviado para fundar uma nova comunidade de Observância Estrita em Badajoz. Foi ordenado padre em 1524, e no ano seguinte feito guardião do convento de Santa Maria dos Anjos em Robredillo. Em alguns anos começou a pregar sermões com muito sucesso. Preferia pregar aos pobres; e seus sermões, baseados em sua maioria nos Profetas e Livros Sapienciais, respiram a mais tenra simpatia humana. Os “Frades Menores Descalços” tinham conventos na Espanha e a Custódia de Santa Maria Pietatis em Portugal, no tempo em que São Pedro entrou na ordem.

Eleito ministro da província de São Gabriel em 1538, Pedro pôs-se a trabalhar. No capítulo de Placência em 1540, escreveu as constituições dos Franciscanos de Observância, mas suas ideias severas receberam tamanha oposição que ele renunciou ao ofício de provincial e retirou-se com João de Ávila para as montanhas de Arabida, Portugal, onde se juntou com o Frei Martinho de Santa Maria em sua vida de solidão eremítica. Contudo, outros frades vieram se juntar a eles, e várias comunidades foram criadas – e Pedro escolhido como guardião e mestre de noviços no convento de Pallais. Em 1560, tais comunidades foram erigidas na Província de Arabida. Voltando à Espanha em 1553, ficou mais dois anos em vida solitária, depois viajando descalço até Roma, obtendo permissão do Papa Júlio III para fundar conventos na Espanha sob jurisdição do superior dos Conventuais. Conventos foram erguidos em Pedrosa, Placência e em outros lugares; em 1556 foram transformados num comissariado, com Pedro como superior, e em 1561, em província com o título de São José. Sem desanimar com a oposição sofrida na província de São Gabriel, escreveu as constituições da nova província com maior severidade do que antes. A reforma se espalhou rapidamente para outras províncias da Espanha e Portugal.

Em 1562, a província de São José foi posta sob a jurisdição do superior-geral dos Observantes, e duas novas custódias foram formadas: São João Batista em Valência, e São Simão em Galícia. Além dos associados a São Pedro listados acima, podemos mencionar São Francisco Borja, João de Ávila e o Ven. Luis de Granada. Em Santa Teresa d’Ávila, São Pedro viu uma alma escolhida por Deus para uma grande obra, e o sucesso dela na reforma do Carmelo foi, em grande medida, devido a seu conselho, encorajamento e defesa. Foi uma carta de São Pedro (14 de abril de 1562) que a encorajou a fundar seu primeiro monastério em Ávila, em 24 de agosto do mesmo ano. A autobiografia de Santa Teresa é fonte de muitas informações sobre a vida de São Pedro, seu trabalho, seus dons de milagres e profecias.

Talvez a mais notável das graças de São Pedro foi seu dom de contemplação e sua virtude de penitência. Não menos notável foi seu amor a Deus, que era por vezes tão ardente que lhe causava dor física (como em São Felipe Neri), e frequentes êxtases. A pobreza que praticava e impunha era tão alegre quanto real, e muitas vezes se privava até do necessário para a vida. Em confirmação das virtudes e de sua missão de reforma, Deus fez muitos milagres por sua intercessão e por sua mera presença. Foi beatificado por Gregório XV em 1622, e canonizado por Clemente IX em 1669. Além das constituições dos Franciscanos de Estrita Observância e muitas cartas sobre assuntos espirituais (especialmente para Santa Teresa), compôs um pequeno tratado sobre a oração, que foi traduzido para todas as línguas europeias. Sua festa é no dia 19 de outubro.

(Nota: em 1926, São Pedro de Alcântara foi nomeado padroeiro do Brasil, e em 1962 – no quarto centenário de sua morte – padroeiro de Extremadura)

 

A CASA GERAL DA FSSPX ANUNCIA OS NOMES DOS FUTUROS BISPOS

Documento original aqui.

Nesta oitava de Pentecostes, o Padre Pagliarani, Superior Geral da Fraternidade São Pio X, tem a alegria de anunciar os nomes dos sacerdotes da Fraternidade que foram escolhidos para receber, no dia 1º de julho, em Ecône, a sagração episcopal. 

Em sinal de respeito à autoridade suprema da Igreja universal, os dossiês desses sacerdotes foram apresentados ao Santo Padre, acompanhados de algumas explicações necessárias para a boa compreensão deste processo, no contexto muito particular e excepcional dessas sagrações episcopais.

Os quatro sacerdotes são:

  • Padre Pascal Schreiber, de nacionalidade suíça;
  • Padre Michael Goldade, de nacionalidade americana;
  • Padre Michel Poinsinet de Sivry, de nacionalidade francesa;
  • Padre Marc Hanappier, de nacionalidade francesa.

O Superior Geral reafirma que a seleção e a sagração desses eleitos não decorrem de qualquer desejo de reivindicar poder jurisdicional ou de estabelecer uma autoridade paralela dentro da Igreja. Elas não constituem, de forma alguma, uma negação, uma recusa ou um desafio ao poder jurisdicional supremo, pleno e imediato do Vigário de Cristo sobre a Igreja universal.

A cerimônia 1º de julho não terá outro objetivo senão manter a administração dos sacramentos da Ordem e da Confirmação, bem como dos sacramentais reservados aos bispos, segundo o rito tradicional da Santa Igreja Romana e a fé de sempre. 

O episcopado que esses sacerdotes receberão é, portanto, considerado apenas como um serviço prestado às almas e à Igreja, em meio a esta crise de fé sem precedentes. 

Nossa vontade de servir à Santa Igreja Católica permanece inabalável, conscientes do dever imperativo de transmitir fiel e plenamente aquilo que recebemos, ou seja, aquilo em que a Igreja sempre acreditou, ensinou e praticou.

Menzingen, 26 de maio de 2026

Padre Pascal Schreiber

Com 53 anos de idade, o Reverendo Padre Pascal Schreiber nasceu numa família católica de cinco filhos originária do cantão de Argóvia, na Suíça. Em 1992, ingressa no seminário Herz Jesu de Zaitzkofen, na Alemanha, antes de prosseguir com os estudos em Écône, na Suíça, onde recebe a ordenação sacerdotal no verão de 1998.

Depois de cinco anos de ministério na Alemanha e na Suíça francesa, recebe, em 2003, o encargo de dirigir uma escola secundária para meninos, em Mels, na Suíça alemã.

Dois anos mais tarde, torna-se responsável pela escola primária e secundária para meninas na comuna de Wil, ministério que exerce durante nove anos.

Chamado em 2014 a Rickenbach, sede do distrito da Suíça, exerce ali primeiro a função de ecônomo por dois anos, antes de ser nomeado superior do distrito.

Desde 15 de agosto de 2020, é diretor do seminário Herz Jesu de Zaitzkofen, na Alemanha, onde se dedica à formação de mais de 50 futuros sacerdotes e irmãos oriundos de 16 países. É fluente em alemão e francês, e fala também inglês.

 

Padre Michael Goldade

Originário de Dakota do Norte, e criado em St. Marys, no Kansas, Estados Unidos, o Reverendo Padre Michael Goldade vem de uma família católica de dez filhos, entre os quais se contam três Irmãs da Fraternidade São Pio X. Aos 18 anos de idade, ingressa no seminário de Winona, onde é ordenado sacerdote em 2004.

Exerce o ministério em Armada, estado de Michigan, durante cinco anos, antes de ser chamado para dirigir a casa de retiros de Ridgefield.

Em 2014, é nomeado prior na Cidade do Kansas, onde se ocupa ao mesmo tempo de um priorado, de uma importante paróquia, de uma escola e de uma comunidade de religiosas. A estes encargos vem-se juntar, em 2021, a função de assistente do Superior do Distrito. Nomeado no verão de 2023 como diretor do seminário Santo Tomás de Aquino, na Virgínia, cuida hoje da formação de cerca de 100 seminaristas. Tem 45 anos, fala inglês, estudou francês e possui também algumas noções de espanhol.

Padre Michel Poinsinet de Sivry

De nacionalidade francesa e oriundo de uma família católica de sete filhos, o Reverendo Padre Michel de Poinsinet de Sivry tem 42 anos. Realizou a sua formação sacerdotal no seminário de Flavigny, na França, e a seguir em Écône, onde recebeu a ordenação sacerdotal em 2008.

Tendo iniciado o seu ministério na escola Saint- Joseph-des-Carmes, no sul da França, recebeu, em 2011, o encargo de dirigir a escola primária Saint- Louis, em Paris. Exerceu essa função ao longo de cinco anos, ao mesmo tempo em que atendia uma capela em Seine-Saint-Denis e colaborava no apostolado da igreja de Saint-Nicolas-du-Chardonnet, em Paris.

Torna-se, depois, diretor do ginásio e colégio Saint-Jean-Baptiste-de-La-Salle, em Camblain-l’Abbé, perto de Arras, e ali permanece por seis anos, antes de ser nomeado superior do distrito de Benelux, em 2022, função esta que exerce atualmente. Além de francês, fala também inglês e está aprendendo alemão e holandês.

Padre Marc Hanappier

O Reverendo Padre Hanappier, de nacionalidade francesa, nasceu em 1990, numa família católica de dez filhos, de onde provieram muitas vocações: um dos seus irmãos é sacerdote da Fraternidade, outro, sacerdote dos capuchinhos de Morgon, e uma de suas irmãs é dominicana professora em Saint-Pré.

Formado nos seminários de Flavigny e Écône, recebe a ordenação sacerdotal em 2013. Inicia o seu ministério em França no ensino, primeiro na escola l’Étoile-du-Matin, perto de Bitche, depois na escola Saint-Michel, não longe de Châteauroux.

Em 2020, nomeado professor no seminário de Dillwyn, na Virgínia, antes vai aperfeiçoar o seu domínio do inglês, passando um ano na Escócia, enquanto colabora com o ministério paroquial.

No seminário, ensina principalmente metafísica e dogma, além de, aos domingos, ocupar- se do ministério pastoral em diversas capelas. Fala fluentemente francês e inglês, estudou alemão e tem noções de espanhol.

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SAGRAÇÕES EPISCOPAIS: O QUE O PADRE PAGLIARANI DISSE AOS MEMBROS DA FRATERNIDADE SÃO PIO X

A preparação dos corações às sagrações episcopais

Fonte: DICI – Tradução: Dominus Est

Caros fiéis e amigos,

No contexto da preparação às sagrações episcopais previstas em Écône, em 1º de julho próximo, excepcionalmente desejamos colocar à vossa disposição um editorial que o Reverendíssimo Superior Geral dirigiu, no último dia 7 de março, aos membros da Fraternidade.

Este texto não reconsidera a questão das sagrações em si, mas concentra-se em recordar o espírito no qual elas devem ser preparadas e vividas: espírito de fé, de caridade, de confiança sobrenatural e de amor pela Igreja. Porque não basta esclarecer vossa inteligência, se, ao mesmo tempo, não prepareis o coração.

Além disso, a algumas semanas desta cerimônia tão importante para toda a Igreja, parece-nos conveniente compartilhar estas reflexões com os fiéis e os amigos da Fraternidade, afim que todos possamos nos unir mais profundamente a esta preparação, na oração, sacrifício e paz interior. Continuar lendo

VÍDEO: GERAÇÃO Z QUESTIONA TEÓLOGO DA FSSPX SOBRE AS SAGRAÇÕES

Com a aproximação das sagrações episcopais de 1º de julho em Écône, muitos fiéis católicos se perguntam: por que esse ato é considerado legítimo? O que a teologia católica realmente diz sobre a Igreja, a autoridade, a unidade e o estado de necessidade? Para responder a essas questões cruciais com clareza, o Pe. Jean-Michel Gleize, professor de eclesiologia, responde às perguntas de quatro jovens fiéis.

CLIQUE AQUI E ACESSE O VÍDEO COMPLETO

Capítulos

A importância dos sacramentos

00:44 Por que essas sagrações são tão importantes para a Fraternidade?

01:40 Como podem dizer que é para a Igreja, se agem contra Roma?

02:40 A FSSPX costume falar sobre “Operação Sobrevivência”. O que essa sobrevivência implica ?

03:40 A Igreja ainda se encontra em estado de “sobrevivência” hoje?

O estado de necessidade

05:42 O Estado de Necessidade: o que significa realmente esse argumento da Fraternidade?

06:55 A Fraternidade corre o risco de se desviar para o protestantismo?

07:57 Por que a Fraternidade rejeita o caminho “Ecclesia Dei”, apesar de sua aparente segurança?

08:45 Sacerdotes ordenados sem bispos próprios: por que isso não é suficiente, segundo a Fraternidade ?

Os erros do Vaticano II

09:40 Os erros do Vaticano II são realmente decisivos para a sobrevivência da fé?

11:20 Existem, para os fieis, sinais concretos desse Estado de Necessidade?

12:29 Indefectibilidade da Igreja: A Fraternidade questiona esse dogma?

Quais leis estão sujeitas a exceções?

14:24 O Estado de Necessidade justifica tudo? Quais são os seus verdadeiros limites?

17:02 Sagrações sem mandato pontifício: oposição ao direito divino ou simplesmente à lei eclesiástica?

Cisma ou desobediência?

19:00 Desobediência grave ou cisma? Compreendendo a diferença essencial

20:47 As sagrações de 1º de Julho são intrinsicamente más?

21:22 O que realmente tornaria uma sagração episcopal cismática?

21:57 A Fraternidade já age como se tivesse jurisdição?

24:20 Resistir sem deixar a Igreja: Como distinguir os Bispos da FSSPX dos verdadeiros cismáticos?

Fé e obediência

26:26 Fé e Obediência: Em que se baseia, antes de tudo, a verdadeira unidade da Igreja?

27:30 Uma Igreja sobrenatural, mas visível: como podemos compreender essa unidade?

28:49 É possível obedecer em detrimento da fé?

29:56 O Papa como princípio visível da unidade: Como podemos conciliar a autoridade com a fidelidade à fé?

31:19 Como podemos amar verdadeiramente o Papa em tempos de crise na Igreja?

32:19 Resistir sem se desviar: Como podemos evitar a armadilha do sedevacantismo?

Poder de ordem e poder de jurisdição

34:18 O Poder da Ordem e o Poder da Jurisdição: A distinção fundamental para compreender as sagrações

37:23 O Poder da Ordem e da Jurisdição: por que podem ser distintos apesar de sua união habitual?

39:32 Sagração e missão canônica: por que essa distinção é teologicamente decisiva?

40:41 O Vaticano II objetificou a distinção entre o Poder da Ordem e a Jurisdição?

42:20 A crescente autoridade dos leigos na Igreja confirma a distinção entre Ordem e Jurisdição?

43:16 Ordem e Jurisdição: Os elementos essenciais para a compreensão simples dos fiéis

Objeções de círculos conservadores e da Ecclesia Dei

43:59 Cardeal Sarah: qual é o limite fundamental de sua posição?

44:50 Um bispo é definido, antes de tudo, pelo seu poder de jurisdição?

47:11 Padre de Blignières: seu erro diz respeito ao estado de necessidade ou à unidade da Igreja?

51:41 A liturgia da sagração une intrinsecamente ordem e jurisdição?

Apoio externo

54:38 D. Strickland e Mons. Schneider confirmam a análise da Fraternidade?

55:53 Apoio externo: reforçam o argumento… ou apenas aumenta sua visibilidade?

Excomunhão

56:25 Ameaça de excomunhão: automática, válida… sem alcance real?

1988 e 2026

58:17 1988 e 2026: O que realmente mudou?

1:01:04 1988 e 2026: O mesmo princípio de transmissão sem jurisdição?

1:01:47 O “cisma de Econe” veiculado pela mídia mascara o verdadeiro debate teológico?

O que um fiel deve lembrar?

1:03:07 Às vésperas de 1º de julho: o essencial que cada fiel deve lembrar.

1:04:05 Às vésperas de 1º de julho: que perigo ameaça os fiéis?

1:04:43 Que ato concreto de fé é necessário para permanecer verdadeiramente católico hoje?

1:06:26 O ato de inteligência: que distinção essencial deve ser compreendida para manter a fé?

1:07:23 Em 30 segundos: Por que as consagrações de 2026 são necessárias?

ORAÇÃO PELOS FUTUROS BISPOS PARA SER RECITADA DE 8 DE MAIO A 1º DE JULHO

De 8 de maio, festa de Nossa Senhora Medianeira de todas as graças, até 1º de julho de 2026, festa do Preciosíssimo Sangue de Nosso Senhor, a Fraternidade Sacerdotal São Pio X convida os fiéis a unirem-se numa mesma súplica pelos futuros bispos. Esta oração pede a Deus que suscite pastores cheios de fé, caridade, verdade e zelo apostólico, capazes de conduzir as almas na fidelidade à Igreja e à Tradição católica.
 

ORAÇÃO PELOS FUTUROS BISPOS

Para ser rezada diariamente de 8 de maio, festa de Nossa Senhora Medianeira de Todas as Graças, até 1º de julho de 2026, festa do Preciosíssimo Sangue de Jesus.

“Deus eterno e todo-poderoso, que quereis que todos os homens alcancem a salvação e o conhecimento da verdade, a Vós, cujo Espírito santifica e dirige todo o Corpo da Igreja, humildemente rogamos, pela intercessão de Nossa Senhora Medianeira de todas as graças, que atendais às necessidades da vossa Igreja, derramando sobre os vossos escolhidos a abundância da vossa graça.

Fazei que brilhe neles a constância da fé, a pureza da caridade, a sinceridade da paz.

Que a sua palavra e a sua pregação se apoiem não em persuasivas palavras de sabedoria humana, mas no Espírito e na virtude de Deus.

Que, incansáveis por fora, conservem dentro de si o fervor do Espírito; que tenham em ódio o orgulho, que tenham amor à humildade e à verdade, e não a desertem jamais, vencidos pela lisonja ou pelo medo.

Não façam da luz trevas, nem das trevas luz; não chamem de bom o que é mau, nem de mau o que é bom.

Sintam-se obrigados para com os sábios e os insensatos, para com os letrados e os ignorantes, a fim de que tirem fruto do aproveitamento de todos.

Multiplicai sobre eles a vossa bênção e a vossa graça, de tal sorte que, cheios de piedade graças ao vosso dom, sejam sempre capazes de alcançar pelos seus rogos a vossa divina misericórdia.

Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que vive e reina con’Vosco na unidade do mesmo Espírito Santo, e é Deus, pelos séculos dos séculos. Amém.”

℟. São Pio X.
℣. Rogai por nós.

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TOMADAS DE HÁBITO ENTRE AS IRMÃS DA FSSPX EM PILAR, NA ARGENTINA – 2026

Agora são 226 Irmãs professas 20 noviças.

O Domingo de Quasimodo, 12 de abril de 2026, foi marcado pela cerimônia de profissão religiosa das Irmãs da Fraternidade São Pio X, no Noviciado de Santa Teresa, em Pilar, Argentina. Foi também uma ocasião para agradecer a Deus pelos 40 anos de presença das Irmãs neste país, celebrando este aniversário especialmente na pessoa da Irmã Maria Brígida, que permaneceu nesta terra abençoada por estes 40 anos. Ad multos annos!

Quasimodo geniti infantes… Durante a Missa solene celebrada pelo Padre Cortés, assistido pelo Padre Utrilla e pelo Padre Caliri, 2 noviças fizeram seus primeiros votos. As 23 religiosas presentes cercaram com grande alegria suas irmãs mais novas.

Naquele mesmo dia, no noviciado de Ruffec, França, e no de Browerville, EUA, 7 noviças professaram seus votos e 8 postulantes receberam o hábito religioso, elevando o número de Irmãs professas para 226 e o ​​de noviças para 20. Deo gratias!

As Irmãs da FSSPX são uma congregação verdadeiramente internacional: entre as irmãs que participaram das cerimônias estavam 6 francesas, 6 australianas, 3americanas, 1 chilena, 1 mexicana, 1 polonesa e 1 sul-africana.

Dando graças a Deus por essas vocações, peçamos a Ele que envie muitas outras para esta bela congregação de religiosas fundada por D. Marcel Lefebvre.

 

 “Senhor, dai-nos muitas santas vocações religiosas”

Sobre as Irmãs da FSSPX e a vocação religiosa feminina pode ser visto clicando aquiaquiaquiaquiaqui aqui.

E para acessar as várias publicações das Irmãs da FSSPX aqui no blog, clique aqui

IRMÃS DA FSSPX: 226 IRMÃS PROFESSAS E 20 NOVIÇAS APÓS AS CERIMÔNIAS DE QUASIMODO 2026

O Domingo de Quasimodo, 12 de abril de 2026, foi marcado pela cerimônia de tomada de hábito e profissões religiosas entre as Irmãs da Fraternidade São Pio X.

Quasimodo geniti infantes … Durante a Missa pontifical em Ruffec, rodeado por cerca de 40 sacerdotes, Irmãos e seminaristas, D. de Galarreta entregou o hábito das Irmãs da FSSPX a 6 jovens mulheres, enquanto 1 noviça pronunciava seus primeiros votos e 2 irmãs professas faziam seus votos perpétuos. As 122 freiras presentes cercaram com alegria suas integrantes mais jovens!

No mesmo dia, nos noviciados de Browerville, nos Estados Unidos, e Pilar, na Argentina, 8 noviças professaram seus votos e 2 postulantes receberam o hábito religioso, elevando o número de freiras professas para 226 e o ​​número de noviças para 20. Deo gratias!

Uma congregação internacional por excelência, as Irmãs incluem 6 francesas, 6 australianas, 3 americanas, 1 chilena, 1 mexicana, 1 polonesa e 1 sul-africana.

Agradecendo a Deus por essas vocações, roguemos para que Ele envie muitas mais para esta bela congregação de freiras fundada por D. Lefebvre.

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 “Senhor, dai-nos muitas santas vocações religiosas”

Sobre as Irmãs da FSSPX e a vocação religiosa feminina pode ser visto clicando aquiaquiaquiaquiaqui e aqui.

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ONDE A TRADIÇÃO É VERDADEIRAMENTE VIVIDA, A IGREJA CRESCE.

Um sacerdote húngaro, o padre Daniel Östör, responsável pelo apostolado da juventude da FSSPX na Hungria, regressou de uma viagem de estudos aos Estados Unidos e transmitiu o seguinte relato.

Fonte: DICI – Tradução: Dominus Est

No início da Quaresma de 2026, durante minha viagem aos Estados Unidos, tive a oportunidade de visitar dois lugares de particular importância na vida da Fraternidade São Pio X: a cidade de Armada, no estado de Michigan, e St. Marys, no estado do Kansas. Esses dois lugares diferem em tamanho e história, mas manifestam duas faces da mesma realidade eclesial.

Armada é uma comunidade familiar com cerca de 600 a 800 membros — a primeira fundação da Fraternidade nos Estados Unidos — que se encontra hoje no início de uma nova fase de desenvolvimento. St. Marys, por outro lado, com seus 5.000 a 6.000 mil fiéis, é quase uma pequena cidade católica, e sob essa forma praticamente única no mundo.

A história de Armada remonta aos primórdios da Fraternidade. A comunidade foi fundada em 1973 pelo próprio D. Marcel Lefebvre. Foi uma experiência especial visitar locais diretamente ligados à sua pessoa e à sua obra. Durante a minha estadia, realizou-se um funeral: foi sepultado um pai de família com mais de noventa anos que, após o serviço militar, dedicou toda a sua vida à Fraternidade. Era pai de mais de dez filhos. A presença de numerosos filhos, netos, familiares e fiéis demonstrou de forma impressionante o quanto essas comunidades se apoiam nas famílias. Continuar lendo

A VERDADEIRA QUESTÃO EM JOGO NAS SAGRAÇÕES, SEGUNDO O CARDEAL MÜLLER – PELO PE. JEAN-MICHEL GLEIZE, FSSPX

O cardeal recrimina a Fraternidade por adotar a atitude daqueles que acreditam poder remediar as crises “se escondendo em um canto amuado de uma Igreja dos puros, último bastião de ortodoxia que deseja impor sua reintegração completa na Igreja Católica, convertendo-a ao seu próprio cenáculo”. Na verdade, não seria o contrário? Na realidade, não é a Igreja dos puros do Vaticano II, o último bastião entrincheirado do neomodernismo, que deseja impor uma pseudo unidade da Igreja, uma “plena comunhão eclesial”, convertendo todos os católicos à nova liturgia e à nova teologia do Concílio?

Fonte: DICI – Tradução: Dominus Est

O cardeal Müller, o protótipo do conservador na Igreja?

O cardeal Gerhard Ludwig Müller, nascido em Mainz, em 1947, foi um homem de confiança de Bento XVI. Aliás, foi este último que, em 2 de julho de 2012, quis elevá-lo à dignidade de Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé e, da mesma forma, lhe confiou a Presidência da Pontifícia Comissão Ecclesia Dei. Dois anos depois, em 12 de janeiro de 2014 – tendo o Papa Bento XVI renunciado nesse ínterim – o Papa Francisco o elevou ao cardinalato.

E foi o novo Cardeal Müller que, no outono de 2014, cinco anos após as primeiras discussões doutrinais de 2009-2011, retoma – na sua qualidade de Presidente da Comissão Ecclesia Dei – o diálogo com a Fraternidade São Pio X, e recebe, em Roma, Dom Bernard Fellay, então Superior Geral da referida Fraternidade. Diálogo que atingiu um ponto sem retorno em 6 de junho de 2017, quando o Cardeal Müller, em nome da Santa Sé, enviou a Dom Fellay uma carta na qual era exigido que, no caso de uma normalização canônica da Fraternidade, ou de um restabelecimento da “plena comunhão”, os membros da Fraternidade “declarem, explicitamente, sua aceitação dos ensinamentos do Concílio Vaticano II e daqueles do período pós-conciliar, concedendo às referidas afirmações doutrinárias o grau de adesão que lhes é devido”, e que reconhecessem “não apenas a validade, mas também a legitimidade do Rito da Santa Missa e dos Sacramentos, de acordo com os livros litúrgicos promulgados após o Concílio Vaticano II”(1). Continuar lendo

PORTAS FECHADAS PARA A FSSPX, MAS ABERTAS AO MODERNISMO

No dia 28 de março, os participantes de uma peregrinação organizada pela FSSPX foram impedidos de entrar no Santuário de Nossa Senhora das Dores, em Cuceglio (perto de Turim, Itália). Dom Aldo Rossi, responsável pela peregrinação, leu uma declaração em frente à igreja. Embora a peregrinação tivesse sido anunciada, as portas permaneceram fechadas diante deles.

Fonte: DICI – Tradução: Dominus Est

O jornal La Voce noticiou que vários padres, as Irmãs Consoladoras do Sagrado Coração, bem como numerosos fiéis — incluindo famílias jovens — participaram desta peregrinação de vários quilômetros, alguns carregando uma imagem de Nossa Senhora das Dores. Conforme escreve o jornal, “os fiéis do priorado de São Carlos de Montalenghe haviam organizado uma peregrinação quaresmal, anunciada com antecedência”. “Não houve Missa, nem celebração litúrgica: apenas algumas orações finais, como gesto de devoção”, estavam planejadas.

O jornal laico La Voce prossegue sua reportagem com espanto: segundo suas fontes, a decisão de fechar as portas ao grupo de peregrinos foi tomada pelo reitor do santuário, D. Luca Meinardi, sob influência de seu superior, o bispo de Ivrea, D. Daniele Salera. O jornal comenta: “Uma escolha que inevitavelmente contradiz um vocabulário eclesiástico que, nos últimos anos, tem enfatizado palavras como acolhimento, inclusão, diálogo e misericórdia.”

Declaração de Dom Aldo Rossi

Caros peregrinos, chegamos ao fim desta peregrinação, mas, como podem ver, encontramos as portas do santuário fechadas porque as autoridades religiosas locais se recusaram a abri-las para nós. Isso nos lembra precisamente as palavras de Santo Atanásio — que estávamos examinando esses dias para publicá-las em nosso boletim, Il Cedro — que diz, entre outras coisas, contra os arianos e semiarianos dos primeiros séculos da Igreja: “Vós tendes que permanecer fora dos lugares de culto, mas permaneceis, contudo, dentro da fé”. “Consideremos o que é mais importante: o lugar ou a fé? A verdadeira fé, certamente.” Continuar lendo