NOVENA DO SAGRADO CORAÇÃO INICIA-SE HOJE

As 12 Promessas do Sagrado Coração de Jesus | Arquidiocese de Goiânia

Em preparação para a Festa do Sagrado Coração de Nosso Senhor, segue essa belíssima novena. Rezemos!!

PRIMEIRO DIA – CORAÇÃO AMÁVEL DE JESUS

SEGUNDO DIA -SOLENIDADE DO CORPO DE DEUS

TERCEIRO DIA – CORAÇÃO AMANTE DE JESUS

QUAIRTO DIA – CORAÇÃO DE JESUS, SUSPIRANDO PARA SER AMADO

QUINTO DIA – CORAÇÃO AFLITO DE JESUS

SEXTO DIA – CORAÇÃO MISERICORDIOSO DE JESUS

SÉTIMO DIA – LIBERALIDADE DO CORAÇÃO DE JESUS

OITAVO DIA – CORAÇÃO AGRADECIDO DE JESUS

NONO DIA – CORAÇÃO DE JESUS DESPREZADO

ESPETACULAR – TRADITIO, POR AMOR À IGREJA – TRAILER OFICIAL

Legendas disponíveis em francês, inglês, alemão, espanhol, italiano, português, polonês e holandês. Clique em ⚙️ e depois em «Legendas» para escolher o seu idioma.

TRADITIO – POR AMOR À IGREJA é uma série documental em três partes dedicada à vida e ao apostolado dos sacerdotes da Fraternidade Sacerdotal São Pio X em todo o mundo. Produzida ao longo de dois anos por dois jovens estudantes da Suíça e da Alemanha em colaboração com a Casa Geral da FSSPX, a série totaliza mais de quatro horas de filmagem e constitui um dos projetos cinematográficos mais extensos e ambiciosos já realizados pela Fraternidade.

📅 Datas de lançamento:

• Uma obra de fé – 7 de junho de 2026

• Uma obra de esperança – 14 de junho de 2026

• Uma obra de caridade – 21 de junho de 2026 Descubra o apostolado mundial da

FSSPX e o ministério do sacerdote católico ao serviço da Igreja.

TAPETE VERMELHO PARA UMA “ARCEBISPA”, CARTÃO VERMELHO PARA UM PADRE

Fonte: DICI – Tradução: Dominus Est

Ela apareceu na Basílica de São Pedro, vestida com uma batina púrpura, uma cruz peitoral, um anel episcopal e os sinais exteriores da autoridade apostólica. Foi recebida com todas as honras da pompa romana. Abençoou os bispos católicos na Capela Clementina. E, durante sua audiência com o Papa Leão XIV, foi possível ver duas figuras vestidas da mesma maneira, sentadas na mesma altura, conversando de igual para igual.

Ela é Sarah Mullally, a “arcebispa” de Canterbury, primaz da Comunhão Anglicana. Aos olhos da Igreja Católica, ela não é nem bispa nem sacerdotisa. E mesmo seus correligionários da Federação das Igrejas Anglicanas do Sul (GSFA) – que abrange mais de 10 províncias e aproximadamente 35 milhões de membros, em sua maioria africanos — não a reconhecem como sua líder espiritual, a exemplo do primaz do Sudão do Sul e atual presidente da GSFA, Justin Badi Arama.

No entanto, Leão XIV a recebeu no Vaticano, estendendo o tapete vermelho, assim como Paulo VI havia oferecido e colocado um anel episcopal no dedo de Michael Ramsey, como João Paulo II havia concedido uma bênção conjunta com George Carey, como Bento XVI havia abraçado Rowan Williams e como Francisco havia recebido pessoalmente a bênção de Justin Welby. Todos esses primazes anglicanos que Sarah Mullally sucede, e aos quais ela supera com seu apoio militante ao sacerdócio feminino, à bênção de uniões homossexuais, à posição pró-escolha sobre o aborto, até a afirmação pastoral da ideologia de gênero… Continuar lendo

31/05/2026 – 200 ANOS DA DECLARAÇÃO DE SÃO PEDRO DE ALCÂNTARA COMO PADROEIRO DO BRASIL

São Pedro de Alcântara confessando Santa Teresa, Museu do Prado

No dia 31 de maio de 1826, a pedido do Imperador Dom Pedro I, o papa Leão XII declarou São Pedro de Alcântara padroeiro do Brasil.

Em tempos de incertezas e de catástrofes internacionais, em tempos de crise moral e crise na Igreja, pedimos a intercessão do santo para que cada um faça sua parte na obra de glorificação de Deus.

Pedimos também a intercessão do santo pelo Brasil e pela Igreja Católica no Brasil]

Fonte

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Nascido em Alcântara, Espanha, 1499; falecido em 18 de outubro de 1562. Seu pai, Pedro Garavita, era governador do lugar, e sua mãe da família nobre de Sanabia. Depois de aprender gramática e filosofia em sua cidade natal, foi enviado aos 14 anos à Universidade de Salamanca. Retornando para casa, tornou-se um franciscano no convento de Observância Estrita em Manxaretes, em 1515. Com 22 anos foi enviado para fundar uma nova comunidade de Observância Estrita em Badajoz. Foi ordenado padre em 1524, e no ano seguinte feito guardião do convento de Santa Maria dos Anjos em Robredillo. Em alguns anos começou a pregar sermões com muito sucesso. Preferia pregar aos pobres; e seus sermões, baseados em sua maioria nos Profetas e Livros Sapienciais, respiram a mais tenra simpatia humana. Os “Frades Menores Descalços” tinham conventos na Espanha e a Custódia de Santa Maria Pietatis em Portugal, no tempo em que São Pedro entrou na ordem.

Eleito ministro da província de São Gabriel em 1538, Pedro pôs-se a trabalhar. No capítulo de Placência em 1540, escreveu as constituições dos Franciscanos de Observância, mas suas ideias severas receberam tamanha oposição que ele renunciou ao ofício de provincial e retirou-se com João de Ávila para as montanhas de Arabida, Portugal, onde se juntou com o Frei Martinho de Santa Maria em sua vida de solidão eremítica. Contudo, outros frades vieram se juntar a eles, e várias comunidades foram criadas – e Pedro escolhido como guardião e mestre de noviços no convento de Pallais. Em 1560, tais comunidades foram erigidas na Província de Arabida. Voltando à Espanha em 1553, ficou mais dois anos em vida solitária, depois viajando descalço até Roma, obtendo permissão do Papa Júlio III para fundar conventos na Espanha sob jurisdição do superior dos Conventuais. Conventos foram erguidos em Pedrosa, Placência e em outros lugares; em 1556 foram transformados num comissariado, com Pedro como superior, e em 1561, em província com o título de São José. Sem desanimar com a oposição sofrida na província de São Gabriel, escreveu as constituições da nova província com maior severidade do que antes. A reforma se espalhou rapidamente para outras províncias da Espanha e Portugal.

Em 1562, a província de São José foi posta sob a jurisdição do superior-geral dos Observantes, e duas novas custódias foram formadas: São João Batista em Valência, e São Simão em Galícia. Além dos associados a São Pedro listados acima, podemos mencionar São Francisco Borja, João de Ávila e o Ven. Luis de Granada. Em Santa Teresa d’Ávila, São Pedro viu uma alma escolhida por Deus para uma grande obra, e o sucesso dela na reforma do Carmelo foi, em grande medida, devido a seu conselho, encorajamento e defesa. Foi uma carta de São Pedro (14 de abril de 1562) que a encorajou a fundar seu primeiro monastério em Ávila, em 24 de agosto do mesmo ano. A autobiografia de Santa Teresa é fonte de muitas informações sobre a vida de São Pedro, seu trabalho, seus dons de milagres e profecias.

Talvez a mais notável das graças de São Pedro foi seu dom de contemplação e sua virtude de penitência. Não menos notável foi seu amor a Deus, que era por vezes tão ardente que lhe causava dor física (como em São Felipe Neri), e frequentes êxtases. A pobreza que praticava e impunha era tão alegre quanto real, e muitas vezes se privava até do necessário para a vida. Em confirmação das virtudes e de sua missão de reforma, Deus fez muitos milagres por sua intercessão e por sua mera presença. Foi beatificado por Gregório XV em 1622, e canonizado por Clemente IX em 1669. Além das constituições dos Franciscanos de Estrita Observância e muitas cartas sobre assuntos espirituais (especialmente para Santa Teresa), compôs um pequeno tratado sobre a oração, que foi traduzido para todas as línguas europeias. Sua festa é no dia 19 de outubro.

(Nota: em 1926, São Pedro de Alcântara foi nomeado padroeiro do Brasil, e em 1962 – no quarto centenário de sua morte – padroeiro de Extremadura)

 

CONTRA IULIANUM – FECIT QUIDEM, SED MALE FECIT

A propósito da crítica do Dr. Juliano de Henrique Mello feita à Fraternidade Sacerdotal São Pio X.

No dia 29 de maio de 2026, o fiel católico — e até então frequentador das missas da Fraternidade Sacerdotal São Pio X — e autor do canal e ‘apostolado virtual’ Ergo fecit, Dr. Juliano de Henrique Mello, publicou um vídeo no qual declara publicamente que não frequentará mais as Missas que estiverem sob os cuidados dessa instituição. O motivo de tal decisão, que não poderia ser outro nesta época, é sua discordância quanto a consagração dos quatro bispos dia 01 de julho de 2026 em Écône, Suíça.

Até aí entendo, ainda que discorde. Seria uma escolha sua e nada teríamos a ver com isso. Não é do nosso dever de estado se meter na vida particular alheia.

O problema é que, além de tornar público esse rompimento, ele tornou pública também várias de suas concepções eclesiológicas, filosóficas e metafísicas. Sobre esses absurdos não é possível se calar. Não são detalhes ou vírgulas erradas, mas erros abissais, os quais certamente foram causa desse rompimento.

Leia toda a refutação ao Dr. Juliano pelo link: https://verbumfidelis.substack.com/p/contra-iulianum-fecit-quidem-sed

BOLETIM DO PRIORADO PADRE ANCHIETA (SÃO PAULO/SP) E MENSAGEM DO PRIOR – JUNHO/26

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Caros fiéis,

A Fraternidade São Pio X não busca seu próprio bem, mas o bem da Igreja. É por isso que sempre recusou uma regularização canônica em detrimento da defesa integral da fé. Até o momento, o reconhecimento oficial da Fraternidade por Roma está condicionado à aceitação das novidades do Concílio Vaticano II e das reformas que se seguiram; em particular, o novo rito da missa. Como a Fraternidade recusa essas reformas, ela continua, portanto, a não estar “em plena comunhão”.

No entanto, desde 1988, houve avanços. Ao revogar a injusta excomunhão, o Papa Bento XVI explicou esse gesto aos bispos de todo o mundo: o problema da Fraternidade não é um problema disciplinar, mas sim doutrinário. Também não é, antes de tudo, um problema litúrgico. Assim, o mesmo papa concedeu faculdades especiais aos bispos para permitir maior liberdade da missa tridentina. Esse outro gesto atendeu a um pedido da Fraternidade. Por fim, o Papa Francisco concedeu à Fraternidade a jurisdição para as confissões e os casamentos. Esses poucos anos de quase regularização permitiram que muitas almas conhecessem a Tradição católica. Eles mostraram que era possível oferecer um quadro de referência para aqueles que desejam permanecer-lhe fiéis. Uma única coisa é necessária: a boa vontade das autoridades. Continuar lendo

CONCEITO REALISTA DE HISTÓRIA

Historia De La Filosofia Vol 1 Bac Guillermo Fraile O P | MercadoLivre

[Do Pe. Guillermo Fraile, O. P. (Historia de la Filosofia I, pgs. 61-69)]

A história é um resultado em que se conjugam todas as modalidades que revestem a realidade: a unidade e a diversidade, a necessidade e a liberdade, o determinismo e a contingência, a estabilidade de leis universais com a mobilidade dos acontecimentos particulares sujeitos a múltiplas circunstâncias variáveis e imprevisíveis que influenciam no rumo dos acontecimentos.

O resultado de tantos e tão complexos fatores não pode ser um desenvolvimento orgânico, retilíneo e ascensional. Mas tampouco uma dispersão anárquica e fora de toda lei. Há leis invariáveis que regem a natureza física, e outras menos rigorosas – psicológicas, intelectuais e morais – que afetam a natureza humana. Mas junto com a estabilidade dessas leis sucede também o fortuito, o contingente, o circunstancial e, sobretudo, a intervenção da liberdade, que podem alterar e até mudar radicalmente o rumo da história. Acidente fortuito foi a ocultação dos escritos do Corpus Aristotelicum, e fortuita foi sua recuperação, mas ambas coisas influenciaram decisivamente no caráter da Filosofia antiga e medieval. Fortuito foi o conselho do cardeal De Bérulle a Descartes para que dedicasse seus talentos à defesa do catolicismo contra os “libertinos”, mas disso procedeu uma nova orientação, de consequências incalculáveis para a Filosofia moderna.

A história é uma realidade. Mas nem toda realidade é história, nem é histórica, nem sequer tem história. Devemos especificar o sentido em que entendemos a realidade da história, pois disso provém as múltiplas interpretações que esse conceito permitiu. Continuar lendo

PENTECOSTES: MONS. STRICKLAND DENUNCIA O SILÊNCIO QUE SUFOCA A VERDADE NA IGREJA

Por ocasião do Pentecostes, Mons. Joseph Strickland denunciou o silêncio que atualmente mina a Igreja diante da confusão doutrinal e dos ataques contra a Tradição Católica. Um silêncio de pastores que já não ousam mais falar com clareza. O Bispo Emérito de Tyler menciona, em particular, as crescentes pressões exercidas contra a Fraternidade São Pio X e a missa tradicional, exortando os católicos a reencontrarem a coragem de testemunhar publicamente a verdade.

Fonte: DICI – Tradução: Dominus Est

Existe uma antiga canção de Simon e Garfunkel chamada “The Sound of Silence” (O Som do Silêncio). Muitos de vocês a conhecem. Um trecho diz: “Pessoas falando sem dizer, pessoas ouvindo sem escutar”. Essas palavras ressoam em minha mente com a aproximação do Pentecostes.

Pois vivemos em uma época repleta de ruídos. De palavras sem fim. Comentários sem fim. Pronunciamentos sem fim. Reuniões sem fim. Documentos sem fim. Discussões sem fim. E, no entanto, sob todo esse alvoroço, um silêncio terrível cresce no mundo, e até mesmo em certas partes da Igreja.

Não o silêncio sagrado da oração. Não o silêncio de uma alma ajoelhada diante do Santíssimo Sacramento. Não o silêncio dos monges ou religiosos enclausurados, à escuta do sussurro de Deus. Mas é o silêncio que se instala quando os homens deixam de ouvir o Espírito Santo. Continuar lendo

A CASA GERAL DA FSSPX ANUNCIA OS NOMES DOS FUTUROS BISPOS

Documento original aqui.

Nesta oitava de Pentecostes, o Padre Pagliarani, Superior Geral da Fraternidade São Pio X, tem a alegria de anunciar os nomes dos sacerdotes da Fraternidade que foram escolhidos para receber, no dia 1º de julho, em Ecône, a sagração episcopal. 

Em sinal de respeito à autoridade suprema da Igreja universal, os dossiês desses sacerdotes foram apresentados ao Santo Padre, acompanhados de algumas explicações necessárias para a boa compreensão deste processo, no contexto muito particular e excepcional dessas sagrações episcopais.

Os quatro sacerdotes são:

  • Padre Pascal Schreiber, de nacionalidade suíça;
  • Padre Michael Goldade, de nacionalidade americana;
  • Padre Michel Poinsinet de Sivry, de nacionalidade francesa;
  • Padre Marc Hanappier, de nacionalidade francesa.

O Superior Geral reafirma que a seleção e a sagração desses eleitos não decorrem de qualquer desejo de reivindicar poder jurisdicional ou de estabelecer uma autoridade paralela dentro da Igreja. Elas não constituem, de forma alguma, uma negação, uma recusa ou um desafio ao poder jurisdicional supremo, pleno e imediato do Vigário de Cristo sobre a Igreja universal.

A cerimônia 1º de julho não terá outro objetivo senão manter a administração dos sacramentos da Ordem e da Confirmação, bem como dos sacramentais reservados aos bispos, segundo o rito tradicional da Santa Igreja Romana e a fé de sempre. 

O episcopado que esses sacerdotes receberão é, portanto, considerado apenas como um serviço prestado às almas e à Igreja, em meio a esta crise de fé sem precedentes. 

Nossa vontade de servir à Santa Igreja Católica permanece inabalável, conscientes do dever imperativo de transmitir fiel e plenamente aquilo que recebemos, ou seja, aquilo em que a Igreja sempre acreditou, ensinou e praticou.

Menzingen, 26 de maio de 2026

Padre Pascal Schreiber

Com 53 anos de idade, o Reverendo Padre Pascal Schreiber nasceu numa família católica de cinco filhos originária do cantão de Argóvia, na Suíça. Em 1992, ingressa no seminário Herz Jesu de Zaitzkofen, na Alemanha, antes de prosseguir com os estudos em Écône, na Suíça, onde recebe a ordenação sacerdotal no verão de 1998.

Depois de cinco anos de ministério na Alemanha e na Suíça francesa, recebe, em 2003, o encargo de dirigir uma escola secundária para meninos, em Mels, na Suíça alemã.

Dois anos mais tarde, torna-se responsável pela escola primária e secundária para meninas na comuna de Wil, ministério que exerce durante nove anos.

Chamado em 2014 a Rickenbach, sede do distrito da Suíça, exerce ali primeiro a função de ecônomo por dois anos, antes de ser nomeado superior do distrito.

Desde 15 de agosto de 2020, é diretor do seminário Herz Jesu de Zaitzkofen, na Alemanha, onde se dedica à formação de mais de 50 futuros sacerdotes e irmãos oriundos de 16 países. É fluente em alemão e francês, e fala também inglês.

 

Padre Michael Goldade

Originário de Dakota do Norte, e criado em St. Marys, no Kansas, Estados Unidos, o Reverendo Padre Michael Goldade vem de uma família católica de dez filhos, entre os quais se contam três Irmãs da Fraternidade São Pio X. Aos 18 anos de idade, ingressa no seminário de Winona, onde é ordenado sacerdote em 2004.

Exerce o ministério em Armada, estado de Michigan, durante cinco anos, antes de ser chamado para dirigir a casa de retiros de Ridgefield.

Em 2014, é nomeado prior na Cidade do Kansas, onde se ocupa ao mesmo tempo de um priorado, de uma importante paróquia, de uma escola e de uma comunidade de religiosas. A estes encargos vem-se juntar, em 2021, a função de assistente do Superior do Distrito. Nomeado no verão de 2023 como diretor do seminário Santo Tomás de Aquino, na Virgínia, cuida hoje da formação de cerca de 100 seminaristas. Tem 45 anos, fala inglês, estudou francês e possui também algumas noções de espanhol.

Padre Michel Poinsinet de Sivry

De nacionalidade francesa e oriundo de uma família católica de sete filhos, o Reverendo Padre Michel de Poinsinet de Sivry tem 42 anos. Realizou a sua formação sacerdotal no seminário de Flavigny, na França, e a seguir em Écône, onde recebeu a ordenação sacerdotal em 2008.

Tendo iniciado o seu ministério na escola Saint- Joseph-des-Carmes, no sul da França, recebeu, em 2011, o encargo de dirigir a escola primária Saint- Louis, em Paris. Exerceu essa função ao longo de cinco anos, ao mesmo tempo em que atendia uma capela em Seine-Saint-Denis e colaborava no apostolado da igreja de Saint-Nicolas-du-Chardonnet, em Paris.

Torna-se, depois, diretor do ginásio e colégio Saint-Jean-Baptiste-de-La-Salle, em Camblain-l’Abbé, perto de Arras, e ali permanece por seis anos, antes de ser nomeado superior do distrito de Benelux, em 2022, função esta que exerce atualmente. Além de francês, fala também inglês e está aprendendo alemão e holandês.

Padre Marc Hanappier

O Reverendo Padre Hanappier, de nacionalidade francesa, nasceu em 1990, numa família católica de dez filhos, de onde provieram muitas vocações: um dos seus irmãos é sacerdote da Fraternidade, outro, sacerdote dos capuchinhos de Morgon, e uma de suas irmãs é dominicana professora em Saint-Pré.

Formado nos seminários de Flavigny e Écône, recebe a ordenação sacerdotal em 2013. Inicia o seu ministério em França no ensino, primeiro na escola l’Étoile-du-Matin, perto de Bitche, depois na escola Saint-Michel, não longe de Châteauroux.

Em 2020, nomeado professor no seminário de Dillwyn, na Virgínia, antes vai aperfeiçoar o seu domínio do inglês, passando um ano na Escócia, enquanto colabora com o ministério paroquial.

No seminário, ensina principalmente metafísica e dogma, além de, aos domingos, ocupar- se do ministério pastoral em diversas capelas. Fala fluentemente francês e inglês, estudou alemão e tem noções de espanhol.

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O CORAÇÃO DE UMA MÃE….E A HISTÓRIA DE DOIS SACERDOTES

“Quem diria à sua mãe que o bebê que ela salvou, um dia ajudaria a salvar sua alma?”

Fonte: Nieves’s Substack – Tradução: Dominus Est

Esta história tem início em dezembro de 2023, no dia em que minha mãe, de 86 anos,recebeu o diagnóstico de câncer de pâncreas. Mas, na verdade, tudo começou muito antes disso, e é difícil para mim dizer exatamente quando. Um dos nossos padres disse certa vez que Deus olha para o tempo à distância. Ele olha para a grande tapeçaria de nossas vidas e diz: “Dê-me tempo, dê-me 20, 30 ou 50 anos e eu realizarei”. Poderíamos dizer que esta história começou quando nossa família decidiu se mudar do Velho Mundo para o Novo, em 2018. Ou talvez tenha começado quando meu marido americano decidiu se mudar para a Espanha em 2001 a trabalho e acabou ficando lá por 18 anos – depois de me conhecer, casar e ter três filhos. Ou talvez tenha começado quando meus pais, originários da Espanha, decidiram na juventude que queriam uma vida melhor e se mudaram para a Alemanha, onde passariam a maior parte de suas vidas até a aposentadoria… Mas gosto de pensar que tudo começou no dia em que minha mãe soube, por meio de uma colega de trabalho, que estava grávida novamente e que não queria ficar com o bebê, considerando a possibilidade de fazer um aborto. Minha mãe, uma boa mulher que, na década de 60, havia se afastado da fé católica tradicional em que fora criada e se convertido ao protestantismo, nunca deixou, porém, de rezar a Deus nem de distinguir o certo do errado, como a Santa Igreja Católica lhe ensinara. Ela sabia que o aborto era errado, sabia que significaria a morte de um bebê e não podia permitir que isso acontecesse. Além disso, meus pais, que tentavam ter um filho desde quando se casaram, muitos anos antes, não tinham conseguido engravidar. Minha mãe pediu à colega de trabalho que esperasse, que ela falaria com o marido e pediria que ele concordasse em adotar o bebê. Meu pai, muitas vezes um homem difícil, em parte devido à sua infância difícil, não teve dúvidas: eles acolheriam essa criança e a criariam como se fosse sua. Continuar lendo

SAGRAÇÕES EPISCOPAIS: O QUE O PADRE PAGLIARANI DISSE AOS MEMBROS DA FRATERNIDADE SÃO PIO X

A preparação dos corações às sagrações episcopais

Fonte: DICI – Tradução: Dominus Est

Caros fiéis e amigos,

No contexto da preparação às sagrações episcopais previstas em Écône, em 1º de julho próximo, excepcionalmente desejamos colocar à vossa disposição um editorial que o Reverendíssimo Superior Geral dirigiu, no último dia 7 de março, aos membros da Fraternidade.

Este texto não reconsidera a questão das sagrações em si, mas concentra-se em recordar o espírito no qual elas devem ser preparadas e vividas: espírito de fé, de caridade, de confiança sobrenatural e de amor pela Igreja. Porque não basta esclarecer vossa inteligência, se, ao mesmo tempo, não prepareis o coração.

Além disso, a algumas semanas desta cerimônia tão importante para toda a Igreja, parece-nos conveniente compartilhar estas reflexões com os fiéis e os amigos da Fraternidade, afim que todos possamos nos unir mais profundamente a esta preparação, na oração, sacrifício e paz interior. Continuar lendo

O QUE ACONTECERÁ EM 1º DE JULHO DE 2026?

SAGRAÇÕES EPISCOPAIS NA FSSPX? APRENDENDO COM O PASSADO | DOMINUS EST

Mesmo nas colunas “moderadas” da Paix Liturgique, há uma posição claramente a favor das sagrações.

Uma análise de Philippe de Labriolle

Fonte: Paix Liturgique – Tradução: Dominus Est

O prazo de 1º de julho de 2026, estabelecido pela FSSPX para proceder com a sagração de bispos inegavelmente fiéis à Tradição da Igreja e à Fé Católica recebida dos Apóstolos, é um prenúncio bem-vindo de um dia de alegria. Aqueles que lamentam a política de autoafirmação de Ecône, mesmo compartilhando a Fé imutável e sendo adeptos do vetus ordo, se deparam com a ambiguidade de sua posição. Seus antecessores, tendo lamentado em 1988 as sagrações que Roma não desejava, deixaram a FSSPX na esperança de que a Santa Sé lhes agradeceria. O grupo Ecclesia Dei (1988/2019), formado para dar essa impressão, jamais serviu de baluarte, muito menos de um refúgio, contra a fúria dos Ordinários que, vangloriando-se no púlpito de estarem abertos a todos, reservavam sua ira apenas para os católicos tradicionalistas, salvo raras exceções.

O que acontecerá, de uma perspectiva humana, após essas novas sagrações? A priori, nada, a não ser incluir os novos bispos sagrados no próximo dia 2 de julho na situação geral da FSSPX, a qual, ao longo de 30 anos, passou de uma excomunhão de grande proporção à validação de suas confissões pelo Papa e de seus casamentos pelos Ordinários por ordem papal. Mas não entremos em detalhes. Em resumo, as sagrações de 1988, uma vez passado o choque inicial, foram assimiladas. O mesmo ocorrerá com as seguintes, em virtude da jurisprudência, e porque a Igreja não pode renunciar formalmente à sua Tradição sem assumir a responsabilidade por heresias cuja acumulação equivale a um cisma. Os conciliaristas estão no poder: o cisma emocional e cognitivo mascara, cada vez menos, o cisma real. Continuar lendo

A HIPOCRISIA ECLESIADISTA: SILÊNCIO SOBRE OS ESCÂNDALOS DE ROMA, CRÍTICAS FERRENHAS CONTRA AS SAGRAÇÕES DE ÉCÔNE

Fonte: Media Presse Info – Tradução: Dominus Est

No âmbito das polêmicas eclesiásticas do momento, poucos espetáculos são mais edificantes do que o de um oponente flagrado em contradição. É precisamente o caso das comunidades Ecclesia Dei que, desde o anúncio das próximas sagrações episcopais da Fraternidade São Pio X, competem entre si para condenar o que chamam enfaticamente de “ato cismático”. Um curioso entusiasmo, de fato, por parte de instituições que, diante dos mais graves escândalos doutrinais oriundos da própria Roma, mantêm silêncio absoluto! Essa geometria variável da indignação merece um exame mais detalhado, na medida em que lança uma luz implacável sobre a verdadeira natureza do que convém chamar de eclesiadismo contemporâneo.

O silêncio cúmplice diante dos excessos romanos

Recordemos, antes de tudo, os fatos. A Fraternidade São Pio X emitiu uma declaração sobre a Amoris Laetitia em 2 de maio de 2016 , denunciando com notável clareza os erros contidos nessa exortação pós-sinodal que subverteu a doutrina tradicional sobre o matrimônio e a família. Onde estavam as vozes da Fraternidade de São Pedro, do Instituto de Cristo Rei Sumo Sacerdote, do Instituto do Bom Pastor e de todas aquelas comunidades que hoje se revestem com as aparências da ortodoxia? Onde estavam seus protestos contra o que foi, de fato, uma revolução pastoral de magnitude sem precedentes?

Foi um silencio absoluto. Pior ainda, foi cúmplice. Pois essas comunidades “eclesiásticas” devem, em contrapartida, reconhecer a nova Missa como um rito legítimo e abster-se de denunciar os erros do Vaticano II. Este é o preço do seu reconhecimento canônico: a aceitação tácita de todos os desvios, desde que lhes seja concedido o uso da liturgia tradicional. Tal silêncio constitui, em si mesmo, uma cumplicidade culpável.

Essa atitude não é nova. Para obter o reconhecimento canônico da Igreja conciliar, as comunidades Ecclesia Dei concordaram em calar-se sobre os erros doutrinais e escândalos da hierarquia eclesiástica, chegando até mesmo a justificá-los. O exemplo do Mosteiro de Barroux é particularmente elucidativo a esse respeito. Dom Gérard, seu Superior, havia declarado que o reconhecimento de seu mosteiro por Roma não implicaria “nenhuma concessão doutrinal ou litúrgica” e que “nenhum silêncio seria imposto à sua pregação antimodernista “. Os acontecimentos subsequentes demonstraram a futilidade de tais garantias: poucos anos depois, o mosteiro de Barroux tornou-se defensor do Concílio Vaticano II e da liberdade religiosa.

A indignação seletiva dos ralliés(1)

Mas eis que a Fraternidade São Pio X anunciou sua intenção de prosseguir com novas sagrações episcopais e, de repente, um milagre! As línguas se soltaram, as canetas se agitaram, a indignação explodiu. A edição de abril de 2026 do Courrier de Rome oferece um estudo doutrinal de primeira linha sobre a natureza do episcopado, em resposta às críticas formuladas pelo movimento Ecclesia Dei, particularmente pela Fraternidade de São Pedro. Pois é preciso reconhecer que essas comunidades, tão rápidas em se calar diante dos erros doutrinais da hierarquia moderna, de repente encontram uma voz estrondosa quando se trata de condenar atos de resistência tradicional.

Essa diferença de tratamento não é acidental, mas inerente à própria lógica do pensamento eclesiástico. Todos aqueles que desaprovam as sagrações de 1988 também adotam uma avaliação muito menos alarmista da crise da Igreja do que a Fraternidade São Pio X. Isso ocorre porque não conseguem enxergar o Estado de Necessidade dentro da Igreja. O problema fundamental não é a questão do reporte de D. Lefebvre a Roma em 1988, mas sim a avaliação feita do desastre conciliar. Eis o cerne da questão: aqueles que minimizam a gravidade da crise não conseguem compreender a necessidade de medidas excepcionais.

Hipocrisia teológica

É preciso aprofundar a análise e reconhecer que essa atitude revela uma hipocrisia teológica fundamental. Afinal, o que é mais grave: realizar sagrações episcopais sem mandato pontifício para garantir a sobrevivência da Tradição católica, ou permitir que os erros doutrinários mais perniciosos se espalhem sem protestar? O que há de mais escandaloso: violar uma regra disciplinar para preservar a integridade da fé, ou calar-se complacentemente diante da subversão dessa mesma fé por aqueles que têm a missão de guardá-la?

A resposta é evidente para qualquer católico genuinamente formado, ou mesmo simplesmente de boa fé. Sem dúvida, o recente Motu proprio Traditionis custodes vem dar razão à prudência do fundador da Fraternidade São Pio X e justificar, de um ponto de vista estratégico, o ato da operação de sobrevivência da Tradição realizado em 30 de junho de 1988. Por esse mesmo fato, D. Lefebvre condenava antecipadamente a estratégia excessivamente tímida de todos aqueles que ainda esperavam alguma benevolência por parte das autoridades modernistas.

Os acontecimentos recentes apenas confirmam essa análise profética. Reunidos em 31 de agosto, 12 Superiores desses Institutos estabelecidos na França assinaram uma (vergonhosa) carta conjunta expressando sua reação ao motu proprio Traditionis custodes do Papa Francisco. Eles manifestaram contra sua adesão ao Magistério do Vaticano II e aos ensinamentos posteriores, e se dirigiram aos bispos da França, em uma linguagem patética e lacrimosa, a fim de implorar sua compreensão e misericórdia.

A armadilha do reconhecimento canônico

Esta situação lamentável ilustra perfeitamente a armadilha em que caíram as comunidades Ecclesia DeiEste silêncio é o preço a pagar pelo reconhecimento oficial e pela possibilidade de ministrar nas dioceses. Mas que tipo de ministério se pode exercer de forma autêntica quando se proíbe a si mesmo de denunciar as próprias causas da destruição da fé? Em particular, alguns membros dessas comunidades reconhecem os estragos causados pelo modernismo triunfante na Igreja. Mas, em público, permanecem em silêncio sobre as causas da destruição da fé nas almas, que, no entanto, como qualquer sacerdote, têm o dever de denunciar e combater.

Essa contradição entre a convicção privada e a atitude pública só pode conduzir a uma lenta, porém inexorável, da mente. É extremamente difícil permanecer fiel aos próprios princípios em um ambiente contaminadoOs sacerdotes, em particular, são silenciados pela engrenagem da máquina eclesiástica. O sacerdote convertido se vê dividido entre o desejo de fazer o bem e a obediência ao bispo local e ao Papa. Seus sermões inevitavelmente refletem isso.

O Instituto de Cristo Rei Sumo Sacerdote oferece um exemplo particularmente revelador dessa evolução. O Instituto de Cristo Rei (ICR) é por vezes considerado uma terceira via entre a rejeição do Concílio (Fraternidade São Pio X e comunidades afins) e o alinhamento dos grupos da Ecclesia Dei (Fraternidade São Pedro, Instituto Bom Pastor, etc.) à linha geral da Roma atual. O ICR é visto como um meio-termo moderado, uma espécie de ponte diplomática, que concilia o reconhecimento oficial, o tradicionalismo genuíno e uma certa boa vontade para com a Fraternidade. Mas essa “terceira via” revela-se uma ilusão, como demonstra a aceitação, por parte dos sacerdotes do ICR, da concelebração da Missa Crismal com bispos diocesanos.

Neste ponto, só podemos agradecer à Divina Providência por ter salvado a FSSPX no último minuto, e em diversas ocasiões, do suicídio planejado entre 2009 e 2018.

O ensino da história

A história dos últimos 30 anos nos dá uma lição incontestável. Ao verem a armadilha se fechando, será que os Institutos Ecclesia Dei irão se recompor? Ou, para salvar a própria pele, vão se curvar ainda mais? Infelizmente, a atitude que têm demonstrado nos últimos 30 anos deixa pouca esperança.

Diante dessa deriva, a posição da Fraternidade São Pio X e das demais comunidades que a apoiam ou compartilham sua linha teológica parece ser a única coerente com as exigências da fé católica. A carta de 18 de fevereiro de 2026, assinada pelo Pe. Davide Pagliarani, Superior Geral da Fraternidade São Pio X, constitui um documento crucial para a compreensão do estado real das relações com Roma. O tom é respeitoso, a estrutura metódica, mas o conteúdo é inequívoco. A recusa é clara. Ele escreve que não pode aceitar “a perspectiva e os objetivos em nome dos quais o Dicastério propõe a retomada do diálogo na conjuntura atual “.

Essa firmeza, longe de ser obstinação, provém de uma lucidez teológica que 38 anos de crise apenas confirmaram. Ela cita, em particular, Redemptor hominis, Ut unum sint, Evangelii gaudium, Amoris laetitia e menciona Traditionis custodes. Segundo ela, esses textos demonstram que o quadro doutrinal já está determinado. Nessas condições, o que poderia o diálogo esperar senão a capitulação total aos erros modernos?

Conclusão: uma farsa

O contraste marcante entre o silêncio cúmplice das comunidades Ecclesia Dei diante dos escândalos doutrinários de Roma e sua indignação ruidosa diante das ordenações tradicionalistas revela abertamente a verdadeira natureza de sua postura. Não se trata de defender a fé católica em sua integridade, mas de preservar a todo custo um reconhecimento canônico conquistado a um alto preço, à custa do silêncio sobre questões essenciais. Ouvimos pouco do Padre de Blignières, por exemplo, denunciar a…(zzz)

Essa atitude constitui uma grande impostura teológica, pois inverte a ordem das prioridades católicas: onde se deveria clamar, cala-se; onde se deveria compreender e apoiar, condena-se e injuria-se. Tal inversão de valores só pode resultar de uma cegueira espiritual cujas consequências ultrapassam em muito o destino particular dessas comunidades, comprometendo o próprio futuro da Tradição católica.

O tempo dos compromissos e das meias-medidas acabou. É hora de resistência integral diante da subversão modernista, mesmo que isso implique a incompreensão daqueles que preferiram a segurança canônica à integridade doutrinária. Pois, como profeticamente anunciou Dom Lefebvre, é melhor estar na verdade sem o reconhecimento oficial do que no erro com as honras do mundo.

  1. https://catolicosribeiraopreto.com/catecismo-das-verdades-oportunas-os-rallies-vistos-por-mons-lefebvre/

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SOBRE A DECLARAÇÃO RECENTE DO CARDEAL FERNANDEZ (13 DE MAIO DE 2026) – PELO PE. JEAN-MICHEL GLEIZE, FSSPX

“Médico, cura-te a ti mesmo” (Lc 4, 23)

Fonte: DICI – Tradução gentilmente cedida pelo nosso amigo André Abdelnor Sampaio

1. O Gabinete de Imprensa do Vaticano publicou, nesta quarta-feira, 13 de maio de 2026, a seguinte declaração do cardeal Fernandez, Prefeito do Dicastério para a Doutrina da Fé:

No que diz respeito à Fraternidade Sacerdotal São Pio X, reiteramos o que já foi comunicado. As ordenações episcopais anunciadas pela Fraternidade Sacerdotal São Pio X não são acompanhadas do correspondente mandato pontifício. Este gesto constituirá “um ato cismático” (João Paulo II, Ecclesia Dei, n.º 3) e “a adesão formal ao cisma constitui uma grave ofensa a Deus e acarreta a excomunhão prevista pelo direito da Igreja” (ibid., 5c; cf. Conselho Pontifício para os Textos Legislativos, Nota explicativa, 24 de agosto de 1996).

O Santo Padre continua, em suas orações, a pedir ao Espírito Santo que ilumine os responsáveis da Fraternidade Sacerdotal São Pio X, para que reconsiderem a gravíssima decisão que tomaram.

Do Vaticano, 13 de maio de 2026

2. Há aqui, portanto, matéria de Direito Canônico, no capítulo das penas impostas por eventuais delitos. Mas isso não é novidade. A novidade que aparece nesta declaração de Roma é que as sagrações episcopais previstas para o próximo 1.º de julho não serão “acompanhadas do correspondente mandato pontifício”. Da parte de um Prefeito de dicastério do Vaticano, esta incisa equivale, de modo bastante claro, a fazer entender à Fraternidade que o Papa Leão XIV se recusará a autorizar as sagrações.

3. De certa forma, tampouco isso é novidade, pois é a repetição do que a Fraternidade já viveu em 1988. No sermão que proferiu no dia das sagrações, em 30 de junho, Dom Lefebvre já aludia a diferentes estudos canônicos redigidos por especialistas na matéria, nos quais se podia apoiar para legitimar o ato da sagração episcopal naquela circunstância de 30 de junho. Entre esses estudos(1), o do professor Rudolf Kaschewsky(2) foi publicado inicialmente no número de março-abril de 1988 da Una Voce-Korrespondenz. Continuar lendo

DECLARAÇÃO DE FÉ CATÓLICA ENDEREÇADA AO PAPA LEÃO XIV

Declaração de Fé católica endereçada a Sua Santidade, o papa Leão XIV, pelo Padre Davide Pagliarani Superior-Geral da Fraternidade Sacerdotal São Pio X.

Tradução gentilmente cedida pelo nosso amigo André Abdelnor Sampaio.

Santíssimo Padre,

Há mais de cinquenta anos, a Fraternidade São Pio X se esforça por expor à Santa Sé o seu caso de consciência diante dos erros que destroem a fé e a moral católicas. Infelizmente, todas as discussões iniciadas permaneceram sem resultado, e todas as preocupações expressas não receberam nenhuma resposta verdadeiramente satisfatória.

Há mais de cinquenta anos, a única solução realmente considerada pela Santa Sé parece ser a das sanções canônicas. Para nosso grande pesar, parece-nos que o direito canônico é utilizado não para confirmar na fé, mas para afastar dela.

Pelo texto que se segue, a Fraternidade São Pio X tem a alegria de expressar a Vossa Santidade, de modo filial e sincero, nas circunstâncias presentes, o seu apego à fé católica, sem nada ocultar, nem a Vossa Santidade, nem à Igreja universal. Continuar lendo

CARTA DOS SUPERIORES DA FSSPX AO CARDEAL GANTIN, DE 6 DE JULHO DE 1988 – QUE PODE SER ATUALIZADA PARA CARD. FERNANDEZ EM 13 DE MAIO DE 2026 (*)

Cardeal Victor Manuel Fernandez

(*) Essa título foi colocado de forma ilustrativa, apenas como um paralelo entre a situação da época e a contemporânea. Não é um comunicado oficial atual da FSSPX. 

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Após uma declaração lacônica datada de hoje, 13 de maio de 2026, o Vaticano, por meio do Cardeal Victor Manuel Fernandez (foto), declara mais uma vez que as futuras sagrações episcopais anunciadas por D. Davide Pagliarani para 1º de julho (1) constituirão um “ato cismático e levarão à excomunhão“.

Neste aniversário da primeira aparição de Nossa Senhora em Fátima, convidamos todos os fiéis a rezar ao Espírito Santo para que ilumine as mais altas autoridades romanas, a fim de que revertam os seus passos nocivos e anticatólicos resultantes do desastroso Concílio Vaticano II.

Confiando na oração preparada para este fim, que Nossa Senhora apoie a corajosa decisão de D. Davide – e de seu Conselho – de restaurar tudo em Cristo, como fizeram seus predecessores na atualíssima Carta Aberta abaixo, enviada ao Cardeal Gantin, Prefeito da Congregação para os Bispos, e datada de 6 de julho de 1988.

LEIAM COM EXTREMA ATENÇÃO

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CARTA ABERTA A SUA EMINÊNCIA O CARDEAL GANTIN PREFEITO DA CONGREGAÇÃO PARA OS BISPOS – 06  DE JULHO DE 1988

Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est

Eminência,

Reunidos em torno de seu Superior Geral, os Superiores dos Distritos, Seminários e Casas Autônomas da Fraternidade Sacerdotal São Pio X consideram oportuno expressar-lhes respeitosamente as seguintes reflexões. Continuar lendo

13 DE MAIO – FESTA DE NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

Resultado de imagem para nossa senhora de fatima

CLIQUE NA IMAGEM PARA ACESSAR O TEXTO E O VÍDEO SOBRE A FESTA

SOBRE A TENDÊNCIA DOS REJEITADOS EM DECLARAR A SÉ VACANTE

Sobre la tendencia de los rebotados a declarar la sede vacante

Fonte: InfoVaticana – Tradução gentilmente cedida por um amigo

Os chamados redentoristas transalpinos – conhecidos como Transalpine Redemptorists – são uma comunidade de perfil tradicional que, após um período inicial na órbita da Fraternidade Sacerdotal São Pio X, foi regularizada durante o pontificado de Bento XVI e incardinada em uma diocese da Nova Zelândia. Naquele tempo, aceitaram uma interpretação do Concílio Vaticano II à luz da Tradição e compatível com seu carisma.

Sua vida austera e estrita sensibilidade litúrgica não lhes impediram de se manter dentro da estrutura eclesial – até agora. Uma intervenção disciplinar motivada por denúncias internas, que apontam para práticas extremas em sua vida comunitária, causou uma reviravolta abrupta também no plano doutrinal.

Primeiro o conflito, depois a doutrina

A partir deste momento, reproduziu-se um padrão que aparece com demasiada frequência: o conflito pessoal ou institucional precede à ruptura doutrinal. De repente, o que foi tolerado ou aceito durante anos passa a ser denunciado como ilegítimo. No momento em que tem o calo pisado, subitamente o Concílio Vaticano II deixa de ser defensável, a reforma litúrgica torna-se herética e questiona-se a própria legitimidade do Papa. Continuar lendo

VÍDEO: GERAÇÃO Z QUESTIONA TEÓLOGO DA FSSPX SOBRE AS SAGRAÇÕES

Com a aproximação das sagrações episcopais de 1º de julho em Écône, muitos fiéis católicos se perguntam: por que esse ato é considerado legítimo? O que a teologia católica realmente diz sobre a Igreja, a autoridade, a unidade e o estado de necessidade? Para responder a essas questões cruciais com clareza, o Pe. Jean-Michel Gleize, professor de eclesiologia, responde às perguntas de quatro jovens fiéis.

CLIQUE AQUI E ACESSE O VÍDEO COMPLETO

Capítulos

A importância dos sacramentos

00:44 Por que essas sagrações são tão importantes para a Fraternidade?

01:40 Como podem dizer que é para a Igreja, se agem contra Roma?

02:40 A FSSPX costume falar sobre “Operação Sobrevivência”. O que essa sobrevivência implica ?

03:40 A Igreja ainda se encontra em estado de “sobrevivência” hoje?

O estado de necessidade

05:42 O Estado de Necessidade: o que significa realmente esse argumento da Fraternidade?

06:55 A Fraternidade corre o risco de se desviar para o protestantismo?

07:57 Por que a Fraternidade rejeita o caminho “Ecclesia Dei”, apesar de sua aparente segurança?

08:45 Sacerdotes ordenados sem bispos próprios: por que isso não é suficiente, segundo a Fraternidade ?

Os erros do Vaticano II

09:40 Os erros do Vaticano II são realmente decisivos para a sobrevivência da fé?

11:20 Existem, para os fieis, sinais concretos desse Estado de Necessidade?

12:29 Indefectibilidade da Igreja: A Fraternidade questiona esse dogma?

Quais leis estão sujeitas a exceções?

14:24 O Estado de Necessidade justifica tudo? Quais são os seus verdadeiros limites?

17:02 Sagrações sem mandato pontifício: oposição ao direito divino ou simplesmente à lei eclesiástica?

Cisma ou desobediência?

19:00 Desobediência grave ou cisma? Compreendendo a diferença essencial

20:47 As sagrações de 1º de Julho são intrinsicamente más?

21:22 O que realmente tornaria uma sagração episcopal cismática?

21:57 A Fraternidade já age como se tivesse jurisdição?

24:20 Resistir sem deixar a Igreja: Como distinguir os Bispos da FSSPX dos verdadeiros cismáticos?

Fé e obediência

26:26 Fé e Obediência: Em que se baseia, antes de tudo, a verdadeira unidade da Igreja?

27:30 Uma Igreja sobrenatural, mas visível: como podemos compreender essa unidade?

28:49 É possível obedecer em detrimento da fé?

29:56 O Papa como princípio visível da unidade: Como podemos conciliar a autoridade com a fidelidade à fé?

31:19 Como podemos amar verdadeiramente o Papa em tempos de crise na Igreja?

32:19 Resistir sem se desviar: Como podemos evitar a armadilha do sedevacantismo?

Poder de ordem e poder de jurisdição

34:18 O Poder da Ordem e o Poder da Jurisdição: A distinção fundamental para compreender as sagrações

37:23 O Poder da Ordem e da Jurisdição: por que podem ser distintos apesar de sua união habitual?

39:32 Sagração e missão canônica: por que essa distinção é teologicamente decisiva?

40:41 O Vaticano II objetificou a distinção entre o Poder da Ordem e a Jurisdição?

42:20 A crescente autoridade dos leigos na Igreja confirma a distinção entre Ordem e Jurisdição?

43:16 Ordem e Jurisdição: Os elementos essenciais para a compreensão simples dos fiéis

Objeções de círculos conservadores e da Ecclesia Dei

43:59 Cardeal Sarah: qual é o limite fundamental de sua posição?

44:50 Um bispo é definido, antes de tudo, pelo seu poder de jurisdição?

47:11 Padre de Blignières: seu erro diz respeito ao estado de necessidade ou à unidade da Igreja?

51:41 A liturgia da sagração une intrinsecamente ordem e jurisdição?

Apoio externo

54:38 D. Strickland e Mons. Schneider confirmam a análise da Fraternidade?

55:53 Apoio externo: reforçam o argumento… ou apenas aumenta sua visibilidade?

Excomunhão

56:25 Ameaça de excomunhão: automática, válida… sem alcance real?

1988 e 2026

58:17 1988 e 2026: O que realmente mudou?

1:01:04 1988 e 2026: O mesmo princípio de transmissão sem jurisdição?

1:01:47 O “cisma de Econe” veiculado pela mídia mascara o verdadeiro debate teológico?

O que um fiel deve lembrar?

1:03:07 Às vésperas de 1º de julho: o essencial que cada fiel deve lembrar.

1:04:05 Às vésperas de 1º de julho: que perigo ameaça os fiéis?

1:04:43 Que ato concreto de fé é necessário para permanecer verdadeiramente católico hoje?

1:06:26 O ato de inteligência: que distinção essencial deve ser compreendida para manter a fé?

1:07:23 Em 30 segundos: Por que as consagrações de 2026 são necessárias?

AS TRÊS AVE-MARIAS

Neste mês de maio, dedicado à Virgem Maria, vamos falar de uma maneira bela e profunda de rezar a ela, muito pouco conhecida e, no entanto, tão simples, que está ao alcance de qualquer pessoa, seja ela um fiel assíduo da Missa dominical ou alguém cuja fé ainda está dando os primeiros passos e nem sempre o leva até a igreja.

Fonte: DICI – Tradução: Dominus Est

Uma revelação da Virgem Maria a Santa Matilde (uma freira beneditina do século XIII) popularizou e conferiu autoridade a uma prática que remonta, segundo alguns, ao tempo dos apóstolos. Certa vez, quando Santa Matilde rogava à gloriosa Virgem Maria que se dignasse a assisti-la com sua presença em sua hora final, ela lhe respondeu: “Eu te prometo; mas tu, rezes três Ave-Marias todos os dias.” 

E a Virgem Maria esclareceu o significado das três Ave-Marias:

– a primeira honra o Pai, que lhe concede o seu poder;

– a segunda é rezada em honra do Filho, que lhe concede a sua sabedoria;

– a terceira, em honra do Espírito Santo, que lhe concede a sua misericórdia.

Dessa forma, a prática das três Ave-Marias dá glória à Santíssima Trindade, ao mesmo tempo em que louva os três grandes atributos da mãe de Jesus Cristo: poder, sabedoria e misericórdia. Acrescentemos que essa oração é explicitamente indicada para obter a graça de uma boa morte ou, o que dá no mesmo, da salvação eterna. Continuar lendo

02 DE MAIO – SANTO ATANÁSIO

No dia de Santo Atanásio, Bispo, Confessor e Doutor, um texto que merece um paralelo com nossos dias atuais, entre a igreja conciliar e as acusações à FSSPX.

Fonte: FSSPX Distrito do México – Tradução: Dominus Est

“ELES TÊM OS TEMPLOS, VÓS A FÉ APOSTÓLICA”

Carta de São Atanásio, Bispo de Alexandria, aos seus fiéis, onde lhes fala sobre a importância de permanecer dentro da verdadeira fé e adesão à Tradição.

“Que Deus vos conforte! … O que tanto vos entristece é que os inimigos ocuparam vossos templos pela violência, enquanto vós, em todo esse tempo, encontrais-vos fora.

É um fato que eles têm os edifícios, os templos, mas, por outro lado, vós tendes a fé apostólica. Eles conseguiram tirar-nos nossos templos, mas estão fora da verdadeira fé. Vós tendes que permanecer fora dos lugares de culto, mas permaneceis, contudo, dentro da fé.

Reflitamos: o que é mais importante, o lugar ou a fé? Evidentemente, a verdadeira fé. Nesta luta, quem perdeu, quem ganhou: aquele que guardou o lugar ou aquele que guardou a fé?

O lugar, é verdade, é bom, (mas) quando nele se prega a fé apostólica; é santo se tudo o que nele acontece e passa é santo.

Sois afortunados, porque permaneceis na Igreja por vossa fé, que chegou até vós através da Tradição Apostólica e se, sob pressão, um zelo execrável pretendeu quebrantar vossa fé, essa pressão não obteve êxito. São eles os que se separaram, na presente crise da Igreja.

Ninguém jamais prevalecerá contra vossa fé, caríssimos irmãos. E nós sabemos que um dia Deus nos devolverá nossos templos.

Assim, pois, quanto mais eles insistem em tirar nossos lugares de culto, mais eles se separam da Igreja. Eles pretendem representar a Igreja, quando, na realidade, expulsaram-se a si mesmos e se extraviaram.

Os católicos que permanecem leais à Tradição, ainda que reduzidos a um pequeno resto, são a verdadeira Igreja de Jesus Cristo”.

Santo Atanásio

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SOBRE ESSE GRANDE SANTO, SEGUEM OUTROS DOIS TEXTOS:

SANTO ATANÁSIO: O VERDADEIRO DEFENSOR DA TRADIÇÃO – PARTE I

SANTO ATANÁSIO: O VERDADEIRO DEFENSOR DA TRADIÇÃO – PARTE II