FRANCISCO E NOSSA SENHORA CORREDENTORA

Resultado de imagem para nossa senhora corredentora"Pe. João Batista de A. Prado Ferraz Costa

A cada dia que passa torna-se mais evidente a insensatez de certos católicos conservadores que afirmam que, diante das inúmeras declarações desconcertantes e dos ensinamentos heterodoxos do papa Francisco, a única atitude correta (deveriam confessar, a única atitude cômoda), a única postura coerente de um católico é limitar-se a rezar pelo papa, disfarçando ao máximo seus desvios, numa dissimulação, num acobertamento de seus erros. Ao contrário dessa posição cômoda, que evita os dissabores de todo tipo de perseguição, Santa Catarina de Sena, que chamava o papa “o doce Cristo na terra”, dizia que o silêncio tudo corrompe.

Como ficar calado quando vemos a dignidade excelsa de nossa Mãe Maria Santíssima rebaixada por uma recente declaração de Francisco Bergoglio que disse que é uma “tonteria” proclamar Nossa Senhora Corredentora? Impossível guardar silêncio em face de quem tripudia sobre o título mais glorioso da Rainha dos Mártires.

Se o papa, em tom sereno e digno, se reportasse às dificuldades teológicas que o título de corredentora atribuído à Maria Santíssima implica, acataria respeitosamente as palavras do Santo Padre. Mas não é o caso.

A declaração infeliz de Francisco exige uma reparação pública, porque qualquer palavra, qualquer gesto tendente a diminuir a dignidade da Medianeira de todas as graças – a qual não é um simples membro ilustre do corpo místico de Cristo que intercede pelos seus filhos, como pretende a teologia modernista -, sobre ser suspeita de heresia, é nociva à piedade das pessoas mais simples e contradiz a doutrina tradicional resumida nos célebres dizeres de São Bernardo: De Maria nunquam satis.

É verdade que o título de corredentora suscita certas dificuldades, coisa admitida por  teólogos abalizados como o cardeal Pietro Parente no Dizionário di Teologia Dommatica (cf. verbete “Corredentrice”, Roma, 1957), mas não se trata de dificuldades insanáveis. Continuar lendo

FIDELIDADE NA TEMPESTADE – PALAVRAS DE D. LEFEBVRE

“Se tivermos que sofrer o martírio moral que supõe ser, de certo modo, desprezados e repreendidos pelos que deveriam ser nossos pais na fé, pois bem, vamos encarar esse sofrimento e antes de tudo guardemos a fé”.

Fonte: FSSPX México – Tradução: Dominus Est

Se temos que sofrer, pois bem, soframos por nossa fé! Não somos os primeiros: quantos mártires antes de nós sofreram para manter a fé! Deus o quer e também a Santíssima Virgem, que é nossa mãe. Como somos da família da Virgem, queremos manter a fé que Ela sempre professou. Existe algo no coração da Virgem que não seja o nome de Nosso Senhor Jesus Cristo? Pois bem, também queremos ter em nossos corações um único nome, o nome de Jesus, assim como a Santíssima Virgem.

Temos certeza de que um dia a verdade voltará. Não pode ser de outra forma, porque Deus não abandona sua Igreja.

Portanto, sem nenhuma rebelião, amargura ou ressentimento, prossigamos nosso trabalho de formação sacerdotal à luz do magistério de sempre, convencidos de que não podemos prestar maior serviço à Santa Igreja Católica, ao Sumo Pontífice e às gerações futuras.

Trabalhando assim, com a graça de Deus, o socorro da Virgem Maria, de São José e de São Pio X, estamos convencidos de que permanecemos fiéis à Igreja Católica e Romana e a todos os sucessores de Pedro, e que somos dispensadores fiéis dos mistérios de Nosso Senhor Jesus Cristo, pelo Espírito Santo.”

+ Monsenhor Marcel Lefebvre

Retirado do livro: A Missa de Sempre

EXCELENTE TEXTO PARA RELEITURA: AS SETE IGREJAS E AS SETE IDADES

seteO Apocalipse relata o estado das sete igrejas da Ásia, para as quais São João teve de escrever, com o fim de lhes comunicar advertências para sua salvação. Ora, as sete igrejas figuram as sete épocas ou sete idades da Igreja universal, desde a Ascensão do Senhor até o Segundo Advento. Todas se denominam por nomes místicos que designam profeticamente o traço característico de cada uma das épocas.

A primeira igreja é a de EFÉSIO (2, 1-7). Em grego, Efésio significa impulso, o princípio da expansão ou do direcionamento a uma finalidade. Esse nome convém à idade apostólica, pois que os apóstolos pregaram por todo o mundo, com crescente êxito, após receberem o sopro impetuoso do Espírito Santo; Deus os ajudava, confirmando suas palavras com sinais. Mas a advertência epistolar convém igualmente, nesta época de que falamos, aos falsos apóstolos mencionados amiúde por São Paulo, e à seita dos nicolaítas, fonte primeva do gnosticismo impuro, criada por um dos sete primeiros diáconos.Escrito ao anjo a Igreja de Éfeso: Conheço tuas obras e teu trabalho… tu provaste os que se declaravam apóstolos e não o eram, apanhaste-os em mentira… Contudo, tens em testemunho de teu fervor o ódio pela obras dos Nicolaítas, obras que eu também odeio etc.

A segunda igreja é a de ESMIRNA (2, 8-11). Este termo designa a mirra, e também a idade durante a qual, em razão da crueldade das perseguições e da grande amargura das tribulações, se cumpriu na Igreja o que predissera a boca profética: a mirra caiu gota a gota de minhas mãos, e meus dedos estão cheios da mais excelente mirra (Ct 5, 5). Por isso, afirma o anjo à igreja de Esmirna: Eis que o diabo vai lançar alguns dentre vós no cárcere, para vos pôr à prova, e vossa aflição durará dez dias, significando claramente as dez perseguições gerais.

A terceira igreja é a de PÉRGAMO (2, 12-17). Célebre por sua literatura profana, Pérgamo é a cidade que deu origem ao pergaminho, batizando-o com seu nome. Quando alguém se refere à “pele de Pérgamo”, mais conhecida sob o nome de pergaminho, logo vem ao espírito os livros publicados e os embates e controvérsias travados com a pluma. Corresponde a igreja de Pérgamo à terceira idade, à época de Constantino, em que cessaram as perseguições cruéis aos santos e doutores, e se propagaram também as grandes heresias que satã perpetrara – os arianos, os maniqueus, os pelagianos, os nestorianos etc.. Deus suscitou grandes homens para defender a verdade, homens dignos de eterna memória: Atanásio, Basílio, Gregório Nazianseno, Ambrósio, Jerônimo, Agostinho, os dois Cirilos, e muitos outros ainda, que ilustraram magnificamente a fé católica em seus escritos. Logo, é de justiça que Pérgamo represente a terceira idade. É de justiça que se enviasse a advertência ao anjo desta igreja que, apesar de louvada pela constância da fé, está de contínuo exposta a grandes perigos, visto que habita na sé do trono de satã, havendo de se defender do sítio das doutrinas heréticas: Escrito ao anjo da igreja de Pérgamo: eu sei que habitais na sé do trono de satã, e que preservastes meu nome e não renegastes a fé etc.. Continuar lendo

CONFERÊNCIA PADRE HESSE 1: SOBRE A VALIDADE OU INVALIDADE DA NOVA MISSA E A ECCLESIA DEI

Padre Gregory Hesse S.T.D., J.C.D., S.T.L., J.C.L., Canonista, Doutor em Teologia Tomística, amigo e secretário pessoal do Cardeal Stickler no Vaticano de 1986-1988 .

Pe. Hesse conheceu aproximadamente 45 Cardeais enquanto estudava e trabalhava em Roma por 15 anos. Possui um conhecimento amplo e substancial da Crise da Igreja .

Ele nasceu em Vienna, Áustria em 1952, tendo parentesco sanguíneo com a linhagem real dos Habsburgos. Foi ordenado em 21 de novembro de 1981 na basílica de São Pedro e conquistou Licenciatura e Doutorado em direito Canônico e Teologia pela Pontifícia Universidade São Tomás de Aquino (Angelicum) de Roma após conhecer a Tradição e perceber a Crise na Igreja, afastou-se do Novus Ordo e aproximou-se da Fraternidade Sacerdotal São Pio X trabalhando para a mesma na Europa, traduzindo e gravando áudios das homilias de Dom Marcel Lefebvre para utilização dos seminaristas de Zaitzkofen sob o comando do Pe. Franz Schmidberger.

O padre Gregorius Henricus Laurentius Diego Dagobertus Hervinus Hesse (conhecido como Gregorius Hesse ou Gregory Hesse) moreu em 25 de janeiro de 2006 de um derrame fulminante decorrente de seu diabetes e hipertensão. Pe. Hesse deixou muitas conferências e entrevistas em vídeo e áudio quem fez nos EUA demonstrando seu profundo conhecimento e Amor por Nosso senhor Jesus Cristo, por Maria Santíssima e pela Igreja.   

50 ANOS DA DECLARAÇÃO DO PE. CALMEL

Há cinquenta anos, o Pe. Calmel escrevia esta declaração para proclamar publicamente sua escolha de recusar o novus ordo de Paulo VI e de manter a Missa de sempre.

A MISSA TRADICIONAL

Eu conservo a MISSA TRADICIONAL, aquela que foi codificada, não fabricada, por São Pio V no século XVI, conforme um costume multissecular. Eu recuso, portanto, o ORDO MISSAE de Paulo VI.

Por quê? Porque na realidade, este Ordo Missae não existe. O que existe é uma Revolução litúrgica universal e permanente, patrocinada ou desejada pelo Papa atual, e que se reveste, momentaneamente, da máscara de Ordo Missae de 3 de abril de 1969. É direito de todo e qualquer padre recusar-se a vestir a máscara desta Revolução litúrgica. Julgo ser meu dever de padre recusar celebrar a Missa num rito equívoco.

UMA REFORMA REVOLUCIONÁRIA

Se aceitarmos este rito, que favorece a confusão entre a Missa católica e a Ceia protestante — como o dizem de maneira equivalente dois cardeais e como o demonstram sólidas análises teológicas — então cairemos sem tardar de uma Missa ambivalente (como de fato o reconhece um pastor protestante) numa missa totalmente herética e, portanto, nula. Iniciada pelo Papa, depois abandonada por ele às igrejas nacionais, a reforma revolucionária da Missa seguirá sua marcha acelerada para o precipício. Como aceitar ser cúmplice?

Perguntar-me-iam: Mantendo a Missa de sempre, em oposição a todos e contra todos, o senhor refletiu a que se expõe? Sim. Eu me exponho, se assim posso dizer, a perseverar no caminho da fidelidade a meu sacerdócio, e, portanto, prestar ao Sumo Sacerdote, nosso Supremo Juiz, o humilde testemunho de meu oficio de padre. Exponho-me a dar segurança aos fiéis desamparados, tentados de cepticismo ou de desespero. De fato, todo e qualquer padre que conserve o rito da Missa codificado por São Pio V, o grande Papa dominicano da Contra-reforma, permitirá aos fiéis participar do Santo Sacrifício sem equívoco possível; comungar, sem risco de ser enganado, o Verbo de Deus Encarnado e imolado, tornado realmente presente sob as sagradas espécies. Aliás, o padre que se submete ao novo rito, inteiramente forjado por Paulo VI, colabora, de sua parte, para instaurar progressivamente urna Missa falsa, em que a presença de Cristo já não será real, mas transformada num memorial vazio; e por isso mesmo o Sacrifício da Cruz já não será real e sacramentalmente oferecido a Deus; enfim, a comunhão não passará de uma ceia religiosa em que se comerá um pouco de pão e se beberá um pouco de vinho; nada mais do que isso; como entre os protestantes. Continuar lendo

29 DE NOVEMBRO: ANIVERSÁRIO DE NASCIMENTO DE MONS. MARCEL LEFEBVRE

Resultado de imagem para MARCEL LEFEBVRE"Na quarta-feira, 29 de novembro de 1905, nasceu em Tourcoing Marcel Lefebvre, terceiro filho de René Lefebvre e Gabrielle. Já era muito tarde para batizar o recém-nascido. Assim, foi no dia seguinte, na festa do apóstolo Santo André, que Marcel, François, Marie e Joseph foram levados à fonte batismal da igreja de Notre-Dame.

D. Tissier de Mallerais escreve:

A mãe nunca esperou estar de pé para ter seus filhos batizados. A família foi sem ela à igreja, e foi apenas em seu retorno que ela consentiu em beijar o bebê, renascido para a vida divina e adornado a com graça santificante. Ao abraçar Marcel, a quem sua empregada Louise lhe apresentou, ela foi iluminada por uma daquelas intuições que lhe eram habituais e disse: “Este terá um grande papel a desempenhar na Santa Igreja junto ao Santo Padre“.

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Para saber mais sobre sua vida há um DOCUMENTÁRIO em vídeo que pode ser adquirido clicando AQUI ou AQUI

Há também um SITE DA FSSPX DEDICADO À D. LEFEBVRE

E em nosso blog uma PÁGINA COM O RESUMO DE SUA VIDA e dois de seus livros que são importantíssimos no entendimento da crise na Igreja: CARTA ABERTA AOS CATÓLICOS PERPLEXOS e DO LIBERALISMO À APOSTASIA.

EM FÁTIMA, O CATECISMO DE NOSSA SENHORA: CONSOLAR A DEUS

Nossa Senhora apareceu na Cova da Iria para lembrar ao mundo que a “única coisa necessária” consiste em buscar, em primeiro lugar, todo o reino de Deus e Sua justiça.

Fonte: DICI – Tradução: Dominus Est

Isso significa que devemos prestar a Deus o que lhe é devido: toda honra e toda glória. Se sua majestade é ofendida pelo orgulho do homem, então a justiça consiste em perfeita reparação à sua majestade ultrajada, através da penitência, da expiação e de todos os atos que restauram a ordem verdadeira.

Qual é então a resposta mais perfeita que podemos dar, pobres pecadores confrontados com a agonia de Nosso Senhor e Sua cruel paixão? Qual, então, poderia ser esse ato perfeito de amor que Deus nos pede em seu primeiro e maior mandamento? Nosso Senhor mesmo nos dá a resposta: “Busquei em vão a compaixão, busquei um consolador, mas não encontrei ninguém“. A devoção ao Seu Sagrado Coração não é senão um ato de reparação e de expiação a fim de consolá-Lo. O coração repleto de amor diz a Nosso Senhor: “Se em todos os lugares onde Vós bateis ninguém Vos responde, se Vós fostes expulso da sociedade, das instituições, das famílias e até mesmo de Vossas próprias igrejas, se Vós estais sozinho e desprezado, Vós, o Criador e Mestre de tudo, então desejo abrir-Vos largamente o meu coração, oferecer-Vos conforto e refúgio, para que Vós sejais bem-vindo, certamente pobre, mas sincero, onde podeis descansar Vossa cabeça e encontrar um lugar de descanso. Quanto mais Vos rejeitarem, mais Vos quero receber; quanto mais Vos esquecerem, mais eu quero lembrar de Vós; quanto mais distantes estão de Vós, mais quero me voltar a Vós; quanto mais desprezam o Vosso amor, mais eu quero honrá-Lo; quanto mais encherem Vossa alma de tristeza e lágrimas, mais quero consolar-Vos! 

Nossa Senhora escolheu as crianças de Fátima para nos ajudar a entender a grandeza e a importância desses desejos do coração. O pequeno Francisco não foi capaz de levar uma vida de missionário ou de monge contemplativo; ele só podia oferecer suas simples orações e seus sacrifícios, assim como Santa Verônica só podia apresentar um lenço a nosso Senhor torturado e desprezado. Externamente, essas coisas não são nada, mas interiormente há um ato supremo de amor que deu à Verônica o mérito de tornar-se santa e de ver Cristo com seu rosto sofrido impresso não apenas em seu véu, mas em sua própria alma. E quem, entre nós, não é capaz de imitar as ações simples de uma pequena criança para consolar Nosso Senhor e Nossa Senhora?

Como o mundo nega a glória e a honra devidas a Deus, é necessário fazer um ato de reparação. Isto é feito principalmente através do amor, e o primeiro ato de amor é estar com o Ser amado, de Lhe contemplar e viver sempre em Sua presença. O segundo ato de amor é reparar a ofensa por um movimento oposto. Talvez não haja nada mais emocionante do que o coração agradecido de uma criança que deseja dar alegria ao seu pai e à sua mãe e que os consola com um sorriso e uma chama ardente de amor.

COMUNHÃO NA MÃO E DISTRIBUÍDA POR QUALQUER PESSOA – POR D. LEFEBVRE

Os padres já não fazem sequer a genuflexão diante da sagrada Eucaristia. Já não tem respeito pelo Santíssimo Sacramento. Qualquer pessoa distribui as formas sagradas. Não pode ser que nosso Deus seja tratado dessa maneira. (…) As pessoas que tratam Nosso Senhor Jesus Cristo como o tratam nas cerimônias eucarísticas atuais são pessoas que não creem na divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo. Não pode haver outra conclusão (1).

Fonte: FSSPX México – Tradução: Dominus Est

No entanto, é o Concílio de Trento que declara que Nosso Senhor está presente mesmo nas ínfimas partículas da sagrada Eucaristia. Por isso, que tamanha falta de respeito há  por parte daquelas pessoas que possam vir a ter partículas da Eucaristia em suas mãos e que voltam aos seus lugares sem purificá-las! (2)

Os fiéis que realmente acreditam na presença real de Nosso Senhor entendem muito bem que são os ministros (sacerdotes) que devem entregar a sagrada Eucaristia e não querem de modo algum comungar na mão. (3)

Na Santa Missa, as reformas introduzidas fazem perder a fé na presença real de Nosso Senhor Jesus Cristo na Eucaristia. Para um católico, as reformas são de tal ordem que é difícil – e até impossível para crianças que não conheciam como era antes, como nós, que somos mais velhos e conhecemos – acreditar na presença real de Nosso Senhor Jesus Cristo. Não pode ser que o Santíssimo Sacramento seja tratado da maneira como se trata hoje e, ao mesmo tempo, crer que na Eucaristia estão realmente presentes o Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Dada a maneira como a sagrada Eucaristia é distribuída, a maneira de se aproximar para recebê-la sem genuflexão ou sinais de respeito, e a maneira de se comungar e retornar ao local depois de haver comungado, não é possível que ainda se creia na presença de Nosso Senhor Jesus Cristo no Santíssimo Sacramento. (4)

A Missa de Sempre – Mons. Marcel Lefebvre+

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Um texto mais aprofundado sobre o assunto pode ser lido neste link: A SACRÍLEGA COMUNHÃO NA MÃO

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(1) Homilia, confirmações, Doué-la-Fontaine, 19 de maio de 1977

(2) Retiro Sacerdotal, Hauterive, agosto de 1972.

(3) Retiro, Avrillé, 18 de outubro de 1989.

(4) Homilia, confirmações, Doué-la-Fontaine, 19 de maio de 1977.

EM 21 DE NOVEMBRO….HÁ 45 ANOS…

“Nós aderimos de todo o coração e com toda a nossa alma à Roma católica, guardiã da fé católica e das tradições necessárias para a manutenção dessa fé, à Roma eterna, mestra de sabedoria e de verdade.

Pelo contrário, negamo-nos e sempre nos temos negado a seguir a Roma de tendência neomodernista e neoprotestante que se manifestou claramente no Concílio Vaticano II, e depois do Concílio em todas as reformas que dele surgiram.

Todas estas reformas, com efeito, contribuíram, e continuam contribuindo, para a demolição da Igreja, a ruína do sacerdócio, a destruição do Sacrifício e dos Sacramentos, a desaparição da vida religiosa, e a implantação de um ensino naturalista e teilhardiano nas universidades, nos seminários e na catequese, um ensino surgido do liberalismo e do protestantismo, condenados múltiplas vezes pelo magistério solene da Igreja.

Nenhuma autoridade, nem sequer a mais alta na hierarquia, pode obrigar-nos a abandonar ou a diminuir a nossa fé católica, claramente expressa e professada pelo magistério da Igreja há dezenove séculos.

‘Se ocorresse – disse São Paulo – que eu mesmo ou um anjo do céu vos ensinasse outra coisa distinta do que eu vos ensinei, seja anátema’ (Gal. 1, 8).

Não é isto o que nos repete hoje o Santo Padre? E se se manifesta uma certa contradição nas suas palavras e nos seus atos, assim como nos atos dos dicastérios, então elegeremos o que sempre foi ensinado e seremos surdos ante as novidades destruidoras da Igreja.

Não se pode modificar profundamente a lex orandi (lei da oração, liturgia) sem modificar a lex credendi (lei da Fé, doutrina, magistério). À Missa nova corresponde catecismo novo, sacerdócio novo, seminários novos, universidades novas, uma Igreja carismática e pentecostalista, coisas todas opostas à ortodoxia e ao magistério de sempre.

Esta Reforma, por ter surgido do liberalismo e do modernismo, está completamente empeçonhada, surge da heresia e acaba na heresia, ainda que todos os seus atos não sejam formalmente heréticos. É, pois, impossível para todo o católico consciente e fiel adotar esta reforma e submeter-se a ela de qualquer modo que seja.

A única atitude de fidelidade à Igreja e à doutrina católica, para bem da nossa salvação, é uma negativa categórica à aceitação da Reforma.

E por isso, sem nenhuma rebelião, sem amargura alguma e sem nenhum ressentimento, prosseguimos a nossa obra de formação sacerdotal à luz do magistério de sempre, convencidos de que não podemos prestar maior serviço à Santa Igreja Católica, ao Soberano Pontífice e às gerações futuras.

Por isso, cingimo-nos com firmeza a tudo o que foi crido e praticado na fé, costumes, culto, ensino do catecismo, formação do sacerdote e instituição da Igreja, pela Igreja de sempre, e codificado nos livros publicados antes da influência modernista do Concílio, à espera de que a verdadeira luz da Tradição dissipe as trevas que obscurecem o céu da Roma eterna.

Fazendo assim, com a graça de Deus, o socorro da Virgem Maria, de São José e de São Pio X, estamos convictos de permanecer fiéis à Igreja Católica e Romana e a todos os sucessores de Pedro, e de ser os ‘fideles dispensatores mysteriorum Domini Nostri Jesu Christi in Spiritu Sancto’. Amem. (cf. I Cor. 4, 1 e ss.)”

+ Marcel Lefebvre
21 de novembro de 1974

A MISSA EM VERNÁCULO: FRUTO DO RACIONALISMO – PALAVRAS DE D. LEFEBVRE

Fonte: FSSPX México – Tradução: Dominus Est

Um exemplo da penetração do racionalismo na nova liturgia é o que, precisamente, se pretende que os fiéis entendam tudo. O racionalismo não aceita que haja algo que não se possa compreender. Tudo deve ser julgado pela razão.

É claro que, durante nossos atos litúrgicos haja muitas pessoas não entendem o latim, a língua sagrada ou as orações que são ditas em voz baixa, pois o padre está de frente para o crucifixo e os fiéis não veem o que ele faz, nem podem seguir todos os seus gestos. Há um certo mistério.

É verdade que existe um mistério e uma língua sagrada, mas, embora os fiéis não entendam o mistério, a consciência desse mistério de Nosso Senhor lhes é aproveitada muito mais do que ouvir em voz alta e em sua língua toda a missa.

Em primeiro lugar, ainda que no próprio idioma, alguns textos são, geralmente, difíceis; às vezes é difícil entender as verdades. A falta de atenção deve ser levada em consideração; as pessoas se distraem, escutam um pouco, entendem uma frase e depois nada … Elas não podem segui-la ou entendê-la por completo. As mesmas pessoas reclamam que se cansam quando se fala todo o tempo em voz alta não podem se recolher nem um momento.

A oração, antes de tudo, é uma ação espiritual, como Nosso Senhor disse à samaritana: “Os verdadeiros adoradores que pede meu Pai são aqueles que o adoram em espírito e em verdade“. A oração é mais interior do que exterior. Se existe uma oração exterior, é para favorecer a oração interior de nossa alma, a oração espiritual, a elevação de nossa alma a Deus.

O Papa Paulo VI decidiu abandonar o latim 

Em 7 de março de 1965, o Papa Paulo VI [declarou] à multidão de fiéis reunidos na Praça de São Pedro (…): “É um sacrifício da Igreja renunciar ao latim, língua sagrada, bela, expressiva e elegante. Ela sacrificou séculos de tradição e de unidade da língua por uma crescente aspiração à universalidade.”

E em 4 de maio de 1967, o “sacrifício” foi consumado pela Instrução Três Abhinc Annos,  que estabelecia o uso do vernáculo para a recitação em voz alta do Cânon da Missa.

Esse “sacrifício”, no espírito de Paulo VI, parece ter sido definitivo. Ele explica novamente em 26 de novembro de 1969, ao apresentar o novo rito da Missa: “Não é mais o latim, mas o vernáculo, a principal língua da missa. Para quem conhece a beleza, o poder do latim, sua capacidade de expressar coisas sagradas, certamente será um grande sacrifício vê-lo substituído pelo vernáculo.

Perdemos a língua dos séculos cristãos, tornamo-nos intrusos e profanos no aspecto literário da expressão sagrada. Perdemos assim, em grande parte, essa admirável e incomparável riqueza artística e espiritual que é o canto gregoriano. Obviamente, temos razão de nos sentirmos arrependidos e perplexos”. (…) [No entanto], “a resposta parece trivial e prosaica – disse – porém boa, porque é humana e apostólica. A compreensão da oração é mais valiosa do que os antigos vestidos de seda, elegância real com a qual estava vestida. Mais preciosa é a participação do povo, do povo de hoje que quer que se fale claramente, de maneira inteligível que se possa traduzir em sua linguagem profana. Se a nobre língua latina nos separasse das crianças, dos jovens, do mundo de trabalho e dos negócios, se fosse uma tela opaca em vez de ser um cristal transparente, teríamos uma atitude correta, nós, pescadores de almas, conservando-a na exclusividade da linguagem da oração e da religião?”

A Missa de Sempre – Mons. Marcel Lefebvre +
 

Nota:  Entendemos por “racionalismo” o erro que consiste em julgar as realidades unicamente segundo a ordem da razão, tomando como princípio supremo a ordem natural, acessível à razão. O racionalismo rejeita o que revela a ordem sobrenatural: mistério, milagres etc., e julga e compreende tudo unicamente segundo a inteligência humana.

MEMBROS DA IGREJA

Que os recentes acontecimentos que agitam a Igreja não nos façam esquecer a grandeza de nossa vocação!

Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est

Não se pode salvar a si mesmo quem permanece voluntariamente fora da Igreja.

Portanto, é uma grande honra e um grande privilégio que, entre bilhões de homens, tenhamos sido escolhidos, por um amor de predileção de Nosso Senhor Todo-Poderoso, para sermos membros de sua Igreja. A consideração de nossa felicidade deve nos tornar apóstolos perante aqueles que não pertencem à Igreja Católica.

Se somos verdadeiros membros da Igreja, não permaneceremos indiferentes às suas necessidades, seus interesses e sofrimentos. Hoje, mais do que nunca, a Igreja sofre: ela sofre em seu Vigário e é para nós um grande mistério; a Igreja sofre em seus bispos, em seus padres, seus religiosos e freiras; ela sofre em seus fiéis, abandonados e dispersos, como ovelhas sem pastor; ela sofre por causa dos erros, dos escândalos, mas também pelas difamações contra ela. E nós, seus membros, permaneceremos indiferentes? Soframos com nossa Mãe, rezemos, trabalhemos, gastemos nossas forças para servi-la, defendê-la. Esqueçamos nossas pequenas preocupações pessoais e dediquemos nossa vida, nossas obras, nossa oração, nossa imolação silenciosa e oculta aos grandes interesses da Igreja.

Pe. Vincent Robin, FSSPX 

A FSSPX PEDE UM DIA DE PENITÊNCIA NESTE SÁBADO, 9 DE NOVEMBRO

Fonte: DICI – Tradução: Dominus Est

Após o Sínodo para a Amazônia, o Superior Geral da Fraternidade São Pio X, Pe. Davide Pagliarani, convidou todos os padres, religiosos e oblatas, seminaristas e membros da Terceira Ordem a observar um dia de orações e penitências reparadoras, para defender a santidade da Igreja.

O Padre Pagliarani escreve em seu Comunicado de 28 de outubro de 2019: “Tal é devido a honra que se deve à Santa Igreja Católica Romana, fundada por Nosso Senhor Jesus Cristo, que não é idólatra e nem panteísta“.

Numa época em que a missão civilizadora do catolicismo está profundamente desnaturalizada e onde a santidade do sacerdócio é ameaçada por novas reformas, todos os fiéis são cordialmente convidados a se unirem neste sábado, 9 de novembro de 2019, jejuando e rezando, especialmente para reparar os recentes escândalos que ocorreram na capital do cristianismo.

Deus não abandona sua Igreja; as portas do inferno nunca prevalecerão sobre ela (Mt 16,18).

O RETORNO DE TEILHARD DE CHARDIN?

 

Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est

Em uma carta enviada em 07 de outubro de 1929 ao Pe. Christopher Godfrey, o Pe. Teilhard de Chardin, jesuíta, escreveu: “às vezes me parece que, na Igreja atual, há três pedras perecíveis perigosamente colocadas nas fundações: a primeira é um governo que exclui a democracia; o segundo é um sacerdócio que exclui e minimiza a mulher; a terceira é uma revelação que exclui, no futuro, a Profecia “(1). 

Francisco, a realização de Teilhard?

Para alguns, esta passagem mostra quanto o Padre Teilhard de Chardin estava à frente de seu tempo. Por esse motivo, ele foi mal interpretado em sua vida por todos os que estavam no comando da Igreja. Para eles, o célebre jesuíta era um profeta, com a atual evolução da Igreja provando que ele estava bem a frente de todos os outros. É realmente surpreendente ver quanto o Papa Francisco parece ser o instrumento definitivo para erradicar essas “três pedras perecíveis perigosamente colocadas nas fundações” da Igreja. Existem muitas outras palavras e escritos do Papa Francisco que mostram o quanto ele está impregnado com o modo de pensar teilhardiano (não apenas sua encíclica Laudato Si, onde cita expressamente o Pe. Teilhard de Chardin).

A implementação de uma estrutura sinodal é claramente obra do papa Francisco. A colegialidade havia aberto o governo da Igreja universal aos bispos. A sinodalidade a abre a todo o povo de Deus e leva a uma nova Igreja, democrática.

O sínodo na Amazônia parece ser o caminho para erradicar “a segunda pedra colocadas nas fundações da Igreja. A vontade do Papa parece ser banir, a partir de agora, um sacerdócio que “exclui e minimiza a mulher”.

Em um sermão datado de seu primeiro ano de pontificado (16 de dezembro de 2013), o Papa Francisco falou da seguinte maneira: “Quando no povo de Deus falta profecia, está faltando alguma coisa: falta a vida do Senhor. Quando não há profecia a força recai sobre a legalidade, toma lugar o legalismo. Quando no Povo de Deus não há profecia o vazio causado é ocupado pelo clericalismo. Que nossa oração seja assim: Senhor, que não nos esqueçamos de sua promessa! Nós todos batizados, somos profetas. Que tenhamos forças para avançar! Que não nos fechemos nas legalidades que cerram as portas. Senhor, liberta o teu povo do espírito do clericalismo e ajude o teu povo com o espírito da profecia.”

De fato, o pontificado do Papa Francisco é apenas o resultado das idéias do Concílio Vaticano II e está em continuidade com seus antecessores pós-conciliares. Isso é admiravelmente demonstrado pelo Padre Pagliarani, Superior Geral da FSSPX, na excelente entrevista que deu em 12 de setembro.

Após cinquenta anos de reformas pós-conciliares, o papa reinante está preparando o advento do Cristo cósmico“, tão querido pelo Pe. Teilhard.

Teilhard, um pensamento não católico

Mas, como escreveu o filósofo Marcel de Corte, “o teilhardismo não está à margem do catolicismo nem à beira do cristianismo, muito menos uma heresia cristã. É outra religião que usa Nosso Senhor Jesus Cristo como rolamento da “ascensão cósmica”. […] Afirmo que o Revmo. Pe. Teilhard de Chardin, padre da Companhia de Jesus, nunca foi cristão, nem de pensamento nem de alma. Ele nunca acreditou, no verdadeiro sentido da palavra acreditar, no Cristo das Escrituras. Como escreve com pertinência e moderação o Pe. Guerard des Lauriers O.P., professor da Pontifícia Universidade Lateranense: “uma doutrina que implica como conseqüência necessária a identificação de Cristo com a alma do cosmos material em evolução, essa doutrina é anticristã… Porque a fé cristã professa que o Verbo de Deus assumiu pessoalmente uma Humanidade proveniente não do cosmos, mas de uma criatura humana pessoalmente predestinada por Deus em vista dessa missão… Então deve-se declarar claramente: o Cristo de Teilhard é a figura contemporânea do anticristo.” (2)

Para um de seus amigos, o Pe. Auguste Valensin, o padre Teilhard escreveu: “Sonho com um novo São Francisco ou um novo Santo Inácio, que viria nos apresentar o novo tipo de vida cristã (mais envolvida com o mundo e mais desapegada, simultaneamente) que precisamos”

Infelizmente, é bem possível que o Concílio Vaticano II tenha gerado esse novo “São” Francisco, sonhado pelo padre Teilhard.

Pe. Thierry Legrand, padre da FSSPX.

NOTAS

Cartas inéditas, Le Rocher, 1988, p.80

2 Revista Itineraires,  nº 91, março de 1965, A Religião teilhardiana, de Marcel de Corte, págs. 144 e 149

UMA GRAÇA EXTRAORDINÁRIA

Resultado de imagem para maria santíssima imagemTeófilo era Sacerdote em Adanas, cidade da Cilícia, na Ásia Menor. Gozava de tanta estima que o povo o quis para Bispo. Ele, porém, por humildade, recusou a subida honra. Tempos depois, alguns malvados o caluniaram.

O Bispo, pensando que fosse verdade, lhe tirou o cargo que ele possuía. Era ele arcediago da igreja. Ficou tão aborrecido e tão desgostoso que foi ter com um mágico judeu, que pôs em comunicação com satanás, para obter dele auxílio na sua desgraça.

O demônio prometeu-lhe ajuda, com a condição, porém, de ele assinar, de próprio punho, um papel em que renunciava a Jesus e Maria, sua Mãe.

Teófilo, obcecado, acedeu e assinou a terrível renúncia.

No dia seguinte, o Bispo, tendo reconhecido a falsidade das acusações, pediu-lhe perdão e restituiu-lhe o cargo que antes ocupara.

Mas Teófilo com, com a consciência dilacerada de remorsos pelos graves pecados que fizera, não fazia outra coisa senão chorar. Para buscar remédio à sua miséria, vai a uma igreja. Lança-se aos pés de uma imagem da Virgem e diz-lhe soluçando:

– Ó Mãe de Deus, não quero entregar-me ao desespero, porque vós me restais, vós que sois tão piedosa e me podeis ajudar.

Durante quarenta dias implorou à Santíssima Virgem.

Uma noite, apareceu-lhe a Mãe de misericórdia e disse-lhe:

– Ó Teófilo, que fizestes? Renunciastes a minha amizade e a meu filho. E isso por quem? Por aquele que é teu inimigo. Continuar lendo

AS INDULGÊNCIAS PELOS DEFUNTOS

indul

Tradução: Dominus Est

De 1 à 8 de novembro, os fiéis podem lucrar, em qualquer dia, uma indulgência plenária aplicável às almas do purgatório:

  • De 1 à 8: nas condições usuais, visita a um cemitério rezando pelos defuntos.
  • No dia 2 de novembro: nas condições usuais, visita a uma igreja recitando um Pater e um Credo e rezando pelos mortos.

Condições usuais:

1 – Estar na graça de Deus (estado de graça), desapegado de qualquer afeição ao pecado, mesmo venial;

2 – Confissão;

3 – Comunhão sacramental;

4 – Oração (por exemplo: um Pater e uma Ave Maria) segundo as intenções do Sumo Pontífice (que são: a exaltação da Igreja, a propagação da fé, a extirpação das heresias, a conversão dos pecadores, a concórdia entre os príncipes – países – cristãos)

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– É conveniente fazer a comunhão e a oração segundo a intenção do Papa no mesmo dia. Todavia, as condições 2, 3 e 4 podem ser cumpridas alguns dias antes ou depois.

– A comunhão e a oração, segundo as intenções do Papa, devem ser feitas para a indulgência completa.

– Se faltar uma das condições, a indulgência será somente parcial

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Um vídeo explicativo sobre as indulgências pode ser visto clicando aqui

Sobre o que Santo Tomás ensina sobre os Sufrágios pelos Mortos, clique aqui.

FOTOS DA TRADICIONAL PEREGRINAÇÃO DA FSSPX À LOURDES (2019) – TERCEIRO DIA

Fonte: La Porte Latine (aqui e aqui) – Tradução: Dominus Est

MISSA DA SEGUNDA FEIRA – 28 DE OUTUBRO 

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Foram ainda milhares de fiéis que, neste terceiro dia de peregrinação da Tradição, assistiram à Missa solene de São Simão e São Judas, celebrada pelo Pe. Gonzague Peignot, Superior da Escola Saint Joseph des Carmes, de Montreal-de-l’Aude, na basílica de São Pio X de Lourdes.

O celebrante foi assistido pelo Pe. Jean-Marie Lebourg, colaborador do Priorado de Saint-Pierre-Julien-Eymard de Meylan, e Pe. Cyprien du Crest, colaborador do Priorado de Saint-Irénée de Lyon .

O ROSÁRIO E A DESPEDIDA

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Foi o Padre Lionel Héry, Prior do Priorado Saint-Martin de Saint-Avertin, quem meditou o último rosário na Gruta, na presença dos fiéis que participaram dos três dias desta peregrinação 2019.

Neste último dia de peregrinação, muitos peregrinos vieram recitar um último rosário oferecido para reparação à Rainha do Céu.

Após o rosário meditado, o padre Benoît de Jorna, Superior do Distrito da Françaagradeceu as autoridades do Santuário, os organizadores, em particular a Escola de Etcharryas comunidades amigas e renovou a Consagração do Distrito ao Imaculado e Doloroso Coração de Maria. 

Finalmente deu sua benção aos fiéis presentes, desejando-lhes que venham ainda em maior número no próximo ano.

Deo gratias!