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	<title>DOMINUS EST</title>
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	<description>FIÉIS CATÓLICOS DE RIBEIRÃO PRETO (FSSPX) - SOB A PROTEÇÃO DE NOSSA SENHORA CORREDENTORA E MEDIANEIRA DE TODAS AS GRAÇAS</description>
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		<title>TAPETE VERMELHO PARA UMA &#8220;ARCEBISPA&#8221;, CARTÃO VERMELHO PARA UM PADRE</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 13:22:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise na Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Fé]]></category>
		<category><![CDATA[Textos e Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[FSSPX]]></category>
		<category><![CDATA[Pe. Alain Lorans]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte: DICI – Tradução: Dominus Est Ela apareceu na Basílica de São Pedro, vestida com uma batina púrpura, uma cruz peitoral, um anel episcopal e os sinais exteriores da autoridade apostólica. Foi recebida com todas as honras da pompa romana. &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/tapete-vermelho-para-uma-arcebispa-cartao-vermelho-para-um-padre/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="" src="https://fsspx.news/sites/default/files/styles/content_image_16_9_desktop/public/fsspxactualites/fsspxnews/claudio-schwarz-xjp9cdaxax8-unsplash.jpg?itok=DKI-WoJk" alt="" width="470" height="268" /></p>
<p style="text-align: right;"><strong><span style="color: #000000;">Fonte: <a href="https://fsspx.news/fr/news/tapis-rouge-pour-une-archeveque-carton-rouge-pour-un-pretre-59373"><span style="color: #0000ff;">DICI</span> </a>– Tradução:<span style="color: #0000ff;"> <a style="color: #0000ff;" href="http://catolicosribeiraopreto.com/">Dominus Est</a></span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Ela apareceu na Basílica de São Pedro, vestida com uma batina púrpura, uma cruz peitoral, um anel episcopal e os sinais exteriores da autoridade apostólica. Foi recebida com todas as honras da pompa romana. Abençoou os bispos católicos na Capela Clementina. E, durante sua audiência com o Papa Leão XIV, foi possível ver duas figuras vestidas da mesma maneira, sentadas na mesma altura, conversando de igual para igual.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Ela é Sarah Mullally, a <em>&#8220;arcebispa&#8221;</em> de Canterbury, primaz da Comunhão Anglicana. <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://catolicosribeiraopreto.com/leao-xiv-e-a-sra-mullaly-pelo-pe-jean-michel-gleize/"><strong>Aos olhos da Igreja Católica, ela não é nem bispa nem sacerdotisa.</strong></a></span> E mesmo seus correligionários da Federação das Igrejas Anglicanas do Sul (GSFA) – que abrange mais de 10 províncias e aproximadamente 35 milhões de membros, em sua maioria africanos — não a reconhecem como sua líder espiritual, a exemplo do primaz do Sudão do Sul e atual presidente da GSFA, Justin Badi Arama.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">No entanto, Leão XIV a recebeu no Vaticano, estendendo o tapete vermelho, assim como Paulo VI havia oferecido e colocado um anel episcopal no dedo de Michael Ramsey, como João Paulo II havia concedido uma bênção conjunta com George Carey, como Bento XVI havia abraçado Rowan Williams e como Francisco havia recebido pessoalmente a bênção de Justin Welby. Todos esses primazes anglicanos que Sarah Mullally sucede, e aos quais ela supera com seu apoio militante ao sacerdócio feminino, à bênção de uniões homossexuais, à posição pró-escolha sobre o aborto, até a afirmação pastoral da ideologia de gênero…</span><span id="more-35007"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Ao ver a acolhida fraterna dispensada a Sarah Mullally por Leão XIV, Leão XIII deve ter se revirado no túmulo, pois foi ele que declarou as ordens anglicanas <em>&#8220;absolutamente nulas e sem efeito</em>&#8221; na <em>Apostolicæ curæ</em>  (1896). Por parte das atuais autoridades romanas, nem uma palavra de correção fraterna, nenhum apelo à conversão. Desde o Concílio Vaticano II, o diálogo impõe: o ecumenismo é um silêncio sobre todos os pontos doutrinários e morais que dividem.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Entretanto, o Pe. Davide Pagliarani, Superior Geral da Fraternidade São Pio X, está solicitando uma audiência com o Papa visto as sagrações episcopais, ditadas pelo <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://catolicosribeiraopreto.com/o-estado-de-necessidade-pelo-pe-jean-michel-gleize-fsspx/"><strong>Estado de Necessidade</strong></a></span>, do qual a <em>pompa e circunstância que cercam</em> a recepção desta &#8220;arcebispa&#8221; anglicana são provas flagrantes. Sacerdote católico, ele vem batendo à porta há meses, mas ninguém o ouve.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Será que é por ele não ser ecumênico, não ser a favor do sacerdócio feminino, da bênção de duplas do mesmo sexo, do aborto ou da ideologia de gênero, que não o esperam em Roma?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O fato é que, atualmente, seu pedido está sendo ignorado. Um silêncio eloquente que diz tudo: &#8220;dois pesos e duas medidas&#8221;!</span></p>
<p style="text-align: right;"><strong><span style="color: #000000;">Padre Alain Lorans, FSSPX</span></strong></p>
<p style="text-align: center;">*************************************</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">ACESSE NOSSO “<em>ESPECIAL DOS ESPECIAIS</em>” COM OS MAIS DIVERSOS ESTUDOS SOBRE SAGRAÇÕES, OBEDIÊNCIA, CISMA, ESTADO DE NECESSIDADE, JURISDIÇÃO DE SUPLÊNCIA, ECCLESIA DEI, MISSA NOVA, CVII, ECUMENISMO, ETC., </span><a href="https://catolicosribeiraopreto.com/especial-dos-especiais-do-blog-combo-refutacoes-gerais/"><span style="color: #0000ff;">CLICANDO AQUI</span></a>.</strong></p>
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		<item>
		<title>31 DE MAIO – FESTA DE NOSSA SENHORA RAINHA (MARIA RAINHA)</title>
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		<pubDate>Sun, 31 May 2026 12:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Fé]]></category>
		<category><![CDATA[Magistério]]></category>
		<category><![CDATA[Santíssima Virgem Maria]]></category>
		<category><![CDATA[PIO XII]]></category>

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		<description><![CDATA[Clique na imagem para acessar a CARTA ENCÍCLICA AD CAELI REGINAM, do Sumo Pontífice Papa Pio XII,SOBRE A REALEZA DE MARIA  E A INSTITUIÇÃO DA SUA FESTA]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://catolicosribeiraopreto.com/31-maio-festa-de-nossa-senhora-rainha/"><span style="color: #000000;"><strong><img class="" src="https://img.cancaonova.com/cnimages/canais/uploads/sites/2/2022/08/Nossa-Senhora-Rainha.jpg" alt="Nossa Senhora Rainha, mediadora da paz" width="249" height="249" /></strong></span></a></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><strong>Clique na imagem para acessar a CARTA ENCÍCLICA <em>AD CAELI REGINAM, </em>do Sumo Pontífice Papa Pio XII<em>,</em>SOBRE A REALEZA DE MARIA  E A INSTITUIÇÃO DA SUA FESTA</strong></span></p>
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		<title>MISSA DA FESTA DA SANTÍSSIMA TRINDADE, DIRETO DO PRIORADO DE SÃO PAULO</title>
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		<pubDate>Sun, 31 May 2026 11:00:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Santa Missa]]></category>
		<category><![CDATA[FSSPX]]></category>

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		<description><![CDATA[Para assistir a Santa Missa clique na imagem acima.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.youtube.com/live/o57DdwCzKOU?si=ULv915VMEh5n5ylI"><img class="size-full wp-image-19788 aligncenter" src="http://www.catolicosribeiraopreto.com/wp-content/uploads/2020/05/Missa-publ.jpg" alt="Missa publ" width="571" height="291" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Para assistir a Santa Missa clique na imagem acima.</strong></p>
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		<title>31/05/2026 &#8211; 200 ANOS DA DECLARAÇÃO DE SÃO PEDRO DE ALCÂNTARA COMO PADROEIRO DO BRASIL</title>
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		<pubDate>Sun, 31 May 2026 10:22:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Fé]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja Católica]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia 31 de maio de 1826, a pedido do Imperador Dom Pedro I, o papa Leão XII declarou São Pedro de Alcântara padroeiro do Brasil. Em tempos de incertezas e de catástrofes internacionais, em tempos de crise moral e &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/31052026-200-anos-da-declaracao-de-sao-pedro-de-alcantara-como-padroeiro-do-brasil/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div style="width: 555px" class="wp-caption alignnone"><img src="https://nossasagradafamilia.com.br/wp-content/uploads/2025/04/fd6c7-1608-memoria-de-sao-pedro-de-alcantara-frame.jpg" alt="" width="545" height="369" /><p class="wp-caption-text"><span style="color: #000000;"><strong>São Pedro de Alcântara confessando Santa Teresa, Museu do Prado</strong></span></p></div>
<p class="Normal tm6" style="text-align: justify;"><strong><span class="tm7" style="color: #000000;">No dia 31 de maio de 1826, a pedido do Imperador Dom Pedro I, o papa Leão XII declarou São Pedro de Alcântara padroeiro do Brasil.</span></strong></p>
<p class="Normal tm6" style="text-align: justify;"><span class="tm7" style="color: #000000;">Em tempos de incertezas e de catástrofes internacionais, em tempos de crise moral e crise na Igreja, pedimos a intercessão do santo para que cada um faça sua parte na obra de glorificação de Deus.</span></p>
<p class="Normal tm6" style="text-align: justify;"><span class="tm7" style="color: #000000;">Pedimos também a intercessão do santo pelo Brasil e pela Igreja Católica no Brasil]</span></p>
<p class="Normal tm6" style="text-align: right;"><span style="color: #0000ff;"><strong><a style="color: #0000ff;" href="https://www.newadvent.org/cathen/11770c.htm">Fonte</a></strong></span></p>
<p class="Normal tm6" style="text-align: center;">*********************************</p>
<p class="Normal tm6" style="text-align: justify;"><span class="tm7" style="color: #000000;">Nascido em Alcântara, Espanha, 1499; falecido em 18 de outubro de 1562. Seu pai, Pedro Garavita, era governador do lugar, e sua mãe da família nobre de Sanabia. Depois de aprender gramática e filosofia em sua cidade natal, foi enviado aos 14 anos à Universidade de Salamanca. Retornando para casa, tornou-se um franciscano no convento de Observância Estrita em Manxaretes, em 1515. Com 22 anos foi enviado para fundar uma nova comunidade de Observância Estrita em Badajoz. Foi ordenado padre em 1524, e no ano seguinte feito guardião do convento de Santa Maria dos Anjos em Robredillo. Em alguns anos começou a pregar sermões com muito sucesso. Preferia pregar aos pobres; e seus sermões, baseados em sua maioria nos Profetas e Livros Sapienciais, respiram a mais tenra simpatia humana. Os “Frades Menores Descalços” tinham conventos na Espanha e a Custódia de Santa Maria Pietatis em Portugal, no tempo em que São Pedro entrou na ordem.</span></p>
<p class="Normal tm6" style="text-align: justify;"><span class="tm7" style="color: #000000;">Eleito ministro da província de São Gabriel em 1538, Pedro pôs-se a trabalhar. No capítulo de Placência em 1540, escreveu as constituições dos Franciscanos de Observância, mas suas ideias severas receberam tamanha oposição que ele renunciou ao ofício de provincial e retirou-se com João de Ávila para as montanhas de Arabida, Portugal, onde se juntou com o Frei Martinho de Santa Maria em sua vida de solidão eremítica. Contudo, outros frades vieram se juntar a eles, e várias comunidades foram criadas – e Pedro escolhido como guardião e mestre de noviços no convento de Pallais. Em 1560, tais comunidades foram erigidas na Província de Arabida. Voltando à Espanha em 1553, ficou mais dois anos em vida solitária, depois viajando descalço até Roma, obtendo permissão do Papa Júlio III para fundar conventos na Espanha sob jurisdição do superior dos Conventuais. Conventos foram erguidos em Pedrosa, Placência e em outros lugares; em 1556 foram transformados num comissariado, com Pedro como superior, e em 1561, em província com o título de São José. Sem desanimar com a oposição sofrida na província de São Gabriel, escreveu as constituições da nova província com maior severidade do que antes. A reforma se espalhou rapidamente para outras províncias da Espanha e Portugal.</span></p>
<p class="Normal tm6" style="text-align: justify;"><span class="tm7" style="color: #000000;">Em 1562, a província de São José foi posta sob a jurisdição do superior-geral dos Observantes, e duas novas custódias foram formadas: São João Batista em Valência, e São Simão em Galícia. Além dos associados a São Pedro listados acima, podemos mencionar São Francisco Borja, João de Ávila e o Ven. Luis de Granada. Em Santa Teresa d’Ávila, São Pedro viu uma alma escolhida por Deus para uma grande obra, e o sucesso dela na reforma do Carmelo foi, em grande medida, devido a seu conselho, encorajamento e defesa. Foi uma carta de São Pedro (14 de abril de 1562) que a encorajou a fundar seu primeiro monastério em Ávila, em 24 de agosto do mesmo ano. A autobiografia de Santa Teresa é fonte de muitas informações sobre a vida de São Pedro, seu trabalho, seus dons de milagres e profecias.</span></p>
<p class="Normal tm6" style="text-align: justify;"><span class="tm7" style="color: #000000;">Talvez a mais notável das graças de São Pedro foi seu dom de contemplação e sua virtude de penitência. Não menos notável foi seu amor a Deus, que era por vezes tão ardente que lhe causava dor física (como em São Felipe Neri), e frequentes êxtases. A pobreza que praticava e impunha era tão alegre quanto real, e muitas vezes se privava até do necessário para a vida. Em confirmação das virtudes e de sua missão de reforma, Deus fez muitos milagres por sua intercessão e por sua mera presença. Foi beatificado por Gregório XV em 1622, e canonizado por Clemente IX em 1669. Além das constituições dos Franciscanos de Estrita Observância e muitas cartas sobre assuntos espirituais (especialmente para Santa Teresa), compôs um pequeno tratado sobre a oração, que foi traduzido para todas as línguas europeias. Sua festa é no dia 19 de outubro.</span></p>
<p class="Normal tm6" style="text-align: justify;"><span class="tm7" style="color: #000000;">(Nota: em 1926, São Pedro de Alcântara foi nomeado padroeiro do Brasil, e em 1962 – no quarto centenário de sua morte – padroeiro de Extremadura)</span></p>
<p class="Normal" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> </span></p>
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		<title>FESTA DA SANTÍSSIMA TRINDADE</title>
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		<pubDate>Sun, 31 May 2026 10:00:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Santa Missa]]></category>
		<category><![CDATA[FSSPX]]></category>

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		<description><![CDATA[Acesse a leitura clicando na imagem. Você pode acompanhar diariamente as Meditações de Santo Afonso em nossa página exclusiva no blog, pelo nossa página no Facebook ou por nosso Canal no Telegram]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.catolicosribeiraopreto.com/festa-da-santissima-trindade/"><img class="aligncenter" src="http://catolicosribeiraopreto.com/wp-content/uploads/2016/05/trin.jpg" alt="trin" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><strong>Acesse a leitura clicando na imagem.</strong></span></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #000000;">Você pode acompanhar diariamente as Meditações de Santo Afonso em nossa <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://catolicosribeiraopreto.com/meditacoes-de-santo-afonso-para-cada-dia-do-ano/">página exclusiva no blog</a>, p</span></span><span style="color: #0000ff;"><span style="color: #000000;">elo nossa <a style="color: #0000ff;" href="https://www.facebook.com/catolicosribeiraopreto">página no Facebook</a> ou por nosso <a style="color: #0000ff;" href="https://t.me/catolicosribeiraopretofsspx">Canal no Telegram</a></span></span></strong></p>
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		<title>CONTRA IULIANUM &#8211; FECIT QUIDEM, SED MALE FECIT</title>
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		<pubDate>Sat, 30 May 2026 16:33:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise na Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Fé]]></category>
		<category><![CDATA[Textos e Reflexões]]></category>

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		<description><![CDATA[A propósito da crítica do Dr. Juliano de Henrique Mello feita à Fraternidade Sacerdotal São Pio X. No dia 29 de maio de 2026, o fiel católico — e até então frequentador das missas da Fraternidade Sacerdotal São Pio X &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/contra-iulianum-fecit-quidem-sed-male-fecit/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p class="post-title published title-X77sOw" dir="auto"><img class=" aligncenter" src="https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!UcLV!,w_1456,c_limit,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2Fc95e9a42-7035-4772-835f-3a53be0504ba_1448x1086.png" alt="" width="504" height="381" /></p>
<p class="post-title published title-X77sOw" dir="auto"><span style="color: #000000;"><strong>A propósito da crítica do Dr. Juliano de Henrique Mello feita à Fraternidade Sacerdotal São Pio X.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">No dia 29 de maio de 2026, o fiel católico — e até então frequentador das missas da Fraternidade Sacerdotal São Pio X — e autor do canal e ‘apostolado virtual’ <em>Ergo fecit</em>, Dr. Juliano de Henrique Mello, publicou um vídeo no qual declara publicamente que não frequentará mais as Missas que estiverem sob os cuidados dessa instituição. O motivo de tal decisão, que não poderia ser outro nesta época, é sua discordância quanto a consagração dos quatro bispos dia 01 de julho de 2026 em Écône, Suíça.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Até aí entendo, ainda que discorde. Seria uma escolha sua e nada teríamos a ver com isso. Não é do nosso dever de estado se meter na vida particular alheia.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O problema é que, além de tornar público esse rompimento, ele tornou pública também várias de suas concepções eclesiológicas, filosóficas e metafísicas. Sobre esses absurdos não é possível se calar. Não são detalhes ou vírgulas erradas, mas erros abissais, os quais certamente foram causa desse rompimento.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">Leia toda a refutação ao Dr. Juliano pelo link:</span></strong> <span style="color: #0000ff;"><strong><a style="color: #0000ff;" href="https://verbumfidelis.substack.com/p/contra-iulianum-fecit-quidem-sed">https://verbumfidelis.substack.com/p/contra-iulianum-fecit-quidem-sed</a></strong></span></p>
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		<title>BOLETIM DO PRIORADO PADRE ANCHIETA (SÃO PAULO/SP) E MENSAGEM DO PRIOR – JUNHO/26</title>
		<link>http://catolicosribeiraopreto.com/boletim-do-priorado-padre-anchieta-sao-paulosp-e-mensagem-do-prior-junho26/</link>
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		<pubDate>Sat, 30 May 2026 14:25:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise na Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Fé]]></category>
		<category><![CDATA[Textos e Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[FSSPX]]></category>
		<category><![CDATA[Pe. Jean-François Mouroux]]></category>

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		<description><![CDATA[Caros fiéis, A Fraternidade São Pio X não busca seu próprio bem, mas o bem da Igreja. É por isso que sempre recusou uma regularização canônica em detrimento da defesa integral da fé. Até o momento, o reconhecimento oficial da &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/boletim-do-priorado-padre-anchieta-sao-paulosp-e-mensagem-do-prior-junho26/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class=" aligncenter" src="https://pbs.twimg.com/media/HJP8ogKW0AAo376?format=jpg&amp;name=large" alt="Imagem" width="666" height="305" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Caros fiéis,</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A Fraternidade São Pio X não busca seu próprio bem, mas o bem da Igreja. É por isso que sempre recusou uma regularização canônica em detrimento da defesa integral da fé. Até o momento, o reconhecimento oficial da Fraternidade por Roma está condicionado à aceitação das novidades do Concílio Vaticano II e das reformas que se seguiram; em particular, o novo rito da missa. Como a Fraternidade recusa essas reformas, ela continua, portanto, a não estar “em plena comunhão”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">No entanto, desde 1988, houve avanços. Ao revogar a injusta excomunhão, o Papa Bento XVI explicou esse gesto aos bispos de todo o mundo: o problema da Fraternidade não é um problema disciplinar, mas sim doutrinário. Também não é, antes de tudo, um problema litúrgico. Assim, o mesmo papa concedeu faculdades especiais aos bispos para permitir maior liberdade da missa tridentina. Esse outro gesto atendeu a um pedido da Fraternidade. Por fim, o Papa Francisco concedeu à Fraternidade a jurisdição para as confissões e os casamentos. Esses poucos anos de quase regularização permitiram que muitas almas conhecessem a Tradição católica. Eles mostraram que era possível oferecer um quadro de referência para aqueles que desejam permanecer-lhe fiéis. Uma única coisa é necessária: a boa vontade das autoridades.</span><span id="more-35002"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Na aplicação das decisões de Bento XVI e Francisco, alguns bispos mostraram-se generosos ou, no mínimo, honestos. A maioria dos que concederam as autorizações solicitadas fê-lo contra suas próprias convicções. Que lhes seja dado o devido reconhecimento. Elevemos para eles orações de gratidão. Outros, sem se importarem com as decisões romanas, mantiveram uma rigidez sectária. Não há dúvida de que a missa tridentina é a principal causa da condenação eterna em suas dioceses!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Não se pode deixar de pensar na hipocrisia dos escribas e fariseus. Eles tinham escrúpulos em entrar na sala do tribunal de Pilatos, mas não em pedir a morte de um inocente!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Concretamente, a maioria dos bispos não evoluiu em prol da Tradição desde 1988. A situação geral da Igreja é catastrófica. A tal ponto que o padre Pagliarani se vê obrigado a lembrar, em sua profissão de fé, que as uniões contra a natureza não são católicas e que a comunhão eucarística não é possível em estado de pecado mortal. É assim que estamos em 2026.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">É, portanto, com razão que Dom Athanasius Schneider declara: «Quem quer que seja, na Igreja, que ainda hoje negue este verdadeiro estado de necessidade está ou espiritualmente cego, ou considera que o rei nu está decentemente vestido — como no conto de Andersen As Roupas Novas do Rei —, ou se comporta como o servo que, diante do castelo em chamas, exclama: ‘Está tudo muito bem, senhora marquesa!’”</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A expressão &#8220;o rei está nu&#8221; passou a ser usada metaforicamente no dia a dia para descrever situações em que uma verdade óbvia é ignorada ou escondida por conveniência, mas é revelada por alguém corajoso.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">É exatamente isso que a Fraternidade faz. Ela descreve uma realidade que ninguém quer ver, por respeito humano, interesse, medo, corrupção, cegueira… E o simples fato dedescrever o que se vê, em uma sociedade decadente, torna-se um ato de coragem condenado. E tomar as medidas para preservar essa lucidez — proveniente de uma vida espiritual fundamentada em uma doutrina sólida e uma moral saudável —, ao consagrar bispos, torna-se condenável. De acordo com as ameaças do cardeal Víctor Manuel Fernández, Prefeito do Dicastério para a Doutrina da Fé, a liberdade da Tradição na Igreja sofrerá um novo retrocesso. Entramos em uma nova fase de perseguições. Isso não deveria nos surpreender: “Serão expulsos das sinagogas, e quem vos matar crerá estar prestando homenagem a Deus” (João 16, 2).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A maioria dos fiéis da Fraternidade no Brasil conhece a Tradição há poucos anos. Eles não viveram as grandes lutas dos últimos 50 anos e podem, com toda a razão, sentir-se perturbados por esses graves acontecimentos que estamos atravessando. Um exemplo pode ajudar a confortá-los. É o exemplo da minha família, que apresento com toda a simplicidade, porque o conheço bem; e sem vaidade, pois não tenho nenhum mérito nos atos dos meus antepassados. A geração dos meus avós nasceu nas décadas de 1910 a 1930. Todos foram educados na religião católica tradicional. Após o Concílio Vaticano II, meus avós paternos e maternos fugiram das novidades conciliares e aderiram à resistência católica de Dom Lefebvre. Eles enfrentaram a incompreensão e as condenações de seus irmãos e irmãs. E a excomunhão, em consequência das sagrações de 1988, não melhorou as relações familiares: «Lefebvristas, cismáticos, excomungados…» Qual é o balanço? Na geração dos meus avós, todos foram batizados e casados na Igreja. Na geração dos meus pais, surgem os divórcios entre os primos e alguns abandonam totalmente a prática religiosa. Na minha geração, todos ainda são batizados, mas quase apenas meus irmãos e irmãs e primos de primeiro grau se casam. Entre os primos de segundo grau, surgem os concubinatos. Para a geração que se segue à minha, não se batiza mais e a prática religiosa desapareceu. Em quatro gerações, a fé desapareceu. Ela permanece entre os descendentes daqueles que mantiveram a Tradição. Um bom exemplo vale mais do que muitos discursos. «Contra factum non fit argumentum» — Contra os fatos não há argumentos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Caros fiéis, as posições que os senhores assumirem agora terão consequências nas próximas décadas. Após reflexão e oração, cada um terá de tomar uma decisão, em consciência, diante de Deus. É melhor conservar o título de “católico”, concedido por aqueles que já não agem como católicos, e perder a fé? Ou sofrer condenações injustas para manter a fé?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Que o Espírito Santo ilumine nossas mentes e nos dê a força dos mártires. Deus os abençoe.</span></p>
<p style="text-align: right;"><strong><span style="color: #000000;">Padre Jean-François Mouroux, Prior</span></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span class="tm6"><a style="color: #0000ff;" href="https://fsspx.com.br/sites/default/files/documents/boletim-prioradosp-junho-2026.pdf">CLIQUE AQUI PARA ACESSAR O BOLETIM COMPLETO DE JUNHO/26, QUE INCLUI O CALENDÁRIO LITÚRGICO DO MÊS, AVISOS, ETC.</a></span></strong></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;">*************************************</span></p>
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		<title>CONCEITO REALISTA DE HISTÓRIA</title>
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		<pubDate>Fri, 29 May 2026 12:33:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Fé]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[[Do Pe. Guillermo Fraile, O. P. (Historia de la Filosofia I, pgs. 61-69)] A história é um resultado em que se conjugam todas as modalidades que revestem a realidade: a unidade e a diversidade, a necessidade e a liberdade, o &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/conceito-realista-de-historia/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><img class="aligncenter" src="https://http2.mlstatic.com/D_NQ_NP_973470-MLB45983235885_052021-O.webp" alt="Historia De La Filosofia Vol 1 Bac Guillermo Fraile O P | MercadoLivre" width="207" height="274" /></p>
<p style="text-align: right;"><strong><span style="color: #000000;">[Do Pe. Guillermo Fraile, O. P. (<em>Historia de la Filosofia I, pgs. 61-69)</em>]</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A história é um resultado em que se conjugam todas as modalidades que revestem a realidade: a unidade e a diversidade, a necessidade e a liberdade, o determinismo e a contingência, a estabilidade de leis universais com a mobilidade dos acontecimentos particulares sujeitos a múltiplas circunstâncias variáveis e imprevisíveis que influenciam no rumo dos acontecimentos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O resultado de tantos e tão complexos fatores não pode ser um desenvolvimento orgânico, retilíneo e ascensional. Mas tampouco uma dispersão anárquica e fora de toda lei. Há leis invariáveis que regem a natureza física, e outras menos rigorosas – psicológicas, intelectuais e morais – que afetam a natureza humana. Mas junto com a estabilidade dessas leis sucede também o fortuito, o contingente, o circunstancial e, sobretudo, a intervenção da liberdade, que podem alterar e até mudar radicalmente o rumo da história. Acidente fortuito foi a ocultação dos escritos do <em>Corpus Aristotelicum</em>, e fortuita foi sua recuperação, mas ambas coisas influenciaram decisivamente no caráter da Filosofia antiga e medieval. Fortuito foi o conselho do cardeal De Bérulle a Descartes para que dedicasse seus talentos à defesa do catolicismo contra os “libertinos”, mas disso procedeu uma nova orientação, de consequências incalculáveis para a Filosofia moderna.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A história é uma realidade. Mas nem toda realidade é história, nem é histórica, nem sequer tem história. Devemos especificar o sentido em que entendemos a realidade da história, pois disso provém as múltiplas interpretações que esse conceito permitiu.</span><span id="more-34998"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O fato histórico, considerado como realidade ontológica, coloca o problema de sua entidade e das condições que o fazem possível. Mas a resposta depende da atitude adotada ante um conjunto de problemas:</span></p>
<ol style="text-align: justify;">
<li><span style="color: #000000;">ontológico (entidade do fato histórico);</span></li>
<li><span style="color: #000000;">gnosiológico (validade do nosso conhecimento);</span></li>
<li><span style="color: #000000;">cosmológico (conceito de movimento e temporalidade)</span></li>
<li><span style="color: #000000;">antropológico (conceito da essência do homem)</span></li>
<li><span style="color: #000000;">teológico (intervenção providencial de Deus no mundo e no rumo da história) etc</span></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Cada coisa tem uma entidade física, uma essência, uma natureza, que pode ser substancial ou acidental. Há também entes naturais e artificiais. As essências das coisas são imutáveis e atemporais. São o mesmo no presente, no passado e no futuro. Portanto, não são históricas. Podem constituir objeto de numerosas ciências, mas não de História.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A historicidade é uma propriedade acidental, que afeta tão somente algumas ações realizadas pelos indivíduos humanos. Mas não isoladamente, e sim dentro de um grupo social ou de alguma coletividade na qual exercem sua influência, e na qual perduram de alguma maneira seus resultados através da sucessão temporal. Por causa disso, a possibilidade de um fato histórico requer um conjunto de condições:</span></p>
<ol style="text-align: justify;">
<li><span style="color: #000000;">Unidade de sujeito, que pode ser natural ou artificial, individual ou coletivo.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Permanência essencial desse sujeito no meio das mudanças e mutações acidentais.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Mutabilidade e variabilidade acidental. Uma coisa que permanece imutável em sua duração não pode ter história.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Pluralidade sucessiva de momentos em seu desenvolvimento e em sua atividade exterior.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Temporalidade, decorrente de ser uma natureza finita, sujeito de numerosas mutações acidentais.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Continuidade, e simultaneamente conexão e relações de dependência entre os distintos modos do desenvolvimento e de alguns fatos com outros, que prolongam virtualmente no futuro os resultados da atividade exercida em um momento dado.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Contingencia, indeterminação e, portanto, imprevisibilidade dos fatos em que intervêm a livre vontade do homem, como também de outros independentes de sua vontade.</span></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Desenvolvamos brevemente algumas dessas condições.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>A &#8211; Sujeito da história</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O historicismo absoluto deseja reduzir toda realidade à história. Todas as coisas têm duração. Contudo, a imensa maioria delas não é histórica, nem tem história, nem entram em nada no campo da história.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Deus é a realidade suprema, mas não é sujeito da história. Sua duração consiste em sua presença imutável em toda a eternidade. Tampouco têm história os seres inorgânicos do mundo físico, embora sua duração esteja sujeita ao movimento e se meça pelo tempo. Mudam, mas não envelhecem. Nem sequer são sujeitos da história as plantas e os animais. Mudam e envelhecem, mas sua atividade está sujeita ao determinismo e a invariabilidade das leis físicas e biológicas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Somente é sujeito da História o ente capaz de fazê-la, e este é exclusivamente o homem, que é uma substância vivente, inteligente e livre. Mas a essência do homem não consiste na historicidade, e não é exato afirmar que o homem não tem natureza, mas somente história. Uma coisa é a essência ou natureza do homem, e outra completamente distinta é sua historicidade. O indivíduo humano não é um puro acontecer nem uma mera sucessão de atos físicos ou biológicos realizados no tempo. O homem não é histórico por essência, nem sua essência consiste na história, mas a historicidade nada mais é do que um acidente que lhe sobrevém como resultado de suas ações. O homem tem história ou faz história mediante suas ações livres realizadas no tempo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os historicistas exageram a mutabilidade, a contingência e a temporalidade do ser humano, minimizando a realidade das essências permanentes. Mas a possibilidade de que o homem seja um ser histórico decorre justamente de que somente nele ocorre a combinação ou a confluência de uma imutabilidade essencial e uma mutabilidade acidental. Não implica contradição alguma a coexistência, no indivíduo humano, de uma imutabilidade essencial e uma permanência substancial através do tempo, com uma mutabilidade acidental nas formas mais diversas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O homem tem uma essência própria, pessoal e permanente, imutável ao longo de sua duração. Essa essência, que consiste em ser um animal racional, é o que constitui seu ser enquanto tal, e sendo imutável, não é nem pode ser histórica. Não é uma essência simples, mas composta. O homem consta de um corpo material vivente, sujeito às mesmas leis físicas e biológicas que todos os demais seres do mundo físico (gravidade, dilatação, digestão, reprodução etc). Todas essas funções não entram tampouco no domínio da história, embora sejam realizadas no tempo. Mas na essência do homem entra, ademais, um elemento transcendente, espiritual, que é sua alma racional e livre, a qual não se mede pelo tempo, mas por uma duração especial que os escolásticos denominam <em>evo</em>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Não obstante, o homem, considerado como um todo substancial, é temporal, enquanto vive e atua no tempo. Mas, simultaneamente, o tempo não é mais do que um acidente, que não entra na constituição da natureza humana enquanto tal, a qual, sendo imutável, não é temporal nem, portanto, histórica.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O homem não é histórico por sua essência, mas por seus acidentes, ou seja, em virtude de suas ações humanas, conscientes e livres, realizadas no tempo. Por isso, à História enquanto tal não interessa a essência do homem, que constitui objeto de outras ciências – como, por exemplo, a Antropologia. A História não se baseia nas essências, que são imutáveis, mas nos acidentes, nas ações humanas ou em seus produtos, nos resultados da atividade humana no espaço e no tempo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A História é integrada por <em>fatos</em>, por sucessos ou por acontecimentos. O fato (<em>factum</em>, particípio ativo de <em>facere</em>) é um resultado da <em>ação </em>(<em>fazer</em>), e o termino do <em>fieri</em>. E, por sua vez, a ação é resultado da essência (<em>actiones sunt suppositorum</em>). Mas a ação humana não é instantânea, mas sucessiva. Faz-se e atua-se no tempo. Implica sucessão, potencialidade e dinamicidade. São todos ingredientes da História. Mas em sua constituição devemos nos fixar sobretudo na ação, que é seu elemento especificativo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Se a essência do homem fosse a história ou a historicidade, todos seus atos seriam históricos. Mas é evidente que de todas as inumeráveis ações realizadas pelos homens desde que existem sobre a terra, apenas uma ínfima minoria chegou a categoria de histórica. Deve-se excluir <em>a fortiori </em>todas as ações físicas ou biológicas, que estão sujeitas a leis invariáveis, nas quais não há margem para a liberdade. Nem sequer entram na História todas as ações espirituais e livres. A vida da maior parte dos homens nada tem de histórica. Passa, e muito pouco é o que fica boiando com a categoria de histórico no naufrágio em que se submergem, no passado, a imensa maioria das ações realizadas pelos homens.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A História é resultado das ações humanas, mas não de todas – somente de algumas especialmente importantes, as quais não desaparecem por completo no passado, mas perduram de algum modo, prolongando sua ação em uma espécie de sobrevivência no futuro. Os fatos históricos não são puramente passados, mas também de algum modo atuais, enquanto perduram incorporados de modo virtual no presente. Nesse sentido, todos os fatos históricos não são iguais, mas neles há graus maiores ou menores de historicidade.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Temos, pois, que o fato histórico se constitui por uma ação humana livre, realizada no passado, que perdura projetada ao futuro. Mas o acréscimo da historicidade não é nenhuma propriedade essencial de nenhum ato humano, mas somente de algumas ações, individuais e sociais, e mesmo nelas de modo extrínseco e acidental.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Uma coisa é o sujeito que <em>faz </em>a história e outra coisa o sujeito <em>da </em>História. Os fatos históricos, e portanto a História, são produtos ou resultados das ações dos homens, sejam individualmente, sejam em coletividades naturais ou artificiais. Mas esse sujeito deve ser concreto e real. As abstrações, como o “Homem”, a ‘Humanidade” ou a “Sociedade” não podem ser sujeito da história. A História fizeram nem o espírito universal (Weltgeist) nem o espírito nacional (Volkgeist), mas homens concretos, particulares e existentes, mediante ações realizadas num tempo determinado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Ao contrário, o sujeito <em>da </em>história não pode ser individual, mas coletivo. O indivíduo considerado isoladamente não é história, nem tem História, mas faz história, e a faz dentro de um grupo humano, de uma coletividade (natural ou artificial), de agrupamentos sociais, políticos, científicos, artísticos, religiosos etc.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Não há História propriamente dita de um homem singular. Primeiro, porque a História requer continuidade, que no individuo isolado somente ocorre enquanto vive. Os atos estritamente individuais não perduram além da morte ou da cessação da existência individual. Mas não são históricos se não têm alguma influência exterior, relação, conexão com outros atos, e persistência com projeção até ao futuro, além do indivíduo que os realiza. Mas o indivíduo vive e atua dentro de um grupo social, natural ou artificial, de uma comunidade ou de uma coletividade. Acima das pessoas individuais formam-se comunidades sociais, unidas por laços espirituais, políticos, econômicos, culturais, artísticos, científicos etc. Nessas coletividades é que há, por um lado, as relações e conexões necessárias para constituir a História, e por outro lado, onde perdura a influência das ações particulares dos indivíduos e onde propriamente há sucessão e continuidade, que são a base do acontecer histórico.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">E o segundo, por que as ações exteriores dos indivíduos que fizeram a História – Platão, Aristóteles, Lutero, Carlos V, Cristóvão Colombo – realizam-se dentro de um ambiente intermediário social, plenitude de seu sentido. Basta imaginar qualquer um desses indivíduos deslocado de seu lugar social para que suas ações adquiram significado completamente distinto, inclusive se tornando ininteligíveis, ou ao menos para que não tenham o mesmo sentido que tiveram. Maomé, colocado nas circunstâncias de Cristóvão Colombo, não teria sido o que foi, nem Cristóvão Colombo na corte de Carlos V, nem Carlos V na época de Aristóteles. Ou seja, qualquer fato histórico, seja do gênero que for, implica uma ressonância social, e somente conserva seu sentido quando se situa dentro da rede de relações que lhe ocasionaram e pelas quais foi ocasionado simultaneamente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Não havendo sujeito unitário e permanente da História, tampouco cabe uma evolução nem um processo de tipo dialético ao modo de Hegel. No desenvolvimento histórico predomina a heterogeneidade sobre a unidade, que nunca pode ser estrita, mas sempre muito relativa. E assim, dada a heterogeneidade e a confinação geográfica e temporal em que se realizaram os fatos históricos, somente cabe falar de História universal em sentido muito amplo. Nosso horizonte histórico abarca escassamente uns seis milênios, precedidos de centenas de séculos em que a humanidade existiu sobre a terra, realizando inumeráveis ações que desapareceram irreparavelmente no decurso do tempo. [Nota do editor: ponto não sem controvérsias].</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Apesar de a espécie humana ter unidade originária de estirpe comum, não seguiu uma linha de desenvolvimento uniforme nem homogênea. A História sempre foi feita separadamente pelos distintos grupos étnicos, raciais, sociais ou políticos, muitos dos quais viveram em um isolamento quase absoluto, sem influências apreciáveis entre si. É muito frequente o contraste entre povos que, num mesmo lapso cronológico, alcançam elevado nível de cultura, ao lado de outros que permanecem submersos na barbárie. Por isso, em vez de uma história universal da Humanidade, cabe falar de Histórias parciais dos diversos grupos e associações humanas. Mas não a modo de uma somatória de coisas parecidas dentro de uma totalidade, mas com marcado caráter de heterogeneidade. Tampouco é legítimo falar de um sujeito unitário em História da Filosofia, e sim que dentro de uma unidade muito relativa, predominam nela a pluralidade e a diversidade.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>B – Temporalidade</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">À essência física e permanente do homem sobrevém inúmeras modificações acidentais, uma das quais é a temporalidade, que por sua vez deriva-se da mutabilidade. O homem vive e atua no tempo, físico ou histórico, e nesse sentido – acidental – entra no campo da historicidade. Mas tanto a mutabilidade como a temporalidade, e por isso também a historicidade, são propriedades ou modificações acidentais, acrescentadas, que não afetam a essência do indivíduo enquanto tal. Assim, a história não se identifica com a essência do homem, nem com sua mutabilidade, nem com sua temporalidade, mas é um resultado, também acidental, das ações humanas realizadas no tempo. O desenvolvimento histórico se mede pelo tempo, e permanece fixado nos distintos momentos da sucessão temporal em que se realiza. Por isso, a cronologia é elemento imprescindível da História.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Mas a história não se reduz à pura temporalidade. A temporalidade é elemento da história, mas por si só é insuficiente para transformar um fato físico em histórico. Não são a mesma coisa o passado e o histórico. Todo fato histórico é passado. Mas nem todo fato passado é histórico. O ser do sucesso histórico não é um mero passado. Há infinidade de sucessos passados que não alcançaram a categoria de históricos. A historicidade acrescenta algo positivo ao mero ser passado. Somente chegam a ser históricos os fatos passados que, de alguma maneira influenciam, permanecem, ou perduram no futuro.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Ontologicamente, o sucesso histórico foi, já não existe. Mas persiste, e portanto não é totalmente passado, mas segue sendo de alguma maneira, enquanto perdura incorporado virtualmente em um presente no qual segue exercendo influência. Dessa maneira, o presente atual sobrepassa sua própria entidade ontológica, enquanto encerra em si implicitamente, como acumulados, inviscerados ou atesourados, outros sucessos anteriores que lhe enriquecem e lhe enchem de um sentido complementar que não teria em seu puro ser físico. Por sua vez, esse presente é uma soma de possibilidade projetadas para o futuro, o qual não é um impedimento, mas um horizonte. Por isso, a matéria da História não são os fatos puramente físicos, mas os sucessos, os acontecimentos, os eventos, ou seja, os fatos que tiveram alguma tensão, alguma projeção até o futuro. A ação é também um prolongamento do nosso ser.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Mas não há um tempo absoluto, ao modo de Newton: nem tampouco um tempo como forma <em>a priori</em>, ao modo de Kant. O tempo físico é um acidente real que tem como fundamento um movimento real medido por uma inteligência. Mas na adoção de um tipo concreto de movimento para ajustar a cronologia – v. gr. o movimento da Terra ao redor do Sol – há muito de relativo e de convencional. Uma coisa é o movimento dos seres inorgânicos, outra o dos viventes e outra o do homem, ser racional e livre, o qual, ao menos por sua alma, que é sua parte principal, fica fora do determinismo que rege o movimento de todos os demais seres.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Assim, pois, embora os acontecimentos históricos possam ser medidos e ordenados conforme um padrão mais ou menos universal e convencional de ”tempo” (meses, anos, séculos, milênios), acima dessa cronologia há outra consideração mais profunda, segundo a qual o pretérito aparece como permanecendo virtualmente no presente e no futuro e prolongando neles sua ação. Nesse conceito de “tempo histórico”, baseia-se a Historiografia moderna, diferentemente da antiga, para a qual o fato histórico era um simples passado, que exigia apenas ser reconstruído em crônicas ou narrações com base em recordações posteriores ou de testemunhos e documentos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>C – Temporalidade</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Entre os fatos históricos não somente há sucessão temporal, mas também continuidade, relações, conexões e concatenação de uns com outros. Um fato isolado não é histórico. Os sucessos históricos se situam um ao outro em relação como causas e efeitos, ou melhor, como condições e condicionados. Por isso é preciso enquadrá-los dentro de uma totalidade, embora não seja necessário que seja absoluta, mas relativa e restringida. O <em>Quijote </em>se compreende dentro do ambiente criado pelos livros de cavalaria, mas perderia seu sentido enquadrado no ambiente da cultura asteca. As catedrais românicas têm significação clara na Europa cristã do século XII, mas seriam absurdas na Rússia soviética do século XX. A <em>Crítica </em>de Kant não é difícil de entender em função das duas correntes do dogmatismo leibniziano e do empirismo inglês, mas seria ininteligível situada no ambiente das Cruzadas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Ou seja, a História universal implica uma visão totalitária do passado histórico, na qual se ordenam os fatos concretos conforme suas relações, implicações e explicações, inseridos na totalidade de um processo. As coisas se sucederam de tal ou qual maneira em virtude de uma conjunção de circunstâncias ou de causas livres ou necessárias, que poderiam ter sido outras, mas que de fato foram assim e não de outro modo. O ofício do historiador consiste em narrar a História tal como efetivamente foi, não tal como poderia ter sido, e menos ainda como a ele pareceu ter sido.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>D – Indeterminação</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A História se constitui por ações e relações que ultrapassam a ordem física ou biológica, entrando na da contingência e, por isso, na da liberdade. O desenvolvimento histórico depende de um conjunto de circunstâncias, livres ou fortuitas, independentes da vontade dos indivíduos que fazem a história. Somente o homem, como sujeito livre, possui o privilégio de fazer história. Mas às vezes as circunstâncias arrastam inevitavelmente aos indivíduos. Do cruzamento, da interferência ou do choque entre tantos fatores diversos resulta a orientação da história, a qual tem sempre uma ampla margem de indeterminação e imprevisibilidade.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O mundo físico e o biológico estão sujeitos a leis invariáveis e a processos cíclicos, nos quais os acontecimentos se repetem e podem ser preditos. Um físico sabe que todos os corpos estão sujeitos à lei da gravidade. Um químico pode prever com segurança as reações entre determinados elementos. Um astrônomo pode predizer um eclipse de sol. Um astrônomo pode prever um eclipse solar. Um biólogo sabe que as andorinhas seguirão fazendo seus ninhos daqui a mil anos como fazem hoje. Mas não há leis fixas que rejam o desenvolvimento da História humana, nem processos cíclicos rigorosos. Por isso, é impossível uma Filosofia da História que pretenda predizer os acontecimentos futuros, reduzindo-a numa ciência exata. A História está entrelaçada de ações e interações entre seres humanos livres. Os futuros contingentes não são objeto de ciência humana, em razão de sua dependência de muitas circunstâncias imprevistas e imprevisíveis. A História não se repete jamais, e o devir histórico não pode ser deduzido <em>a priori</em>, como um teorema de Geometria.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Na História há uma certa unidade e uma concatenação dos sucessos acima ou abaixo das divisões cronológicas. O passado influencia no futuro, e o condiciona e determina até certo ponto. Mas nem por isso fica anulada a contingência, nem os cruzamentos em que, de maneira absolutamente imprevisível, cruzam-se as séries causais que dão origem a estruturas e movimentos muito diversos. Sempre deve-se contar, ademais, com o fator da liberdade, que pode mudar e alterar profundamente o curso de um processo histórico. O historiador pode ser “profeta do passado”. Mas nunca poderá ser, em sentido rigoroso, profeta do futuro. Não há uma Dialética da História. Os fatos podem ser conhecidos, ordenados e interpretados <em>post factum</em>. Mas <em>ante factum</em> somente podem ser preditos, deixando ampla margem para equívocos. Mais que uma Filosofia, o que cabe ser feito é uma Teologia da História; mas sempre pressupondo se manter dentro de linhas muito gerais, e que somente podemos conhecer os desígnios divinos na exata medida em que Deus no-los queira comunicar por revelação</span></p>
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		<title>A DOCILIDADE AO ESPÍRITO SANTO &#8211; PELO PE. CARLOS MESTRE, FSSPX</title>
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		<pubDate>Thu, 28 May 2026 17:29:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Espirito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Missa]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo e Fotos]]></category>
		<category><![CDATA[FSSPX]]></category>
		<category><![CDATA[Pe. Carlos Mestre]]></category>

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		<description><![CDATA[Sermão proferido pelo Revmo. Pe. Carlos Mestre, no Priorado de São Pio X de Lisboa, no Domingo de Pentecostes sobre a necessidade de ser dócil e fiel ao Espírito Santo.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><strong>Sermão proferido pelo Revmo. Pe. Carlos Mestre, no Priorado de São Pio X de Lisboa, no Domingo de Pentecostes sobre a necessidade de ser dócil e fiel ao Espírito Santo.</strong></span><br />
<strong> <iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/5UptpRYFMic?si=FBVCelSQZOt01lvP" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></strong></p>
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		<title>PENTECOSTES: MONS. STRICKLAND DENUNCIA O SILÊNCIO QUE SUFOCA A VERDADE NA IGREJA</title>
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		<pubDate>Thu, 28 May 2026 12:15:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise na Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Fé]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo e Fotos]]></category>
		<category><![CDATA[FSSPX]]></category>

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		<description><![CDATA[Por ocasião do Pentecostes, Mons. Joseph Strickland denunciou o silêncio que atualmente mina a Igreja diante da confusão doutrinal e dos ataques contra a Tradição Católica. Um silêncio de pastores que já não ousam mais falar com clareza. O Bispo &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/pentecostes-mons-strickland-denuncia-o-silencio-que-sufoca-a-verdade-na-igreja/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><iframe title="vimeo-player" src="https://player.vimeo.com/video/1194234554?h=4f314bccaf" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">Por ocasião do Pentecostes, Mons. Joseph Strickland denunciou o silêncio que atualmente mina a Igreja diante da confusão doutrinal e dos ataques contra a Tradição Católica. Um silêncio de pastores que já não ousam mais falar com clareza. O Bispo Emérito de Tyler menciona, em particular, as crescentes pressões exercidas contra a Fraternidade São Pio X e a missa tradicional, exortando os católicos a reencontrarem a coragem de testemunhar publicamente a verdade.</span></strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong>Fonte:<span style="color: #0000ff;"> <a style="color: #0000ff;" href="https://fsspx.news/fr/news/pentecote-mgr-strickland-denonce-le-silence-qui-etouffe-la-verite-dans-leglise-59332">DICI</a> </span>&#8211; Tradução: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://catolicosribeiraopreto.com/">Dominus Est</a></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Existe uma antiga canção de Simon e Garfunkel chamada <em>&#8220;The Sound of Silence&#8221; (O Som do Silêncio)</em>. Muitos de vocês a conhecem. Um trecho diz: <em>&#8220;Pessoas falando sem dizer, pessoas ouvindo sem escutar&#8221;</em>. Essas palavras ressoam em minha mente com a aproximação do Pentecostes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Pois vivemos em uma época repleta de ruídos. De palavras sem fim. Comentários sem fim. Pronunciamentos sem fim. Reuniões sem fim. Documentos sem fim. Discussões sem fim. E, no entanto, sob todo esse alvoroço, um silêncio terrível cresce no mundo, e até mesmo em certas partes da Igreja.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Não o silêncio sagrado da oração. Não o silêncio de uma alma ajoelhada diante do Santíssimo Sacramento. Não o silêncio dos monges ou religiosos enclausurados, à escuta do sussurro de Deus. Mas é o silêncio que se instala quando os homens deixam de ouvir o Espírito Santo.</span><span id="more-34991"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Neste domingo, celebramos Pentecostes, quando o Espírito Santo desceu sobre os Apóstolos em forma de línguas de fogo. Os homens amedrontados, escondidos atrás de portas trancadas, tornaram-se então testemunhas intrépidas de Jesus Cristo. Eles não saíram do Cenáculo com incerteza. Não saíram falando com ambiguidade. Eles não saíram buscando acomodar-se ao espírito do século. Eles saíram proclamando a verdade com ousadia, mesmo que isso lhes custasse a vida.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">É isso que o Pentecostes realiza.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Espírito Santo não é o espírito da confusão. Ele é o Espírito da Verdade.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Nosso Senhor diz no Evangelho segundo São João: <em>&#8220;Mas, quando vier o Espírito da verdade, ele vos ensinará toda a verdade.</em>..&#8221; (João 16, 13).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Espírito Santo não contradiz Jesus Cristo. O Espírito Santo não anula a Revelação divina. O Espírito Santo não apaga as Sagradas Escrituras. O Espírito Santo não abençoa o que Deus chamou de pecado. O Espírito Santo não ensina uma coisa por dois mil anos através da Igreja e depois, repentinamente, inspira o oposto nos tempos modernos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">E, no entanto, vivemos hoje na Igreja um momento em que a confusão se espalha a partir dos próprios lugares encarregados de guardar o depósito da fé.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Vemos agora surgir no Vaticano discussões e grupos de estudo que falam da homossexualidade de uma maneira que provoca grave confusão entre os fiéis. Dom Athanasius Schneider qualificou recentemente algumas dessas propostas como heréticas. Essa palavra deve nos abalar. A heresia não é uma simples discordância. A heresia é a corrupção da verdade revelada.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">E os fiéis têm o direito de perguntar: <em>como é possível que tais assuntos podem sequer ser discutidas no seio da Igreja fundada por Jesus Cristo? Como é que a confusão em relação ao pecado grave pode se tornar algo normal? Como é que a ambiguidade pode substituir a clareza? Como podem os pastores falar incessantemente de inclusão, mantendo-se estranhamente em silêncio sobre o arrependimento, a conversão, a santidade, o julgamento e a salvação?</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Irmãos e irmãs, essas coisas não poderiam acontecer se os homens realmente ouvissem o Espírito Santo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A tragédia do nosso tempo não é que o Espírito Santo tenha deixado de falar. A tragédia é que muitos não querem mais ouvi-lo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">São Paulo nos adverte claramente: <em>&#8220;Não extingais o Espírito (Santo)&#8221;</em> (1 Tes 5, 19).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Mas, por décadas, temos extinguido Espírito de inúmeras maneiras. Extinguimos o Espírito quando a verdade é diluída para não ofender o mundo. Extinguimos o Espírito quando pastores temem mais as manchetes do que a Deus. Extinguimos o Espírito quando o pecado é rebatizado como <em>“acompanhamento”</em>. Extinguimos o Espírito quando a identidade católica é sacrificada em busca da aprovação do mundo. Extinguimos o Espírito quando o silêncio se instala onde deveria haver um alerta.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">E esse silêncio tem consequências.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Pois quando os homens resistem continuamente à voz de Deus, suas consciências se tornam insensíveis. Os corações se endurecem. As almas se tornam surdas. O mundo celebra essa surdez sob os nomes de tolerância ou progresso, mas, espiritualmente, é uma catástrofe.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O silêncio que enfrentamos hoje não é um silêncio pacífico. É o silêncio de uma consciência comprometida. É o silêncio de pastores que têm medo de falar com clareza. É o silêncio que se instala quando o espírito do mundo se torna mais forte que o Espírito de Deus.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">E em nenhum lugar esse conflito é mais visível do que nos ataques contra a própria Tradição Católica.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Estamos testemunhando ameaças e pressões crescentes dirigidas à Fraternidade Sacerdotal São Pio X, bem como à missa tradicional. Reflitam bem sobre o que isso significa. Católicos apegados à liturgia antiga, à reverência, à doutrina e à continuidade com o passado são tratados como perigosos ou ofensivos, enquanto vozes que contestam abertamente o ensinamento moral estabelecido são acolhidas no diálogo e promovidas a cargos de influência.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Que inversão é essa?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os fiéis observam isso com confusão e tristeza. Aqueles que são fiéis à Tradição são vigiados. Aqueles que criam confusão doutrinária são celebrados como <em>“pastorais”.</em> Aqueles que defendem o que os católicos sempre acreditaram são tidos como rígidos. Aqueles que adaptam a fé à cultura moderna são elogiados como proféticos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Isso se assemelha ao Pentecostes? Assemelha-se aos Apóstolos cheios do fogo do Espírito Santo? Ou se assemelha a uma Igreja que tem cada vez mais medo de proclamar verdades difíceis?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">No primeiro Pentecostes, São Pedro se apresentou diante da multidão e exortou os pecadores ao arrependimento. Ele não se desculpou pela verdade. Ele não suavizou a Revelação divina. Ele não procurou harmonizar o cristianismo com a cultura pagã. Cheio do Espírito Santo, ele pregou o Cristo crucificado e ressuscitado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">E qual foi o resultado?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Três mil almas convertidas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O mundo moderno nos diz que a clareza afasta as pessoas. Pentecostes prova o contrário. A verdade proclamada no Espírito Santo penetra os corações.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A Igreja não precisa de menos verdade hoje. Ela precisa de mais santos dispostos a proclamá-la com coragem e caridade.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Existe hoje outra forma de silêncio que está crescendo. É o silêncio dos católicos que sabem que algo está terrivelmente errado, mas que têm medo de dizê-lo. Muitos padres fiéis guardam silêncio por medo de punições. Muitos bispos guardam silêncio por medo do isolamento. Muitos leigos guardam silêncio por medo do ridículo. Os pais mantêm silêncio enquanto seus filhos são catequizados pelo mundo. Homens de bem mantêm silêncio enquanto os lobos rondam livremente entre o rebanho.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Mas o silêncio diante da confusão não é caridade. Existem momentos na história em que o silêncio se torna uma cooperação. E estamos vivendo um desses momentos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Santa Catarina de Siena não se calou quando a corrupção se espalhava pela Igreja. Santo Atanásio não se calou quando grande parte da hierarquia abraçou o erro.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">São Pio X alertou contra o modernismo porque o reconhecia como um veneno que atacava a fé por dentro. E vivemos precisamente nessa época — uma época em que se exige clareza dos católicos fiéis. Não ódio. Não amargura. Não desespero. Mas clareza.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Espírito Santo não é ambíguo no que diz respeito à verdade. O Espírito Santo não é modernista. O Espírito Santo não está confuso sobre o matrimônio, a sexualidade, o sacerdócio ou a unicidade de Jesus Cristo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Espírito Santo não inspira uma confusão inter-religiosa que trataria todas as religiões como igualmente agradáveis a Deus. Jesus Cristo não é um caminho entre outros. Ele é o Filho eterno de Deus, o único Salvador do mundo. A Igreja sempre ensinou isso com clareza.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">No entanto, ouvimos cada vez mais que a própria certeza doutrinária é perigosa. Dizem-nos que insistir na clareza seria divisivo. Dizem-nos que insistir na clareza seria fonte de divisão. Dizem-nos que preservar a Tradição seria rigidez. Dizem-nos que questionar a confusão seria desobediência. Mas a obediência autêntica nunca pode exigir o silêncio diante do erro.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os santos compreenderam isso.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A verdadeira obediência é a obediência a Jesus Cristo e à fé perene transmitida pelos Apóstolos. E essa fé não foi inventada ontem por comissões, sínodos ou grupos de estudo; ela foi selada pelo sangue dos mártires. É por isso que Pentecostes é tão importante hoje.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Porque Pentecostes nos lembra como a Igreja realmente é quando ouve o Espírito Santo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Ela é destemida. Ela é lúcida. Ela é santa. Ela proclama a verdade mesmo quando o mundo se levanta contra ela.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Após o Pentecostes, os Apóstolos não buscaram a aceitação do Império Romano. Eles buscaram fidelidade a Jesus Cristo. E por causa dessa fidelidade, foram odiados pelo mundo. Quase todos morreram como mártires.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Hoje, muitos dentro da Igreja parecem querer desesperadamente evitar o ódio do mundo. No entanto, Nosso Senhor nunca nos prometeu a aprovação do mundo. Muito pelo contrário, Ele nos advertiu: <em>“Se o mundo vos odeia, sabeis que ele me odiou antes de vós”</em> (João 15, 18).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Talvez parte do silêncio que ouvimos hoje em dia seja fruto do medo. Medo de ser rotulado como intolerante. Medo de perder o status. Medo de críticas. Medo de sanções. Medo do isolamento.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Mas Pentecostes foi precisamente a morte do medo!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Espírito Santo não desceu sobre os Apóstolos para torná-los mais aceitáveis ​​aos olhos do mundo. Ele desceu para torná-los testemunhas. E a Igreja precisa desesperadamente , mais uma vez, de testemunhas. Não de celebridades. Não de gestores. Não de especialistas em relações públicas. De testemunhas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Padres dispostos a pregar as verdades difíceis. Bispos dispostos a defender a fé a qualquer custo. Pais dispostos a proteger seus filhos do veneno espiritual. Religiosos dispostos a viver uma santidade visível. Jovens dispostos a rejeitar o vazio da cultura moderna. Católicos fiéis dispostos a permanecer com Cristo, mesmo quando isso se torna oneroso.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O som do silêncio está ficando cada vez mais alto em nosso mundo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Mas Pentecostes é a resposta do Céu a esse silêncio!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Pentecostes é o fogo da verdade divina que penetra nas trevas. O Pentecostes é o Espírito Santo despertando as almas adormecidas. O Pentecostes é a coragem triunfando sobre o medo. O Pentecostes é a clareza triunfando sobre a confusão. O Pentecostes é a verdade triunfando sobre o compromisso.</span></p>
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