CONFERÊNCIA PADRE HESSE 1: SOBRE A VALIDADE OU INVALIDADE DA NOVA MISSA E A ECCLESIA DEI

Padre Gregory Hesse S.T.D., J.C.D., S.T.L., J.C.L., Canonista, Doutor em Teologia Tomística, amigo e secretário pessoal do Cardeal Stickler no Vaticano de 1986-1988 .

Pe. Hesse conheceu aproximadamente 45 Cardeais enquanto estudava e trabalhava em Roma por 15 anos. Possui um conhecimento amplo e substancial da Crise da Igreja .

Ele nasceu em Vienna, Áustria em 1952, tendo parentesco sanguíneo com a linhagem real dos Habsburgos. Foi ordenado em 21 de novembro de 1981 na basílica de São Pedro e conquistou Licenciatura e Doutorado em direito Canônico e Teologia pela Pontifícia Universidade São Tomás de Aquino (Angelicum) de Roma após conhecer a Tradição e perceber a Crise na Igreja, afastou-se do Novus Ordo e aproximou-se da Fraternidade Sacerdotal São Pio X trabalhando para a mesma na Europa, traduzindo e gravando áudios das homilias de Dom Marcel Lefebvre para utilização dos seminaristas de Zaitzkofen sob o comando do Pe. Franz Schmidberger.

O padre Gregorius Henricus Laurentius Diego Dagobertus Hervinus Hesse (conhecido como Gregorius Hesse ou Gregory Hesse) moreu em 25 de janeiro de 2006 de um derrame fulminante decorrente de seu diabetes e hipertensão. Pe. Hesse deixou muitas conferências e entrevistas em vídeo e áudio quem fez nos EUA demonstrando seu profundo conhecimento e Amor por Nosso senhor Jesus Cristo, por Maria Santíssima e pela Igreja.   

SANTAS MISSAS EM RIBEIRÃO: 22, 23 E 24 DE NOVEMBRO (VISITA DO NOSSO NOVO PRIOR)

Prezados amigos, leitores e benfeitores, louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo.

É com imensa alegria que anunciamos a primeira visita do Pe. Jean-Francois Mouroux (Pe. Francisco, como agora é chamado aqui no Brasil) no próximo final de semana, em Ribeirão.

Pe. Francisco era Prior em Genebra (Suiça) e agora é novo Prior do Priorado de São Paulo/SPO Pe. Carlos Herrera, que é o responsável pela Missão aqui na cidade o acompanhará nessa visita.

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O COMPORTAMENTO DAS CRIANÇAS NA MISSA

Resultado de imagem para CRIANÇA REZANDO IGREJA VÉUFonte: FSSPX México – Tradução: Dominus Est 

Revmo. Padre, sou pai da família e me surgiram algumas dúvidas a respeito do comportamento de meus filhos ao assistirem o Santo Sacrifício da Missa. Formulei algumas perguntas que peço que me responda, assim poderei saber o que devo fazer. 

1 – Padre, as crianças pequenas e bebês aproveitam a Missa?

Claro que sim, todo fiel batizado, ainda que seja um bebê de peito, recebe as graças celestiais quando se aproximam do Santo Sacrifício com as devidas disposições. 

2 – Aproveitam da Missa os bebês que dormem durante a mesma?

Certamente que sim, pois os fiéis aproveitam cumprindo com suas boas disposições. No caso do bebê, seu dever de estado não parece ser outro além de comer, dormir e se comportar bem.

3 – Aproveitam a Missa as crianças maiores que brincam durante a Missa?

Não tanto, pois é claro que seu dever como um batizado é ter reverência ao culto divino e isso não é demonstrado jogando e fazendo caprichos. 

4.- Meus filhos devem aprender a se comportar e participar da Missa. Sei que sou obrigado a ensiná-los e corrigi-los se necessário, no entanto, por estar vigiando-os não assisto a Missa e sinto que não cumpro o preceito dominical. O que devo fazer?

Primeiro deve cuidar de seus filhos e tentar ensinar-lhes a se comportarem como pede o Deus bom. O senhor também deve cumprir o dever do seu estado para receber as graças do Santo Sacrifício. Se o senhor não cuida de seus filhos, não está cumprindo seu dever de estado, portanto, não recebe todas as graças que deveria do Santo Sacrifício e ademais, não deixa que os outros cumpram com o preceito.  Continuar lendo

18ª FORMAÇÃO FSSPX: 50 ANOS DA MISSA NOVA

05_Cartaz_Formacao_2019Outros excelentes artigos sobre a Missa Nova podem ser lidos nesses links:

EUA: OS AMERICANOS NÃO ACREDITAM MAIS NA PRESENÇA REAL NA MISSA

Fonte: DICI – Tradução: Dominus Est

Dois terços dos católicos norte-americanos não acreditam mais na presença real: esse é o resultado de um estudo publicado pelo Pew Research Center em em 5 de agosto de 2019. Uma declaração contundente que destaca a solução para a continuidade na transmissão da fé no coração de um Ocidente secularizado. 

Quando perguntados sobre o dogma da transubstanciação, dogma católico no coração do sacrifício da Missa, 69% dos católicos americanos dizem não professá-lo, vendo mais as santas espécies após a consagração como “símbolos do corpo e do sangue de Cristo “.

O número de católicos que acreditam na presença real certamente aumenta em proporção ao grau da prática religiosa, mas não tanto quanto se esperava: assim, entre aqueles que frequentam a missa ao menos uma vez por semana, 37% deles não professam este dogma fundamental da fé católica, e confessam ao contrário, uma concepção protestante da Eucaristia. 

Por fim, o estudo põe o dedo na espinhosa questão da transmissão da fé e da Tradição, pois quanto mais jovens os entrevistados, menos acreditam que o pão e o vinho se tornam, na Missa, o Corpo e o Sangue de Cristo, a vítima ou hóstia perfeita oferecida em remissão dos nossos pecados. 

Um sinal de perigo para toda a igreja 

A pesquisa da Pew Research tem que ser levada a sério: cerca de 11.000 respostas de amostras representativas da sociedade americana foram assim tratadas e ponderadas. Mons. Robert Barron, Bispo Auxiliar de Los Angeles reconheceu isso. O prelado reagiu em 6 de agosto de 2019: “É difícil expressar a indignação que sinto depois de ler o último estudo da Pew Research (…). É um sinal de perigo para toda a Igreja. Então, em um vídeo, Mons. Barron comentou sobre essa ruptura na transmissão da fé com estas palavras: “todos temos nossa parcela de culpa, é o fracasso de toda a Igreja que não pode dar contas de sua própria Tradição“. 

A conclusão é bem lúcida: pode-se levar a um exame não menos corajoso das causas que provocaram tal obscurecimento das verdades mais elementares da fé: a Igreja, quando é secularizada, e cuja liturgia celebra mais o homem que seu Criador e Redentor, não é mais capaz de transmitir o depósito da fé e, por conseguinte, o Evangelho de Cristo. É a razão pela qual Monsenhor Marcel Lefebvre denunciou a protestantização da Missa através da reforma litúrgica do Papa Paulo VI, cuja proximidade com a “Missa de Lutero” causou a perda da fé.  

Humildade, a discernimento e a conversão são certamente os eixos principais para a Igreja recuperar plenamente das riquezas de sua Tradição.