AS GRAÇAS QUE ALCANÇA A PESSOA QUE OUVE A MISSA DEVOTAMENTE

A Fraternidade São Pio X é cismática? - Seminário Nossa Senhora  Corredentora - ARAs graças que alcança a pessoa que ouve a Missa devotamente são estas:

Primeira: Quem celebra a Missa reza especialmente por quem a ouve.

Segunda: Ao ouvir a Missa, gozamos de maravilhosa companhia, porque na Missa está Jesus Cristo, tão precioso como no madeiro da cruz e, por concomitância, está também a divindade, a santíssima Trindade. Ademais, estamos na companhia dos santos anjos. E, segundo escreve um doutor, no lugar onde se celebra o santo sacrifício da Missa, estão muitos santos e santas, conforme aquilo da Escritura: «São virgens que seguem o Cordeiro para onde quer que ele vá» (Ap 14, 4).

Terceira graça que alcança a pessoa que a ouve devotamente: a Missa lhe ajuda nos trabalhos e negócios. Lê-se de um cavaleiro, que tinha o costume de ouvir a Missa tomado de grande devoção, que certa vez saiu do mar com seus companheiros e estava se preparando numa capela para ouvir a Missa. Os companheiros lhe anunciaram que o navio ia dar partida e que se apressasse. O cavaleiro respondeu que primeiro queria ouvir a Missa. Por isso o deixaram e partiram no navio. Depois de ter ouvido a Missa, o cavaleiro dormiu e, quando despertou, encontrou-se em sua própria terra. Depois de muitos dias chegaram os do navio, e se maravilharam ao vê-lo.

E de outros casos se lêem coisas maravilhosas. Ademais, a pessoa que ouve a Missa desgosta muito ao diabo; pois, interrogado certa vez sobre o que era que mais lhe desagradava, respondeu que três coisas: os sermões, ou seja, a palavra de Deus, a Missa e a penitência. Continuar lendo

VATICANO II – O CONCÍLIO DE FALSOS PROFETAS

Sermão proferido pelo Revmo. Pe. Carlos Mestre, por ocasião do 7º Domingo depois de Pentecostes 2020, sobre os falsos profetas que minaram a fé católico durante e após o Concílio Vaticano II. Em especial, o “Teólogo” protestantizado Karl Rahner.

UM GESTO NOBRE DE CARIDADE NESSE MÊS?

CAPELA“A caridade é paciente, a caridade é benigna; não é invejosa, não é altiva nem orgulhosa; não é inconveniente, não procura o próprio interesse; não se irrita, não guarda ressentimento; não se alegra com a injustiça, mas alegra-se com a verdade; tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta”. (1 Cor 13, 4)

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Sabemos que o mundo que vivemos é movido por ideias, por sonhos, por propósitos que são transformados em realidade por aqueles que, como o(a) senhor(a), lutam, batalham, enfrentam a vida de frente. Por vezes, em busca dessas ideias, podemos nos deparar com circunstâncias desfavoráveis, com reveses, com situações que podem nos desanimar, nos irritar em demasia, que podem fazer com que, ainda que por um pequeno lapso de tempo, pensemos em abandonar tudo.

Nessas horas desfavoráveis, onde tudo parece nos escapar, sempre recorremos ao nosso Pai celestial, clamando por suas bênçãos, por sua proteção e pela força necessária para continuarmos.

Tratando ainda das ideias, há ideias boas e ideias ruins, há ideias que serão benéficas para todos, enquanto que há ideias que trarão prejuízos para muitos. O empreendedor, por exemplo, ao se propor um negócio, visa, além de garantir seu sustento, proporcionar à sociedade algo que gerará renda, riquezas, empregos, bens para todos.

O jovem que quer ser professor, ao se propor tal nobre função, visa, além de realizar seu sonho, seu propósito, transmitir a milhares de jovens conhecimentos que lhes serão valiosos na busca de suas próprias ideias. Continuar lendo

MISSA DO III DOMINGO DEPOIS DE PENTECOSTES, DIRETO DO PRIORADO DE SÃO PAULO