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	<title>DOMINUS EST &#187; Pe. Guillaume Scarcella</title>
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	<description>FIÉIS CATÓLICOS DE RIBEIRÃO PRETO (FSSPX) - SOB A PROTEÇÃO DE NOSSA SENHORA CORREDENTORA E MEDIANEIRA DE TODAS AS GRAÇAS</description>
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		<title>NOSSOS TALENTOS NA PRÁTICA DO BEM</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Apr 2023 14:00:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[FSSPX]]></category>
		<category><![CDATA[Pe. Guillaume Scarcella]]></category>

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		<description><![CDATA[Não é decepcionante ver, por vezes, pessoas tão bem-dotadas no plano humano colocarem seus talentos a serviço de causas maléficas? Fonte: Nouvelles de Saint-Martin-des-Gaules n° 47 – Tradução: Dominus Est Tal pessoa é uma boa oradora, outra é intelectualmente brilhante, outra ainda &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/nossos-talentos-na-pratica-do-bem/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class=" aligncenter" src="https://laportelatine.org/wp-content/uploads/2023/04/Parabole-des-Talents-Mironov.jpg" alt="" width="304" height="363" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><em>Não é decepcionante ver, por vezes, pessoas tão bem-dotadas no plano humano colocarem seus talentos a serviço de causas maléficas?</em></strong></span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #000000;"><strong>Fonte: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://laportelatine.org/wp-content/uploads/2023/03/n-47-MARS-2023.pdf">Nouvelles de Saint-Martin-des-Gaules n° 47</a></span> – Tradução: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://catolicosribeiraopreto.com/">Dominus Est</a></span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Tal pessoa é uma boa oradora, outra é intelectualmente brilhante, outra ainda é extraordinariamente hábil com as mãos, outra tem uma sutileza psicológica apreciável&#8230; e, infelizmente, muitas vezes, esses talentos não são aproveitados na prática do bem.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">No entanto, se há, de fato, um elemento fundamental para o cristão do século XXI, é saber empregar bem os recursos que Deus lhe deu: Recursos naturais de inteligência, do senso prático, de qualquer outra qualidade humana; e Recursos sobrenaturais da graça, das virtudes infusas e dons do Espírito Santo. Recordamos a famosa parábola dos talentos: Deus pedirá contas de cada um dos talentos que recebemos, e ai do servo mau que guardou para si os seus talentos, sem frutificá-los para o seu senhor.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O problema, no entanto, em nosso século, é que é não é nada fácil empregar bem os seus talentos. O Pe. Hyacinthe-Marie Cormier, eleito mestre geral dos dominicanos em 1904, e de quem São Pio X declarou santo, quando foi eleito para o generalato, escreveu estas linhas que ainda são bem atuais:</span><span id="more-29606"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“</span><em><span style="color: #000000;">Nos dias de hoje, em que o mundo, considerando suas ideias e seus costumes, vive em pleno paganismo, vários cristãos estariam dispostos a se deixar ofuscar pela falsa grandeza da sociedade humana e a se curvar diante das frívolas opiniões do momento, como diante de uma divindade. Mas outros, indo no sentido contrário, se colocarão prontamente como censores impiedosos, verão a obra do demônio em toda parte e até se recusarão a examinar se não há algum bem a ser encontrado no caos que os rodeia</span></em><span style="color: #000000;">.”</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Pe. Cormier descreve bem o duplo abismo que nos tenta: ou curvar-nos diante das falsas ideias do mundo e fazer servir nossos talentos para edificação desta sociedade caótica onde Deus é colocado de lado; ou rejeitar tudo de uma vez, e tornar nossos talentos inúteis.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Continuemos nossa leitura: “<em>O verdadeiro sábio evita essas duas armadilhas: pesa tudo, sabe compadecer-se das misérias e fraquezas que o rodeiam, leva em conta as causas distantes que as prepararam e desvenda o que resta de boas tendências, de desejos nobres e sinceros, ainda que mal orientados, nesta atual confusão de coisas. Ele, portanto, sabe esperar, e quando age, cuidadosamente secunda qualquer tendência que possa predispor o próximo a fazer melhor. Um dia, Deus lhe mostrará que tivestes razão em preferir a esperança ao desânimo, o emprego caritativo de todos os recursos à condenação inapelável daquilo que não lhe agradava</em>.” (<em>Être à Dieu,</em> Ed. du Cerf, 1994, pág. 82).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Este sábio dominicano, que tinha ele mesmo tantas dificuldades e conflitos para resolver, e que sempre se empenhou com admirável prudência, traça-nos uma interessante linha de conduta: trata-se de descobrir o que ainda resta de bom, e secundar este bem que ainda existe. Em outras palavras: tomar as coisas como são e tentar melhorá-las de acordo com nossas possibilidades. Usando uma analogia, deve-se encontrar a brasa que ainda não foi apagada e assoprá-la para reacender a chama.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Este profundo conselho abrange numerosos aspectos. Em primeiro lugar, nossa vida familiar, com aqueles que estão ligados a nós pelo sangue; em segundo lugar, nossa vida profissional, através da profissão que exercemos, com nossos os colegas, há o bem a fazer; e, finalmente, na nossa vida política, no sentido nobre da palavra, ou seja, no papel que temos de desempenhar em nossa terra natal: <del>a França</del> o Brasil, a nossa região, a nossa cidade ou vila.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em todos esses contextos o bem não está ausente. É claro que o mal, às vezes, é evidente, insolente e até mesmo opressivo. Mas o mal não é um ser em si, só existe enxertado num bem que ele arruína. Um colega que faz discussões anticlericais, por exemplo, não poderia fazê-las se já não fosse um homem e, portanto, um ser criado por Deus e redimido por Jesus Cristo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">É necessário, portanto, corajosamente, trabalhar a partir do bem existente, procurando aperfeiçoá-lo. É precisamente aqui que duas virtudes devem entrar em jogo: a prudência, que nos fará encontrar o bem oportuno a alcançar, e a força, que nos fará manter a nossa resolução, apesar das dificuldades. Sobre aquele colega de trabalho, para usar o exemplo novamente, devo agir junto a ele? Se sim, como fazê-lo mudar? Por palavras? Em privado, frontalmente em público, ou delicadamente? E se eu não conseguir, posso ao menos reverter seus efeitos sobre tal ou tal colega? Estas serão as questões que a virtude da prudência formulará, e às quais dará uma resposta concreta, seguida de uma aplicação prática. A força, por sua vez, fará suportar o choque se este colega nos atacar, ou se a ação proposta pela prudência não der frutos imediatos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><img class=" alignright" src="https://laportelatine.org/wp-content/uploads/2023/04/Parabole-talents-2-761x1024.jpg" alt="" width="257" height="344" />Estas duas virtudes de prudência e força, praticadas quotidianamente em todos os aspectos da nossa vida humana e cristã, nos permitirão evitar um defeito que nos espreita e que o P. Cormier já apontava com a ponta de sua pena: o desânimo. A extensão do mal e seu progresso podem nos fazer desistir e passar para o lado daqueles que pensam que: “<em>de todo modo, tudo está arruinado</em>”. Esta é uma forma conveniente de evitar a ação, mas que dificilmente escapará da reprovação de Nosso Senhor: “<em>Servo mau e preguiçoso, sabias que eu colho onde não semeei, e que recolho onde não espalhei. Devias, pois, dar o meu dinheiro aos banqueiros, e, à minha volta, eu teria recebido certamente com juro o que era meu. Tirai-lhe pois o talento, e dai-o ao que tem dez talentos. Porque ao que tem, dar-se-lhe-á, e terá em abundância; mas ao que não tem, tirar-se-lhe-á até o que julga ter. (</em>Mt 25, 26-29)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Pois não há mais que um passo entre o desânimo e a inação, e um passo que é dado rapidamente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Voltemo-nos à convicção de que Deus é Todo-Poderoso, e que Ele só nos pede que façamos bem o nosso trabalho.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">No tempo por Ele previsto, experimentaremos estas palavras do Pe. Cormier: </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>“</em><em>Um dia, Deus lhe mostrará que tivestes razão em preferir a esperança ao desânimo, o emprego caritativo de todos os recursos à condenação inapelável daquilo que não lhe agradava</em>.<em>”</em></span></p>
<p style="text-align: right;"><strong><span style="color: #000000;">Pe. Guillaume Scarcella, FSSPX</span></strong></p>
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		<title>QUE VIDA CRISTÃ?</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Aug 2022 14:00:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Deus não nos chama a uma honesta mediocridade. Fonte: Apostol nº 160 – Tradução: Dominus Est É um erro comum entre os cristãos (leigos ou sacerdotes) acreditar que a vida mística seria reservada apenas a uma elite. A própria palavra “mística” evoca, &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/que-vida-crista/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://catolicosribeiraopreto.com/wp-content/uploads/2022/02/quel.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-26742" src="http://catolicosribeiraopreto.com/wp-content/uploads/2022/02/quel.jpg" alt="quel" width="219" height="221" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><em>Deus não nos chama a uma honesta mediocridade.</em></strong></span></p>
<p style="text-align: right;"><strong><span style="color: #000000;">Fonte: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://laportelatine.org/wp-content/uploads/2022/02/Apostol-160-fevrier-2022.pdf">Apostol nº 160</a></span> – Tradução: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.catolicosribeiraopreto.com/">Dominus Est</a></span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">É um erro comum entre os cristãos (leigos ou sacerdotes) acreditar que a vida mística seria reservada apenas a uma elite. A própria palavra “<em>mística</em>” evoca, na maior parte dos casos, graças extraordinárias como a levitação durante a oração. De acordo com esta opinião, haveria, por um lado, os cristãos comuns que apenas poderiam aspirar a uma vida cristã honesta (mas, no fundo, medíocre), e por outro uma pequena elite a quem Deus reservaria a vida mística, que se julga estar cheia de favores extraordinários. Ora, nada poderia estar mais longe da concepção tradicional da vida cristã, admiravelmente realçada pelo Pe. Garrigou-Lagrange, OP em <em>Perfeição Cristã e Contemplação.</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Na realidade, todo cristão recebe no batismo um &#8220;<em>organismo espiritual</em>&#8221; destinado a se desenvolver e não a vegetar: a graça santificante acompanhada das virtudes infusas e dos dons do Espírito Santo. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">No início da vida cristã (a chamada via purgativa), são os esforços pessoais que são necessários para estabelecer virtudes sólidas e arrancar as raízes dos vícios, enquanto a influência dos dons é bastante latente e rara. Se a alma continua seus esforços, as virtudes se consolidam e a influência dos dons começa a se manifestar: este é o limiar da vida mística (via iluminativa). Por fim, se a alma persevera e permanece dócil à graça de Deus, ela alcança virtudes eminentes, praticadas sob a influência já habitual dos dons (via unitiva).</span><span id="more-26741"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Entendemos assim que a vida mística não está reservada a uma elite: é apenas o pleno desenvolvimento da graça das virtudes e dons do Espírito Santo, e consiste precisamente em viver habitualmente sob a influência dos dons. São Paulo assim o expressou: &#8220;<em>Aqueles que são guiados pelo Espírito de Deus, esses são os filhos de Deus</em>&#8220;(Rm 8,14). </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Não nos enganemos: Deus não nos chama à uma vida honesta mediocridade, mas à perfeição de nossa vocação de filhos de Deus, sob a influência habitual do Espírito Santo.</span></p>
<p style="text-align: right;"><strong><span style="color: #000000;">Pe. Guillaume Scarcella, FSSPX</span></strong></p>
<p style="text-align: right;">
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		<title>O ESQUECIMENTO DO ESSENCIAL</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jul 2022 14:00:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Pe. Guillaume Scarcella]]></category>

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		<description><![CDATA[Grande é a tentação para o cristão de colocar sua vida interior de lado, deixando-se levar pela agitação. Fonte: Apostol n° 158 – Tradução: Dominus Est Num momento em que os meios de comunicação voltam a instigar o medo, é grande &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/o-esquecimento-do-essencial/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://catolicosribeiraopreto.com/wp-content/uploads/2021/12/porte.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-26361" src="http://catolicosribeiraopreto.com/wp-content/uploads/2021/12/porte.jpg" alt="porte" width="203" height="208" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><em>Grande é a tentação para o cristão de colocar sua vida interior de lado, deixando-se levar pela agitação.</em></strong></span></p>
<p style="text-align: right;"><strong><span style="color: #000000;">Fonte: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://laportelatine.org/wp-content/uploads/2021/12/Apostol-158-decembre-2021.pdf">Apostol n° 158</a></span> – Tradução: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.catolicosribeiraopreto.com/">Dominus Est</a></span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Num momento em que os meios de comunicação voltam a instigar o medo, é grande a tentação para o cristão de dar uma pausa (novamente) em sua vida interior, deixando-se levar pela agitação.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Não é uma pena constatar que a vida interior &#8211; que é aquilo de mais necessário para um cristão, seguir a Cristo na verdade – não seja uma das coisas menos praticada? A vida de união com Deus é essencial e muito poucos são os que se preocupam com ela. Nosso Senhor disse, porém: “<em>O Reino de Deus está dentro de vós</em>” (Lc 17, 21). O que é esse reino de Deus? A Graça santificante, verdadeira participação em Sua vida divina, que é semeada em nós no batismo como um grão de mostarda, e que é chamada a florescer até que a nossa alma esteja totalmente banhada no mundo sobrenatural.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Qual a realidade, então? Esta é A grande realidade: a vida de Deus em nós, nosso crescimento na graça. Em uma de suas parábolas sobre o reino de Deus, Nosso Senhor toma a imagem de um semeador (Mc 4, 26-29) cuja semente cresce dia e noite sem que ele perceba. Um famoso carmelita comentou:</span><span id="more-26360"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>“Confiemos no Espírito Santo, na obra de Deus em nós, e nos tornaremos santos. Deus trabalhará. Insistindo neste ponto, vemos que é da vida interior que se trata. A vida da semente tem lugar dentro da terra; ela é independente de acontecimentos externos. Pode haver revoluções, o grão continua crescendo. Eventos atmosféricos, tempestades, sol, tudo isso favorece o desenvolvimento da planta. Tememos a chuva, e ela é necessária. Tememos o sol e seus raios ardentes, e eles ajudam a desenvolver a planta, a dar-lhe uma força interior, uma vida que floresce.&#8221;</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>Pe. Marie-Eugène de l&#8217;Enfant-Jésus, De noite e de dia, as parábolas do Reino, Ed. du Carmel, 2020, pág. 112</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O que resta fazer? Voltar ao essencial, por meio da oração.</span></p>
<p style="text-align: right;"><strong><span style="color: #000000;">Pe. Guillaume Scarcella, FSSPX</span></strong></p>
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		<title>UMA ESPIRITUALIDADE SALESIANA?</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Jan 2022 13:10:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[São Francisco de Sales]]></category>

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		<description><![CDATA[Na escola de São Francisco de Sales, a alma cristã possui um guia seguro, cheio de equilíbrio e bondade. Fonte: Apostolo nº 159 – Tradução: Dominus Est Muito acima de um simples humanismo, a espiritualidade salesiana é inteiramente católica, baseada na caridade &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/uma-espiritualidade-salesiana/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class=" aligncenter" src="https://mlssyxn21lzq.i.optimole.com/HJiYXwI.mrv3~1a0ef/w:auto/h:auto/q:75/https://laportelatine.org/wp-content/uploads/2022/01/San-Francesco-di-Sales-Vescovo-e-Ddottore-della-Chiesa.jpg" alt="Une spiritualité salésienne ? • La Porte Latine" width="387" height="274" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><em>Na escola de São Francisco de Sales, a alma cristã possui um guia seguro, cheio de equilíbrio e bondade.</em></strong></span></p>
<p style="text-align: right;"><strong><span style="color: #000000;">Fonte: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://laportelatine.org/wp-content/uploads/2022/01/Apostol-159-janvier-2022.pdf">Apostolo nº 159</a></span> – Tradução: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://catolicosribeiraopreto.com/">Dominus Est</a></span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Muito acima de um simples humanismo, a espiritualidade salesiana é inteiramente católica, baseada na caridade e equilíbrio. Devemos reconhecer em São Francisco de Sales essa característica de temperar as exigências da ascese com uma nota de doçura e amor que torna sua espiritualidade especialmente atraente. Ele sempre retrata Deus na forma de um Pai que nos quer bem, ao contrário dos jansenistas e calvinistas que gostavam de apresentá-Lo como um juiz distante e implacável. Assim, São Francisco de Sales coloca o amor de Deus no centro da espiritualidade que ensina às almas: “<em>Para o amor, no amor e do amor na Santa Igreja</em>.&#8221;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">E ele desenvolve esse pensamento no <em>Tratado do Amor de Deus (<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.editorasantacruz.com.br/livros/tratado-do-amor-de-deus-francisco-de-sales">compre aqui</a></span>),</em> sua obra-prima, na qual trabalhou durante 9 anos. Ele ensina, por exemplo, que, segundo sua atração, os santos deram mais importância a esta ou aquela virtude, como por exemplo São Francisco de Assis à pobreza ou São Bento à piedade litúrgica, mas que, no fundo, é o amor que anima tudo, que é o fim a qual devemos chegar e o meio para alcançar Deus. “<em>Não é pela grandeza de nossas ações que agradamos a Deus, mas pelo amor com que as fazemos.</em>&#8220;</span><span id="more-26520"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A fim de aperfeiçoar o amor em nós, o santo recomenda fortemente a oração, que deve ter como objetivo aumentar o amor de Deus em nós. Ele escreveu com um toque de humor este conselho que faríamos bem em aplicar em nosso mundo sobrecarregado: “<em>Meia hora de oração é essencial, exceto quando se está muito ocupado. Então, é necessária uma hora</em>.&#8221;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Junto a Santa Joana de Chantal, sua direção reflete o que sempre ensinou: a primazia do amor. Assim lhe escreveu: “<em>Tudo deve ser feito por amor, e nada por força. Devemos amar a obediência mais do que temer a desobediência</em>.”</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Na escola de São Francisco de Sales, a alma cristã possui um guia seguro, cheio de equilíbrio e bondade.</span></p>
<p style="text-align: right;"><strong><span style="color: #000000;">Pe. Guillaume Scarcella, FSSPX</span></strong></p>
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		<title>RAÍZES&#8230;PARA QUE FIM?</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jun 2021 13:00:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Liberalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Textos e Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[FSSPX]]></category>
		<category><![CDATA[Pe. Guillaume Scarcella]]></category>

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		<description><![CDATA[Quanto mais um homem nutre suas raízes naturais e sobrenaturais, mais frutuoso se torna, e quanto mais frutuoso se torna, mais suas raízes se fortalecem. Fonte: Bulletín Apostol  – Tradução: Dominus Est Em tempos de crise, o equilíbrio humano e sobrenatural é o que &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/raizes-para-que-fim/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://catolicosribeiraopreto.com/wp-content/uploads/2021/06/rai.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-23942" src="http://catolicosribeiraopreto.com/wp-content/uploads/2021/06/rai.jpg" alt="rai" width="212" height="215" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><em>Quanto mais um homem nutre suas raízes naturais e sobrenaturais, mais frutuoso se torna, e quanto mais frutuoso se torna, mais suas raízes se fortalecem.</em></strong></span></p>
<p style="text-align: right;"><strong><span style="color: #000000;">Fonte: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://laportelatine.org/wp-content/uploads/2021/06/Apostol-153-juin-2021.pdf">Bulletín Apostol</a></span>  – Tradução: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.catolicosribeiraopreto.com/">Dominus Est</a></span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em tempos de crise, o equilíbrio humano e sobrenatural é o que enfraquece o apego aos ofícios. Certamente mais difícil de manter. O homem em crise é frequentemente um homem fascinado, emocionalmente perturbado, pronto para todos os excessos e todos os erros. Mas não é nada catastrófico: a crise, seja pessoal, familiar ou social, também pode ser uma oportunidade de crescimento. No entanto, nessa crise sem precedentes que a Igreja e a sociedade atravessam há várias décadas, surgiu um problema de equilíbrio entre os católicos. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Como assim? </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">É um cabo de guerra: de um lado, o dever de resistir aos desvios doutrinários e morais, e de outro, a necessidade de não se fechar em si mesmo. Essa tensão pode levar a duas atitudes opostas:</span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><span style="color: #000000;">uma que consiste, em prol de uma autopreservação, a se fechar e recuar; </span></li>
<li><span style="color: #000000;">a outra que, no desejo de agradar, quer ser &#8220;<em>como todo mundo</em>&#8221; e seguir a direção do vento (neste caso um vendaval muito desagradável). </span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">É interessante notar que basicamente essas duas atitudes procedem de um medo. A primeira atitude origina-se do medo de ser arrastado pela corrente dominante e a segunda do medo de ser marginalizado. Qual a solução então? O enraizamento, precisamente, que deve ser feito em dois níveis: natural e sobrenatural.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O enraizamento natural é composto por três elementos: o país, a família, a profissão. Quando o homem tem laços fortes nessas três áreas, ele tem o terreno fértil para seu desenvolvimento natural:</span><span id="more-23940"></span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><span style="color: #000000;">por seu apego a um país, o homem se reconhece como participante de uma civilização da qual se sente responsável e pela qual está disposto a ceder suas forças e sua vida, se necessário; </span></li>
<li><span style="color: #000000;">pelos seus laços familiares, o homem recebe dos pais o carinho e a educação necessários ao seu equilíbrio pessoal; </span></li>
<li><span style="color: #000000;">por suas raízes profissionais, o homem desenvolve-se em suas ações, aperfeiçoando-se num campo de atividade específico<sup>[1]</sup>. </span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">É interessante notar também que, nesses três aspectos, as sociedades modernas causam danos significativos: a instabilidade geográfica que prejudica o apego ao país e sua própria terra; as leis contrárias ao matrimônio que destroem os laços familiares e, finalmente, a instabilidade profissional que (na quais existem muitas formas), na maior parte das vezes essas raízes não dependem de nós, uma vez que não escolhemos o nosso país ou nossa família e que a escolha da profissão depende, sobretudo, de parâmetros fora do nosso controle. No entanto, é possível cultivá-los e lutar para preservá-los.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">No nível sobrenatural, as raízes serão simplesmente as da vida cristã. A recepção dos sacramentos, a prática das virtudes, o aprofundamento da vida interior, o desenvolvimento do conhecimento religioso: tudo o que contribui para este enraizamento necessário para o cristão.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Se esse duplo enraizamento, natural e sobrenatural, for bem realizado, o católico não tem nada a temer. Não deve temer ser levado pela corrente da decadência, porque está seguro de suas raízes, nas quais reconheceu um vetor de profunda estabilidade e felicidade. Ele não deve temer ser marginalizado, porque compreendeu que a opinião dominante pouco importa, que os valores do mundo moderno são falsos e não trazem nem alegria nem paz duradouras. Digamos melhor: não só o católico não terá nada a temer, mas será capaz de se abrir e brilhar. Santo Tomás observou: “<em>Assim como é mais belo iluminar do que brilhar sozinho, também é mais belo transmitir aos outros aquilo que se contemplou do que contemplar sozinho</em>”. As raízes, de fato, quando são sólidas e bem nutridas, assegura ao vegetal seu desenvolvimento exterior.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O cristão não é apenas chamado a não vacilar, o que seria uma maneira muito estranha de conceber a vida humana e cristã<sup>[2],</sup> mas a dar fruto (cf. Mt 13,8). É mesmo necessário afirmar a influência recíproca das raízes no desenvolvimento: quanto mais o homem mantém as suas raízes naturais e sobrenaturais, mais dá frutos, e quanto mais dá frutos, mais suas raízes se fortalecem. A vida dos santos mostra isso: a profundidade da sua vida interior é a fonte do seu apostolado, e o seu apostolado permite-lhes aprofundar sua vida interior. Portanto, isto é o que devemos manter: um enraizamento sereno que não teme nenhuma crise, mas que dá frutos e que se fortalece ao os dar.</span></p>
<p style="text-align: right;"><strong><span style="color: #000000;">Pe. Guillaume Scarcella, FSSPX</span></strong></p>
<ol>
<li style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">É bastante obvio que, quando uma mulher desiste de uma profissão para cuidar de seus filhos, ela própria desiste de uma “<em>atividade profissiona</em>l” para exercer uma atividade ainda mais necessária à sociedade, que é a educação.</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Poderíamos imaginar a caminhada como uma forma de escapar da queda? Mesmo assim, muitos cristãos vêem a vida cristã principalmente como uma fuga do pecado, o que dificilmente é inspirador.</span></li>
</ol>
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