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	<title>DOMINUS EST &#187; Pe. Jacques Mérel</title>
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	<description>FIÉIS CATÓLICOS DE RIBEIRÃO PRETO (FSSPX) - SOB A PROTEÇÃO DE NOSSA SENHORA CORREDENTORA E MEDIANEIRA DE TODAS AS GRAÇAS</description>
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		<title>OS QUATRO PILARES DE UMA VERDADEIRA VIDA CRISTÃ</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Nov 2025 13:00:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Fé]]></category>
		<category><![CDATA[Textos e Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[FSSPX]]></category>
		<category><![CDATA[Pe. Jacques Mérel]]></category>

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		<description><![CDATA[Para toda alma, independente do seu grau de intimidade com Deus, uma verdadeira vida cristã pressupõe quatro elementos essenciais: um relacionamento frequente com Deus através da oração; uma grande fidelidade em submeter a Deus todas as ações; uma grande constância &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/os-quatro-pilares-de-uma-verdadeira-vida-crista/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class=" aligncenter" src="https://laportelatine.org/wp-content/uploads/2021/11/priere_eglise_sacrement_de_penitence.jpg" alt="" width="476" height="271" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><em>Para toda alma, independente do seu grau de intimidade com Deus, uma verdadeira vida cristã pressupõe quatro elementos essenciais: um relacionamento frequente com Deus através da oração; uma grande fidelidade em submeter a Deus todas as ações; uma grande constância em afastar todos os obstáculos que impeçam alguém de servi-Lo; e, finalmente, uma união íntima com Deus através dos sacramentos.</em></strong></span></p>
<p style="text-align: right;"><strong><span style="color: #000000;">Fonte: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://laportelatine.org/publications/le-bachais-prieure-saint-pierre-julien-eymard">Le Bachais</a></span> – N° 83 – Tradução: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://catolicosribeiraopreto.com/">Dominus Est</a></span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>A Oração</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Devemos orar, e orar bem. As duas palavras-chave são: regularidade e respeitosa atenção. Contra a regularidade, geralmente se opõem o cansaço e a falta de vontade. A “<em>regra</em>” nº 1 é dedicar-nos a isso a todo custo, com esforços generosos, independentemente dos “<em>estados de espírito</em>”. Trata-se, acima de tudo, de orar e orar ainda mais, apesar das dificuldades que encontramos nisso, da pouca atração, ou mesmo da repugnância.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Devemos dedicar-nos às nossas orações com devoção. Embora nem sempre seja a falta de desejo que prejudica nossa vida de oração, às vezes é também a pressa, o desejo de terminar o mais rápido possível porque temos outra coisa em mente; às vezes é também a rotina ou a desatenção: oramos porque… mas sim, por quê, exatamente?</span><span id="more-33861"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Não devemos nos cansar de nos colocar na presença de Deus pelo tempo que for necessário. Uma oração que consiste principalmente nisso é boa. É exercitar nossa fé na grandeza e na bondade Daquele a quem nos dirigimos e em nossa extrema necessidade de Sua ajuda. Não iniciemos a oração sem isso.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Agir para Deus</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">É conveniente, em nossa oração no início do dia, oferecer nossas ações, sofrimentos ou preocupações e renovar, ao longo do dia, essa intenção de agir em tudo para Deus. Dois meios principais nos ajudarão nisso:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>&#8211; <u>O recolhimento.</u></strong> A vida atual está mais acelerada do que nunca, por isso é importante parar de vez em quando, recolher-se para se recomendar a Deus, pedir-Lhe ajuda e oferecer-Lhe nossos trabalhos. Algumas pessoas praticam a oferta da hora. O toque dos relógios ou dos sinos da igreja pode favorecer isso. Também podemos desacelerar mudando de atividades, iniciando algo que vai durar algum tempo. Lembremo-nos também de oferecer a Deus nossos momentos de lazer. Procuremos reprimir a tendência à precipitação que às vezes nos domina, especialmente quando estamos com pressa. Oferecer regularmente nossas ações a Deus também deve nos ajudar a evitar longos períodos de tempo perdido, principalmente em frente às telas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>&#8211; <u>Uma regra de vida específica.</u></strong> É um meio eficaz para nos preservar da dissipação tão natural ao coração humano. Esta regra será mais ou menos minunciosa, dependendo do nosso progresso na piedade. Em todo caso, é importante estabelecer claramente quando e como vamos orar (isso às vezes inclui refletir sobre isso a dois, para os casados): o tempo dedicado às orações, à devoção à Virgem Santíssima, ao alimento da oração por meio da leitura espiritual, ao exame de consciência, à Santa Missa e à recepção dos sacramentos. Outro elemento a ser considerado cuidadosamente é o dever inerente ao nosso estado de vida, bem como às nossas ocupações comuns. Não se trata aqui de ações ligadas às nossas iniciativas, às vezes não regidas pela vontade de Deus; pelo contrário, são ações claramente exigidas por Deus, portanto, devem ser cuidadosamente consideradas para que a maneira de as realizar também pertença verdadeiramente a Deus. Por fim, em nossa regra de vida, podemos anotar as principais virtudes que desejamos praticar. Uma criança, por exemplo, pode se esforçar para praticar a virtude da obediência a todos os seus superiores; os adolescentes podem se concentrar na virtude da pureza. Todos podem e devem praticar alguma forma de mortificação para combater uma má inclinação ou uma paixão descontrolada.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Remover os obstáculos</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Aquele que se opõe a mim, quando desejo fazer o bem, sou eu mesmo. Cada um deve travar uma luta contra si mesmo desde o início da vida espiritual, ou seja, desde a mais tenra idade. Sem essa abnegação, nada de sólido ou duradouro será alcançado.</span><br />
<span style="color: #000000;"> As almas que precisam lutar contra maus hábitos graves devem usar os meios proporcionais de oração (novenas, missas) e também pedir orações por elas. Eventos como uma peregrinação, uma festa religiosa ou um retiro são oportunidades privilegiadas para pedir graças que libertem do pecado mortal.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">As almas que não têm ou já não têm de lutar contra o pecado mortal devem ter muito cuidado para não se habituarem ao pecado venial, com o qual às vezes tendemos a negligenciar. Trata-se, simplesmente, de encarar as próprias faltas uma a uma e travar uma guerra implacável contra elas. A prática diária do exame de consciência será muito útil para isso, especialmente se acrescentarmos um exame ao meio-dia. O objetivo é inspirar sincera contrição e renovar as próprias resoluções. Esses exames devem ser realizados sob o olhar de Deus, metodicamente e com genuína humildade. É altamente recomendável começar esses exames pelo &#8220;<em>positivo</em>&#8221; e, portanto, pela ação de graças.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Eis um método para examinar a própria consciência. Comece pedindo a Deus a graça de reconhecer as próprias faltas e detestá-las. Dirija-se também a Maria, sem a qual nada podemos fazer, dizendo-lhe simplesmente: Boa Mãe, obtém para mim a graça de ver claramente as minhas misérias e de me humilhar nelas. Em seguida, revise as diferentes ações do dia, na seguinte ordem:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Como você se comportou: </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>I. Nossos deveres para com Deus:</strong> 1. Orações; 2. Exercícios de piedade.</span><br />
<span style="color: #000000;"><strong> II. Nossos deveres para com o próximo:</strong> 1. Gentileza; 2. Caridade; 3. Obediência; 4. Verdade.</span><br />
<span style="color: #000000;"><strong> III. Nossos deveres para com nós mesmos:</strong> 1. Paciência; 2. Humildade; 3. Temperança; 4. Pureza; 5. Deveres de Estado, ou seja, a santificação do nosso trabalho. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Conclua pedindo sinceramente perdão a Deus e prometendo melhorar no futuro.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Na abnegação, é necessário incorporar um elemento ofensivo. “<em>A melhor defesa é o ataque.</em>” Trata-se de mortificação e sacrifício. Para progredir, é necessário realizar um recuo em certas coisas ou atividades desnecessárias que cativam o coração.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Outra obra de renúncia é a busca por nosso defeito dominante. Para este vasto tema, aqui estão apenas algumas pistas para descobri-la: examine cuidadosamente, e várias vezes, quais são nossas preocupações mais comuns; qual é o assunto mais frequente em nossos pensamentos ao acordar pela manhã; quando estamos sozinhos e nos permitimos sonhar acordados, qual é o objeto desses sonhos;  qual é a fonte mais habitual de nossas alegrias íntimas, bem como de nossos aborrecimentos; qual é a causa de nossas tristezas; qual é a intenção que mais frequentemente propomos a nós mesmos, o motivo que nos faz agir e que geralmente inspira nossa conduta, qual é a origem dessas faltas, a razão de nossos pecados; quando, sobretudo, há, não uma falta acidental, mas toda uma série de faltas, um estado de resistência à graça, de falha nos exercícios de piedade que durou vários dias, qual é a sua origem e qual é o motivo que impediu o retorno ao bem. Distingue-se ainda o defeito dominante nos ataques do tentador, que muitas vezes nos conhece melhor do que nós mesmos e que dirige seus golpes para onde sabe que somos mais fáceis de vencer. Também o reconhecemos pelas inspirações do Espírito Santo que, nos momentos de fervor, quando sua ação é mais sensível, nos faz compreender, pelos sacrifícios que nos pede, pelos atrativos que nos faz experimentar, pelas resoluções que nos sugere, qual é o caminho que nos levará à perfeição e qual é o vício contra o qual devemos lutar com mais determinação. Reconhece-se ainda pela dificuldade que se tem em combatê-lo; é realmente o pecado favorito, aquele cujo sacrifício é o mais custoso.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Seja qual for o nosso defeito dominante, há sempre dois defeitos fundamentais a combater: o orgulho e o amor às nossas comodidades. Quanto ao orgulho, a maioria de nossas frustrações provém daí; e muitos pecados, provações mal suportadas, boas oportunidades desperdiçadas e resistência à graça também surgem dele. É preciso notar também que uma das formas de orgulho que deve ser reprimida energicamente é o respeito humano.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Os sacramentos</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os três primeiros elementos de uma verdadeira vida cristã correspondem ao que devemos fazer. Neste quarto ponto, a particularidade a ser observada é que quem age principalmente é Nosso Senhor! Devemos sempre nos lembrar disso para fazer boas comunhões, para nos confessarmos bem, para assistirmos bem à Santa Missa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Não nos esqueçamos de que a comunhão frequente é condição para o progresso na piedade. A comunhão aos domingos, de vez em quando, pode &#8220;<em>suficiente</em>&#8221; para pessoas que não enfrentam grandes dificuldades. Mas isso raramente é sufuciente para combater uma falha de caráter enraizada.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Observemos que a comunhão se prepara não apenas imediatamente antes, mas também a longo prazo, de acordo com os três pontos mencionados acima. É também muito importante não negligenciar o tempo de ação de graças após a Santa Missa e a Sagrada Comunhão.</span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #000000;"><strong>Pe. Jacques Mérel, FSSPX</strong></span></p>
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		<title>OS FIÉIS GUARDIÕES DO VATICANO II &#8211; SOBRE UMA ENTREVISTA COM O CARDEAL SARAH</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Oct 2019 13:00:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise na Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Liberalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Modernismo]]></category>
		<category><![CDATA[Textos e Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Cardeal Muller]]></category>
		<category><![CDATA[Cardeal Sarah]]></category>
		<category><![CDATA[Concílio Vaticano II]]></category>
		<category><![CDATA[Pe. Davide Pagliarani]]></category>
		<category><![CDATA[Pe. Jacques Mérel]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est O National Catholic Register publicou recentemente (23 de setembro de 2019) uma longa entrevista do cardeal Sarah, conhecido por suas posições conservadoras, por seu amor à famosa &#8220;forma extraordinária&#8221; da Missa. Esta entrevista ilustra &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/os-fieis-guardioes-do-vaticano-ii-sobre-uma-entrevista-com-o-cardeal-sarah/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><span style="color: #000000;"><strong><img class=" aligncenter" src="http://laportelatine.org/diapo/images/1910070947509.jpg" alt="" width="435" height="293" />Fonte: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://laportelatine.org/publications/communic/2019/191007_conservateurs/191007_conservateurs.php">La Porte Latine</a></span> – Tradução: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://catolicosribeiraopreto.com/">Dominus Est</a></span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.ncregister.com/daily-news/cardinal-sarahs-cri-de-coeur-the-catholic-church-has-lost-its-sense-of-the"><em>National Catholic Register</em> publicou recentemente (23 de setembro de 2019)</a></span> uma longa entrevista do cardeal Sarah, conhecido por suas posições conservadoras, por seu amor à famosa &#8220;forma extraordinária&#8221; da Missa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Esta entrevista ilustra muito bem a recente declaração do Padre Pagliarani (&#8220;<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://catolicosribeiraopreto.com/uma-igreja-de-pernas-para-o-ar-entrevista-com-o-pe-davide-pagliarani/"><em>Uma Igreja de pernas para o ar</em></a></span>). Nosso Superior Geral, a respeito desses prelados que vão na direção certa, denunciando certos erros ou reafirmando certas verdades, afirma &#8211; longe de se alegrar com tais acontecimentos: &#8220;<em>que a Fraternidade tem o dever de estar muito atenta a essas reações, e ao mesmo tempo, tentar impedir tornem autodestrutivas e não alcancem nada.&#8221;.</em></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><strong>Uma crítica a conservadores que ainda poupam o Vaticano II</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">E o Pe. Pagliarani fornece a chave essencial: esses prelados também devem reconhecer a &#8220;<em>continuidade entre os ensinamentos do Concílio, dos papas da era pós-conciliar e o atual pontificado</em>&#8220;. Pois esses mesmos prelados, ao mesmo tempo, querem nos fazer engolir o Concílio Vaticano II e as reformas pós-conciliares. Exemplo: Cardeal Müller, o mais virulento de todos contra a <em>Amoris laetitia</em> e o <em>Instrumentum laboris </em>(projeto de reforma da Cúria),  não hesita em falar em &#8220;ruptura com a tradição&#8221;. Mas é o mesmo cardeal Müller quem &#8220;queria impor à FSSPX &#8211; em continuidade com seus predecessores e sucessores na Congregação para a Doutrina da Fé &#8211; a aceitação de todo o Concilio e do magistério pós-conciliar.&#8221;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Como esse diagnóstico do Superior Geral da Fraternidade diz respeito ao cardeal Sarah, algumas linhas da entrevista deste serão suficientes para demonstrar!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>Quando a forma extraordinária é celebrada no espírito do Concílio Vaticano II, ela revela toda a sua fecundidade</em>, diz o cardeal. O ideal desejo dele seria amar a liturgia tradicional à luz do Concílio?</span><span id="more-17767"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">E quando a liturgia tradicional é celebrada (como fazemos na Fraternidade) não como uma forma extraordinária, mas simplesmente como ela própria, como a única forma latina de missa que é legítima e frutífera para as almas, será ela fecunda? A este respeito, o cardeal diz o seguinte: <em>Seria errado opor o Concílio à Tradição da Igreja. Nesse sentido, é necessário que aqueles que celebram a forma extraordinária o façam sem espírito de oposição e, portanto, <u>no espírito da Sacrosanctum Concilium</u>.</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Felizmente, isso não nos preocupa, afinal, nós não celebramos a forma extraordinária!</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><strong>Cardeal Sarah: nenhuma oposição entre a Missa tradicional e a Missa de Paulo VI </strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Segundo o cardeal, a forma ordinária (missa de Paulo VI) e a forma extraordinária são equivalentes entre si: <em>as duas formas têm a mesma fé e a mesma teologia. Opor as duas é um profundo erro eclesiológico. </em>Devemos ficar consternados com esta afirmação, de um homem tão bem posicionado e que parece não conhecer esses discernimentos tão bem explanados no <span style="color: #0000ff;"><em><a style="color: #0000ff;" href="https://www.fsspx.com.br/wp-content/uploads/2009/09/Breve_Exame_Critico_do_Novus_Ordo_Missae.pdf">Breve Exame Crítico do Novus Ordo Missae</a></em></span>: &#8220;<em>o novo Ordo Missae, considerando-se os novos elementos amplamente suscetíveis a muitas interpretações diferentes que estão nela implícitos ou são tomados como certos – representa, tanto em seu todo como nos detalhes, um surpreendente afastamento da teologia católica da Missa</em>&#8221; e &#8221; <em>a promulgação do Novus Ordo Missae, a verdadeira fé católica depara-se com a trágica necessidade de fazer uma escolha</em>”</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Cardeal Sarah admite implicitamente que há uma falha na missa de Paulo VI, uma vez que &#8220;<em>precisamos da forma extraordinária para saber em que espírito celebrar a forma ordinária</em>.&#8221; É verdade que esse diagnóstico foi dado há muito tempo: essa Missa de Paulo VI é de espírito protestante, favorece a heresia e é perigosa à fé dos fiéis e dos clérigos. É desonesto querer que os fiéis católicos façam o caminho inverso. O futuro é a denúncia clara e pública desta missa de Paulo VI, desagradando a todos os <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://catolicosribeiraopreto.com/catecismo-das-verdades-oportunas-os-rallies-vistos-por-mons-lefebvre/">Institutos “ralliès” (ou aliados)</a></span> ligados à Roma.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Especialmente porque o cardeal Sarah também admite essa saborosa reciprocidade: <em>Inversamente, celebrar a forma extraordinária sem levar em conta as indicações da Sacrosanctum Concilium corre-se o risco de reduzir essa forma a uma relíquia arqueológica sem vida e sem futuro. </em>Este é o futuro previsto para aqueles que querem rezar a missa antiga em obediência a Roma enquanto afirmam combater o Concílio.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><strong>A Fraternidade de São Pio X: a única a denunciar as verdadeiras causas do cataclismo</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Assim&#8230; guardamos a exclusividade de denunciar o Concílio e não de celebrar essa &#8220;forma extraordinária&#8221; (belo insulto à liturgia tradicional nivelando-a com a Missa de Paulo VI) para honra de Deus, a da Santa Missa e para o bem das almas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Pe. Jacques Mérel</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;">*****************************</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Um excelente texto que explica bem essa diferença entre tradicionalistas x conservadores pode ser lida nesse texto:</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #0000ff;"><strong><a style="color: #0000ff;" href="http://catolicosribeiraopreto.com/e-a-mesma-missa-tridentina-sim-mas-nao-o-mesmo-combate/">É A MESMA MISSA TRIDENTINA? SIM, MAS NÃO O MESMO COMBATE</a></strong></span></p>
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