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	<title>DOMINUS EST &#187; Concílio Vaticano II</title>
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	<description>FIÉIS CATÓLICOS DE RIBEIRÃO PRETO (FSSPX) - SOB A PROTEÇÃO DE NOSSA SENHORA CORREDENTORA E MEDIANEIRA DE TODAS AS GRAÇAS</description>
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		<title>ASSIS 2026: LEÃO XIV REIVINDICA O LEGADO INTER-RELIGIOSO DE JOÃO PAULO II</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Oct 2026 12:13:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise na Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Fé]]></category>
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		<category><![CDATA[Concílio Vaticano II]]></category>
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		<description><![CDATA[O encontro inter-religioso realizado em Assis, entre 25 e 27 de outubro de 2026, foi encerrado com um novo apelo conjunto pela paz. Quarenta anos após o escandaloso encontro convocado por João Paulo II em 1986, Leão XIV reafirmou seu &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/assis-2026-leao-xiv-reivindica-o-legado-inter-religioso-de-joao-paulo-ii/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class=" aligncenter" src="https://fsspx.news/sites/default/files/styles/content_image_16_9_desktop/public/fsspxactualites/fsspxnews/videomessaggio_del_santo_padre_ai_partecipanti_dellincontro_pace_disarmata_e_disarmante_-_0-7-04.jpeg.jpg?itok=0Qz888h_" alt="" width="561" height="320" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">O encontro inter-religioso realizado em Assis, entre 25 e 27 de outubro de 2026, foi encerrado com um novo apelo conjunto pela paz. Quarenta anos após o escandaloso encontro convocado por João Paulo II em 1986, Leão XIV reafirmou seu compromisso com esse caminho, declarando que &#8220;<em>somente a paz é santa&#8221;</em>. Mas de que vale a paz sem Jesus Cristo, o Príncipe da Paz?</span></strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong><span style="color: #000000;">Fonte: <a href="https://fsspx.news/fr/news/assise-2026-leon-xiv-revendique-lheritage-interreligieux-jean-paul-ii-61840"><span style="color: #0000ff;">DICI</span> </a>&#8211; Tradução: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://catolicosribeiraopreto.com/">Dominus Est</a></span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A cidade de Assis voltou a ser palco de um encontro inter-religioso, quarenta anos após o primeiro, em 27 de outubro de 1986. De 25 a 27 de outubro de 2026, a Comunidade de Santo Egídio reuniu mais de 380 líderes religiosos, incluindo não apenas representantes católicos, ortodoxos e protestantes, mas também do judaísmo, islamismo, hinduísmo, budismo, xintoísmo, sikhismo, taoísmo e zoroastrismo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Realizado sob o tema <em>&#8220;Paz desarmada e desarmante</em>&#8220;, o evento teve início no domingo, 25 de outubro, em Bastia Umbra, perto de Assis. Prosseguiu com dois dias de conferências dedicadas a temas como conflitos armados, desarmamento, migração, crise ambiental e diálogo inter-religioso. Mas foi, sobretudo, na terça-feira, 27 de outubro, data que marcou o quadragésimo aniversário do encontro convocado por João Paulo II, que o evento ganhou seu caráter mais escandaloso.</span><span id="more-36019"></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><strong>Orações separadas, seguidas de uma procissão conjunta</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Às 15h30, representantes de diferentes religiões foram convidados a orar pela paz, cada um de acordo com suas crenças e ritos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Na basílica inferior de São Francisco, católicos rezaram ao lado de representantes das Igrejas Ortodoxas e das comunidades protestantes. O Patriarca Bartolomeu I de Constantinopla e o Cardeal Matteo Zuppi, Arcebispo de Bolonha e Presidente da Conferência Episcopal Italiana, proferiram meditações no local.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O patriarca ortodoxo falou sobre o sofrimento causado pelos conflitos atuais e exortou os fiéis para que se tornem artífices da paz. O cardeal Zuppi, por sua vez, apresentou o encontro e o diálogo como meios para superar as divisões e os conflitos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Enquanto isso, representantes de religiões não cristãs realizavam suas próprias orações em vários locais ao redor do Sacro Convento, o convento franciscano adjacente à basílica. Judeus, muçulmanos, hindus, budistas e representantes de outras crenças se dirigiam às suas divindades ou praticavam seus respectivos ritos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Após essas cerimônias separadas, os líderes religiosos reuniram-se lado a lado e seguiram em procissão até a praça inferior da Basílica de São Francisco. Ali, ocorreu a cerimônia inter-religiosa de encerramento, com representantes das diferentes religiões reunidos em um mesmo palco.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Dom Felice Accrocca, bispo de Assis, discursou para a assembleia, seguido por Touch Sarith, presidente de uma associação budista cambojana, e Koko Kondo, sobrevivente do bombardeio atômico de Hiroshima. Marco Impagliazzo, presidente da Comunidade de Santo Egídio, relembrou então o legado de João Paulo II e os encontros inter-religiosos organizados desde 1986. Segundo ele, o <em>&#8220;espírito de Assis</em>&#8221; possibilitou a manutenção do diálogo entre as religiões apesar das guerras e das tensões internacionais.</span></p>
<p style="text-align: center;"><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/I8yP67HP0LM?si=Oa1Rz5WGUQhM_Nr4" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #000000;">Leão XIV destaca os frutos de quarenta anos de diálogo inter-religioso</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Leão XIV deveria, inicialmente, participar do evento, mas sua viagem foi cancelada por recomendação médica após uma cirurgia torácica. O Papa, no entanto, expressou seu apoio ao evento por meio de uma mensagem em vídeo transmitida durante a cerimônia de encerramento.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Primeiramente, expressou seu pesar por não poder estar no túmulo de São Francisco, agradecendo em seguida ao Dicastério pelo diálogo inter-religioso e à Comunidade de Santo Egídio por dar continuidade ao caminho aberto por seus antecessores. O Papa reivindicou explicitamente o legado do encontro de 1986. Recordando que João Paulo II havia convidado a todos a continuarem vivendo o &#8220;espírito de Assis&#8221;, citou Francisco, que disse que aquele primeiro dia não deveria permanecer um evento isolado. Leão XIV saudou o caminho percorrido nos últimos quarenta anos, afirmando que eles haviam rendido muitos frutos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em seguida, ele falou longamente sobre a evolução da situação internacional desde a Guerra Fria. Depois de 1989, explicou, muitos esperavam que a globalização trouxesse uma paz duradoura. Citando sua encíclica <em>Magnifica Humanitas</em>, lembrou a excessiva confiança depositada nos mercados para garantir o bem-estar, a democracia e a estabilidade. Segundo o Papa, essa globalização não produziu automaticamente unidade e paz, mas também deu origem a reações fundamentalistas, identitárias e nacionalistas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Ele denunciou uma preocupante reabilitação da guerra como instrumento da política internacional e relembrou as advertências do Catecismo da Igreja Católica sobre o acúmulo de armamentos como meio de dissuasão. É nesse contexto que ele defendeu o fortalecimento do &#8220;espírito de Assis&#8221;, que define como a rejeição das justificativas religiosas para a guerra, associada à mediação, ao diálogo e à ação em prol da paz.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Para Leão XIV, a paz deve voltar a ser o ideal comum das nações e o princípio orientador de suas decisões. &#8220;<em>Devemos reconstruir a paz em todos os lugares e não nos preparar para mais guerras</em>&#8220;, declarou ele. <em>&#8220;A guerra jamais pode ser travada em nome de Deus! Para nós, crentes, lutar em nome da religião significa, na realidade, atacar a própria religião. Não existe guerra santa: somente a paz é santa</em>!&#8221;</span></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #000000;">A oração nas religiões é apresentada como um caminho para a paz</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Leão XIV justificou então a abordagem religiosa adotada em Assis. &#8220;<em>O caminho iniciado em Assis, na busca comum pela paz, é sobretudo o da oração</em>&#8220;, explicou. Prosseguiu afirmando que a oração pode parecer frágil diante dos poderes do mundo, mas constitui a humilde força dos crentes. Pediu a Deus que tocasse os corações daqueles que desejam a guerra e o terrorismo, lembrando-lhes que a oração nunca é em vão.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Papa também apresentou a oração como uma escola de diálogo com Deus, com os homens e com todas as criaturas, referindo-se a São Francisco de Assis, cujo oitavo centenário de morte está sendo celebrado este ano. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Por fim, ele pediu aos líderes religiosos que promovessem o diálogo entre seus fiéis e na sociedade, para que a linguagem da arrogância fosse substituída pela da paz, da negociação e da compreensão. Seu discurso concluiu com uma oração pela paz em todos os países do mundo e a bem-aventurança do Evangelho: “<em>Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus”</em> (Mt 5,9).</span></p>
<p style="text-align: center;"><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/AZDoJyM8Dl8?si=Ue4FtWIOP-iLsw2J" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe><strong><span style="color: #000000;">&#8220;As religiões oferecem aquilo que receberam de Deus.&#8221;</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Às 17h, os participantes proclamaram o &#8220;<em>Apelo pela Paz 2026</em>&#8220;, o documento final do encontro. O texto inicia-se em nome das &#8220;<em>mulheres e homens de diferentes religiões</em>&#8221; reunidos em Assis. Reflete sobre os quarenta anos que se passaram desde 1986, afirmando que os participantes oraram e trabalharam por um mundo sem guerra e que vivenciaram o poder histórico da oração.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O apelo clama pelo fim dos conflitos armados, a redução dos gastos militares e a desescalada diante da ameaça nuclear. Exige que os recursos atualmente destinados a armamentos sejam utilizados para alimentação, educação, emprego e assistência social.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Mas, para além dessas reinvindicações, o documento faz uma declaração religiosa que revela o espírito do encontro: <em>&#8220;As religiões oferecem aquilo que receberam de Deus: amor, sabedoria, o valor da vida, conhecimento das fraquezas humanas, perdão</em>.&#8221; </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Assim, as religiões que negam a divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo, rejeitam a Santíssima Trindade ou professam crenças incompatíveis com a Revelação Católica são apresentadas coletivamente como detentoras de dons recebidos de Deus. O texto também convoca a que todo local de culto e oração se torne uma casa de paz e solidariedade humana. Após a proclamação, o apelo foi feito a um grupo de crianças. Os líderes religiosos, então, acenderam candelabros colocados em frente à basílica, um gesto simbólico que marcou o fim do encontro.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Que mensagem essa demonstração transmite ao mundo? Que todas as religiões são igualmente capazes de se dirigir a Deus e obter suas graças. E se todas podem levar as pessoas a Deus, por que alguém ainda deveria pertencer à Igreja fundada por Nosso Senhor Jesus Cristo? Ao colocar publicamente a religião católica no mesmo nível das religiões fundadas por homens, o Vigário de Cristo insinua que estas podem conduzir almas ao Céu.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Isso constitui uma grave ofensa contra Deus, conforme Ele se revelou à humanidade e conforme a Igreja foi incumbida de tornar conhecido, fomentando simultaneamente uma confusão com graves consequências para as almas. Quando Aquele que recebeu a missão de confirmar seus irmãos na fé parece colocar a verdade e o erro no mesmo nível, como os homens ainda podem reconhecer onde se encontra o caminho da salvação?</span></p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>OS CARDEAIS NÃO SABEM MAIS LATIM</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 12:18:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise na Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Textos e Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Concílio Vaticano II]]></category>

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		<description><![CDATA[No topo da hierarquia da Igreja, uma geração de prelados corre o risco de não conseguir mais ler diretamente os textos que fundamentam sua doutrina, sua lei e sua liturgia. Fonte: DICI &#8211; Tradução: Dominus Est Já se suspeitava disso, &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/os-cardeais-nao-sabem-mais-latim/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p class="Normal tm5 tm6" style="text-align: justify;"><img class=" aligncenter" src="https://fsspx.news/sites/default/files/styles/content_image_16_9_desktop/public/fsspxactualites/fsspxnews/2sadf9t.jpg?itok=daW7BxBj" alt="" width="653" height="373" /></p>
<p class="Normal tm5 tm6" style="text-align: justify;"><strong><span class="tm7" style="color: #000000;">No topo da hierarquia da Igreja, uma geração de prelados corre o risco de não conseguir mais ler diretamente os textos que fundamentam sua doutrina, sua lei e sua liturgia.</span></strong></p>
<p class="Normal tm5 tm6" style="text-align: right;"><strong>Fonte: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://fsspx.news/fr/news/ces-cardinaux-qui-ont-perdu-leur-latin-61680">DICI </a></span>&#8211; Tradução: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://catolicosribeiraopreto.com/">Dominus Est</a></span></strong></p>
<p class="Normal tm5" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm7">Já se suspeitava disso, mas hoje é uma certeza comprovada por números: mais de 65% dos cardeais atuais perderam o domínio do latim, ou, mais exatamente, nunca o aprenderam. A revelação foi feita pelo </span><span class="tm7">vaticanista Francesco Capozza, do jornal </span><em><span class="tm8">Il Tempo</span></em><span class="tm7">, em sua página no Facebook, em 4 de agosto de 2026: </span><em><span class="tm8">“Minha pesquisa durou vários meses; consultei diretores de seminários, universidades, ordens religiosas e muitas outras fontes. O resultado é constrangedor: mais de 65% do atual Colégio Cardinalício não sabe uma palavra de latim, nunca o estudou e nunca o compreendeu. Esse é o legado extremamente grave de Bergoglio, que confiou à Igreja cardeais ignorantes, sem talento e competência, que desconhecem que o latim é a língua oficial da Igreja.</span></em><span class="tm7">”</span></span></p>
<p class="Normal tm5 tm6" style="text-align: justify;"><span class="tm7" style="color: #000000;">Ele acrescentou: <em>“A maioria dessas pessoas nem sequer fala inglês, mas exclusivamente sua própria língua nacional. Ignorantes, sem habilidades específicas, sem qualquer fundamento jurídico, teológico ou litúrgico. Esta é a Igreja de hoje, e se Leão XIV não tomar alguma atitude, será uma tragédia ainda pior do que a dos últimos doze anos.”</em></span></p>
<p class="tm5 tm9" style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><strong><span class="tm10">O uso do latim não é uma nostalgia romântica por um passado glorioso.</span></strong></span></p>
<p class="Normal tm5 tm11" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm7">Em seu blog </span><em><span class="tm8">Philosophia perennis</span></em><span class="tm7">, o jornalista alemão David Berger apresenta um comentário perspicaz, republicado pela </span><em><span class="tm8">InfoVaticana</span></em><span class="tm7"> em 6 de agosto: “</span><em><span class="tm8">Mais de dois terços dos cardeais mal dominam o latim. O que, à primeira vista, parece ser apenas uma observação marginal para filólogos clássicos, pode, na realidade, revelar uma das crises mais profundas da Igreja Católica. Pois quem perde a língua na qual a fé, a liturgia e o direito canônico foram formulados durante séculos, acaba por perder o acesso direto à sua própria tradição. […]</span></em></span><span id="more-35980"></span></p>
<p class="Normal tm5 tm6" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm7">“</span><em><span class="tm8">Isto não é de forma alguma uma nostalgia romântica por um passado supostamente glorioso, nem uma preferência por aqueles que prezam a liturgia clássica. A questão é muito mais fundamental: pode uma Igreja preservar a sua unidade quando os seus mais altos representantes já não dominam a língua em que a sua teologia, o direito canónico e os seus ensinamentos foram formulados durante séculos? [&#8230;] O latim nunca foi uma mera relíquia histórica para a Igreja Católica. É, propriamente falando, a sua língua oficial. Durante quase dois mil anos, os textos legislativos papais, o direito canónico e numerosos documentos magisteriais foram promulgados em latim, na sua forma vinculativa. E com razão: uma língua imutável preserva a precisão dos conceitos teológicos melhor do que qualquer língua franca moderna. As suas palavras não estão sujeitas às transformações ideológicas e sociais a que as línguas vivas estão constantemente expostas. É precisamente por esta razão que o latim é particularmente adequado para expressar verdades com precisão e permanência</span></em><span class="tm7">.”</span></span></p>
<p class="Normal tm5 tm6" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm7">David Berger faz esta triste observação: “</span><em><span class="tm8">Em muitos seminários, o latim ocupa hoje apenas um lugar marginal. Muitos candidatos ao sacerdócio só têm contato com essa língua em cursos introdutórios, sem jamais adquirir a capacidade de ler documentos eclesiásticos ou os Padres da Igreja em sua língua original. Isso resulta não apenas em uma lacuna na formação clássica, mas sobretudo na perda do acesso direto às fontes da fé católica. Pois a teologia floresce graças a conceitos precisos. O próprio Santo Tomás de Aquino sabia que uma ligeira mudança de perspectiva pode ter profundas consequências para a compreensão de uma doutrina. Conceitos como graça, ente, substância, natureza ou caridade só podem ser traduzidos de forma aproximada para as línguas modernas. Toda tradução envolve necessariamente interpretação. É por isso que a Igreja sempre escreveu seus textos sagrados em uma língua cujo significado permanece estável ao longo dos séculos.”</span></em></span></p>
<p class="tm5 tm9" style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><strong><span class="tm10">A encíclica </span><em><span class="tm12">Magnifica humanitas</span></em><span class="tm10"> não foi redigida em latim. </span></strong></span></p>
<p class="Normal tm5 tm13" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm7">E convém observar: </span><span class="tm7">“</span><em><span class="tm8">A relevância dessa questão ficou clara com a primeira encíclica do Papa Leão XIV. Pela primeira vez, um documento magisterial de tal importância não foi publicado a partir de um texto original em latim, mas apareceu diretamente em diversas versões nas línguas modernas. Embora isso possa parecer prático, levanta, no entanto, questões consideráveis. Pouco depois de sua publicação, surgiram debates em torno de conceitos centrais, por exemplo,</span><span class="tm7"> quando o termo ‘humanidade’ é usado. </span><span class="tm7">Do que se trata exatamente? Da espécie biológica? Da família humana? Da humanidade inteira? Ou da natureza humana comum na qual se baseia o direito natural? As diferentes versões linguísticas sugerem interpretações distintas. Um texto original em latim, que fosse considerado autoritário, teria, no mínimo, fornecido um ponto de referência hermenêutico inequívoco.</span></em></span></p>
<p class="Normal tm5 tm14" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em><span class="tm8">“Numa época em que conceitos antropológicos fundamentais são cada vez mais desafiados por ideologias de gênero, transumanismo e avanços tecnológicos, a precisão conceitual não é uma questão acadêmica secundária. Ela é essencial para a compreensão dos pronunciamentos da Igreja e suas consequências.” </span></em></span></p>
<p class="Normal tm5 tm14" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm7">David Berger conclui acertadamente: “</span><em><span class="tm8">Nessa perspectiva, as observações de Capozza soam como um alerta. </span><span class="tm7">Uma Igreja cujos mais altos dignitários não dominam mais sua língua oficial perde um instrumento essencial para sua compreensão teológica. Ela se torna mais dependente de traduções, das esferas linguísticas nacionais, das diferentes escolas teológicas e, por fim, das correntes dominantes de cada época.”</span></em></span></p>
<p class="Normal tm5 tm14" style="text-align: justify;"><span class="tm7" style="color: #000000;">“Ora, o latim representa justamente uma liberdade muitas vezes negligenciada hoje em dia. Ao contrário do inglês, ele não é a língua de uma potência política ou econômica mundial. Não pertence a nenhum povo em particular. Um bispo africano, asiático, americano ou europeu encontra outro bispo em um mesmo terreno linguístico. É por isso que o latim nunca foi a expressão de uma superioridade cultural, mas sim o próprio laço de uma Igreja universal. » </span></p>
<p class="Normal tm5 tm14" style="text-align: justify;"><span class="tm7" style="color: #000000;">E adverte: “Quem perde a língua da Igreja perde muito mais do que vocabulário e gramática: perde o acesso direto a um tesouro espiritual que moldou o pensamento ocidental por quase dois milênios. E uma Igreja que conhece suas fontes apenas de segunda mão corre o risco de, um dia, ser incapaz de fazer ouvir sua própria voz, inimitável.”</span></p>
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		<title>CAMINHOS QUE NÃO LEVAM A LUGAR NENHUM</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 12:28:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise na Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Liberalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Modernismo]]></category>
		<category><![CDATA[Textos e Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Concílio Vaticano II]]></category>
		<category><![CDATA[Ecumenismo]]></category>

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		<description><![CDATA[O Vaticano celebra 60 anos de diálogo inter-religioso. Fonte: La Porte Latine &#8211; Tradução: Dominus Est “Sessenta anos após a sua publicação, a Declaração Nostra Aetate(1) continua a inspirar as escolhas pastorais e teológicas da Igreja(2)”.  É por isso que, &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/caminhos-que-nao-levam-a-lugar-nenhum/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="" src="https://laportelatine.org/wp-content/uploads/2026/10/FR012890A.jpg" alt="" width="453" height="309" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><strong><em>O Vaticano celebra 60 anos de diálogo inter-religioso.</em></strong></span></p>
<p style="text-align: right;"><strong>Fonte: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://laportelatine.org/formation/crise-eglise/oecumenisme/chemins-qui-ne-menent-nulle-part">La Porte Latine</a></span> &#8211; Tradução: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://catolicosribeiraopreto.com/">Dominus Est</a></span></strong></p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“Sessenta anos após a sua publicação, a Declaração <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://permanencia.org.br/drupal/node/5258">Nostra Aetate</a></span>(1) continua a inspirar as escolhas pastorais e teológicas da Igreja(2)”. </span></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">É por isso que, ainda hoje, se promove o diálogo, que é o <em>mantra(3) do</em> texto comemorativo da Declaração conciliar publicada no último 16 de setembro.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>A <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://permanencia.org.br/drupal/node/5258">Nostra Aetate</a></span></em> recomendava aos católicos o diálogo para que estes pudessem <em>“reconhecer, preservar e promover os valores espirituais, morais e socioculturais</em>” presentes entre os seguidores de religiões não cristãs (n.º 2). O diálogo, portanto, não consiste em compartilhar a fé católica com eles, mas sim em reforçar o que poderia ser considerado louvável em suas práticas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Obviamente, era difícil conciliar tal atitude com a missão evangelizadora da Igreja. Essa dificuldade foi abordada posteriormente em um documento da Secretaria para o Diálogo Inter-religioso, de 1984, intitulado “<em>Reflexões e orientações sobre o diálogo e a missão(4)”</em>, elaborado e publicado em 1984 a pedido de João Paulo II(5). Esse documento reconhece que o assunto requer um estudo teológico mais aprofundado… em outras palavras, nem o Concílio, nem as publicações feitas sob o pontificado de Paulo VI conseguem eliminar essa ambiguidade entre anunciar o Evangelho e fortalecer os não-cristãos em sua religião. Os textos subsequentes, em particular a encíclica Redemptoris Missio(6), nunca conseguem estabelecer uma linha de conduta coerente e clara.</span><span id="more-35961"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Com efeito, por um lado, o diálogo é apresentado como parte da função missionária da Igreja(7), com o objetivo de salvar as almas para a eternidade(8); por outro lado, ele se distingue dessa função e visa sobretudo à coexistência e à cooperação pacíficas aqui na terra(9), bem como a fortalecer as culturas em seus valores(10).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Por um lado, trata-se de buscar juntos a verdade(11); por outro, lembra-se que a Igreja Católica é a única depositária de toda a verdade revelada(12).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Por um lado, trata-se de enriquecer-se mutuamente e de aprender(13); por outro, trata-se de dar testemunho de Jesus Cristo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Por um lado, o diálogo é apresentado como uma atitude eminentemente evangélica(14); por outro lado, seria muito difícil encontrar no Evangelho uma exortação ao intercâmbio com outras culturas(15).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Após 60 anos e inúmeras cerimônias, declarações e documentos, o primeiro fruto apresentado para justificar todo o empreendimento é que… dialogou-se(16)! Aqueles que consideram tudo isso pouco compreensível são mentes “monolíticas”, provavelmente responsáveis pelas violências que perturbam o mundo pacífico que o diálogo busca construir(17).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Enquanto isso, um ex-muçulmano pode testemunhar: após longas pesquisas, ele e sua esposa, convencidos de que encontrariam a salvação na religião católica, solicitaram o batismo em sua paróquia. Resposta: “<em>Vocês já têm uma bela fé, não precisam do batismo.</em>” Após outra tentativa em outra paróquia, onde receberam a mesma resposta, eles se dirigiram à cúria, que não tomou nenhuma providência. Eles testemunham que grande parte dos muçulmanos convertidos que conheceram passou por uma experiência semelhante.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">É compreensível que tenham acabado por se dirigir à capela <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://catolicosribeiraopreto.com/manual-da-verdadeira-resistencia-tradicional-as-ordens-modernistas-o-milagre-de-saint-nicolas-du-chardonnet/">Saint Nicolas-du-Chardonnet.</a></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Notas</strong></span></p>
<ol>
<li style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Concílio Vaticano II, &#8221; Declaração <em>Nostra Aetate</em> sobre as relações da Igreja com as religiões não-cristãs&#8221;, 28 de outubro de 1965.</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Nota “Um Caminho de Esperança – Sessenta Anos de Diálogo e Fraternidade Inter-religiosa à Luz da Declaração Conciliar <em>Nostra Aetate</em>”, Dicastério para a Doutrina da Fé, para a Promoção da Unidade dos Cristãos e para o Diálogo Inter-religioso, 16 de setembro de 2026, Nota CE, n.º 3.</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A palavra aparece 159 vezes neste texto, que conta com 60 parágrafos. Cf. o hino de Paulo VI ao diálogo, imitando o elogio de São Paulo à caridade, como se fosse a nova virtude teologal. Encíclica <em>Ecclesiam suam</em>, n.º 83.</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><a style="color: #000000;" href="https://www.dicasteryinterreligious.va/dialogue-and-mission-1984">https://www.dicasteryinterreligious.va/dialogue-and-mission-1984</a> , anotado DM.</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A <em>nota</em> de setembro de 2026 considera-avê nela &#8220;uma referência essencial para compreender a visão da Igreja sobre o diálogo inter-religioso&#8221;, nota 39.</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Anotado RM.</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">RM 55, CE 22.</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">NA 2: A Igreja “proclama, e tem o dever de proclamar incessantemente, Cristo que é ‘o caminho, a verdade e a vida’ ( <em>Jo</em> 14,6), no qual os homens devem encontrar a plenitude da vida religiosa e no qual Deus reconciliou todas as coisas”. Trrata-se de um “diálogo de salvação”, João Paulo II, 23 de março de 1984, n. 5; DM 17, 37.</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">NA 1: &#8220;promover a unidade e a caridade entre os homens e até mesmo entre os povos.&#8221; DM4: &#8220;conhecimento e estima mútuos.&#8221; CE 6, 9, 26, 35.</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">NA 2, João Paulo II ao Secretariado para o Diálogo Inter-religioso, 23 de março de 1984, n.º 2, https://www.dicasteryinterreligious.va/dialogue-and-mission-1984.</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">DM 41, CE 4, 29.</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">RM 55.</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Quanto ao diálogo com os judeus, parece que este deve ter como objetivo ajudar os cristãos a sentirem-se o mais judeus possível (cf. CE 13, 18).</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">DM 15: Supõe-se que o próprio Jesus Cristo tenha dialogado. Mas será que já lemos o conteúdo desses “diálogos” com os fariseus? Ver também DM 29. O diálogo deve ser um “elemento essencial da missão da Igreja”, CE 7.</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Cf. Mateus 28,19: “Ide, portanto, e fazei discípulos de todas as nações…”; não se trata de um diálogo, mas um ensinamento. João 1, 45: “Encontramos o Messias.” Isto não é seguido por “Venham, vamos procurá-lo novamente!” Quando São Paulo pensa ser inteligente citar autores gregos para persuadir seus ouvintes no Areópago (Atos 17), acaba sendo um fracasso. Etc…</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">CE 37.</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">CE 54 e 55.</span></li>
</ol>
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		<title>DOM SCHNEIDER: &#8220;NÃO PODEMOS CONTINUAR COM O NOVUS ORDO&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 11:19:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise na Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Fé]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Missa]]></category>
		<category><![CDATA[Concílio Vaticano II]]></category>
		<category><![CDATA[Mons. Athanasius Schneider]]></category>

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		<description><![CDATA[Roma pune os defensores da Tradição enquanto deixa as heresias impunes. Dom Schneider denuncia essa contradição e prevê que a história fará justiça à obra de D. Lefebvre. Fonte: DICI &#8211; Tradução: Dominus Est Em entrevista concedida ao Catholic Herald , &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/dom-schneider-nao-podemos-continuar-com-o-novus-ordo/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p class="Normal tm5 tm6" style="text-align: justify;"><img class=" aligncenter" src="https://fsspx.news/sites/default/files/styles/content_image_16_9_desktop/public/fsspxactualites/fsspxnews/michael_et_leveque_schneider_dieu_leglise_et_notre_epoque_-_0-2-27.jpeg.jpg?itok=ffYZ4mEw" alt="" width="628" height="359" /></p>
<p class="Normal tm5 tm6" style="text-align: justify;"><strong><span class="tm7" style="color: #000000;">Roma pune os defensores da Tradição enquanto deixa as heresias impunes. Dom Schneider denuncia essa contradição e prevê que a história fará justiça à obra de D. Lefebvre.</span></strong></p>
<p class="Normal tm5 tm6" style="text-align: right;"><strong>Fonte: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://fsspx.news/fr/news/mgr-schneider-nous-ne-pouvons-pas-continuer-avec-le-novus-ordo-61640">DICI</a></span> &#8211; Tradução:<span style="color: #0000ff;"> <a style="color: #0000ff;" href="http://catolicosribeiraopreto.com/">Dominus Est</a></span></strong></p>
<p class="Normal tm5 tm6" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm7">Em entrevista concedida ao </span><em><span class="tm8">Catholic Herald </span></em><span class="tm7">, publicada em 13 de outubro de 2026, o Bispo Auxiliar de Astana (Cazaquistão), Dom Athanasius Schneider, analisa a situação da Missa Tridentina sob o pontificado de Leão XIV. O prelado observa que as restrições impostas por Francisco com </span><em><span class="tm8">a Traditionis Custodes </span></em><span class="tm7"> permanecem praticamente inalteradas e até se agravaram em algumas dioceses. &#8220;</span><em><span class="tm8">Ouvimos falar de dioceses onde o número de Missas foi drasticamente reduzido, o que se assemelha a uma perseguição.</span></em><span class="tm7">&#8220;</span></span></p>
<p class="Normal tm5 tm6" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm7">Ele lamenta, em especial, do fechamento de locais de culto onde as famílias encontravam um apoio inestimável para suas vidas cristãs. Em dezembro de 2025, ele pediu pessoalmente a Leão XIV, em sua condição de pai comum de todos os católicos, que demonstrasse generosidade para com esses fiéis. Mas a Missa Tridentina continua, segundo ele, a ser tratada pelas autoridades romanas </span><em><span class="tm8">&#8220;como algo perigoso</span></em><span class="tm7">&#8220;.</span></span><span id="more-35978"></span></p>
<p class="Normal tm5 tm6" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm7">Dom Schneider lembra que </span><em><span class="tm8">a Traditionis Custodes</span></em><span class="tm7"> visa conduzir gradualmente os fiéis ligados à liturgia tradicional à nova Missa. Ele denuncia, portanto, uma política deliberada: &#8220;</span><em><span class="tm8">É evidente que as autoridades da Santa Sé e muitas dioceses tendem a sufocar a Santa Missa.</span></em><span class="tm7">&#8220;</span></span></p>
<p class="tm5 tm9" style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><strong><span class="tm10">&#8220;O Novus Ordo apresenta defeitos doutrinários e litúrgicos evidentes.&#8221;</span></strong></span></p>
<p class="Normal tm5 tm11" style="text-align: justify;"><span class="tm7" style="color: #000000;">A entrevista aborda então a questão da Fraternidade São Pio X, à qual muitos católicos se voltaram quando privados da missa tradicional em suas dioceses. </span></p>
<p class="Normal tm5 tm6" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm7">Dom Schneider recorda que as divergências fundamentais entre Roma e a Fraternidade remontam às discussões iniciadas com Marcel Lefebvre ainda em vida e </span><span class="tm7">continuam a girar em torno de duas exigências: </span><em><span class="tm8">“A Santa Sé exige o reconhecimento do Concílio Vaticano II como estando em conformidade com a tradição, e o segundo ponto é que a FSSPX reconheça a validade do Novus Ordo, ou reforma litúrgica do Concílio.</span></em><span class="tm7">”</span></span></p>
<p class="Normal tm5 tm6" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm7">No entanto, prossegue ele, a FSSPX não pode aceitar essas exigências devido às dificuldades doutrinárias que elas suscitam: &#8220;</span><em><span class="tm8">Certas afirmações nos textos do Concílio Vaticano II apresentam ambiguidades manifestas. O Novus Ordo </span><span class="tm7">contém defeitos doutrinários e litúrgicos evidentes: revela tendências protestantes muito marcantes e uma diminuição do caráter sacrificial da missa, mesmo quando celebrada de acordo com as rúbricas.”</span></em></span></p>
<p class="Normal tm5 tm6" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm7">O prelado enfatiza que essas deficiências decorrem não apenas de abusos litúrgicos, mas também dos próprios textos da nova Missa: </span><em><span class="tm8">“Mesmo em latim, o texto do Novus Ordo contém graves lacunas doutrinais, particularmente as novas orações do ofertório e a segunda oração eucarística</span></em><span class="tm7">”. Ele também destaca que as rubricas promovem uma celebração orientada para </span><em><span class="tm8">“o encontro, a troca</span></em><span class="tm7">”, em detrimento do caráter sacrificial da Missa, o que, em sua opinião, constitui “</span><em><span class="tm8">uma grave ruptura com toda a Tradição e uma ameaça ao caráter sacrificial essencial da Santa Missa”.</span></em></span></p>
<p class="Normal tm5 tm6" style="text-align: justify;"><span class="tm7" style="color: #000000;">É precisamente por esse motivo que D. Schneider reconhece o papel desempenhado por D. Lefebvre e sua obra há mais de meio século.</span></p>
<p class="Normal tm5 tm6" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm7">Dom Schneider prossegue, então, elogiando as ações da Fraternidade: &#8220;</span><em><span class="tm8">A presença e a atividade da FSSPX, obra de D. Lefebvre, parecem mais providenciais do que nunca; trata-se de uma obra da Divina Providência que, por meio de sua presença, sua existência e sua ação, lembra à Santa Sé a necessidade de esclarecer certas declarações conciliares importantes, que são objetivamente duvidosas e ambíguas, e de reformar o Novus Ordo de acordo com a Tradição.&#8221;</span></em></span></p>
<p class="tm5 tm9" style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><strong><span class="tm10">&#8220;Não podemos continuar com o Novus Ordo.&#8221;</span></strong></span></p>
<p class="Normal tm5 tm11" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm7">Dom Schneider </span><span class="tm7">denuncia, então, a recusa de Roma em questionar os ensinamentos contestados do Concílio: “</span><em><span class="tm8">Até o momento, a Santa Sé não demonstrou vontade de reconhecer esses pontos nem a necessidade de retificar nada. Em vez disso, exige de todos, inclusive da FSSPX, uma suposta hermenêutica da continuidade. Eu qualificaria isso como mero malabarismo intelectual, ou como a quadratura do círculo.”</span></em></span></p>
<p class="Normal tm5 tm6" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm7">Convencido de que a história um dia reconhecerá os serviços prestados à Igreja por D. Lefebvre, o prelado afirma: </span><em><span class="tm8">&#8220;Na minha opinião, </span><span class="tm7">com o recuo histórico, a contribuição de Dom Lefebvre e da FSSPX será mais tarde considerada benéfica para toda a Igreja. A Igreja deve resolver essas duas questões.”</span></em></span></p>
<p class="Normal tm5 tm6" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm7">Ele prosseguiu firmemente: </span><em><span class="tm8">“Não podemos continuar com o Novus Ordo – isso é impossível. Não podemos tolerar as manifestas ambiguidades doutrinais evidentes em certas declarações do Concílio Vaticano II. Devemos resolvê-las.</span></em><span class="tm7">” E esclareceu: “</span><em><span class="tm8">É fundamentalmente isso que a FSSPX reinvindica </span><span class="tm7">ao solicitar a possibilidade e a liberdade de fazê-lo de acordo com o ensinamento perene e inequívoco do Magistério.”</span></em></span></p>
<p class="Normal tm5 tm6" style="text-align: justify;"><span class="tm7" style="color: #000000;">Dom Schneider convida, portanto, as autoridades romanas a permitirem uma discussão doutrinal genuína, sem impor a aceitação prévia dos pontos em disputa. Ele também espera que a Santa Sé proceda com uma integração gradual da Fraternidade, acreditando que isso seria benéfico para toda a Igreja.</span></p>
<p class="tm5 tm9" style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><strong><span class="tm10">Sanções contra a Fraternidade, mas nenhuma contra as heresias.</span></strong></span></p>
<p class="Normal tm5 tm11" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm7">Referindo-se às sagrações episcopais de 1º de julho de</span> <span class="tm7">2026, Dom Schneider denuncia a reação da Santa Sé, na qual percebe um desejo de punir a Fraternidade e eliminar sua influência na Igreja:</span><em><span class="tm8"> &#8220;Quanto à reação extraordinariamente severa da Santa Sé às sagrações episcopais da FSSPX: vista por um observador externo objetivo, seria descrita como emocional, um julgamento severo, com uma espécie de desejo de puni-los, de expulsar a Fraternidade e sua influência da vida da Igreja.</span></em><span class="tm7">&#8220;</span></span></p>
<p class="Normal tm5 tm6" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm7">Essa severidade parece-lhe ainda mais injustificável, visto que Roma demonstra uma atitude completamente diferente em relação àqueles que se desviam abertamente da fé e da disciplina católica. O prelado denuncia, portanto, uma severidade que parece reservada à Tradição: </span><em><span class="tm8">&#8220;Por outro lado, a Santa Sé tolera tantas heresias públicas em inúmeros lugares, com bispos minando a fé e a disciplina da Igreja sem serem punidos ou sequer repreendidos.&#8221;</span></em></span></p>
<p class="Normal tm5 tm6" style="text-align: justify;"><span class="tm7" style="color: #000000;">Dom Schneider cita o exemplo do bispo de Antuérpia, na Bélgica, que anunciou publicamente sua intenção de ordenar homens casados, apesar da disciplina vigente na Igreja Latina. Após uma declaração inicial no ano anterior, ele renovou sua intenção sem, observa o prelado, provocar qualquer repreensão ou sanção da Santa Sé.</span></p>
<p class="Normal tm5 tm6" style="text-align: justify;"><span class="tm7" style="color: #000000;">Dom Schneider prosseguiu mencionando outros dois exemplos: &#8220;Notamos também a abertura e generosidade ilimitadas da Santa Sé para com o Partido Comunista Chinês, em relação ao chamado Caminho Sinodal na Alemanha e em outros lugares, onde a fé católica é, de fato, negada e minada.&#8221;</span></p>
<p class="Normal tm5 tm6" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm7">Ele denuncia,vassim, &#8220;</span><em><span class="tm8">uma flagrante contradição na atitude da Santa Sé em relação à FSSPX e em relação a outros movimentos e indivíduos que são objetiva e manifestamente heréticos dentro da Igreja&#8221;</span></em><span class="tm7">.</span></span></p>
<p class="Normal tm5 tm6" style="text-align: justify;"><span class="tm7" style="color: #000000;">Para D. Schneider, essa diferença de tratamento revela a gravidade da crise que assola a Santa Sé. Ele acredita que ela é, em certa medida, vítima de uma &#8220;tomada de controle hostil&#8221; por parte de pessoas e poderes que buscam transformar profundamente a fé católica, aproximando-a do protestantismo e adaptando-a completamente aos costumes do mundo contemporâneo.</span></p>
<p class="tm5 tm9" style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><strong><span class="tm10">&#8220;Estamos vivendo uma espécie de exílio espiritual.&#8221;</span></strong></span></p>
<p class="Normal tm5 tm11" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm7">DOm Schneider não vê outra saída para esta crise senão o retorno da Santa Sé à sua missão primordial: </span><em><span class="tm8">&#8220;Em uma situação tão grave, somente a intervenção divina pode nos trazer cura e permitir que a Santa Sé </span><span class="tm7">volte a ser a brilhante cátedra da Verdade — a Mãe e a Mestra do mundo inteiro na pureza da fé católica e apostólica.”</span></em></span></p>
<p class="Normal tm5" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm7">Ele continua convencido de que o papado recuperará essa fidelidade, pois se trata de uma instituição divina. Para descrever a crise atual, ele traça um paralelo com o exílio dos papas em Avignon: “</span><em><span class="tm8">Hoje, vivemos uma forma de exílio espiritual: a doutrina e a liturgia integrais estão, em certa medida, exiladas da Santa Sé. Em outras palavras, a clareza da doutrina e a sacralidade da liturgia e da tradição estão temporariamente suspensas. Mas elas retornarão.”</span></em></span></p>
<p class="Normal tm5 tm6" style="text-align: justify;"><span class="tm7" style="color: #000000;">Ele recorda que, no passado, Santa Catarina de Siena, Santa Brígida da Suécia e outros santos incansavelmente exortaram os papas a retornarem a Roma. Hoje, ele vê um papel comparável na fidelidade das famílias católicas, das crianças, dos jovens, dos padres e das freiras que permanecem ligados à fé e à liturgia tradicionais. São eles, explica, que já estão contribuindo, por meio de sua vida cristã e perseverança, para preparar o caminho para o fim desse exílio doutrinal e litúrgico.</span></p>
<p class="Normal tm5 tm6" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm7">Apesar das restrições, a Missa Tridentina continua a se espalhar, acompanhada por inúmeras vocações e uma vida familiar católica fecunda. &#8220;</span><em><span class="tm8">Isso demonstra que a Missa Tridentina é um poder divino. Ela não está apenas nas mãos das autoridades eclesiásticas. Portanto, este movimento triunfará; ele já está em curso.</span></em><span class="tm7">&#8220;</span></span></p>
<p class="Normal tm5 tm6" style="text-align: justify;"><span class="tm7" style="color: #000000;">Dom Schneider espera que Leão XIV e os bispos reconheçam nessa vitalidade os sinais da ação do Espírito Santo. &#8220;Vejam, a tradição está viva. Ela dá frutos. Há abundantes vocações, famílias numerosas que amam a Igreja.&#8221;</span></p>
<p class="Normal tm5 tm6" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm7">Ele enfatizou, por fim, a devoção desses fiéis ao papado, apesar das provações que enfrentam. </span><em><span class="tm8">&#8220;A maioria desses fiéis,ligados à Tradição, não guarda ressentimentos nem critica o Papa; simplesmente anseiam pela fé e pela Missa de todos os seus antepassados ​​e santos. Somente essa fé garantirá o futuro e a renovação da Igreja.&#8221;</span></em></span></p>
<p class="Normal tm5" style="text-align: justify;"><span class="tm7" style="color: #000000;">É assim, segundo ele, que se prepara o retorno de papas plenamente ligados à Tradição, fiéis à missão confiada por Nosso Senhor a São Pedro e a seus sucessores.</span></p>
<p class="Normal tm5" style="text-align: center;"><strong><span style="color: #000000;"><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://catolicosribeiraopreto.com/especiais-do-blog-a-missa-nova/">CLIQUE AQUI</a> </span>e acesse nosso Especial sobre a Missa Nova com diversos textos para estudo</span></strong></p>
<p class="Normal" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> </span></p>
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		<title>LEÃO XIV DEFENDE UMA &#8216;MUDANÇA PROFUNDA&#8217; NA POSIÇÃO DA IGREJA EM RELAÇÃO ÀS FALSAS RELIGIÕES</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Oct 2026 18:14:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise na Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Fé]]></category>
		<category><![CDATA[Textos e Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Concílio Vaticano II]]></category>

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		<description><![CDATA[A obra &#8220;Uma Jornada de Esperança&#8221;, de Leão XIV, rejeita a abordagem histórica da Igreja em relação ao erro religioso, considerando-a &#8220;defensiva&#8221; e &#8220;isolacionista&#8221;, ao mesmo tempo que propõe um &#8220;novo paradigma&#8221; de diálogo inter-religioso. Fonte: Life Site News &#8211; &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/leao-xiv-defende-uma-mudanca-profunda-na-posicao-da-igreja-em-relacao-as-falsas-religioes/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class=" aligncenter" src="https://www.lifesitenews.com/wp-content/uploads/2026/09/Untitled-19.png" alt="Featured Image" width="430" height="268" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A<span style="color: #000000;"> obra <em>&#8220;Uma Jornada de Esperança&#8221;</em>, de Leão XIV, rejeita a abordagem histórica da Igreja em relação ao erro religioso, considerando-a &#8220;defensiva&#8221; e &#8220;isolacionista&#8221;, ao mesmo tempo que propõe um &#8220;novo paradigma&#8221; de diálogo inter-religioso.</span></strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong>Fonte: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.lifesitenews.com/analysis/leo-xiv-embraces-profound-change-in-churchs-stance-on-false-religions/?utm_source=featured-news">Life Site News</a></span> &#8211; Tradução: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://catolicosribeiraopreto.com/">Dominus Est</a></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Vaticano publicou recentemente um <em>“documento comemorativo</em>” para marcar os 60 anos da “<em>promulgação</em>” da <em>Nostra Aetate</em>, a <em>“Declaração sobre a Relação da Igreja com as Religiões Não-Cristãs”</em> do Concílio Vaticano II.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O texto contém erros referentes a:</span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><span style="color: #000000;">A natureza da religião,</span></li>
<li><span style="color: #000000;">As fontes da revelação,</span></li>
<li><span style="color: #000000;">A virtude teologal da fé,</span></li>
<li><span style="color: #000000;">A encarnação de Nosso Senhor,</span></li>
<li><span style="color: #000000;">A relação entre a antiga e a nova aliança,</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Os deveres do Estado para com a verdadeira religião,</span></li>
<li><span style="color: #000000;">A necessidade da Igreja para a salvação,</span></li>
<li><span style="color: #000000;">A missão da Igreja para com aqueles que estão fora de seu rebanho,</span></li>
<li><span style="color: #000000;">A maneira pela qual os batizados devem ser reconciliados com a Igreja,</span></li>
<li><span style="color: #000000;">A proibição de participar em cultos falsos,</span></li>
<li><span style="color: #000000;">O uso legítimo da violência por uma sociedade em legítima defesa.</span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Por trás desses erros específicos podem ser discernidos os sistemas errôneos do <em>naturalismo</em>, <em>do liberalismo</em> e <em>do modernismo</em>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Considerado em sua totalidade, o texto é incompatível com a profissão pública da fé católica e com a unidade visível da Igreja de Cristo.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><strong>Os autores do texto</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O <strong><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.vatican.va/roman_curia/congregations/cfaith/documents/rc_ddf_doc_20260916_nota-cammino-speranza_po.html">documento</a></span></strong>, intitulado &#8220;<em>Uma Jornada de Esperança: 60 Anos de Diálogo Inter-religioso e Fraternidade à Luz da Declaração Conciliar Nostra Aetate</em>&#8220;, foi publicado em nome de três cardeais do Vaticano e seus secretários.</span><span id="more-35870"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os cardeais são:</span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><span style="color: #000000;">Cardeal Victor Manuel Fernández, prefeito do Dicastério para a Doutrina da Fé, que tem sido uma figura fundamental na implementação dos programas de Francisco e Leão XIV.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Cardeal Kurt Koch, prefeito do Dicastério para a Promoção da Unidade dos Cristãos, sob cuja liderança esse dicastério produziu um documento que descrevi anteriormente como <span style="color: #0000ff;"><strong><a style="color: #0000ff;" href="https://www.lifesitenews.com/analysis/new-vatican-document-reveals-francis-plan-for-a-grotesque-parody-of-the-papacy/">um plano para transformar o papado</a></strong></span> como parte do “compromisso de construir uma Igreja sinodal”.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">O cardeal George Koovakad, prefeito do Dicastério para o Diálogo Inter-religioso, também se mostrou um fiel adepto do programa revolucionário, como se pode ver, por exemplo, em <strong><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.lifesitenews.com/analysis/vatican-equates-ramadan-and-lent-in-message-to-muslims/">sua mensagem aos muçulmanos no Ramadã</a> </span></strong>.</span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em 22 de junho de 2026, o documento foi aprovado por Leão XIV, que &#8220;ordenou sua publicação&#8221;, a qual ocorreu em 16 de setembro de 2026.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><strong>Uma ruptura clara com o passado</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“Uma Jornada de Esperança” não esconde a sua falta de continuidade com o ensinamento da Igreja Católica.(1)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">De fato, o documento é surpreendentemente honesto sobre as novidades introduzidas pelo Vaticano II e a contradição entre a nova abordagem e a antiga. O documento diz sobre a <em>Nostra Aetate</em>:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><em><span style="color: #000000;">&#8220;Muito mais do que um mero texto, ela marcou uma mudança profunda na compreensão e expressão da Igreja sobre o seu relacionamento com os seguidores de outras religiões. (2)&#8221;</span></em></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Isso tornou possível superar atitudes de exclusão, desprezo ou indiferença que prevaleciam há muito tempo. (3)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O documento fala da <em>“nova atitude da Igreja em relação a outras fés e tradições religiosas – que surgiu do Concílio Vaticano II”</em> e observa que, desde o Vaticano II, “<em>as religiões não cristãs não devem mais ser vistas como adversárias, mas como companheiras de jornada”</em>. (4)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>A Nostra Aetate</em> “transformou radicalmente o rosto das relações inter-religiosas”e, como resultado disso:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><em><span style="color: #000000;">&#8220;A Igreja passou de uma atitude que costumava ser reservada ou distante para um caminho corajoso de diálogo sincero, encontro respeitoso e cooperação fraterna. (5)&#8221;</span></em></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><strong>Levando a revolução adiante</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em “Uma Jornada de Esperança”, Leão XIV e seus colaboradores são abertos sobre sua intenção de levar essa revolução adiante, a fim de alcançar o objetivo de construir “uma sociedade fraterna capaz de aceitar as diferenças”. As diferenças a serem aceitas são especificamente as diferenças religiosas dos “crentes de diferentes tradições”. (6)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os autores consideram que é necessária uma “verdadeira mudança de mentalidade”. Isto significa “abandonar a lógica da defensiva, da hostilidade ou da conquista para adotar uma atitude aberta, benevolente e corajosa”. (7)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">No parágrafo 55, lemos que “é hora de promover uma nova ética de diálogo”:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><em><span style="color: #000000;">&#8220;Não se trata mais de temer ou manter distância do “outro crente” – outra civilização, outra forma de pensar – mas de ousar o encontro. Aquele que antes era percebido como uma ameaça, um inimigo a ser temido, respeitado apenas à distância, ou mesmo destruído, pode se tornar um parceiro de diálogo, um aliado, um amigo, até mesmo um “peregrino da verdade” com quem se compartilha parte da jornada. (8)&#8221;</span></em></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os autores prosseguem:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><em><span style="color: #000000;">&#8220;Civilizações e religiões podem certamente entrar em tensão, mas também podem ressoar umas com as outras numa dinâmica criativa, sabendo transformar a diversidade em solidariedade. A alteridade não deve mais ser vivida como um obstáculo, mas como um desafio a ser abraçado. Num mundo confinado dentro dos limites sufocantes da imanência, os crentes pertencentes a diferentes religiões não desejam desistir de apresentar ao mundo a verdade da transcendência e o amor de Deus por todas as pessoas. (9)&#8221;</span></em></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">E eles afirmam que:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><em><span style="color: #000000;">&#8220;Modelos monolíticos e isolados, que incentivam uma visão fechada da realidade, estão se mostrando cada vez mais inadequados e, em última análise, tornam-se fontes de violência e sofrimento para os mais vulneráveis. O entrincheiramento defensivo na própria posição e a visão de que o proselitismo é a única maneira de se engajar com o outro não fazem mais sentido em um mundo que se assemelha cada vez mais a uma aldeia global interconectada e em constante evolução. (10)&#8221;</span></em></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Citando Francisco, o texto afirma:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><em><span style="color: #000000;">&#8220;Já se foram os tempos em que um modo de pensar isolado podia determinar uma abordagem do tempo e do espaço e parecer oferecer uma forma válida de resolver conflitos. Agora é a hora de sermos ousados ​​e enxergarmos a lógica do encontro e do diálogo mútuo como o caminho, a cooperação comum como o código de conduta e o conhecimento recíproco como método e padrão. Desta forma, podemos fornecer um novo paradigma para a resolução de conflitos e ajudar a promover uma maior compreensão e a proteção da criação. Nesse sentido, as religiões, tal como as universidades, têm muito a oferecer, sem precisar renunciar ao seu carácter específico e aos seus dons especiais. Tudo o que fizermos a este respeito será um passo significativo para garantir às gerações mais jovens o seu direito ao futuro, servindo ao mesmo tempo a causa da justiça e da paz. (11)&#8221;</span></em></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O objetivo para o qual o documento de Leão XIV se dirige não é a conversão da humanidade a Cristo, mas sim a coexistência das falsas religiões com a religião revelada pelo Criador e Salvador do homem, na qual Ele ordena que todos creiam (cf. Mc 16,15-16). <em>A Nostra Aetate</em> permanece sendo “altamente relevante”, como afirma o documento, num mundo que procura “uma coexistência pacífica dentro de uma cidadania universal fundada na fraternidade e no reconhecimento mútuo”. (12)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O novo texto afirma que uma “dimensão integral” da atividade missionária da Igreja é “<em>o diálogo de vida</em>, que consiste na convivência respeitosa e fraterna entre os crentes de diferentes religiões”. (13) Ela apresenta também o “diálogo inter-religioso” como “uma dimensão essencial e complementar” da “proclamação explícita do Evangelho”. (14)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Por meio desse rtifício, o documento consegue, simultaneamente, insistir na proclamação do Evangelho e, por outro lado, privar essa expressão de seu significado autêntico.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><strong>A Igreja se opõe ao erro porque ama a humanidade.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">As citações acima, embora extensas, representam apenas uma seleção das muitas afirmações semelhantes contidas ao longo do documento. Elas manifestam claramente duas das posições centrais do texto:</span></p>
<ol style="text-align: justify;">
<li><span style="color: #000000;">Que o ensinamento autêntico da Igreja sobre outras religiões era “<em>defensivo</em>”, <em>“isolacionista”</em> e baseado no “<em>medo</em>” e em outras características negativas.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Que a alternativa proposta a essa atitude é um<em> “novo paradigma”</em> de “<em>diálogo</em>” e <em>“coexistência</em>”.</span></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Tanto a caracterização que o texto faz do verdadeiro ensinamento da Igreja quanto a solução proposta são falsas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A Igreja Católica voltou-se para toda a humanidade mais do que qualquer outra instituição na história. Seus missionários partiram desde o dia de Pentecostes para reunir toda a humanidade em uma só Igreja universal. A Igreja busca cada pessoa que seu Divino Fundador criou com amor. Ela deseja acolher cada homem, mulher e criança, de todas as raças e nações, sob seus cuidados amorosos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Quando a Igreja se depara com cada sociedade e cultura, ela não busca impor nenhuma ideologia criada pelo homem, nem rejeitar quaisquer bens naturais. Ela busca apenas ensinar as verdades que são destinadas a toda a humanidade e que o próprio Deus revelou; proporcionar o culto e os sacramentos que nos unem a Deus e orientar as almas naquilo que diz respeito à sua salvação eterna.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Sob sua tutela divinamente assistida, todos os povos podem alcançar sua maior glória e ver seus dons e características particulares levados a um estado superior de desenvolvimento e perfeição.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Papa Pio XII ensinou que “as nações” apresentam “diversas condições de vida e de cultura”. Elas<em> “enriquecem e embelezam [a raça humana] pela partilha dos seus dons peculiares”</em> e por um <em>“intercâmbio recíproco de bens</em>”. (15) No entanto, este enriquecimento só é possível e eficaz <em>“quando um amor mútuo e um vivo sentido de caridade unem todos os filhos do mesmo Pai e todos os redimidos pelo mesmo Sangue Divino”.</em> (16) A humanidade só pode encontrar a unidade na caridade sobrenatural dentro da unidade da Igreja Católica.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A Igreja busca sempre o autêntico bem de toda a humanidade, tanto nas coisas naturais e temporais quanto nas sobrenaturais e eternas. Ela busca apenas eliminar aquilo que é sempre prejudicial à humanidade, ou seja, o erro e o pecado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Ela se opõe completa e irreconciliavelmente a essas práticas porque elas nos prejudicam nesta vida e colocam em risco nossa felicidade eterna na próxima. É precisamente por nos amar que a Igreja se opõe a todos os erros e pecados que nos ameaçam.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O padre Réginald Garrigou-Lagrange, OP, expressou bem essa verdade quando escreveu:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><em><span style="color: #000000;">&#8220;Na Igreja, encontramos novamente essa mesma harmonia entre coisas tão difíceis de reconciliar. Nela, a caridade compassiva e a doutrina firme e intransigente se unem num só amor, que é o zelo pela glória de Deus e pela salvação das almas. Ela sabe que não pode fazer o bem sem combater o mal, que não pode pregar o Evangelho sem lutar contra a heresia. A misericórdia e firmeza de doutrina só podem existir unidas; separadas, morrem, e restam-nos apenas dois cadáveres: o liberalismo humanitário, com sua falsa serenidade, e o fanatismo, com seu falso zelo.&#8221;</span></em></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>Já foi dito: “A Igreja é intolerante em princípio porque crê; é tolerante na prática porque ama. Os inimigos da Igreja são tolerantes em princípio, porque não creem, e intolerantes na prática, porque não amam</em>.” (17)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Leão XIV e seus cardeais abandonaram a harmonia da doutrina católica pelo &#8220;<em>cadáver&#8221;</em> do <em>&#8220;liberalismo humanitário com sua falsa serenidade&#8221;</em>. Esse caminho não leva a lugar nenhum, a não ser à miséria nesta vida e à agonia eterna na próxima.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Por isso, é tão importante combater os erros doutrinários presentes neste documento. Na próxima parte desta série, aprofundaremos nossa análise deste texto nefasto.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;"><strong><span style="color: #000000; text-decoration: underline;">Notas:</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">(1) Como é típico desse tipo de texto vaticano, ele mal reconhece o magistério da Igreja antes do Concílio. O texto contém 95 referências, mas apenas uma é uma citação de um ato do magistério anterior ao Vaticano II, e o documento afirma que a Igreja tem “avançado além” dele.(1) O único livro citado anterior ao Vaticano II foi escrito por um protestante. Oitenta e oito das referências são a textos do Vaticano II ou a documentos eclesiásticos do período conciliar e pós-conciliar. Isso reflete a realidade de que a abordagem contida no texto é uma novidade pós-Vaticano II. Seus erros não podem ser sustentados por atos autênticos do magistério da Igreja Católica, porque esses atos os contradizem.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">(2/12) Uma Jornada de Esperança, nº 1.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">(3) Uma Jornada de Esperança, nº 9.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">(4) Uma Jornada de Esperança, nº 16 e 18, resumindo a doutrina de Paulo VI..</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">(5) Uma Jornada de Esperança, nº 57.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">(6) Uma Jornada de Esperança, nº 53.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">(7/10/11) Uma Jornada de Esperança, nº 54.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">(8/9) Uma Jornada de Esperança, nº 55.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">(13) Uma Jornada de Esperança, nota de rodapé nº 39.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">(14) Uma Jornada de Esperança, nota de rodapé nº 40.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">(15/16) Papa Pio XII, <em>Summi Pontificatus</em>, nº 43</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">(17) Reginald Garrigou-Lagrange, <em>Deus: Sua Existência e Sua Natureza,</em> Vol. II (trad. Dom Bede Rose, 1936).</span></p>
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		<title>LIBERDADE RELIGIOSA, IGUALDADE COLEGIAL, FRATERNIDADE ECUMÊNICA</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Sep 2026 18:24:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise na Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Fé]]></category>
		<category><![CDATA[Textos e Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Concílio Vaticano II]]></category>
		<category><![CDATA[Mons. Marcel Lefebvre]]></category>

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		<description><![CDATA[Sobre nosso último post PAPA LEÃO XIV CELEBRA O LEMA MAÇÔNICO E REVOLUCIONÁRIO FRANCÊS “LIBERDADE, IGUALDADE E FRATERNIDADE”&#8230;.vejamos o que D. Lefebvre diz sobre a Revolução implantada na Igreja através do Vaticano II. Clique nesse link para acessar o texto e &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/liberdade-religiosa-igualdade-colegial-fraternidade-ecumenica-2/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://catolicosribeiraopreto.com/wp-content/uploads/2015/09/Liberdade-igualdade-e-fraternidade-imagem-destacada.jpg" alt="Liberdade-igualdade-e-fraternidade-imagem-destacada" /></p>
<p style="text-align: justify;">Sobre nosso último post <span style="color: #0000ff;"><strong><a style="color: #0000ff;" href="https://catolicosribeiraopreto.com/papa-leao-xiv-celebra-o-lema-maconico-e-revolucionario-frances-liberdade-igualdade-e-fraternidade/" rel="bookmark">PAPA LEÃO XIV CELEBRA O LEMA MAÇÔNICO E REVOLUCIONÁRIO FRANCÊS “LIBERDADE, IGUALDADE E FRATERNIDADE”</a></strong><span style="color: #000000;">&#8230;.vejamos o que D. Lefebvre diz sobre a Revolução implantada na Igreja através do Vaticano II.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Clique nesse link para acessar o texto e entender o porquê disso: <span style="color: #0000ff;"><strong><a style="color: #0000ff;" href="https://catolicosribeiraopreto.com/liberdade-religiosa-igualdade-colegial-fraternidade-ecumenica/">LIBERDADE RELIGIOSA, IGUALDADE COLEGIAL, FRATERNIDADE ECUMÊNICA</a></strong></span></span></p>
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		<title>O ESTADO DE NECESSIDADE INVOCADO PELA FSSPX É REAL?</title>
		<link>http://catolicosribeiraopreto.com/o-estado-de-necessidade-invocado-pela-fsspx-e-real/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 11:35:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise na Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Fé]]></category>
		<category><![CDATA[Textos e Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Concílio Vaticano II]]></category>
		<category><![CDATA[Ecclesia Dei]]></category>
		<category><![CDATA[FSSPX]]></category>
		<category><![CDATA[Pe. Daniele di Sorco]]></category>

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		<description><![CDATA[Em uma entrevista concedida ao Distrito da Itália da Fraternidade São Pio X e publicada em 14 de agosto de 2026, o padre Daniele Di Sorco explica por que os erros decorrentes do Concílio Vaticano II não podem ser combatidos &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/o-estado-de-necessidade-invocado-pela-fsspx-e-real/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p class="Normal tm5 tm6" style="text-align: center;"><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/-UZdfmUC3hc?si=wGjWOyk3WzoajO-w" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p class="Normal tm5 tm6" style="text-align: justify;"><strong><span class="tm7" style="color: #000000;">Em uma entrevista concedida ao Distrito da Itália da Fraternidade São Pio X e publicada em 14 de agosto de 2026, o padre Daniele Di Sorco explica por que os erros decorrentes do Concílio Vaticano II não podem ser combatidos por meras críticas e como a atual crise da Igreja gera um verdadeiro estado de necessidade espiritual.</span></strong></p>
<p class="Normal tm5 tm6" style="text-align: right;"><strong>Fonte:<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://fsspx.news/fr/news/letat-necessite-invoque-par-la-fsspx-est-il-reel-60862"> DICI </a></span>&#8211; Tradução:<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://catolicosribeiraopreto.com/"> Dominus Est</a></span></strong></p>
<p class="Normal tm5 tm6" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><span class="tm8">FSSPX Itália —</span></strong><span class="tm7"> O que o senhor responderia aos católicos que reconhecem o caráter problemático desses episódios (oração inter-religiosa em Assis, beijo no Alcorão por João Paulo II, cerimônia da Pachamama no Vaticano e recepção a Sarah Mullaly), mas consideram a reação da Fraternidade São Pio X excessiva ou injustificada?</span></span></p>
<p class="Normal tm5 tm6" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><span class="tm8">Padre di Sorco —</span></strong><span class="tm7"> Existem, de fato, católicos chamados de conservadores e que se opõem a esses excessos.</span></span></p>
<p class="Normal tm5 tm6" style="text-align: justify;"><span class="tm7" style="color: #000000;">Por exemplo, católicos que não aceitam a legitimação da homossexualidade, que não aceitam a comunhão a pessoas divorciadas e recasadas, que ficam profundamente perplexos diante de documentos como o de Abu Dhabi, onde se afirma que todas as religiões são fruto da vontade de Deus, que constituem uma riqueza desejada por Deus.</span></p>
<p class="Normal tm5 tm6" style="text-align: justify;"><span class="tm7" style="color: #000000;">O problema é que esses conservadores param por aí.</span></p>
<p class="Normal tm5 tm6" style="text-align: justify;"><span class="tm7" style="color: #000000;">Eles rejeitam, digamos, a segunda fase do modernismo, mas aceitam a primeira. Não compreendem que esses desenvolvimentos na esfera moral ou dogmática nada mais são do que as consequências lógicas dos erros do Concílio Vaticano II.</span><span id="more-35734"></span></p>
<p class="Normal tm5 tm6" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm7">Muitas vezes, esses católicos conservadores reclamam. </span><span class="tm7">Alguns talvez até escrevam artigos na internet, mas sua reação para por aí. Eles não acham que também seja preciso fazer algo prático, como faz a Fraternidade, a fim de resolver o problema e, sobretudo, para permitir que aqueles que permanecem católicos possam se beneficiar do ensino tradicional e dos sacramentos tradicionais.</span></span></p>
<p class="Normal tm5" style="text-align: justify;"><span class="tm7" style="color: #000000;">Em outras palavras, eles não percebem que de pouco adianta criticar certos desvios do magistério atual se, em seguida, não houver padres para oferecer esse tipo de ensino, se não houver padres que ensinem a doutrina católica como sempre foi ensinada e que celebrem os sacramentos como sempre foram celebrados.</span></p>
<p class="Normal tm5" style="text-align: justify;"><span class="tm7" style="color: #000000;">Esse é o principal problema.</span></p>
<p class="Normal tm5 tm6" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><span class="tm8">FSSPX Itália —</span></strong><span class="tm7"> A referência ao estado de necessidade feita pela Fraternidade São Pio X foi contestada.</span></span></p>
<p class="Normal tm5 tm6" style="text-align: justify;"><span class="tm7" style="color: #000000;">Segundo alguns, trata-se de um conceito vago, desprovido de uma definição precisa, desenvolvido pela própria Fraternidade ou, em todo caso, inaplicável à situação atual, na qual não seria absolutamente impossível ter acesso aos sacramentos e à pregação tradicional, por exemplo, nos institutos da Ecclesia Dei.</span></p>
<p class="Normal tm5" style="text-align: justify;"><span class="tm7" style="color: #000000;">Outros sustentam, além disso, que, mesmo supondo que o estado de necessidade exista, isso não seria suficiente para justificar as medidas tomadas pela Fraternidade.</span></p>
<p class="Normal tm5 tm6" style="text-align: justify;"><span class="tm7" style="color: #000000;">O senhor poderia, em primeiro lugar, explicar qual a diferença entre uma simples crise na Igreja e um verdadeiro estado de necessidade, como este último é definido pela teologia moral e pelo direito canônico, e quais são as fontes que definem seus contornos?</span></p>
<p class="Normal tm5 tm6" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><span class="tm8">Padre di Sorco —</span></strong><span class="tm7"> A crise na Igreja é para o estado de necessidade o que a causa é para o efeito. Há uma crise na Igreja, e essa crise produz um estado de necessidade. </span></span></p>
<p class="Normal tm5 tm6" style="text-align: justify;"><span class="tm7" style="color: #000000;">Contudo, como nos ensinam os canonistas, o estado de necessidade não está definido nos textos legislativos da Igreja. Não o encontramos no Código de Direito Canônico, nem em quaisquer outros textos, e, consequentemente, devemos recorrer à doutrina, isto é, ao que nos ensinam os doutores em direito canônico.</span></p>
<p class="Normal tm5 tm6" style="text-align: justify;"><span class="tm7" style="color: #000000;">O que dizem os especialistas em direito canônico sobre isso?</span></p>
<p class="Normal tm5 tm6" style="text-align: justify;"><span class="tm7" style="color: #000000;">Um estado de necessidade é uma situação em que existe perigo: perigo para o corpo, caso em que falamos de necessidade física, ou perigo para a alma, caso em que falamos de necessidade espiritual. Esse perigo permite desconsiderar certas leis, precisamente porque, nesse caso específico, observar certas leis se torna prejudicial e porque, em vez disso, pode-se beneficiar de certos privilégios, certas prerrogativas previstas em lei.</span></p>
<p class="Normal tm5" style="text-align: justify;"><span class="tm7" style="color: #000000;">Tomemos um exemplo muito prático de necessidade física que todos possam compreender.</span></p>
<p class="Normal tm5 tm6" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm7">O sétimo mandamento nos proíbe de roubar. Mas sabemos que se uma pessoa está prestes a morrer de fome, isto é, se corre perigo iminente de vida, </span><span class="tm7">ela pode tomar o que for necessário para se alimentar, mesmo contra a vontade do proprietário. Temos, portanto, como podemos ver, uma situação de perigo. Trata-se aqui de um caso de necessidade que chamamos de extrema, porque é a própria vida que está em jogo.</span></span></p>
<p class="Normal tm5 tm6" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm7">Portanto, neste caso, por uma razão que não irei detalhar porque nos levaria muito longe do assunto, a regra geral de que é impossível apropriar-se da propriedade alheia não se aplica. Neste caso, como eu disse, a pessoa pode roubar — </span><span class="tm7">mesmo que, na prática, não se trate, então, de um roubo —, ela pode se apropriar do que for estritamente necessário para se alimentar e, assim, sair desse perigo.</span></span></p>
<p class="Normal tm5" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm7">É agora evidente que o estado de necessidade de que falamos é uma necessidade espiritual. </span><span class="tm7">Em outras palavras, devido à crise na Igreja, vemos que um número muito grande de sacerdotes canonicamente regulares estão professando doutrinas errôneas, especificamente as doutrinas do Concílio Vaticano II, às quais muitas vezes acrescentam outros erros. </span><span class="tm7">Eles não ensinam mais a fé como deveriam. No plano moral, costumam afirmar que certas coisas são lícitas, quando na verdade não o são.</span></span></p>
<p class="Normal tm5" style="text-align: justify;"><span class="tm7" style="color: #000000;">E, mesmo no que diz respeito à administração dos sacramentos, constatamos mais de uma vez que certos sacramentos eram administrados de forma inválida. Lembro-me do caso de um padre sobre o qual se soube posteriormente que administrava o batismo mergulhando apenas os pés do batizado. A doutrina da Igreja nos diz que um batismo desse tipo é duvidoso. Ou ainda os padres que administram a crisma com um pedaço de algodão embebido em óleo: os autores afirmam que a crisma administrada dessa maneira é inválida.</span></p>
<p class="Normal tm5" style="text-align: justify;"><span class="tm7" style="color: #000000;">Há, então, evidentemente, toda a questão da reforma litúrgica: mesmo quando esses sacramentos são válidos, eles são administrados no contexto de um rito que não expressa mais adequadamente a fé católica.</span></p>
<p class="Normal tm5" style="text-align: justify;"><span class="tm7" style="color: #000000;">Portanto, se os fiéis tivessem que recorrer habitualmente a esses padres, correriam o risco iminente de perder a fé ou, de qualquer forma, de ver sua fé prejudicada; e também de causar escândalo, pois, ao frequentarem esses padres, dariam a impressão de compartilhar de sua doutrina.</span></p>
<p class="Normal tm5 tm6" style="text-align: justify;"><span class="tm7" style="color: #000000;">É evidente que estamos diante de uma situação de grave e comum necessidade, que a lei equipara à extrema necessidade individual.</span></p>
<p class="Normal tm5" style="text-align: justify;"><span class="tm7" style="color: #000000;">Alguns pensam que os poucos padres dos institutos Ecclesia Dei seriam suficientes para fazer desaparecer esse estado de necessidade. Naturalmente, isso não é verdade. Os padres dos institutos Ecclesia Dei são, de qualquer forma, apenas uma gota d’água no mar. O estado de necessidade comum, portanto, persistiria.</span></p>
<p class="Normal tm5" style="text-align: justify;"><span class="tm7" style="color: #000000;">Gostaria de lembrar que um estado de necessidade comum é um estado no qual, ordinariamente, na maioria dos casos, esse perigo existe.</span></p>
<p class="Normal tm5" style="text-align: justify;"><span class="tm7" style="color: #000000;">Esse estado de necessidade persiste mesmo que, em um caso específico, eu encontre, por exemplo, um padre que não concorda com o Concílio Vaticano II e que celebra a missa antiga em particular — ou seja, um padre que, de fato, não representa um perigo para mim. O fato de existirem alguns casos isolados em que o perigo não existe não altera em nada a existência do perigo geral.</span></p>
<p class="Normal tm5 tm6" style="text-align: justify;"><span class="tm7" style="color: #000000;">Em segundo lugar, é preciso dizer também que os sacerdotes dos institutos da Ecclesia Dei, pelo menos oficialmente, segundo suas declarações oficiais, aceitaram o Concílio Vaticano II e a nova Missa, mesmo que muitas vezes não a celebrem. Portanto, associar-se a esses sacerdotes significa, também neste caso, expor-se ao perigo de aderir, de uma forma ou de outra, a esses erros.</span></p>
<p class="Normal tm5 tm6" style="text-align: justify;"><span class="tm7" style="color: #000000;">Fica, portanto, claro que o estado de necessidade não cessa simplesmente pela presença de alguns sacerdotes que ensinam corretamente a doutrina ou celebram a Missa segundo o rito antigo. Isto é tanto mais verdadeiro quando esses sacerdotes declaram oficialmente a sua adesão a esses mesmos erros e a essa mesma liturgia.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;">*************************************</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><span style="color: #000000;">ACESSE NOSSO “<em>ESPECIAL DOS ESPECIAIS</em>” COM OS MAIS DIVERSOS ESTUDOS SOBRE SAGRAÇÕES, OBEDIÊNCIA, CISMA, ESTADO DE NECESSIDADE, JURISDIÇÃO DE SUPLÊNCIA, ECCLESIA DEI, MISSA NOVA, CVII, ECUMENISMO, ETC.,</span> <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://catolicosribeiraopreto.com/especial-dos-especiais-do-blog-combo-refutacoes-gerais/">CLICANDO AQUI</a></span>.</strong></span></p>
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		<title>UM NOVO DOCUMENTO APROVADO POR LEÃO XIV: BUDA COMPARADO A SÃO FRANCISCO, EVOLUCIONISMO E PALAVRAS ALEATÓRIAS SOBRE O VEGETARIANISMO. ENFIM, NADA DE SURPREENDENTE</title>
		<link>http://catolicosribeiraopreto.com/um-novo-documento-aprovado-por-leao-xiv-buda-comparado-a-sao-francisco-evolucionismo-e-palavras-aleatorias-sobre-o-vegetarianismo-enfim-nada-de-surpreendente/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 12:16:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise na Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Fé]]></category>
		<category><![CDATA[Textos e Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Concílio Vaticano II]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte: Radio Spada &#8211; Tradução: Dominus Est Trata-se de um emaranhado interminável de palavras, por vezes ilegível, devido à sua prolixidade e falta de conclusões. Mas, sobretudo, devido aos seus erros contidos. Estamos falando do documento &#8220;Cuidando da Nossa Casa Comum&#8221;: Uma &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/um-novo-documento-aprovado-por-leao-xiv-buda-comparado-a-sao-francisco-evolucionismo-e-palavras-aleatorias-sobre-o-vegetarianismo-enfim-nada-de-surpreendente/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><img class=" aligncenter" src="https://www.radiospada.org/wp-content/uploads/2026/09/21e8af95-9b8a-45cf-a045-a899bea4d6bd.jpg" alt="Nuovo documento approvato da Leone XIV: Buddha paragonato a San Francesco, evoluzionismo e parole in libertà sul vegetarianesimo. Insomma, tutto da programma." width="631" height="360" /></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: right;"><span style="color: #000000;"><strong>Fonte: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.radiospada.org/2026/09/nuovo-documento-approvato-da-leone-xiv-buddha-paragonato-a-san-francesco-evoluzionismo-e-parole-in-liberta-sul-vegetarianesimo-insomma-tutto-da-programma/">Radio Spada </a></span>&#8211; Tradução: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://catolicosribeiraopreto.com/">Dominus Est</a></span></strong></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm8">Trata-se de um emaranhado interminável de palavras, por vezes ilegível, devido à sua prolixidade e falta de conclusões. Mas, sobretudo, devido aos seus erros contidos. Estamos falando do documento </span><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.vatican.va/roman_curia/congregations/cfaith/cti_documents/rc_cti_doc_20260821_prendersi-cura-casa-comune_it.html"><em><span class="tm9">&#8220;Cuidando da Nossa Casa Comum&#8221;: Uma Resposta Responsável e Fraternal ao Deus Trinitário</span></em></a></span><span class="tm8">, cujo título por si só já causa certa apreensão.</span></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span class="tm8" style="color: #000000;">Aprovado por Leão XIV, trata-se de mais uma confirmação, desnecessária, da plena continuidade com as heterodoxias vaticanosegundistas em geral e bergoglianas em particular. Vejamos rapidamente três observações:</span><span id="more-35728"></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><span class="tm10">Buda</span></strong></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em><span class="tm9">“Conta-se que, em sua iluminação, Buda percebeu a interconexão radical de todos os fenômenos naturais: uma experiência que o aproxima da percepção da fraternidade e sororidade cósmica vivenciada por São Francisco de Assis, evocada e aprofundada na Laudato Si&#8217;. Na visão inspirada em Buda, nossas vidas não são resultado de uma causa única e isolada: ao contrário, elas se originam da confluência de múltiplas causas e condições. Nós, seres humanos, devemos aprender a respeitar todas as formas de vida, pois todos os seres vivos estão conectados uns aos outros e formam uma unidade harmoniosa</span></em><span class="tm8">.”</span></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span class="tm8" style="color: #000000;">É um trecho que dispensa comentários.</span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><span class="tm10">Evolucionismo</span></strong></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em><span class="tm9">“A estrutura em dupla hélice do DNA demonstra um formidável acúmulo de informações, o que explica o grande número de comportamentos vitais, desde as células nucleadas mais básicas até os seres humanos. No contexto da evolução, há aproximadamente 2,5 milhões de anos, ocorreu um aumento significativo na capacidade craniana, juntamente com uma série de transformações cognitivas ao longo da evolução, que deram origem às capacidades cerebrais próprias do gênero Homo. Esse cérebro, capaz de armazenar, adquirir e gerar novas informações, evoluiu até se tornar o cérebro do Homo sapiens atual, entre 300 mil e 200 mil anos atrás. Pode-se considerar que o cérebro humano é o órgão vivo e a estrutura mais complexa que conhecemos. Em cada estágio dessa evolução contínua, novos níveis de organização surgem, os quais podem ser interpretados como &#8220;saltos qualitativos&#8221; que nos permitem alcançar um nível superior de complexidade. A linha evolutiva começa com moléculas inorgânicas e chega até estruturas orgânicas altamente complexas. A continuidade e a descontinuidade constituem as fases evolutivas que nos levam a aprofundar os conceitos tradicionais de vida, organismo vivo, seres humanos e sua relação mútua.”</span></em></span></p>
<p class="Normal tm6" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm8">A imaterialidade da alma, deduzível de suas operações? Os dons </span><em><span class="tm9">preternaturais</span></em><span class="tm8"> dos primeiros humanos? Sua queda? Detalhes (há uma breve referência ao </span><em><span class="tm9">pecado original</span></em><span class="tm8"> na obra de São Boaventura). Mas, acima de tudo, nem uma palavra sobre as antigas e robustas críticas ao evolucionismo, ou mesmo uma reflexão sobre sua tensão com a doutrina (veja as ressalvas na<span style="color: #0000ff;"> </span></span><span style="color: #0000ff;"><em><span class="tm9"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.vatican.va/content/pius-xii/pt/encyclicals/documents/hf_p-xii_enc_12081950_humani-generis.html">Humani generis</a></span></em></span><span class="tm8">, de Pio XII ).</span></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm8">Para aprofundar no assunto: </span><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://edizioniradiospada.com/prodotto/il-darwinismo-un-mito-tenace-smentito-dalla-scienza/?Itemid=0"><span class="tm8">Darwinismo: um mito persistente desmascarado pela ciência</span></a></span>, de Dominique Tassot, traduzido por Roberto Bonato; <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.edizioniradiospada.com/component/virtuemart/ecommerce/ed-radio-spada/l-uomo-e-la-sua-natura-detail.html?Itemid=0"><span class="tm8">O homem e sua natureza</span></a></span>  e <span style="color: #0000ff;"> <a style="color: #0000ff;" href="https://www.edizioniradiospada.com/component/virtuemart/ecommerce/ed-radio-spada/l-origine-e-i-destini-dell-uomo-detail.html?Itemid=0"><span class="tm8">A origem e o destino do homem</span></a></span>, do Padre Angelo Zacchi. OP</span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm8">(*) Aqui no Brasil temos um </span><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://loja.centrodombosco.org/combo-contra-o-evolucionismo?srsltid=AfmBOopHyyyGLTOm_JIW0CZG_DR6v2EQJHNz7aGLEgl52iH8MkPlJarA"><strong><span class="tm11">Combo Contra o Evolucionismo, vendido pelo Centro Dom Bosco.</span></strong></a></span></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><span class="tm10">Vegetarianismo</span></strong></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm9">&#8220;<i>Essa gradação nos permite compreender como Deus providenciou que alguns seres vivos estivessem a serviço de outros, sem que isso implique um desrespeito à sua dignidade como criaturas. Na natureza, essa troca ocorre continuamente. Os seres humanos precisam se alimentar, </i></span><span class="tm8">mesmo que isso implique sacrificar a vida de outros seres vivos, para se manterem vivos</span><em><span class="tm9"> Em Gênesis 1,29, o alimento que Deus disponibiliza aos seres humanos são ervas e árvores frutíferas. O mesmo é indicado no segundo relato da criação, onde apenas árvores são mencionadas (cf. Gênesis 2, 16). O movimento vegetariano encontra aqui um inegável ponto de apoio. Mais tarde, após o dilúvio, na aliança com Noé, os seres humanos são autorizados a incluir animais em sua alimentação, </span></em><span class="tm8">desde que se reconheça o caráter sagrado da vida</span><em><span class="tm9"> e que o sangue não seja consumido (cf. Gênesis 9, 3-4).&#8221; </span></em></span></p>
<p class="Normal tm6" style="text-align: justify;"><span class="tm8" style="color: #000000;">Será que realmente se pretende confundir o movimento vegetariano com as premissas bíblicas que ele instrumentalizou e distorceu? Será que realmente não se compreende qual é o fundamento filosófico de tudo isso?</span></p>
<p class="Normal tm6" style="text-align: justify;"><span class="tm8" style="color: #000000;">Vamos encerrar por aqui.</span></p>
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		<title>AS 3 FRATERNIDADES</title>
		<link>http://catolicosribeiraopreto.com/as-3-fraternidades/</link>
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		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 11:19:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise na Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Fé]]></category>
		<category><![CDATA[Textos e Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Concílio Vaticano II]]></category>
		<category><![CDATA[Ecumenismo]]></category>

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		<description><![CDATA[DA FRATERNIDADE FARISAICA À FRATERNIDADE CONCILIAR Algumas breves palavras sobre três fraternidades. Fonte: FSSPX México &#8211; Tradução: Dominus Est Comecemos por duas delas: a fraternidade farisaica e a fraternidade conciliar.  A fraternidade farisaica não hesitou em agraciar Pilatos e seus seguidores, &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/as-3-fraternidades/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: center;"><img class="" src="https://fsspx.mx/sites/default/files/styles/content_image_16_9_desktop/public/district-mexico/20260125t1900-pope-vespers-christian-unity-1811929-1-1024x683.jpg?itok=pbhjGBJm" alt="" width="734" height="424" /></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: center;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #000000;"><strong>DA FRATERNIDADE FARISAICA À FRATERNIDADE CONCILIAR</strong></span></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><strong><span class="tm9">Algumas breves palavras sobre três fraternidades.</span></strong></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: right;"><span style="color: #000000;"><strong>Fonte: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://fsspx.mx/es/news/la-fraternidad-farisaica-la-fraternidad-conciliar-59866">FSSPX México</a></span> &#8211; Tradução:<span style="color: #0000ff;"> <a style="color: #0000ff;" href="http://catolicosribeiraopreto.com/">Dominus Est</a></span></strong></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span class="tm10" style="color: #000000;">Comecemos por duas delas: a fraternidade farisaica e a fraternidade conciliar.</span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm10"> A </span><u><span class="tm10">fraternidade farisaica</span></u><span class="tm10"> não hesitou em agraciar Pilatos e seus seguidores, tudo com o propósito de condenar Jesus Cristo à morte; ela tinha o diabo como pai, mas fingia ser filha de Abraão; fingia pureza, mas estava podre por dentro, daí a expressão </span><em><span class="tm11">“sepulcros caiados</span></em><span class="tm10">”. E há a </span><u><span class="tm10">fraternidade conciliar</span></u><span class="tm10">, invenção puramente modernista, que busca a unidade com todas as crenças, vendo, como se sabe, uma possibilidade de salvação por meio delas. É uma fraternidade maçônica, falsa, verdadeiramente filha do demônio, à semelhança da primeira que se fazia passar por filha de Abraão, esta se faz passar por católica, e se aquela primeira perseguiu a Cristo, esta outra, na verdade, persegue a Ele, à Sua Igreja, a toda a fé católica, tal como denunciará São Pio X na Encíclica Pascendi: </span><em><span class="tm11">&#8220;não sobre as ramagens e os brotos, mas sobre as mesmas raízes que são a Fé e suas fibras mais vitais, é que meneiam eles o machado”</span></em><span class="tm10">, &#8220;ela também se faz passar por refrescante, viva, alegre, mas por trás dessa máscara de brancura está totalmente podre, por isso não se hesita em qualificá-la de sepulcro caiado. </span></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm10">A fraternidade conciliar está consagrada nos documentos conciliares (Dignitatis Humanae, Nostra Aetate) e em diversos documentos escritos pelos Papas pós-conciliares, como o Ut Unum Sint de João Paulo II. mas que eles a colocaram e continuam colocando em prática. A última porcaria recém-saída do forno da tal fraternidade ocorreu há poucas horas, e o veículo Aciprensa a intitula assim: </span><em><span class="tm11">“O Vaticano reúne cristãos e religiões orientais para fortalecer a fraternidade na Europa</span></em><span class="tm10">” (25/6/2026): </span><span style="color: #0000ff;"><u><a style="color: #0000ff;" href="https://www.aciprensa.com/noticias/126359/vaticano-reune-a-cristianos-y-religiones-orientales-para-fortalecer-la-fraternidad-en-europa"><span class="tm10">https://www.aciprensa.com/noticias/126359/vaticano-reune-a-cristianos-y-religiones-orientales-para-fortalecer-la-fraternidad-en-europa</span></a></u></span></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm10"> A ACI Prensa continua: “</span><em><span class="tm11">Representantes do cristianismo e das religiões orientais presentes na Europa reuniram-se em Roma para refletir sobre a fraternidade e promover o diálogo e a cooperação inter-religiosos no continente. O Dicastério para o Diálogo Inter-religioso do Vaticano organizou este encontro, que decorreu entre 23 e 24 de junho na Pontifícia Universidade de Santo Tomás de Aquino (Angelicum), em Roma, sob o título &#8216;Budistas, cristãos, hindus, jainistas e sikhs na Europa: Construindo a fraternidade através do diálogo e da colaboração</span></em><span class="tm10">&#8216;”.</span></span><span id="more-35338"></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span class="tm10" style="color: #000000;"> A fraternidade farisaica do Concílio é claríssima, e apenas os malabaristas, como o Padre Javier Olivera e o Padre Federico Highton, se dedicam diariamente a dar voltas e mais voltas ao assunto para fazê-lo parecer inofensivo, negando o estado de tremenda necessidade e o fato de que esse lixo causa estragos nas almas. São cúmplices do farisaísmo, quer queiram quer não.  </span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm10">Filha do diabo, portanto, filha do pai da mentira, a fraternidade conciliar farisaica faz uso extensivo do engano. Assim como a fraternidade farisaica atribuía a Cristo a natureza do demônio, a fraternidade conciliar acusa os seguidores da Tradição Católica (em sua integridade) de não serem verdadeiramente católicos. É o que agora fazem o Papa Leão XIV, o Prefeito “</span><em><span class="tm11">Tucho” </span></em><span class="tm10">Fernández e padres como os mencionados acima, que, ao se referirem à Fraternidade Sacerdotal São Pio X (a terceira), querem apresentá-la como estando fora da Igreja e sendo protestante. Esse circo esquizofrênico, que consiste em apontar nos outros aquilo que eles próprios estão pregando, praticando e endossando, desmorona por si só; e é preciso realmente colocar a Grande Muralha da China na frente dos olhos para não ver que foram os Papas conciliares e pós-conciliares que fizeram e continuam a fazer concessões ao Protestantismo e a outros movimentos heréticos e cismáticos. É por isso também que o grande discípulo de Bartolomé de las Casas, ou seja, o padre Federico Higton, preso à sua falta de realismo e obstinado em seu laboratório fraudulento, profere o que chama de &#8220;</span><em><span class="tm11">O Credo Lefebvrista Oculto&#8221;</span></em><span class="tm10"> com alegações infundadas, porque não consegue se livrar da realidade esmagadora de que Leão XIV pratica o falso ecumenismo que seus predecessores conciliares fundaram em documentos redigidos de próprio punho e implementados à risca. A evidência é agora o instrumento definitivo para obliterar esses sofistas eclesiásticos da atualidade.</span></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm10">Assim como outrora fez a hipócrita fraternidade farisaica com Cristo, também agora a astuta fraternidade conciliar — que permanece viva até os nossos dias com o Papa Leão XIV — tenta destruir a integridade católica; e, visto que hoje a Fraternidade Sacerdotal São Pio X é a Ordem guerreira que luta com todas as forças em defesa dessa integridade, é lógico que, consequentemente, se busque igualmente a sua destruição: “</span><em><span class="tm11">Expulsarão vocês das sinagogas; e chegará o tempo em que quem os matar pensará que está oferecendo uma oferta a Deus</span></em><span class="tm10">” (Jo 16,2). </span></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span class="tm10" style="color: #000000;">E, em relação à citação bíblica mencionada, dirigem-se à abominável fraternidade conciliar — que constitui uma violação direta do primeiro mandamento do Decálogo — as palavras do ilustre Monsenhor Straubinger: “Eles acreditarão que estão estar prestando um serviço a Deus: isto é, chega-se a cometer os maiores males acreditando estar agindo bem; ou seja, por falta de conhecimento da verdade revelada que nos torna livres, caímos nas armadilhas do pai da mentira (8, 44). Por isso diz: ‘porque não conheceram o Pai nem a Mim’, isto é, não os conheciam, embora presunçosamente acreditassem conhecê-los, para não se inquietarem com a indiferença deles (…). Esta é a &#8216;operação do erro&#8217; (da qual São Paulo fala com tanta eloquência em 2 Tes 2, 9ss.), pela qual Deus nos abandona por não termos acolhido com amor a verdade que está em sua Palavra (17, 17), e nos permite que “acreditemos na mentira”. Não foi esse, por acaso, o pecado de Eva e de Adão? Pois, se não tivessem acreditado no engano da serpente e confiado em suas promessas, é claro que não teriam ousado desafiar a Deus. Nossa situação será melhor do que a deles se aproveitarmos essa advertência de Jesus. Raramente alguém faz o mal pelo mal em si, e daí a especialidade de Satanás. Enganador extremamente habilidoso, ele nos leva ao mal sob a aparência do bem. Assim, Caifás condenou Jesus, dizendo piedosamente que ficava escandalizado ao ouvi-lo blasfemar, e todos concordaram com Caifás e cuspiram em Jesus por blasfêmia (Mt 26, 65 ss.). Ele nos anuncia aqui que assim acontecerá também com seus discípulos”.</span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span class="tm10" style="color: #000000;">Lá vão, então, os referidos eclesiásticos amigos da fraternidade conciliar, lá vão eles divulgando aos quatro ventos seu incenso falso, que consiste em “construir a fraternidade por meio do diálogo e da colaboração”; só que, como bem sabem, reservam à integridade católica o golpe, a condenação, o silêncio e a tentativa de assassinato. </span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm10"> “</span><em><span class="tm11">Em seu discurso de boas-vindas – segundo Aciprensa – o Cardeal George Jacob Koovakad, Prefeito do Dicastério para o Diálogo Inter-religioso, lamentou que o conceito de fraternidade &#8216;seja frequentemente considerado uma ideia utópica&#8217; (&#8230;)”, e o cardeal completa a farsa afirmando que “o Velho Continente é um rico caldeirão de grupos étnicos, línguas e tradições religiosas. Um patrimônio que deve ser valorizado para criar ‘uma sociedade inclusiva, coesa e harmoniosa que respeite a dignidade e os direitos humanos, incluindo o direito de professar e praticar a própria religião’.”</span></em></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm10">Vamos relembrar e reavivar a triste e terrível distorção doutrinária que hoje se quer fazer passar por católica. Palavras de Leão XIV: <em>“Meu querido predecessor, o Papa Francisco, observou que o caminho sinodal da Igreja Católica ‘é e deve ser ecumênico, assim como o caminho ecumênico é sinodal’ (Discurso a S.S. Mar Awa III, 19 de novembro de 2022). Isso se refletiu nas duas Assembleias do Sínodo dos Bispos de 2023 e 2024, caracterizadas por um profundo zelo ecumênico e enriquecidas pela participação de numerosos delegados fraternos. Creio que este seja um caminho para crescermos juntos no conhecimento mútuo de nossas respectivas estruturas e tradições sinodais. Comprometamo-nos a desenvolver ainda mais as práticas sinodais ecumênicas e a comunicar uns aos outros quem somos, o que fazemos e o que ensinamos (…). Quanto mais buscamos e encontramos, em comunhão ecumênica, a unidade na fé em Jesus Cristo, mais nos tornamos uma só coisa também entre nós</em>”: </span><span style="color: #0000ff;"><u><a style="color: #0000ff;" href="https://www.religiondigital.org/leon-xiv/leon-xiv-querido-predecesor-observo_1_1440759.html?fbclid=IwZXh0bgNhZW0CMTAAYnJpZBExc1ZzMnA4Szc0R2RWdnJmb3NydGMGYXBwX2lkEDIyMjAzOTE3ODgyMDA4OTIAAR7KkH-2kYY42wewFG-_U-rucL7ZM0VkkYOdgzIL6-G3S4oFqZFG6zhzn0zcoQ_aem_Nz"><span class="tm10">https://www.religiondigital.org/leon-xiv/leon-xiv-querido-predecesor-observo_1_1440759.html</span></a></u></span></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm10">Ah, sim, sim! Mais uma vez eles negaram e ainda vão negar… Lá vem mais uma vez a velha cantilena de que os “</span><em><span class="tm11">Lefe</span></em><span class="tm10">” interpretam mal o ecumenismo, ao qual chamam de falso. Por isso, deixamos aqui o que publicou a Aciprensa: </span><em><span class="tm11">“Líderes religiosos de destaque, representantes do cristianismo e das religiões dhármicas (budismo, hinduísmo, jainismo e sikhismo) compareceram a este encontro, concebido como uma oportunidade para a escuta mútua, o aprendizado e o enriquecimento recíproco</span></em><span class="tm10">”. Porque a fraternidade farisaica e a fraternidade conciliar se alimentam mutuamente, aprendem uma com a outra e afirmam enriquecer-se, pois nelas se dá “</span><em><span class="tm11">a oportunidade para a escuta mútua, o aprendizado e o enriquecimento recíproco</span></em><span class="tm10">”</span></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;">*************************************</span></p>
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		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 14:18:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise na Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Fé]]></category>
		<category><![CDATA[Textos e Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Concílio Vaticano II]]></category>
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<p style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;"><strong><a style="color: #0000ff; text-decoration: underline;" href="https://catolicosribeiraopreto.com/especiais-do-blog-maria-medianeira-e-corredentora/">ESPECIAIS DO BLOG: MARIA MEDIANEIRA E CORREDENTORA</a></strong></span></p>
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<p style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;"><strong><a style="color: #0000ff; text-decoration: underline;" href="https://catolicosribeiraopreto.com/traditio-parte-3-dar-a-propria-vida-uma-obra-de-caridade/">TRADITIO: PARTE 3 – DAR A PRÓPRIA VIDA: UMA OBRA DE CARIDADE</a></strong></span></p>
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<p style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;"><strong><a style="color: #0000ff; text-decoration: underline;" href="https://catolicosribeiraopreto.com/d-lefebvre-causa-da-crise-na-igreja-pelo-pe-jean-michel-gleize-fsspx/">D. LEFEBVRE, CAUSA DA CRISE NA IGREJA? – PELO PE. JEAN-MICHEL GLEIZE, FSSPX</a></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;"><strong><a style="color: #0000ff; text-decoration: underline;" href="https://catolicosribeiraopreto.com/sejam-racionais-tornem-se-protestantes/">SEJAM RACIONAIS: TORNEM-SE PROTESTANTES!</a></strong></span></p>
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