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	<title>DOMINUS EST &#187; Ecumenismo</title>
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	<description>FIÉIS CATÓLICOS DE RIBEIRÃO PRETO (FSSPX) - SOB A PROTEÇÃO DE NOSSA SENHORA CORREDENTORA E MEDIANEIRA DE TODAS AS GRAÇAS</description>
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		<title>LEÃO XIV E A SRA. MULLALY – PELO PE. JEAN-MICHEL GLEIZE</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 13:50:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise na Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Textos e Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Concílio Vaticano II]]></category>
		<category><![CDATA[Ecumenismo]]></category>
		<category><![CDATA[Pe. Jean-Michel Gleize]]></category>

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		<description><![CDATA[Tendo permanecido até agora indiferente às iniciativas empreendidas pelo Superior Geral da Fraternidade São Pio X para obter dele uma simples audiência, o Papa Leão XIV recebeu no Vaticano, nesta segunda-feira, 26 de abril, com todas as honras devidas a &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/leao-xiv-e-a-sra-mullaly-pelo-pe-jean-michel-gleize/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class=" aligncenter" src="https://fsspx.news/sites/default/files/styles/content_image_16_9_desktop/public/fsspxactualites/fsspxnews/image4_4.png?itok=1ApDnbsY" alt="" width="512" height="299" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">Tendo permanecido até agora indiferente às iniciativas empreendidas pelo Superior Geral da Fraternidade São Pio X para obter dele uma simples audiência, o Papa Leão XIV recebeu no Vaticano, nesta segunda-feira, 26 de abril, com todas as honras devidas a um arcebispo, a representante oficial do cisma anglicano, que incentiva o lobby LGBT, se declara aberta à possibilidade do aborto e recebeu uma ordenação inválida, perpetrada em desrespeito ao direito divino.</span></strong></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #000000;"><strong>Fonte: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://fsspx.news/fr/news/leon-xiv-et-madame-mullaly-58806">DICI</a></span> &#8211; Tradução: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://catolicosribeiraopreto.com/">Dominus Est</a></span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">Uma visita estranha</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“<em>Uma mulher atravessa o pátio de São Dâmaso no Vaticano, vestida com uma batina púrpura, uma faixa, um colarinho romano, uma cruz peitoral e um anel episcopal. Cardeais a saúdam, abrem-lhe as portas e a acompanham até o gabinete do Papa. Ela posará ao lado de Leão XIV. Receberá as honras devidas a um primaz. Ela abençoará a todos, conforme o costume dos bispos. A imagem circulará pelas primeiras páginas, abrirá os noticiários televisivos, ficará gravada nos livros de história ecumênica. E a imagem dirá, sem palavras, mas com extrema eloquência, o seguinte: diante dessa pessoa e diante do sucessor de Pedro, os sinais sacramentais são intercambiáveis..</em> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Essa equivalência visual é falsa. E é falsa de uma forma realmente importante, porque os sinais sagrados não são meros ornamentos protocolares. São o que Santo Agostinho chamava de <em>verba</em> <em>visibilia</em>, palavras visíveis: comunicam uma realidade teológica. [&#8230;] Significam que aquele que os ostenta recebeu, pela imposição de mãos em sucessão apostólica ininterrupta, o poder da ordenação, o caráter sacramental. [&#8230;] Esse poder é, na fé católica, a única razão pela qual o bispo se veste como se veste e abençoa como abençoa. Quando o sinal é separado de seu conteúdo, ele não permanece neutro: torna-se ativo na direção oposta. Informa que o conteúdo nunca importou de fato(1).</span><span id="more-34722"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> “<em>Este tipo de gesto não corresponde a um ecumenismo baseado na clareza doutrinal, mas dilui os limites que a própria Igreja precisamente definiu </em>” (2).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Assim se expressa o site &#8220;<em>Infovaticana</em>&#8220;, um site conservador fundado pelo jornalista espanhol Gabriel Ariza(3). Todos — pelo menos entre aqueles que ainda mantém a fé católica e à razão — concordarão que seria difícil contestar essa afirmação. E o que mais se poderia dizer?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>As origens profundas do anglicanismo: um cisma herético complexo</strong>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A mulher que percorreu os corredores do Vaticano no final de abril de 2026 era ninguém menos que Sarah Mullaly, Primaz da Comunhão Anglicana e Arcebispa de Canterbury. Ela foi de fato recebida pelo Papa Leão XIV na manhã de segunda-feira, 27 de abril de 2026. Mas, ainda hoje, permanece à frente de uma pseudoigreja, que na realidade representa uma ruptura com a verdadeira Igreja, uma dupla ruptura de cisma e heresia.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A Comunhão Anglicana, de fato, teve origem no cisma provocado em 1534 pelo Rei Henrique VIII da Inglaterra (1509-1547) com o Ato de Supremacia, que consistia no princípio da rejeição da jurisdição papal sobre a Igreja da Inglaterra. Pior ainda, sob o reinado do sucessor de Henrique VIII, o jovem Rei Eduardo VI (1547-1553), por instigação do Arcebispo de Canterbury, Thomas Crammer, o Reino da Inglaterra aderiu á heresia protestante. Em 1549, Crammer aboliu a antiga liturgia e compôs o <em>Livro de Oração Comum</em>, ou <em>Livro de Oração</em>, o equivalente ao missal e breviário católicos para os protestantes na Inglaterra. Paralelamente, em 1550, surgiu o novo <em>Ordinal</em> Anglicano , com os ritos de ordenação às ordens sagradas: este é o rito cuja invalidade Leão XIII definiria em 1896. Por fim, ainda em 1552, Crammer publica uma Confissão de Fé em 42 artigos, essencialmente calvinista, com pontos da doutrina luterana, zwingliana e católica.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Após um breve retorno ao catolicismo sob o reinado de Maria Tudor (1553-1558), o Reino da Inglaterra mergulhou definitivamente no cisma e na heresia sob Elizabeth I (1558-1603). Em 1559, a rainha depôs os quinze bispos do reino que se recusaram a prestar juramento de respeito ao Ato de Supremacia. Todos os bispados do reino ficaram vagos. Uma nova hierarquia precisava ser criada. Em 1º de agosto de 1559, Matthew Parker foi eleito Arcebispo de Canterbury pelo capítulo; sua sagração ocorreu em 17 de dezembro de 1559. Seguiu-se uma grande perseguição anticatólica, durante a qual muitos católicos morreram como mártires (entre eles o jesuíta Santo Edmundo Campion). </span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">Ordenações inválidas e pseudo-bispos</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A consagração de Matthew Parker é a origem de toda a hierarquia anglicana e foi declarada inválida pelo Papa Leão XIII em 1896. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os Papas já haviam declarado essa invalidade de forma consistente, muito antes da declaração de Leão XIII, por exemplo, Júlio III em 1554 e Paulo IV em 1555. E até o século XIX, a Igreja sempre exigiu que a pessoa fosse reordenada incondicionalmente e como se o ordenando nunca tivesse recebido nada, visto que os ministros haviam recebido as ordens na comunhão anglicana, segundo o rito de Eduardo VI. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O ato solene e infalível que estabelece definitivamente a invalidade de princípio das ordenações anglicanas é a Carta Apostólica <em>Apostolicae curae,</em> de 18 de setembro de 1896.(4) O Papa Leão XIII explica nela que o próprio rito de ordenação desenvolvido e usado pelos anglicanos não é o verdadeiro rito da Igreja. As ordenações conferidas segundo esse rito são, portanto, inválidas por três razões: primeiro, por falta de forma; segundo, por falta de intenção, porque o ministro que usa esse rito não pode ter a intenção exigida, que é fazer o que a Igreja faz, isto é, usar o seu rito; terceiro, por falta de um ministro, visto que, desde a consagração de Matthew Parker, nenhum ministro da Comunhão Anglicana é verdadeiramente sacerdote ou bispo. Embora alguns pseudo-bispos anglicanos tenham conseguido, ao longo dos últimos dois séculos, solicitar e obter uma ordenação válida de bispos cismáticos ortodoxos, o fato é que as ordenações conferidas por esses ministros anglicanos sempre foram inválidas pelos dois primeiros motivos indicados acima.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">Leão XIV acumula escândalos</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Após o Jubileu Ecumênico, após a viagem à Turquia e a recitação do Credo sem o &#8220;Filioque&#8221;, omitido para não ofender os ortodoxos, o Papa Leão XIV agora se aventura no surreal. Esta visita de Sarah Mullaly vai muito além do escopo de uma simples visita diplomática. Trata-se claramente da visita de uma líder religiosa, recebida como tal por outro líder religioso, o Arcebispo de Canterbury e o Bispo de Roma, dois chefes de Igrejas que se consideram irmãs. Já na Mensagem que lhe dirigiu por ocasião de sua entronização(5), em 20 de março, o Papa expressou reconhecimento oficial da missão da Sra. Sarah, invocando o Espírito Santo por ela em diversas ocasiões e pedindo o Espírito da Sabedoria. Ao fazer isso, Leão XIV dá a impressão de considerar a pseudo-Igreja Anglicana como um instrumento de salvação, na medida em que encoraja a Sra. Mullaly – que não é mais bispa do que Santa Joana d&#8217;Arc – em sua missão. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Ao autorizar também todo este protocolo, que não é apenas um protocolo simples, como nos lembra o site &#8220;Infovaticana&#8221;, o Papa Leão XIV coloca-se em aberta contradição com os seus dois predecessores, Leão XIII, que declarou a invalidade das ordenações anglicanas, e também João Paulo II, que, pela Carta Apostólica <em>Ordinatio sacerdotalis</em> de 22 de maio de 1994, condenou a possibilidade de ordenar mulheres às funções sagradas do sacerdócio(6).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">O estado de necessidade</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os últimos escrúpulos que ainda poderiam fazer hesitar certas consciências, desde que o Superior Geral da Fraternidade São Pio X anunciou novas sagrações episcopais para o próximo dia 1º de julho, não devem encontrar aqui motivo para preocupação. Sem dúvida, sim, a operação prevista pela Fraternidade apresenta um aspecto um tanto paradoxal, já que envolve a sagração de bispos contra a vontade do Papa. Mas não é o paradoxo mais escandaloso, por parte do Papa Leão XIV, essa atitude que leva a complacência ecumênica além dos seus limites? Que credibilidade poderia o Sumo Pontífice encontrar, depois disso, em excomungar aqueles que desejam permanecer fiéis ao ensinamento de Leão XIII, que declarou inválidas as ordenações anglicanas? Ou mesmo ao de João Paulo II, que declarou impossível ordenar mulheres bispas? </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Será que as coroações de 1º de julho levarão Leão XIV a demonstrar um rigor e uma severidade nunca antes vistos nele? Alguns já o profetizam (7). Se assim fosse, ele traria sobre a santa Igreja de Deus, já profundamente afligida pelas consequências incessantes e cada vez piores do Concílio Vaticano II, o escândalo indizível de uma injustiça flagrante. Tendo permanecido até então surdo aos pedidos de D. Davide Pagliarani por uma simples audiência, o Papa recebe com todas as honras devidas a um arcebispo a representante oficial do cisma anglicano, que apoia o movimento LGBT, que se declara aberta à possibilidade do aborto(8) e que recebeu uma ordenação inválida, perpetrada em desrespeito ao direito divino.</span></p>
<p style="text-align: right;"><strong><span style="color: #000000;">Padre Jean-Michel Gleize, FSSPX</span></strong></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;">*************************************</span></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #000000;">ACESSE NOSSO &#8220;<em>ESPECIAL DOS ESPECIAIS</em>&#8221; COM OS MAIS DIVERSOS ESTUDOS SOBRE SAGRAÇÕES, OBEDIÊNCIA, CISMA, ESTADO DE NECESSIDADE, JURISDIÇÃO DE SUPLÊNCIA, MISSA NOVA, CVII, ECUMENISMO, ETC., </span><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://catolicosribeiraopreto.com/especial-dos-especiais-do-blog-combo-refutacoes-gerais/">CLICANDO AQUI </a></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Notas:</strong></span></p>
<ul>
<li><a href="https://infovaticana.com/fr/2026/04/26/qui-est-sarah-mullally-la-eveque-recue-avec-honneurs-a-rome/">https://infovaticana.com/fr/2026/04/26/qui-est-sarah-mullally-la-eveque-recue-avec-honneurs-a-rome/</a></li>
<li><a href="https://infovaticana.com/fr/2026/04/25/polemique-benediction-de-sarah-mullally-au-vatican-avant-sa-reunion-avec-le-pape/">https://infovaticana.com/fr/2026/04/25/polemique-benediction-de-sarah-mullally-au-vatican-avant-sa-reunion-avec-le-pape/</a></li>
<li>Gabriel Ariza não goza de boa reputação no Vaticano: <a href="https://benoit-et-moi.fr/archives/2018/actualite/vatican-vs-infovaticana.html">https://benoit-et-moi.fr/archives/2018/actualite/vatican-vs-infovaticana.html</a></li>
<li><a href="https://www.vatican.va/content/leo-xiii/la/apost_letters/documents/litterae-apostolicae-apostolicae-curae-13-septembris-1896.html">https://www.vatican.va/content/leo-xiii/la/apost_letters/documents/litterae-apostolicae-apostolicae-curae-13-septembris-1896.html</a></li>
<li><a href="https://www.vatican.va/content/leo-xiv/fr/messages/pont-messages/2026/documents/20260320-arcivescovo-canterbury.html">https://www.vatican.va/content/leo-xiv/fr/messages/pont-messages/2026/documents/20260320-arcivescovo-canterbury.html</a></li>
<li><a href="https://www.vatican.va/content/john-paul-ii/fr/apost_letters/1994/documents/hf_jp-ii_apl_19940522_ordinatio-sacerdotalis.html">https://www.vatican.va/content/john-paul-ii/fr/apost_letters/1994/documents/hf_jp-ii_apl_19940522_ordinatio-sacerdotalis.html</a></li>
<li><a href="https://tribunechretienne.com/le-pape-leon-xiv-serait-pret-a-excommunier-la-fraternite-saint-pie-x/">https://tribunechretienne.com/le-pape-leon-xiv-serait-pret-a-excommunier-la-fraternite-saint-pie-x/</a></li>
<li><a href="http://www.belgicatho.be/archive/2025/10/04/une-femme-soutenant-l-avortement-et-la-cause-lgbt-nommee-nou-6565177.html">http://www.belgicatho.be/archive/2025/10/04/une-femme-soutenant-l-avortement-et-la-cause-lgbt-nommee-nou-6565177.html</a><br />
Sarah Mullally expressou suas opiniões pró-aborto em um blog, onde escreveu em 2012: “<em>Acho que descreveria minha abordagem a essa questão como pró-escolha em vez de pró-vida(sic), embora, se fosse um espectro, eu me colocaria em algum lugar entre pró-vida em relação à minha própria escolha e pró-escolha em relação à escolha de outros, se isso fizer sentido</em>.”</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>CONTORCIONISMO TEOLÓGICO</title>
		<link>http://catolicosribeiraopreto.com/contorcionismo-teologico/</link>
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		<pubDate>Fri, 03 Jan 2025 15:02:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise na Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Fé]]></category>
		<category><![CDATA[Modernismo]]></category>
		<category><![CDATA[Textos e Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Concílio Vaticano II]]></category>
		<category><![CDATA[Ecumenismo]]></category>

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		<description><![CDATA[As palavras do Papa sobre a pluralidade das religiões são aceitáveis a um católico? Fonte: La Porte Latine &#8211; Tradução: Dominus Est Em sua edição de 5 de outubro de 2024, o quinzenário L&#8217;Homme nouveau publicou um artigo do Padre Laurent-Marie &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/contorcionismo-teologico/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class=" aligncenter" src="https://laportelatine.org/wp-content/uploads/2025/01/Poison.jpg" alt="" width="237" height="350" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><em>As palavras do Papa sobre a pluralidade das religiões são aceitáveis a um católico?</em></strong></span></p>
<p style="text-align: right;"><strong>Fonte:<span style="color: #0000ff;"> <a style="color: #0000ff;" href="https://laportelatine.org/formation/crise-eglise/oecumenisme/contorsionnisme-theologique">La Porte Latine</a></span> &#8211; Tradução: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://catolicosribeiraopreto.com/">Dominus Est</a></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em sua edição de 5 de outubro de 2024, o quinzenário <em>L&#8217;Homme nouveau</em> publicou um artigo do Padre Laurent-Marie Pocquet du Haut-Jussé, da Congregação dos Servos de Jesus e de Maria, doutorado em teologia, que procura esclarecer as observações feitas pelo Papa Francisco durante a sua viagem à Indonésia: “<em>Todas as religiões são um caminho para Deus. São &#8211; faço uma comparação &#8211; como diferentes línguas, diferentes expressões idiomáticas, para lá chegar. Mas Deus é Deus para todos</em>”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Infelizmente, as palavras do Papa não são novidade na boca dos pontífices que se seguiram ao Concílio Vaticano II. Podemos citar as palavras do futuro João Paulo II:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>&#8220;O trapista ou o cartuxo confessam este Deus com uma vida de total silêncio. É para Ele que se volta o beduíno no deserto quando chega a hora da prece&#8221;. </em>(Cardeal Karol Wojtyla, O sinal da contradição, Paris, Fayard, 1979, página 31).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Ou de Bento XVI:</span><span id="more-32641"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>&#8220;Os passos que damos para ir ou voltar da sinagoga, da igreja, da mesquita ou do templo, marcam o caminho da nossa história humana única e abrem, pouco a pouco, a estrada para a Jerusalém eterna.&#8221; </em>(Bento XVI, Encontro das organizações para o diálogo inter-religioso, Jerusalém, 11 de maio de 2009<em>.)</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Papa Francisco já havia exposto a mesma ideia na Declaração de Abu Dhabi sobre a Fraternidade Humana: </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>&#8220;O pluralismo e as diversidades de religião, cor, sexo, raça e língua são uma sábia vontade divina, pela qual Deus criou os seres humanos.&#8221;</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Estas declarações, que constituem apenas um desenvolvimento homogêneo dos erros do Vaticano II, em particular do ecumenismo, opõem-se manifestamente ao Magistério da Igreja e às numerosas afirmações da Sagrada Escritura sobre a necessidade da fé, e em particular da fé em Jesus Cristo, Filho de Deus, para a salvação. Limitar-nos-emos a citar uma passagem da encíclica <em>Mit brennender Sorge</em> do Papa Pio XI:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>&#8220;A fé em Deus não se manterá por muito tempo pura e incontaminada, se não se apoia na fé em Jesus Cristo. “Ninguém conhece o Filho senão o Pai, nem alguém conhece o Pai senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar” (Mt 11,27). A vida eterna é esta: que te conheçam a ti como um só Deus verdadeiro e a Jesus Cristo, a quem enviaste (Jo 17,3). Ninguém, pois, pode dizer: Creio em Deus, e isto basta para minha religião. A palavra do Redentor não nos permite subterfúgios deste quilate. “Todo aquele que nega o Filho, também não reconhece o Pai; aquele que confessa o Filho, reconhece o Pai” (1 Jo 2,23). </em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Esta antiga doutrina do Magistério de sempre está resumida na proposição condenada do Syllabus do Papa Pio IX: “<em>Os homens podem encontrar o caminho para a salvação eterna e obter a salvação eterna no culto de qualquer religião”</em>  (proposição 16). Basta dizer que o Papa Francisco cai diretamente sob a condenação do Syllabus.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Então, como conciliar as palavras do atual Papa com o ensinamento da Igreja? Isto é o que o Padre Pocquet de Haut-Jussé tentará fazer. Ele parte, como fez Madiran ao justificar os encontros de Assis, do caráter religioso da natureza humana: “<em>É da natureza do homem ser religioso, isto é, reconhecer ou procurar estabelecer uma ligação com o infinito</em>. Conclui daí que a existência de diferentes religiões é simplesmente a realização deste desejo inerente à alma humana. Mas este raciocínio é falho em dois aspectos: não leva em conta a Revelação divina que se completou com Nosso Senhor e os apóstolos e que liga todos os homens que dela têm conhecimento (“<em>Quem não crer será condenado”</em> &#8211; Mc 16, 16). Faz crer que as religiões são associações de pessoas preocupadas em honrar a Deus e em servi-lo segundo o que a reta razão humana pode conhecer fora da Revelação, quando estas religiões são ou ramos mortos separados da Igreja, ou religiões baseadas em falsas revelações, como é o caso do Islão em particular.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A partir destas premissas implícitas, o autor deduz a “<em>primeira missão do teólogo e do missionário”</em>: “<em>reconhecer a parte de verdade sobre Deus e sobre o homem que cada tradição religiosa contém</em>”. É preciso, portanto, começar pelo diálogo, um exercício que pressupõe uma certa igualdade.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Se os missionários podem confiar em certos elementos saudáveis das religiões professadas por aqueles que querem evangelizar, não é para louvar ou admirar esses elementos, mas apenas como uma introdução ao anúncio do Evangelho. O exemplo de São Paulo em Atenas é bem conhecido. Admitido a falar perante o Aeropage, começa por relatar a descoberta de um altar erigido por estes pagãos ao “<em>deus desconhecido</em>”, com medo de passar por um deus mais discreto que os outros. Fá-lo para lhes anunciar o Deus que eles não conhecem: o Deus único, criador e senhor de todas as coisas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Segundo o Padre Pocquet du Haut-Jussé, o segundo passo para o teólogo é discernir e classificar o que é aceitável nas falsas religiões e o que é aberrante. Trata-se de rejeitar certos elementos inaceitáveis, como “<em>a idolatria em todas as suas formas, a divinização e o culto da natureza, tudo o que vai contra a verdade sobre o homem e a mulher, a dignidade da vida humana</em>”. Apenas as religiões que não contradizem “<em>o desígnio benevolente de Deus para a sua criatura”</em> devem ser mantidas. Vemos aqui novamente a ilusão de acreditar que certas religiões falsas podem ser intérpretes autênticos de uma teodicéia natural preservada do erro e compreendendo um ensino moral fiel à lei natural. Mas, como dizia Chesterton: “<em>Se eliminarmos o sobrenatural, só nos resta o antinatural</em>”. Este filtro <em>pocquetiano</em>, aplicado com rigor, eliminará todas as falsas religiões, incluindo o formalismo judaico e o protestantismo divorcista.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">As palavras do doutor em teologia tornam-se então mais difíceis de compreender. O título nos anuncia que “<em>Só a Revelação salva</em>”. Estamos, portanto, em completa contradição com as palavras do Papa, mas o autor evita cuidadosamente enfatizar isto. É-nos apresentada a citação obrigatória do Concílio Vaticano II sobre a única religião verdadeira que “<em>subsiste na Igreja Católica”</em>. Este termo ambíguo continua a espalhar o seu veneno porque este verbo pode sugerir que esta verdadeira religião se realiza de outras formas, em outras comunidades.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O artigo termina com uma pergunta: “<em>O homem é salvo graças à sua religião (não-cristã) ou apesar de sua religião?</em> &#8220;. A resposta pretende ser um compromisso entre o ensinamento herético do Papa e a doutrina tradicional: “<em>O homem salva-se graças aos elementos da verdade natural que se encontram na sua religião e que o dispõem a receber a luz de Cristo e do Evangelho</em>.”</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Para o nosso autor, formalmente, o homem é salvo fora da Igreja “<em>pelos elementos da verdade natural”</em> da sua religião. Em outras palavras, todos os homens são salvos, porque o erro absoluto é inconcebível.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A comparação com um bolo de arsénico mantém toda a sua relevância. O homem se alimenta de bolo de arsênico? Sim, alimenta-se dos bons ingredientes que este bolo contém. Na verdade, ele morre devido à pequena dose de arsênico misturada com excelentes ingredientes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">É falso dizer que um muçulmano é salvo pelas verdades naturais contidas no Islã, porque ao mesmo tempo que professa que Deus é um, rejeita a Trindade e, portanto, a divindade de Nosso Senhor. É, portanto, completamente acidental que um elemento do Islão possa permitir a um muçulmano converter-se à verdadeira fé e, portanto, rejeitar o Islã.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Este artigo ilustra perfeitamente o trabalho ingrato e difícil que <em>os redatores do L&#8217;Homme nouveau </em>empreendem<em>:</em>  continuar citando os ensinamentos do Papa, tentando não se afastar muito da teologia católica O resultado é o exercício de um contorcionista experiente. Aqui, afirmações evidentemente heréticas do Papa são citadas sem serem claramente contraditas. O artigo contém afirmações tradicionais misturadas com erros do Vaticano II que parecem permitir que as palavras do Papa sejam entendidas como consistentes com o ensinamento da Igreja. A interpretação benigna é levada ao limite e temo que a mola tenha sido quebrada há muito tempo. Um gás anestésico que não é nada hilariante.</span></p>
<p style="text-align: right;"><strong><span style="color: #000000;">Pe. Ludovic Girod, FSSPX</span></strong></p>
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		<title>A VELHA HISTÓRIA DO “ASSIS 86: CASO ISOLADO” NÃO FUNCIONA MAIS. A TÉCNICA DO “LAGARTO SEM CAUDA” EXPLICADA EM 2 PONTOS</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Sep 2024 15:28:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise na Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Fé]]></category>
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		<category><![CDATA[Textos e Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Concílio Vaticano II]]></category>
		<category><![CDATA[Ecumenismo]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade Religiosa]]></category>
		<category><![CDATA[Papa Francisco]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte: Radio Spada &#8211; Tradução: Dominus Est O livro Golpe na Igreja está abrindo os olhos de muitos, e isso é um grande bem. Dois artigos recentes extraídos do livro suscitaram grande atenção, em particular o de ontem do dia 10/09: Compreendendo João Paulo &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/a-velha-historia-do-assis-86-caso-isolado-nao-funciona-mais-a-tecnica-do-lagarto-sem-cauda-explicada-em-2-pontos/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="" src="https://www.radiospada.org/wp-content/uploads/2024/09/IMG_5665-1280x640.jpeg" alt="La vecchia storia “Assisi ‘86: caso isolato” non funziona più. La tecnica “lucertola senza coda” spiegata in 2 punti" width="393" height="202" /></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #000000;"><strong>Fonte: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.radiospada.org/2024/09/la-vecchia-sciocchezza-assisi-86-caso-isolato-non-funziona-piu-la-tecnica-lucertola-senza-coda-spiegata-in-2-punti/">Radio Spada</a> </span>&#8211; Tradução: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://catolicosribeiraopreto.com/">Dominus Est</a></span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O livro <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.edizioniradiospada.com/component/virtuemart/ecommerce/ed-radio-spada/golpe-nella-chiesa-documenti-e-cronache-sulla-sovversione-dalle-prime-macchinazioni-al-papato-di-transizione-dal-gruppo-del-reno-fino-al-presente-detail.html?Itemid=0">Golpe na Igreja</a></span> está abrindo os olhos de muitos, e isso é um grande bem. Dois artigos recentes extraídos do livro suscitaram grande atenção, em particular o de <span style="text-decoration: line-through;">ontem</span> do dia 10/09: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://catolicosribeiraopreto.com/compreeder-joao-paulo-ii-para-compreender-francisco-a-apostasia-de-86-bem-explicada-sem-circunstancias-atenuantes-e-trazida-de-volta-ao-presente/">Compreendendo João Paulo II para compreender Francisco. A apostasia de Assis de 86 bem explicada, sem circunstâncias atenuantes e trazida de volta ao presente</a></span>) revelou um caldeirão fervente verdadeiramente interessante. Vamos analisá-lo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Assis 86 e a sua patente apostasia são hoje indefensáveis ​​para qualquer pessoa que tenha um mínimo de conhecimento da doutrina católica (basta ler o <span style="color: #0000ff;"><em><a style="color: #0000ff;" href="https://pt.scribd.com/document/191424320/CARTA-ENCICLICA-SYLLABUS-PAPA-PIO-IX">Syllabus</a>, <a style="color: #0000ff;" href="https://catolicosribeiraopreto.com/a-pascendi-explicada-luzes-da-enciclica-para-os-catolicos-de-hoje/">Pascendi</a></em><a style="color: #0000ff;" href="https://catolicosribeiraopreto.com/a-pascendi-explicada-luzes-da-enciclica-para-os-catolicos-de-hoje/"> </a></span>ou <span style="color: #0000ff;"><em><a style="color: #0000ff;" href="https://catolicosribeiraopreto.com/carta-enciclica-mortalium-animos-sobre-a-promocao-da-verdadeira-unidade-de-religiao/">Mortalium Animos</a></em></span>) ou para quem não procura se agarrar a qualquer coisa que se fantasia. Aqui, então, – em meio a dificuldades cada vez maiores – a estratégia <em>do lagarto sem cauda</em> é aplicada.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Seja porque, até de boa fé, pretende-se uma solução fácil, seja por razões de afeto pessoal, seja para demonstrar uma desastrada sagacidade, seja por outros assuntos de foro interno que temos o cuidado de não julgar, há quem lance o slogan: “<em>É tudo é verdade, mas Assis 86 foi um caso isolado!</em>”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A ideia baseia-se numa lacuna inviável por duas razões:</span><span id="more-32116"></span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><span style="color: #000000;">É totalmente falso que a prática do ecumenismo indiferentista se reduza ao episódio de 1986. </span><span style="color: #000000;">Os encontros que, desafiando o ensinamento da Igreja, vão nessa direção, são inúmeros nas últimas décadas: visitas a sinagogas, mesquitas, templos protestantes, ou mesmo os pagãos, têm sido uma constante, não sem o tempero de alguma ocasional &#8220;<em>bênção</em>&#8221; de bruxaria. </span><span style="color: #000000;">O <em>formato de Assis </em>foi repetido nas mesmas condições, em vários lugares e de maneira contundente por Bento XVI, em 2011, com o título arrepiante e de sabor relativista: “<em>Peregrinos da verdade, peregrinos da paz</em>”. </span><span style="color: #000000;">O ecumenismo, tal como o conhecemos, não é (apenas) fruto da inspiração joãopaulina, mas é claramente proposto nos “<em>documentos conciliares</em>”, tendo a <em>Unitatis Redintegratio</em> como exemplo para tal.</span></li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><span style="color: #000000;">Ainda há mais. O ecumenismo ao estilo de Assis 86 não só não pode ser isolado de outros episódios relacionados e das doutrinas errôneas do Vaticano II: não pode sequer ser separado dos outros erros neomodernistas com os quais constitui um bloco ideológico articulado. Não há <em>indiferentismo</em> sem <em>liberalismo religioso</em> (ver <em>Dignitatis Humanae</em>), nem se pode entender ambos sem o resultado litúrgico de uma pseudo-reforma que (ecumenicamente) <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://catolicosribeiraopreto.com/missa-nova-um-caso-de-consciencia/">viu 6 protestantes trabalhando como &#8220;<em>observadores</em>&#8221; muito ativos na comissão preparatória</a></span>. Da mesma forma, não se pode separar essa horizontalização geral da doutrina, das relações Igreja-mundo e da “<em>nova missa</em>”, do típico achatamento da colegialidade e da sinodalidade. Resumindo: o jogo não é jogado.</span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Voltemos ao nosso lagarto: sabe-se que um de seus mecanismos de defesa é <em>a autotomia caudal</em>, ou seja, a separação da cauda quando ameaçada por um predador. Ele se separa para “<em>salvar</em>” o resto do corpo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Aqui, alguns tentam esse caminho: uma vez evitada a consideração dos erros conciliares nas suas relações e como um todo (quadro geral), uma vez tentado o caminho de separar Assis 86 do resto da catástrofe ecumênico-indiferentista (caso particular), resta apenas truncá-lo com o clichê: “<em>É um caso isolado</em>”. Uma técnica desastrosa, que pode ajudar uma vez e que não torna o lagarto imortal, apenas mutilado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Não termine como o réptil, não vale a pena.</span></p>
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		<title>COMPREEDER JOÃO PAULO II PARA COMPREENDER FRANCISCO. A APOSTASIA DE 86 BEM EXPLICADA, SEM CIRCUNSTÂNCIAS ATENUANTES E TRAZIDA DE VOLTA AO PRESENTE</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Sep 2024 14:07:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise na Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Fé]]></category>
		<category><![CDATA[Liberalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Modernismo]]></category>
		<category><![CDATA[Textos e Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Concílio Vaticano II]]></category>
		<category><![CDATA[Ecumenismo]]></category>
		<category><![CDATA[Papa Francisco]]></category>
		<category><![CDATA[Papa João Paulo II]]></category>

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		<description><![CDATA[Esse extrato fundamental para a compreender a crise atual foi extraído da obra-prima de D. Andrea Mancinella (1956-2024): Golpe na Igreja. Documentos e crônicas sobre a subversão: das primeiras maquinações ao papado de transição, do Grupo do Reno à atualidade. Fonte: &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/compreeder-joao-paulo-ii-para-compreender-francisco-a-apostasia-de-86-bem-explicada-sem-circunstancias-atenuantes-e-trazida-de-volta-ao-presente/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><img class=" aligncenter" src="https://www.radiospada.org/wp-content/uploads/2024/09/IMG_5660-1280x640.jpeg" alt="Capire Wojtyła per capire Bergoglio. L’apostasia di Assisi ’86 spiegata bene, senza attenuanti e ricondotta al presente" width="520" height="267" /></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><span class="tm9">Esse extrato fundamental para a compreender a crise atual foi extraído da obra-prima de D. Andrea Mancinella (1956-2024): </span><span style="color: #0000ff;"><u><a style="color: #0000ff;" href="https://www.edizioniradiospada.com/component/virtuemart/ecommerce/ed-radio-spada/golpe-nella-chiesa-documenti-e-cronache-sulla-sovversione-dalle-prime-macchinazioni-al-papato-di-transizione-dal-gruppo-del-reno-fino-al-presente-detail.html?Itemid=0"><span class="tm9">Golpe na Igreja. Documentos e crônicas sobre a subversão: das primeiras maquinações ao papado de transição, do Grupo do Reno à atualidade</span></a></u><span class="tm9">.</span></span></strong></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: right;"><strong><span style="color: #000000;">Fonte: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.radiospada.org/2024/09/capire-wojtyla-per-capire-bergoglio-lapostasia-di-assisi-86-spiegata-bene-senza-attenuanti-e-ricondotta-al-presente/">Radio Spada</a></span> &#8211; Tradução:<span style="color: #0000ff;"> <a style="color: #0000ff;" href="http://catolicosribeiraopreto.com/">Dominus Est</a></span></span></strong></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm8"><span style="text-decoration: underline;"><strong>27 de outubro de 1986:</strong></span> João Paulo II convida, pessoalmente, representantes de todas as principais religiões do mundo para um </span><em><span class="tm10">encontro ecumênico de oração</span></em><span class="tm8"> em Assis, cidade de São Francisco. Cerca de um mês antes, em um artigo publicado no </span><em><span class="tm10">L&#8217;Osservatore Romano</span></em><span class="tm8"> para preparar a mente dos católicos para o impacto chocante de </span><em><span class="tm10">Assis</span></em><span class="tm8">, Mons. Mejìa (então vice-presidente da Pontifícia Comissão </span><em><span class="tm10">Iustitia et Pax</span></em><span class="tm8">, ex-colega de estudos do jovem Pe. Karol Wojtyla no Angelicum e depois, naturalmente, também cardeal) revelou a heresia fundamental que estava na base deste encontro ecumênico de oração: “<em>A presença comum (de representantes de várias religiões) baseia-se, em última análise, no reconhecimento e no respeito mútuo do caminho percorrido por cada um, e da religião à qual pertence, como via de acesso a Deus</em> &#8220;[1]. E, de fato, é somente aceitando esse indiferentismo religioso (para o qual uma religião é essencialmente tão boa como outra), repetidamente condenado pela Igreja[2], é possível aceitar o </span><em><span class="tm10">encontro de Assis</span></em><span class="tm8">  e as suas agora incontáveis repetições em todos os níveis (incluindo o diocesano e até mesmo paroquial).</span></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm8">Na manhã do dia 26 de outubro, João Paulo II, antes de entrar na Basílica de Santa Maria dos Anjos, apresentou o programa do </span><em><span class="tm10">encontro</span></em><span class="tm8"> aos participantes: “</span><em><span class="tm10">Daqui iremos para os nossos locais de oração separados. Cada religião terá tempo e a oportunidade para se expressar no seu próprio rito tradicional. Depois, do local de nossas respectivas orações, iremos em silêncio até a praça inferior de São Francisco. Uma vez reunidas naquela praça, cada religião terá novamente a oportunidade de apresentar a sua oração, uma após a outra</span></em><span class="tm8">”[3].</span></span><span id="more-32108"></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm8">Bem, façamos uma pequena pausa e reflitamos: Nosso Senhor Jesus Cristo colocou o seu Vigário e a Igreja nesta terra para anunciar a verdade, dispensar a graça e a salvação a todos os homens de qualquer religião, chamando-os à conversão, à custa do martírio: e assim fizeram os Apóstolos, assim como todos os Santos e Mártires durante dois mil anos. Mas agora aqui está um Papa convocando os não-católicos, não para exortá-los à conversão ou mesmo para uma simples discussão, mas antes para instá-los a orar de acordo com suas falsas e vãs crenças </span><em><span class="tm10">humanas</span></em><span class="tm8"> (quando não </span><em><span class="tm10">diabólicas</span></em><span class="tm8">), a fim de obter uma paz mundial não especificada. Que paz? Certamente não será a paz de Cristo que se obterá desobedecendo Àquele que ordenou aos seus Apóstolos: </span><em><span class="tm10">Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura. Quem acreditar e for batizado será salvo, mas quem não acreditar será condenado</span></em><span class="tm8"> (Mc 16, 15).</span></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm8">Quando o Papa Wojtyla mencionou então o nome de Jesus Cristo, apresentou-o como se Ele e a sua Igreja fossem </span><em><span class="tm10">opcionais</span></em><span class="tm8">, uma simples meta de perfeição ideal. Com estas palavras e atos João Paulo II: </span></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm8">1) violou o Primeiro Mandamento de Deus; </span></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm8">2) confirmou os erros dos não-católicos, enraizando-os ainda mais neles; </span></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm8">3) difundiu entre os católicos uma mentalidade relativista e indiferentista, que hoje extingue inexoravelmente a fé (queremos dizer a verdadeira fé católica dogmática) do povo cristão.<br />
</span></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm8">No decorrer do dia, as profanações multiplicavam-se nos lugares sagrados de Assis. </span></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm8">Eis como um periódico católico as resumiu:</span></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm8">1) depois de ter visto na igreja de São Pedro (Assis) os bonzos adorando o Dalai Lama, para eles, reencarnação do Buda, sentado de costas para o Tabernáculo de um altar lateral, onde a lâmpada acesa atestava a presença real de Nosso Senhor Jesus Cristo, a quem nenhum dos seus ministros se preocupou ao menos em poupar aquele ultraje (cf. </span><em><span class="tm10">Avvenire</span></em><span class="tm8"> , 28 de outubro de 1986);</span></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm8">2) depois de ter visto na mesma igreja o ídolo Buda elevando-se do Tabernáculo, no altar-mor, símbolo do Corpo de Cristo, consagrado para oferecer a Deus o Sacrifício de seu Filho Unigênito (cf . </span><em><span class="tm10">Avvenire</span></em><span class="tm8"> e </span><em><span class="tm10">Il Mattino</span></em><span class="tm8"> , 28 Outubro de 1986);</span></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm8">3) depois de ver os feiticeiros pele-vermelha prepararem o </span><em><span class="tm10">khalumet da paz</span></em><span class="tm8"> no altar da igreja de São Gregório (cf. L</span><em><span class="tm10">a Repubblica</span></em><span class="tm8">, 28 de outubro de 1986);</span></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm8">4) depois de ter ouvido os hindus invocando a </span><em><span class="tm10">Trimurti</span></em><span class="tm8"> e todo o panteão hindu sentados ao redor do altar da igreja de Santa Maria Maggiore (cf. </span><em><span class="tm10">Corriere della Sera</span></em><span class="tm8">, 28 de outubro de 1986);</span></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm8">5) depois de ler que algumas igrejas católicas e a própria Basílica de São Francisco só foram salvas da profanação graças à </span><em><span class="tm10">sensibilidade</span></em><span class="tm8"> de muçulmanos e judeus, que se recusaram a “</span><em><span class="tm10">realizar os seus ritos nos lugares sagrados de uma religião diferente</span></em><span class="tm8">” (cf. </span><em><span class="tm10">Il Giornale</span></em><span class="tm8">, 28 de outubro de 1986);</span></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm8">6) depois de ter visto em Santa Maria dos Anjos, em frente à Porciúncula, o Vigário de Cristo sentado no </span><em><span class="tm10">semicírculo de cadeiras idênticas</span></em><span class="tm8"> entre os líderes de </span><em><span class="tm10">outras</span></em><span class="tm8"> religiões, de modo que entre eles, como entre os cavaleiros da Távola Redonda, não houvesse “</span><em><span class="tm10">nem primeiro nem último</span></em><span class="tm8">” (cf. </span><em><span class="tm10">Il Tempo</span></em><span class="tm8"> e </span><em><span class="tm10">Avvenire</span></em><span class="tm8">, 28 de Outubro de 1986);</span></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm8">7) depois de ler que o Dalai Lama sentou-se à esquerda do Vigário de Cristo, porque o cerimonial havia lhe atribuído um lugar de honra entre os </span><em><span class="tm10">convidados, uma vez que não era um simples representante</span></em><span class="tm8"> de uma religião, mas sim o próprio Buda reencarnado, ou seja, um </span><em><span class="tm10">ídolo</span></em><span class="tm8"> vivo (cf.  </span><em><span class="tm10">Il Tempo</span></em><span class="tm8">, 28 de outubro de 1986);</span></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm8">8) depois de ter visto e ouvido padres católicos atuarem cuidadosamente como intérpretes de </span><em><span class="tm10">oficiantes</span></em><span class="tm8"> budistas, sikhs, muçulmanos, </span><em><span class="tm10">feiticeiros</span></em><span class="tm8"> africanos e ameríndios  para a edificação dos católicos presentes;</span></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm8">9) depois de ter ouvido, por exemplo, o subsecretário da </span><em><span class="tm10">Secretaria para os não-cristãos</span></em><span class="tm8">, o salesiano Giovanni Bosco Shireida, explicar com toda a seriedade aos presentes que os budistas haviam parado o seu canto, porque haviam alcançado o Nirvana </span><em><span class="tm10">(</span></em><span class="tm8"> cf.  </span><em><span class="tm10">Il Mattino</span></em><span class="tm8"> , 28 de outubro de 1986) e o Pe. Andraos Salama, descalço por respeito aos seus </span><em><span class="tm10">irmãos</span></em><span class="tm8"> muçulmanos, entre os quais rezava um italiano </span><em><span class="tm10">apóstata do catolicismo</span></em><span class="tm8">, a quem o Avvenire chama, no entanto, de </span><em><span class="tm10">convertido ao islamismo</span></em><span class="tm8">, explicam com igual seriedade: “</span><em><span class="tm10">Eles chamam Alá para se submeterem e pedir-lhe perdão</span></em><span class="tm8">&#8221; (cf. </span><em><span class="tm10">Avvenire</span></em><span class="tm8"> , 28 de outubro de 1986);</span></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm8">10) depois de ter visto alguns frades franciscanos irem à frente, todos contritos, para receber a </span><em><span class="tm10">bênção de Manitou</span></em><span class="tm8"> (cf. </span><em><span class="tm10">Il Mattino</span></em><span class="tm8"> , 28 de outubro de 1986) e os católicos adentrarem nos vários </span><em><span class="tm10">locais de oração</span></em><span class="tm8"> como se fossem a uma Missa, recebendo devotamente as </span><em><span class="tm10">bênçãos</span></em><span class="tm8"> de Allah, Buda, Vishnu, etc. (cf.  </span><em><span class="tm10">La Repubblica</span></em><span class="tm8">, 28 de Outubro de 1986), participando de “</span><em><span class="tm10">todas as cerimônias com o mesmo (sic!) recolhimento</span></em><span class="tm8">” (</span><em><span class="tm10">Avvenire</span></em><span class="tm8">, 28 de Outubro de 1986), beijando </span><em><span class="tm10">respeitosamente</span></em><span class="tm8"> a mão do Dalai Lama (cf. </span><em><span class="tm10">Il Tempo</span></em><span class="tm8">, 28 de Outubro de 1986), e recebendo as misturas mágicas espalhadas pelos </span><em><span class="tm10">feiticeiros</span></em><span class="tm8"> africanos  como se fossem água benta (cf. </span><em><span class="tm10">Il Giornale</span></em><span class="tm8">, 28 de outubro de 1986);</span></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm8">11) depois de ter visto os apóstatas do catolicismo triunfarem em Assis para seguir fábulas muçulmanas, budistas, hindus, etc. (cf. </span><em><span class="tm10">La Repubblica</span></em><span class="tm8"> e </span><em><span class="tm10">Avvenire</span></em><span class="tm8">, 28 de outubro de 1986);</span></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm8">12) depois de ouvir o rabino de Roma expressar sua satisfação por estar em Assis, e quem poderia contradizê-lo? “</span><em><span class="tm10">Todas as religiões, em condições absolutamente iguais, puderam oferecer pública e privadamente, as suas orações pela paz de todos</span></em><span class="tm8">” (cf.  </span><em><span class="tm10">Il Tempo</span></em><span class="tm8">, 29 de outubro de 1986);</span></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm8">13) depois de ter lido no órgão oficioso do episcopado italiano que os reunidos em Assis “</span><em><span class="tm10">cantavam os nomes (sic!) de Deus</span></em><span class="tm8">” (</span><em><span class="tm10">Avvenire</span></em><span class="tm8">, 28 de outubro de 1986);</span></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm8">14) depois de ler jornais secularistas – mas quem poderia culpá-los? – manchetes como</span><em><span class="tm10"> Padri nostri lassù nei cieli &#8211; Pais Nossos que estão nos céus</span></em><span class="tm8"> (</span><em><span class="tm10">Panorama</span></em><span class="tm8"> , 2 de novembro de 1986),  </span><em><span class="tm10">Notre-Père qui ètes aux dieux</span></em><span class="tm8"> </span><em><span class="tm10">&#8211; Pais Nossos qu estão nos céus</span></em><span class="tm8"> (<em>Libération</em></span><span class="tm8">)[4],  </span><em><span class="tm10">Nel nome di ogni dio &#8211; Em nome de todo deus</span></em><span class="tm8"> (</span><em><span class="tm10">Il Manifesto</span></em><span class="tm8">),  </span><em><span class="tm10">Assise: la paix des dieux</span></em><span class="tm8"> &#8211; Assis: a paz dos deuses (</span><em><span class="tm10">Le Quotidien</span></em><span class="tm8">)[5],  </span><em><span class="tm10">Tous les dieux de l&#8217;humanité s&#8217;étaient donné rendez-vous hier à Assise</span></em><span class="tm8"> &#8211; Todos os deuses da humanidade estiveram reunidos ontem em Assis (</span><em><span class="tm10">France Soir</span></em><span class="tm8">)[6];</span></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm8">15) depois de ter visto, ouvido e lido muitas, muitas outras coisas sobre o dia de Assis em 27 de Outubro de 1986, preferimos não saber até que ponto a </span><em><span class="tm10">abominação da desolação</span></em><span class="tm8"> perpetrada naqueles lugares santos se deveu realmente à iniciativa pessoal de João Paulo II e quanto, em vez disso, se deve à iniciativa </span><em><span class="tm10">muito pessoal</span></em><span class="tm8">  do cardeal Roger Etchegaray, como Presidente da Pontifícia Comissão </span><em><span class="tm10">Iustitia et Pax</span></em><span class="tm8">, o dicastério que </span><em><span class="tm10">preparou o encontro</span></em><span class="tm8">, conforme relatado pelo </span><em><span class="tm10">L&#8217;Osservatore Romano</span></em><span class="tm8"> de 27-28 de outubro de 1986.</span></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm8">É certo, porém, que nunca a Santíssima Trindade e Nosso Senhor Jesus Cristo foram tão ultrajados, nunca os lugares santos foram tão sacrilegamente profanados, nunca a dignidade do Chefe visível da Igreja Católica foi mais humilhada, nunca o povo cristão ficou mais escandalizadas com os seus próprios pastores. E quando lemos que o Cardeal Willebrands </span><em><span class="tm10">ficou comovido </span></em><span class="tm8">e declarou que era um “</span><em><span class="tm10">dia incrivelmente belo; que a bênção de Deus descerá sobre ele</span></em><span class="tm8">&#8221; (cf. </span><em><span class="tm10">Il Giornale</span></em><span class="tm8">, 28 de outubro de 1986), nos perguntamos quanto, não do cardeal, nem do bispo, nem do sacerdote, mas quanto do batizado ainda permanece neste holandês .</span></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm8">E quando o cardeal Etchegaray, fazendo um balanço de Assis, fala triunfalmente de “</span><em><span class="tm10">impressões e imagens que já nos induzem a uma apreciação positiva, a um movimento de ação de graças”</span></em><span class="tm8"> (</span><em><span class="tm10">Avvenire</span></em><span class="tm8">, 2 de novembro de 1986), sabemos que este sacerdote de Cristo, Bispo e Cardeal da Santa Igreja, não tem mais nada do </span><em><span class="tm10">sensus catolicus</span></em><span class="tm8">. A amarga conclusão de Assis é que a superstição praticada ali em 27 de Outubro de 1986 pelos </span><em><span class="tm10">representantes</span></em><span class="tm8"> das falsas religiões, não é nada comparada com a traição que Deus sofreu em Assis pelos seus próprios ministros[7]. O mundo, por sua vez, obviamente, aplaudiu a iniciativa papal sem precedentes e, em particular, as lojas maçônicas puderam regozijar-se perante a derrota da Igreja.</span></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm8">A </span><em><span class="tm10">Civiltà Cattolica</span></em><span class="tm8"> de 6 de dezembro de 1986, por exemplo, relatou na página 45 a seguinte declaração oficial: “</span><em><span class="tm10">Os maçons da GLNF (Grande Loja Nacional Francesa, ed.) desejam unir-se, de todo o coração, à oração ecumênica que, no dia 27 de outubro, reunirá em Assis todos líderes ​​de todas as religiões em favor da paz no mundo.</span></em><span class="tm8">&#8221; O </span><em><span class="tm10">Grande Oriente da Itália,</span></em><span class="tm8"> por sua vez, pôde assim regozijar-se: “</span><em><span class="tm10">A sabedoria maçônica estabeleceu que ninguém pode ser iniciado se não acreditar no GADU (Grande Arquiteto do Universo, ed.), mas que ninguém pode ser excluído da nossa Família devido ao Deus em que ele acredita e à maneira como O honra. Este nosso interconfessionalismo foi responsável pela excomunhão que sofremos em 1738 nas mãos de Clemente XII. Mas a Igreja certamente estava errada, se é verdade que no dia 27 de Outubro de 1986 o atual Pontífice reuniu homens de todas as confissões religiosas em Assis para orarem juntos pela paz. E o que mais nossos irmãos estavam buscando senão o amor entre os homens, a tolerância, a defesa da dignidade humana quando se reuniam nos Templos, considerando-se iguais, acima das convicções políticas, das crenças religiosas e das diversas cores da pele?</span></em><span class="tm8">”[8] .</span></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm8">É mais uma confirmação de que as</span><em><span class="tm10"> novidades </span></em><span class="tm8">do Vaticano II e as suas aplicações pós-conciliares nada têm a ver com a Fé Católica, mas derivam – através da </span><em><span class="tm10">nova teologia</span></em><span class="tm8"> – da fonte envenenada do naturalismo maçônico.</span></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm8">[&#8230;] São Pio X advertiu os católicos para que tomassem cuidado com a adesão “</span><em><span class="tm10">a um tipo de cristianismo vago e indefinido que geralmente é chamado de interconfessional e que se difunde sob o falso rótulo de comunidade cristã, enquanto evidentemente não há nada mais contrário à pregação de Jesus Cristo</span></em><span class="tm8">”. Isso é o que acontece com o único povo de Deus!</span></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;"><span class="tm8" style="color: #000000; text-decoration: underline;">Notas:</span></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm8">[1]  </span><em><span class="tm10">OR</span></em><span class="tm8">, 17 de setembro de 1986.<br />
[2] Cf. por exemplo, Leão XII (</span><em><span class="tm10">Denz</span></em><span class="tm8"> . 2720); Gregório XVI (</span><em><span class="tm10">Denz</span></em><span class="tm8"> . 2730); Pio IX (</span><em><span class="tm10">Denz</span></em><span class="tm8">. 2785 e 2915-2917).<br />
[3]  </span><em><span class="tm10">OR</span></em><span class="tm8">, 27-28 de outubro de 1986.<br />
[4] Trocadilho com a primeira frase do Pai Nosso em francês (</span><em><span class="tm10">cieux</span></em><span class="tm8">  = céus,  </span><em><span class="tm10">dieux</span></em><span class="tm8">  = deuses).<br />
[5]  </span><em><span class="tm10">Assis: a paz dos deuses.<br />
</span></em><span class="tm8">[6]  </span><em><span class="tm10">Todos os deuses da humanidade estiveram reunidos ontem em Assis.<br />
</span></em><span class="tm8">[7]  </span><em><span class="tm10">Sim sim não não</span></em><span class="tm8">, n. 21, 15 de dezembro de 1986, pp. 1ss.<br />
[8]  </span><em><span class="tm10">Hiram</span></em><span class="tm8">, revista do Grande Oriente da Itália, abril de 1987, pp. 104-105.</span></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm8">[…]<br />
[17] Encíclica </span><em><span class="tm10">Singulari quadam</span></em><span class="tm8">, in </span><em><span class="tm10">EE</span></em><span class="tm8"> , vol. 4, nº. 362.</span></span></p>
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		<title>DEIXEMOS O ECUMENISMO &#8211; PELO PE. JOSÉ MARIA, FSSPX</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Jun 2024 13:58:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sermão proferido pelo Revmo. Pe. José Maria, no Piorado S. Pio X de Lisboa, no IV Domingo depois de Pentecostes, com uma exortação a uma reforma de vida, expurgando os erros do ecumenismo no nosso dia-a-dia.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Sermão proferido pelo Revmo. Pe. José Maria, no Piorado S. Pio X de Lisboa, no IV Domingo depois de Pentecostes, com uma exortação a uma reforma de vida, expurgando os erros do ecumenismo no nosso dia-a-dia.<br />
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		<title>ECUMENISMO: DESTRUIDOR DAS NAÇÕES</title>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2024 14:09:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise na Igreja]]></category>
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		<description><![CDATA[Fonte: FSSPX África &#8211; Tradução: Dominus Est Nosso Senhor, no dia de Sua Ascensão ao Céu, deu aos Apóstolos o que os gregos chamam de “a Grande Comissão”: “Ide, pois, ensinai todas as gentes, batizando-as em nome do Pai, e &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/ecumenismo-destruidor-das-nacoes/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><img class="" src="https://fsspx.africa/sites/default/files/styles/content_image_16_9_desktop/public/district-africa/ecumenism.jpg?itok=wx22QfeZ" alt="" width="722" height="416" /></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: right;"><span style="color: #000000;"><strong>Fonte: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://fsspx.africa/en/ecumenism-destroyer-nations-44187">FSSPX África</a> </span>&#8211; Tradução: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://catolicosribeiraopreto.com/">Dominus Est</a></span></strong></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm8">Nosso Senhor, no dia de Sua Ascensão ao Céu, deu aos Apóstolos o que os gregos chamam de “</span><em><span class="tm9">a Grande Comissão</span></em><span class="tm8">”: “</span><em><span class="tm9">Ide, pois, ensinai todas as gentes, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo, ensinando-as a observar todas as coisas que vos mandei; e eis que eu estou convosco todos os dias, até à consumação dos séculos.</span></em><span class="tm8">” </span><span class="tm8">(1) Essas palavras de Nosso Senhor constituem a própria missão da Igreja Católica: fazer discípulos entre todas as nações, dar-lhes os sacramentos e governá-los pelas leis da graça que Nosso Senhor nos deu. </span></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span class="tm8" style="color: #000000;">Os diversos povos aos quais os apóstolos e seus sucessores seriam enviados se tornariam grandes nações ao receberem a doutrina e a graça de Nosso Senhor. Os rudes e brutais governantes das terras pagãs, ao receberem o batismo, não só receberam graça em abundância, mas também receberam uma ordem civilizadora, uma base sólida para o seu governo. Quando o poder civil recebe e promove a doutrina de Cristo, a abundância das bênçãos de Deus flui sobre a terra e os seus governantes. Contudo, quando Deus não é honrado e a Sua Igreja é prejudicada, em vez de ser ajudada na sua missão, a tristeza e a desolação rapidamente dominam até mesmo o mais forte dos impérios. </span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm8">A sociedade moderna orgulha-se de ser “</span><em><span class="tm9">independente</span></em><span class="tm8">” em questões religiosas. Na prossecução dos ideais de liberdade, igualdade e fraternidade, acredita que o Estado ou a constituição civil devem ser </span><em><span class="tm9">“neutros”</span></em><span class="tm8"> no que diz respeito à religião. Esta ideia recebe o nebuloso termo “</span><em><span class="tm9">liberdade religiosa</span></em><span class="tm8">”, ou seja, a garantia do exercício de qualquer religião, independentemente da sua forma. De acordo com esta visão moderna, os indivíduos no Estado moderno podem ter quaisquer crenças religiosas, desde que não interfiram na ordem pública. Dito fundamentalmente, as leis do país não devem ser influenciadas por nenhuma religião em particular, mas sim aceitá-las todas. O Estado moderno ideal é aquele que é “</span><em><span class="tm9">indiferente</span></em><span class="tm8">” à religião, ou mais propriamente, que não tem religião oficial.</span></span><span id="more-31629"></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span class="tm8" style="color: #000000;">Entretanto, todo esse projeto, que é chamado de ordem moderna das sociedades democráticas, baseia-se em princípios completamente falsos. Os homens simplesmente não são criados iguais. Eles não são iguais no que diz respeito ao seu estatuto econômico ou social, nem nos seus talentos físicos. Eles nem sequer são criados com oportunidades iguais, pois cada pessoa é muitas vezes drasticamente limitada por circunstâncias que lhe são dadas pela natureza e que estão além do seu controle. Cada criança chega a esse mundo drasticamente dependente dos outros para a sua mera sobrevivência. A própria estrutura da sociedade depende até mesmo de alguns membros dizerem aos outros o que fazer, uma vez que nem tudo pode ser feito por todos. Assim, a própria noção de fraternidade é antitética ao que chamamos de civilização, uma vez que a civilização exige uma divisão de trabalho e responsabilidades. O Estado moderno está, pela sua própria natureza, a destruir os alicerces sobre os quais deve ser construído. </span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm8">Simplesmente não existe um estado ou governo que seja </span><em><span class="tm9">“indiferente</span></em><span class="tm8">” à religião. O estado sempre terá algum conjunto de regras que regem o comportamento. Algumas ações são toleradas, outras são recompensadas e ainda outras são punidas. O que é permitido ou proibido na sociedade é uma questão fundamentalmente religiosa e moral, uma vez que toca o bem comum da sociedade e descreve o que o Estado espera dos seus cidadãos. A política pública em relação ao comportamento é a declaração necessária e óbvia do que o Estado considera como condições de boa vida e do que torna as pessoas éticas e morais. Essa política pública pode ser completamente ilógica e até autodestrutiva, mas existe mesmo assim. De fato, não haveria governo sem ela. Dizer que o Estado não tem “</span><em><span class="tm9">religião oficial</span></em><span class="tm8">” é, na verdade, uma mentira. Ele sempre demonstra sua religião pelas leis que promulga, pelo que considera aceitável ou inaceitável, assim como qualquer organização religiosa faz. A religião oficial pode não ser muito coerente e baseada em princípios completamente falsos, mas, mesmo assim, há sempre uma religião que o Estado promove, mesmo que finja o contrário. </span></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm8">A “</span><em><span class="tm9">liberdade religiosa</span></em><span class="tm8">” moderna tem como consequência natural a destruição completa da ordem civil e até daquilo que chamamos de civilização. Se levarmos o princípio ao seu extremo lógico, isso significa que não devemos prender o assassino ou punir o ladrão. Todo ladrão apresentará alguma justificativa para suas ações, e todo assassino dará alguma racionalização para seu comportamento. Essas justificações e razões constituem uma espécie de convicção religiosa. Não deveríamos aceitar estes raciocínios e justificações? Se levarmos a noção de indiferentismo à sua conclusão, então não há razão para punir tais pessoas. Se todas as religiões devem ter os mesmos direitos, de que forma podemos recusar o acesso dos satanistas à praça pública? Se o Estado permanecer indiferente a todas as expressões religiosas, mesmo o sacrifício de crianças, terá em breve a permissão e até o financiamento do Estado para tal. Ao afirmar não ter uma religião oficial, o Estado entrega-se essencialmente à adoração de demônios e pervertidos. </span></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span class="tm8" style="color: #000000;">Nosso Senhor nos diz para damosr a César o que pertence a César, e a Deus as coisas que são de Deus. O próprio César deve responder a Deus pelas leis que promulga e aplica, pelos iniquos que não puniu e pelos inocentes a quem prejudicou. Ele simplesmente não tem autoridade para nos impor uma ordem que seja contra Deus. </span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span class="tm8" style="color: #000000;">Para que não sejamos infectados com esta fumaça tóxica de erro que permeia toda a sociedade civil, devemos lembrar-nos frequentemente que somos obrigados a adorar a Deus como o próprio Deus nos revelou. Não temos o direito de adorar a Deus falsamente, nem de fornecer falsas justificativas para o nosso comportamento miserável. Somos obrigados a professar a verdade não apenas em particular, mas especialmente em público. Talvez tenhamos que tolerar aqueles que cometem erros, uma vez que não temos os meios para remover totalmente o erro. Entrettanto, de forma alguma temos o direito de promover aqueles que agem mal. Devemos rezrar pelos nossos países para que se tornem cada vez mais cristãos, professando o único nome pelo qual podemos ser salvos, (2) diante do qual todo joelho deve se dobrar, daqueles que estão no céu, na terra e debaixo da terra. (3)</span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><strong><u>Notas:</u></strong></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><u></u><span class="tm8">(1) Mt XXVIII 19-20</span></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm8">(2) Atos IV 12 “</span><span class="tm8">&#8230;</span><em><span class="tm9">Não há salvação em nenhum outro. Porque, sob o céu, nenhum outro nome foi dado aos homens, pelo qual nós devamos ser salvos </span></em><span class="tm8">.”</span></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm8">(3) Fil II 10 “</span><span class="tm8">Para que, ao nome de Jesus, se dobre todo o joelho no céu, na terra e no inferno.”</span></span></p>
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		<title>SERMÃO DE D. LEFEBVRE: OS PRINCÍPIOS DA REVOLUÇÃO FRANCESA PENETRARAM EM TODAS AS INSTITUIÇÕES &#8211; 19 DE ABRIL DE 1987</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Jul 2023 14:00:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise na Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Fé]]></category>
		<category><![CDATA[Liberalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Modernismo]]></category>
		<category><![CDATA[Textos e Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Concílio Vaticano II]]></category>
		<category><![CDATA[Ecumenismo]]></category>
		<category><![CDATA[FSSPX]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade Religiosa]]></category>
		<category><![CDATA[Mons. Marcel Lefebvre]]></category>

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		<description><![CDATA[“Ao longo da história, a Igreja tem feito de tudo para garantir que a fé em Nosso Senhor Jesus Cristo seja mantida, confirmada, consolidada. Quando povos inteiros se convertiam, ela suplicava aos príncipes que a ajudassem &#8211; de bom grado &#8211; &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/sermao-de-d-lefebvre-os-principios-da-revolucao-francesa-penetraram-em-todas-as-instituicoes-19-de-abril-de-1987/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="https://laportelatine.org/wp-content/uploads/2020/04/lefebvre5.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><em><span class="tm7">“Ao longo da história, a Igreja tem feito de tudo para garantir que a fé em Nosso Senhor Jesus Cristo seja mantida, confirmada, consolidada. Quando povos inteiros se convertiam, ela suplicava aos príncipes que a ajudassem &#8211; de bom grado &#8211; a organizar universidades católicas naqueles países, a ajudar no estabelecimento de mosteiros, instituições religiosas, instituições cristãs, escolas católicas”.</span></em></strong></span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #000000;"><strong>Fonte: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://laportelatine.org/formation/mgr-lefebvre/textes/sermon-de-mgr-lefebvre-les-principes-de-la-revolution-de-1789-ont-penetre-toutes-les-institutions-19-avril-1987">La Porte Latine</a> </span>&#8211; Tradução: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://catolicosribeiraopreto.com/">Dominus Est</a></span></strong></span></p>
<p class="tm6 tm8" style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><strong><span class="tm9">Os princípios da Revolução penetraram em todas as instituições</span></strong></span></p>
<p class="Normal tm6" style="text-align: justify;"><span class="tm10" style="color: #000000;">Mas as forças do mal são poderosas e o Bom Deus permitiu que essas forças satânicas finalmente penetrassem no coração dos próprios Estados cristãos, no interior dessas grandes famílias que constituíram os Estados católicos, essas grandes famílias cristãs, e que, através do protestantismo, espalhassem a discórdia. As forças do mal acabaram por destruir estes Estados cristãos decapitando os reis, arruinando os Estados católicos.</span></p>
<p class="Normal tm6" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><span class="tm11">E assim, os princípios da Revolução de 1789, tendo agora penetrado em todas as instituições, minam</span></strong><span class="tm10"> a fé católica em todos os lugares, em todas as famílias, até mesmo nos seminários, até mesmo na Igreja e até mesmo no clero! Eis o que disse São Pio X:</span></span></p>
<p class="Normal tm6" style="text-align: justify;"><em><span style="color: #000000;"><span class="tm7">“Agora vemos que o inimigo não está apenas fora da Igreja, mas dentro dela. E onde ele está especialmente trabalhando? Está nos seminários.”(1)</span><span class="tm7">.</span></span></em></p>
<p class="Normal tm6" style="text-align: justify;"><span class="tm10" style="color: #000000;">Por isso ele pedia aos bispos que expulsassem todos os professores modernistas dos seminários, a fim de não permitir que idéias errôneas, idéias falsas se espalhassem dentro dos seminários. Se as ideias da Revolução, as ideias contrárias à fé católica penetrarem nos seminários, sairão deles um dia padres, bispos e, então, o que será da Igreja?</span><span id="more-30057"></span></p>
<p class="tm6 tm8" style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><strong><span class="tm9">O espírito do erro está no interior (da Igreja)</span></strong></span></p>
<p class="Normal tm6" style="text-align: justify;"><span class="tm10" style="color: #000000;">Meus queridos irmãos, estamos aqui hoje. Esta penetração do inimigo, esta penetração do espírito do erro, do espírito anticatólico está agora em toda parte dentro da Igreja, em toda parte! E, surpreendentemente, inacreditavelmente, aqueles que têm responsabilidades na Igreja decidiram agora não agir como a Igreja e os missionários fizeram durante 20 séculos, não mais defender a fé católica através das missões, não mais pedir aos chefes de família e chefes de Estado para virem em auxílio da Igreja Católica para defendê-la e protegê-la. Eles agora decidiram fazer um pacto de paz com os inimigos da Igreja, e esse pacto de paz chama-se ecumenismo, chama-se liberdade religiosa. De agora em diante eis o fim: paz, paz&#8230;</span></p>
<p class="Normal tm6" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm10">Paz com quem? Com os inimigos de Nosso Senhor Jesus Cristo, com aqueles que o crucificaram, com aqueles que continuam a crucificá-lo há 20 séculos! No Corpo Místico de Nosso Senhor Jesus Cristo, entre os fiéis, houve mártires&#8230;milhões de mártires; ainda hoje existem alguns, prisioneiros nas prisões russas por serem católicos. O ódio a Jesus Cristo, o ódio à Igreja – infelizmente somos obrigados a constatar isso – ainda existe. Nos últimos dias, os senhores devem ter lido nos jornais as palavras proferidas pelos protestantes de Genebra, há três ou quatro dias atrás, contra a chegada de um bispo católico em sua cidade, (2) uma oposição radical e absoluta:</span></span></p>
<p class="Normal tm6" style="text-align: justify;"><em><span class="tm7" style="color: #000000;">“Não queremos uma hegemonia católica em Genebra”.</span></em></p>
<p class="Normal tm6" style="text-align: justify;"><span class="tm10" style="color: #000000;">Eis o inimigo. Assim que se fala de Nosso Senhor Jesus Cristo, assim que se manifesta Nosso Senhor Jesus Cristo, há oposições, e assim será até o fim dos tempos.</span></p>
<p class="tm6 tm8" style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><strong><span class="tm9">Um pacto com os inimigos</span></strong></span></p>
<p class="Normal tm6" style="text-align: justify;"><span class="tm10" style="color: #000000;">Mas que a Igreja, ou pelo menos os homens da Igreja, aqueles que têm responsabilidades na Igreja, façam agora um pacto com aqueles que sempre foram inimigos de Nosso Senhor Jesus Cristo, isso é de uma gravidade excepcional! Dizemos aos inimigos:</span></p>
<p class="Normal tm6" style="text-align: justify;"><em><span class="tm7" style="color: #000000;">“Vocês podem vir até nós livremente agora, não vamos impedi-los de vir às nossas famílias católicas, às nossas instituições católicas, aos nossos estados católicos. Não vamos impedi-los de vir.  Venham, muçulmanos, budistas, venham, serão muito bem vindos. E, mesmo eventualmente, construiremos mesquitas e daremos escolas para vocês. Nós os receberemos em nossas escolas católicas onde não faremos mais o sinal da cruz para não feri-los, nem mais falaremos de Nosso Senhor Jesus Cristo para que todos vocês, judeus, protestantes, muçulmanos, budistas , possam vir às nossas escolas, onde serão muito bem recebidos&#8221;.</span></em></p>
<p class="Normal tm6" style="text-align: justify;"><span class="tm10" style="color: #000000;">Porquê isso? Supostamente porque o mesmo será exigido de muçulmanos, comunistas e todos os estados totalitários. Diremos:</span></p>
<p class="Normal tm6" style="text-align: justify;"><span class="tm7" style="color: #000000;">“<em>Agora, uma vez que aceitamos todas as ideologias, todas as falsas ideologias e até mesmo todos os inimigos da Igreja (as aceitamos ao nosso redor, agora os chamamos de irmãos), bem, façam o mesmo conosco. Abram suas portas. Muçulmanos, abram seus países. Comunistas, abram seum países para que possamos proclamar nossa fé”</em>.</span></p>
<p class="Normal tm6" style="text-align: justify;"><span class="tm10" style="color: #000000;"><strong>Ilusão total!</strong> Eles são inimigos declarados de Nosso Senhor Jesus Cristo. Veja o que está acontecendo no Líbano: os católicos, provavelmente, acabarão sendo lançados ao mar pelos muçulmanos, por causa de um espírito anticristão! Este princípio, que agora foi adotado pela Igreja &#8211; um princípio que esses clérigos acreditam estar baseado na razão natural, naquilo que eles chamam de dignidade humana, nos direitos do homem &#8211; coloca o erro e a verdade no mesmo nível. Essa é, portanto, a destruição total da Igreja e estamos testemunhando, gradualmente, a infiltração de erros. Com os erros vem a amoralidade e, consequentemente, a imoralidade, até mesmo em nossas famílias.</span></p>
<p class="Normal tm6" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm10">Meus queridos irmãos, os senhores mesmos poderiam dar exemplos concretos, talvez em suas próprias famílias, talvez em seus pais. Todos nós, em nossas famílias, constatamos uma infiltração de imoralidade ou ateísmo; vemos até mesmo crianças partindo para as seitas, vemos o aborto, o divórcio, a contracepção se multiplicando por toda parte, em todas as nossas pequenas cidades, que já foram cidades católicas! Não faz muito tempo, quando eu era superior do seminário de Mortain, em 1945-1947, confessava-me frequentemente nos dias de festas, como a Páscoa, nos vilarejos da Normandia, na França. Pois bem, na maioria desses vilarejos, há quase 40 anos, as pessoas apontavam o dedo a quem não praticava; eles eram conhecidos: &#8220;</span><em><span class="tm12">Fulano não pratica</span></em><span class="tm10">&#8220;. Mas toda a cidade praticava. As cidades inteiras praticavam. Vejam agora! Poucas pessoas na igreja, poucas pessoas se confessando&#8230;</span></span></p>
<p class="Normal tm6" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><span class="tm11">É a ruína da religião cristã, da religião católica! Esses maus exemplos, essas más ideias que circulam por toda parte e que são propagadas por todos os meios de comunicação social</span></strong><span class="tm10">, destroem a fé em Nosso Senhor Jesus Cristo, na divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo. O demônio conseguiu uma operação sensacional para ele: </span><strong><span class="tm11">fazer as pazes com os inimigos da Igreja, deixá-los entrar em todos os lugares, até em nossa casa&#8230; É o fim da Igreja Católica! </span></strong><span class="tm10">O objetivo de Satanás é a destruição da Igreja Católica e a destruição do espírito católico, a destruição da fé católica. E ele agora tem todas as portas abertas.</span></span></p>
<p class="tm6 tm8" style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><strong><span class="tm9">Queremos continuar a Igreja</span></strong></span></p>
<p class="Normal tm6" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm10">Quanto a nós, </span><strong><span class="tm11">nós resistimos</span></strong><span class="tm10">. Queremos continuar como a Igreja fez no passado: defender nossas famílias, defender nossas cidades, defender nossos vilarejos e, se necessário, erguer capelas para nossas famílias, construir escolas onde Nosso Senhor Jesus Cristo será o Mestre, o rei. E, se por acaso, houver um jovem protestante ou um jovem judeu que queira vir para a nossa escola, ele aprenderá o catecismo como os outros e, se ele não quiser, não será obrigado a ficar nas nossas escolas. Foi o que fizemos em Dakar quando tínhamos muçulmanos em nossas escolas. Por serem poucos, concordaram em aprender o catecismo. Uma vez, tínhamos uma pequena criança muçulmana que era a primeira da turma no catecismo, mas que, infelizmente, não pôde comungar e chorou no dia da primeira comunhão porque não podia seguir os outros que iam comungar. Mas, se tivéssemos pensado em dar a comunhão a esta criança e, antes disso, batizá-la, os muçulmanos teriam incendiado nossa escola. </span></span><span style="color: #0000ff;"><u><a style="color: #0000ff;" href="https://laportelatine.org/documents/crise-eglise/liberte-religieuse/notre-dossier-sur-la-compromission-des-hommes-deglise-avec-lislam"><span class="tm7">Dessa forma, batizar uma criança muçulmana estava fora de questão</span></a></u><span class="tm10">!</span></span></p>
<p class="Normal tm6" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm10">Portanto, devemos manter esta fé católica, proteger as nossas famílias e, para isso, </span><strong><span class="tm11">reconstituir um tecido de instituições cristãs:</span></strong></span><span class="tm10"><span style="color: #000000;">  mosteiros,</span> </span><u><a href="https://laportelatine.org/communautes-amies"><span class="tm7"><span style="color: #0000ff;">comunidades contemplativas de religiosos e freiras</span>,</span></a></u><span style="color: #000000;"> a fim de restituir a atmosfera católica na qual costumávamos respirar, enquanto no mundo moderno, com o desaparecimento de todas as instituições católicas, somos asfixiados. Mesmo as instituições ditas católicas já não a são e, pouco a pouco, podemos dizer, na verdade, que <strong><span class="tm11">padres e bispos já não são mais católicos </span></strong><span class="tm10">porque não querem mais defender a fé em Nosso Senhor Jesus Cristo. Eles não acreditam mais na divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo; não é possível de outra forma. Se eles acreditassem, como a Igreja tem cantado todos estes dias, que Nosso Senhor Jesus Cristo ressuscitou, que ele é o Salvador, que ele é nosso Deus, que em poucos anos nos encontraremos todos lá em cima diante Dele, em seu esplendor (como o Apóstolos no Monte Tabor O veremos em sua magnificência, em Seu reinado eterno), eles automaticamente teriam o desejo de espalhar essa fé ao seu redor e fazer com que o maior número possível de pessoas pudesse seguir Nosso Senhor Jesus Cristo em sua Ressurreição, em sua Ascensão ao céu. Eis o espírito da Igreja!</span></span></p>
<p class="Normal tm6" style="text-align: right;"><span style="color: #000000;"><strong><span class="tm11">† Marcel Lefebvre</span></strong></span></p>
<p class="Normal tm6" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><span class="tm11">Fontes:</span></strong></span><span class="tm10"><span style="color: #000000;"> Sermão em Ecône, Páscoa, 19 de abril de 1987, texto publicado em</span> </span><span style="color: #0000ff;"><em><u><a style="color: #0000ff;" href="https://fsspx.ch/fr/news-events/news/le-rocher-n%C2%B0-105-%E2%80%93-f%C3%A9vrier-mars-2017-est-paru-19932"><span class="tm13">Le Rocher c&#8217;est le Christ</span></a></u></em></span> <span style="color: #000000;">n°105 – fevereiro/março de 2017 &#8211; La Porte Latine de 9 de fevereiro de 2017</span></p>
<p class="Normal tm6 tm14" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><span class="tm16">Notas:</span></strong></span></p>
<ol class="Normal tm6">
<li class="tm17" style="text-align: justify;"><span class="tm18"><span style="color: #000000;">Encíclica </span></span><span style="color: #000000;"><u><span class="tm7">Pascendi</span></u></span></li>
<li class="Normal tm6 tm17" style="text-align: justify;"><span class="tm18" style="color: #000000;">Em fevereiro de 1987, D. Amédée Grab, OSB, foi nomeado Bispo Auxiliar da Diocese de LGF, com residência em Genebra.</span></li>
</ol>
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		<title>O ECUMENISMO É A NEGAÇÃO DO DOGMA DA SANTÍSSIMA TRINDADE</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jun 2023 13:00:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Pe. Carlos Mestre]]></category>
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		<description><![CDATA[Sermão proferido pelo Revmo. Pe. Carlos Mestre, no Priorado S. Pio X de Lisboa, na Festa da Santíssima Trindade com uma breve explicação dos erros do ecumenismo.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;">Sermão proferido pelo Revmo. Pe. Carlos Mestre, no Priorado S. Pio X de Lisboa, na Festa da Santíssima Trindade com uma breve explicação dos erros do ecumenismo.</span><br />
<iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/PQnYoCnuE4k" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>ABU DHABI: INAUGURAÇÃO DA CASA DA FAMÍLIA ABRAÂMICA</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Feb 2023 13:00:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise na Igreja]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Concílio Vaticano II]]></category>
		<category><![CDATA[Ecumenismo]]></category>
		<category><![CDATA[Papa Francisco]]></category>

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		<description><![CDATA[A Casa é um centro inter-religioso localizado no Distrito Cultural Saadiyat em Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos (EAU): foi oficialmente inaugurada na quinta-feira, 16 de fevereiro de 2023 pelo Sheikh Saif bin Zayed al-Nahyan, Vice-Primeiro-Ministro e Ministro do Interior, e &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/abu-dhabi-inauguracao-da-casa-da-familia-abraamica/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class=" aligncenter" src="https://fsspx.news/sites/sspx/files/styles/dici_image_full_width/public/media/news/new-news/abrahamique_family_house.jpg?itok=4i1oXswi" alt="" width="517" height="294" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>A Casa é um centro inter-religioso localizado no Distrito Cultural Saadiyat em Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos (EAU): foi oficialmente inaugurada na quinta-feira, 16 de fevereiro de 2023 pelo Sheikh Saif bin Zayed al-Nahyan, Vice-Primeiro-Ministro e Ministro do Interior, e Sheikh Nahyan bin Mubarak al-Nahyan, Ministro da Tolerância e Convivência.</strong></span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #000000;"><strong>Fonte: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://fsspx.news/fr/news-events/news/abu-dhabi-ouverture-de-la-maison-de-la-famille-abrahamique-80278">DICI</a></span>  -Tradução: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://catolicosribeiraopreto.com/">Dominus Est</a></span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Centro abriga uma igreja dedicada ao Papa Francisco, uma mesquita, dedicada a Ahmed El-Tayeb, e uma sinagoga, dedicada a Moïse Maimonide (1138-1204), autoridade rabínica da Idade Média. A inauguração foi seguida na sexta-feira pela oração islâmica, no sábado pela celebração do sábado judaico e no domingo pela missa católica.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Localizada na Ilha Saadiyat, a Casa deveria inicialmente abrir em 2022, mas a construção demorou mais do que o previsto. A Casa da Família Abraâmica decorre da assinatura do Documento sobre a Fraternidade Humana pelo Papa Francisco e pelo Imã de al-Azhar, Ahmed el-Tayeb, com o objetivo de promover a convivência entre os povos e combater o “<em>extremismo</em>”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A estrutura é obra de Sir David Adjaye e foi projetada para favorecer a solidariedade e o encontro, preservando o caráter distinto de cada uma das três religiões com sua descendência comum de Abraão.</span><span id="more-29341"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">As atividades da Casa são supervisionadas por um Alto Comitê para a Fraternidade Humana, que dedicou seus primeiros esforços a esta estrutura. Interrogado pelo The <em>Times of Israel</em>, o representante judeu do comitê, rabino M. Bruce Lustig, membro sênior da <em>Congregação Judaica de Washington</em>, falou de uma &#8220;<em>oportunidade importante</em>&#8221; para aqueles que &#8220;<em>acreditam no poder da fé e da humanidade</em>&#8220;.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><strong>De Abu Dhabi a Assis</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><img class=" aligncenter" src="https://fsspx.news/sites/sspx/files/styles/dici_image_full_width/public/media/news/new-news/maison_abrahamique_vue_generale.jpg?itok=WyXYw2CZ" alt="" width="552" height="314" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Ao tratar do projeto da Casa da Família Abraâmica, no <em>Corrispondenza romana</em> de 20 de novembro de 2019, a historiadora Cristina Siccardi mostra as raízes profundas da crise atual: “<em>Não devemos pensar que a cidadela inter-religiosa é uma ideia original e vanguardista do pontificado do Papa Francisco.”</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“<em>Ela vem do &#8216;espírito de Assis&#8217; – que não era, não é e nunca poderá ser o espírito de São Francisco de Assis – em 1986, quando João Paulo II reuniu todos os representantes mais importantes das religiões do mundo para rezar, na fraternidade humana, pela paz no mundo</em>.”</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8220;<em>Mas esse &#8216;espírito de Assis&#8217; tem suas raízes no Concílio Vaticano II, como atesta o documento Nostra Ætate (28 de outubro de 1965), que abriu o diálogo inter-religioso, anulando a missão pedagógica da Igreja de condenar os erros religiosos: &#8220;A Igreja católica nada rejeita do que nessas religiões existe de verdadeiro e santo.””</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>“Ela olha com sincero respeito esses modos de agir e viver, esses preceitos e doutrinas que, embora se afastem em muitos pontos daqueles que ela própria segue e propõe, todavia, refletem não raramente um raio da verdade que ilumina todos os homens.” (NA, 2).</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“<em>O liberalismo conduziu a Igreja dos homens à liberdade religiosa; a liberdade religiosa conduziu-a ao ecumenismo e ao anseio inter-religioso, turvando as águas segundo um critério secular: nenhuma religião possui a Verdade, mas todas são portadoras de verdades plurais que podem conduzir, junto a fraternidade humana, à paz mundial.&#8221;</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O “<em>espírito de Assis</em>” cria hoje a Casa da Família Abraâmica, mas este “<em>espírito de Abu Dhabi</em>” tem o mérito de trazer clareza entre aqueles que escolhem pertencer exclusivamente ao Cristo vivo, real e eterno em sua humanidade e sua divindade, e aqueles que, ao contrário, escolhem os deuses (sejam de origem religiosa e/ou laica) impostores, diabólicos e irreais.</span></p>
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		<title>FORA DA IGREJA CATÓLICA NÃO HÁ SALVAÇÃO &#8211; PELO PE. CARLOS MESTRE, FSSPX</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Feb 2023 20:42:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Igreja Católica]]></category>
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		<description><![CDATA[Sermão proferido por ocasião do Domingo de Sexagésima, no Priorado S. Pio X de Lisboa, sobre os erros do ecumenismo.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;">Sermão proferido por ocasião do Domingo de Sexagésima, no Priorado S. Pio X de Lisboa, sobre os erros do ecumenismo.</span><br />
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