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	<title>DOMINUS EST &#187; Islamismo</title>
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	<description>FIÉIS CATÓLICOS DE RIBEIRÃO PRETO (FSSPX) - SOB A PROTEÇÃO DE NOSSA SENHORA CORREDENTORA E MEDIANEIRA DE TODAS AS GRAÇAS</description>
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		<title>COLONIA: O MUEZIM JÁ PODE SER OUVIDO</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Oct 2022 13:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cristianofobia]]></category>
		<category><![CDATA[Liberalismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Com seus 157 metros de altura e seus 7 séculos de existência, a Catedral de Colônia não podia acreditar no que estava acontecendo: pela primeira vez, o chamado do muezim para à oração ressoou na cidade que abriga uma das &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/colonia-o-muezim-ja-pode-ser-ouvido/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class=" aligncenter" src="https://fsspx.news/sites/sspx/files/styles/dici_image_full_width/public/media/news/new-news/appel_du_muezzin_cologne.jpg?itok=MelG7PAl" alt="" width="511" height="296" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Com seus 157 metros de altura e seus 7 séculos de existência, a Catedral de Colônia não podia acreditar no que estava acontecendo: pela primeira vez, o chamado do muezim para à oração ressoou na cidade que abriga uma das maiores comunidades muçulmanas da Alemanha.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Conforme previsto em uma notícia de 2021: <span style="color: #0000ff;"><strong><a style="color: #0000ff;" href="http://catolicosribeiraopreto.com/antes-que-o-muezim-cante-duas-vezes/">ANTES QUE O MUEZIM CANTE DUAS VEZES…</a></strong></span></span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #000000;"><strong>Fonte: <a href="https://fsspx.news/fr/news-events/news/cologne-le-muezzin-peut-donner-de-la-voix-77435"><span style="color: #0000ff;">DICI</span> </a>– Tradução:<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.catolicosribeiraopreto.com/"> Dominus Est</a></span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Ladeada por dois minaretes de estilo futurista – aludindo a uma suposta ligação entre o Islã e a modernidade – a mesquita da quarta maior cidade da Alemanha está situada em uma rua movimentada a oeste do centro da cidade.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Mantido pela União Turco-Islâmica para Assuntos Religiosos, ou DITIB, o edifício religioso foi inaugurado pelo próprio presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, em 2018. Mas o projeto remonta a meados da década de 1990: na época, o conselho conservador (CDU) já havia se declarado a favor da construção de uma mesquita.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em 14 de outubro de 2022, às 13:24h, a multidão era grande no átrio da mesquita para ouvir a voz do Imã Kader ressoar: por vários minutos, a <em>chahada</em> – profissão de fé islâmica – foi ouvida, mas em volume limitado, não superior a 60 decibéis, para não assustar os não-muçulmanos que vivem no bairro.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Mas o Islã – que reivindica entre 4,5 e 6 milhões de seguidores em todo o Reno – pode se beneficiar de uma decisão do Tribunal Constitucional alemão que agora autoriza, de modo geral, chamadas à oração em todo o território.</span><span id="more-28388"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em Colônia, Zekeriya Altug, um dos líderes da comunidade muçulmana, tenta tranquilizar: não se trata de forma alguma &#8220;<em>de ser ouvido em todo o bairro ou de atrapalhar a vida cotidiana das pessoas, mas simplesmente de permitir que os muçulmanos vivam sua religião</em>&#8220;, disse ele.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Uma explicação que não convence: segundo uma pesquisa do jornal <em>Bonner General Anzeiger</em>, dois terços das pessoas rejeitam a afirmação de que “<em>o chamado deve ser ouvido da mesma forma que os sinos das igrejas cristãs</em>”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Para a prefeita de Colônia, Henriette Reker , que defende o chamado à oração, o objetivo é &#8220;<em>refletir a diversidade da cidade e estabelecer um diálogo</em>&#8220;: um irenismo, que faz ranger os dentes, por parte do partido<em> Alternativa para a Alemanha, </em>uma vez que se apoderou do assunto nas redes sociais, para mobilizar os 56% dos alemães que ainda se opõem à ideia de que “<em>o Islã faz parte da Alemanha</em>”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Mas a mobilização não está realmente na pauta do dia: assim, no dia 14 de outubro, havia apenas cerca de 30 manifestantes para expressar sua desaprovação, ao grito de &#8220;<em>nenhuma ligação do muezim em Colônia</em>&#8220;, logo acompanhado por um grupo de mulheres que protestavam contra as repressões atuais no Irã&#8230;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Quanto aos Reis Magos, cujas relíquias são veneradas na catedral, podemos imaginar sua perplexidade: com esta ascensão ao poder do Islã em uma cidade que agora conta com um muçulmano em cada dez habitantes, será que eles terão que, mais uma vez, &#8220;<em>voltar ao seu país por outro caminho</em>&#8220;? (Mt 2, 12)</span></p>
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		<title>ANTES QUE O MUEZIM CANTE DUAS VEZES&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Nov 2021 13:00:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cristianofobia]]></category>
		<category><![CDATA[Liberalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo Moderno]]></category>
		<category><![CDATA[Textos e Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Islamismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Poderá Jesus Cristo dizer à quarta cidade sagrada do cristianismo: “antes do muezim cantar duas vezes, negar-me-á três vezes”? Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est Os três reis magos farão suas malas? Em 6 de outubro de 2021, a &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/antes-que-o-muezim-cante-duas-vezes/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div style="width: 407px" class="wp-caption aligncenter"><img src="https://mlssyxn21lzq.i.optimole.com/HJiYXwI.mrv3~1a0ef/w:398/h:284/q:75/https://laportelatine.org/wp-content/uploads/2021/11/Cologne_Germany_DITIB-Central-Mosque-01.jpg" alt="" width="397" height="284" /><p class="wp-caption-text">A mesquita central de Colônia. Esta cidade conta atualmente com 120.000 muçulmanos (12% da população) e 35 mesquitas.</p></div>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><em>Poderá Jesus Cristo dizer à quarta cidade sagrada do cristianismo: “antes do muezim cantar duas vezes, negar-me-á três vezes”?</em></strong></span></p>
<p style="text-align: right;"><strong><span style="color: #000000;">Fonte: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://laportelatine.org/actualite/cologne-donne-son-feu-vert-a-lappel-du-muezzin">La Porte Latine </a></span>– Tradução: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://catolicosribeiraopreto.com/">Dominus Est</a></span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os três reis magos farão suas malas? Em 6 de outubro de 2021, a cidade de Colônia (Alemanha) deu sinal verde a um projeto que permitirá a difusão das chamadas às orações muçulmanas das sextas-feiras, no intervalo entre meio-dia e 15h, e com duração máxima de cinco minutos. Ouvidos sensíveis que se abstenham.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Colônia! Sua catedral gótica cujos pináculos afiados defenderam durante tantos séculos os restos mortais dos famosos Reis Magos abrigados em seu relicário monumental.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Colônia, que no século XII tornou-se a quarta cidade sagrada do Cristianismo, depois de Jerusalém, Roma e Constantinopla.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Colônia, sacrificada em 2021 no altar da “<em>diversidade</em>”, condenada a ouvir todas as sextas-feiras o chamado muçulmano à oração que proclama que “<em>Alá é o maior, e Maomé, seu mensageiro</em>”.</span><span id="more-25813"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“<em>Quando ouvimos o chamado do muezim, para além dos sinos das igrejas de nossa cidade, isso mostra que a diversidade é valorizada e vivida de forma concreta em Colônia.</em>&#8220;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Esta é a surpreendente declaração da prefeita de Colônia, Sra.Henriette Reker, que acaba de lançar um projeto-piloto em consulta aos representantes das 35 mesquitas que, oficialmente, fazem parte da maior diocese alemã.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Para divulgar o chamado à oração, cada local de culto muçulmano terá que fazer um pedido às autoridades, informar os moradores locais &#8211; que serão os cordeirinhos indefesos desta farsa &#8211; e ajustar o nível de som de acordo com o bairro&#8230;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Do lado muçulmano, estão compreensivelmente exultantes: “<em>esta medida é a expressão da instauração de muçulmanos que vivem na Alemanha há várias gerações</em>”, explica a União de assuntos turco-islâmicos (Ditib), organização administrada, em grande parte, desde a Turquia, que financiou a maior mesquita da cidade.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os nacionais conservadores não tardaram a se manifestar, sem deixar a pedagogia, lembrando aos seus concidadãos que o chamado à oração &#8220;<em>é a expressão de uma exigência política por poder, submissão e islamização</em>&#8220;, segundo as palavras de Beatrix von Storch, deputada do Partido Alternativo pela Alemanha (Afd).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Até agora, o gabinete do bispado tem permanecido em silêncio. Deve-se dizer que a diocese atravessa tempos difíceis, com a substituição &#8211; temporária &#8211; do Cardeal Arcebispo Rainer Woelki por um de seus auxiliares. Mas é necessário lembrar que este prelado conservador tinha dado sinal verde para a construção da mesquita &#8230;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>A canção do muezim</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Já autorizado em outras cidades europeias, o chamado à oração islâmica com o canto do muezim está presente em cerca de trinta municípios alemães, entre eles: Dortmund, Bremen e Dürren.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Eis algo parecido em Hamburgo (Alemanha):</span></p>
<p style="text-align: center;"><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/Pcp_rEcJ5lc" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>ONDE BUSCAREMOS REFÚGIO?</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Nov 2020 14:00:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cristianofobia]]></category>
		<category><![CDATA[Fé]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Islamismo]]></category>
		<category><![CDATA[Permanencia]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte: Boletim Permanencia No espaço de menos de 30 dias, lemos novos relatos de ataques bárbaros realizados por muçulmanos na França. Primeiro, um professor foi brutalmente assassinado por ter mostrado aos seus alunos uma caricatura de Maomé; poucas semanas depois, &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/onde-buscaremos-refugio/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class=" aligncenter" src="https://olharesdomundo.files.wordpress.com/2016/11/blog1.png" alt="Cresce perseguição aos cristãos no Oriente Médio – Olhares do Mundo" width="349" height="255" /></p>
<p style="text-align: right;"><strong><span style="color: #000000;">Fonte: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://boletim.permanencia.org.br/2020/11/08/onde-buscaremos-refugio/">Boletim Permanencia</a></span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">No espaço de menos de 30 dias, lemos novos relatos de ataques bárbaros realizados por muçulmanos na França. Primeiro, um professor foi brutalmente assassinado por ter mostrado aos seus alunos uma caricatura de Maomé; poucas semanas depois, outro ataque ocorreu dentro de uma igreja na cidade de Nice: o ataque levou três fiéis à morte, entre os quais, uma brasileira.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Não foi o primeiro ataque terrorista ocorrido dentro de uma igreja — ainda está fresco na memória de todos o assassinato do Pe. Jacques Hamel, poucos anos atrás. A única novidade aqui foi a crueldade do ato: tanto o professor como uma das vítimas de Nice foram literalmente <strong>decapitados</strong> pelo muçulmano.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Infelizmente, nada disso servirá para mudar a política europeia de acolhida indiscriminada dos imigrantes, ou o ecumenismo irenista de Roma.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Sobre esse último ponto, convém recordar a carta que um grupo de muçulmanos convertidos ao catolicismo escreveu ao Papa Francisco em 25 de dezembro de 2017, denunciando o equívoco da sua aproximação ao islã.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">As palavras desses convertidos são certamente amargas e dolorosas, mas muito verdadeiras:</span><span id="more-21346"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><em><span style="color: #000000;">“Permita-nos dizer-lhes francamente que não entendemos o vosso ensino sobre o Islã (…). Se o Islã em si é uma boa religião, como Vossa Santidade parece ensiná-lo, por que nos tornamos católicos? As vossas palavras não põem em causa os méritos da escolha que fizemos… com risco das nossas vidas? O Islã prescreve a morte de apóstatas (Alcorão 4, 89; 8, 7-11), não sabeis? Como é possível comparar a violência islâmica a chamada violência cristã ?! “Qual é a relação entre Cristo e Satanás? Que união entre luz e escuridão? Qual a associação entre os fiéis e os infiéis? ” (2 Cor 6, 14-17). De acordo com o Seu ensino (Lc 14,26), preferimos Ele, o Cristo, à nossa própria vida. Não estamos em uma boa posição para falar sobre o Islã? (…)</span></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><span style="color: #000000;">“Não estamos confundindo o Islã com os muçulmanos, mas se para vós o ‘diálogo’ é o caminho para a paz, para o Islã é outra forma de travar a guerra. Além disso, como foi em face do nazismo e do comunismo, o angelismo em face do Islã é suicida e muito perigoso. Como falar de paz e tolerar o Islã, como Vossa Santidade parece fazer: “Arrancar de nossos corações a doença que envenena nossas vidas (…) Que os cristãos o façam com a Bíblia e os muçulmanos com o Alcorão” (Roma, 20 de janeiro de 2014)? Que o Papa pareça propor o Alcorão como meio de salvação, não é preocupante? Devemos retornar ao Islã? (…)</span></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><span style="color: #000000;">“É claro que existe uma forte tentação de pensar que manter um discurso islamófilo poupará um aumento dos sofrimentos aos cristãos em países que se tornaram muçulmanos, porém, Jesus nunca nos mostrou outro caminho que não o da cruz, de modo que devemos por ela encontrar a nossa alegria e não fugir dela junto a todos os condenados, não duvidamos que só o anúncio da Verdade traz com salvação, a liberdade (Jo 8,32). Nosso dever é dar testemunho da verdade “oportuna e inoportunamente” (2 Tim 4, 2), e nossa glória é poder dizer com São Paulo: “Julguei não dever saber coisa alguma entre vós, senão Jesus Cristo. , e Jesus Cristo crucificado ”(1 Cor 2: 2). (…)</span></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><span style="color: #000000;">“O discurso pró-Islã de Vossa Santidade nos leva a deplorar que os muçulmanos não sejam convidados a deixar o Islã, que muitos ex-muçulmanos, como Magdi Allam, estejam deixando a Igreja, revoltados com vossa covardia, magoados por gestos equívocos, confundidos pela falta de evangelização, escandalizados pelo louvor dado ao Islã … (…) Não ouvistes jamais vosso colega Mons. Amel Shimoun Nona, arcebispo católico caldeu, exilado, de Mosul, gritar por nós : “Os nossos sofrimentos presentes são o prelúdio daqueles que vós, europeus e cristãos ocidentais, irão sofrer no futuro próximo. Perdi minha diocese. A sede da minha arquidiocese e do meu apostolado foi ocupada por radicais islâmicos que querem que nos convertamos ou morramos. (…) (9 de agosto de 2014). É uma questão de vida ou morte, e qualquer complacência com o Islã é traição. Não queremos que o Ocidente continue a islamizar, nem que suas ações contribuam para isso. Onde poderíamos novamente buscar refúgio? ” “</span></em></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os signatários encerram sua carta com uma petição urgente:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>“Permita-nos pedir a Vossa Santidade que convoque rapidamente um sínodo sobre os perigos do Islã. O que resta, de fato, da Igreja onde o Islã se estabeleceu? Se ela ainda tem direito a cidadania, é em dhimmitude (1), desde que não evangelize, que deve, portanto, negar-se … ”.</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>(1) Dhimmitude </em>é um neologismo polêmico que caracteriza o status dos não-muçulmanos sob o domínio muçulmano, popularizado pelo escritor britânico nascido no Egito, Bat Ye’or, nas décadas de 1980 e 1990. É uma palavra-chave construída a partir do árabe dhimmi ‘não-muçulmano’ e do francês servitude, ‘sujeição’.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>ENTENDENDO O ISLÃ</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Jun 2020 15:00:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Textos e Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Islamismo]]></category>
		<category><![CDATA[Pe. Gnana Pragash Suresh]]></category>

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		<description><![CDATA[Artigo escrito pelo Rev. Pe. Gnana Pragash Suresh (FSSPX) sobre o Islamismo, suas mentiras e contradições. Clique na imagem para acessar o texto.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Artigo escrito pelo Rev. Pe. Gnana Pragash Suresh (FSSPX) sobre o Islamismo, suas mentiras e contradições.</span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://www.fsspx.com.br/wp-content/uploads/2010/11/FSSPX-entendendo-isla.pdf"><img class="aligncenter  wp-image-17551" src="http://www.catolicosribeiraopreto.com/wp-content/uploads/2019/09/isla.jpg" alt="isla" width="385" height="250" /></a><strong><span style="color: #000000;">Clique na imagem para acessar o texto.</span></strong></p>
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		<title>É POSSÍVEL A CONVERSÃO DOS MUÇULMANOS? – MONS. LEFEBVRE</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Aug 2019 17:00:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cristianofobia]]></category>
		<category><![CDATA[Textos e Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[ECUMENI]]></category>
		<category><![CDATA[Islamismo]]></category>
		<category><![CDATA[Mons. Marcel Lefebvre]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte: FSSPX México – Tradução: Dominus Est Para aqueles que estão acostumados com o mantra de que o Islã é uma religião pacífica e virtuosa, esse &#8220;juízo do Islã&#8221; de D. Lefebvre é um abridor de olhos. Descreve &#8211; por experiência &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/e-possivel-a-conversao-dos-muculmanos-mons-lefebvre/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><span style="color: #000000;"><strong><img class=" aligncenter" src="https://fsspx.mx/sites/sspx/files/styles/dici_image_full_width/public/news/conversion-of-muslims460_0.jpg?itok=Uga1sePf" alt="" width="492" height="280" />Fonte: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://fsspx.mx/es/news-events/news/%C2%BFes-posible-la-conversi%C3%B3n-de-los-musulmanes-monse%C3%B1or-lefebvre-12820">FSSPX México</a></span> – Tradução: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.catolicosribeiraopreto.com/">Dominus Est</a></span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Para aqueles que estão acostumados com o mantra de que o Islã é uma religião pacífica e virtuosa, esse &#8220;juízo do Islã&#8221; de D. Lefebvre é um abridor de olhos. Descreve &#8211; por experiência própria &#8211; não apenas as imoralidades desta falsa religião, mas também as dificuldades de converter muçulmanos ao catolicismo.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Durante seu longo mandato na África, D. Lefebvre adquiriu um profundo conhecimento das falsas religiões, da bruxaria e, em particular, do islamismo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Vaticano e os bispos, com a prática de um ecumenismo sem sentido, têm multiplicado seus &#8220;encontros de oração&#8221; junto com todas as religiões desde o Concílio Vaticano II, e especialmente depois da reunião de Assis, em 1986.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Hoje, quando ouvimos falar de islamismo, é constante e em toda parte &#8211; tanto pelo lado civil quanto político, como também religioso &#8211; ouvir falar dele como um exemplo, uma fonte de enriquecimento e um testemunho de particular interesse.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Este artigo foi retirado da revista francesa <em>Fideliter</em> (setembro-outubro de 1987, nº 59): &#8220;<em>Monsenhor Lefebvre: meus quarenta anos de episcopado</em>&#8220;.</span></p>
<p style="text-align: center;">***************************</p>
<p style="text-align: center;"><span style="text-decoration: underline;"><strong><span style="color: #000000; text-decoration: underline;">UM JUÍZO DO ISLÃ, POR MONSENHOR MARCEL LEFEBVRE</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>São Pio V protegeu os católicos espanhóis contra o Islã</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Numa época em que o Islã está tendo um avanço galopante na África e também na Europa, é apropriado retornar ao Magistério. Devemos ler as cartas que o Papa Pio V escreveu ao rei da Espanha. O pontífice julga o Islã, uma religião que ele, vencedor da Batalha de Lepanto (7 de outubro de 1571), conhece muito bem e da qual ele alerta sobre o perigo que representa para o catolicismo.</span><span id="more-17319"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O papa pede a Felipe II que intervenha com força e coragem contra o Islã, para evitar a disseminação da corrupção e da imoralidade nas esferas católicas. Todos sabiam naquela época que os católicos da Espanha haviam sido seduzidos pelo Islã e haviam apostatado. Eram tempos muito difíceis.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Agora ninguém conhece a história, ninguém quer aprender as lições que nos ensina, já que nos comprometemos com a ideia de que tudo mudou, que tudo está bem e que todos são bons. E ainda, citando apenas os exemplos de mulheres que se casaram com muçulmanos, vemos que por obedecer ao Alcorão, todos aqueles que deixaram suas esposas levaram os filhos nascidos desse casal, sob o pretexto de que a lei do Alcorão determina que filhos de casamentos mistos devem ser muçulmanos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">No momento em que se dá como bem-vinda qualquer forma de permissividade, o Islã mantém seus costumes, suas regras, seu Alcorão, embora o modo de mantê-los varie de alguma forma dependendo da região. Dessa forma, os muçulmanos na África negra não têm os mesmos hábitos que os do Marrocos ou de outros países do norte da África, onde continuam tendo haréns de mulheres.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Sem tocar na delicada questão da mutilação ritual, é uma verdadeira escravidão que se mantém as mulheres. No Senegal e em Mali, por exemplo, as mulheres muçulmanas negras têm plena liberdade. Eles não estão aprisionadas e não há haréns. Mas prevalece uma imoralidade terrível: divórcios constantes, troca de esposas e prostituição aberta.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em Dakar existiam setores onde se praticava a mesma forma de prostituição, e era essencialmente obra dos muçulmanos. Não haviam cristãos &#8211; graças a Deus &#8211; nem pagãos envolvidos. Era um &#8220;comércio&#8221; dirigido por muçulmanos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os países da África Oriental estão acometidos pela homossexualidade. Os viajantes, em suas paradas, se oferecem a serviços sexuais de garotos muçulmanos que trocam essas práticas imorais por dinheiro.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>A língua árabe, uma força para o Islã</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Mesmo quando o fazem de boa fé, os bispos cometem um terrível erro ao se vangloriarem frente a um islâmico puro e disciplinado islã. Em outra ocasião, fiz uma comparação entre o apego dos muçulmanos à língua árabe, no momento em que a Igreja cedeu às pressões modernistas e abandonou o uso do latim, que é o fundamento da liturgia e da universalidade cristã.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Mas há algo que paralisa as mentes nesta tradição. Nas escolas do Alcorão pode-se ver crianças dirigidas por um jovem professor que lhes fazem repetir as suras (versos) do Alcorão em árabe, durante todo o dia, mesmo que não entendam uma única palavra do idioma. É o mito do árabe: <em>todo aquele que é árabe é muçulmano, todo aquele que é muçulmano fala árabe</em>. É, simultaneamente, o idioma da religião e uma força para o Islã.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">E da nossa parte abandonamos a língua latina que nos unificou. Há agora uma difusão de ritos e não podemos mais ir de uma igreja a outra porque a liturgia é diferente e não entendemos mais nada.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>É possível converter muçulmanos?</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Então, podemos nos perguntar se é possível converter os muçulmanos. Outros antes de nós já fizeram essa mesma pergunta. De minha parte, penso que, no máximo, podemos ter esperanças de converter a elite intelectual, aqueles que estão em nossas universidades. Aqueles que adquirem diplomas que lhes permitirão praticar uma profissão para ganhar a vida, casar e formar uma família. Eles estarão mais abertos à conversão depois de seu contato com a Europa, se voltar a ser cristã.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Alguns políticos e líderes senegaleses, por exemplo, se converteram assim. Mas essa perspectiva desmorona se as crianças continuarem sendo dependentes da família, especialmente as mulheres. Confinados pelos mesmos membros da família, eles estão expostos ao pior dos abusos ou até mesmo envenenamento se atreverem a converterem-se. Portanto, é muito difícil converter as crianças muçulmanas em nossas escolas, embora existam muitas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Como eu já havia mencionado, é por isso que não queríamos ultrapassar uma proporção de 15% do total. Porque os muçulmanos teriam imposto sua vontade assim que sentissem que fossem maioria, fortes e importantes. Quando são poucos, submetem-se voluntariamente à disciplina e ao estudo. Eles beijam a mão que não podem cortar, como diz um dos seus provérbios.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">No entanto, conseguimos converter a alguns animistas, aos filhos, aos pequenos, aos fracos, aos súditos dos chefes. Quanto a esses chefes, poderosos, importantes e grandes polígamos, eles raramente se converteram ao catolicismo, já que deveriam abandonar suas esposas. E eles achavam muito difícil resistir a essa arrogância e totalitarismo praticado até mesmo pelos chefes de pequenas aldeias.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Islã avança nas populações não-árabes porque, contrariamente à moralidade católica, a religião muçulmana os confirma em seus vícios.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“Se te convertes ao Islã, tornarás um chefe maior, serás mais rico, terás mais esposas e fará teus escravos a mais súditos que trabalharão para ti”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Esses argumentos estão sempre respaldados por lisonjas, presentes, tecidos, fetiches &#8230;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">É assim como progride o Islã. Como já mencionei: ou a África se converte ao islamismo com o aumento da escravidão, imoralidade e poligamia, ou se torna cristã e encontra a ordem que é vontade de Deus e preserva suas virtudes naturais de simplicidade e hospitalidade.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Se as nações ocidentais, cuja responsabilidade era desenvolver essas populações, não abandonassem sua missão, e se a própria Igreja não tivesse desconsiderado isso, ao invés de testemunhar o avanço preocupante do Islã, a maioria da África seria católica hoje em dia.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong><span style="text-decoration: underline;">LEIA TAMBÉM:</span> <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://catolicosribeiraopreto.com/as-falsas-religioes-foram-inventadas-pelo-demonio-palavras-de-monsenhor-lefebvre/">AS FALSAS RELIGIÕES FORAM INVENTADAS PELO DEMÔNIO – PALAVRAS DE MONSENHOR LEFEBVRE</a></span></strong></span></p>
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		<title>AUTODEMOLIÇÃO CIVILIZACIONAL</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Nov 2016 14:00:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise na Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Cristianofobia]]></category>
		<category><![CDATA[Fé]]></category>
		<category><![CDATA[Textos e Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Islamismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Relatório do Senado francês aponta que 2.800 igrejas em todo o país, muitas delas construídas a séculos, serão demolidas ao longo dos próximos anos sob alegação de que os custos de restauração excedem o das demolições. Em contrapartida, mesquitas islâmicas florescem por &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/autodemolicao-civilizacional/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h6 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Relatório do Senado francês aponta que 2.800 igrejas em todo o país, muitas delas construídas a séculos, serão demolidas ao longo dos próximos anos sob alegação de que os custos de restauração excedem o das demolições. Em contrapartida, mesquitas islâmicas florescem por toda a França</strong></span></h6>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.sensusfidei.com.br/2016/08/26/autodemolicao-civilizacional" target="_blank" data-slimstat-callback="false" data-slimstat-async="false" data-slimstat-tracking="false" data-slimstat-type="2" data-slimstat-clicked="false"><img class="aligncenter wp-image-10006 size-full" src="http://www.sensusfidei.com.br/wp-content/uploads/2016/08/AutDem-1.jpg" alt="" width="800" height="350" />Sensus fidei</a>: <span style="color: #000000;">De acordo com um relatório do</span> <a href="http://www.katholisches.info/2013/09/01/umbau-der-kulturlandschaft-2800-kirchen-sollen-in-frankreich-verschwinden/" target="_blank" data-slimstat-callback="false" data-slimstat-async="true" data-slimstat-tracking="true" data-slimstat-type="0" data-slimstat-clicked="false">Senado francês</a>,<span style="color: #000000;"> 2.800 igrejas em todo o país, muitas delas construídas a séculos, serão demolidas ao longo dos próximos anos sob alegação de que os custos de restauração excedem o das demolições. Em contrapartida, mesquitas islâmicas florescem por toda a França.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Esta igreja, Église Saint-Jacques d’Abbeville [vídeo abaixo], uma obra neo-gótica em Abbeville, Nord-Pas-de-Calais-Picardie que remonta a 1868, foi demolida em 2013 por um custo total de 350.000 €. O raciocínio: o custo da demolição foi muito menor do que custaria a restauração.</span></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/S8pXJWVszNM" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline; color: #000000;"><strong>Neo expansão islâmica</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A neo expansão islâmica rapidamente progride na nova Europa maçônica anticristã e anticlerical. Um exemplo disso, a Grande Mesquita de Paris, construída em 1926, obteve recentemente um telhado moderno, totalmente retrátil, como é normalmente encontrado apenas nos estádios de futebol e centenas de novas mesquitas são construídas a cada ano para as centenas de milhares de novos muçulmanos nascidos ou que imigram na sociedade francesa, muitas vezes com dinheiro do contribuinte. Nos dois vídeos a seguir, imagens do projeto de alta tecnologia na construção do novo telhado e detalhes do suntuoso interior da mesquita.</span></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/1kgwJxxI7OQ" width="480" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/Si4fDUE6pZk" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline; color: #000000;"><strong>Autodemolição civilizacional</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Enquanto o número de franceses na França continua a diminuir devido às taxas de natalidade recorde de baixa, alta emigração e imigração muçulmana, por outro lado, os membros da fé católica, estão agora na maior baixa de todos os tempos. Para muitas cidades na França, especialmente nas cidades em que os cristãos são a minoria, a falta de interesse e o alto valor de propriedade dos edifícios simplesmente não justificam o custo de uma possível restauração dessas igrejas. Muitos prefeitos escolhem as demolições mais baratas. Milhares de igrejas estão sendo demolidas e sendo substituídas por shoppings, lojas, apartamentos ou estacionamentos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A seguir, um vídeo perturbador, com imagens e informações da tv iraquiana revelando claramente o verdadeiro e mal dissimulado caráter que anima o espírito religioso muçulmano e que se esconde sob o alarmante incentivo das novas políticas migratórias impostas pela União Europeia. Infelizmente, o nível de compreensão do afetado cidadão-zumbi da nova ordem mundial está muito longe de perceber que ele próprio é protagonista no suicídio de nossa civilização.</span></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/BPKqM-TV2i8" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Fontes de consulta:</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.eutimes.net/2016/08/france-is-demolishing-thousands-of-churches-building-mosques/?utm_source=feedburner&amp;utm_medium=email&amp;utm_campaign=Feed%3A+TheEuropeanUnionTimes+%28The+European+Union+Times%29" target="_blank" data-slimstat-callback="false" data-slimstat-async="true" data-slimstat-tracking="true" data-slimstat-type="0" data-slimstat-clicked="false">The European Union Times – France is Demolishing Thousands of Churches, Building Mosques</a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.traditioninaction.org/Questions/B902_Deep.html" target="_blank" data-slimstat-callback="false" data-slimstat-async="true" data-slimstat-tracking="true" data-slimstat-type="0" data-slimstat-clicked="false">Tradition in Action – Europe Chastised &amp; a Deeper Look at Islam</a></p>
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		<title>ISLÃ, RELIGIÃO DO AMOR?</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Aug 2016 21:00:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cristianofobia]]></category>
		<category><![CDATA[Textos e Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[FSSPX]]></category>
		<category><![CDATA[Islamismo]]></category>

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		<description><![CDATA[É preciso distinguir islã e fundamentalismo islâmico? O islã é mesmo uma religião de amor? Existe mesmo um islã moderado? Os responsáveis pelos atentados recentes encontraram no corão sua justificação? O estudo a seguir vai responder, com clareza e precisão, &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/isla-religiao-do-amor/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><a href="http://catolicosribeiraopreto.com/wp-content/uploads/2016/08/decapitation_160722.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-6312" src="http://catolicosribeiraopreto.com/wp-content/uploads/2016/08/decapitation_160722.jpg" alt="decapitation_160722" width="438" height="295" /></a>É preciso distinguir islã e fundamentalismo islâmico? O islã é mesmo uma religião de amor? Existe mesmo um islã moderado? Os responsáveis pelos atentados recentes encontraram no corão sua justificação?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O estudo a seguir vai responder, com clareza e precisão, essas questões fundamentais. As autoridades religiosas e políticas terão interesse em se debruçar sobre estas interrogações. </span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><strong>Resposta a “não confundam islã com fundamentalismo islâmico”</strong></span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #000000;"><a href="http://laportelatine.org/vatican/vatican_et_islam/160729_islam_et_islamisme_gaud.php">Pe. Guillaume Gaud, FSSPX</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Se queremos procurar as causas mais profundas da onda terrorista, a questão não é simplesmente saber em que reside a diferença entre o que nós, ocidentais, chamamos islã ou fundamentalismo islâmico; mas saber se o problema fundamental não reside nos fundamentos da religião muçulmana, a despeito dos movimentos internos do islã.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Não se trata então de saber se a maneira como a jihad é conduzida por grupos como o Estado Islâmico está de acordo com a jurisprudência interna do islã (”eles não seguem as regras”, “eles são fanáticos”), mas de saber se o jihadismo é ou não essencial ao islã e, portanto, absolutamente inevitável. Se o jihadismo contra os infiéis é ou não um dever da comunidade dos crentes. Se o jihadismo é ou não uma ordem de Alá e de seu mensageiro Maomé. Em uma palavra, se um muçulmano tem ou não o direito de se opor ao princípio do jihadismo e continuar sendo muçulmano.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Vejamos então as fontes da fé e do direito muçulmanos: O corão dá as prescrições de Alá, o <em>hadith </em>dá o exemplo de Maomé para cumprir essas prescrições; o <em>fiqh</em><strong>, </strong>a jurisprudência islâmica, estabelece a relação entre a vida de cada muçulmano, o corão e o <em>hadith</em>.</span><span id="more-6311"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>O que o próprio Alá exige no Corão</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A jihad é uma exigência de Alá:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">– como meio de conversão: “<em>iniciar-se-á</em> <em>inimizade e um ódio duradouro entre nós e vós, a menos que creiais unicamente em Deus!” </em> (Corão 60.4)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">– como meio de enfraquecer as sociedades não-muçulmanas: <em>“Ó fiéis, combatei os vossos vizinhos incrédulos para que sintam severidade em vós…”</em> (9.124)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">– como meio de purificar a religião: <em>“combatei-os até terminar a perseguição e prevalecer a religião de Deus.” </em>(2.193)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">– como meio de justificar o massacre dos que não querem se converter: <em>“matai os idólatras, onde quer que os acheis; capturai-os, acossai-os e espreitai-os;”</em> (9.5)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">– guerra por toda parte onde reine a idolatria: <em>“matai os idólatras, onde quer que os acheis;” </em>(9.5)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">– guerra em todos os séculos, pois esta é uma regra imutável: <em>“Se os hipócritas e os que abrigam a morbidez em seus corações, e os intrigantes, em Medina, não se contiverem, ordenar-te-emos combatê-los; então, não ficarão nela, como teus vizinhos, senão por pouco tempo. Serão malditos: onde quer que se encontrarem, deverão ser aprisionados e cruelmente mortos. Tal foi a Lei de Deus, para com aqueles que viveram anteriormente. <strong>Nunca acharás mudanças na Lei de Deus</strong>!”</em>(33.6-2)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">– Alá garante a recompensa dos combatentes e daqueles que os ajudam: <em>“Quanto aos fiéis que migraram e combateram pela causa de Deus, assim como aqueles que os apararam e os secundaram — estes são os verdadeiros fiéis — obterão indulgência e magnífico sustento.”</em> (8.74)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">– Alá garante a punição daqueles que temem fazer a jihad: <em>“Se não marchardes (para o combate), Ele vos castigará dolorosamente, suplantar-vos-á por outro povo, e em nada podereis prejudicá-Lo, porque Deus é Onipotente.”</em> (9.39)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">– <em>“Aquele que, nesse dia, lhes voltar as costas — a menos que seja por estratégia ou para reunir-se com outro grupo — incorrerá na abominação de Deus, e sua morada será o inferno. Que funesto destino!”</em> (8.16)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">– Alá exige que se implante o terror: <em>“O castigo, para aqueles que lutam contra Deus e contra o Seu Mensageiro e semeiam a corrupção na terra, é que sejam mortos, ou crucificados, ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, ou banidos. Tal será, para eles, um aviltamento nesse mundo e, no outro, sofrerão um severo castigo.”</em> (5.33)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">– Alá é o verdadeiro autor da jihad (então nada de escrúpulos!): <em>“Vós que não os aniquilastes, (ó muçulmanos)! Foi Deus quem os aniquilou; e apesar de seres tu (ó Mensageiro) quem lançou (areia), o efeito foi causado por Deus. Ele fez para Se provar indulgente aos fiéis, porque é Oniouvinte, Sapientíssimo.”</em> (8.17)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">– Alá é claro, não há outro meio se eles não quiserem se converter: <em>“Quer implores, quer não (ó Mensageiro) o perdão de Deus para eles, ainda que implores setenta vezes, Deus jamais os perdoará, porque negaram Deus e Seu Mensageiro. E Deus não ilumina os depravados.” </em>(9.80)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">– Alá autoriza a dissimulação: <em>“Que os fiéis não tomem por confidentes os incrédulos, em detrimento de outros fiéis. Aqueles que assim procedem, de maneira alguma terão o auxílio de Deus, salvo se for para vos precaverdes e vos resguardardes.”</em>(3.28)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">– Nada de sentimentos durante a jihad: “<em>Está-vos prescrita a luta, embora o repudieis. É possível que repudieis algo que seja um bem para vós e, quiçá, gosteis de algo que vos seja prejudicial; todavia, Deus sabe todo o bem que fizerdes, Deus dele tomará consciência.” </em>(2.216)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Conclusão: Desse modo, no corão, a jihad está inteiramente a cargo de Alá, que é seu inspirador, mantenedor, provedor e beneficiário.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>O que Maomé faz</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Acima de tudo, grandes expedições militares: A Hégira (setembro, 622); Carta de Yathrib (622) ; Expedição de Badr (624); Expedição de Uhud (625); Expedição de Fossé (627); Expedição de Hudaybiya (628); Expedição de Kaybar (628); Tomada de Meca (630) ; Expedição de Hunayn (630); Expedições fora da Arábia (6&#8211;). Em dez anos, Maomé perpetrou dezenas de ataques movido por quatro objetivos principais:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8211; conquistar a região do Hejaz para a causa de Alá;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8211; reunir os beduínos sob sua bandeira;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8211; expulsar os judeus dos oásis;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8211; combater os cristãos do Império Bizantino.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">É no âmbito dessas batalhas que ele desenvolverá sua doutrina da não-confrontação, de dissimulação<strong>, </strong>(Maomé diz que<em>“guerra nada mais é do que trapaça”)</em> (Bukari 56.157), de <em>taqqiya</em>, ou amizade fingida (<em>“Que os fiéis não tomem por confidentes os incrédulos, em detrimento de outros fiéis. Aqueles que assim procedem, de maneira alguma terão o auxílio de Deus, salvo se for para vos precaverdes e vos resguardardes.” </em>(3.28), de tentar fazer o inimigo recuar, aterrorizando-o: assim Maomé decretou o assassinato de poetas (de civis!) que se opunham a ele; mandou assassinar Ka’b Ibn al-Ashraf, aterrorizando os Banu Nadir (tribo judaica de Medina) ; ou Abou Rafi, atravessado por um golpe de espada durante o sono (Bukari 64.14); ou Asma bint Marwan, assassinada enquanto dormia com seu bebê; ou o velho Abou Afak, morto também em seu leito.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Enfim, Maomé elevou a jihad em nome de Alá acima de toda a vida religiosa:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>“Deus será grato a qualquer um que partir para guerra para satisfazê-lo e não tenha outro objetivo que o provar sua fé e afirmar a crença em seus enviados. Ele os fará retornar com recompensa que ganharão ou com o butim conquistado, ou os fará entrar no paraíso. Se não fosse por minha compaixão por meu povo, eu não me deixaria ficar na retaguarda das tropas, mas, ao contrário, desejaria ser morto por glória de Deus, ressuscitar em seguida para ser de novo morto, e voltar à vida outra vez para, depois de tudo, ser morto ainda”</em> (hadith sahîh, Bukhari 2.26)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>As interpretações moderadas da jurisprudência (</strong><strong><em>fiqh</em></strong><strong>)</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A aplicação das prescrições corânicas deve sempre acontecer segundo uma escola de jurisprudência (<em>maddhab</em>); é em conformidade com seu método e seu conteúdo universalmente aceito que se faz a interpretação das prescrições corânicas. Esse esforço para aplicar retamente o Corão é chamado de ijtihad, e não pode de modo algum ser levado a cabo por um indivíduo – seja ele imam, xeique ou simples crente – independentemente de seus métodos. Aquele que quiser interpretar o Corão fora dessa metodologia, e chegar assim a uma conclusão ou a uma prática não-conforme à suna, comete uma inovação ilegítima (bida’), que não pode ser classificada como muçulmana nem pode ser seguida por nenhum crente. Desse modo, o muçulmano que deseja reinterpretar o Corão à luz dos “valores maçônicos da república”, ou à luz dos “interesses nacionais ou financeiros particulares” (mesmo da Arábia Saudita!) está em vias de sair do islã.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Entre as quatro principais escolas jurídicas oficiais que gerenciam 90% do islã sunita, a mais radical é, sem dúvida, a escola hambalita, que foi uma escola de reação contra a penetração da interpretação do Corão pelo pensamento profano. Compreende-se porque tal escola vai de vento em popa no Ocidente. Quanto mais se tentar uma reforma interna (islah) do islã pela fecundação de valores republicanos laicos, mais os muçulmanos irão procurar os métodos que provaram proteger seu corpo doutrinal.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Mas a escola jurídica mais moderada e difundida na França, “O islã oficial”, é a escola malikita.  Vejamos então  alguns trechos extraídos da Rissala, que é a mais célebre compilação da jurisprudência (fiqh) malikita. Seu autor, Al-Qayrawani, chamado de “o pequeno Malik”, nascido em 922, na Tunísia, é um exemplo de moderação, de maneira que seu trato logo se tornou o manual de base de toda a escola malikita. Eis alguns extratos do capítulo 30, consagrado à jihad:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>“A jihad é uma obrigação (comunitária) da qual alguns se encarregam para que outros possam ser dispensados </em>(Ora, a jihad não enfatiza então o radicalismo?). <em>É para nós preferível que os inimigos não sejam combatidos antes que lhes seja pregada a religião de Alá, salvo quando eles tomem a iniciativa de nos atacar. Ou eles aderem ao islã, ou pagam o imposto de capitulação (jizya), senão serão penalizados.</em>”</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">(Trata-se então de uma guerra para expandir a religião, ao contrário do que o papa afirmou em uma entrevista).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>“(…) fugir diante do inimigo está entre os pecados maiores, se eles não forem pelo menos o dobro dos muçulmanos. Se o seu número é maior, não há mal nisso.”</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> (Ora, nós estamos em guerra contra o califado, repetem nossos políticos; logo os muçulmanos da França que sustentam o califado não recuarão, não importa o que se faça)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>“O inimigo tem de ser combatido, não importa o homem que dirija os crentes, se piedoso ou perverso. Não há inconveniente em matar os que forem feitos prisioneiros entre os combatentes infiéis, mas não se matará ninguém depois de lhe ter concedido o aman  (anistia).”</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>(</em>Importantíssimo: isto legitima a manutenção do califado pelos muçulmanos, mesmo quando os dirigentes do  Estado islâmico forem perversos)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>“Ninguém trairá qualquer missão que lhe seja confiada. Não se matará nem as mulheres, nem as crianças, e se evitará matar os monges e os doutores da religião, salvo se eles combaterem. A mulher pode ser morta se combater.”</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> (A degolação do padre ultrapassa então os limites da fiqh melikita)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>“Ninguém pode partir para guerra sem a permissão dos pais, salvo se o inimigo ataque de surpresa sua vila. Nesse caso, todos os habitantes têm a obrigação de enfrentá-los, e não se pede a autorização dos pais em tal situação.”</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> (Para horror do globalismo, que desaparece com as fronteiras, os integrantes da Al Qaida afirmam que não se trata mais de defender uma cidade, mas o conjunto planetário dos muçulmanos que está sob ataque. Já os integrantes do califado islâmico afirmam que se deve substituir “cidade” por “califado”. Daí a partida dos muçulmanos franceses para a Síria).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Conclusão</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os franceses têm de encarar a realidade objetivamente, sem a exagerar ou encobrir. Há um problema que ultrapassa enormemente a questão da radicalização dos indivíduos. Um problema da essência do próprio islã, capaz de trazer questionamentos aos próprios muçulmanos; e eis o que ouvimos da Igreja em tal circunstância: “não é o islã, mas o fundamentalismo”. No entanto, desvelem a verdade que os libertará, com coragem, bondade e perseverança: o problema é o islã, o corão, Maomé e tudo que daí decorre. Porque tudo isso não vem de Deus, mas do seu inimigo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Ó muçulmanos! Olhem tudo isso face a face, e tenham a força de refletir com toda a liberdade. Não comparem o islã à sociedade ocidental laica e depravada de hoje: estarão comparando o mal com o mal. Antes, olhem a vida de Jesus no Evangelho, olhem a Igreja Católica que Ele fundou, mas a autêntica Tradição da Igreja, aos que permanecem fiéis a ela. Lá encontrarão a verdadeira adoração, a verdadeira fidelidade, a verdadeira lógica, a verdade paz e a caridade verdadeira. Rogo de todo coração por vós.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Fonte: <a href="http://permanencia.org.br/drupal/node/5183">Permanencia</a></span></p>
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		<title>RESPOSTA DO ESTADO ISLÂMICO AO PAPA&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Aug 2016 15:00:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Islamismo]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8230;.após o ridículo “inocente” comentário feito no vôo de volta da Polônia. ESTADO ISLÂMICO: NOSSA GUERRA É DE RELIGIÃO E ODIAMOS OS CRISTÃOS Revista Dabiq do Estado Islâmico &#8211; cristãos decapitados pelo ISIS em fevereiro de 2015 Fonte: ACI “O &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/resposta-do-estado-islamico-ao-papa/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8230;.após o <del>ridículo</del> “inocente” <a href="https://fratresinunum.com/2016/08/01/papa-no-aviao-nao-identificar-o-isla-com-a-violencia/">comentário feito no vôo de volta da Polônia</a>.</span></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #000000;">ESTADO ISLÂMICO: NOSSA GUERRA É DE RELIGIÃO E ODIAMOS OS CRISTÃOS</span></strong></p>
<p><a href="http://catolicosribeiraopreto.com/wp-content/uploads/2016/08/RevistaDabiqISIS_030816.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6308" src="http://catolicosribeiraopreto.com/wp-content/uploads/2016/08/RevistaDabiqISIS_030816.jpg" alt="RevistaDabiqISIS_030816" width="680" height="378" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;">Revista Dabiq do Estado Islâmico &#8211; cristãos decapitados pelo ISIS em fevereiro de 2015</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Fonte:</span> <a href="http://www.acidigital.com/">ACI</a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“O mandamento é claro, matar os infiéis como Alá disse”, foi a resposta do Estado Islâmico (ISIS) ao Papa Francisco no último número da sua revista Dabiq intitulada “Destruir a Cruz”, na qual afirma que odeia o ocidente cristão e acusa o Pontífice de querer “pacificar a nação muçulmana”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A última edição da revista Dabiq foi publicada depois que o Papa Francisco afirmou, durante o voo de volta da Polônia, “que não é justo identificar o islã com a violência. Não é justo nem é verdade”. No mesmo dia, grupos de muçulmanos foram às igrejas da França e da Itália para condenar o assassinato do Pe. Jacques Hamel, cometido por dois terroristas do ISIS.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“Francisco continua ocultando atrás de um véu enganoso de ‘boa vontade’, ocultando suas intenções atuais de pacificar a nação muçulmana”, assinalou a revista do grupo fundamentalista, que também criticou o governo da França por dizer que “o autêntico islã e uma leitura apropriada do Alcorão são opostas a toda forma de violência”.</span><span id="more-6307"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“Esta é uma guerra justificada divinamente entre a nação muçulmana e as nações dos infiéis”, afirmou o artigo intitulado “Pela espada”, em referência aos ataques na França, na Bélgica, nos Estados Unidos, na Alemanha e contra turistas ocidentais em Bangladesh.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os terroristas insistiram em acusar o Papa e “muitas pessoas dos países cruzados” de “lutar contra a realidade” em seus esforços por querer mostrar o islã como uma religião de paz.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“Certamente, livrar a jihad –difundindo a lei de Alá pela espada– é uma obrigação encontrada no Alcorão, a palavra do nosso senhor”, afirma o texto. “O sangue dos infiéis deve ser derramado de maneira obrigatória. O mandamento é claro. Matar os infiéis, como Alá disse: ‘Então matem os politeístas aonde quer que estejam”, expressou.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Nesse sentido, também rechaçaram que o Papa qualificasse de “violência sem sentido” os atos do Estado Islâmico.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8220;O ponto essencial da questão é que de fato há uma rima para nosso terrorismo, a guerra, a crueldade e a brutalidade&#8221;, expressou o ISIS, e insistiu que seu ódio pelo Ocidente cristão é absoluto e implacável.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“O fato é que inclusive, se deixassem de nos bombardear, nos prender, nos torturar, nos desprezar e apropriar-se das nossas terras, continuaríamos odiando-os, porque nossa razão primária para odiá-los não deixará de existir até que abracem o islã. Inclusive se pagassem a jizyah (imposto para os infiéis), e vivessem sob a autoridade do islã em humilhação, continuaríamos odiando-os”, afirmou o ISIS.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Finalmente, o grupo terrorista ameaçou que “os cavalheiros sedentos de sangue do califado continuarão sua guerra” e “não tenham dúvida de que esta guerra só acabará com a bandeira negra do Tawhid (monoteísmo islâmico) ondeando sobre Constantinopla e Roma, e isso não é difícil para Alá”.</span></p>
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		<title>SERÁ FRANCISCO UM PAU MANDADO DO RADICALISMO ISLÂMICO?</title>
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		<pubDate>Sun, 31 Jul 2016 15:00:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Christopher A. Ferrara Os Leitores talvez recordem que, recentemente, Francisco teve uma reunião privada no Vaticano com o Sheik Ahmed el-Tayeb,“Grande Imã” da Universidade Al-Azhar do Cairo, Muçulmano “moderado”, talvez a maior autoridade mundial sobre o Islamismo Sunita, e &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/sera-francisco-um-pau-mandado-do-radicalismo-islamico/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><span style="color: #000000;"><img class="irc_mi iAIrmvD3tB6g-pQOPx8XEepE aligncenter" src="http://glaucialima.com/wp-content/uploads/2016/05/AAA8209-1-740x493.jpg" alt="" width="388" height="265" />por <em><a href="http://www.fatima.org/port/perspectives/perspective875.asp">Christopher A. Ferrara</a></em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os Leitores talvez recordem que, recentemente, Francisco teve uma reunião privada no Vaticano com o <a style="color: #000000;" href="http://americamagazine.org/content/dispatches/pope-francis-and-top-sunni-leader-meet-vatican" target="_blank">Sheik Ahmed el-Tayeb</a>,“Grande Imã” da Universidade Al-Azhar do Cairo, Muçulmano “moderado”, talvez a maior autoridade mundial sobre o Islamismo Sunita, e que já chegou a prestar serviços ao “Grande Mufti” do Egipto.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Eu lembro-me de ter pensado na altura: “-Moderado, mentira rasteira!” Eu teria conjeturado que o velho amigo Ahmed deveria ter apelado à ‘-Morte aos infiéis!’ em algum dos seus escritos ou discursos, o que não seria mais do que seguir o <a style="color: #000000;" href="https://www.washingtonpost.com/news/worldviews/wp/2013/05/01/64-percent-of-muslims-in-egypt-and-pakistan-support-the-death-penalty-for-leaving-islam/" target="_blank">código legal islâmico</a> “moderado” do Egipto e de outros Estados Islâmicos “moderados”. Mas eu deixei cair o assunto, uma vez que ninguém consegue estar atualizado com todo o Circo Bergogliano.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Houve, no entanto, quem fizesse tal trabalho por nós.  Raymond Ibrahim, nascido no Egipto de pais Cristãos Coptas, uma autoridade sobre o Islão, e fluente em Inglês e Árabe, revelou o seguinte <a style="color: #000000;" href="http://www.raymondibrahim.com/2016/06/24/egypts-top-moderate-cleric-apostasy-a-crime-punishable-by-death/" target="_blank">no seu site da Internet</a>:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Apesar de o seu assunto principal ser o de que quem não segue o Islão é predisposto por natureza a ser um criminoso, ele dava uma ênfase especial àqueles, cuja apostasia se apresenta como um “grande perigo para a sociedade islâmica. E isso devido ao facto de essa apostasia ser um resultado do seu ódio pelo Islão e um reflexo da sua oposição a ele. Em minha opinião, <em>isso é alta traição</em>.”</span><span id="more-6150"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">E o Sheikh al-Tayeb acrescentou aquilo que todos os Muçulmanos sabem: “Os eruditos no Islão [al-fuqaha] e os Imãs das quatro escolas de jurisprudência consideram que a <em>apostasia</em> é um crime e concordam em que <em>o apóstata tem necessariamente de renunciar à sua apostasia ou, em caso contrário, será executado</em>.”</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Finalmente, e por um bom critério, citou uma <em>hadith</em> ou tradição <em>do profeta do Islão, permitindo que fossem punidos com a morte outros Muçulmanos em três circunstâncias: adultério, homicídio e apostasia</em>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O <a style="color: #000000;" href="http://mahoundsparadise.blogspot.com/2016/07/top-muslim-ally-of-pope-francis.html" target="_blank">Mahound’s Paradise</a>, um site da Internet do anti-radicalismo islâmico, observa que o Instituto de Estudos para os Direitos Humanos do Cairo exigiu a el-Tayeb que retractasse as suas afirmações, mas não recebeu qualquer resposta. O Instituto chama ainda a atenção para algo de que Francisco, no exercício de uma razoável prudência em relação aos Muçulmanos “moderados”, deveria estar bem ciente: o facto de a Universidade onde el-Tayeb é o Grande Imã “adota dois discursos contraditórios: um que é aberto e se destina ao exterior, e outro que apoia o extremismo violento e se destina ao uso interno.”</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O autor do <em>Mahound’s Paradise</em> conjetura que “o Papa não faz a mais pequena ideia daquilo em que el-Tayeb realmente acredita ou, melhor dizendo, <em>não se importa nada com isso</em>.” Eu acredito nesta última alternativa, porque ela explicaria muita coisa; inclusivamente o apelo de Bergoglio para se permitir uma verdadeira invasão islâmica da Europa, e a sua reação curiosamente muda perante o atual genocídio de Cristãos às mãos muçulmanas, que está hoje em curso pelo mundo inteiro.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Depois, há <a style="color: #000000;" href="https://cruxnow.com/global-church/2016/06/19/pope-says-martyrdom-not-genocide-best-word" target="_blank">a declaração absolutamente incrível </a>de Francisco: “-Eu não gosto que [alguns] falem de um genocídio de Cristãos no Médio Oriente: É um reducionismo.” -Pelo amor de Deus! Até o Governo dos Estados Unidos <a style="color: #000000;" href="http://www.nationalreview.com/article/432993/isiss-genocide-christians-recognized-john-kerry-congress" target="_blank">chama a isso um genocídio</a>!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Será Francisco um pau mandado do Radicalismo Islâmico?  Ou quererá o Leitor apostar muito dinheiro que não é?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Repare-se como o elemento humano da Igreja se distanciou dos tempos da Reconquista Cristã que libertou Portugal da tirania do Islão, altura em que uma moura prisioneira chamada Fátima se converteu à verdadeira Fé, casou com o seu apreensor que por ela se tinha apaixonado e se tornou a Princesa Oureana (o seu nome de Baptismo). Foi dela que recebeu o nome a aldeia de Fátima.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Hoje, porém, é o próprio Papa que se inclina a Imãs e a Muftis, enquanto o Islão ressurge na Europa, para aplauso do Vaticano, cujos representantes esperavam a abertura d’<a style="color: #000000;" href="http://www.nytimes.com/1989/07/31/world/rome-journal-a-mosque-is-built-finally-in-the-city-of-st-peter.html" target="_blank">a primeira mesquita em Roma</a> já em 1989.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Ao que parece, só uma intervenção direta divina pode pôr fim a toda esta loucura.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">-Nossa Senhora de Fátima, rogai por nós!</span></p>
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		<title>“O PAPA ESTÁ ERRADO. ESTAMOS SOFRENDO ÓDIO POR PARTE DE UMA RELIGIÃO”</title>
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		<pubDate>Sat, 30 Jul 2016 15:00:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Patriarca de Antioquia reage à declaração de Francisco: Terrorismo e cristão assassinados por ódio à sua fé, primeiro no Oriente Médio e, agora, na Europa. Ignace Youssif III Younan fala à “Radio Uno” (uma rádio italiana) e pede para “evitar a &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/o-papa-esta-errado-estamos-sofrendo-odio-por-parte-de-uma-religiao/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Patriarca de Antioquia reage à declaração de Francisco: Terrorismo e cristão assassinados por ódio à sua fé, primeiro no Oriente Médio e, agora, na Europa. Ignace Youssif III Younan fala à “Radio Uno” (uma rádio italiana) e pede para “evitar a linguagem politicamente correta. Devemos dizer que foi um islamismo radical e terrorista”.</em></p>
<p><img class="  aligncenter wp-image-40482" src="https://fratresinunum.files.wordpress.com/2016/07/patriarca.jpg?w=690" alt="patriarca" width="423" height="285" /></p>
<p style="text-align: center;">O Patriarca à esquerda</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Por <a href="http://www.ilfoglio.it/chiesa/2016/07/28/papa-jihad-religione-patriarca-di-antiochia___1-v-144954-rubriche_c280.htm">Il Foglio</a> | Tradução: <a href="https://fratresinunum.com/2016/07/29/o-papa-esta-errado-estamos-sofrendo-odio-por-parte-de-uma-religiao/" target="_blank">FratresInUnum.com</a></strong>: “Devemos evitar a linguagem policamente correta. Devemos dizer que foi um islamismo radical e terrorista. Este é o fato. Aqueles que causaram a tragédia em Dakar, 9 italianos, não eram nem pobres nem ignorantes. Eram de família muito bem posicionadas e educados. Não se pode falar de gente sofrida, socialmente marginalizada”. Quem disse isso, convidado pelo programa “Preto no Branco” da “Radio Uno”, foi Sua Beatitude Ignace Youssif III Younan, Patriarca de Antioquia dos sírios.</p>
<p style="text-align: justify;">“Enquanto estamos vivendo esta tragédia, vocês (no ocidente, <i>nota da redação</i>) estão fazendo elucubrações teóricas, e a sangue frio, e nós devemos sofrer a cada dia, a cada momento, os perigos do terrorismo islâmico. Um bispo morto, dez padres mortos”, tudo nos últimos tempos, acrescentou.</p>
<p style="text-align: justify;">Acerca da pergunta sobre as considerações do Papa sobre a guerra que não tem nada a ver com a religião, o Patriarca respondeu: “Com todo o respeito pelo Santo Padre, não está certo o que ele disse. Sempre houve gente mais rica que os outros. Aqui estamos sofrendo ódio por parte de uma religião”.<span id="more-6148"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Em janeiro passado, Ignace Youssif III Younan comentava com “Il Foglio” a evolução dos acontecimentos no oriente próximo: “Alepo era a segunda cidade da Síria, rica e florescente de comércios. Hoje está irreconhecível, depois de três anos e três meses de assédio. Em Mossul havia umas trinta igrejas e mosteiros, que hoje estão abandonados ou foram transformados em mesquitas. Homs parece Stalingrado durante a Segunda Guerra mundial”. “Os <i>raide</i> (operação militar em território inimigo, <i>nota do tradutor</i>) não bastam, é necessário sermos realistas”, disse o patriarca ao <i>Foglio</i> à margem da iniciativa: “Os bombardeamentos aéreos não são suficientes, porque estes terroristas sabem como se esconder entre os civis. É necessário coordenar os <i>raides</i> com os exércitos nacionais, como estão fazendo os americanos no Iraque e os russos na Síria”.</p>
<p style="text-align: justify;">Concorda, também, em falar sobre o genocídio que sofrem as comunidades cristãs locais: “Genocídio não significa apenas aniquilar uma comunidade, mas também erradicá-la, impedindo-a de voltar onde sempre esteve”. Pouco lhe agrada o acrônimo “Isis”: “Parece o nome de um perfume feminino, quando, ao contrário, se trata de bandas de terroristas que perderam o senso humano, a consciência, a moralidade. Precisa chamar cada coisa pelo seu nome, isto é, ESTADO ISLÂMICO”.</p>
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