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	<title>DOMINUS EST &#187; Pe. Lionel Héry</title>
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	<description>FIÉIS CATÓLICOS DE RIBEIRÃO PRETO (FSSPX) - SOB A PROTEÇÃO DE NOSSA SENHORA CORREDENTORA E MEDIANEIRA DE TODAS AS GRAÇAS</description>
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		<title>A MISSA E O SINAI</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Oct 2024 13:00:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Fé]]></category>
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		<category><![CDATA[Santa Missa]]></category>
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		<category><![CDATA[FSSPX]]></category>
		<category><![CDATA[Pe. Lionel Héry]]></category>

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		<description><![CDATA[No ofertório, o sacerdote, como um novo Moisés, sobe à temível montanha para ali conversar com Deus e apresentar-lhe a sua oferta, em união com os fiéis. Fonte: Apostol n° 171 – Tradução: Dominus Est A partir do lavabo, o rito da &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/a-missa-e-o-sinai/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class=" aligncenter" src="https://laportelatine.org/wp-content/uploads/2023/02/Mont-Sinai-2.jpg" alt="" width="528" height="369" /></p>
<p style="text-align: justify;"><em><b style="color: #000000;">No ofertório, o sacerdote, como um novo Moisés, sobe à temível montanha para </b><span style="color: #000000;"><span style="color: #000000;"><b>ali</b></span></span><b style="color: #000000;"><span style="color: #000000;"> </span>conversar com Deus e apresentar-lhe a sua oferta, em união com os fiéis.</b></em></p>
<p style="text-align: right;"><strong><span style="color: #000000;">Fonte: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://laportelatine.org/wp-content/uploads/2023/02/Apostol-171-fevrier-2023.pdf">Apostol n° 171</a></span> – Tradução: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://catolicosribeiraopreto.com/">Dominus Est</a></span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A partir do <em>lavabo</em>, o rito da missa entra numa fase solene, marcada por um certo silêncio nas palavras e nos gestos cuja cronologia descreveremos a seguir. Inclinado no meio do altar, com as mãos unidas, o sacerdote recita, em voz baixa, uma grande oração que resume tudo o que ele realiza: &#8220;<em>Recebei, Santíssima Trindade, esta oblação que vos oferecemos</em>&#8230;&#8221; São Pio V escolheu esta oração como sendo a melhor entre todas as fórmulas muito semelhantes usadas nas diferentes igrejas para renovar o recolhimento do celebrante. Mencionando também os Santos, cujas relíquias estão incrustadas no altar, o sacerdote as beija e, voltando-se para os fiéis, diz “<em>Orate fratres”.</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">D. Gaume comenta: “O sacerdote deixará os fiéis para adentrar no segredo do santuário. Como um novo Moisés, ele vai subir a formidável montanha para ali conversar com Deus. Mas não se esquece, antes de dar este grande passo, que carrega consigo as inseparáveis fraquezas da humanidade e que precisa, nesta terrível ocasião, ser ajudado pelas orações do povo, e diz: <em>&#8216;Orai irmãos&#8217;</em>&#8220;. Esta expressão certamente remonta aos próprios apóstolos. O rito cartuxo diz: “<em>Orai por mim, pobre pecador</em>”. Ao resto da fórmula, enquanto o sacerdote se voltava para o altar, foi acrescentado posteriormente: “<em>o meu sacrifício que também é vosso…</em>”. Os fiéis respondem: &#8220;<em>Receba, o Senhor, de vossas mãos este sacrifício</em>&#8230;&#8221;. O padre, como que reconfortado e aliviado, responde em silêncio: <em>Amém</em>, isto é: &#8220;<em>assim seja&#8221;</em>!</span><span id="more-29281"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O isolamento do sacerdote é representado pelo fato de permanecer de costas para o povo. Na antiguidade latina e oriental, o santuário era fechado e o sacerdote desaparecia do olhar dos fiéis. Segue-se, então, a sacratíssima liturgia composta pela secreta, pelo prefácio e pelo cânon. A oração e o cânon formam a chamada <em>secreta:</em>  as coisas separadas e santíssimas. Elas são ditas em voz baixa. O <em>prefácio</em> também faz parte da <em>secreta,</em> mas não é silencioso. Em contraste, ele irrompe solenemente, assim como no Monte Sinai a majestade divina se manifestou numa liturgia de glória e santidade:<em> Sanctus, Sanctus Sanctus.</em></span></p>
<p style="text-align: right;"><strong><span style="color: #000000;">Pe. Lionel Héry, FSSPX</span></strong></p>
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		<title>A ELEVAÇÃO E O PATER</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Sep 2024 14:43:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Fé]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Sacramentos]]></category>
		<category><![CDATA[Textos e Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[FSSPX]]></category>
		<category><![CDATA[Pe. Lionel Héry]]></category>

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		<description><![CDATA[O cânon da Missa termina com o que chamamos de pequena elevação. Antes do século XII, essa era a única elevação no rito da Missa. Fonte: Apostolo n° 178 &#8211; Tradução: Dominus Est O sacerdote, depois de fazer a genuflexão, pega a &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/a-elevacao-e-o-pater/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p class="Normal tm6"><img class="aligncenter" src="https://laportelatine.org/wp-content/uploads/2023/09/1-La-messe-traditionnelle-un-rite-sacre-YouTube-0-39-56.jpg" alt="" /></p>
<p class="Normal tm6" style="text-align: justify;"><strong><span class="tm7" style="color: #000000;">O cânon da Missa termina com o que chamamos de pequena elevação. Antes do século XII, essa era a única elevação no rito da Missa.</span></strong></p>
<p class="Normal tm6 tm8" style="text-align: right;"><strong><span style="color: #000000;"><span class="tm9">Fonte: </span><span class="tm7"><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://laportelatine.org/wp-content/uploads/2023/09/Apostol-178-octobre-2023.pdf">Apostolo n° 178</a> </span>&#8211; Tradução: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://catolicosribeiraopreto.com/">Dominus Est</a></span></span></span></strong></p>
<p class="Normal tm6" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm10">O sacerdote, depois de fazer a genuflexão, pega a hóstia entre os dedos e, com ela, traça cinco cruzes: </span><strong><span class="tm11">três cruzes</span></strong><span class="tm10"> acima do cálice dizendo “</span><em><span class="tm12">por Ele, com Ele e nEle</span></em><span class="tm10">”. Com este gesto e essas palavras o rito indica que o Corpo e o Sangue de Cristo, embora separados pelo sacramento, estão unidos na glória da Ressurreição.</span></span></p>
<p class="Normal tm6" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm10">Em seguida, o sacerdote traça </span><strong><span class="tm11">duas cruzes</span></strong><span class="tm10"> diante do cálice “</span><em><span class="tm12">a Vós que sois Deus Pai onipotente, na unidade do Espírito Santo</span></em><span class="tm10">…”; mostrando assim que apenas o Filho encarnou, mas que o Pai e o Espírito Santo estão presentes nesse sacrifício para recebê-lo.</span></span></p>
<p class="Normal tm6" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm10">Em seguida, o sacerdote coloca novamente a hóstia sobre o cálice e </span><strong><span class="tm11">os eleva juntos</span></strong><span class="tm10">, dizendo: “</span><em><span class="tm12">Toda honra e toda glória Vos sejam dadas</span></em><span class="tm10">”. Esta elevação significa a Ascensão de Cristo ressuscitado, pela qual o Pai recebe e aceita o sacrifício do Filho, consumando assim a nossa salvação.</span></span><span id="more-30384"></span></p>
<p class="Normal tm6" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm10">Por fim, o sacerdote coloca a hóstia e o cálice de volta sobre o corporal e cobre o cálice com a pala. Este último gesto é interpretado por alguns autores como representando a nuvem que cobriu Jesus Cristo durante a sua Ascensão. Em seguida, levantando-se da genuflexão, o sacerdote conclui em voz alta (ou cantando) “</span><em><span class="tm12">por todos os séculos dos séculos</span></em><span class="tm10">”. Os fiéis respondem “</span><em><span class="tm12">Amém</span></em><span class="tm10">”. Tudo está consumado, o silêncio do cânon é quebrado e os fiéis unem-se ao mistério da sua redenção que é realizada: “</span><em><span class="tm12">Amém</span></em><span class="tm10">”.</span></span></p>
<p class="Normal tm6" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm10">Abre-se, então, uma nova parte da Missa. Os batizados receberão os frutos da salvação: filiação divina, unidade, paz e comunhão. De agora em diante eles podem dirigir-se a Deus dando-lhe o nome de Pai. O sacerdote recita ou canta o </span><strong><em><span class="tm13">Pater Noster,</span></em></strong><span class="tm10"> com as mãos estendidas e os olhos fixos na Hóstia. A Hóstia não é o Pai, mas o Filho que assumiu esta carne. Contudo, foi o Filho quem nos ensinou o Pai Nosso. Como bom discípulo, o celebrante olha para o Mestre de oração. E depois dirige-se ao Pai através do Filho que disse: “</span><em><span class="tm12">Quem me vê, vê o Pai</span></em><span class="tm10">”.</span></span></p>
<p class="Normal tm6 tm8" style="text-align: right;"><strong><span style="color: #000000;">Pe. Lionel Héri, FSSPX</span></strong></p>
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		<title>COLETA E LAVABO</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Apr 2023 14:00:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Fé]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja Católica]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Missa]]></category>
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		<description><![CDATA[A coleta dominical não é um &#8220;parênteses&#8221; incongruente no meio da Missa. Ela faz parte do rito. Fonte: Apostol n° 170– Tradução: Dominus Est O famoso Bispo americano Mons. Fulton Sheen viajava num avião que entrou numa zona de turbulência. O avião estava tão &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/coleta-e-lavabo/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><img class=" aligncenter" src="https://laportelatine.org/wp-content/uploads/2023/01/Quete-2.jpg" alt="" width="573" height="292" /></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><em><span class="tm9">A coleta dominical não é um &#8220;parênteses&#8221; incongruente no meio da Missa. Ela faz parte do rito.</span></em></strong></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: right;"><strong><span style="color: #000000;"><span class="tm11">Fonte: </span><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://laportelatine.org/wp-content/uploads/2022/12/Apostol-170-janvier-2023.pdf"><span class="tm12">Apostol n° 170</span></a></span><span class="tm9">– Tradução: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://catolicosribeiraopreto.com/">Dominus Est</a></span></span></span></strong></p>
<p class="Normal tm6" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm13">O famoso Bispo americano Mons. Fulton Sheen viajava num avião que entrou numa zona de turbulência. O avião estava tão agitado que uma comissária se aproximou do padre: “</span><em><span class="tm14">Por favor, padre, poderia fazer algo religioso por nós!” </span></em><span class="tm13">Então Mons. Sheen se levantou e começou a fazer uma coleta com seu chapéu. Era uma ironia, mas não desprovida de verdade.</span></span></p>
<p class="Normal tm6" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm13">Foi São Paulo quem instituiu a coleta em favor dos pobres. Ele fala, em outras partes, do sustento daquele que celebra no altar. Durante séculos, as doações foram feitas em espécie. Mas esta prática foi suprimida por uma questão de boa ordem. Doravante, as esmolas seriam dadas em dinheiro para sustentar os mais necessitados: o clero e os pobres.</span></span><span id="more-29046"></span></p>
<p class="Normal tm6" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm13">Há um duplo propósito aqui explicado por São João Crisóstomo: “</span><em><span class="tm14">São Paulo estabeleceu que as coletas seriam realizadas no domingo, dia do sol e da ressurreição. Cada um de nós traz à assembleia sua modesta oferta, de acordo com suas posses: ninguém é taxado</span></em><span class="tm13">”. O primeiro objetivo é a caridade para com o próximo, e a segunda é a purificação das faltas: “</span><em><span class="tm14">Nossos pais colocaram os pobres à porta de nossas igrejas como fontes de purificação, pois a esmola é muito mais poderosa para purificar nossas almas do que a própria água para purificar nossas mãos</span></em><span class="tm13">.” Pela esmola da coleta, a assembleia se une ao celebrante que lava os dedos.</span></span></p>
<p class="Normal tm6" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm13">Esta cerimônia, diz D. Gaume, baseia-se em duas razões: uma natural e outra misteriosa. Certamente é necessário lavar os dedos após a incensação (e, no passado, após a manipulação das ofertas em espécie). Mas São Cirilo de Jerusalém disse: “</span><em><span class="tm14">Pensas que é para limpar o corpo? De modo algum. Esta lavagem das mãos nos recorda que devemos estar limpos de todos os nossos pecados, porque nossas mãos significam nossas ações. Lavar as mãos nada mais é do que purificar as nossas obras</span></em><span class="tm13">” (</span><em><span class="tm14">Catequese Mistagógica, 5)</span></em><span class="tm13">. O Salmo </span><em><span class="tm14">Lavabo</span></em><span class="tm13"> adequa-se perfeitamente a esta ação litúrgica do sacerdote, na qual os fiéis se associam pelo óbolo no cesto.</span></span></p>
<p class="Normal tm6" style="text-align: right;"><strong><span style="color: #000000;"><span class="tm11">Pe. Lionel Héry</span><span class="tm8">, FSSPX</span></span></strong></p>
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		<title>O MAGISTÉRIO DE JESUS CRISTO</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Mar 2023 14:00:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Fé]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus Cristo]]></category>
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		<category><![CDATA[Pe. Lionel Héry]]></category>

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		<description><![CDATA[Sem Jesus como Mestre, nenhum homem pode ser salvo. Fonte: Apostol nº 160 – Tradução: Dominus Est Jesus não é apenas um profeta, mas é o “único profeta”. Para compreender esta expressão, ensinada pelo Concílio Vaticano I, é necessário definir o que é um &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/o-magisterio-de-jesus-cristo/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="background: white; margin: 0cm 0cm 12.75pt; text-align: center;" align="center"><img class="" src="https://mlssyxn21lzq.i.optimole.com/HJiYXwI.mrv3~1a0ef/w:auto/h:auto/q:75/https://laportelatine.org/wp-content/uploads/2022/02/Pietro_Perugino_cat48c-e1644396777713.jpg" alt="Le Magistère de Jésus-Christ • La Porte Latine" width="313" height="313" /></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><strong><em><span class="tm9">Sem Jesus como Mestre, nenhum homem pode ser salvo.</span></em></strong></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: right;"><span style="color: #000000;"><strong><span class="tm10">Fonte: </span><span style="color: #0000ff;"><u><a style="color: #0000ff;" href="https://laportelatine.org/wp-content/uploads/2022/02/Apostol-160-fevrier-2022.pdf"><span class="tm10">Apostol nº 160</span></a></u></span><span class="tm10"><span style="color: #0000ff;"> </span>– Tradução: </span><span style="color: #0000ff;"><u><a style="color: #0000ff;" href="http://www.catolicosribeiraopreto.com/"><span class="tm10">Dominus Est</span></a></u></span></strong></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm11">Jesus não é apenas um profeta, mas é o “</span><em><span class="tm12">único profeta</span></em><span class="tm11">”. Para compreender esta expressão, ensinada pelo Concílio Vaticano I, é necessário definir o que é um profeta. Profeta: “</span><em><span class="tm12">Aquele que fala em nome de Deus</span></em><span class="tm11">” ou “</span><em><span class="tm12">Aquele por quem Deus fala</span></em><span class="tm11">”. Jesus é o Verbo de Deus. Por conseguinte, é a “</span><em><span class="tm12">Profecia</span></em><span class="tm11">” por excelência, e a fonte de todo poder para ensinar em nome de Deus.</span></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm11">Claro que houve profetas, pois acreditamos no Espírito Santo “</span><em><span class="tm12">que falou pelos profetas</span></em><span class="tm11">”. Mas São Paulo é claro: “</span><em><span class="tm12">Deus, tendo falado outrora muitas vezes e de muitos modos a nossos pais pelos profetas, nestes dias, que são os últimos, falou-nos por meio de seu Filho</span></em><span class="tm11">” (Heb 1,1). São Paulo subentende que Deus ensinou imperfeitamente os homens até enviar seu Filho, que ensina perfeitamente. Deus diz isso explicitamente a Moisés: “</span><em><span class="tm12">Eu lhes suscitarei do meio de seus irmãos um profeta semelhante a ti, e porei na sua boca as minhas palavras, e ele lhes dirá tudo o que eu lhes</span></em><span class="tm11"> </span><em><span class="tm12">mandar</span></em><span class="tm11">” (Deut 18,18). Os judeus sabiam que esta passagem falava do Messias, como testemunhado pela samaritana, quando ela encontra Jesus. &#8220;</span><em><span class="tm12">Quando, pois, ele [o Messias] vier, nos anunciará todas as coisas. Jesus disse-lhe: Sou eu, que falo contigo”</span></em><span class="tm11"> (Jo 4, 26).</span></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm11">Na noite da Última Ceia, Jesus, depois de lavar os pés dos discípulos, disse-lhes: &#8220;</span><em><span class="tm12">Chamais-me Mestre e Senhor e dizeis bem, porque o sou</span></em><span class="tm11"> &#8221; (Jo 13,13). Ele já lhes havia dito, como assinala Santo Agostinho: &#8220;</span><em><span class="tm12">Nem façais que vos chamem mestres, porque um só é vosso Mestre, o Cristo</span></em><span class="tm11"> &#8221; (Mt 23,10). Cristo, portanto, não é um mestre entre outros, senão o mais perfeito: ele é, por direito, o único Mestre supremo e universal que todos devem ouvir e de quem todos os outros doutores devem haurir. Não só ninguém tem o direito de ensinar depois de Jesus, mas Ele pode até mesmo julgar o que outros profetas disseram antes Dele. “</span><em><span class="tm12">Ouvistes que foi dito aos antigos: &#8216;Não matarás&#8230; Pois eu digo-vos que todo aquele que se irar contra teu irmão será submetido ao juízo do tribunal</span></em><span class="tm11">” (Mt 5, 21-22).</span></span><span id="more-26717"></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span class="tm11" style="color: #000000;">Por que razão Jesus Cristo deve ser o Doutor Supremo? Há uma razão que corresponde à realidade do próprio Jesus, e uma razão que corresponde à necessidade dos homens.</span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm11">Nos primeiros séculos da Igreja, os bispos chamados apologistas, argumentavam contra os pagãos. Eles opunham a luz de Cristo às vaidades dos filósofos. Citando Santo Irineu: “</span><em><span class="tm12">Não poderíamos ter aprendido de outra forma o que é de Deus, se nosso Mestre, que é o Verbo, não se tivesse feito Homem. Com efeito, ninguém mais poderia nos dizer o que é do Pai, senão seu próprio Verbo</span></em><span class="tm11">”. São Justino havia sido, outrora, um desses filósofos. Doravante, Jesus Cristo foi seu único Mestre. “</span><em><span class="tm12">É, portanto, manifesto, escreve ele, que nossa religião é elevada acima de toda doutrina humana, porque foi precisamente Cristo que apareceu para nós com corpo, Logos e alma, que foi toda razão” (Apologia</span></em><span class="tm11"> 2, 10).</span></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm11">Sem Jesus como Mestre, nenhum homem pode ser salvo. Santo Atanásio diz que, além da necessidade de libertar o homem da morte por mérito e graça, era necessário também libertá-lo da cegueira do pecado que destrói o conhecimento do verdadeiro Deus. É por isso que o Filho de Deus veio para nos ensinar. São Clemente de Alexandria proclama este mistério como um hino: “</span><em><span class="tm12">Ave Lux! A luz do céu brilhou aos nossos olhos enquanto estávamos envoltos em trevas e encerrados na sombra da morte. Esta luz é a vida eterna e todos os que dela participam têm vida.”</span></em></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm11">Jesus instituiu seus apóstolos para transmitir seu ensinamento às gerações futuras através da Igreja. Ninguém pode viver sem a palavra de Jesus. </span><em><span class="tm12">“Nem só de pão vive o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus</span></em><span class="tm11">” (Mt 4,4). Os ensinamentos de Jesus recebidos como alimento diário para o nosso espírito simplesmente nos fazem viver. É o alimento da vida cristã que leva até à vida eterna.</span></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span class="tm11" style="color: #000000;">Acima de tudo, não procuremos outros mestres senão Jesus: doutores duvidosos, usurpadores e vaidosos. Não nos consideremos suficientemente fortes para detectar todas as suas mentiras e evitar, por nós mesmos, todos os erros que habilmente disfarçam. Apeguemo-nos à verdade simples e segura do Evangelho e da qual a Igreja é guardiã.</span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em><span class="tm12">Esta é a Verdade que nos libertará.</span></em></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em><span class="tm12">Pois as palavras de Jesus são espírito e vida</span></em><span class="tm11"> (Jo 6,63).</span></span></p>
<p class="Normal tm6 tm13" style="text-align: right;"><span style="color: #000000;"><strong><span class="tm10">Pe. Lionel Héry, FSSPX</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>O ALTAR DA MISSA</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Jul 2022 14:00:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Fé]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja Católica]]></category>
		<category><![CDATA[Textos e Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[FSSPX]]></category>
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		<description><![CDATA[O que representa o altar na liturgia e quais são suas origens? Fonte: Apostol nº 161 – Tradução: Dominus Est A Missa católica, sacrifício do Novo Testamento, é celebrada sobre um altar. Este altar contém, pelo menos no seu centro, uma pedra consagrada pelo &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/o-altar-da-missa/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="background: white; margin: 0cm 0cm 12.75pt; text-align: justify;" align="center"><img class=" aligncenter" src="https://mlssyxn21lzq.i.optimole.com/HJiYXwI.mrv3~1a0ef/w:auto/h:auto/q:75/https://laportelatine.org/wp-content/uploads/2022/03/Autel_de_le%CC%81glise_dAvenas.jpg" alt="Autel de l'église d'Avenas (69), XIIe siècle. - Crédit : Wikimédia, Créative Commons." width="456" height="344" /></p>
<p class="Normal tm6" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><em><span class="tm8">O que representa o altar na liturgia e quais são suas origens?</span></em></strong></span></p>
<p class="Normal tm6" style="text-align: right;"><span style="color: #000000;"><strong><span class="tm9">Fonte: </span><span style="color: #0000ff;"><u><a style="color: #0000ff;" href="https://laportelatine.org/wp-content/uploads/2022/03/Apostol-161-mars-2022.pdf"><span class="tm9">Apostol nº 161</span></a></u></span><span class="tm9"><span style="color: #0000ff;"> </span>– Tradução: </span><span style="color: #0000ff;"><u><a style="color: #0000ff;" href="http://www.catolicosribeiraopreto.com/"><span class="tm9">Dominus Est</span></a></u></span></strong></span></p>
<p class="Normal tm6" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm10">A Missa católica, sacrifício do Novo Testamento, é celebrada sobre um altar. Este altar contém, pelo menos no seu centro, uma pedra consagrada pelo Bispo e incrustada com relíquias de santos mártires. Sem esta pedra, que é chamada de “</span><em><span class="tm11">pedra d’ara</span></em><span class="tm10">”, é proibido celebrar uma Missa. A maior parte das igrejas são consagradas, sobretudo se forem catedrais ou paróquias. Neste caso, todo o altar é consagrado, desde que seja feito de pedra.</span></span></p>
<p class="Normal tm6" style="text-align: justify;"><span class="tm10" style="color: #000000;">A origem do altar vem, primeiramente, do Antigo Testamento, quando Adão, Abel e Noé ergueram altares de pedra para Deus e ofereciam sacrifícios muito agradáveis ​​a Ele, pois prenunciavam a realidade que possuímos hoje: a Missa. A outra origem provém das primeiras Missas celebradas nas catacumbas durante a perseguição romana: os sacerdotes celebravam os mistérios em túneis subterrâneos (criptas) sobre a lápide onde jazia o corpo de um mártir na reentrância de um nicho (abside). Desta forma, o vínculo entre a imolação de Cristo e a da Igreja, entre o sacrifício da Cabeça e o dos membros, tornou-se manifesta.</span></p>
<p class="Normal tm6" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm10">Após a perseguição, as igrejas foram construídas preservando esses elementos: altar, pedra, mártires. Imediatamente se acrescentou uma conveniência simbólica: a orientação. O sacerdote celebra a Missa voltado para o Oriente. Com efeito, o sol que nasce ao leste, de fato, simboliza magnificamente a vinda de Cristo para dissipar as trevas. A Missa é, portanto, oferecida a Deus, em louvor de Cristo, a quem o sacerdote e os fiéis estão voltados. Além disso, tanto em casa como nas igrejas, os primeiros cristãos sempre rezavam junto a Cruz colocada no Oriente, em memória de Cristo cuja cruz foi erguida em direção ao Ocidente, diante do muro ocidental de Jerusalém. Quando, no início da missa, o sacerdote sobe ao altar e antes de incensá-lo, se inclina e beija a pedra enquanto faz duas orações: uma para pedir a purificação e outra para apagamento de seus pecados. Ele invoca os mártires cujos méritos são poderosos a fim de obter o perdão. Ele beija suas relíquias presentes para saudá-los, mas também para saudar Cristo representado pelo próprio altar. O altar está revestido com três toalhas de linho, para recordar o corpo de Cristo sepultado. Assim, o altar da Missa é identificado com o Cristo imolado, sepultado e glorificado. “</span><em><span class="tm11">Introibo ad altare Dei</span></em><span class="tm10">“: </span><em><span class="tm11">Subirei ao altar de Deus</span></em><span class="tm10">.</span></span></p>
<p class="Normal tm6" style="text-align: right;"><span style="color: #000000;"><strong><span class="tm9">Pe. Lionel Héry, FSSPX</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>A GENUFLEXÃO</title>
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		<pubDate>Thu, 26 May 2022 14:00:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Fé]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja Católica]]></category>
		<category><![CDATA[Textos e Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[FSSPX]]></category>
		<category><![CDATA[Pe. Lionel Héry]]></category>

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		<description><![CDATA[A igreja na qual entramos é a casa de Deus. Assim, saudemo-Lo com um gesto perfeitamente verdadeiro e próprio. Fonte: Apostol n ° 157 – Tradução: Dominus Est A igreja na qual entramos é “a casa de Deus”, não apenas como &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/a-genuflexao/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class=" aligncenter" src="https://mlssyxn21lzq.i.optimole.com/HJiYXwI.mrv3~1a0ef/w:auto/h:auto/q:75/https://laportelatine.org/wp-content/uploads/2021/11/vecchietta-genuflette.jpg" alt="La génuflexion • La Porte Latine" width="248" height="284" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><em>A igreja na qual entramos é a casa de Deus. Assim, saudemo-Lo com um gesto perfeitamente verdadeiro e próprio.</em></strong></span></p>
<p style="text-align: right;"><strong><span style="color: #000000;">Fonte: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://laportelatine.org/wp-content/uploads/2021/11/Apostol-157-novembre-2021.pdf">Apostol n ° 157</a></span> – Tradução: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://catolicosribeiraopreto.com/">Dominus Est</a></span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A igreja na qual entramos é “<em>a casa de Deus</em>”, não apenas como lugar reservado à sua divina liturgia mas também como lugar da sua residência eucarística. Deus está presente. Saudemo-Lo com um gesto perfeitamente verdadeiro e apropriado: a genuflexão. O liturgista M. Hébert, sacerdote em Saint-Sulpice, escreve: “<em>estar de joelhos ou se ajoelhar é a atitude humilde do suplicante, do pecador arrependido, da criatura perante o seu criador</em>”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A genuflexão, porém, é mais do que uma atitude: é um gesto litúrgico prescrito pela Igreja. Faz parte de uma lista de reverências, muitas das quais dizem respeito aos clérigos que participam de uma Missa ou de um ofício. Existem inclinações ao celebrante, à Cruz, aos fiéis. Essas inclinações não são todas iguais: existem as profundas (o busto é inclinado), outras simples (só a cabeça é inclinada), outras menores (cabeça e ombros) &#8230; A propósito, a genuflexão: dobramos o joelho direito no chão sem inclinar a cabeça.</span><span id="more-25882"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A genuflexão é reservada a Deus a quem adoramos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Devemos, portanto, fazer uma genuflexão ao entrar e sair da igreja para saudar Jesus Cristo no Santíssimo Sacramento no tabernáculo ou ao passar em frente ao tabernáculo, se estivermos andando na igreja.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Quando o Santíssimo Sacramento é exposto à adoração dos fiéis, é necessário fazer a genuflexão com os dois joelhos: colocamos os dois joelhos no chão e apenas inclinamos a cabeça (não os ombros, nem o peito), para marcar ainda mais a adoração. Observe que esta genuflexão com dois joelhos é prescrita ao entrar e sair da igreja, ou da capela, ou do coro onde o Santíssimo Sacramento está exposto e não depois, quando se atravessa a igreja. Se eu passar diante do Santíssimo Sacramento, faço uma genuflexão simples; se deixo meu banco para me confessar, não faço nenhuma genuflexão.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A hierarquia nos tipos de reverência significa duas coisas:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">1°) que a caridade que une os cristãos a Cristo e os cristãos entre si é regulada pela ordem, pelo respeito, pela verdade das relações que nos distinguem. Deus é Deus, para começar. A Igreja não é um grupo de amigos, mas a família de Deus.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">2°) Que Deus é honrado tanto por gestos exteriores de reverência como pela obediência às regras, que a tradição da Igreja tem, sabiamente codificado ao longo dos tempos.</span></p>
<p style="background: white; margin: 0cm 0cm 12.75pt; text-align: right;"><strong><span style="font-size: 11pt; color: #000000; letter-spacing: 0.75pt;"><a style="color: #000000;" href="https://laportelatine.org/personne/abbe-lionel-hery"><span style="text-decoration: none;">Pe. Lionel Héry</span></a>, FSSPX</span></strong></p>
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		<title>A ÁGUA BENTA</title>
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		<pubDate>Tue, 24 May 2022 14:00:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Fé]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja Católica]]></category>
		<category><![CDATA[Sacramentos]]></category>
		<category><![CDATA[FSSPX]]></category>
		<category><![CDATA[Pe. Lionel Héry]]></category>

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		<description><![CDATA[Adentremos na tradição e na intenção da Igreja, evitando usar a água benta mecanicamente. Fonte: Apostol n ° 156 &#8211; Tradução: Dominus Est Quando entramos em uma igreja, nosso primeiro gesto é se utilizar da água benta com a qual fazemos o &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/a-agua-benta/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class=" aligncenter" src="https://media-cdn.tripadvisor.com/media/photo-s/09/4f/60/8b/igreja-matriz-de-cristo.jpg" alt="Pia batismal – Foto de Igreja Matriz de Cristo Rei, Bento Gonçalves -  Tripadvisor" width="276" height="219" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><em>Adentremos na tradição e na intenção da Igreja, evitando usar a água benta mecanicamente.</em></strong></span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #000000;"><strong>Fonte: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://laportelatine.org/wp-content/uploads/2021/10/Apostol-156-octobre-2021.pdf">Apostol n ° 156</a></span> &#8211; Tradução: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://catolicosribeiraopreto.com/">Dominus Est</a></span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Quando entramos em uma igreja, nosso primeiro gesto é se utilizar da água benta com a qual fazemos o sinal da cruz sobre nós mesmos. Em suma, abençoamo-nos com a água benta.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A água benta é o sacramental básico, por assim dizer. Não contém a graça &#8211; como é o caso dos 7 sacramentos &#8211; mas é uma prece muito poderosa da Igreja. O seu efeito principal é expulsar os demônios graças aos exorcismos que esta água recebeu, e ao sal que o sacerdote acrescenta durante a sua bênção. A água benta remove, portanto, as perturbações imediatas do demônio, tais como apegos ao pecado, tentações e distrações.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">É aconselhável, portanto, utilizar a água benta para estar melhor preparado para honrar o lugar sagrado &#8211; que é a igreja, para alí rezar, para assistir os ofícios e receber os sacramentos. Em poucas palavras, a água benta leva-nos do profano ao sagrado.</span><span id="more-25603"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Este rito segue as práticas das primeiras igrejas cristãs, quando os fiéis recebiam água benta do próprio celebrante antes de entrarem na igreja, ou a levavam em bacias ou cântaros colocados no vestíbulo. Hoje em dia são aspergidas pelo celebrante no início da Missa solene dominical.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Adentremos na tradição e na intenção da Igreja, evitando utilizar a água benta mecanicamente. Não se deve utilizá-la quando há a aspersão do domingo. Também não há razão para utilizá-la ao sair da igreja, especialmente depois de ter comungado. Qualquer outro uso de água benta pelos fiéis na igreja deve ser evitado.</span></p>
<p style="text-align: right;"><strong><span style="color: #000000;">Pe. Lionel Héry, FSSPX</span></strong></p>
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