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	<title>DOMINUS EST &#187; Pe. Louis-Marie Berthe</title>
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	<description>FIÉIS CATÓLICOS DE RIBEIRÃO PRETO (FSSPX) - SOB A PROTEÇÃO DE NOSSA SENHORA CORREDENTORA E MEDIANEIRA DE TODAS AS GRAÇAS</description>
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		<title>AS TRÊS AVE-MARIAS</title>
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		<pubDate>Wed, 06 May 2026 16:28:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Textos e Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Pe. Louis-Marie Berthe]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste mês de maio, dedicado à Virgem Maria, vamos falar de uma maneira bela e profunda de rezar a ela, muito pouco conhecida e, no entanto, tão simples, que está ao alcance de qualquer pessoa, seja ela um fiel assíduo &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/as-tres-ave-marias/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class=" aligncenter" src="https://fsspx.news/sites/default/files/styles/content_image_16_9_desktop/public/fsspxactualites/fsspxnews/image1_11.png?itok=9sVW3st1" alt="" width="534" height="314" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">Neste mês de maio, dedicado à Virgem Maria, vamos falar de uma maneira bela e profunda de rezar a ela, muito pouco conhecida e, no entanto, tão simples, que está ao alcance de qualquer pessoa, seja ela um fiel assíduo da Missa dominical ou alguém cuja fé ainda está dando os primeiros passos e nem sempre o leva até a igreja.</span></strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong>Fonte:<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://fsspx.news/fr/news/les-trois-vous-salue-marie-58944"> DICI </a></span>&#8211; Tradução: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://catolicosribeiraopreto.com/">Dominus Est</a></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Uma revelação da Virgem Maria a Santa Matilde (uma freira beneditina do século XIII) popularizou e conferiu autoridade a uma prática que remonta, segundo alguns, ao tempo dos apóstolos. Certa vez, quando Santa Matilde rogava à gloriosa Virgem Maria que se dignasse a assisti-la com sua presença em sua hora final, ela lhe respondeu: &#8220;<em>Eu te prometo; mas tu, rezes três Ave-Marias todos os dias</em>.&#8221; </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">E a Virgem Maria esclareceu o significado das três Ave-Marias:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8211; a primeira honra o Pai, que lhe concede o seu poder;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8211; a segunda é rezada em honra do Filho, que lhe concede a sua sabedoria;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8211; a terceira, em honra do Espírito Santo, que lhe concede a sua misericórdia.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Dessa forma, a prática das três Ave-Marias dá glória à Santíssima Trindade, ao mesmo tempo em que louva os três grandes atributos da mãe de Jesus Cristo: poder, sabedoria e misericórdia. Acrescentemos que essa oração é explicitamente indicada para obter a graça de uma boa morte ou, o que dá no mesmo, da salvação eterna.</span><span id="more-34766"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Estas três Ave-Marias foram praticadas de maneiras diferentes pelos santos e pelo povo cristão. Não nos esqueçamos de que elas são a forma original do nosso atual Ângelus. São Luís Maria Grignion de Montfort, por sua vez, introduziu o costume — ainda praticado hoje — de recitá-las antes de começar o Rosário. São Leonardo de Porto Maurício, que foi o seu pregador mais zeloso, estabeleceu o costume de rezar estas três Ave-Marias todos os dias, uma vez pela manhã ao acordar e uma segunda vez à noite antes de dormir, seguida da fórmula: “<em>Maria, minha boa Mãe, preservai-me do pecado mortal”</em>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Sejamos claros: essa prática tão simples constitui uma boa introdução à oração. Para aqueles que nunca rezam; aos que não sabem por onde começar; aos que não sabemos como orientar no caminho da oração; aos que não conseguem fazer uma oração pela manhã e à noite, propomos, para começar, esta forma de rezar: repetir três vezes a Ave-Maria no início e no fim de nossos dias, quando surge uma dificuldade ou quando se apresenta um momento de silêncio.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Ao ouvir com bondade este apelo, a Virgem Maria saberá levar nossa oração ao seu Filho Jesus, ela saberá nos ensinar a rezar e nos acompanhar na caminhada rumo ao céu, ela estará lá, como prometeu, na hora de nossa morte, assistindo-nos com sua presença e sua ternura maternal.</span></p>
<p style="text-align: right;"><strong><span style="color: #000000;">Pe. Luís Maria Berthe, FSSPX</span></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #000000;">Visão da Virgem Maria a Santa Matilde</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Enquanto Santa Matilde rezava à gloriosa Virgem Maria para que se dignasse a assisti-la com sua presença em sua hora final, a Santíssima Virgem respondeu-lhe: &#8220;<em>Eu te prometo; mas tu, rezes três Ave-Marias todos os dias.&#8221;</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>&#8220;Na primeira, irás se dirigir a Deus Pai, que, em seu poder soberano, exaltou minha alma a tal ponto que me conferiu uma posição somente após a dEle, no céu e na terra, e irás Lhe pedir que eu esteja presente na hora da sua morte para confortá-la e afastar de ti todo poder adverso.&#8221;</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>Na segunda oração, irás se dirigir ao Filho de Deus que, em Sua insondável sabedoria, Me dotou de tamanha plenitude de conhecimento e entendimento que me permite desfrutar da Santíssima Trindade, em um conhecimento que supera o de todos os santos. Irás pedir também a Ele que, por meio dessa claridade que de mim faz um sol radiante o suficiente para iluminar todo o céu, eu encha vossa alma, na hora de vossa morte, com as luzes da fé e da ciência, e que sejais protegida contra toda ignorância e todo erro.</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>Por meio da terceira oração, irás se dirigir ao Espírito Santo, que me inundou com o seu amor para me conceder tal abundância de doçura e ternura que somente Deus possui mais do que eu; e pedirás que eu esteja presente na hora da sua morte para derramar na tua alma a suavidade do amor divino. Assim, poderás triunfar das dores e da amargura da morte, a ponto de vê-las transformarem-se em doçuras e alegrias”</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Trecho do<em> Livro da Graça Especial, Revelações de Santa Matilde, virgem da ordem de São Bento.</em></span></p>
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		<title>&#8220;E VÓS, NÃO TENHAIS MEDO!&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 14:41:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Fé]]></category>
		<category><![CDATA[Textos e Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[FSSPX]]></category>
		<category><![CDATA[Pe. Louis-Marie Berthe]]></category>

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		<description><![CDATA[Ao chegarem ao túmulo onde o corpo de Jesus havia sido depositado, as santas mulheres — Maria Madalena e a outra Maria — ouviram, na manhã da Páscoa e por duas vezes, primeiro do anjo que rolou a pedra e &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/e-vos-nao-tenhais-medo/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class=" aligncenter" src="https://fsspx.news/sites/default/files/styles/content_image_16_9_desktop/public/fsspxactualites/fsspxnews/fsfs.png?itok=ybcLXyKj" alt="" width="531" height="307" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">Ao chegarem ao túmulo onde o corpo de Jesus havia sido depositado, as santas mulheres — Maria Madalena e a outra Maria — ouviram, na manhã da Páscoa e por duas vezes, primeiro do anjo que rolou a pedra e depois do Cristo ressuscitado: “<em>Não tenhais medo</em>!”</span></strong></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #000000;"><strong>Fonte: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://fsspx.news/fr/news/et-vous-nayez-pas-peur-58417">DICI</a></span> &#8211; Tradução:<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://catolicosribeiraopreto.com/"> Dominus Est</a></span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A expressão, porém, não é nova nas Escrituras: pelo contrário, ela permeia todo o texto sagrado, a ponto de alguns terem encontrado até 365 vezes! Mas ela ganha todo o seu sentido na Páscoa, à luz da Ressurreição: se Jesus Cristo venceu o pecado com sua consequência, a morte, o que bem podem temer todos aqueles que depositaram nele sua fé e sua esperança?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Mais do que imaginamos, o medo — em todas as suas formas, fracas ou fortes — determina, ou pelo menos modifica, nossas ações, pensamentos, reações e planos. Como qualquer outra emoção, o medo não deve ser negado, nem mesmo rejeitado de forma absoluta: ele sinaliza àquele que o sente uma ameaça real ou imaginária; cabe a cada um, então, avaliar a realidade, a gravidade e a iminência do perigo para saber até que ponto é importante deixar o medo prosperar ou não no coração.</span><span id="more-34612"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Assim, o medo de se separar de Deus ou de viver afastado Dele é bom e benéfico: mantém o homem na justiça e na verdade e o protege do vício. Ao contrário, o temor de ser abandonado ou rejeitado pelo próximo por causa do que se é ou do que se pensa deve ser proscrito: ele aprisiona o homem na mentira e na hipocrisia; ela o mata lentamente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Quando Jesus exorta seus discípulos a não terem medo, Ele os convida a não se deixarem intimidar nem determinar pelos perigos físicos e humanos que os ameaçam: a perda de bens materiais, o olhar de reprovação ou a má opinião dos outros, os acontecimentos desagradáveis da vida, a doença do corpo e até mesmo a morte: <em>“A vós, pois, meus amigos, vos digo : uao tenhais medo daqueles que matam o corpo, e depois nada mais podem fazer.</em>&#8221; (Lc 12, 4).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">As maquinações dos ímpios e as perseguições contra a Igreja, qualquer que seja a forma que assumam, também não devem ser temidas: <em>“Nao temas, o pequenino rebanho, porque foi do agrado do vosso Pai dar-vos o reino.</em>&#8221; (Lc 12,32).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">No próprio dia de sua vitória na Páscoa, Jesus Cristo deseja infundir, mais do que nunca, em seus discípulos esse espírito de santa liberdade, de confiança audaciosa e de vitória franca. Que ele seja sempre o nosso, dois mil anos depois, em meio aos temores que as más notícias do mundo podem suscitar, com razão.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O espírito católico, aquele que o Espírito Santo forma em nossos corações, não é feito de pusilanimidade, preocupação excessiva, ansiedade generalizada ou isolamento!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O que São Paulo lembra a Timóteo pode ser aplicado a qualquer pessoa nascida da água e do Espírito no batismo: &#8221; <em>Deus, com efeito, nao nos deu (em nossa ordenacao) um espírito de timidez, mas de fortaleza, de caridade e de temperanca.</em>&#8221; (2 Tm 1, 7).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Pe. Luís Maria Berthe, FSSPX</span></p>
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		<title>&#8220;SENTIR&#8221; FÉ?</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Nov 2025 14:39:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Fé]]></category>
		<category><![CDATA[Orações e Piedade]]></category>
		<category><![CDATA[FSSPX]]></category>
		<category><![CDATA[Pe. Louis-Marie Berthe]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitos se preocupam por não sentirem nada quando rezam. Fonte: Apostol nº 200 &#8211; Tradução: Dominus Est Muitos se preocupam por não sentirem nada quando rezam; por não sentirem nada quando vão à confissão pedir perdão pelos seus pecados; por não &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/sentir-fe/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p class="Normal tm6" style="text-align: center;"><img class="" src="https://wp-content.amenteemaravilhosa.com.br/2015/03/4-Arrependimento-article_13833147674-768x512.jpg" alt="O arrependimento: um sentimento inútil? - A mente é maravilhosa" width="368" height="247" /></p>
<p class="Normal tm6" style="text-align: center;"><strong><span class="tm7" style="color: #000000;">Muitos se preocupam por não sentirem nada quando rezam.</span></strong></p>
<p class="Normal tm6 tm8" style="text-align: right;"><strong><span style="color: #000000;"><span class="tm9">Fonte: </span><span style="color: #0000ff;"><u><a style="color: #0000ff;" href="https://laportelatine.org/wp-content/uploads/2025/10/Apostol-200-octobre_2025_compressed.pdf"><span class="tm7">Apostol nº 200</span></a></u></span> &#8211; Tradução: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://catolicosribeiraopreto.com/">Dominus Est</a></span></span></strong></p>
<p class="Normal tm6" style="text-align: justify;"><span class="tm10" style="color: #000000;">Muitos se preocupam por não sentirem nada quando rezam; por não sentirem nada quando vão à confissão pedir perdão pelos seus pecados; por não sentirem nada quando comungam na Missa; por não sentirem nada quando se esforçam para amar a Deus ou perdoar o próximo. Não seria isso um sinal, dizem eles, de que Deus não os está ouvindo; de que seus pecados não estão perdoados; de que sua comunhão é ruim; de que seu amor por Deus é inexistente; de que seu perdão é hipócrita?</span></p>
<p class="Normal tm6" style="text-align: justify;"><span class="tm10" style="color: #000000;">Essa preocupação é frequentemente reavivada pela lembrança de agradáveis sensações de bem-estar, plenitude, paz… às vezes até físicos: lágrimas, arrepios, sensações de calor… em certos momentos da vida – especialmente nos momentos que se seguem a uma conversão – a ponto de sermos tentados a associar, ou mesmo identificar, nossos sentimentos com a qualidade de nossa vida de fé.</span><span id="more-33935"></span></p>
<p class="Normal tm6" style="text-align: justify;"><span class="tm10" style="color: #000000;">No entanto, isso seria um grave erro. Pois são duas realidades distintas, que pertencem a dois níveis bem diferentes. Não nos esqueçamos disso! A vida de fé (com todos os atos que ela inspira: o arrependimento pelo pecado cometido, o amor a Deus e ao próximo, a oração&#8230;) é essencialmente sobrenatural e, portanto, transcende os sentidos: ela provém da parte mais espiritual da nossa alma. Ao contrário, os sentimentos pertencem à nossa sensibilidade humana, a parte mais carnal da nossa alma. É, portanto, perfeitamente possível amar a Deus verdadeira e sinceramente sem que o nosso coração seja tomado pela emoção. Mais surpreendente ainda: é possível apresentar-se diante de Deus em uma oração verdadeira, mesmo sentindo um certo desgosto; é possível também perdoar o próximo, mesmo sentindo ainda em sua carne uma repulsa visceral por ele.</span></p>
<p class="Normal tm6" style="text-align: justify;"><span class="tm10" style="color: #000000;">Mas essas duas realidades aparentemente distintas podem, por vezes, coexistir: ao nos conceder sentimentos agradáveis nos primeiros dias de nossa conversão, Deus quer nos atrair para Si e nos encorajar a segui-Lo; ao nos fazer sentir, em certos momentos da vida, Sua presença sensível, Deus nos traz Sua consolação em meio a uma provação duradoura; ao nos dar a sensação de termos perdoado, Deus completa em nossa carne o perdão que já havíamos concedido em espírito ao nosso próximo.</span></p>
<p class="Normal tm6" style="text-align: justify;"><span class="tm10" style="color: #000000;">É bom regojizarmos com esses sentimentos que Deus nos dá de tempos em tempos para estimular, confirmar e enriquecer nossa vida de fé. Também é bom não buscá-los ativamente nem basear nossa vida cristã neles, pois não são feitos para durar. Eles estão muito aquém do que Deus realmente espera de nós: acreditar apesar de qualquer impressão contrária; esperar contra toda esperança; amar além de qualquer aversão instintiva.</span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #000000;"><strong><span class="tm9">Pe. Louis-Marie Berthe, FSSPX</span></strong></span></p>
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		<title>AO TRABALHO!</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Sep 2025 14:57:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Textos e Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Pe. Louis-Marie Berthe]]></category>

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		<description><![CDATA[Em todo retorno de férias, lembremo-nos de que o trabalho traz, junto com os frutos e lucros que dele se obtêm, a felicidade: um sinal de que Deus assim assim o deseja e traz a sua bênção. Fonte: La Porte Latine &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/ao-trabalho/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p class="Normal tm5" style="text-align: justify;"><img class=" aligncenter" src="https://laportelatine.org/wp-content/uploads/2025/09/vines-2538167_1280.jpg" alt="" width="388" height="388" /></p>
<p class="Normal tm5" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><em><span class="tm6">Em todo retorno de férias, lembremo-nos de que o trabalho traz, junto com os frutos e lucros que dele se </span></em></strong><strong><em><span class="tm6">obtêm, a felicidade: um sinal de que Deus assim assim o deseja e traz a sua bênção.</span></em></strong></span></p>
<p class="Normal tm5" style="text-align: right;"><strong><span style="color: #000000;">Fonte: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://laportelatine.org/spiritualite/au-travail">La Porte Latine</a> </span>&#8211; Tradução: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://catolicosribeiraopreto.com/">Dominus Est</a></span></span></strong></p>
<p class="Normal tm5" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm8">Sabemos que o trabalho corresponde à vontade de Deus para o homem: Adão, o primeiro deles, é conduzido pelo Senhor Deus &#8220;</span><em><span class="tm9">ao jardim do Éden para o cultivá-lo e guardá-lo</span></em><span class="tm8">&#8221; (Gn 2,15). Assim como comer e beber, o trabalho traz, junto com os frutos e o lucro que dele se obtêm, a felicidade: um sinal de que Deus assim o deseja e traz a sua bênção.</span></span></p>
<p class="Normal tm5" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm8">No Antigo Testamento, os livros sapienciais frequentemente afirmam: &#8220;</span><em><span class="tm9">E também que todo o homem coma e beba, e goze do bem de todo o seu trabalho; isto é um dom de Deus.</span></em><span class="tm8">&#8220;, diz Eclesiastes (3, 13). &#8220;</span><em><span class="tm9">Porque comerás do trabalho das tuas mãos: bem-aventurado és! E te irá bem&#8221;</span></em><span class="tm8">, diz o Salmo 127 ao pai de família. E no livro de Provérbios (cap. 31), a mulher forte — modelo da mulher judia, fiel a Deus e sábia no governo da sua casa — é elogiada pelo trabalho das suas mãos, desde o preparo das refeições até o governo das criadas, desde os negócios até as obras de misericórdia: &#8220;</span><em><span class="tm9">Dai-lhe graças pelo fruto do seu trabalho</span></em><span class="tm8">&#8220;!</span></span><span id="more-33637"></span></p>
<p class="Normal tm5" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm8">O fato de Deus abençoar o trabalho dessa forma não significa que ele não se tornou penoso após o pecado original. O castigo do Senhor recai, inexoravelmente, sobre Adão e seus descendentes: &#8220;</span><em><span class="tm9">Comerás o pão com o suor do teu rosto, até que voltes á terra, de que foste tomado</span></em><span class="tm8">&#8221; (Gn 3,19). Deus também nos lembra: &#8220;</span><em><span class="tm9">Não despreze os trabalhos árduos, nem o trabalho dos campos instituído pelo Altíssimo</span></em><span class="tm8">&#8221; (Sb 7,15). No Novo Testamento, São Paulo retoma as lições dessa sabedoria inspirada e a aplica àqueles que, sob o pretexto do fim iminente do mundo, se entregam à preguiça</span><em><span class="tm9">: &#8220;Porquanto ouvimos dizer que alguns entre vós andam inquietos, nada fazendo, mas ocupando-se em coisas vãs.A estes, pois, que assim procedem, ordenamos e rogamos no Senhor Jesus Cristo que comam o seu pão, trabalhando pacificamente.</span></em><span class="tm8">&#8221; (2 Ts 3,11).</span></span></p>
<p class="Normal" style="text-align: right;"><span style="color: #000000;"><strong>Pe.Louis-Marie Berthe, FSSPX</strong></span></p>
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		<title>O PODER DA GRATIDÃO</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Aug 2025 14:21:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Textos e Reflexões]]></category>
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		<category><![CDATA[Pe. Louis-Marie Berthe]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma virtude para restaurar nossa alma. Fonte: Apostol n°198 &#8211; Tradução: Dominus Est À medida que um ano letivo chega ao fim — e antes que o próximo surja no horizonte — as férias oferecem um momento de pausa e relaxamento, um &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/o-poder-da-gratidao/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p class="Normal tm5"><strong><img class=" aligncenter" src="https://viva-porto.pt/wp-content/uploads/2019/02/obrigado.jpg" alt="Língua Portuguesa: a origem da palavra «Obrigado»" /></strong></p>
<p class="Normal tm5" style="text-align: center;"><strong><span class="tm6" style="color: #000000;">Uma virtude para restaurar nossa alma.</span></strong></p>
<p class="Normal tm5" style="text-align: right;"><strong><span style="color: #000000;">Fonte: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://laportelatine.org/wp-content/uploads/2025/07/Juillet-Aout_25.pdf">Apostol</a> </span>n°198 &#8211; Tradução: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://catolicosribeiraopreto.com/">Dominus Est</a></span></span></strong></p>
<p class="Normal tm5" style="text-align: justify;"><span class="tm7" style="color: #000000;">À medida que um ano letivo chega ao fim — e antes que o próximo surja no horizonte — as férias oferecem um momento de pausa e relaxamento, um momento para rever o ano que passou, um momento para despertar a gratidão em almas que muitas vezes estão cansadas e fatigadas.</span></p>
<p class="Normal tm5" style="text-align: justify;"><span class="tm7" style="color: #000000;">A gratidão é o movimento que nos leva em direção àqueles que nos fizeram bem, demonstrando-lhes estima, atenção, consideração e honra. Temos o dever de agradecer a nossos pais ou benfeitores, sejam eles quem forem: é justiça para com eles. Mas, como toda boa atitude que é cultivada, a gratidão também tem o poder de colocar nosso coração em ordem e remediar muitos de nossos infortúnios; tem o poder de restaurar o equilíbrio e a simplicidade de almas perdidas e complicadas; também pode restaurar a alegria e o ímpeto do desejo e da esperança de corações deprimidos que estão afundando em uma espiral negativa.</span><span id="more-33233"></span></p>
<p class="Normal tm5" style="text-align: justify;"><span class="tm7" style="color: #000000;">Pois a gratidão implica, antes de tudo, reconhecer o que recebemos dos outros. Ela nos convida a buscar com lucidez para o que devemos aos outros; a todos aqueles que, de uma forma ou de outra, contribuíram, pouco ou muito, para o que somos hoje. Longe de nos fecharmos e nos iludirmos com a autossuficiência, a gratidão nos lembra que os seres humanos são fundamentalmente dependentes dos outros, a começar pelo próprio Deus. Ela nos coloca em um clima de verdade e, consequentemente, abre o caminho para a verdadeira felicidade.</span></p>
<p class="Normal tm5" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm7">Mas há mais: a gratidão direciona nossa mente para o bem que nos é feito, para que possamos agradecer por isso; portanto, ela nos concentra — e esse não é seu menor mérito — mais no bem com que somos abençoados do que no mal que sofremos. Quando conhecemos a tendência do homem contemporâneo de se alimentar de pensamentos negativos e ideias catastróficas, a gratidão traz um reequilíbrio em nossa visão das coisas. Sem negar o mal que vê com serenidade, ela nunca se esquece de que o ser humano é fundamentalmente bom antes de ter sido danificado e corrompido pelo pecado. Finalmente, a gratidão — que é chamada de ação de graças quando é dirigida a Deus, a fonte de todo dom natural e sobrenatural &#8211; é a pedra de toque de nossa vida cristã. Ela garante sua autenticidade e solidez. Ela assegura seu dinamismo e superabundância. A Igreja não se engana ao colocar, na liturgia de 15 de agosto, coloca as palavras do Magnificat nos lábios da Virgem Maria no final de sua vida terrena: “</span><em><span class="tm8">Minha alma engrandece o Senhor e meu espírito se transporta em santa alegria em Deus, meu Salvador”</span></em><span class="tm7">&#8230;</span></span></p>
<p class="Normal" style="text-align: right;"><span style="color: #000000;">Pe. Louis-Marie Berthe, FSSPX</span></p>
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		<title>“DES”ORDEM SACRAMENTAL</title>
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		<pubDate>Thu, 15 May 2025 13:53:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Fé]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja Católica]]></category>
		<category><![CDATA[Sacramentos]]></category>
		<category><![CDATA[Textos e Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[FSSPX]]></category>
		<category><![CDATA[Pe. Louis-Marie Berthe]]></category>

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		<description><![CDATA[A ordem dos sacramentos entre si é muitas vezes ignorada na prática contemporânea.  Fonte: Apostol, maio 2025 – Tradução: Dominus Est Na Páscoa deste ano, novamente, os batismos de adultos e adolescentes aumentaram de forma exponencial. Essa é, sem dúvida, &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/desordem-sacramental/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class=" aligncenter" src="https://laportelatine.org/wp-content/uploads/2025/05/FR450854S.jpg" alt="" width="420" height="283" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><em>A ordem dos sacramentos entre si é muitas vezes ignorada na prática contemporânea. </em></strong></span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #000000;"><strong>Fonte: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://laportelatine.org/wp-content/uploads/2025/05/Apostol-196-mai_2025.pdf">Apostol, maio 2025</a></span> – Tradução: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://catolicosribeiraopreto.com/">Dominus Est</a></span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Na Páscoa deste ano, novamente, os batismos de adultos e adolescentes aumentaram de forma exponencial. Essa é, sem dúvida, uma boa notícia, mas também reflete (como não é novidade) uma profunda descristianização do país (e, correlativamente, uma queda não menos espetacular no número de batismos de bebês), mas que também mostra que a graça de Jesus Cristo continua a trabalhar nos corações e que a fé católica não disse a sua última palavra, especialmente porque precisamos acrescentar a esses recém-batizados aqueles que, embora já batizados, estão agora chegando à fé e à Igreja porque não foram ensinados por suas famílias e/ou paróquias. A Igreja Católica <span style="text-decoration: line-through;">na França</span> poderia, portanto, encontrar um novo impulso se esses batismos fossem suficientemente bem-preparados e acompanhados.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Mas nada é menos certo: alguns tipos de relatórios (que, reconhecidamente, não têm a precisão e o rigor das estatísticas) mostram que o sacramento do batismo, às vezes, é conferido fora de qualquer lógica sacramental. Por exemplo: o matrimônio católico nem sempre é exigido daqueles que, embora já vivam como casal, solicitam o batismo ou a crisma. Muito frequentemente, a participação na Missa dominical não é condição <em>sine qua non </em>para quem pede o batismo, como se a lei da Igreja – ainda em vigor – não expressasse o vínculo essencial entre o batismo e a Eucaristia, com o batismo encontrando sua realização na comunhão na Missa e a Missa dominical fornecendo o alimento indispensável que permite que o batismo se fortaleça, floresça e dê frutos.</span><span id="more-33056"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Essa desordem sacramental também é evidente na confissão, que nem sempre é exigida, ou mesmo oferecida àqueles que recebem a confirmação ou a Eucaristia. Pelo contrário, às vezes é dado a pessoas que vivem em uma situação conjugal irregular, de modo que os sacramentos da penitência e do matrimônio são desconectados e vividos separadamente (e, portanto, falsamente).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">No entanto, a doutrina católica ensina que os 7 sacramentos estão tão interconectados que podemos falar de um organismo sacramental. Se cada um dos sacramentos permite que as pessoas, em diferentes situações da vida, sejam ligadas &#8211; e enxertadas em – a Jesus Cristo, ele não pode ser recebido, sob pena de falsidade e esterilidade, sem um vínculo com os outros. A unidade e a coerência entre os 7 ritos instituídos por Jesus Cristo explicam por que, juntos, eles formam uma ordem sacramental.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Com demasiada frequência, a prática atual nas dioceses infelizmente desorganiza o setenário: os sacramentos não estão mais sempre ligados entre si e oferecidos em coerência uns com os outros: eles estão desarticulados como as peças dispersas de um quebra-cabeça, cuja imagem – o homem vestido de Cristo – não aparece mais de forma clara.</span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #000000;"><strong>Pe. Louis-Marie Berthe, FSSPX</strong></span></p>
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		<title>O ENCONTRO DE DUAS GERAÇÕES</title>
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		<pubDate>Wed, 14 May 2025 14:43:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Textos e Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[FSSPX]]></category>
		<category><![CDATA[Pe. Louis-Marie Berthe]]></category>

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		<description><![CDATA[O encontro entre o menino Jesus, com 40 dias de vida, e o velho Simeão no Templo de Jerusalém é, provavelmente, o único encontro no Evangelho que reúne duas idades tão extremas. Fonte: Apostolo n°192 – Tradução: Dominus Est A liturgia de &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/o-encontro-de-duas-geracoes/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p class="Normal tm6" style="text-align: justify;"><img class=" aligncenter" src="https://laportelatine.org/wp-content/uploads/2025/01/Presentation_of_Jesus_at_the_Temple_by_Fra_Angelico_San_Marco_Cell_10-884x1024.jpg" alt="" width="339" height="392" /></p>
<p class="Normal tm6" style="text-align: justify;"><strong><span class="tm7" style="color: #000000;">O encontro entre o menino Jesus, com 40 dias de vida, e o velho Simeão no Templo de Jerusalém é, provavelmente, o único encontro no Evangelho que reúne duas idades tão extremas.</span></strong></p>
<p class="Normal tm6 tm8" style="text-align: right;"><strong><span style="color: #000000;"><span class="tm9">Fonte: </span><span style="color: #0000ff;"><u><a style="color: #0000ff;" href="https://laportelatine.org/wp-content/uploads/2025/01/Apostol-192-janvier-2025.pdf"><span class="tm7">Apostolo n°192</span></a></u></span> – Tradução: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://catolicosribeiraopreto.com/">Dominus Est</a></span></span></strong></p>
<p class="Normal tm6" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm10">A liturgia de 2 de fevereiro, que comemora esse evento, reflete sobre ele da seguinte forma: “</span><em><span class="tm11">O santo velho carregava o Menino, mas o Menino dirigia o ancião</span></em><span class="tm10">”. O velho concentra e resume em si a Lei e os Profetas: é um homem justo, fiel aos mandamentos de Deus; vive na expectativa do Salvador de Israel e, sob a inspiração do Espírito, anuncia o Salvador prometido. Quando Simeão carrega o Menino nos braços, acolhe o Messias, há muito aguardado e esperado, por milhares de anos, por todo um povo. E se o Menino, por sua vez, conduz o ancião, é por meio da Vida de Deus, como uma fonte jorrante, que o Menino Jesus traz consigo.</span></span></p>
<p class="Normal tm6" style="text-align: justify;"><span class="tm10" style="color: #000000;">Embora esse encontro no Templo de Jerusalém represente a passagem da Antiga Aliança para a Nova, ela também representa a transição de uma geração para a seguinte. O ancião acolhe o recém-nascido e carrega-o, nos braços e em seu coração, com vistas ao futuro; a criança, com o frescor e a esperança de uma nova vida que carrega dentro de si, dá uma segunda juventude aos mais velhos.</span><span id="more-32692"></span></p>
<p class="Normal tm6" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm10">Como não ver neste encontro de um dia, a aplicação de uma bela e sábia máxima – “</span><em><span class="tm11">Venerar os mais velhos; amar os mais moços</span></em><span class="tm10">” – extraído da </span><em><span class="tm11">Regra de São Bento,</span></em><span class="tm10"> convidando-nos a estabelecer as relações entre os mais jovens e os mais velhos dentro da comunidade dos monges. Duas palavras escolhidas definem as atitudes de cada um em relação ao outro.</span></span></p>
<p class="Normal tm6" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm10">Há, na veneração, “<em>uma mistura de amor, admiração, respeito, cheio de consideração por aqueles que atingiram a maturidade por meio de uma longa experiência de vida. E como os jovens ainda estão no início da jornada de experiência que os mais velhos já percorreram, estes últimos devem ajudá-los, acompanhando-os com um amor cheio de compreensão, valorizando até os seus menores esforços, confiando neles. Escolhendo-os com simpatia em seu próprio coração, tendo em vista das mais belas esperanças a serem realizadas no futuro</em>” (Anna Maria Cànopi, </span><em><span class="tm11">Leitura da Regra).</span></em><span class="tm10"> </span></span></p>
<p class="Normal tm6" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm10">Reflitamos…</span></span></p>
<p class="Normal tm6" style="text-align: right;"><span style="color: #000000;"><strong>Pe. Louis-Marie Berthe, FSSPX</strong></span></p>
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		<title>JULGAR OBJETIVAMENTE</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Sep 2024 16:16:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Liberalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo Moderno]]></category>
		<category><![CDATA[Textos e Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[FSSPX]]></category>
		<category><![CDATA[Pe. Louis-Marie Berthe]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitas de nossas dificuldades cotidianas decorrem da falta de discernimento. O que isso significa? Fonte: Apostol n° 188 – Tradução: Dominus Est Não apreciamos a realidade dos fatos tal como eles são objetivamente. Deixamos de julgar corretamente uma determinada situação. Não &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/julgar-objetivamente/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class=" aligncenter" src="https://laportelatine.org/wp-content/uploads/2024/09/justice-2060093_1920.jpg" alt="" width="384" height="258" /></p>
<p><strong><em>Mu</em></strong><span style="color: #000000;"><strong><em>itas de nossas dificuldades cotidianas decorrem da falta de discernimento. O que isso significa?</em></strong></span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #000000;"><strong>Fonte: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://laportelatine.org/formation/philosophie/juger-avec-objectivite">Apostol n° 188</a></span> – Tradução: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://catolicosribeiraopreto.com/">Dominus Est</a></span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Não apreciamos a realidade dos fatos tal como eles são objetivamente. Deixamos de julgar corretamente uma determinada situação. Não se trata de erros, que afetam o nosso conhecimento sobre Deus, a humanidade ou do mundo material: erros que poderíamos chamar de “teóricos”. Mas trata-se de interpretar mal o comportamento do próximo; interpretar mal uma mensagem escrita ou oral, atribuindo-lhe um significado que ela não possui; não compreender as reações emocionais dos outros; fazer conexões – sem base alguma – entre dois fatos independentes; atribuir uma causa extraordinária a um fenômeno que pode ser explicado de forma mais simples pelas leis da natureza&#8230; Nosso olhar, fascinado pelos detalhes ou aspectos da realidade, esquece-se de considerá-la em sua totalidade: uma visão superficial que leva a um mal-entendido parcial ou até mesmo total.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Esses erros práticos de julgamento podem ter consequências mais ou menos graves, por vezes dramáticas. Na medida em que agimos de acordo com a maneira como avaliamos a realidade, é evidente que um erro de julgamento pode levar a decisões insensatas que vão contra nosso bem e nossa felicidade. Infelizmente, isso não é incomum&#8230; e o único objetivo deste artigo é apontar o dedo para um problema frequentemente encontrado.</span><span id="more-32090"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Como chegamos a esse ponto? Há várias causas, a começar pelas afeições descontroladas: a raiva ofusca a visão e impede que as pessoas sejam razoáveis. É por isso que a raiva nunca deve ser desencadeada antes que a situação tenha sido avaliada e julgada com calma! Amor e ódio, desejo ou aversão, tristeza ou alegria podem alterar profundamente nossa visão dos outros a ponto de distorcê-la. Mas também existem pensamentos falsos: preconceitos ou pré-conceitos, ignorância que nem imaginamos ter, ideias errôneas que carregamos sem sempre perceber; eles também contribuem, ao condicionar nossa inteligência, para julgar mal determinadas situações. Há também erros de raciocínio: fulano disse isso, fulano fez aquilo; a afirmação de fulano é verdadeira ou falsa; ou erros de método: para saber o que pensar sobre determinada pessoa, grupo ou sociedade, vejo o que a mídia ou as redes sociais têm a dizer sobre isso. Não é preciso dizer que o uso frequente de telas não nos ajuda a julgar as situações adequadamente: ao favorecer o imediatismo das informações e buscar o sensacionalismo ou a emoção, as telas muitas vezes nos impedem de dar um passo atrás, reservar um tempo e pensar bem para fazer os julgamentos corretos sobre as diversas situações com as quais nos deparamos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Aprender a julgar as situações objetivamente está se tornando um imperativo. Não há dúvida de que não somos iguais nesse aspecto: alguns têm uma aptidão natural para isso, enquanto outros não a possuem. Mas é possível que todos progridam: distanciar nossas emoções e nossas telas; verificar a veracidade de nossas ideias preconcebidas e a lógica de nosso raciocínio; referir-se a pessoas conhecidas pelo seu julgamento sensato e justo ou ter os seus julgamentos verificados por pessoas sábias: todas estas são maneiras de nos ajudar a remediar a nossa falta de juízo e as suas infelizes consequências.</span></p>
<p style="text-align: right;"><strong><span style="color: #000000;">Pe. Louis-Marie Berthe, FSSPX</span></strong></p>
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		<title>A MISSA QUE ENTERRA O VATICANO II</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Dec 2021 13:00:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[FSSPX]]></category>
		<category><![CDATA[Pe. Louis-Marie Berthe]]></category>

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		<description><![CDATA[Frequentar a Missa tradicional afasta [as pessoas] do Concílio, como mostram alguns fatos práticos. Fonte: Apostol n ° 156 – Tradução: Domimus Est Recentemente o Papa emitiu um Motu Proprio sobre o uso da Missa tradicional, programando &#8211; nada mais, nada menos &#8211; &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/a-missa-que-enterra-o-vaticano-ii/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://catolicosribeiraopreto.com/wp-content/uploads/2021/10/CV.png"><img class="aligncenter  wp-image-25551" src="http://catolicosribeiraopreto.com/wp-content/uploads/2021/10/CV.png" alt="CV" width="231" height="235" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em><b>Frequentar a Missa tradicional afasta [as pessoas] do Concílio, como mostram alguns fatos práticos.</b></em></span></p>
<p style="text-align: right;"><strong><span style="color: #000000;">Fonte: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://laportelatine.org/wp-content/uploads/2021/10/Apostol-156-octobre-2021.pdf">Apostol n ° 156</a></span> – Tradução: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://catolicosribeiraopreto.com/">Domimus Est</a></span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Recentemente o Papa emitiu um <em>Motu Proprio</em> sobre o uso da Missa tradicional, programando &#8211; nada mais, nada menos &#8211; seu progressivo desaparecimento. E por qual motivo? Por que é uma Missa que enterra o Vaticano II. A assistência a esta Missa afasta, com efeito, do Concílio (a princípio de forma inconsciente, mas depois de forma cada vez mais explícita), uma vez que é a expressão completa e mais marcante da fé e da vida católica, da qual o Concílio se afastou, de fato, por querer se adaptar à modernidade. Alguns fatos práticos mostram isso.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Quanto mais um padre celebra a Missa tradicional, mais descobre que não é mais o presidente de uma assembleia, mas o ministro de Jesus Cristo que se oferece na Cruz. Será apenas coincidência que o número de sacerdotes diocesanos esteja diminuindo enquanto onde se celebra a Missa tradicional nasçam muitos mais vocações sacerdotais, proporcionalmente falando?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Quanto mais os fiéis assistem à Missa tradicional, tanto mais compreendem que a participação ativa não consiste em posturas externas (fazer uma leitura, bater palmas, etc), mas em uma profunda atitude de união com a Cruz de Nosso Senhor. Será apenas coincidência que onde se celebra a Missa tradicional floresça, mais do que em qualquer outro lugar, com espírito de sacrifício, famílias numerosas e vocações religiosas?</span><span id="more-25550"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Quanto mais as pessoas se aproximam da Missa tradicional, mais elas percebem o significado e a gravidade do pecado. Será apenas coincidência que as pessoas que chegam aos nossos Centros de Missa frequentemente encontrem seu caminho de volta ao sacramento da penitência? E já não se atrevem, como faziam até então, a comungar em estado de pecado sem terem se confessado?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Quanto mais assistimos a Missa tradicional, mais ouvimos a pregação da clara e poderosa Verdade de Jesus Cristo. Será apenas coincidência que muitos dos fiéis católicos ignoram ou mesmo negam verdades essenciais da fé? E encontram, com a Missa tradicional, ideias mais ortodoxas sobre a fé católica?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Quanto mais assistimos a Missa tradicional, mais compreendemos que o Reinado de Nosso Senhor não é apenas aquele do Juízo Final e da vida eterna, mas que já começa aqui na terra, em nossas famílias e em nossas pátrias carnais. Será apenas coincidência que, onde se celebra a Missa tradicional, se desenvolveram (no último ano) iniciativas em defesa da liberdade da Missa em nosso país?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Para o Papa Francisco, portanto, faz-se necessário acabar com a Missa tradicional para que o Concílio Vaticano II não seja enterrado &#8230;</span></p>
<p style="text-align: right;"><strong><span style="color: #000000;">Pe. Louis-Marie Berthe, FSSPX</span></strong></p>
]]></content:encoded>
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