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	<title>DOMINUS EST &#187; Maçonaria</title>
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	<description>FIÉIS CATÓLICOS DE RIBEIRÃO PRETO (FSSPX) - SOB A PROTEÇÃO DE NOSSA SENHORA CORREDENTORA E MEDIANEIRA DE TODAS AS GRAÇAS</description>
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		<title>ASSASSINATO EM 33º GRAU: A INVESTIGAÇÃO DE GAGNON SOBRE A MAÇONARIA NO VATICANO</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Feb 2026 16:17:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise na Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Fé]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Concílio Vaticano II]]></category>
		<category><![CDATA[Maçonaria]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Dardo Juan Calderón Fonte: Adelante la Fe &#8211; Tradução: Dominus Est [Nota do editor: o livro foi publicado, no Brasil, pela Editora Flos Carmeli &#8211; veja aqui] Eis aqui um livro concebido com toda a técnica literária norte-americana para &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/assassinato-em-33o-grau-a-investigacao-de-gagnon-sobre-a-maconaria-no-vaticano/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p class="Normal tm5" style="text-align: center;"><img class="" src="https://m.media-amazon.com/images/I/51zoRa+gMDL._AC_UF1000,1000_QL80_.jpg" alt="Assassinato em 33º Grau: A Investigação de Gagnon Sobre a Maçonaria no  Vaticano (Volume 1) | Amazon.com.br" width="444" height="633" /></p>
<p class="Normal tm5" style="text-align: right;"><span style="color: #000000;"><strong>Por Dardo Juan Calderón</strong></span></p>
<p class="Normal tm5" style="text-align: right;"><strong><span style="color: #000000;">Fonte: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://adelantelafe.com/asesinato-en-grado-33-la-investigacion-de-gagnon-sobre-la-masoneria-en-el-vaticano/">Adelante la Fe</a></span> &#8211; Tradução: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.catolicosribeiraopreto.com">Dominus Est</a></span></span></strong></p>
<p class="Normal tm5" style="text-align: right;"><span class="tm6" style="color: #000000;">[Nota do editor: o livro foi publicado, no Brasil, pela Editora Flos Carmeli &#8211; <strong><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.floscarmeliedicoes.com.br/assassinato-em-33-grau?srsltid=AfmBOoo6JuNLWpSUZkp6-wGBXXb_dqlnYiK58HHT7kDnVEqAzjbsIxd5">veja aqui</a></span></strong>]</span></p>
<p class="Normal tm5" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm6">Eis aqui um livro concebido com toda a técnica literária norte-americana para ser sucesso de vendas. Muito bem escrito, muito ameno, com humor e todas as surpresas de roteiro cinematográfico ou de novela de folhetim. Pode-se ler em algumas horas, esperando que aconteça o que promete o título – o que não acontece – mas não importa! o “embuste” de um título com “gancho” perdoa-se facilmente porque você se divertiu e diz: </span><strong><span class="tm7">“que bobeira!&#8230; isso de infiltração maçônica nunca poder-se-á saber com ciência certa, tampouco a segurança de que houve tal assassinato, ou se existiu tal informe que ninguém viu. Mas dá-nos meios de ter a ideia mais conveniente à nossa fantasia!”</span></strong></span></p>
<p class="Normal tm5" style="text-align: justify;"><span class="tm6" style="color: #000000;">Devemos reconhecer que nenhum livro é “um” livro, mas tantos livros quanto são seus leitores e, em nosso caso, a perspectiva é a partir do mais antiquado “tradicionalismo”, lugar que nos leva às provisórias conclusões que aqui se arriscam e que se fazem desde a comodidade e gratidão de estar fora da ardilosa litis que se conta, longe dos dois bandos, e com a vantagem de ser um observador distante que se alimenta do Vetus Ordo.</span></p>
<p class="Normal tm5" style="text-align: justify;"><span class="tm6" style="color: #000000;">Trata-se da luta de dois bandos que dura grande parte do século XX, dentro do Vaticano. Bandos que lutam pelo domínio do governo burocrático, perante uns Papas que não fedem nem cheiram. Melhor dizendo, às vezes fedem e às vezes cheiram, segundo lhes é inspirado o temor. Temor de serem os protagonistas de uma quebra ou cisma da Igreja, cisma que, como a espada de Dâmocles, pendeu sobre suas cabeças fazendo-lhes correr o risco de ficar com o descrédito histórico e eterno de ser, para a posteridade e perante Deus, não o Piloto da Barca de Pedro mas o Capitão do Titanic.</span><span id="more-34336"></span></p>
<p class="Normal tm5" style="text-align: justify;"><span class="tm6" style="color: #000000;">O autor entende que esse medo – às vezes pânico – é a causa de suas “santidades” (que de modo algum põe em dúvida), chegando tais papas à categoria de “mártires” por terem sido submetidos ao suplício do ecúleo, que ambas facções puxaram para seus lados (embora o autor acredite se tratar de um lado só). No caso de João Paulo I, seria o que consiste sua “espécie de assassinato em grau 33”: infarto produto de uma tensão brutal causada pelo informe – e pressão – de Mons. Gagnon e do Cardeal Benelli de uma ponta e de outra, a violenta e estridente resposta do maçônico Cardeal Baggio com a proteção do Cardeal Villot (a guarda suíça escutou os gritos), cujas ameças ficaram no segredo dos muros do aposento. Diz-se que morreu por querer enfrentar o problema, coisa que o papa anterior não fez (às vezes otimista, as vezes lacrimoso), nem os dois posteriores pontífices, que sofreram parecidas agonias que mereceriam canonização. Sem dúvida, é a fuga dessa encruzilhada que explica a renúncia de Bento XVI e sua improvável canonização.</span></p>
<p class="Normal tm5" style="text-align: justify;"><span class="tm6" style="color: #000000;">O autor nos faz lembrar que o último Papa que governou rodeado de “sua” gente foi Pio X: tradicionalista, antimodernistas e contrarrevolucionário de próprio convencimento e com própria tropa. Depois dele, o tom de cada papado foi dado por aqueles que o rodeavam; conservadores até Pio XII; uma mescla empatada com João XXIII; e marcadamente progressista – e alguns maçons – com os três pós-conciliares. Não se fala de Francisco no livro, mas tem-se a sensação que esse será uma espécie de anti Pio-X, ou seja, modernista declarado e convencido que estabelece o tom de seu entorno, sem muita consideração dada a derrota total e o recuo dos conservadores. Para este papa, os tempos já estariam maduros para que se imponha o modernismo sem maiores oposições ou sofrimentos. Deveríamos recordar a ele que a revolução pare seus próprios carrascos, mas ele faz o que quer. [Nota do editor: o texto foi escrito durante o papado do Papa Francisco]</span></p>
<p class="Normal tm5" style="text-align: justify;"><span class="tm6" style="color: #000000;">Desde o concílio e até hoje, parece que os papas eleitos foram o resultado porco das facções que combatem entre si nos conclaves. Estando os comandantes das facções em luta convencidos que não podem vencer, pressionam os cardeais eleitores em acordos, que buscam no papável mais a debilidade do que a coincidência ideológica. Pesam-se, sobretudo, as razoes acidentais de amizades, companheirismos, favores devidos e contatos comuns, mais do que responder a um ou outro grupo. O assunto primordial da luta não é quem vai ser o Papa, mas quem poderá ser alçado a Secretário de Estado ou ministro.</span></p>
<p class="Normal tm5" style="text-align: justify;"><span class="tm6" style="color: #000000;">Na obra resenhada, os dois grupos são preto e branco: conservadores versus maçons infiltrados, nem mais nem menos. No meio, sobrevivem uma enorme legião de parasitas (a falta de caridade é minha) que acumulam cursos e doutorados no academicismo vaticano e cujas cabecinhas estragadas pela fraca filosofia e pela falta de disciplina espiritual (muitas vezes moral), estão dispostos a seguir o curso que seguem os mais fortes. Dispostos tanto ao progressismo quanto ao conservadorismo segundo os ventos. São sempre resgatáveis e utilizáveis por qualquer um que lhes dê comida e assegure sua “instalação”. Igualmente, para o autor, o Concílio carece de grande importância, já que, embora seja um tanto ambíguo, não moverá uma palha dos que estão convencidos em seus grupos, podendo servir de “constituição” para ambos. A legião de idiotas aplaudirá – com o pouco entusiasmo dos medíocres – tanto torcê-lo à esquerda quanto à direita. O conservadorismo costuma não levar em conta a deterioração irrecuperável da experiência decadente.</span></p>
<p class="Normal tm5" style="text-align: justify;"><span class="tm6" style="color: #000000;">O argumento do livro é que o grupo conservador (Benelli, Staffa), durante o papado de Paulo VI, provam e documentam que Bugnini e Baggio são maçons juramentados. Colocadas as provas em mãos de Paulo VI, a fresta pela qual via entrar a fumaça de Satanás na Igreja passa a ter nome e sobrenome – e todas as suas obras e pompas levam a ratificação de sua própria assinatura. O primeiro acusado era o autor do Novus Ordo que já estava em funcionamento (e que era o orgulho do Papa), e o segundo era o que decidia a consagração de Bispos de todo o mundo havia anos (e seguiria decidindo por mais tempo). Benelli consegue que Bugnini seja desterrado e que se nomeie um investigador para saber até que ponto chegava a infiltração – para isso promove Gagnon, que aceita. Baggio fica atado a seu cargo – é protegido de Villot que arrisca sua sorte junto com o atacado – removê-los seria um terremoto de implicações universais ao permitir o julgamento de milhares de consagrações de Bispos. Não se toca na obra dos dois maçons. </span></p>
<p class="Normal tm5" style="text-align: justify;"><span class="tm6" style="color: #000000;">Gagnon demora três anos para fazer o informe, e os apresenta a Paulo VI que não quer nem ver, nem tocá-los, e morre em poucos meses. Gagnon e os conservadores padecem desilusão por perderem a oportunidade na qual trabalharam e conspiraram de destituir o bando contrário, mas voltam ao ataque com João Paulo I, que parece ser meio progressista, mas sobre ele pode ter mais influência Benelli do que Villot, por velhas relações e por tê-lo promovido no Conclave. O papa Luciani – que para se mostrar bondoso e evitar suspeitas conserva Villot e Baggio, com promessa de nomear para seu lugar o cardeal Benelli – recebe o informe e o lê. Sofre horrivelmente, é um caminhão de esterco, teria preferido mil vezes mais ignorá-lo, mas com temor e terror chama Baggio para acertar contas. Reúnem-se à tarde, discutem fortemente e sem ver a ninguém mais do que Villot ao terminar a audiência, morre João Paulo I. Possível infarto? Villot impede a autópsia, é normal, fazê-la em um Papa seria terrível. Encontram-no na cama em “pose” de santo, deitado pacificamente com a Imitação de Cristo nas mãos, não muito próprio de um infarto, mas enfim&#8230;</span></p>
<p class="Normal tm5" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm6">Os conservadores voltam ao ataque com o Informe Gagnon para o novo Papa polaco, em que Benelli apostou (mais uma vez!) todas as suas cartas no Conclave, mas que mal assumindo o papado – para surpresa dos conservadores – deixou em seus cargos Villot, Baggio, e mesmo Marcinkus (que já parecia ser da equipe maçônica). Até mesmo Bugnini voltou, embora para morrer. O papa enrola para receber Gagnon, mas finalmente o recebe, supreendentemente consegue a audiência e é conduzido a ela pelo próprio Villot! João Paulo rechaça rapidamente, sem ler e com caráter azedo as insinuações do informe (que, parece, falava, além da lista de maçons, do possível assunto da P2 e do Banco Vaticano) e Gagnon é quase tocado de lá. O golpe de estado tão esperado pelos conservadores dá em nada. Gagnon aposenta-se e vai para a Colômbia, vencido, longe do poder. Benelli, que acreditou que chegaria à Secretaria de Estado, fica desenganado e em breve morre, muito jovem. Baggio segue a todo vapor. Villot também, mas já tem um câncer terminal de que morrerá em breve, sendo substituído por sua cria, seu secretário Casarolli, um sibilino de antologia (</span><strong><span class="tm7">“falava pouco e nunca expressava opinião própria”</span></strong><span class="tm6">).</span></span></p>
<p class="Normal tm5" style="text-align: justify;"><span class="tm6" style="color: #000000;">Gagnon voltará, alguns anos depois, convocado por um novo conservadorismo encabeçado por um antigo progressista (voltas das revoluções): o Cardeal Ratzinger que, depois de dois passos adiante, dava um passo para trás. Por ele será nomeado “visitador” da FSSPX, o que é outra história.</span></p>
<p class="Normal tm5" style="text-align: justify;"><span class="tm6" style="color: #000000;">A história é o triste relato da aventura conservadora no pós-concílio. Aqueles “mártires” que lutaram “por dentro” para recuperar a Igreja de Cristo e&#8230; fracassaram (até hoje alguns seguem, como esses soldados japoneses em uma ilha do pacífico, que não ficaram sabendo do fim da guerra). Seu grande sacrifício foi se manter humilhados em postos cada vez mais subalternos, engolir o sapo da Reforma Litúrgica que sabiam imposta pela maçonaria, suportar elegantemente o trato – melhor dizendo, “maltrato” – com todos os bispos nomeados pela maçonaria (provavelmente não escolhidos por serem maçons, mas por ser os mais imbecis e venais dos que se encontravam em cada lugar – conselho para a eleição de bispos dado por Napoleão a seus funcionários, logo após a Concordata com a Santa “Cede”)&#8230; E, acima de tudo, acompanhar a decadência, provavelmente apostasia, da Igreja, com visíveis chagas sobre suas inteligências, personalidades e sacerdócios, pelo fato incrivelmente paradoxal de que eram eles os “infiltrados” e os maçons, a maioria. Talvez seu maior sofrimento tenha sido o de se obrigar a ser surdos ao clamor de tantas almas que se precipitaram ao inferno, como resultado da apostasia da cúria; buscando uma estratégia que permitiu que isso acontecesse e que, enfim, não funcionou. Mas isso é apenas a visão facciosa de um “lefebvrista”.</span></p>
<p class="Normal tm5" style="text-align: justify;"><span class="tm6" style="color: #000000;">É-nos, por fim, inexplicável como o autor consegue manter o humor num relato que nos deveria gelar o sangue.</span></p>
<p class="Normal">
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		<title>13 DE AGOSTO EM FÁTIMA: A APARIÇÃO QUE A MAÇONARIA QUERIA EVITAR</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Aug 2025 14:00:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Durante a sua primeira aparição às três crianças de Fátima, no domingo, 13 de maio de 1917, a Virgem pediu-lhes que viessem todos os dias 13 dos meses seguintes. Mas em 13 de agosto, quando uma multidão de 20.000 pessoas já &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/13-de-agosto-em-fatima-a-aparicao-que-a-maconaria-queria-evitar-7/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="https://catolicosribeiraopreto.com/13-de-agosto-em-fatima-a-aparicao-que-a-maconaria-queria-evitar/"><img class=" aligncenter" src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/c/c9/ChildrensofFatima.jpg" alt="Pastorinhos de Fátima – Wikipédia, a enciclopédia livre" width="293" height="466" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Durante a sua primeira aparição às três crianças de Fátima, no domingo, 13 de maio de 1917, a Virgem pediu-lhes que viessem todos os dias 13 dos meses seguintes. Mas em 13 de agosto, quando uma multidão de 20.000 pessoas já lotava a Cova da Iria, nenhum dos três pastores esteve presente.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="text-decoration: underline; color: #0000ff;"><strong>CLIQUE NA IMAGEM PARA LER O TEXTO COMPLETO</strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>13 DE AGOSTO EM FÁTIMA: A APARIÇÃO QUE A MAÇONARIA QUERIA EVITAR</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Aug 2024 14:00:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Fé]]></category>
		<category><![CDATA[Santíssima Virgem Maria]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="https://catolicosribeiraopreto.com/13-de-agosto-em-fatima-a-aparicao-que-a-maconaria-queria-evitar/"><img class=" aligncenter" src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/c/c9/ChildrensofFatima.jpg" alt="Pastorinhos de Fátima – Wikipédia, a enciclopédia livre" width="293" height="466" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Durante a sua primeira aparição às três crianças de Fátima, no domingo, 13 de maio de 1917, a Virgem pediu-lhes que viessem todos os dias 13 dos meses seguintes. Mas em 13 de agosto, quando uma multidão de 20.000 pessoas já lotava a Cova da Iria, nenhum dos três pastores esteve presente.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="text-decoration: underline; color: #0000ff;"><strong>CLIQUE NA IMAGEM PARA LER O TEXTO COMPLETO</strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>SÃO JOÃO BOSCO E A MAÇONARIA</title>
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		<pubDate>Sat, 25 May 2024 14:08:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cristianofobia]]></category>
		<category><![CDATA[Fé]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja Católica]]></category>
		<category><![CDATA[Textos e Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Maçonaria]]></category>
		<category><![CDATA[São João Bosco]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte: Rivista La Tradizione Cattolica (FSSPX Itália) – Tradução: Dominus Est “O Piemonte, naquela época, era um dos reinos mais católicos do mundo em sua legislação. Os liberais, porém, reivindicavam de tempos em tempos novos direitos do Estado, que prejudicavam &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/sao-joao-bosco-e-a-maconaria-2/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><strong><span style="color: #000000;"><em><img class=" alignright" src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/6/65/Don_Bosco_%40_Torino%2C_1880_%28original%29.jpg" alt="Dom Bosco – Wikipédia, a enciclopédia livre" width="260" height="347" />Fonte: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.google.com.br/url?sa=t&amp;source=web&amp;rct=j&amp;url=https://www.sanpiox.it/archivio/images/stories/PDF/TC/TC_88.pdf&amp;ved=2ahUKEwjbnu6ko6XtAhVVK7kGHWYOBb8QFjAAegQIARAB&amp;usg=AOvVaw1XHvo_J64TEWW8vNKQNLBR">Rivista La Tradizione Cattolica (FSSPX Itália)</a> </span>– Tradução: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.catolicosribeiraopreto.com/">Dominus Est</a></span></em></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>“O Piemonte, naquela época, era um dos reinos mais católicos do mundo em sua legislação. Os liberais, porém, reivindicavam de tempos em tempos novos direitos do Estado, que prejudicavam a Igreja, na qual, como mãe piedosa, por vezes condescendia em algum ponto disciplinar para prevenir males piores (1)”(2).</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Estamos no século XIX, quando os efeitos da Revolução Francesa não apenas sobreviverão na Europa, mas se desenvolverão a ponto de contaminar a cultura cristã do Continente. A “Restauração”, após o Império napoleônico, foi um parênteses histórico ilusório: os soberanos, caídos de seus tronos sob a guilhotina ou levados ao exílio, de fato retornaram aos Estados, mas foram gradualmente encurralados pelo pensamento dominante: o liberalismo, apoiado cada vez mais por intelectuais, políticos, homens de governos constitucionalizados e parlamentarizados. A França de Voltaire e a Inglaterra do maçom Henry John Temple, terceiro visconde Palmerston (1784-1865) impuseram suas ideias a todo o continente, substituindo gradualmente o pensamento católico. E a Igreja se tornou o verdadeiro inimigo a ser abatido.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><strong>Do estado confessional à liberdade religiosa</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O primeiro artigo do Estatuto Albertino (4 de março de 1848), composto por 84 artigos, dizia: “A Religião Católica, Apostólica e Romana é a única religião do Estado. Os outros cultos já existentes são tolerados”. O sentimento profundamente católico do Rei Carlo Alberto (1798-1849) entrou em conflito com os interesses políticos que o levaram a simpatizar com o Conde Ilarione Petitti di Roreto (1790-1850), Conde Federico Sclopis di Salerano (1798-1878), Conde Stefano Gallina (1802-1867) e o Marquês Roberto Taparelli d&#8217;Azeglio (1790-1862), partidários das ideias liberais. Os chefes das sociedades secretas e carbonários da península italiana, ligadas a Paris e Bruxelas, vieram em segredo a Turim para se encontrar com o rei saboiano e lançar as bases da liberdade religiosa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">É de grande interesse o que escreveu o primeiro biógrafo de Dom Bosco (1815-1888), Giovanni Battista Lemoyne, SDB (1839-1916), muito bem informado sobre os fatos de seu tempo:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“O Rei [Carlo Alberto] queria libertar a Itália para fazer florescerem a religião e a justiça por lá; e certamente se tivesse sucesso, após a vitória ele converteria ou extinguiria o liberalismo, que agora ele apreciava como um meio.</span><span id="more-31649"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Ingênua esperança! Um demônio não se converte e não se extingue: introduzido na casa como um aliado, leva consigo a traição e a morte.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Nenhuma dessas manipulações vazou para o público, enquanto por anos uma obra mais ruinosa foi astuciosamente realizada pelas seitas em todas as regiões da Itália e especialmente no Reino Pontifício para derrubar os tronos e a Igreja Católica. Os chefes supremos da Maçonaria tinham escrito então, desde 1819 e 1820, uma <em>Instrução Permanente</em> que revelava as intenções mais secretas da seita, código e guia dos mais altos iniciados, e, portanto, escolhidos para liderar e capitanear todo o movimento maçônico e sectário, especialmente na Itália »(3).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Lemoyne ficou em posse desta <em>Instrução</em>. Trata-se do manifesto que circulava internamente na Maçonaria. Nele contém toda a estratégia anticlerical e anticatólica planejada para destruir a Igreja sem violência ou derramamento de sangue, mas com brandura e sedução de ideias, com o fim de comprometê-la desde dentro. O projeto inteligentemente elaborado não ficou no papel e foi aplicado com rigor, de modo que hoje os frutos desse planejamento são evidentes: a subjugação da Igreja ao mundo é quase unânime e global. A Igreja foi levada pelas ideias liberais, que triunfaram, criando um pensamento único na sua adesão ao subjetivismo; um pensamento radical e anticatólico.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><strong>O plano maçônico: atacar o papado</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A trágica <em>Instrução Maçônica</em>, que São João Bosco bem conheceu – e a opôs com palavras, escritos (pensemos na admirável proeza das <em>Leituras Católicas</em>), com ações (a formação salesiana antiliberal que se realizou em suas escolas e seus seminários) –, é um verdadeiro planejamento para destruir o catolicismo. O objetivo era claro: demolir a Igreja por dentro, atingindo seu coração: o papado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“Depois de nos tornarmos um corpo de ação e que (após os acontecimentos políticos de 1814 e 1815) a ordem começa a reinar tanto na <em>Vendita </em>[da Maçonaria] mais remota quanto na mais próxima do centro, agora existe um pensamento que sempre preocupou muito os homens que aspiram à <em>regeneração</em> universal. E o pensamento é o da libertação da Itália, da qual, em um determinado dia, deve emergir a libertação de todo o mundo, a <em>república</em> fraterna e a <em>harmonia </em>da humanidade. Este pensamento ainda não foi compreendido por nossos irmãos na França. Eles acreditam que a Itália revolucionária só pode conspirar nas sombras, apunhalar alguns cervejeiros ou traidores e, enquanto isso, suportar tranquilamente o jugo dos fatos consumados além das montanhas, pela Itália, mas sem a Itália. Esse erro já foi fatal para nós várias vezes. Não se deve combatê-lo com palavras; o que seria propagá-lo cada vez mais: ele deve ser morto com ações. E assim, em meio aos cuidados, que têm o privilégio de despertar os espíritos mais vigorosos de nossas <em>Venditas</em>, há um <em>que nunca devemos esquecer</em>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O papado sempre exerceu uma ação decisiva sobre o destino da Itália. Com o braço, com a voz, com a pena, com o coração de seus inúmeros bispos, frades, freiras e fiéis de todas as regiões, o Papado sempre encontrou pessoas prontas para o sacrifício, o martírio, o entusiasmo. Onde quisesse, ele teria amigos que morreriam por ele e outros que se despojariam por ele. É uma alavanca imensa, da qual apenas alguns Papas compreenderam todo esse poder. E ainda assim eles fizeram uso dele com certa reserva. Hoje, não se trata de restituir ao nosso serviço este poder momentaneamente enfraquecido: <em>o nosso fim último é o de Voltaire e da Revolução Francesa: isto é, a aniquilação total do catolicismo e até mesmo do ideal cristão</em>: o qual, se permanecesse de pé sobre as ruínas de Roma, seria mais tarde restaurado e perpetuado. Mas para alcançar este objetivo de maneira mais segura e não nos preparar para algumas decepções, que prolongam e comprometem indefinidamente o bom êxito da causa, não devemos dar atenção a esses presunçosos franceses, esses nebulosos alemães, esses ingleses melancólicos, que acreditam poder matar o catolicismo ora com uma canção obscena, ora com um sofisma, ora com um sarcasmo trivial que chega de contrabando como os algodões ingleses. O catolicismo tem uma vida que resiste a outras coisas. Ele viu adversários mais implacáveis ​​e mais terríveis; e ele muitas vezes experimentou o mau gosto de abençoar os mais raivosos entre eles com sua água benta. Deixemos, portanto, que nossos irmãos nesses países extravasem sua intemperança de zelo anticatólico: permitamos que zombem de Nossas Senhoras e de nossa <em>aparente</em> devoção. Com este passaporte poderemos conspirar com toda a comodidade e aos poucos alcançar nosso objetivo.”</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os &#8220;<em>iluminados”</em> autores, que difundiram essas diretrizes com grande capilaridade entre a elite dos iniciados, argumentaram que o Papado depende de seu Pastor Supremo. Como, então, minar essa instituição?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“Pois bem: o remédio foi encontrado. O Papa, seja ele quem for, nunca chegará às sociedades secretas:<em> cabe às sociedades secretas dar o primeiro passo em direção à Igreja e em direção ao Papa, com o objetivo de vencer ambos</em>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O trabalho que vamos empreender não é o trabalho de um dia, nem de um mês, nem de um ano. Pode durar muitos anos, talvez um século: mas em nossas fileiras o soldado morre e a guerra continua. Já não pretendemos ganhar o Papa para a nossa causa, nem torná-lo um neófito de nossos princípios ou um propagador de nossas ideias. Isso seria um sonho ridículo. E seja qual for a forma para transformar os acontecimentos, mesmo que aconteça de algum Cardeal ou algum Prelado, com toda a sua boa vontade e não por traição, fizesse parte de nossos segredos, isso não seria motivo para desejar sua elevação à Sé de Pedro. Essa elevação seria, de fato, nossa ruína. Visto que ele teria sido levado à apostasia somente pela ambição, a necessidade de poder o levaria necessariamente a nos sacrificar. O que devemos procurar e esperar, como os judeus esperam pelo Messias, é um Papa segundo as nossas necessidades.”</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Com a <em>Instrução Maçônica </em>davam-se indicações sobre como difamar os prelados: foi a campanha persecutória que foi perpetrada contra o clero durante o “Risorgimento” italiano, campanha que também levou ao assassinato, encarceramento e exílio de padres, religiosos e bispos. A manipulação conduzida pelos jornais (que, na época, eram lidos principalmente nos cafés, onde políticos e intelectuais se reuniam para conversar e conspirar) já era utilizada.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">De fato, o dizer “vá direto ao café, do café para a praça; uma palavra pode, às vezes, matar um homem. [&#8230;] Como na Inglaterra e na França, assim na Itália <em>nunca faltarão canetas que possam contar mentiras úteis</em> para uma boa causa. Com um jornal em mãos, onde verá impresso o nome do seu Monsenhor Delegado ou de Sua Excelência o Senhor Juiz, o povo não necessitará de mais provas. As pessoas aqui entre nós, na Itália, estão na infância do liberalismo. Elas agora acreditam nos <em>liberais como mais tarde acreditarão em qualquer outra coisa.</em>”</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Hoje não há mais “menores” no liberalismo vigente: os autores da <em>Instrução</em> identificaram perfeitamente o que aconteceria: eliminados os princípios católicos, os únicos que nos permitem ter um juízo real e razoável sobre o que é bom e o que é mau, sobre o que fazer ou não fazer, as pessoas acreditariam em qualquer ideia&#8230; como aquela de afirmar, por exemplo, que o feto não é um bebê, mas um punhado de células descartáveis; que os pais não precisam necessariamente ser de sexos diferentes, ou que os muçulmanos acreditam no mesmo Deus que os cristãos ou, novamente, que uma religião é tão boa quanto outra&#8230; A verdade objetiva se liquefaz e, entre as várias verdades subjetivas, prevalece e se torna autoritária aquela anunciada pelos megafones de informação, manipulados pelas grandes potências.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“Agora, portanto, para fabricar um Papa segundo o nosso coração, trata-se, antes de tudo, de uma questão de fabricar para este futuro Papa uma geração digna do Reino que esperamos. Homens velhos e maduros devem ser deixados de lado. Em vez disso, vá direto à juventude e, se possível, também na <em>infância</em>. [&#8230;] Uma vez que sua boa reputação esteja estabelecida nos colégios, ginásios, universidades e seminários: uma vez que tenham conquistado a confiança dos professores e dos jovens, certifiquem-se de <em>que especialmente aqueles que entram nas milícias eclesiásticas desejem conversar com você</em>. [&#8230;] Querem revolucionar a Itália? Busque o Papa que aqui retratamos. Querem estabelecer <em>o reino dos eleitos sobre o trono da prostituta da Babilônia? </em>Deixem que o clero <em>caminhe sob a vossa bandeira, acreditando caminhar sob a bandeira das Santas Chaves</em>. Querem fazer desaparecer o último vestígio de tiranos e opressores? Estendam suas redes [&#8230;] <em>no fundo das sacristias, seminários e conventos</em>, em vez do fundo do mar: e se não precipitar nada, prometemos-lhe uma pesca mais milagrosa que a de São Pedro. O pescador de peixes tornou-se pescador de homens: os senhores pescarão amigos aos pés da Cátedra Apostólica. [&#8230;] O sonho das sociedades secretas (de ter um Papa cúmplice) realizar-se-á por esta razão muito simples, que se funda nas paixões do homem. Portanto, não desanimemos nem pela decepção, nem pelo revés, nem pela derrota: preparemos nossas armas no silêncio das <em>Vendas</em>, apontemos todas as nossas baterias, explodamos todas essas nossas baterias, explodamos em todas as paixões, tanto <em>na pior</em> como nas mais generosas: e tudo nos leva a crer que este plano um dia terá um êxito muito além das nossas maiores esperanças”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Eis que, para chegar ao fim, não é necessário absolutamente fazer mártires:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“A Revolução Francesa, que tanto tinha de bom, errou neste ponto. Luís XVI, Maria Antonieta e a maioria das vítimas daquela época são sublimes pela resignação, pela grandeza da alma [&#8230;]”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A Maçonaria quer a libertação e a autonomia do homem das verdades absolutas e imutáveis, com o resultado prático de que, quando admite que a verdade exista, a considera absolutamente incognoscível e, portanto, sempre e em qualquer caso questiona toda afirmação: assim, o homem perde toda certeza, em um caos ideológico absoluto, em que o erro vale tanto quanto a verdade e tudo se reduz à uma opinião subjetiva. A verdade não é mais o que realmente é, mas o que afirma o detentor do poder. Trata-se de uma mentalidade diametralmente oposta a que Jesus ensinou: “a verdade vos libertará”(4) e esta verdade é transmitida pela Igreja que Ele próprio fundou.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><strong>A resposta de Dom Bosco</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Enquanto a Maçonaria colocava em ação o seu plano, São João Bosco se preparava para lançar o seu ataque, com respostas firmes e determinadas em defesa da Verdade e da própria Igreja, convencido de que a Verdade é una e apenas uma, e que “<em>Extra Ecclesiam nulla salus</em>”. Ele lutou bravamente contra as filosofias modernas, o liberalismo, o subjetivismo, a liberdade religiosa; lutou contra a religião do sentimentalismo (como fez contra a pedagogia do abade protestantizante Ferrante Aporti [1791-1858], apoiado pelas autoridades maçônicas e que deixará de celebrar a Santa Missa), que já operava na época causando danos à religião, à doutrina e aos dogmas. As salas de aulas de Dom Bosco continuaram repletas de imagens de Nossa Senhora e dos Santos, enquanto as de Aporti tinham apenas o Crucifixo&#8230; e hoje também este foi removido.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A Fé de Dom Bosco, atualíssima em seu encargo eterno, encontrou seu fundamento e ápice em seus 3 amores brancos característicos: a Eucaristia, a Virgem Maria e o Papa. É interessante notar como naquela época muitas pessoas brincavam com a figura do Papa. A começar pelo nome, aliás, muitos liberais, propositalmente, em vez de gritar “Viva o Papa” diziam “Viva Pio IX”, enquanto que Dom Bosco ensinava seus meninos a dizer “Viva o Papa”. “Mas por que, perguntaram-lhe, quer que gritemos Viva o Papa? Pio IX não é precisamente o Papa?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">– Tens razão, respondia Dom Bosco: mas já não vês além do sentido natural; há quem queira separar o Soberano de Roma do Pontífice, o homem da sua divina dignidade. A pessoa é elogiada, mas não vejo ninguém que queira reverenciar a dignidade com que se reveste»(5).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Quando Carlo Alberto, em 1848, concedeu a Constituição e a multidão cantava nas praças “Irmãos da Itália, a Itália despertou”(6), a religião católica sofreu um duríssimo golpe, com elogios não só dos maçons, mas também dos católicos liberais, para o benefício de outros credos. Deixou Dom Bosco escrito nas suas <em>Memórias</em>, oferecendo-nos a possibilidade de conhecer o seu pensamento sobre a liberdade religiosa, muito diferente da tolerância religiosa sempre expressa e praticada pela Igreja:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“Muitos pensaram que a Constituição também concedeu a liberdade de fazer o bem ou o mal à vontade. Eles apoiaram esta afirmação sobre a emancipação dos judeus e protestantes, em virtude dos quais se afirmava que não havia mais distinção entre católicos e outras crenças. Isso era verdade na política, mas não na religião»(7).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Dom Bosco, que converteu judeus e valdenses e não temia ninguém, nunca se cansou de alertar os católicos para vigiar e afastar os enganos diabólicos dos inimigos da Igreja que desejavam destruir o reinado social de Nosso Senhor.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Pio IX estimava e admirava muitíssimo o pai e mestre dos jovens e muitas vezes o tinha como conselheiro, também para as nomeações episcopais. Um dia, fez-lhe uma pergunta, remontando aos primeiros dias de seu pontificado. Sua eleição em 1846 pareceu coroar as esperanças do neoguelfismo e dos reformadores italianos. O Papa Mastai Ferretti apresentou-se nos primeiros 18 meses com uma série de iniciativas inovadoras: a anistia para condenados políticos; a nomeação do Cardeal Pasquale Gizzi como Secretário de Estado (1787-1849), a quem injustificadamente foram atribuídas simpatias liberais; o estabelecimento de comissões para reformas econômicas, jurídicas e assistenciais; o compromisso com o aumento das escolas e a promoção da cultura; a abolição da discriminação contra o gueto judeu; a formação de um Conselho de Estado com a participação de leigos; a instituição da guarda cívica; a concessão de relativa liberdade de imprensa. Essas disposições iludiram os que tentaram corroer a Igreja por dentro e serão os mesmos que, do falso mito do “Papa liberal” por eles propagado, passarão ao ódio contra Pio IX, a ponto de querer jogar seus restos mortais no Tibre. Pois bem, a pergunta que o Papa fez ao franco Dom Bosco foi:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">«[&#8230;] quanto à anistia que no início do nosso Pontificado concedemos a todos os condenados políticos do Estado Pontifício, sabemos que outros elogiam e outros culpam este ato. O que o senhor acha? […].</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">– Vossa Santidade, respondeu Dom Bosco, com aquele traço de clemência soberana certamente apoiou a grande bondade de seu magnânimo coração, esperando comover e se apegar a estes delinquentes; mas parece que agiu como Sansão, que capturou e prendeu 300 raposas e depois as libertou; e eles imediatamente correram para todos os lugares para trazer fogo e destruição às plantações”(8).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Oratório de Dom Bosco foi submetido, por ordem das autoridades governamentais, a 11 buscas. A primeira ocorreu em 1860: o fundador dos Salesianos ficou desconfiado porque algumas cartas de personalidades ilustres que lhe foram dirigidas foram interceptadas pela censura. Porém, nenhuma pista foi encontrada: o santo, avisado em um sonho, instruiu alguns meninos de confiança a esconder vários documentos. Muitos papéis se perderam para sempre, mas alguns deles, como as cartas do Papa e do Arcebispo de Turim, foram descobertos anos depois, sob uma viga da igreja de São Francisco de Assis, onde Dom Bosco costumava ir ao confessionário do seu amado pai espiritual, São José Cafasso (1811-1860), antiliberal e antimaçônico como ele.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #000000;"><strong>Notas:</strong></span></p>
<ol style="text-align: justify;">
<li><span style="color: #000000;">Por exemplo, o governo impôs algumas restrições à aceitação de noviços em casas religiosas, devido ao recrutamento militar.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">G.B. Lemoyne, Memórias biográficas de São João Bosco, coletadas pelo sacerdote salesiano Giovanni Battista Lemoyne, Vol. II, Ed. 1901, Cap. XII, p. 119.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">G.B. Lemoyne, Memórias biográficas de São João Bosco, coletadas pelo sacerdote salesiano Giovanni Battista Lemoyne, Vol. II, Ed. 1901, Cap. I, p. 3-4.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Jo 8, 32.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">G.B. Lemoyne, Memórias biográficas de São João Bosco, coletadas pelo sacerdote salesiano Giovanni Battista Lemoyne, Vol. III, Ed. 1903, Cap. XXI, p. 241.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Cf. G.B. Lemoyne, Memórias biográficas de São João Bosco, coletadas pelo sacerdote salesiano Giovanni Battista Lemoyne, Vol. III, Cap. XXI, p. 292.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">J. Bosco, Memórias do Oratório de São Francisco de Sales de 1815 a 1855. Exclusivamente para os membros salesianos, Terceiro caderno (1846-1855), cap. 9: 1848 – O aumento dos artesãos e seu modo de vida &#8211; Sermão da noite &#8211; Concessões do Arcebispo &#8211; Exercícios espirituais.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">G.B. Lemoyne, Memórias biográficas de São João Bosco, coletadas pelo sacerdote salesiano Giovanni Battista Lemoyne, Vol. VIII, Ed. 1912, Cap. LI, p. 604-605.</span></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>A MAÇONARIA ASSUME A EDUCAÇÃO DOS JOVENS &#8211; PALAVRAS DE D. LEFEBVRE</title>
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		<pubDate>Thu, 23 May 2024 14:00:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cristianofobia]]></category>
		<category><![CDATA[Familia]]></category>
		<category><![CDATA[Liberalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Textos e Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Maçonaria]]></category>
		<category><![CDATA[Mons. Marcel Lefebvre]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte: FSSPX México – Tradução: Dominus Est Disse Leão XIII: “A seita dos maçons também tem como objetivo, com uma suma conspiração de vontades, arrebatar para si a educação dos jovens”. Depois do divórcio, a seita agora apropria a educação &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/a-maconaria-assume-a-educacao-dos-jovens-palavras-de-d-lefebvre-2/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><img class=" aligncenter" src="https://fsspx.mx/sites/default/files/styles/content_image_16_9_desktop/public/drupal-7/lima1967_0.jpg?itok=iXTbf4jN" alt="" width="471" height="272" /></p>
<p style="text-align: right;"><strong><span style="color: #000000;">Fonte: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://fsspx.mx/es/news/la-masoneria-se-apodera-la-educacion-la-juventud-palabras-mons-lefebvre-22003">FSSPX México</a> </span>– Tradução: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://catolicosribeiraopreto.com/">Dominus Est</a></span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Disse Leão XIII: “<em>A seita dos maçons também tem como objetivo, com uma suma conspiração de vontades, arrebatar para si a educação dos jovens</em>”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Depois do divórcio, a seita agora apropria a educação dos jovens. É tão evidente que salta aos olhos. O progresso do laicismo no ensino nos países de todo o mundo são evidentes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Organismos como a UNESCO, supostamente criados para difundir o ensino pelo mundo e lutar contra o analfabetismo, na verdade são administrados pela Maçonaria para difundir a educação laica e ateísta em todo o mundo com o pretexto falacioso de permitir que todos os homens tenham acesso à cultura.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Vimos isso muito bem em nossas missões. Nossos maiores problemas eram com as organizações da UNESCO, porque tinham muito dinheiro e colocavam escolas laicas em todos os lugares onde tínhamos escolas católicas, sendo que havia muitos lugares para colocá-las e que não havia escolas católicas. Mas não, as colocavam propositadamente perto das nossas para destruir a influência da Igreja Católica. Com o dinheiro que tinham era fácil e pagavam aos professores muito mais do que poderíamos pagar</span><span id="more-31652"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Felizmente, muitos africanos, incluindo muçulmanos, ainda tinham bom senso e preferiam colocar seus filhos em nossas escolas católicas. Sempre tivemos um bom número de muçulmanos em nossas escolas, embora não ultrapassando 15%. Os primeiros a se registrarem eram os muçulmanos e isso por causa da religião. Os pais sabiam que em nossas escolas ensinávamos religião, embora não para convertê-los ou torná-los católicos. Isso, infelizmente, era impossível. Se uma criança muçulmana fosse a primeira no catecismo, era impossível para ela fazer sua primeira comunhão. Às vezes, a criança chorava ao ver os demais irem comungar, sendo que ele, o primeiro no catecismo, não o podia fazer. Eu não entendia. Mas por causa de seus pais, nada poderia ser feito, pois se descobrissem que havíamos dado secretamente a uma criança sua primeira comunhão, teriam queimado nossa escola. Portanto, era impossível convertê-los, mas eles tinham um tal senso de religião que queriam que o ensinássemos a seus filhos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Papa denuncia a influência da Maçonaria na educação dos jovens: <em>“A seita dos maçons também tem como objetivo, com uma grande conspiração de vontades, arrebatar para si a educação dos jovens. Vêem quão facilmente podem moldar esta idade tenra e flexível ao seu capricho e torcê-la para onde quiserem, e não há nada mais oportuno para conseguir que uma geração de cidadãos seja assim formada para a sociedade como eles a estão forjando. Portanto, quando se trata da educação e do ensino das crianças, nada deixam ao magistério e à vigilância dos ministros da Igreja, tendo já conseguido fazer com que em vários lugares toda a educação dos jovens esteja nas mãos dos leigos, de sorte que, ao formar seus corações, nada lhes diga sobre os grandes santíssimos deveres que unem o homem a Deus ”.</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em países como a Itália, recentemente ainda havia a obrigação de ensinar a religião católica nas escolas, mas desde a nova Concordata1, já não mais. Ainda não entrou totalmente em vigor e a nova legislação, ainda mais laica, permite que padres ensinem religião nas escolas. Por enquanto, os pais são livres para garantir que seus filhos recebam educação católica na escola e os padres sejam pagos pelo Estado. Mas a intenção dos legisladores é suprimir o salário dos padres. Com isso, não haverá mais padres que ensinem o ensino católico nas escolas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os padres deveriam organizar o catecismo fora deles, como infelizmente acontece na França. E nesse caso os maçons, que querem destruir o ensino católico, conseguirão definir os programas de tal forma que, aparentemente dando às crianças alguma liberdade para ir ao catecismo, as aulas serão sempre em horário de recreio ou quando tenham necessidade de se distraírem. Nesses momentos que as crianças terão a oportunidade de ir ao catecismo, para dificultar as aulas. Eles terão que fazer um sacrifício para obter uma educação cristã. Nem pensar em pedir a todos os pais que assinem um papel pedindo educação cristã para seus filhos!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em><strong>Mons. Marcel Lefebvre</strong></em><strong><em><br />
<em>SOU EU, O ACUSADO, QUE TERIA QUE VOS JULGAR</em></em></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>IGREJA SINODAL E MAÇONARIA: O MÉTODO “FIDUCIA SUPLICANS”</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Apr 2024 14:42:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise na Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Liberalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Maçonaria]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia 16 de fevereiro de 2024, ocorreu em Milão um encontro entre altos dignitários católicos e maçons. De um lado, três Grão-Mestres de três lojas italianas e, de outro, o Arcebispo de Milão Mario Delpini, o Cardeal Francesco Coccopalmerio, &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/igreja-sinodal-e-maconaria-o-metodo-fiducia-suplicans/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class=" aligncenter" src="https://fsspx.news/sites/default/files/styles/content_image_16_9_desktop/public/fsspxactualites/fsspxnews/prelats_francs_macons_2024.jpg?itok=JwRsry_j" alt="" width="459" height="263" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">No dia 16 de fevereiro de 2024, ocorreu em Milão um encontro entre altos dignitários católicos e maçons. De um lado, três Grão-Mestres de três lojas italianas e, de outro, o Arcebispo de Milão Mario Delpini, o Cardeal Francesco Coccopalmerio, o teólogo franciscano Zbigniew Suchecki e o Bispo Antonio Staglianò, presidente da Pontifícia Academia de Teologia.</span></strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong>Fonte: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://fsspx.news/fr/news/eglise-synodale-et-franc-maconnerie-la-methode-fiducia-supplicans-44274">DICI</a></span> &#8211; Tradução: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://catolicosribeiraopreto.com/">Dominus Est</a></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os três maçons eram Stefano Bisi representando o Grande Oriente da Itália (GOI), Luciano Romoli representando a Grande Loja da Itália da ALAM (GLI) e Fabio Venzi (por videoconferência, de Roma) representando a Grande Loja Regular da Itália (GLRI).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Como relatou Riccardo Cascioli em <em>La Nuova Bussola Quotidiana</em> de 19 de fevereiro, <em>“Bisi (GOI) expressou sua decepção com o fato do Papa Francisco ter aberto a porta aos homossexuais (Fiducia supplicans), bem como aos divorciados (Amoris lætitia), mas esqueceu que entre os maçons também há muitos católicos que estão impedidos de receber a comunhão</em>.”</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em outras palavras, comenta <em>La Nuova Bussola</em>, “<em>como é possível que o “quem sou eu para julgar?” (como disse Francisco sobre o tema dos homossexuais] e que “Todos, todos” (todos sem distinção devem ser acolhidos na Igreja) não se apliquem aos maçons?”</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A essa expectativa maçônica D. Staglianò respondeu, “<em>demolindo a abordagem doutrinal católica e alinhando-se substancialmente com as exigências dos representantes maçons</em>.” – Um detalhe que não passou despercebido aos observadores: o prelado havia enfiado sua cruz peitoral no bolso interno do paletó. Certamente para não dar a impressão de que estava fazendo proselitismo.</span><span id="more-31540"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Riccardo Cascioli escreve: “<em>Staglianò elimina a confusão doutrinária: a doutrina, diz ele resumidamente, não esgota a questão da pertença à Igreja, que é, de fato, antes de tudo, a vida. […]</em> Ele explica: “<em>Estou interessado no evento cristão, não na doutrina”. E como podemos definir este evento cristão? Como a manifestação em Jesus Cristo de “Deus, que é amor, único e eterno amor”</em>. […]</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“É, portanto, claro que esse é também o caminho de superar a irreconciliabilidade com a Maçonaria. E uma teologia <em>ad hoc</em> também está sendo preparada. Com efeito, Stagliano também criticou o documento do Dicastério para a Doutrina da Fé que, em novembro passado, reiterou a proibição dos católicos de aderirem às lojas maçônicas, sob o pretexto de ser simplista, permanecendo sob o nível de confronto doutrinário.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“<em>Mas precisamos de outras categorias, “precisamos de uma teologia sapiencial sã”, aquela que o Papa Francisco pediu recentemente à Pontifícia Academia de Teologia, liderada por Stagliano, desenvolver.”</em></span></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #000000;">Uma teologia adaptada ao mundo cujo espírito ele adota</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O jornalista italiano se pergunta o que significa esta “<em>teologia sapiencial sã</em>” e responde citando Francisco: “<em>O Papa disse: “Uma teologia capaz de pensar criticamente sobre tudo, de responder também às exigências críticas da razão universal, porque vivemos em um mundo onde, se não se dialoga, corre-se o risco de ficar absolutamente fora do mundo.”</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“<em>Sapiencial significa saber como unir a ciência e a sabedoria da vida.” Não é claro? Não tem problema! O que se deve compreender é que, no final das contas, com base na “sabedoria de vida” podemos colaborar com os maçons, em boas obras e para o bem comum. De qualquer forma, a misericórdia cai sobre todos.”</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em <em>La Nuova Bussola Quotidiana,</em> de 27 de fevereiro, Riccardo Cascioli volta à acusação: “<em>A tática é sempre a mesma: as palavras dizem que a doutrina não muda, mas há vida, que é sempre maior que a doutrina. Esse é, exatamente, o sentido do discurso de Stagliano em Milão.</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“<em>Encontramos assim, por um lado, a afirmação da profunda diferença entre o Deus cristão e a concepção maçônica do Grande Arquiteto, mas, por outro lado, a superação do obstáculo doutrinário com o conceito de amor e misericórdia, que abrange tudo</em>.”</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O jornalista italiano acrescentou: “<em>de um ponto de vista lógico, o discurso de Bisi [GOI] não faz rodeios: se somos todos pecadores e todos devem ser acolhidos na Igreja com plenos direitos, por que os casais irregulares recebem um “sim” e Maçons um “não”? Como no caso das uniões homossexuais, pode-se sempre dizer que não é a Maçonaria que é abençoada, mas os maçons individualmente.”</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“<em>De fato, Stagliano não defende esta discriminação, ele prepara o terreno para superá-la. Particularmente, na sua invocação final de uma “teologia sapiencial sã” que vai além da abordagem doutrinária que ainda permeia o último documento do Dicastério para a Doutrina da Fé publicado em novembro passado.”</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Por fim, Riccardo Cascioli observa: “<em>o padrão agora familiar se repete: a ideologia de gênero é condenada, mas os grupos organizados de homossexuais e transexuais sentem-se em casa no Vaticano [veja as audiências concedidas por Francisco a esses grupos durante o último sínodo]; o diaconato das mulheres é rejeitado, mas são criadas comissões para estudá-lo e nenhuma medida é tomada nos países europeus onde as mulheres são “párocas”; afirma-se a importância de manter o celibato dos sacerdotes, mas depois concorda-se em discuti-lo. E assim por diante.”</em></span></p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>D. VITAL E O TRIBUNAL DO BOM SENSO</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Apr 2024 14:00:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cristianofobia]]></category>
		<category><![CDATA[Fé]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja Católica]]></category>
		<category><![CDATA[Textos e Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[D. Vital]]></category>
		<category><![CDATA[Maçonaria]]></category>

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		<description><![CDATA[O BISPO DE OLINDA E OS SEUS ACUSADORES NO TRIBUNAL DO BOM SENSO OU EXAME DO AVISO DE 27 DE SETEMBRO E DA DENÚNCIA DE 10 DE OUTUBRO, E REFLEXÕES ACERCA DAS RELAÇÕES ENTRE A IGREJA E O ESTADO. Introdução &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/d-vital-e-o-tribunal-do-bom-senso/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p class="rtecenter" style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><strong><span style="font-size: 11.0pt;"><img src="https://permanencia.org.br/drupal/sites/default/files/images.jpeg" alt="" /></span></strong></span></p>
<p class="rtecenter" style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><strong><span style="font-size: 11.0pt;">O BISPO DE OLINDA </span></strong></span></p>
<p class="rtecenter" style="text-align: center;"><span style="font-size: 11pt; color: #000000;">E OS<br />
SEUS ACUSADORES </span></p>
<p class="rtecenter" style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><strong><span style="font-size: 11.0pt;">NO TRIBUNAL DO BOM SENSO </span></strong></span></p>
<p class="rtecenter" style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><strong><span style="font-size: 11.0pt;">OU EXAME DO AVISO DE 27 DE SETEMBRO E DA DENÚNCIA DE 10 DE OUTUBRO, E REFLEXÕES ACERCA DAS RELAÇÕES ENTRE A IGREJA E O ESTADO.</span></strong></span></p>
<ul>
<li><span style="color: #0000ff;"><strong><a style="color: #0000ff;" href="https://permanencia.org.br/drupal/node/5434">Introdução</a></strong></span></li>
<li><span style="color: #0000ff;"><strong><a style="color: #0000ff;" href="https://permanencia.org.br/drupal/node/5435">Parte 1</a></strong></span></li>
<li><span style="color: #0000ff;"><strong><a style="color: #0000ff;" href="https://permanencia.org.br/drupal/node/5436">Parte 2</a></strong></span></li>
<li><span style="color: #0000ff;"><strong><a style="color: #0000ff;" href="https://permanencia.org.br/drupal/node/5437">Parte 3</a></strong></span></li>
</ul>
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		<title>A EXALTAÇÃO DO ECUMENISMO CONCILIAR NOS DOCUMENTOS MAÇÔNICOS E A REVOLUÇÃO NA IGREJA</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Jan 2024 12:06:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise na Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Fé]]></category>
		<category><![CDATA[Liberalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Modernismo]]></category>
		<category><![CDATA[Concílio Vaticano II]]></category>
		<category><![CDATA[Maçonaria]]></category>

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		<description><![CDATA[Temos o prazer de oferecer aos leitores este importante trecho do  Golpe na Igreja. Documentos e crônicas sobre a subversão: das primeiras maquinações ao Papado de transição, do Grupo do Reno ao presente  (de D. Andrea Mancinella, prefácio de D. Curzio Nitoglia, posfácio &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/a-exaltacao-do-ecumenismo-conciliar-nos-documentos-maconicos-e-a-revolucao-na-igreja/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><img class=" aligncenter" src="https://www.radiospada.org/wp-content/uploads/2023/11/IMG_4464-1-1280x640.jpeg" alt="A exultação nos documentos maçónicos pelo ecumenismo conciliar e a revolução na Igreja: degustações." width="570" height="292" /></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><span class="tm9">Temos o prazer de oferecer aos leitores este importante trecho do  </span><span style="color: #0000ff;"><u><a style="color: #0000ff;" href="https://www.edizioniradiospada.com/component/virtuemart/ecommerce/ed-radio-spada/golpe-nella-chiesa-documenti-e-cronache-sulla-sovversione-dalle-prime-macchinazioni-al-papato-di-transizione-dal-gruppo-del-reno-fino-al-presente-detail.html?Itemid=0"><span class="tm9">Golpe na Igreja. Documentos e crônicas sobre a subversão: das primeiras maquinações ao Papado de transição, do Grupo do Reno ao presente</span></a></u></span><span class="tm9">  (de D. Andrea Mancinella, prefácio de D. Curzio Nitoglia, posfácio de Aldo Maria Valli).</span></strong></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: right;"><span style="color: #000000;"><strong><span class="tm9">Fonte: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.radiospada.org/2023/11/esultanza-nei-documenti-massonici-per-lecumenismo-conciliare-e-la-rivoluzione-nella-chiesa-assaggi/">Radio Spada</a></span> &#8211; Tradução: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://catolicosribeiraopreto.com/">Dominus Est</a></span></span></strong></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span class="tm8" style="color: #000000;">[…] Os católicos viram […] uma rendição total e incondicional da sua Hierarquia depois de três séculos de corajosas lutas, condenações e excomunhões sacrossantas, lançadas precisamente contra os proponentes desse liberalismo, desse ecumenismo e dessa ideia distorcida de democracia da qual a Maçonaria internacional sempre defendeu, e que agora aceitou traiçoeiramente no último Concílio: isto é, contra os proponentes da  </span><em style="color: #000000;"><span class="tm10">pax œcumenica</span></em><span class="tm8" style="color: #000000;"> , a  </span><em style="color: #000000;"><span class="tm10">paz mundial</span></em><span class="tm8" style="color: #000000;">  do Anticristo, que não serve para nada senão para relativizar a Igreja, e depois o próprio Cristo, no amálgama da futura </span><em style="color: #000000;"><span class="tm10">Nova Ordem Mundial . </span></em><span class="tm8"><span style="color: #000000;">Um objetivo que é manifestado cada vez mais abertamente pela cúpula oculta que manipulam os povos e as nações.</span></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm8">Um fracasso, no entanto, que é mais que suficiente para explicar por que o Grão-Mestre do Grande Oriente Maçônico da Itália foi capaz de escrever em louvor ao falecido Papa Paulo VI: “</span><em><span class="tm10">Para nós, é a morte daquele que derrubou a condenação (da Maçonaria) de Clemente XII e seus sucessores. Ou seja, é a primeira vez na história da Maçonaria moderna, que morre o líder da maior religião ocidental que não está em um estado de hostilidade com os maçons. […] Pela primeira vez na história, os maçons podem prestar homenagem no túmulo de um Papa, sem ambiguidade ou contradição</span></em><span class="tm8">”(1).</span></span><span id="more-30655"></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span class="tm8" style="color: #000000;">Um fracasso que também explica porque o mesmo Grande Oriente, acima mencionado, quis conceder o prémio maçónico nacional Galileu Galilei a João Paulo II (que obviamente o recusou: mas isso não tira o valor significativo do evento), afirmando que os ideais promovidos por aquele Papa são os mesmos da Maçonaria(2).</span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm8">Um fracasso que explica, de forma eloquente, por que a Grande Loja Maçônica da França, em 1986, aclamou entusiasticamente o mesmo João Paulo II pelo inédito &#8220;</span><em><span class="tm10">encontro de oração em Assis</span></em><span class="tm8">&#8221; com a seguinte declaração textual: &#8220;</span><em><span class="tm10">Os maçons da  Grande Loja Nacional Francesa  desejam associar-se, de todo coração, à oração ecumênica que no dia 27 de outubro reunirá em Assis todos os líderes de todas as religiões em favor da paz no mundo</span></em><span class="tm8">&#8220;(3).</span></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm8">Um fracasso total, como se pode deduzir das seguintes considerações de outro Grão-Mestre do mesmo Grande Oriente, Armando Corona: “</span><em><span class="tm10">A sabedoria maçónica estabeleceu que ninguém pode ser iniciado se não acreditar no GAdU (Grande Arquiteto do Universo, ed.), mas que ninguém pode ser excluído da nossa Família por causa do Deus em que acredita e da forma como O honra. Devemos a esse nosso interconfessionalismo a excomunhão que sofremos em 1738 pelas mãos de Clemente XII.  Mas a Igreja estava obviamente errada, se é verdade que no dia 27 de Outubro de 1986 o atual Pontífice reuniu homens de todas as confissões religiosas em Assis para rezarem juntos pela paz. E o que mais procuravam os nossos Irmãos senão o amor entre os homens, a tolerância, a solidariedade, a defesa da dignidade da pessoa humana quando se reuniam nos Templos, considerando-se iguais, acima das crenças políticas, crenças religiosas e das diversas cores de pele</span></em><span class="tm8">?”(4).</span></span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span class="tm8" style="color: #000000;">[…]</span></p>
<p class="Normal tm6 tm7" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="tm8">[1] G. Gamberini, editorial de </span><em><span class="tm10">La Rivista Massônica</span></em><span class="tm8">, 1978, n. 5, pág. 290.<br />
[2]  </span><em><span class="tm10">Il Giornale</span></em><span class="tm8">, 22 de dezembro de 1996, p. 10 et </span><em><span class="tm10">O Estado de S. Paulo</span></em><span class="tm8">, 23 de dezembro de 1996. Cfr também:  </span><span style="color: #0000ff;"><u><a style="color: #0000ff;" href="https://gloria.tv/go/0oMydxzbNxBzYa7GkjetUt950f1EfH0IeD7iYyAzKKpwO2VDfYJj5dQr7IcttdemtU9UYqHazvta5mCwGaYKDmMfvuezxXDPYRqkMvcBmcWgxpzhZAg6GUTYFhR6oZD93FPNdCZzYGRg6E4Yyy91N5eFbirdLdKhYGqMQLx4ErDzCS"><span class="tm8">“Galileo Galilei” máximo prêmio maçônico (que o Papa Wojtila recusou)</span></a></u><span class="tm8">; </span></span><u><a style="color: #000000;" href="https://gloria.tv/go/zxgzdRn4mGl8Yb791i2gKBg0LkuxUUpK6Qy30Pr7gZ8yXBma6zVCx1xghxaxPvapUwcsokfo8pBWEHYIwwyFLziJGZzjBXrfyZzLiiyymlKCvLcPje8smSlMmBIDKGV4uAFcdP2KOYh9DI7d0EghkUd9hqNG"><span class="tm8"><span style="color: #0000ff;">João Paulo II premiado pela Maçonaria”</span><br />
</span></a></u><span class="tm8">[3]  </span><em><span class="tm10">La Civiltà Cattolica</span></em><span class="tm8"> , 6 de dezembro de 1986, p. 495.<br />
[4]  </span><em><span class="tm10">Hiram</span></em><span class="tm8">, revista do Grande Oriente da Itália, abril de 1987, pp. 104-105.</span></span></p>
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		<item>
		<title>DESTRUIR O CATOLICISMO A PARTIR DE DENTRO, FORTALECENDO A MAÇONARIA&#8221;. REFLEXÕES SOBRE ALGUMAS PALAVRAS DE A. DUGIN</title>
		<link>http://catolicosribeiraopreto.com/destruir-o-catolicismo-a-partir-de-dentro-fortalecendo-a-maconaria-reflexoes-sobre-algumas-palavras-de-a-dugin/</link>
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		<pubDate>Fri, 21 Apr 2023 14:00:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cristianofobia]]></category>
		<category><![CDATA[Liberalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Textos e Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Maçonaria]]></category>

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		<description><![CDATA[Oferecemos aos leitores esta tradução, editada pela Rádio Spada, de extensos extratos do artigo “El ideólogo ruso Dugin llamó a “destruir el catolicismo” y “organizar asesinatos” (publicado no Tradición Viva e anteriormente no Outono.net). A parte que mais nos interessa é a do &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/destruir-o-catolicismo-a-partir-de-dentro-fortalecendo-a-maconaria-reflexoes-sobre-algumas-palavras-de-a-dugin/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class=" aligncenter" src="https://www.radiospada.org/wp-content/uploads/2023/04/A9C1E457-B9EA-4EC9-9DF3-FBC726847E47.jpeg" alt="“Distruggere il Cattolicesimo dall’interno, rafforzare la massoneria”. Riflessioni su alcune parole di A. Dugin" width="462" height="309" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Oferecemos aos leitores esta tradução, editada pela <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.radiospada.org/">Rádio Spada</a></span>, de extensos extratos do artigo </strong><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.tradicionviva.es/2023/04/18/el-ideologo-ruso-dugin-llamo-a-destruir-el-catolicismo-y-organizar-asesinatos/"><strong>“</strong></a></span><strong><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.tradicionviva.es/2023/04/18/el-ideologo-ruso-dugin-llamo-a-destruir-el-catolicismo-y-organizar-asesinatos/">El ideólogo ruso Dugin llamó a “destruir el catolicismo” y “organizar asesinatos</a></span>” </strong><strong>(publicado no Tradición Viva e anteriormente no </strong><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.outono.net/elentir/2022/08/25/el-ideologo-ruso-dugin-llamo-a-destruir-el-catolicismo-y-organizar-asesinatos/"><strong>Outono.net</strong></a></span><strong>). A parte que mais nos interessa é a do catolicismo, não só pela recente republicação dessas desconcertantes palavras em um site diretamente ligado a Dugin mas também pela associação que se pode fazer entre esses péssimos conteúdos e outros aspectos que são, no mínimo, controversos, pensa-se &#8211; apenas para citar o primeiro caso &#8211; de algumas declarações feitas nos últimos anos</strong> <strong>por pessoas próximas ao filósofo russo sobre </strong><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://latinatu.it/aprilia-in-prima-linea-e-dugin-tra-batteri-che-uccidono-ebrei-pestati-e-che-guevara-di-estrema-destra/"><strong>a identificação de seu &#8220;Sujeito Radical&#8221; com Lúcifer</strong></a><strong>.</strong></span></span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #000000;"><strong>Fonte: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.radiospada.org/2023/04/distruggere-il-cattolicesimo-dallinterno-rafforzare-la-massoneria-riflessioni-su-alcune-parole-di-a-dugin/">Radio Spada</a></span> &#8211; Tradução: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://catolicosribeiraopreto.com/">Dominus Est</a></span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Ultimamente, muito se tem falado sobre Aleksandr Dugin, um personagem cuja ideologia mistura ingredientes do fascismo, comunismo e nacionalismo russo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Como consequência do coquetel ideológico que defende, <strong>Dugin atrai igualmente personagens de todas as extremidades do mapa político. </strong>Seu antiliberalismo radical atrai certos expoentes da direita e da esquerda que se sentem mais próximos da Rússia de Putin do que do Ocidente. Que Dugin tenha admiradores na extrema-esquerda não surpreende, visto que <strong>ele fundou o Partido Nacional-Bolchevique</strong>, <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://translate.google.com/website?sl=es&amp;tl=it&amp;hl=it&amp;prev=search&amp;u=https://es.wikipedia.org/wiki/Partido_Nacional_Bolchevique">cujo emblema era a foice e o martelo do comunismo</a></span> no topo de uma bandeira muito semelhante com a do Partido Nazista. <strong>O que é difícil de entender é que existem católicos e conservadores de países ocidentais que o veneram</strong> e, sobretudo, lendo as coisas que Dugin disse, algumas das quais são puras apologias do terrorismo.</span><span id="more-29612"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Dugin quer &#8220;destruir o catolicismo&#8221; fortalecendo a maçonaria na Polônia.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Vejamos um exemplo. Em 2 de agosto de 2021, o site geopolitika.ru (listado no <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://translate.google.com/website?sl=es&amp;tl=it&amp;hl=it&amp;prev=search&amp;u=https://www.facebook.com/alexandr.dugin">perfil de Dugin no Facebook</a></span> como um de seus sites) publicou <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://translate.google.com/website?sl=es&amp;tl=it&amp;hl=it&amp;prev=search&amp;u=https://www.geopolitika.ru/es/article/esperando-ivan-el-terrible">uma entrevista com o ideólogo russo</a></span> realizada em Moscou, em março de 1998, pelo jornalista polonês Grzegorz Górny e traduzida para o espanhol por <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://translate.google.com/website?sl=es&amp;tl=it&amp;hl=it&amp;prev=search&amp;u=https://rebelion.org/autor/juan-gabriel-caro-rivera/">Juan Gabriel Caro Rivera, colaborador habitual do site de extrema-esquerda Rebelion.org</a></span>. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">As declarações de Dugin na entrevista são muito surpreendentes. Vejamos alguns delas:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><em>“Deve-se destruir o catolicismo a partir de dentro, e para isso deve-se fortalecer a maçonaria polonesa, apoiar certos movimentos laicos decadentes, promover um cristianismo heterodoxo e antipapista. O catolicismo jamais poderá ser absorvido por nossa tradição, a menos que assuma um caráter nacionalista e antipapista. Se a Polônia tivesse uma loja como a Golden Dawn irlandesa, com líderes como William Butler Yeats ou Maud Gonne, que eram católicos, mas também ocultistas fanáticos inspirados na cultura celta, então poderia haver alguma esperança no catolicismo polonês.… Essas pessoas seriam capazes de derrubar o catolicismo por dentro e redirecioná-lo para algo mais heterodoxo e até mesmo esotérico. Meus amigos na Polônia me dizem que todos os seus grupos têm ligações com o Telema ou as ideias de Aleistair Crowley.&#8221;</em></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">[…] A propósito, para aqueles que não sabem quem ele era, <strong>aquele Aleister Crowley que Dugin menciona  </strong><a style="color: #000000;" href="https://translate.google.com/website?sl=es&amp;tl=it&amp;hl=it&amp;prev=search&amp;u=https://historia.nationalgeographic.com.es/a/aleister-crowley-mago-negro_15452"><span style="color: #0000ff;">é considerado o &#8220;pai do satanismo moderno</span>&#8220;</a>, uma pessoa obcecada pelo ocultismo e magia negra.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Uma das referências de Dugin: o fundador da Cheka leninista.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em outro ponto da entrevista, <strong>Dugin afirma: <em>“Gosto de todas as correntes anticatólicas polonesas: desde a maçonaria e ocultistas</em></strong><em> poloneses até Jan Potocki, Hoene-Wroński, Mienżyński e Dzierżyński”</em>. Como destacam as notas no final da entrevista, os dois últimos nomes a que Dugin se refere são líderes comunistas. <strong>Feliks Dzierżyński foi o fundador da Cheka leninista</strong>, a polícia política de esquerda que se dedicava a torturar e matar multidões de pessoas na Rússia por razões políticas. Por sua vez, <strong>Wiesław Mienżyński foi presidente da OGPU, polícia secreta de Stalin</strong>, sucessor do Cheka e predecessor do NKVD, responsável, entre muitos outros crimes, pelo <a style="color: #000000;" href="https://translate.google.com/website?sl=es&amp;tl=it&amp;hl=it&amp;prev=search&amp;u=https://www.outono.net/elentir/2018/04/12/katyn-75-anos-de-mentiras-y-de-negacionismo-comunista-sobre-la-masacre-de-22-000-polacos/"><span style="color: #0000ff;">Massacre de 22.000 oficiais poloneses em Katyn, em 1940</span></a>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os elogios de Dugin ao bolchevismo, Lenin e Stalin.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Na mesma entrevista, Dugin diz: <strong><em>“Espero que a Polônia una as forças do Eurasianismo através de uma síntese entre a extrema direita e a extrema esquerda</em></strong>”. </span><br />
<span style="color: #000000;"> […] Dugin ainda acrescenta: <em>“Honestamente, é <strong>uma pena que o comunismo polonês nunca tenha tido um lado esotérico</strong> como o comunismo russo</em>”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em outro ponto da entrevista, Dugin afirma: “<em>Se <strong>eu, incondicionalmente, digo &#8216;sim&#8217; ao bolchevismo, Lenin e Stalin</strong>, não é porque considero o sistema deles ideal, mas porque na época foi a única solução que encontramos. Claro que, no final, nenhum desses sistemas funcionou, mas <strong>em nossa próxima tentativa teremos que purificar tanto a ortodoxia quanto o comunismo</strong> e assim rejeitar todos os elementos que esses dois sistemas tinham em seu interior e que levaram à alienação da nação. É por isso que <strong>nossa próxima expansão andará de mãos dadas com um comunismo ortodoxo-eurasiano, messiânico, pan-eslavo e pró-tártaro</strong>”. </em>[…]</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;">*********************************</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>NOTA DO BLOG 1- Uma excelente Carta do Papa Leão XIII, a Humanun Genus, sobre a maçonaria pode ser lida <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.vatican.va/content/leo-xiii/pt/encyclicals/documents/hf_l-xiii_enc_18840420_humanum-genus.html">clicando aqui.</a></span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>NOTA DO BLOG 2- Alguns textos e condenações da Igreja à Maçonaria podem ser vistos <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://laportelatine.org/documents/histoire/franc-maconnerie/la-franc-maconnerie-ennemie-declaree-du-christ-et-de-leglise">clicando aqui.</a></span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>NOTA DO BLOG 3 &#8211; Alguns textos que publicamos no Blog sobre o tema podem ser vistos <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://catolicosribeiraopreto.com/tag/maconaria/">clicando aqui.</a></span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>NOTA DO BLOG 4 &#8211; Aulas do Pe. Boniface, FSSPX, sobre a Maçonaria podem ser vistos clicando (<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.youtube.com/watch?v=Ex4S05rt4zw">Episódio 1</a>, <a style="color: #0000ff;" href="https://www.youtube.com/watch?v=78GRkwXsVqU">Episódio 2</a>, <a style="color: #0000ff;" href="https://www.youtube.com/watch?v=g6hDTb5yE0k">Episódio 3</a>, <a style="color: #0000ff;" href="https://www.youtube.com/watch?v=LaK9hACOqMo">Episódio 4</a>, <a style="color: #0000ff;" href="https://www.youtube.com/watch?v=iU01JUT4hNQ">Episódio 5</a>, <a style="color: #0000ff;" href="https://www.youtube.com/watch?v=b45HZQUXZ7U">Episódio 6</a>, <a style="color: #0000ff;" href="https://www.youtube.com/watch?v=WLiM822xZEI">Episódio 7</a>, <a style="color: #0000ff;" href="https://www.youtube.com/watch?v=HankWebxUKQ">Episódio 8</a>, <a style="color: #0000ff;" href="https://www.youtube.com/watch?v=UN1uBv8bjf4">Episódio 9</a>, <a style="color: #0000ff;" href="https://www.youtube.com/watch?v=nWVX61E7VrE">Episódio 10</a>, </span><a style="color: #000000;" href="https://www.youtube.com/watch?v=Ib6FlrCx9hk"><span style="color: #0000ff;">Episódio 11</span>) </a></strong></span></p>
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		<title>O RITUAL MAÇÔNICO INICIA-SE PELO ORGULHO</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Aug 2022 14:00:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Est]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cristianofobia]]></category>
		<category><![CDATA[Liberalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Textos e Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[FSSPX]]></category>
		<category><![CDATA[Maçonaria]]></category>
		<category><![CDATA[Pe. Guy Castelain]]></category>

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		<description><![CDATA[E não um orgulho qualquer: um orgulho satânico diretamente orientado contra a verdadeira religião. Fonte: Le Chevalier de l’Immaculée n°18 – Tradução: Dominus Est Serge Abad-Gallardo, um ex-maçom, em seu livro intitulado Servi a Lúcifer sem saber (Téqui, 2016), em seu capítulo I: À sombra &#8230; <a href="http://catolicosribeiraopreto.com/o-ritual-maconico-inicia-se-pelo-orgulho/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://catolicosribeiraopreto.com/wp-content/uploads/2022/01/mac.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-26513" src="http://catolicosribeiraopreto.com/wp-content/uploads/2022/01/mac.png" alt="mac" width="292" height="295" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><em>E não um orgulho qualquer: um orgulho satânico diretamente orientado contra a verdadeira religião.</em></strong></span></p>
<p style="text-align: right;"><strong><span style="color: #000000;">Fonte: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://laportelatine.org/wp-content/uploads/2022/01/2022.Chevalier.N%C2%B0018.1%C2%B0Trim.pdf">Le Chevalier de l’Immaculée n°18</a> </span>– Tradução: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://catolicosribeiraopreto.com/">Dominus Est</a></span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Serge Abad-Gallardo, um ex-maçom<strong>,</strong> em seu livro intitulado <em>Servi a Lúcifer sem saber</em> (Téqui, 2016), em seu capítulo I: <em>À</em> <em>sombra dos símbolos</em> (págs. 23-53), mostra como o ritual maçônico inicia pelo orgulho, e não um orgulho qualquer: mas um orgulho satânico diretamente orientado contra a verdadeira religião. Na página 49 do livro, podemos ler: “A <em>Maçonaria incita seus adeptos, que alcançaram os mais altos escalões, a orgulharem-se de seu progresso iniciático”. </em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O autor, no parágrafo intitulado <em>Glorificar a si mesmo</em><strong><em>,</em></strong> continua: <em>A Maçonaria, portanto, direciona seus adeptos para uma orgulhosa autonomia desde a iniciação, em particular, através de certos rituais. O mesmo se aplica às Lojas do Grande Oriente da França, que praticam majoritariamente o Rito Francês, rito que se diz</em> laico <em>(sic)”. </em>Ele, então, dá um exemplo: “<em>Durante a cerimônia, o Venerável Mestre declara ao iniciante, que acaba de receber a luz e que acaba de criar um aprendiz maçom, pela imposição da lâmina de sua espada flamejante: “Levante-se, meu F.°., nunca mais te ajoelharás perante ninguém. Um maçom vive de pé e morre de pé” (op. cit.</em> p. 49). É uma verdadeira transposição ritual maçônica do <em>Non serviam,</em> de Lúcifer.</span><span id="more-26512"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Isso é esquecer que todos os homens terão que dobrar os joelhos perante Cristo Rei no juízo final, como ensina São Paulo aos Filipenses: “<em>Tende entre vós os mesmos sentimentos que (houve) em Jesus Cristo, o qual, existindo na forma (ou natureza) de Deus, não julgou que fosse uma rapina o seu ser igual a Deus; mas aniquilou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, tornando-se semelhante aos homens, e sendo reconhecido por condição como homem. Humilhou-se a si mesmo, feito obediente até à morte, e morte de cruz. Por isso também Deus o exaltou, e lhe deu um nome que está acima de todo o nome; para que, ao nome de Jesus, se dobre todo o joelho no céu, na terra e no inferno, e toda a língua confesse que o Senhor Jesus Cristo está na glória de Deus Pai.</em> (Fil 2, 5-11). É por isso que todos os maçons terão que, querendo ou não, dobrar seus joelhos perante Cristo Jesus. Que belo espetáculo será!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A humilde Virgem Maria é a mais apta a vencer esse orgulho maçônico, como mostram as considerações do Padre de Montfort no <em>Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem: </em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>&#8220;O inimigo mais terrível que Deus constituiu contra o demônio é Maria, sua Santa Mãe&#8230; Ele a teme mais, não só mais que a todos os anjos e homens, mas, num certo sentido, mais do que ao próprio Deus”. </em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Por que razão?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>Não é que a ira, o ódio e o poder de Deus não sejam infinitamente superiores aos da Santíssima Virgem, visto as perfeições d&#8217;Ela serem limitadas; mas é (…) porque Satanás, sendo orgulhoso, sofre infinitamente mais em ser vencido e castigado por uma pequena e humilde serva de Deus, e a humildade desta humilha-o mais que o poder divino.” (op. cit. nº 52). </em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">É, portanto, muito oportuno que o Pe. Kolbe tenha escolhido derrotar os inimigos da Igreja através da Imaculada, especialmente os maçons. Rezemos, portanto, com fervor, todos os dias, a invocação <em>ó Maria concebida sem pecado.</em></span></p>
<p style="text-align: right;"><strong><span style="color: #000000;">Pe. Guy Castelain, FSSPX</span></strong></p>
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