Acesse a leitura clicando na imagem.
Você pode acompanhar diariamente as Meditações de Santo Afonso em nossa página exclusiva no blog clique aqui, pelo nossa página no Facebook ou por nosso Canal no Telegram
Acesse a leitura clicando na imagem.
Você pode acompanhar diariamente as Meditações de Santo Afonso em nossa página exclusiva no blog clique aqui, pelo nossa página no Facebook ou por nosso Canal no Telegram

“E foram-lhe dados imperio, honra e reino; e todos os povos, nações e linguas o serviram; e o seu reino nao sera jamais destruido.”
Fonte: Apostolo nº 210 – Tradução: Dominus Est
Qual o significado dessa denominação a qual o próprio Jesus se apresenta? Observemos que a expressão aparece 82 vezes nos Evangelhos: ou seja, é frequente, mais do que outros títulos atribuídos a Jesus, como Cristo ou Filho de Deus. E, ao contrário das outras expressões, é empregada quase exclusivamente por Jesus. A expressão pode ser simplesmente um sinônimo de “homem”, pois trata-se de uma expressão específica do aramaico, traduzida como tal para o grego, o latim e o francês português.
Nesse sentido, a fórmula é frequentemente usada na Bíblia: por exemplo, o profeta Ezequiel é chamado 94 vezes pela fórmula “filho do Homem” para expressar sua solidariedade com o povo para o qual foi enviado. Se Jesus se refere a si mesmo dessa forma, pode ser para lembrar de sua verdadeira humanidade e fazer com que os homens compreendam que ele é um deles e que compartilha da condição humana. Continuar lendo

Publicada em 24 de junho de 2026, a Profissão de Fé Católica da Fraternidade São Pio X é apresentada aqui em várias partes. Esta décima parte recorda que a estrutura hierárquica da Igreja foi estabelecida pelo próprio Jesus Cristo: o Papa é o seu Pastor supremo, e os bispos exercem o seu poder de governo sob a sua autoridade. A Igreja não pode, portanto, ser transformada numa estrutura parlamentar ou democrática sujeita às opiniões do momento ou às expectativas do mundo.
*****************
IX – O Pontífice Romano, o episcopado e a constituição hierárquica da Igreja
73 – Reconheço no Pontífice Romano o sucessor de São Pedro, o Vigário de Jesus Cristo, o pastor supremo e universal, chefe visível de toda a Igreja, o qual detém, por instituição divina, um poder de verdadeira e própria jurisdição suprema, plenário, imediato e universal, sobre todos os pastores e sobre todos os fiéis batizados na Igreja.
74 – Creio que tal autoridade não lhe vem de uma delegação por parte da comunidade, mas diretamente do próprio Cristo, que institui esse cargo para a guarda da doutrina da fé, para a santificação das almas e para o governo da Igreja.
75 – Reconheço que, em razão desse poder próprio e verdadeiro, pastores e fiéis lhe devem respeito e obediência filial em tudo o que diz respeito ao exercício legítimo do seu cargo. Assim, mantidas a unidade de comunhão com o Pontífice Romano e a unidade de profissão da mesma fé, a Igreja de Cristo constitui um só rebanho sob um só pastor supremo. Continuar lendo

No último dia 29 de setembro, tivemos a alegria de festejar São Miguel Arcanjo, padroeiro dos nossos Irmãos religiosos, que “têm como fim específico ajudar os sacerdotes em todo o seu ministério, não com a pretensão de substituílos nas funções sacerdotais, mas de facilitar-lhes de muitas maneiras em seu labor apostólico.” (Estatutos dos Irmãos da FSSPX)
Em 10 de outubro, no Seminário de La Reja, os seminaristas que se preparam para o sacerdócio receberam as ordens menores das mãos de Dom Galarreta. As ordens menores são como degraus que se sobem para se alcançar uma união particular com a união hipostática de Nosso Senhor, a fim de se participar de modo ativo de Seu Sacerdócio Eterno.
Neste mês, no dia 21 de novembro em particular, é o dia em que as jovens postulantes das Irmãs da Fraternidade São Pio X recebem o hábito religioso no Noviciado Santa Teresinha do Menino Jesus (no hemisfério sul), dando início, assim, ao noviciado. Receberão o hábito religioso e um novo nome, pois iniciam uma nova vida, deixando para trás o homem velho e todos os planos humanos, para começarem a vida do homem novo, com uma missão divina muito particular, tal como Deus fez aos seus escolhidos no Antigo Testamento: Abrão torna-se Abraão; Jacó passa a ser Israel; Simão recebe o nome de Pedro; e Saulo torna-se Paulo após sua conversão. Continuar lendo
Revmo. Sr. Pe. Carlos Mestre, igreja Nossa Senhora Rainha de Portugal, Lisboa, no vigésimo Domingo depois de Pentecostes, sobre a necessidade de confiarmos a Deus na adversidade.
Acesse a Meditação de Santo Afonso sobre essa data clicando na imagem acima.
Veja também:
INDULGÊNCIAS PELOS DEFUNTOS EM NOVEMBRO
NESTE MÊS DE NOVEMBRO, REZEMOS PELAS ALMAS DO PURGATÓRIO
OS VÁRIOS ESTÁGIOS DO PURGATÓRIO
DEFRAUDANDO AS SANTAS ALMAS DO PURGATÓRIO
OBRIGAÇÃO QUE TEMOS DE SOCORRER AS ALMAS DO PURGATÓRIO
PADRE PIO E AS ALMAS DO PURGATÓRIO
PURGATÓRIO – SEGUNDO SÃO JOÃO BOSCO
O QUE DIZER DA CREMAÇÃO DOS CORPOS?
SEPULTURA CATÓLICA: QUANDO CONCEDÊ-LA OU NEGÁ-LA?
Acesse a leitura clicando na imagem.
Você pode acompanhar diariamente as Meditações de Santo Afonso em nossa página exclusiva no blog clicando aqui, pelo nossa página no Facebook ou por nosso Canal no Telegram

Na Espanha, pais ateus ou agnósticos se surpreendem ao descobrir que suas filhas usam medalhas da Virgem Maria e carregam rosários. Uma tendência também observada na França e em outros países, enquanto diversas pesquisas apontam para um renascimento do interesse pelo catolicismo entre as gerações mais jovens.
Fonte: DICI – Tradução: Dominus Est
“Mãe, sou rebelde: compra-me uma medalha da Virgem.” É sob este título provocativo que a jornalista Nuria Labari aborda, no jornal espanhol El País de 17 de outubro de 2026, uma tendência que estão deixando alguns pais perplexos: o retorno de medalhas marianas, crucifixos e rosários entre as adolescentes, inclusive em famílias completamente alheias à religião.
Esses objetos, às vezes encontrados nas gavetas de mães e avós ou entre lembranças da Primeira Comunhão, agora estão sendo oferecidos como acessórios de moda. Nas redes sociais, a tendência tem um nome: Catholic-core, que se apropria de símbolos e estética da tradição católica.
Mas esse retorno da Virgem Maria aos pescoços das meninas não deixa de provocar algumas reações. Nuria Labari relata como pais ateus ou agnósticos tentam explicar às filhas por que elas não deveriam usar símbolos religiosos nos quais não acreditam. A situação inverteu os papéis: antigamente, os pais se preocupavam ao ver seus filhos abandonarem a religião; hoje, alguns temem vê-los se aproximarem dela. Continuar lendo

“Meu filho, esteja convencido de que seu maior motivo de orgulho é o seu batismo!” Por que não repetir com frequência essa profunda verdade para seu filho? Existe algo mais belo do que sua elevação ao divino? Que melhor lembrança para impedi-lo de depositar sua dignidade, ou seu coração, em coisas sem valor?
Fonte: Apostol nº 211 – Tradução: Dominus Est
Você poderá dizer algo semelhante… aos poucos e em ocasiões apropriadas.
“Quando o sacerdote diz no altar: ‘Isto é o meu Corpo, isto é o meu Sangue’, não é o corpo e nem o sangue dele que estão no altar, mas sim o corpo e o sangue de Jesus, pois é Jesus quem age e fala por meio do seu sacerdote. No seu batismo ocorreu algo parecido: foi Jesus quem, por meio da água, purificou a sua alma do pecado original e lhe deu a vida divina (porque a água por si só é incapaz de purificar uma alma!).”
“Desde o seu batismo, sua mãe e eu (ou seu pai e eu) já não te vemos mais da mesma maneira: você não é mais apenas nosso filho (ou filha), mas é também, e acima de tudo, um filho de Deus. Antes mesmo disso, você já nos havia sido confiado por Ele; mas agora é ainda mais forte: é seu filho adotivo! Pela graça Dele, você entrou na divina família da Santíssima Trindade!” Continuar lendo

Publicada em 24 de junho de 2026, a Profissão de Fé Católica da Fraternidade São Pio X é apresentada aqui em várias partes. Esta nona parte nos lembra que o Espírito Santo santifica as almas e vivifica a Igreja, mantendo-a na verdade recebida dos Apóstolos. Como Espírito da verdade, Ele não pode inspirar hoje o oposto do que inspirou ontem, nem pode ser invocado para justificar rupturas doutrinais ou morais com a Tradição.
VIII – O Espírito Santo, santificador das almas e alma da Igreja
67 – Professo que o Espírito Santo, terceira Pessoa da Santíssima Trindade, verdadeiro Deus com o Pai e o Filho, falou por meio dos profetas, inspirou as Escrituras, santificou os justos, formou a humanidade do Verbo encarnado no seio virginal de Maria, e foi enviado visivelmente no dia de Pentecostes, a fim de tornar manifesta e vivificar a Igreja até a consumação dos séculos.
68 – Creio que, enviado pelo Pai e pelo Filho, permanece na Igreja até o fim dos séculos, segundo a promessa de Nosso Senhor. É a alma incriada da Igreja, não no sentido de uma forma substancial, que aboliria a distinção entre Cristo e os seus membros, mas como princípio invisível e causa eficiente da vida sobrenatural da Igreja, da unidade da sua progressão na fé e no culto, da santidade do seu governo e do seu Magistério, e da fecundidade das suas obras. Continuar lendo
Revmo. Sr. Pe. Carlos Mestre, igreja de Nossa Rainha de Portugal, Lisboa, no vigésimo primeiro Domingo após pentecostes, sobre a obrigação que temos de perdoar o próximo.
Acesse a leitura clicando na imagem.
Você pode acompanhar diariamente as Meditações de Santo Afonso em nossa página exclusiva no blog clicando aqui, pelo nossa página no Facebook ou por nosso Canal no Telegram

Um objeto muito semelhante aos celulares e as redes sociais nas mãos dos mais jovens.
Fonte: Radio Spada – Tradução: Dominus Est
São João Bosco é conhecido por seus sonhos proféticos. Embora este assunto deva sempre ser tratado com cautela para evitar conclusões que as revelações privadas não podem fornecer (veja aqui a devida importância a ser atribuída a esses fatos), é inegável que muitos eventos descritos pelo Santo correspondem claramente a situações que se concretizaram posteriormente. Apresentamos aqui seu sonho de 1º de maio de 1865 (extraído de G. B. Lemoyne, Memórias Biográficas de São João Bosco, vol. VIII, ano de 1865, p. 115-116).
Sonho de 1º de maio de 1865
Sonhei e parecia-me estar na igreja. A igreja estava cheia de jovens, mas poucos se aproximavam para receber a Sagrada Comunhão. Junto da balaustrada, estava um homem alto, todo negro, cuja cabeça brotavam dois chifres. Ele segurava uma lanterna mágica e, por meio dela, mostrava coisas diferentes aos diversos jovens: Continuar lendo

Pobre Francisco, manipulado em todos os sentidos a serviço de interesses partidários, exceto para os interesses católicos. Contudo, ainda que as tentativas torpes dos inimigos externos para fazer dele um ícone laico pudessem provocar algumas gargalhadas, agora que o deísmo das Luzes deu lugar ao ecumenismo dos modernistas, a situação se torna um pouco mais irritante. À insolência se sucedeu, com efeito, a duplicidade, e à guerra aberta, a manobra ardilosa.
Fonte: DICI – Tradução: Dominus Est
Este oitavo centenário não poderia ficar de fora. Ignorando por completo os clichês repetidos ad nauseam por toda parte, com uma inflação da palavra “diálogo”, contentamo-nos em recordar alguns elementos capazes de esclarecer os aspectos pelos quais o Santo de Assis sofre hoje as maiores distorções, ao ponto de ser pintado como um débil adepto do diálogo ecumênico e o arauto de uma paz ateia.
1 – Católicos sem “si” nem “mas”: “Em tudo, e acima de tudo, ele considerava que era necessário observar, venerar e seguir a fé da Santa Igreja Romana, única na qual se encontra a salvação.(1)” A catolicidade constituía de modo absoluto a própria essência do pertencimento à sua Ordem: “Que todos os irmãos sejam católicos, vivam e falem de modo católico. Se alguém, em palavras ou em atos, se afastar da fé e da vida católica, e não se emendar, que seja excluído da nossa fraternidade.(2)”
2 – Quanto ao que chamam atualmente, num espírito equívoco, de os semina Verbi – os fragmentos de verdade presentes no paganismo -, Francisco era muito claro: “Tudo o que pode ser encontrado de bom não deve ser imputado aos pagãos, nem aos demais homens, mas somente a Deus, de quem vem todo bem.(3)” Trata-se do princípio muito bem resumido pela fórmula: Omne verum, a quocumque dicatur, a Spiritu Sancto est (Toda verdade, independente de quem a expõe, vem do Espírito Santo)(4).Contudo, evidentemente, se um relógio quebrado indica a hora apenas duas vezes por dia, não é porque ele funciona corretamente… Continuar lendo

Ao exaltar a maternidade divina da Santíssima Virgem, a Igreja celebra a Mãe por excelência e o modelo de todas as mães.
Fonte: DICI – Tradução: Dominus Est
Esta festa foi instituída em 1931 pelo Papa Pio XI por ocasião do 15° centenário do Concílio de Éfeso, onde foi proclamado o dogma da maternidade divina de Maria.
Nos textos da liturgia, a Igreja expressa como Maria é Mãe de Jesus, mas também nossa Mãe, uma vez que é por sua intercessão que ela obtém para nós a graça que nos une sobrenaturalmente ao seu Filho divino. A maternidade virginal de Maria estende-se desde Cristo, que ela realmente gerou na sua carne, a todos os membros do Corpo místico do Filho de Deus.
Este ensinamento é exposto por São Pio X na encíclica Ad diem illum (1904):
“Não é Maria a Mãe de Deus? Portanto é Mãe nossa também. Todos, portanto, que, unidos a Cristo, somos, consoante as palavras do Apóstolo, “membros do seu corpo, de sua carne e de seus ossos” (Ef 5, 30), devemos crer-nos nascidos do seio da Virgem, donde um dia saímos qual um corpo unido à sua cabeça. É por isso que somos chamados, num sentido espiritual e místico, filhos de Maria, e ela é, por sua vez, nossa Mãe comum. Mãe espiritual, contudo verdadeira mãe dos membros de Jesus Cristo…”
Acesse a leitura clicando na imagem.
Você pode acompanhar diariamente as Meditações de Santo Afonso em nossa página exclusiva no blog clicando aqui, pelo nossa página no Facebook ou por nosso Canal no Telegram
Revmo. Pe. José Maria, igreja de Nossa Senhora Rainha de Portugal, Lisboa, no décimo nono domingo depois de pentecostes, sobre a necessidade de ter almas fortes diante de Deus.

Palestra proferida no Priorado São José, em Mendoza, na Argentina em 18 de setembro de 2026 e publicada pelo excelente site Verbum Fidelis.
CLIQUE AQUI PARA ACESSÁ-LA

Para ouvir o sermão, clique aqui.
Caríssimo Padre Maret,
Com que alegria te acompanhamos hoje ao altar de Nosso Senhor. Todos os que te rodeiam, todos os que aqui se encontram e vieram assistir e participar da tua primeira Missa, alegram-se por haver doravante um sacerdote do Valais, saído da nossa casa de Écône e que, estamos persuadidos, fará honra a este Valais católico e às tradições deste cantão. Tradição de fé, tradição de generosidade: tantas vocações saíram desta terra abençoada, tantos missionários, tantos religiosos, tantas religiosas. Não é possível que as graças e as bênçãos que Deus concedeu a este país com tão grande abundância se tenham esgotado. Por isso hoje nos alegramos verdadeiramente e damos graças a Deus por um filho desta terra poder subir ao altar e oferecer o Sacrifício de Nosso Senhor.
Peço-te primeiro, caro amigo, que lances um olhar para o passado, a fim de contemplar e reconhecer todas as graças que Deus te concedeu. Creio que quase todos os presentes nesta cerimônia conhecem tanto as alegrias profundas e espirituais quanto as graças que recolheste no seio da tua família; mas todos conhecem igualmente as provações. Provação cruel que Deus enviou à tua família; é preciso, porém, considerá-la — e, graças a Deus, tua querida mãe e todos os teus irmãos e irmãs a encaram com fé profunda, com fé sobrenatural, de modo que sabem que Deus a quis para que a família recebesse graças particulares, as quais de fato recebeu e continua a receber.
Tu mesmo, caro amigo, recebeste graças particulares e especiais ao longo de todo o seminário, graças à tua família e às orações daqueles que te cercaram na juventude. Agradece hoje a Deus por todas essas graças e peçamos a Ele que alivie as provações da tua família. Continuar lendo
Acesse a leitura clicando na imagem.
Você pode acompanhar diariamente as Meditações de Santo Afonso em nossa página exclusiva no blog clicando aqui, pelo nossa página no Facebook ou por nosso Canal no Telegram

Queridos fiéis,
Neste mês de outubro, mês dedicado especialmente ao Santo Rosário e coroado pela festa de Nossa Senhora do Rosário no dia sete, eu gostaria de elevar algumas reflexões sobre a grandeza desta oração profundamente católica. É uma oração divina pela sua constituição essencialmente bíblica, pela sua origem entregue diretamente pelas mãos de Nossa Senhora e pelos seus efeitos de inúmeros milagres.
“O Rosário é um baluarte de salvação e de paz que Deus, em sua grande misericórdia, quis dar à humanidade na pessoa de sua augusta Mãe.” (Fidentem Piumque Animum, Papa Leão XIII)
O nome do Santo Rosário não deve ser uma simples denominação material, mas uma expressão de nossa vida íntima com Deus, uma expressão de sua graça — desta graça que deve santificar-nos particularmente e ser, ao mesmo tempo, um poderoso socorro em nossos grandes combates. Rezar bem e regularmente o Rosário, todos os dias e com boa vontade, é sempre possível. É preciso, inclusive, chegar ao ponto em que essa recitação diária não seja para a alma apenas um dever que se impõe — e que, por isso mesmo, poderia às vezes parecer pesado e até fastidioso —, mas uma necessidade do nosso coração, da nossa fé e da nossa vida espiritual, que não podem prescindir deste alimento amado, inteiramente consolador e fecundo. Continuar lendo

No dia dessa grandiosa Santa, disponibilizamos abaixo alguns links sobre ela:
A VIA MARIANA DA “PEQUENA TERESA” NO FIM DE SUA VIDA
EDITORIAL DA REVISTA PERMANENCIA NO CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE SANTA TERESINHA (1973)
SANTA TERESINHA, POR GUSTAVO CORÇÃO

Clique aqui para ler a Meditação de Santo Afonso sobre os Anjos da Guarda.
********************************
********************************
Para um bom entendimento sobre questões referentes aos anjos colocamos abaixo alguns links sobre o assunto:
Revmo. Pe. Carlos Mestre, igreja de Nossa Senhora Rainha de Portugal, Lisboa, no décimo oitavo domingo depois de pentecostes, sobre o que significa blasfemar e o que fazer para reparar a honra divina.

Rei Lear expulsando sua filha Cordélia, de Richard Earlom (Londres, 1743–1822)
Por Andrew J. Clarendon
Fonte: Angelus Press – Tradução: Dominus Est
No livro Ideias Têm Consequências, Richard Weaver escreve: «É evidente que o domínio singular da língua, próprio do poeta, é o que lhe permite enxergar as potências latentes nas circunstâncias. Ninguém ensina melhor do que ele a causa e o efeito nos negócios humanos; […] os poetas são os mais rápidos a apreender a verdade necessária.» Quem lida com «o poder evocativo das palavras […] e a força poderosa do símbolo» não surpreende que ensine verdades profundas mesmo séculos depois da morte. No grau mais alto, a lição poética tem valor perene.
Tão grande é o poder da inspiração que o poeta chega a parecer profeta: pensa-se na famosa Quarta Écloga de Virgílio, dita messiânica porque se lê como anúncio da vinda de Cristo. Em inglês, o maior poeta é, naturalmente, Shakespeare, cujas peças, embora apresentem determinado enredo e determinadas personagens, exprimem temas universais.
As lições que transmitem aplicam-se, por isso, a outras situações e servem para compreender a causa e o efeito nos negócios humanos. Neste ano em que se celebra o cinquentenário da Fraternidade Sacerdotal São Pio X, reler alguns temas da tragédia Rei Lear e da comédia Como Gostais é um modo poético e conatural de apreciar melhor a defesa da tradição e da ortodoxia feita por Dom Lefebvre. Continuar lendo

A proximidade – e o afeto que o homem por vezes nutre pelos animais – constitui algo bom, desde que se mantenha a ordem inerente à definição, ou seja, a diferença essencial que é a razão.
Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est
O Senhor Deus trouxe todos os animais diante de Adão, para que ele pudesse nomeá-los. Adão deu a cada um dos animais um nome próprio. E o nome que Adão deu a cada um dos animais é o seu verdadeiro nome”(1) .
Adão, com isso, exerceu uma autoridade recebida de Deus; e Deus manifestou assim o lugar único que o homem ocupa na Criação. Pois o homem não é um ser vivo como qualquer outro: ele foi criado para conhecer, ordenar e governar. Nomear os animais, portanto, consistia não apenas em designá-los, mas também em reconhecer sua natureza e manifestar a ordem que a rege.
Essa superioridade do homem sobre os animais não elimina, no entanto, a proximidade que une ambos. Aliás, foi no contexto da busca por uma “ajuda semelhante a ele” que Deus conduziu os animais até Adão, precisamente porque o homem, formado do limo da terra, é ele próprio um animal. Continuar lendo
Acesse a leitura clicando na imagem.
Você pode acompanhar diariamente as Meditações de Santo Afonso em nossa página exclusiva no blog clicando aqui, pelo nossa página no Facebook ou por nosso Canal no Telegram

Fonte: Le Parvis nº 169 – Tradução: Dominus Est
O martírio é o principal ato da virtude da fortaleza.
A crise atual na Igreja pode-nos levar a várias perguntas e, entre elas: Quanto tempo irá durar? Parece haver muitas opções para lidar com o sofrimento e as inquietações que ela provoca. Tanto a precipitação quanto a hesitação prolongada, mesmo que com boas ações, nos conduzem pelo caminho errado e nos levam a tomar decisões equivocadas.
Nestes tempos marcados por incertezas, sofrimentos e provações, a doutrina católica oferece uma perspectiva especial por meio da virtude da fortaleza, uma das quatro virtudes cardeais. Ela pode ser definida da seguinte forma: “A fortaleza é a virtude moral que assegura, diante das dificuldades, firmeza e constância na busca do bem. Ela fortalece a resolução de resistir às tentações e superar os obstáculos na vida moral. A virtude da fortaleza nos capacita a vencer o medo, inclusive da morte, e a enfrentar provações e perseguições. Ela nos dispõe a chegar até a abnegação e ao sacrifício da própria vida para defender uma causa justa.” Essa virtude não é uma simples resistência estoica ou uma coragem puramente natural. É uma disposição habitual da alma, aperfeiçoada pela graça, que ordena o apetite irascível — aquela parte de nós que reage às dificuldades e ameaças — segundo a razão iluminada pela fé. Santo Tomás de Aquino, na Suma Teológica (I-II, q. 123), esclarece que a fortaleza tem como principal objeto o medo e a ousadia, particularmente diante dos perigos da marte. Consiste em dois movimentos complementares: “aggredi” (enfrentar, atacar o mal) e “sustinere” (suportar; perseverar). Em tempos de crise, é frequentemente o segundo que prevalece: a paciência e a constância diante daquilo que não pode ser mudado imediatamente. Continuar lendo