Um menino nasceu para nós, para que imitemos sua pureza e humildade, para sermos comovidos pela sua amabilidade e termos confiança na sua misericórdia.
[1] Este pequenino nasceu para nós em sacramento de pureza. Narra a Escritura (Mt 1, 21): ele salvará o seu povo. Comenta são Bernardo, “eis que o próprio Cristo nos purgará de nossos delitos, eis o que limpará nossas misérias”. E santo Agostinho: “Ó bem-aventurada infância, pela qual foi reparada a vida de nosso gênero humano. Ó tão grato e deleitável vagido, pelos quais escapamos do pranto e ranger de dentes. Ó felizes panos, com os quais se limpou a sordidez de nossos pecados”
[2] Nasceu para nós como exemplo de humildade. Diz São Bernardo: “Tratemos de imitar este pequenino; aprendamos dele que é manso e humilde de coração. Certamente, o grande Deus não se fez pequenino por nada. Por isso é intolerável atrevimento, após ter a própria Majestade rebaixado-se, inchar-se e engrandecer-se o vermezinho.”
[3] Nasceu para nós para acréscimo de caridade (Lc 12, 49): Eu vim trazer fogo à terra. Diz São Bernardo: “O Senhor grande, digno de todo louvor, fez-se pequenino e amável. Um menino nasceu, diz a Escritura. Ele nos é de todo amável, Ele que é pai, irmão, Senhor, ministro, recompensa e exemplo”. Noutro lugar: “Quanto mais humilhou-se ao tomar nossa humanidade, tanto maior revelou-se sua bondade. E quanto maior revelou-se sua bondade, tanto mais inflamou-se nosso amor”. Continuar lendo
















































































































Os bispos da Inglaterra e do País de Gales, contra a oração pelos judeus na Sexta-feira Santa. 
