Arquivos da Categoria: Fé
JESUS MENINO SE OFERECE À JUSTIÇA DIVINA COMO NOSSA VÍTIMA
NOVENA DE NATAL – QUINTO DIA
A PAIXÃO DE JESUS CRISTO DUROU TODO O TEMPO DA SUA VIDA
NOVENA DE NATAL – QUARTO DIA
PAREM O ABORTO! – TELEGRAMA DE D. LEFEBVRE
Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est
A lei Veil de 1975, legalizando o aborto (na França), foi promulgada à título experimental por 5 anos. Uma lei de 1979 a renovaria sem limite de tempo. Nesta ocasião, Mons. Lefebvre enviou o seguinte telegrama ao Presidente da República.
O Telegrama
Pelo voto que lhe foi confiado, o senhor comprometerá gravemente vossa consciência diante de Deus, pois o 5º mandamento do Decálogo proíbe o assassinato. É por esta razão que, em face da gravidade do aborto, a Igreja levanta severas sanções (cânon 2350). Todos aqueles que contribuem física ou moralmente para um aborto são excomungados.
Mons. Lefebvre
O Sr. Valéry Giscard d’Estaign, Presidente da República Francesa, recebeu este telegrama oficial na tarde de terça-feira, 27 de novembro de 1979.
Ao mesmo tempo, 320 deputados, embaixadores e jornalistas estavam de posse deste texto enviado por telegrama pessoal.
Fideliter, número 13, janeiro/fevereiro de 1980.
EXPECTAÇÃO DO PARTO DA VIRGEM MARIA
NOVENA DE NATAL – TERCEIRO DIA
A MISSÃO DO VERBO ENVIADO PELA CARIDADE DO PAI – PALAVRAS DE D. LEFEBVRE

Eis algumas palavras de Mons. Marcel Lefebvre, fundador da Fraternidade Sacerdotal São Pio X, sobre a missão do Verbo enviado pela caridade do Pai.
Fonte: FSSPX México – Tradução: Dominus Est
“O fim do amor que Nosso Senhor sente por nós é fazer caridade de nós mesmos. Na medida que guardarmos Seus mandamentos de amor e caridade, nós estaremos Nele e Ele estará em nós. Nosso Senhor mesmo explica isso quando promete enviar seu Espírito Santo, dizendo: Não vos deixarei órfãos; voltarei a vós”(Jo 14,18)
De certo modo, Nosso Senhor se identifica com o Espírito que virá até nós, seu Espírito de caridade que nos enviará.
Dada a consubstancialidade do Pai, do Filho e do Espírito Santo, Nosso Senhor sempre diz: “O Pai e Eu viremos a vós” e depois, falando do Espírito Santo: “Virei a vós quando vos enviar o meu Espírito“. Logo, essa obra de caridade, que é o próprio Deus, realmente opera em nós a morada da Santíssima Trindade. A única coisa que Ele pode fazer é nos dar caridade.
Não podemos ser nada além de caridade. Aqueles que não são “caridade” são desnaturados. Não ser “caridade” é contrário à natureza. Agir por egoísmo, para nossa satisfação, para agradar a nós mesmos, por orgulho ou amor próprio, é contrário ao fim para o qual fomos criados e, mais ainda, ao fim para o qual fomos redimidos.
Devemos deixar o lugar à caridade de Deus, ou seja, o lugar que ela deve ocupar na alma. Trata-se, portanto, de preservá-la. Isso nos dá uma verdadeira luz sobre quem somos, de onde viemos e para onde vamos. Esta caridade que nos dirige a Deus deve ter por objeto a doação a si mesma. Entregar-se primeiro a Deus e até mesmo, quando nos entregamos ao próximo, tomando sempre Deus por seu motivo e causa”.
+ Mons. Marcel Lefebvre
Fonte: O mistério de Nosso Senhor
TRISTEZA DO CORAÇÃO DE JESUS NO SEIO DA VIRGEM MARIA
NOVENA DE NATAL – SEGUNDO DIA
CATECISMO EM VÍDEO – AULA 31: OS INIMIGOS DE NOSSO SENHOR
JESUS MENINO CONSENTE EM SER NOSSO REDENTOR
NOVENA DE NATAL – PRIMEIRO DIA
A LUTA CONTRA OS INIMIGOS DA SALVAÇÃO
O cristão deve enfrentar, ao longo de sua vida, 3 amargos inimigos que querem impedir sua salvação: o mundo, o demônio e a carne. Desses, o mais difícil é a carne. Nesta catequese Pe. Boniface explica quais as armas que Cristo e sua Igreja colocam à disposição do crente para o combate em sua luta espiritual.
AJUDE A FSSPX EM SUA CRUZADA DE ORAÇÕES, PELAS MISSAS E PELAS VOCAÇÕES
A situação internacional está claramente se deteriorando. Um dos pontos mais críticos diz respeito à proibição das Missas públicas. Como todos sabemos que a Missa é a alavanca que levanta o mundo, só podemos nos preocupar com o futuro.
Os fiéis e os sacerdotes da FSSPX, em todo o mundo, estão preocupados em se opor a esta situação com meios proporcionais. Para encorajar tal estado de espírito, ajudando a lutar principalmente em um nível sobrenatural, o Superior Geral decidiu lançar uma Cruzada de Orações, apoiada pela recitação do Rosário.
É uma cruzada tanto pela Missa quanto pelas vocações. Assim, ao mesmo tempo que responde à necessidade presente, esta cruzada responde ao próprio objetivo da Fraternidade, permitindo manter nossa preocupação com as vocações e nosso apego à Missa. (DICI)
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CLIQUE AQUI PARA SABER MAIS SOBRE ESSA CRUZADA E COMO SE JUNTAR A NÓS NESSAS ORAÇÕES.
NADA SERÁ COMO ANTES – O MUNDO DEPOIS DA COVID – PARTE II

Fonte: Permanência
- Os efeitos reais do COVID-19
Para não evocar as consequências econômicas que se revelarão no futuro, basta-nos observar as repercussões imediatas das medidas:
– Redução drástica das liberdades: de circulação, de atividade profissional, de cuidados, de educação, encontros públicos e privados, de culto…
– Efeitos sobre as pessoas: efeitos psicológicos observados em consequência do isolamento, do confinamento, do distanciamento: conflitos familiares, dúvidas mórbidas, temor, medo, paralisia e atrofia da personalidade… tanto em adultos como em crianças.
– Efeitos na vida social: divisão entre as pessoas até as raias da denúncia. Um clima de suspeita: o próximo se torna um inimigo temível; cada um se torna um perigo vivo para todos, quer estejamos com boa saúde (incluindo portadores assintomáticos) ou doentes infectados… “Toda pessoa saudável é um doente que se ignora “(Knock, ou o triunfo de medicina, por Jules Romains).
Hoje em dia, a sociedade está dividida em três classes:
– Por um lado, os defensores indiscriminados de máscaras, luvas, viseiras, pulseiras de som, medidas sanitárias de distanciamento, gaiolas de plexiglass, aplicativos de rastreamento, vacina para todos; Continuar lendo
JESUS MENINO TOMA SOBRE SI TODOS OS PECADOS DOS HOMENS
A VERDADE SOBRE O PRESÉPIO VATICANO

Sermão proferido pelo Revmo. Pe. Samuel Bon, do Priorado de São Pio X, em Lisboa, Portugal, por ocasião do Domingo Gaudete 2020
ORDENAÇÕES SACERDOTAIS DA FSSPX NA ÁFRICA DO SUL – 2020
No sábado, 5 de dezembro de 2020, D. Alfonso de Galarreta ordenou 3 sacerdotes em Bredell, na África do Sul, Residência do Superior do Distrito da África.
Fonte: DICI – Tradução: Dominus Est
Os caminhos da Providência são, frequentemente, surpreendentes aos olhos dos homens. Neste caso, as ordenações dos padres formados no seminário da Santa Cruz, em Goulburn, na Austrália, deveriam ter ocorrido naquele país, como todos os anos.
Mas as regras estabelecidas pelo governo australiano, por conta da crise sanitária, dificultaram a permanência do Bispo encarregado das ordenações. Os superiores decidiram, então, transferi-los para o continente africano, de onde é um dos novos sacerdotes.
Foi assim que, pela segunda vez na história da FSSPX, a África do Sul acolheu as ordenações sacerdotais. A primeira vez aconteceu em 1989, pela ordenação de sacerdotes de origem sul-africana.
Dos 3 sacerdotes recém-ordenados, 2 são de origem filipina e o terceiro de origem queniana.
Assim, a partir de 8 de dezembro, a Fraternidade Sacerdotal São Pio X passou a ter 680 padres.
Deo gratias!
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Nota do blog 1: Junte-se à FSSPX na Cruzada de Rosários pelas Missas e pelas Vocações (leia aqui)
Nota do blog 2: Colocamos abaixo alguns links sobre a vocação sacerdotal:
Nota do blog 3: Mais números sobre a FSSPX podem ser vistos clicando aqui.
Nota do blog 4: Perguntas e respostas sobre a FSSPX podem ser vistas clicando aqui.
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“Senhor, dai-nos sacerdotes,
Senhor, dai-nos santos sacerdotes,
Senhor, dai-nos muitos santos sacerdotes,
Senhor, dai-nos muitas santas vocações religiosas,
Senhor, dai-nos famílias católicas,
São Pio X, rogai por nós”
8 DE DEZEMBRO: FESTA DA IMACULADA CONCEIÇÃO DE MARIA
Clique na imagem acima para ler a Bula Ineffabilis Deus, de S.S. Pio IX, que definiu em 8 de dezembro de 1854, o Dogma da Imaculada Conceição de Nossa Senhora.
E abaixo colocamos dois sermões: um do do Pe. Carlos Mestre, FSSPX, por ocasião da Solenidade da Imaculada Conceição, em 2018 e outro do Pe. Samuel Bon, FSSPX, pela mesma Festa em 2019.
NADA SERÁ COMO ANTES – O MUNDO DEPOIS DA COVID – PARTE I

Um mal que espalha terror,
Mal que o Céu em sua fúria
Inventa para punir os crimes da terra,
O COVID (já que deve-se que chamá-lo por seu nome),
Capaz de enriquecer em um dia o Aqueronte,
Faz guerra aos humanos.
Nem todos morrem, mas todos são atingidos …(1)
Fonte: Permanência
Este último verso prende nossa atenção uma vez que o frisson da morte adquiriu dimensões globais.
A mensagem de alerta internacional de profissionais da área de saúde para governos e cidadãos do mundo lançado pela United Health Professionnals (2), recebe a cada dia novo apoio: “Parem o terror, a loucura, a manipulação, a ditadura, as mentiras e a maior falcatrua sanitária do século XXI”. Em uma escala mais modesta, a Dra. Nicole Delépine, em um recente fórum do France-Soir(3), lançou a questão: Fim de uma epidemia ou de um pânico organizado. Por quê.
Por falta de competência, não nos cabe mais do que uma opinião pessoal. Não podemos nos posicionar sobre assuntos que devem ser reservados a profissionais de verdade, e não a ´cientistas de opereta´, a ilustres anônimos encerrados em um comitê científico ou a profissionais de redes de televisão.
Contudo, o constante assédio da mídia, o zelo frenético das autoridades para intervir, nos conduzem a refletir e tentar entender o que está em jogo nesta agitação planetária (4).
Algumas observações e perguntas
1.1. O Grande espetáculo
Com grande espalhafato de imagens e repercussão televisiva, pudemos assistir os fechamentos de aeroportos, as crônicas do obituário diário, os transportes TGV-COVID, a repetição incessante da mídia sobre a utilidade dos hospitais de campanha ou do plano Branco e Azul, a implementação abortada de drones de vigilância…
1.2. Origem do vírus
Natural ou projetado em laboratório? Este debate sobre a origem do vírus não é sem importância porque é uma fonte de interrogações para a pessoa comum: Se houve manipulação, por qual motivo? mera pesquisa ? objetivo curativo, político? O que é evidente é que o COVID-19 é atualmente objeto de consideração, tanto de autoridades locais como de organismos internacionais, a exemplo do que diz Klaus Schwarb, fundador e presidente executivo da World Fórum Econômico (WEF), mais conhecido como Fórum de Davos (5): “A pandemia apresenta uma oportunidade rara e limitada de repensar, reinventar e reerguer nosso mundo do zero.” Continuar lendo
AJUDE A FSSPX EM SUA CRUZADA DE ORAÇÕES, PELAS MISSAS E PELAS VOCAÇÕES
A situação internacional está claramente se deteriorando. Um dos pontos mais críticos diz respeito à proibição das Missas públicas. Como todos sabemos que a Missa é a alavanca que levanta o mundo, só podemos nos preocupar com o futuro.
Os fiéis e os sacerdotes da FSSPX, em todo o mundo, estão preocupados em se opor a esta situação com meios proporcionais. Para encorajar tal estado de espírito, ajudando a lutar principalmente em um nível sobrenatural, o Superior Geral decidiu lançar uma Cruzada de Orações, apoiada pela recitação do Rosário.
É uma cruzada tanto pela Missa quanto pelas vocações. Assim, ao mesmo tempo que responde à necessidade presente, esta cruzada responde ao próprio objetivo da Fraternidade, permitindo manter nossa preocupação com as vocações e nosso apego à Missa. (DICI)
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A SUBORDINAÇÃO DA ORDEM TEMPORAL À ESPIRITUAL SEGUNDO SÃO TOMÁS
Rev. Pe. Álvaro Calderón, FSSPX
A relação dos poderes espiritual e temporal na Igreja pode ilustrar-se mediante a analogia:
O espiritual está para o temporal na Igreja como a alma está para o corpo no homem
A analogia com a alma e o corpo
Quando São Tomás tem que explicar a intervenção do poder espiritual nos assuntos temporais, recorre à analogia da alma e do corpo. À objeção que diz: “a potestade espiritual é distinta da temporal, mas, às vezes, os prelados, que têm potestade espiritual, se intrometem nas coisas que pertencem ao poder temporal”; responde: “a potestade secular se submete à espiritual como o corpo à alma; e por isto não há juízo usurpado se um prelado espiritual se intromete nas coisas temporais com respeito àqueles assuntos nos quais a potestade secular lhe está submetida, ou que a potestade secular deixa a seu cuidado”[1].
As coisas análogas certamente não são iguais em tudo, mas todas as analogias acima consideradas não são metafóricas, senão próprias, pelo que valem naquilo que têm de mais caraterístico. Ao comparar a constituição do espiritual e do temporal na Igreja com a alma e o corpo no homem, quer-se afirmar, primeiro e principalmente, que:
- Não são duas realidades completas na sua ordem, senão dois co-princípios que constituem um todo único. Assim como o corpo e a alma não são duas substâncias que existem de modo separado, senão que são dois princípios que se complementam para que exista a única substância composta que é o homem, assim também a ordem espiritual e a temporal não são duas sociedades que possam existir de modo separado como realidades completas, senão que são dois elementos complementares da única e mesma realidade social: A Igreja.
- À objeção que diz que a Igreja e o Estado são duas sociedades perfeitas responde-se que são sociedades perfeitas no aspecto jurídico, no sentido em que ambas as potestades são supremas na sua ordem, mas ambos ordenamentos jurídicos têm por sujeitos os mesmos homens e ambos são necessários para alcançar o mesmo e único fim último sobrenatural.
- No segundo lugar, afirma-se que são princípios realmente distintos, com origem distinta e capazes de se separarem: Assim como a alma tem sua origem em Deus e o corpo nos pais, e depois de unidos poderiam separar-se, deixando a alma a sua condição de temporal e passando o corpo a cadáver, assim também o poder espiritual vem de cima e o poder temporal tem suas raízes na história pátria e poderiam separar-se, ficando no Céu a Igreja triunfante e na terra cadáveres de cidades. Mas, assim como a separação total do corpo e da alma implica a morte do homem, também a separação completa do poder espiritual de toda sociedade temporal implicaria a morte da Igreja militante, o que Cristo prometeu que não iria acontecer.
Não é fácil compreender este duplo aspecto aparentemente contraditório pelo qual se tem uma realidade única mas ao mesmo tempo uma distinção real, e só o gênio de Aristóteles pode expressá-lo com as noções de matéria e forma (potência e ato). Para compreender melhor de que modo podem constituir uma mesma coisa, temos que considerar como estes dois princípios se abraçam em mútua causalidade. Temos então que: Continuar lendo
CATECISMO EM VÍDEO – AULA 30: AS PROFECIAS DE NOSSO SENHOR
DO MAGISTÉRIO VIVO E DA TRADIÇÃO – PARA UMA “RECEPÇÃO TOMISTA” DO VATICANO II?

Fonte: Courrier de Rome – Tradução: Dominus Est
Nos dias 15 e 16 de maio de 2009 ocorreu, nas instalações do Instituto católico de Toulouse, um colóquio organizado pela Revue thomiste e pelo Instituto Santo Tomás de Aquino, sob a direção do Padre Serge Thomas Bonino, O.P. O colóquio tinha como tema: «Vaticano II – Ruptura ou continuidade. Apresentação das hermenêuticas». Cerca de cem ouvintes, a maioria do clero, estavam presentes. A ausência da Fraternidade São Pio X parece ter sido notada com grande pesar pelos próprios organizadores. A publicação das Atas do colóquio foi anunciada para 2010. Mas os ditos do Padre Bonino em seu convite já explica suficientemente o sentido dessa iniciativa: «Nosso colóquio se propõe a refletir sobre a maneira pela qual a corrente teológica originada em Santo Tomás de Aquino pode colaborar para uma Recepção do Vaticano II que honre o Concílio como um ato da Tradição viva». Para atingir esse objetivo, o método é todo ele exposto: «Trata-se de destacar simultaneamente o aspecto “memória” e o aspecto “novidade” desse ensinamento magno do Magistério do século XX. É a exigência que o Papa Bento XVI indicava aos teólogos em seu discurso à Cúria romana em 22 de dezembro de 2005 quando ele propunha distinguir entre “hermenêutica da continuidade” e “hermenêutica da ruptura”».
Partindo desse fato que o Discurso de 22 de dezembro dirigido pelo papa Bento XVI à Cúria afirma a continuidade dos ensinamentos do Vaticano II em relação à Tradição viva da Igreja, os organizadores desse colóquio quiseram refletir sobre a maneira pela qual a teologia tomista poderia justificar essa continuidade, no âmbito da hermenêutica proposta por Bento XVI. Na intenção do papa, a hermenêutica da continuidade deveria triunfar sobre as extrapolações progressistas advindas da hermenêutica da ruptura a qual o Discurso à Cúria denuncia enquanto tal. É por isso que, retomando a proposta do Padre Bonino, a continuidade viva deve se definir como a síntese de dois aspectos: o aspecto memória e o aspecto novidade, ou, retomando as expressões de Bento XVI, longe de qualquer ruptura, ela deve corresponder a uma síntese de fidelidade e dinamismo. A partir de então, caberia à teologia elaborar os elementos especulativos dessa síntese, e o colóquio de Toulouse quis preparar o terreno para uma contribuição tomista à hermenêutica do Concílio.
É justificável tal proposta? Para responder a essa questão, examinaremos primeiro se o Vaticano II pode se apresentar como um «ensinamento magno do Magistério do século XX», e verificaremos por esse meio qual é o valor do magistério do Concílio (1ª parte). Em seguida, examinaremos o significado preciso do Discurso de 22 de dezembro de 2005 e determinaremos por meio desse exame em qual o sentido o Papa Bento XVI concebe a hermenêutica do Concílio (2ª parte). Isso nos proporcionará depois a ocasião para resgatar a definição de Tradição, que é o ponto fundamental do qual depende a solução das graves dificuldades suscitadas no último Concílio (3ª parte). Continuar lendo
ESPECIAL CORONAVÍRUS: SERMÕES DA FSSPX COSTA RICA

- A PROVIDÊNCIA DE DEUS NOS PROTEGE
- A PROVIDÊNCIA DIVINA NÃO NOS ABANDONA
- CONVERTAM-SE, CUMPRAM OS MANDAMENTOS E DEUS OS AJUDARÁ
- CONVERTAM-SE E DEUS OS AJUDARÁ
- CONVERTAM-SE ENQUANTO É TEMPO (1)
- CONVERTAM-SE ENQUANTO É TEMPO (2)
- CONVERSÃO E ORAÇÃO
- A PESTE DO CORONAVIRUS, SUAS CAUSAS RELIGIOSAS E REMÉDIOS
- PURIFIQUEM-SE DO VELHO FERMENTO
- CONVERTER-SE E REPARAR O MAL ATRAI O PERDÃO DO SENHOR
- CONFIANÇA! O CORONAVÍRUS ESTÁ SUBMETIDO À PROVIDÊNCIA DE DEUS (1)
- CONFIANÇA! O CORONAVÍRUS ESTÁ SUBMETIDO À PROVIDÊNCIA DE DEUS (2)
- O SOFRIMENTO É FRUTO DO PECADO ORIGINAL E DOS PECADOS PESSOAIS
- DEUS CASTIGA PARA SALVAR
- DA PESTE, DA FOME E DA GUERRA, LIVRAI-NOS SENHOR
- A PESTE E OS DEFUNTOS
- CRISTÃMENTE FALANDO: O QUE FAZER EM TEMPOS DE PESTE?
- MARIA, SAÚDE DOS ENFERMOS, ROGAI POR NÓS
- A DOR É PURIFICADORA E MERITÓRIA
- O ERRO É UM CORONAVÍRUS ESPIRITUAL
- A ESPERANÇA CRISTÃ DEVE FORTALECER-NOS
- A PACIÊNCIA É MERITÓRIA E AJUDA A AGUENTAR AS PENAS E DORES
- DEIXEMOS DE PECAR E A PESTE SE AFSTARÁ DE NÓS
- CORONAVIRUS E O SANTO ROSÁRIO
SAIBA MAIS: OS PADRES DA FSSPX TÊM JURISDIÇÃO?
O QUE É A SANTA MISSA?
ENQUETE: O QUE MOTIVA OS JOVENS A ENTRAR NO SEMINÁRIO DA FSSPX?

Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est
Para responder a essa pergunta, reproduzimos a seguir trechos das cartas escritas pelos futuros seminaristas de Flavigny (Seminário da FSSPX na França). Classificamos esses extratos de acordo com seu conteúdo. Os senhores poderão assim descobrir o estado de espírito dos vossos futuros sacerdotes, no alvorecer da sua formação. É muito instrutivo.
Pe. Guillaume Gaud, Diretor
+ 11 de outubro de 2020,
na festa da Divina Maternidade da Santíssima Virgem.
UMA BUSCA PELA SANTIDADE
“Desejo desligar-me do mundo para melhor seguir a Nosso Senhor, pois uma infinidade de correntes nos impede de nos elevar. Tenho visto como é proveitoso para a alma desligar-se de um grande número de ferramentas modernas para melhor se concentrar no que realmente importa: o verdadeiro lugar que nos entregamos ao Senhor.”
“Durante a minha estada no Seminário Santo Cura d’Ars, fiquei tocado pela beleza dos ofícios, pela vida de oração, pela qualidade dos cursos e pela caridade que reina entre os seminaristas. Meu objetivo de vida é, pela graça de Deus, tornar-me um santo. Tenho a impressão de que os talentos que Deus me confiou podem permitir-me, com a graça, viver esta vida totalmente divina por meio do sacerdócio.”
“Tenho claramente diante dos meus olhos que sou indigno e incapaz de abraçar tal estado de perfeição de vida e de perseverar nele sem a graça divina, mas também estou certo de que o Bom Deus não me recusará se, renunciando a mim mesmo e confiando plenamente nEle, tornar-me dócil aos seus ensinamentos e à sua vontade. “
“Sendo a vocação um chamado a um generoso dom de si, sinto-me pronto a doar-me e a ser médico de almas, aspecto do sacerdócio que mais me atrai. “ Continuar lendo





























