Arquivos da Categoria: Jesus Cristo
JOSÉ E MARIA PEREGRINOS EM BELÉM SEM ABRIGO
NOVENA DE NATAL – OITAVO DIA
VIAGEM DE SÃO JOSÉ E MARIA SANTÍSSIMA A BELÉM
NOVENA DE NATAL – SÉTIMO DIA
DOR DE JESUS MENINO PELA PREVISÃO DA INGRATIDÃO DOS HOMENS
NOVENA DE NATAL – SEXTO DIA
JESUS MENINO SE OFERECE À JUSTIÇA DIVINA COMO NOSSA VÍTIMA
NOVENA DE NATAL – QUINTO DIA
A PAIXÃO DE JESUS CRISTO DUROU TODO O TEMPO DA SUA VIDA
NOVENA DE NATAL – QUARTO DIA
EXPECTAÇÃO DO PARTO DA VIRGEM MARIA
NOVENA DE NATAL – TERCEIRO DIA
TRISTEZA DO CORAÇÃO DE JESUS NO SEIO DA VIRGEM MARIA
NOVENA DE NATAL – SEGUNDO DIA
JESUS MENINO CONSENTE EM SER NOSSO REDENTOR
NOVENA DE NATAL – PRIMEIRO DIA
JESUS MENINO TOMA SOBRE SI TODOS OS PECADOS DOS HOMENS
NA CRUZ ACHA-SE A NOSSA SALVAÇÃO
JESUS, HOMEM DE DORES DESDE O SEIO DE SUA MÃE
AMOR QUE O FILHO DE DEUS NOS MOSTROU NA REDENÇÃO
DEUS ENTREGA O PRÓPRIO FILHO À MORTE PARA NOS DAR A VIDA
SEGUNDO DOMINGO DO ADVENTO: O ENCARCERAMENTO DE JOÃO E A UTILIDADE DAS TRIBULAÇÕES
QUAIS SEJAM OS QUE EM VERDADE SEGUEM A JESUS CRISTO
JESUS ILUMINA O MUNDO E GLORIFICA A DEUS
O VERBO SE FAZ HOMEM NA PLENITUDE DOS TEMPOS
O DECRETO DA ENCARNAÇÃO DO VERBO
A PAIXÃO DE JESUS CRISTO, NOSSA CONSOLAÇÃO
O SEPULTAMENTO, UM RITO DESEJADO POR NOSSO SENHOR
Pe. Olivier Parent du Châtelet – FSSPX
Atualmente, costuma-se falar em favor da cremação ― ou incineração ― do corpo dos defuntos. Contudo, a Igreja sempre se opôs mui firmemente a essa prática. Por quê? Agora que a Igreja modernista já não é tão firme neste assunto, o que devemos pensar?
A mentalidade da Igreja
Para nós, católicos, o primeiro reflexo deve ser a consulta ao ensinamento e à disciplina da Igreja. Ora, ela se pronunciou com precisão e firmeza sobre esse assunto, o que demonstra que ela atribui a ele uma importância real.
Leão XIII estabeleceu uma lei em 15 de dezembro de 1886: “Se alguém fez um pedido público de cremação e morreu sem se retratar desse ato culpável, é defeso conceder-lhe funeral e enterro eclesiásticos.”
O Código de Direito Canônico de 1917 reproduz essa lei e especifica: “Se alguém prescreveu que seu corpo seja entregue à cremação, não se poderá executar sua vontade. Se ela constar de um contrato, testamento ou qualquer outro ato, deve ser tida por não escrita.” (Cânon 1203, 2).
A cremação é um ato humano e, como todo ato humano, é governada por princípios, segue leis; é uma maneira de tratar o término da vida humana que molda costumes e mentalidades. De fato, há um estreito vínculo entre o culto dos mortos, a maneira de enterrá-los, os ritos funerários, e as idéias filosóficas e religiosas que estão por detrás. Os homens não agiram por acaso, e a história desses ritos, mesmo entre os pagãos, é reveladora. Continuar lendo



























