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Em ação de graças pelos 10 anos da Missão da FSSPX em Ribeirão, haverá uma Missa Solene com a presença dos Revmos. Padres: Juan Maria de Montagut (Superior da Casa Autônoma do Brasil), Jean-François Mouroux (Prior do Priorado de São Paulo) e Cormack McCall (Capelão da Missão de Ribeirão).
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Sermão proferido pelo Revmo. Pe. José Maria, no Priorado S. Pio X de Lisboa, na Festa de Todos os Santos, com uma exortação à santidade dos fiéis.
Revestido do sacerdócio católico, o padre recebe o poder de oferecer o Santo Sacrifício da Missa pelos vivos e pelos mortos.
Fonte: DICI – Tradução: Dominus Est
O divino sacrifício da Missa contém e imola o mesmo Jesus Cristo que se ofereceu na Cruz, porém, sem derramamento de sangue (incruento).
Por meio dele obtemos misericórdia e encontramos graça, socorro e bênção.
Aproximemo-nos de Deus com um coração contrito e penitente, com uma fé reta e em espírito de temor e reverência.
A Missa é oferecida pelos pecados, penas, satisfações e outras necessidades dos fiéis.
A Missa é oferecida pelos vivos e por aqueles que morreram em Jesus Cristo e que ainda não estão totalmente purificados.
Não há nada mais belo, maior e mais santo do que oferecer a Santa Missa pelos vivos e pelos mortos.
É o ato perfeito de adoração divina, o único capaz de reconciliar os homens com Deus.
O santo sacrifício da Missa traz alívio às almas do Purgatório.
A Santa Missa derrama os frutos da Paixão de Cristo e todos os benefícios do Céu sobre os pecadores.

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O Rito Tridentino da Missa é sinal de contradição e um obstáculo inconveniente para a revolução que tomou controle das instituições da Igreja no Concílio Vaticano II (1962-1965)
O Rito Tridentino da Missa
O Rito Tridentino da Missa é a oração suprema da Igreja, que expressa, perfeitamente, sua doutrina e santidade. Não é um sinal passivo da doutrina e da santidade, como um crucifixo ou uma imagem, mas um sinal eficaz, um sacramento, que produz o que representa, trata-se de um sacramento de fé e sacralidade, um estandarte vivo. É o momento da vitória sobre o pecado e a morte. É o meio pelo qual a vitória vem às almas através dos séculos.
Sim, ele permaneceu inalterado em sua essência ao longo dos séculos. É o mesmo sacrifício, com o mesmo Padre, com o mesmo propósito e com as mesmas palavras pronunciadas por Cristo. As orações que adornam a consagração (o Cânone da Missa) foram acrescentadas no curso dos primeiros seis séculos e estavam definidas ao tempo do Papa São Gregório Magno (590-604). O Papa São Pio V, seguindo um decreto do Concílio de Trento, promulgou a bula Quo primum tempore para definir o Rito da Missa da Igreja Latina para todos os tempos. Dali em diante, o Rito passou a ser conhecido como o Rito Tridentino da Missa.
Quando a Igreja e o Estado caminhavam de mãos dadas, a Cristandade era ordenada em direção à Missa. Hillaire Belloc, em seu Europe and the Faith, salientava que qualquer historiador medieval que não entendesse o que é o Santíssimo Sacramento (e, portanto, o que é o Santo Sacrifício da Missa) não conseguiria entender os motivos de seus ancestrais e, portanto, as grandes crises da história civil. Continuar lendo
Sermão proferido pelo Revmo. Pe. José Maria, no Priorado S. Pio X de Lisboa, no XVIII Domingo depois de Pentecostes (01/10) com uma explicação das cinco condições necessárias para uma boa confissão.
Sermão proferido pelo Revmo. Pe. Carlos Mestre, no Priorado S. Pio X de Lisboa, por ocasião do XVII Domingo depois de Pentecostes, com uma exortação à paciência e à caridade para com o nosso próximo.

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Sermão proferido pelo Revmo. Pe. Fábio, no Priorado S. Pio X de Lisboa, pelo XV Domingo depois de Pentecostes, com uma reflexão sobre a virtude da temperança e a ordenação dos prazeres sensíveis segundo a lei divina.

O terceiro mandamento da Lei de Deus requer que “santifiquemos o Sábado” (Ex. 20:8), e, no Antigo Testamento, Deus definiu como cumprir essa obrigação. Na Nova Lei, a Igreja determinou que o preceito divino deve ser cumprido pela presença na Missa aos domingos e dias santos. Isso é uma obrigação – sob pena de pecado mortal – para todo católico de 7 anos ou mais, que tem o uso habitual da razão.
Para cumprir o preceito eclesiástico de assistir à Missa, a primeira condição é a presença física no lugar onde a Missa é celebrada, de modo que as ações do Padre possam ser acompanhadas. Não se requer, porém, que se esteja dentro da Igreja, nem mesmo que se veja ou ouça o Padre. Basta fazer parte daqueles que ouvem a Missa (p.ex., da sacristia ou de uma Capela lateral, ou atrás de uma coluna, ou fora da Igreja se ela estiver lotada) e ser capaz de segui-la de algum modo, como pelo som dos sinos ou pelos gestos dos outros presentes. Portanto, mesmo fora da Igreja, é possível assistir à Missa, desde que se esteja unido ao grupo de fiéis que estão dentro.
Na falta dessa presença física, aquele que ouve a Missa pelo rádio ou pela televisão, ou via streaming online, ou que permanece tão longe do grupo de presentes que não pode ser considerado parte deles, este não cumpre o preceito. Continuar lendo
Sermão proferido pelo Revmo. Pe. Carlos Mestre, no Priorado S. Pio X em Lisboa, no XI Domigo depois de Pentecostes com uma reflexão sobre o poder que as nossas orações pelo próximo têm perante Deus.

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Sermão proferido pelo Revmo. Pe. Carlos Mestre, no Priorado S. Pio X de Lisboa, no VII Domingo depois de Pentecostes, com uma observação sobre as palavras do bispo auxiliar de Lisboa a respeito do papel evangelizador das Jornadas Mundiais da Juventude.

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No domingo, 16 de julho, o Priorado de Bogotá, na Colômbia, organizou uma Peregrinação à Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Chiquinquirá, celebrada no dia 9 de julho, e cujo santuário está localizado a 135 km de Bogotá.
Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est
O Superior da Casa Autônoma da América Central e Caribe, Pe. Ezequiel Rubio, havia pedido a todos os Priorados da Casa Autônoma que organizassem uma peregrinação anual por ocasião da festa patronal do país. Na Colômbia, a padroeira é Nossa Senhora do Rosário de Chiquinquirá.
Após uma reunião, em novembro, com o reitor da igreja, Pe. Carlos Mario Alzate, da Ordem dos Irmãos Pregadores, o Priorado foi autorizado, com o consentimento do Bispo, a celebrar a Missa no altar-mor da Virgem, na Comemoração de Nossa Senhora do Carmo, que este ano caiu em um domingo, dia 16.
Na presença do Superior da Casa Autónoma, Pe. Rubio, e de todos os sacerdotes do Priorado, bem como com a fervorosa assistência de cerca de 700 fiéis, aos quais se juntaram os presentes na basílica, foi cantada uma Missa solene diante da imagem milagrosa de Nossa Senhora de Chiquinquirá, o que não acontecia há mais de 50 anos!
A Schola foi dirigida pelo Pe. Pablo Bianchetti a partir do coro da igreja, onde o órgão e o coral, formado por fiéis das diversas capelas, elevaram suas vozes à Padroeira da Colômbia num grande hino de gratidão e ação de graças.
No final da Missa, o Pe. Rubio consagrou toda a Casa Autônoma à proteção materna da Rainha da Colômbia, a Santíssima Virgem.
Ouçam abaixo o sermão do Pe. Rubio e vejam o vídeo completo da Missa:
Sermão proferido pelo Revmo. Pe. José Maria, no Priorado S. Pio X de Lisboa, no VI Domingo depois de Pentecostes (09/07) com uma reflexão sobre as consequências do pecado.