Em ação de graças pelos 10 anos da Missão da FSSPX em Ribeirão, haverá uma Missa Solene com a presença dos Revmos. Padres: Juan Maria de Montagut (Superior da Casa Autônoma do Brasil), Jean-François Mouroux (Prior do Priorado de São Paulo) e Cormack McCall (Capelão da Missão de Ribeirão).
O Rito Tridentino da Missa é sinal de contradição e um obstáculo inconveniente para a revolução que tomou controle das instituições da Igreja no Concílio Vaticano II (1962-1965)
O Rito Tridentino da Missa
O Rito Tridentino da Missa é a oração suprema da Igreja, que expressa, perfeitamente, sua doutrina e santidade. Não é um sinal passivo da doutrina e da santidade, como um crucifixo ou uma imagem, mas um sinal eficaz, um sacramento, que produz o que representa, trata-se de um sacramento de fé e sacralidade, um estandarte vivo. É o momento da vitória sobre o pecado e a morte. É o meio pelo qual a vitória vem às almas através dos séculos.
Sim, ele permaneceu inalterado em sua essência ao longo dos séculos. É o mesmo sacrifício, com o mesmo Padre, com o mesmo propósito e com as mesmas palavras pronunciadas por Cristo. As orações que adornam a consagração (o Cânone da Missa) foram acrescentadas no curso dos primeiros seis séculos e estavam definidas ao tempo do Papa São Gregório Magno (590-604). O Papa São Pio V, seguindo um decreto do Concílio de Trento, promulgou a bula Quo primum tempore para definir o Rito da Missa da Igreja Latina para todos os tempos. Dali em diante, o Rito passou a ser conhecido como o Rito Tridentino da Missa.
Quando a Igreja e o Estado caminhavam de mãos dadas, a Cristandade era ordenada em direção à Missa. Hillaire Belloc, em seu Europe and the Faith, salientava que qualquer historiador medieval que não entendesse o que é o Santíssimo Sacramento (e, portanto, o que é o Santo Sacrifício da Missa) não conseguiria entender os motivos de seus ancestrais e, portanto, as grandes crises da história civil.Continuar lendo →
Sermão proferido pelo Revmo. Pe. José Maria, no Priorado S. Pio X de Lisboa, no XVIII Domingo depois de Pentecostes (01/10) com uma explicação das cinco condições necessárias para uma boa confissão.
Sermão proferido pelo Revmo. Pe. Carlos Mestre, no Priorado S. Pio X de Lisboa, por ocasião do XVII Domingo depois de Pentecostes, com uma exortação à paciência e à caridade para com o nosso próximo.
Sermão proferido pelo Revmo. Pe. Fábio, no Priorado S. Pio X de Lisboa, pelo XV Domingo depois de Pentecostes, com uma reflexão sobre a virtude da temperança e a ordenação dos prazeres sensíveis segundo a lei divina.
O terceiro mandamento da Lei de Deus requer que “santifiquemos o Sábado” (Ex. 20:8), e, no Antigo Testamento, Deus definiu como cumprir essa obrigação. Na Nova Lei, a Igreja determinou que o preceito divino deve ser cumprido pela presença na Missa aos domingos e dias santos. Isso é uma obrigação – sob pena de pecado mortal – para todo católico de 7 anos ou mais, que tem o uso habitual da razão.
Para cumprir o preceito eclesiástico de assistir à Missa, a primeira condição é a presença física no lugar onde a Missa é celebrada, de modo que as ações do Padre possam ser acompanhadas. Não se requer, porém, que se esteja dentro da Igreja, nem mesmo que se veja ou ouça o Padre. Basta fazer parte daqueles que ouvem a Missa (p.ex., da sacristia ou de uma Capela lateral, ou atrás de uma coluna, ou fora da Igreja se ela estiver lotada) e ser capaz de segui-la de algum modo, como pelo som dos sinos ou pelos gestos dos outros presentes. Portanto, mesmo fora da Igreja, é possível assistir à Missa, desde que se esteja unido ao grupo de fiéis que estão dentro.
Na falta dessa presença física, aquele que ouve a Missa pelo rádio ou pela televisão, ou via streaming online, ou que permanece tão longe do grupo de presentes que não pode ser considerado parte deles, este não cumpre o preceito.Continuar lendo →
Sermão proferido pelo Revmo. Pe. Carlos Mestre, no Priorado S. Pio X em Lisboa, no XI Domigo depois de Pentecostes com uma reflexão sobre o poder que as nossas orações pelo próximo têm perante Deus.
Sermão proferido pelo Revmo. Pe. Carlos Mestre, no Priorado S. Pio X de Lisboa, no VII Domingo depois de Pentecostes, com uma observação sobre as palavras do bispo auxiliar de Lisboa a respeito do papel evangelizador das Jornadas Mundiais da Juventude.
No domingo, 16 de julho, o Priorado de Bogotá, na Colômbia, organizou uma Peregrinação à Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Chiquinquirá, celebrada no dia 9 de julho, e cujo santuário está localizado a 135 km de Bogotá.
O Superior da Casa Autônoma da América Central e Caribe, Pe. Ezequiel Rubio, havia pedido a todos os Priorados da Casa Autônoma que organizassem uma peregrinação anual por ocasião da festa patronal do país. Na Colômbia, a padroeira é Nossa Senhora do Rosário de Chiquinquirá.
Após uma reunião, em novembro, com o reitor da igreja, Pe. Carlos Mario Alzate, da Ordem dos Irmãos Pregadores, o Priorado foi autorizado, com o consentimento do Bispo, a celebrar a Missa no altar-mor da Virgem, na Comemoração de Nossa Senhora do Carmo, que este ano caiu em um domingo, dia 16.
Na presença do Superior da Casa Autónoma, Pe. Rubio, e de todos os sacerdotes do Priorado, bem como com a fervorosa assistência de cerca de 700 fiéis, aos quais se juntaram os presentes na basílica, foi cantada uma Missa solene diante da imagem milagrosa de Nossa Senhora de Chiquinquirá, o que não acontecia há mais de 50 anos!
A Schola foi dirigida pelo Pe. Pablo Bianchetti a partir do coro da igreja, onde o órgão e o coral, formado por fiéis das diversas capelas, elevaram suas vozes à Padroeira da Colômbia num grande hino de gratidão e ação de graças.
No final da Missa, o Pe. Rubio consagrou toda a Casa Autônoma à proteção materna da Rainha da Colômbia, a Santíssima Virgem.
Ouçam abaixo o sermão do Pe. Rubio e vejam o vídeo completo da Missa:
Sermão proferido pelo Revmo. Pe. José Maria, no Priorado S. Pio X de Lisboa, no VI Domingo depois de Pentecostes (09/07) com uma reflexão sobre as consequências do pecado.
Sermão proferido pelo Revmo. Padre José Maria, no Priorado S. Pio X de Lisboa, no IV Domingo depois de Pentecostes com uma reflexão sobre a pesca milagrosa e a necessidade de nos fazermos acompanhar de Nosso Senhor todos os dias.
Sermão proferido pelo Revmo. Pe. Carlos Mestre, no Priorado S. Pio X de Lisboa, no II Domingo depois de Pentecostes, com uma alusão à parábola da grande ceia.