UM FELIZ E SANTO NATAL!!!

O vídeo abaixo traz uma música muito simples, mas com uma mensagem muito bonita.

Conhecida principalmente nos países de língua espanhola, é chamada “El tamborilero” ou “El niño del tambor“. Conta a história imaginária de um menino pobre, que leva consigo apenas seu tamborzinho. Não tendo nada para presentear ao Menino Jesus na noite do Seu nascimento, o pequeno “tamborilero” decide dar ao Deus Menino uma serenata com seu pequeno instrumento – e, por fim, o Recém-Nascido o olha nos olhos e lhe sorri.

Nesta era neo-pagã e orgulhosa que vivemos – (onde o “naturalismo e o humanismo” já impregnam totalmente a mente do “homem moderno e livre”, tornando-os as “religiões oficiais” daqueles que negam a verdadeira religião, negam a Nosso Senhor e seus verdadeiros ensinamentos, daqueles que “… já não suportam a sã doutrina da salvação e levados pelas próprias paixões e pelo prurido de escutar novidades ajustaram mestres para si (2 Tim, 4, 3)) – rezemos para que o Menino Jesus seja o único objeto de nossos pensamentos e do nosso amor. Confiemos o coração à Santíssima Virgem, para que ela, suprindo as falhas de nossa preparação, melhor o disponha para receber todas as graças que o Salvador mereceu com seu nascimento segundo a carne.

Que, pelo exemplo dessa pobre criança, nós pecadores que buscamos sempre algo que possa agradar Nosso Senhor, possamos entregar verdadeiramente a Ele tudo o que temos…tudo o que somos…todas nossas misérias, angústias e sofrimentos… e claro, a alegria em poder amá-Lo e servi-Lo nesse “vale de lágrimas”… e com a pureza de um “tamborilero”, um dia, conseguir contemplar o sorriso de Nosso Senhor, na pátria celeste.

DESEJAMOS A TODOS OS NOSSOS AMIGOS, LEITORES E BENFEITORES UM FELIZ E SANTO NATAL !

TRADUÇÃO:

O caminho que leva a Belém, desce até o vale que a neve cobriu.
Os pastorzinhos querem ver o seu Rei. Lhe trazem presentes em seu humilde alforje.
Ropopopom, ropopopom…
Nasceu na gruta de Belém o Menino Deus!

Eu gostaria colocar aos teus pés algum presente que te agrade, Senhor.
Mas Tu bem sabes que sou pobre também e não possuo nada mais que um velho tambor…
Ropopopom, ropopopom…
Em Tua honra, diante da gruta, tocarei com meu tambor.

O caminho que leva a Belém eu vou marcando com meu velho tambor.
Não há nada melhor que Te possa oferecer… Seu sonzinho rouco é um canto de amor!
Ropopopom, ropopopom…
Quando Deus me viu tocando diante dEle, sorriu para mim!

LETRA ORIGINAL

El camino que lleva a Belén, baja hasta el valle que la nieve cubrió.
Los pastorcillos quieren ver a su Rey. Le traen regalos en su humilde zurrón,
ropopopom, ropopopom.
Ha nacido en el portal de Belén el Niño Dios

Yo quisiera poner a tus pies, algún presente que te agrade, Señor.
Mas Tú ya sabes que soy pobre también, y no poseo más que un viejo tambor,
ropopopom, ropopopom.
En Tu honor, frente al portal tocaré con mi tambor.

El camino que lleva a Belén yo voy marcando con mi viejo tambor:
nada mejor hay que te pueda ofrecer, su ronco acento es un canto de amor,
ropopopom, poroponponpon.
Cuando Dios me vio tocando ante Él, me sonrió.

A GRANDE ILUSÃO DOS CLÉRIGOS NO CONCÍLIO VATICANO II

paulo vi

Esta síntese de Mons. Lefebvre manifesta o viés psicológico que levou ao desastre conciliar.

Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est

A preparação desta ilusão perante o Concílio

Seria necessário escrever longas páginas para detectar todas as causas que prepararam esta incrível ilusão dos clérigos, para não dizer dos Bispos do Concílio Vaticano II.

Sem repetir a história do liberalismo e do modernismo bem conhecido de nossos leitores, devemos afirmar que, apesar das solenes e repetidas advertências dos Papas do século XIX e da primeira parte do século XX, esses erros originários das lojas maçônicas, habilmente difundidos e disseminados por todos os meios modernos de difusão do pensamento, continuaram a crescer, a inspirar as sociedades civis e por meio delas a invadir todas as instituições públicas e privadas, todas as famílias e, da mesma forma, os Seminários e as Universidades Católicas.

Em breve, as próprias ordens religiosas e suas revistas espalharão esses erros que reduzem a fé a um sentimento natural de religião, atos de religião a simples manifestações desse sentimento. A partir de então, seriam os próprios clérigos que destruiriam sua fé, submetendo-a a razão e fazendo desaparecer a vida sobrenatural, a vida da graça.

As guerras também contribuíram para a desordem e, acima de tudo, para a desordem moral, em particular a última guerra. Após o conflito, a euforia da prosperidade material trouxe um desejo desenfreado de diversão. O naturalismo infiltrado na Igreja fez desaparecer a noção de pecado, exaltando a consciência individual, o orgulho da personalidade humana que se tornara adulta e responsável. Todos os abusos, todos os crimes tornaram-se legítimos e protegidos pela consciência! Continuar lendo

PAREM O ABORTO! – TELEGRAMA DE D. LEFEBVRE

41 ANOS DA DECLARAÇÃO DE D. LEFEBVRE | DOMINUS EST

Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est

A lei Veil de 1975, legalizando o aborto (na França), foi promulgada à título experimental por 5 anos. Uma lei de 1979 a renovaria sem limite de tempo. Nesta ocasião, Mons. Lefebvre enviou o seguinte telegrama ao Presidente da República.

O Telegrama

Pelo voto que lhe foi confiado, o senhor comprometerá gravemente vossa consciência diante de Deus, pois o 5º mandamento do Decálogo proíbe o assassinato. É por esta razão que, em face da gravidade do aborto, a Igreja levanta severas sanções (cânon 2350). Todos aqueles que contribuem física ou moralmente para um aborto são excomungados.

Mons. Lefebvre

O Sr. Valéry Giscard d’Estaign, Presidente da República Francesa, recebeu este telegrama oficial na tarde de terça-feira, 27 de novembro de 1979.

Ao mesmo tempo, 320 deputados, embaixadores e jornalistas estavam de posse deste texto enviado por telegrama pessoal.

Fideliter, número 13, janeiro/fevereiro de 1980.

A MISSÃO DO VERBO ENVIADO PELA CARIDADE DO PAI – PALAVRAS DE D. LEFEBVRE

Eis algumas palavras de Mons. Marcel Lefebvre, fundador da Fraternidade Sacerdotal São Pio X, sobre a missão do Verbo enviado pela caridade do Pai.

Fonte: FSSPX México – Tradução: Dominus Est

“O fim do amor que Nosso Senhor sente por nós é fazer caridade de nós mesmos. Na medida que guardarmos Seus mandamentos de amor e caridade, nós estaremos Nele e Ele estará em nós. Nosso Senhor mesmo explica isso quando promete enviar seu Espírito Santo, dizendo: Não vos deixarei órfãos; voltarei a vós”(Jo 14,18)

De certo modo, Nosso Senhor se identifica com o Espírito que virá até nós, seu Espírito de caridade que nos enviará.

Dada a consubstancialidade do Pai, do Filho e do Espírito Santo, Nosso Senhor sempre diz: “O Pai e Eu viremos a vós” e depois, falando do Espírito Santo: “Virei a vós quando vos enviar o meu Espírito“. Logo, essa obra de caridade, que é o próprio Deus, realmente opera em nós a morada da Santíssima Trindade. A única coisa que Ele pode fazer é nos dar caridade.

Não podemos ser nada além de caridade. Aqueles que não são “caridade” são desnaturados. Não ser “caridade” é contrário à natureza. Agir por egoísmo, para nossa satisfação, para agradar a nós mesmos, por orgulho ou amor próprio, é contrário ao fim para o qual fomos criados e, mais ainda, ao fim para o qual fomos redimidos.

Devemos deixar o lugar à caridade de Deus, ou seja, o lugar que ela deve ocupar na alma. Trata-se, portanto, de preservá-la. Isso nos dá uma verdadeira luz sobre quem somos, de onde viemos e para onde vamos. Esta caridade que nos dirige a Deus deve ter por objeto a doação a si mesma. Entregar-se primeiro a Deus e até mesmo, quando nos entregamos ao próximo, tomando sempre Deus por seu motivo e causa”.

+ Mons. Marcel Lefebvre

Fonte: O mistério de Nosso Senhor