A MORTE DO JUSTO É A ENTRADA NA VIDA
TONSURA, ORDENS MENORES E SUBDIACONATO EM LA REJA – 2019
Fonte: Seminario Nuestra Señora Corredentora – Tradução: Dominus Est
Neste sábado, 12 de outubro de 2019, ocorreu a cerimônia de ordenações no Seminário, na qual D. Alfonso de Galarreta conferiu as diferentes Ordens aos seminaristas:
Tonsura, para os seminaristas do 2º ano (2 argentinos, 1 brasileiro, 1 espanhol e 1 mexicano);
Primeiras Ordens Menores, de Hostiário e Leitor, aos seminaristas do 3º ano (1 argentino e 1 mexicano);
Segundas Ordens Menores, de Exorcista e Acólito aos seminaristas do 4º ano (2 argentinos, 1 espanhol e 1 brasileiro);
Subdiaconato, aos seminaristas do 5º ano (2 argentinos, 1 brasileiro e 1 guatemalteco).
Embora o clima não tenha ajudado muito, já que foram 2 dias de chuva intensa, foram muitos os fiéis que puderam assistir essa bela cerimônia, particularmente muitas famílias dos seminaristas que receberam as ordens sagradas.
Confiamos suas orações a esses novos levitas, para que Deus lhes conceda a santificação de seu novo estado eclesiástico, e para que todas essas graças recebidas frutifiquem abundantemente em suas almas.
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“Senhor, dai-nos sacerdotes,
Senhor, dai-nos santos sacerdotes,
Senhor, dai-nos muitos santos sacerdotes,
Senhor, dai-nos muitas santas vocações religiosas,
Senhor, dai-nos famílias católicas,
São Pio X, rogai por nós”
DA VIDA RETIRADA
ENTREVISTA COM O PE. HESSE
Padre Gregory Hesse, Canonista, Doutor em Teologia Tomística, amigo e secretário pessoal do Cardeal Stickler no Vaticano de 1986-1988 .
Pe. Hesse conheceu aproximadamente 45 Cardeais enquanto estudava e trabalhava em Roma por 15 anos. Possui um conhecimento amplo e substancial da Crise da Igreja .
Ele nasceu em Vienna, Áustria em 1952, tendo parentesco sanguíneo com a linhagem real dos Habsburgos. Foi ordenado em 21 de novembro de 1981 na basílica de São Pedro e conquistou Licenciatura e Doutorado em direito Canônico e Teologia pela Pontifícia Universidade São Tomás de Aquino ( Angelicum) de Roma.
Após conhecer a Tradição e perceber a Crise na Igreja, afastou-se do Novus Ordo e aproximou-se da Fraternidade Sacerdotal São Pio X trabalhando para a mesma na Europa, traduzindo e gravando áudios das homilias de Dom Marcel Lefebvre para utilização dos seminaristas de Zaitzkofen sob o comando do Pe. Franz Schmidberger.
O padre Gregorius Henricus Laurentius Diego Dagobertus Hervinus Hesse (conhecido como Gregorius Hesse ou Gregory Hesse) moreu em 25 de janeiro de 2006 de um derrame fulminante decorrente de seu diabetes e hipertensão.
Pe. Hesse deixou muitas conferências e entrevistas em vídeo e áudio quem fez nos EUA demonstrando seu profundo conhecimento e Amor por Nosso senhor Jesus Cristo, por Maria Santíssima e pela Igreja.
Trazemos aqui a primeira entrevista de muitas, se Deus quiser, em que Pe. Hesse esclarece muitos pontos cruciais que se destacam na crise que vivemos a mais de 50 anos.
DO NEGÓCIO DA ETERNA SALVAÇÃO
MISSA DO XVIII OITAVO DOMINGO DEPOIS DE PENTECOSTES
XVIII DOMINGO DEPOIS DE PENTECOSTES: A CURA DO PARALÍTICO E A CAUSA DAS TRIBULAÇÕES
MARIA SANTÍSSIMA SUAVIZA A MORTE DOS SEUS DEVOTOS
12 DE OUTUBRO: DIA DE NOSSA SENHORA APARECIDA – VIVA MÃE DE DEUS E NOSSA…!!!
PAPA FRANCISCO – CARDEAL SARAH: O ENTENDIMENTO ACOLHEDOR

CARDEAL SARAH DECLARA ADERIR PLENAMENTE À AÇÃO DO PAPA FRANCISCO
Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est
O cardeal Sarah, frequentemente apresentado pelos conservadores como um oponente firme à linha liberal do Papa Francisco, recusou claramente qualquer diferença entre eles (La Croix , 9 de outubro de 2019).
Citações:
“A Igreja é representada na terra pelo vigário de Cristo, ou seja, o papa. E quem é contra o papa está “ipso facto” fora da Igreja.”
“Aqueles que me opõem ao papa não conseguem apresentar uma só de minhas palavras, uma só de minhas frases ou uma só de minhas atitudes em apoio a suas declarações absurdas e, diria eu, diabólicas”.
Ele defende “a análise incomparável do pensamento de Bento XVI com a grande e brilhante ação de Francisco”; além disso, “todo papa é” apenas “para sua época”.
“Na evidente diferença de sensibilidade, há uma grande harmonia e uma grande continuidade entre eles, como todos viram com o passar dos anos”.
“Devemos sempre interpretar as palavras do papa Francisco com a hermenêutica da continuidade”.
Que todos os conservadores e institutos Ecclesia Dei ouçam, portanto, este chamado a aderir de todo o coração à brilhante ação de Francisco, examinando a harmonia com a Tradição.
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Outro texto interessante sobre esse assunto, publicado dias atrás:
Outro ainda é esse:
O GRANDE LIVRO QUE É O CRUCIFIXO
O DIREITO PELO AVESSO

Moisés Quebrando as Tábuas da Lei. Gravura de Gustave Doré, c. 1866.
Fonte: Boletim Permanencia
Uma constituição é uma carta política.
Historicamente ela surge como um conjunto de leis e princípios provados no tempo, que tratam da formação, sucessão e inspiração para os atos de determinado Estado. Neste sentido se falava, por exemplo, da Constituição de Atenas. Com a Carta do rei João Sem Terra, nasce a idéia de constituição como instrumento de garantias individuais e limites ao poder estatal. Há um início de decadência do senso de sociedade civil, reação natural às tendências absolutistas do outono da Idade Média.
Por fim, no período pós Revolução Francesa, as idéias de Código e Vontade Popular arrematam essa aberração, dão à luz a idéia de constituição como conjunto de leis promulgadas por poder onipotente, que determinará, a partir do seu nascimento, o perfeito substituto para a Lei Natural. Eis a jóia do Voluntarismo.
É da Alemanha que nasce a idéia de neoconstitucionalismo, que basicamente significa extrapolar ainda mais os limites do poder constitucional, que já não deve ser simplesmente uma inspiração do ordenamento, mas um conjunto sistemático de políticas a serem implementadas na Sociedade Civil. Doravante, qualquer sonho ou delírio do constituinte, uma vez publicado no diário oficial, torna-se regra de conduta, pacote de ações governamentais a ser promovido a todo custo.
Esta árvore, produto direto da semente revolucionária, depende de instrumentos que garantam sua aplicação abrangente, o que em termos técnicos chamamos de controle constitucional. Ora, apesar de existir uma famosa discussão entre Kelsen e Schmitt sobre onde deve subsistir este controle ― se em sede de poder executivo ou num tribunal constitucional ―, o Brasil adotou, como a quase totalidade do mundo jurídico, o sistema de suprema corte, que em Pindorama chamamos Supremo Tribunal Federal.
Não bastassem os doutrinadores que inventam as mais ilógicas interpretações e os malabarismos mais chocantes em termos jurídicos, a Suprema Corte fundou como regra, não apenas um entranhamento de normas com grave teor subjetivo nas leis ordinárias, mas a própria insegurança jurídica e a morte do direito humano. Isso porque todo o ordenamento já não mais vale por sua letra, essa sim uma verdadeira garantia ao cidadão, nem tem sua força derivada da autoridade promulgante, mas depende exclusivamente do entendimento de uma força de fraca legitimidade e em constante mutação. São os novos iluminados, a sagrada vanguarda que dita a lei conforme sua vontade.
Coisa ainda mais terrível, essa Corte é a promotora da revolução, sob o argumento de inércia dos demais poderes,fazendo avançar a agenda revolucionária sem possibilidade de defesa pela sociedade civil. Contra a previsão constitucional de favorecer o casamento e a conversão da união estável em casamento, o STF facilitou de tal modo o estado juridicamente imperfeito das uniões sem contrato, que o casamento civil virou um desnecessário peso burocrático. Depois disso, o casamento gay, o direito da amante e o poliamor foram passos logicamente conseqüentes.
Contra a segurança pública, a fundação das audiências de custódia, além de significar uma ingerência de forças externas no país, promoveu o relaxamento de prisões por qualquer razão, como se o bem-estar do preso perdoasse qualquer pecado, qualquer crime. Chegaram mesmo a criar um tipo penal vazio, impossibilitando a defesa de qualquer pessoa contra a ditadura do lobby gay, ferindo um princípio só antes maculado no nazismo, a anterioridade legal no direito penal: não há crime sem prévia lei. Ou não havia, até o STF criar o seu.
Agora, ameaçam desestabilizar a maior operação anticorrupção da história do país, mais uma vez legislando em matéria processual, por cima da lei existente.
O que é o STF? Um simulacro infernal da santa indignação de Moisés quebrando as tábuas da Lei. Também os excelentíssimos ministros reduzem a pó a lei natural ― sua inspiração, porém, não é o zelo do santo patriarca, mas a falaz promessa da serpente maldita: “sereis como deuses”.
O STF é o fim do Direito.
TRIUNFA O AMOR
SOU TEU NETO…!!!
Sou teu neto…
Estou cansado de teus discursos, de tuas promessas de renovação.
De novos planos, de novos brios…Já basta!
Sou jovem, mas não sou tolo.
Tenho um vazio, mas tu te empenhas para que eu não o preencha.
O tempo de esperança chegou ao limite,
Cansei de esperar, na dureza do inverno a primavera que nunca virá.
O ar que entrou pela janela me sufoca, me asfixia, me mata.
Tenho sede…
Tu tens um copo de água fresca e não queres me dar.
Exijo que me devolvam aquilo que uma geração hippie se atreveu a me tirar antes de eu nascer…
Me tiraram o leite materno, a segurança de estar nos doces braços de uma mãe, o beijo terno de alguém que me ama!
Filhos de seu tempo! O que me deixaram? Continuar lendo
MORTE CONTINUA NO INFERNO
OS FIÉIS GUARDIÕES DO VATICANO II – SOBRE UMA ENTREVISTA COM O CARDEAL SARAH
Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est
O National Catholic Register publicou recentemente (23 de setembro de 2019) uma longa entrevista do cardeal Sarah, conhecido por suas posições conservadoras, por seu amor à famosa “forma extraordinária” da Missa.
Esta entrevista ilustra muito bem a recente declaração do Padre Pagliarani (“Uma Igreja de pernas para o ar). Nosso Superior Geral, a respeito desses prelados que vão na direção certa, denunciando certos erros ou reafirmando certas verdades, afirma – longe de se alegrar com tais acontecimentos: “que a Fraternidade tem o dever de estar muito atenta a essas reações, e ao mesmo tempo, tentar impedir tornem autodestrutivas e não alcancem nada.”.
Uma crítica a conservadores que ainda poupam o Vaticano II
E o Pe. Pagliarani fornece a chave essencial: esses prelados também devem reconhecer a “continuidade entre os ensinamentos do Concílio, dos papas da era pós-conciliar e o atual pontificado“. Pois esses mesmos prelados, ao mesmo tempo, querem nos fazer engolir o Concílio Vaticano II e as reformas pós-conciliares. Exemplo: Cardeal Müller, o mais virulento de todos contra a Amoris laetitia e o Instrumentum laboris (projeto de reforma da Cúria), não hesita em falar em “ruptura com a tradição”. Mas é o mesmo cardeal Müller quem “queria impor à FSSPX – em continuidade com seus predecessores e sucessores na Congregação para a Doutrina da Fé – a aceitação de todo o Concilio e do magistério pós-conciliar.”
Como esse diagnóstico do Superior Geral da Fraternidade diz respeito ao cardeal Sarah, algumas linhas da entrevista deste serão suficientes para demonstrar!
Quando a forma extraordinária é celebrada no espírito do Concílio Vaticano II, ela revela toda a sua fecundidade, diz o cardeal. O ideal desejo dele seria amar a liturgia tradicional à luz do Concílio? Continuar lendo
VANTAGENS DAS TENTAÇÕES
SÍNODO DA AMAZÔNIA: UM COMENTÁRIO DO INSTRUMENTUM LABORIS
Matteo D’Amico
Fonte: Courrier de Rome, Julho-Agosto de 2019
Publicado na Permanencia
- Preâmbulo
- Parte I: A Voz da Amazônia
- Parte II: A Ecologia integral – o clamor da terra e dos pobres
- Parte III: A Igreja profética na Amazônia: desafios e esperança
É possível e talvez necessário sintetizar, à guisa de conclusão, a estrutura do documento que acabamos de analisar, ressaltando os seus gravíssimos erros.
Em primeiro lugar, todo o discurso laborioso que o Instrumentum Laboris desenvolve jamais esclarece a situação da Igreja na Amazônia: não narra a sua história, nada se diz da sua difusão, do número de batismos ou de casamentos. O discurso é, portanto, completamente abstrato e, definitivamente, pouco sério. Ninguém poderá dizer, após a leitura desse texto, do que se está tratando e qual a situação do catolicismo na Amazônia.
Não há nenhuma avaliação rigorosa e séria da situação moral, do respeito ao laço conjugal, da frequência aos sacramentos etc. Não podemos dizer se a situação é boa ou péssima.
A confusão aumenta pelo fato de que jamais se diz se no documento se o tema é a evangelização de índios batizados e convertidos, ou de indígenas afastados do Evangelho. A cultura e as crenças indígenas “ancestrais” são exaltadas a tal ponto, que parece que ainda lidamos com pagãos.
Exalta-se de modo ridículo a visão de mundo dos índios amazonenses, como se fosse uma visão da vida de uma profundidade, beleza, harmonia e delicadeza insuperáveis: um conhecimento ainda que superficial desses povos bastaria para mostrar que se trata de um mundo muito longe de ser perfeito. O texto todo é perpassado desse equívoco, que o torna ridículo.
Jamais se trata, em ponto algum do texto, do tema da salvação das almas, da vida eterna, da imortalidade da alma. Estamos em face de um catolicismo situado entre o sentimental e o ideológico, a ser corrigido em prol da harmonia com a natureza. O texto apresenta uma fé completamente esvaziada do seu núcleo escatológico e soteriológico.
Não se fala do pecado e, em paralelo, não se faz a menor alusão à cruz de Cristo ou à economia da salvação fundada sobre a cruz. Como o pecado é completamente ausente, também é ausente, e não por acaso, o tema da salvação: Para que salvação se não há pecado? O nome mesmo de Jesus Cristo é pouquíssimo citado — e isso também não é por acaso.
Falta, logicamente, toda alusão à vida da graça e à necessidade de alimentá-la pelos sacramentos e pela oração: toda vida de piedade é dissolvida numa nuvem de contínuas exaltações da espiritualidade original dos índios da Amazônia, os novos “bons selvagens”.
Trata-se do texto menos mariano de todo o pós-Concílio: não há praticamente nenhuma referência à Santíssima Virgem. Isso é muito suspeito e levanta sérias dúvidas sobre a fé daqueles que escreveram esse documento.
O documento apresenta uma idéia de inculturação completamente falsificada e deformada, que acaba por recomendar à Igreja a conversão à espiritualidade indígena.
Busca-se alterar o sacerdócio e a liturgia, e abonar a ordenação de mulheres de um modo ou de outro (ainda que não se ouse dizê-lo abertamente).
As referências doutrinais e escriturais são mínimas, e encontramos apenas uma enxurrada de referências aos textos de Francisco, de quem usa-se sem o menor pudor o jargão, repetindo como papagaios suas expressões típicas (em especial, “Igreja em saída”).
Todo o texto é francamente modernista sob cada um de seus aspectos, e sobretudo no seu modo de promover a causa do “mobilismo dogmático” mais desenfreado: onde a doutrina e amoral não podem ser rígidas nem opressivas, mas doces e aptas a se adaptarem a realidade concreta e às necessidades dos índios da Amazônia.
O Instrumentum Laboris que viemos de comentar não é um texto católico, mas um apanhado de heresias. É um texto escandaloso e é dever de todo católico, mas sobretudo de todo bispo, condená-lo publicamente e exigir que seja retirado, denunciando a sua falsidade e suas ciladas publicamente. Sua aplicação e sua utilização durante o Sínodo da Amazônia só podem provocar a ruína da Igreja na Amazônia, em primeiro lugar, e no mundo inteiro, quando sua aplicação for alargada.
DESPREZO DO MUNDO COM O PENSAMENTO DA MORTE
A AMAZÔNIA E A SARÇA ARDENTE
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Moisés e a sarça ardente. Sébastien Bourdon, c. 1642-45.
Fonte: Boletim Permanencia
Às vésperas do Sínodo, o Papa Francisco vem externando sua angústia com a devastação da Amazônia, real ou suposta. “Problema mundial”, disse. Para debelá-lo, conclama para a “conversão ecológica” a fim de salvar o “pulmão vital” do mundo, nossa “casa comum”.
Quanto a nós, conclamamos Sua Santidade a voltar os olhos para outro incêndio, bem mais angustiante, que há meio século queima a única Videira mais vital que todas as florestas, e devasta a casa comum dos filhos de Deus, que é a Santa Igreja.
Bem sabemos, pela Fé, que essa Videira arderá sem se consumir. É a nova sarça ardente. Na fúria do incêndio conciliar, os olhos da nossa Fé hão de enxergar a mão de Deus, como Moisés viu na chama da sarça a presença do Senhor. Num impulso, talvez, cobriremos o rosto como ele cobriu, não ousando olhar para a ira de Deus por detrás da chama. Mas é Ele que permite o fogo devorador. É Ele que preserva a Videira. E sempre preservará: Non praevalebunt.
As labaredas não destroem a Videira, isto é certo. Mas quanto estrago fazem, quantos ramos secam! Na sua profundeza interior ainda corre, discreta mas eficaz, a seiva da graça. Mas é pura devastação o casco, o tronco, os ramos, tudo o que a vista alcança. Eis o verdadeiro problema mundial. Continuar lendo
MISSA DO XVII DOMINGO DEPOIS DE PENTECOSTES
XVII DOMINGO DEPOIS DE PENTECOSTES: O COMPÊNDIO DA LEI É O PRECEITO DA CARIDADE
CONTRIBUA CONOSCO, PRECISAMOS DE SUA AJUDA!
“A caridade é paciente, a caridade é benigna; não é invejosa, não é altiva nem orgulhosa; não é inconveniente, não procura o próprio interesse; não se irrita, não guarda ressentimento; não se alegra com a injustiça, mas alegra-se com a verdade; tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta”. (1 Cor 13, 4)
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Sabemos que o mundo que vivemos é movido por ideias, por sonhos, por propósitos que são transformados em realidade por aqueles que, como o(a) senhor(a), lutam, batalham, enfrentam a vida de frente. Por vezes, em busca dessas ideias, podemos nos deparar com circunstâncias desfavoráveis, com reveses, com situações que podem nos desanimar, nos irritar em demasia, que podem fazer com que, ainda que por um pequeno lapso de tempo, pensemos em abandonar tudo.
Nessas horas desfavoráveis, onde tudo parece nos escapar, sempre recorremos ao nosso Pai celestial, clamando por suas bênçãos, por sua proteção e pela força necessária para continuarmos.
Tratando ainda das ideias, há ideias boas e ideias ruins, há ideias que serão benéficas para todos, enquanto que há ideias que trarão prejuízos para muitos. O empreendedor, por exemplo, ao se propor um negócio, visa, além de garantir seu sustento, proporcionar à sociedade algo que gerará renda, riquezas, empregos, bens para todos.
O jovem que quer ser professor, ao se propor tal nobre função, visa, além de realizar seu sonho, seu propósito, transmitir a milhares de jovens conhecimentos que lhes serão valiosos na busca de suas próprias ideias. Continuar lendo
MARIA SANTÍSSIMA É A ESPERANÇA DE TODOS
LA REJA, 29 DE SETEMBRO: COMPROMISSOS NA FSSPX E RENOVAÇÃO DE VOTOS
Fonte: Seminario Nuestra Señora Corredentora – Tradução: Dominus Est
No dia 29 de setembro, festa de São Miguel Arcanjo, na missa maior rezada pelo Reitor do Seminário, Pe. de Lassus, assistimos aos compromissos dos seminaristas da FSSPX, bem como a renovação dos votos religiosos de nossos Irmãos. Por esse motivo, os Irmãos do Distrito se uniram a nós, depois de terem feito o retiro anual pregado pelo Pe. Álvaro Calderón.
Primeiro houve os primeiros compromissos dos seminaristas (2 argentinos, 1 mexicano, 1 brasileiro e 1 espanhol) que, se Deus quiser, no dia 12 de outubro receberão a tonsura e ingressarão no estado clerical. Junto deles, fizeram também os compromissos perpétuos na Fraternidade 4 futuros Subdiáconos (2 argentinos, 1 brasileiro e 1 guatemalteco), que no mesmo dia 12 de outubro se consagrarão perpetuamente ao serviço do Santo Altar. Depois disso, 3 Irmãos renovaram seus votos, dos quais 2 argentinos.
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“Senhor, dai-nos sacerdotes,
Senhor, dai-nos santos sacerdotes,
Senhor, dai-nos muitos santos sacerdotes,
Senhor, dai-nos muitas santas vocações religiosas,
Senhor, dai-nos famílias católicas,
São Pio X, rogai por nós”
VIDA DESOLADA DE JESUS CRISTO
A CRISE CLIMÁTICA É UMA FANTASIA
Seria melhor para Greta se em vez da ONU a tivessem levado à Disney
Fonte: Boletim Permanencia
Um grupo de 500 cientistas e profissionais da ciência climática notificou oficialmente as Nações Unidas de que não há crise climática e que gastar trilhões de dólares nesse não-problema é “cruel e imprudente”. É claro que a carta, datada de 24 de setembro, foi censurada pela grande mídia que só tem olhos para Greta Thumberg, a nova sacerdotisa da emergência climática.
Lançada por Guus Berkhout, geofísico e professor emérito da Universidade de Haia, na Holanda, essa iniciativa é resultado de uma colaboração de cientistas e associações de treze países. Publicada em um momento em que a agenda internacional mais uma vez coloca o clima no topo da lista de preocupações, esta “Declaração Européia sobre o Clima” afirma categoricamente que não há urgência ou crise climática. Por isso, exige que as políticas climáticas sejam completamente redesenhadas, reconhecendo, em particular, que o aquecimento observado é menor que o esperado e que o dióxido de carbono, longe de ser poluente, é benéfico para a vida na Terra.
Os signatários convidam seus oponentes a organizar com eles, em 2020, uma reunião construtiva de alto nível para debater o aquecimento global.
Eis a carta: Continuar lendo











































































