No sábado passado, dia 20/05, a Tradição fez mais uma peregrinação à Aparecida.
Como de costume, fiéis vindos de alguns Priorados, Capelas e Centros de Missa da FSSPX se encontraram em frente a uma igreja (São Benedito) em Pindamonhangaba.
Dentro dessa igreja o Pe. Rodolfo proferiu algumas palavras sobre o Jubileu das comemorações de Aparecida e Fátima, nessa ano. Após, o Pe. Juan María deu a bênção e aspergiu os fiéis que iniciariam a caminhada.
A SAÍDA DA PEREGRINAÇÃO
Nas ruas de Pindamonhangaba, iniciando os 22 quilômetros!
OS PRIMEIROS 09 QUILÔMETROS E A PRIMEIRA PARADA
Trecho com vários terços rezados, músicas tradicionais cantadas e com a oportunidade da confissão pelo caminho.
A primeira parada se deu com, mais ou menos, 9 km. Hora de um descanso, um lanche e uma conversa com os amigos.
E MAIS 7 QUILÔMETROS
Imagens que ficam na nossa memória pela beleza e simplicidade: “Deixai vir a mim as criancinhas…”
PARADA PARA O ALMOÇO E O FIM DA CAMINHADA
Por volta do 16° quilômetro, uma pausa para o almoço. Um descanso pra recobrar as forças para o último trecho.
Perto das 16:00h, chegamos a Aparecida para visitar nossa Mãe Santíssima, que tanto nos ajuda nesse “vale de lágrimas”! Orações por nós, por nossos familiares, pela conversão dos pecadores e por nosso país tão dessacralizado.
VÍDEO DA CHEGADA NA BASÍLICA
Devido a um pequeno atraso que tivemos no percurso não conseguimos chegar a tempo para cantar o Regina Coeli dentro da Basílica, como em 2016 (veja o vídeo aqui), visto que iniciaria um evento por lá. Assim, seguimos direto para visitar nossa Mãe querida. Momento de pedir proteção, agradecer todas as maravilhas que Ela nos concede.
O CREDO NAS ESCADARIAS
Na saída da Basílica para a Missa, enquanto alguns já seguiam para a Missa de encerramento, outros ainda estavam junto a Nossa Senhora na Basílica, e para não atrasar a Missa, muitos pararam em uma das escadarias para nosso sinal de fidelidade à Igreja, cantando o Credo.
MISSA SOLENE DE ENCERRAMENTO
No fim da tarde, a Missa solene rezada pelo Pe. Juan Maria, assistido por D. Lourenço e Pe. Rodolfo.
Abaixo colocamos um áudio do Coro da FSSPX cantando o Introito, o Kyrie e o Glória nessa Missa:
CONSAGRAÇÃO DA FSSPX AO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA
Após a Missa Pe. Juan Maria consagra a FSSPX, seus fiéis, amigos e benfeitores à Nossa Senhora, colocando em seu Imaculado Coração todas suas obras.

Que Nossa Senhora nos abençoe para que em 2018 possamos estar presentes nessa maravilhosa Peregrinação, para honra e glória de Nosso Senhor.

























































































Para concluir esta instrução, refleti que não foi premeditadamente que eu disse anteriormente que uma única Santa Missa, tomada em si e em relação ao seu valor intrínseco, basta para esvaziar inteiramente o Purgatório e abrir a todas as almas, que lá se acham, as portas do Paraíso. Com efeito, este Divino Sacrifício vai em auxílio das almas dos falecidos, não só satisfazendo por suas dívidas como propiciatório, mas ainda obtendo-lhes a libertação, como impetratório. Isto decorrente claramente da conduta da Igreja, que não somente oferece a Santa Missa pelas almas sofredoras, como também insere orações para libertá-las.
Enganam-se, pois, os pecadores. Ao se privarem da luz da fé, tornam-se cegos e caminham tateando, agarrando-se a tudo que encontram. Com o olhar obscurecido, afeiçoam-se aos bens materiais e passageiros, iludem-se como tolos que vêem o ouro e não o veneno.

Transiit messis, finita est aestas, et nos salvati non sumus – “O tempo da ceifa é passado, o estio findou-se, e nós não fomos salvos” (Ier. 8, 20).












O reino de deus está dentro de vós, diz o Senhor (Lc 17,21). Converte-te a Deus de todo o coração, deixa este mundo miserável, e tua alma achará descanso. Aprende a desprezar as coisas exteriores e entrega-te às interiores, e verás chegar a ti o reino de Deus. Pois o reino de Deus é a paz e o gozo no Espírito Santo (Rom 14, 17), que não se dá aos ímpios. Virá a ti Cristo para consolar-te, se lhe preparares no teu interior digna moradia. Toda a sua glória e formosura está no interior (Sl 44,14), e só aí o Senhor se compraz. A miúdo visita ele o homem interior em doce entretenimento, suave consolação, grande paz e familiaridade sobremaneira admirável.
A violeta, flor tão apreciada e procurada, não apresenta, nas cores de suas pétalas, beleza singular que nos impressione a vista. Possui apenas uma vestimenta simples e completamente lisa. Não procura, por meio de beleza cintilante atrair sobre si os olhos dos homens, mas parece comprazer-se na sua forma pequena e pouco vistosa. Não cresce, por via de regra, nas praças públicas, onde poderia ser divisada por todos, mas de preferência em lugares escondidos, nas orlas silenciosas das matas e ao longo de cercas espinhosas; e ainda nesses lugares procura com suas folhas formar uma espécie de esconderijo, para se furtar as vistas dos transeuntes, e ocultar as suas próprias flores.


No meio de tudo guarde a cristã seu bom humor e calma! – Faltando esse bom humor, os menores desacordos avolumam-se em conflitos e choques. Morre então a união, esfria o mútuo amor. Mau humor só presta para contagiar os outros: marido, filhos e até os animais domésticos. Gato atropelado pela manhã, devido ao mau humor da patroa, anda arredio o resto do dia. Esse “nervo” é mais contagioso do que caxumba e gripe. É belicioso, compra as briguinhas e brigonas, altera o sossego dos pacíficos, espanta o riso e provoca a solidão. Cada um procura um canto seguro dos raios, com receio das descargas elétricas do mau humor. 











Nada mais acrescentamos acerca da instrução intelectual, porque não é essa a que hoje mais escasseia. Os pais que a não receberam na sua mocidade, lamentam vivamente essa falta; os que a receberam, por sua própria experiência lhe reconhecem as vantagens, e todos à porfia a querem procurar para seus filhos.
Para os grandes males, grandes remédios! O que poderá curar o câncer ou a aids na Igreja? A resposta é clara, é necessário aplicar os remédios que os Papas propuseram contra os erros modernos: a filosofia tomista, a sã teologia e o Direito que resulta de ambas.
De mais, deve o sacerdote ser santo na qualidade de dispensador dos sacramentos: É necessário que não tenha mancha, como despenseiro de Deus. E deve ser como mediador entre Deus e os pecadores: O sacerdote, diz um santo Padre, está colocado entre Deus e a natureza humana: traz-nos os benefícios que vem do Céu, e leva para lá as nossas orações; aplaca a cólera do Senhor e arranca-nos das suas mãos. É por ministério dos sacerdotes que Deus comunica a sua graça aos fiéis nos sacramentos. — É mediante os sacerdotes que os recebe no número dos seus filhos no Batismo, que é de necessidade para a salvação: Quem não renascer, não pode entrar no reino de Deus. É por ministério deles que Deus cura os doentes e ressuscita os que estão mortos para a graça, isto é, os pecadores, no sacramento da penitência. É por eles que alimenta as almas e lhes conserva a vida da graça, no sacramento da sagrada Eucaristia: Se não comerdes a carne do Filho do homem, não tereis a vida em vós. É por eles que dá aos moribundos a força para vencerem as tentações do inferno, mediante o sacramento da Unção dos Enfermos. 

Todos vocês, na História do Brasil, já ouviram falar do glorioso taumaturgo Padre José de Anchieta. Esse valoroso caçador de almas queria muitíssimo bem à Virgem da Conceição. Quando jovem ainda, ao estar entre os bravos tamoios, em pé de guerra contra todos os portugueses e brasileiros, fez promessa de escrever a vida da Mãe de Deus em poesia, se ela ajudasse nos tremendos perigos. A Mãe de Jesus foi muito boa. Livrou-o dos pecados e da morte.
Os espíritos leais e um mínimo perspicazes, falam de “crise da Igreja”, para assinalar a época pós-conciliar. Antigamente se falou da “crise ariana”, da “crise protestante”, mas nunca na “crise da Igreja”… Mas infelizmente nem todos concordam com as causas desta tragédia. O Cardeal Ratzinger por exemplo, vê bem a crise, mas desculpa totalmente o Concílio e as reformas pós-conciliares. Começa por reconhecer a crise: