A GRANDE ILUSÃO DOS CLÉRIGOS NO CONCÍLIO VATICANO II

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Esta síntese de Mons. Lefebvre manifesta o viés psicológico que levou ao desastre conciliar.

Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est

A preparação desta ilusão perante o Concílio

Seria necessário escrever longas páginas para detectar todas as causas que prepararam esta incrível ilusão dos clérigos, para não dizer dos Bispos do Concílio Vaticano II.

Sem repetir a história do liberalismo e do modernismo bem conhecido de nossos leitores, devemos afirmar que, apesar das solenes e repetidas advertências dos Papas do século XIX e da primeira parte do século XX, esses erros originários das lojas maçônicas, habilmente difundidos e disseminados por todos os meios modernos de difusão do pensamento, continuaram a crescer, a inspirar as sociedades civis e por meio delas a invadir todas as instituições públicas e privadas, todas as famílias e, da mesma forma, os Seminários e as Universidades Católicas.

Em breve, as próprias ordens religiosas e suas revistas espalharão esses erros que reduzem a fé a um sentimento natural de religião, atos de religião a simples manifestações desse sentimento. A partir de então, seriam os próprios clérigos que destruiriam sua fé, submetendo-a a razão e fazendo desaparecer a vida sobrenatural, a vida da graça.

As guerras também contribuíram para a desordem e, acima de tudo, para a desordem moral, em particular a última guerra. Após o conflito, a euforia da prosperidade material trouxe um desejo desenfreado de diversão. O naturalismo infiltrado na Igreja fez desaparecer a noção de pecado, exaltando a consciência individual, o orgulho da personalidade humana que se tornara adulta e responsável. Todos os abusos, todos os crimes tornaram-se legítimos e protegidos pela consciência! Continuar lendo

PAREM O ABORTO! – TELEGRAMA DE D. LEFEBVRE

41 ANOS DA DECLARAÇÃO DE D. LEFEBVRE | DOMINUS EST

Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est

A lei Veil de 1975, legalizando o aborto (na França), foi promulgada à título experimental por 5 anos. Uma lei de 1979 a renovaria sem limite de tempo. Nesta ocasião, Mons. Lefebvre enviou o seguinte telegrama ao Presidente da República.

O Telegrama

Pelo voto que lhe foi confiado, o senhor comprometerá gravemente vossa consciência diante de Deus, pois o 5º mandamento do Decálogo proíbe o assassinato. É por esta razão que, em face da gravidade do aborto, a Igreja levanta severas sanções (cânon 2350). Todos aqueles que contribuem física ou moralmente para um aborto são excomungados.

Mons. Lefebvre

O Sr. Valéry Giscard d’Estaign, Presidente da República Francesa, recebeu este telegrama oficial na tarde de terça-feira, 27 de novembro de 1979.

Ao mesmo tempo, 320 deputados, embaixadores e jornalistas estavam de posse deste texto enviado por telegrama pessoal.

Fideliter, número 13, janeiro/fevereiro de 1980.

A MISSÃO DO VERBO ENVIADO PELA CARIDADE DO PAI – PALAVRAS DE D. LEFEBVRE

Eis algumas palavras de Mons. Marcel Lefebvre, fundador da Fraternidade Sacerdotal São Pio X, sobre a missão do Verbo enviado pela caridade do Pai.

Fonte: FSSPX México – Tradução: Dominus Est

“O fim do amor que Nosso Senhor sente por nós é fazer caridade de nós mesmos. Na medida que guardarmos Seus mandamentos de amor e caridade, nós estaremos Nele e Ele estará em nós. Nosso Senhor mesmo explica isso quando promete enviar seu Espírito Santo, dizendo: Não vos deixarei órfãos; voltarei a vós”(Jo 14,18)

De certo modo, Nosso Senhor se identifica com o Espírito que virá até nós, seu Espírito de caridade que nos enviará.

Dada a consubstancialidade do Pai, do Filho e do Espírito Santo, Nosso Senhor sempre diz: “O Pai e Eu viremos a vós” e depois, falando do Espírito Santo: “Virei a vós quando vos enviar o meu Espírito“. Logo, essa obra de caridade, que é o próprio Deus, realmente opera em nós a morada da Santíssima Trindade. A única coisa que Ele pode fazer é nos dar caridade.

Não podemos ser nada além de caridade. Aqueles que não são “caridade” são desnaturados. Não ser “caridade” é contrário à natureza. Agir por egoísmo, para nossa satisfação, para agradar a nós mesmos, por orgulho ou amor próprio, é contrário ao fim para o qual fomos criados e, mais ainda, ao fim para o qual fomos redimidos.

Devemos deixar o lugar à caridade de Deus, ou seja, o lugar que ela deve ocupar na alma. Trata-se, portanto, de preservá-la. Isso nos dá uma verdadeira luz sobre quem somos, de onde viemos e para onde vamos. Esta caridade que nos dirige a Deus deve ter por objeto a doação a si mesma. Entregar-se primeiro a Deus e até mesmo, quando nos entregamos ao próximo, tomando sempre Deus por seu motivo e causa”.

+ Mons. Marcel Lefebvre

Fonte: O mistério de Nosso Senhor

 

AJUDE A FSSPX EM SUA CRUZADA DE ORAÇÕES, PELAS MISSAS E PELAS VOCAÇÕES

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A situação internacional está claramente se deteriorando. Um dos pontos mais críticos diz respeito à proibição das Missas públicas. Como todos sabemos que a Missa é a alavanca que levanta o mundo, só podemos nos preocupar com o futuro.

Os fiéis e os sacerdotes da FSSPX, em todo o mundo, estão preocupados em se opor a esta situação com meios proporcionais. Para encorajar tal estado de espírito, ajudando a lutar principalmente em um nível sobrenatural, o Superior Geral decidiu lançar uma Cruzada de Orações, apoiada pela recitação do Rosário.

É uma cruzada tanto pela Missa quanto pelas vocações. Assim, ao mesmo tempo que responde à necessidade presente, esta cruzada responde ao próprio objetivo da Fraternidade, permitindo manter nossa preocupação com as vocações e nosso apego à Missa. (DICI)

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CLIQUE AQUI PARA SABER MAIS SOBRE ESSA CRUZADA E COMO SE JUNTAR A NÓS NESSAS ORAÇÕES.

 

NADA SERÁ COMO ANTES – O MUNDO DEPOIS DA COVID – PARTE II

Perguntas e Respostas sobre a Covid-19 | Postal Saúde - Caixa de  Assistência e Saúde dos Empregados dos Correios

Fonte: Permanência

  1. Os efeitos reais do COVID-19

Para não evocar as consequências econômicas que se revelarão no futuro, basta-nos observar as repercussões imediatas das medidas:

– Redução drástica das liberdades: de circulação, de atividade profissional, de cuidados, de educação, encontros públicos e privados, de culto…

– Efeitos sobre as pessoas: efeitos psicológicos observados em consequência do isolamento, do confinamento, do distanciamento: conflitos familiares, dúvidas mórbidas, temor, medo, paralisia e atrofia da personalidade… tanto em adultos como em crianças.

– Efeitos na vida social: divisão entre as pessoas até as raias da denúncia. Um clima de suspeita: o próximo se torna um inimigo temível; cada um se torna um perigo vivo para todos, quer estejamos com boa saúde (incluindo portadores assintomáticos) ou doentes infectados… “Toda pessoa saudável é um doente que se ignora “(Knock, ou o triunfo de medicina, por Jules Romains).

Hoje em dia, a sociedade está dividida em três classes:

– Por um lado, os defensores indiscriminados de máscaras, luvas, viseiras, pulseiras de som, medidas sanitárias de distanciamento, gaiolas de plexiglass, aplicativos de rastreamento, vacina para todos; Continuar lendo

APRENDA A PERDOAR

PERDNosso Senhor nos deixou o preceito de perdoar nossos inimigos. Mas a importância do insulto ou da incômoda memória que dele guardamos muitas vezes nos bloqueia: medo de ser considerado ingênuo, sentir-se incapaz de dar seu perdão. Como aprender a perdoar?

Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est

São Paulo, repetidas vezes, convida o cristão a se “revestir de sentimentos de misericórdia, de benignidade, de humildade, de mansidão, de paciência,” (Col. 3, 12). Essas virtudes, por sua dimensão social, geram paz nas famílias, paz nas comunidades. Com efeito, São Paulo conclui: “Triunfe em vossos corações a paz de Cristo, a qual fostes chamados, para (formar) um só corpo.” (Col. 3, 15). Mas, infelizmente, essa paz com os outros é sempre frágil aqui embaixo, muitas vezes ferida. Assim, São Paulo nos pede que “perdoando-vos mutuamente, se algum tem razão de queixa contra o outro.” (Col. 3, 13). Este ponto é tão importante quanto delicado. 

“Algumas pessoas ficam anos com o coração fechado por feridas e rancores. Como se apresentarão diante de Deus?”

É importante, porque do perdão que concedemos aos outros depende do perdão que Deus nos concede. É o Pai Nosso: “Perdoai as nossas dívidas assim como perdoamos os nossos devedores”. Recuperar a paz com Deus, a paz profunda da alma, não é possível enquanto não tivermos, por mais que dependa de nós, recuperado a paz com os nossos irmãos (cf. Rom 12,18). E alguns, infelizmente, permanecem anos com o coração fechado, fechado por feridas e ressentimentos. Pior ainda, alguns morrem sem terem se reconciliado. Como eles se apresentarão diante de Deus? Lá não haverá mais fingimento, nem poderemos mais dizer a Deus, com mais ou menos hipocrisia: “Perdoai as nossas dívidas assim como perdoamos os nossos devedores” (Mt 6,12). A medida do perdão que não demos será a medida do perdão que não receberemos! Este ponto de perdão é, portanto, importante. Continuar lendo

COMO EDUCAR AS CRIANÇAS PARA O SERVIÇO

Irmãs da FSSPX

Há alguma mãe que não deseje que seu filho seja feliz? Seu segredo consiste em abdicar de si mesma; toda mãe sabe disso. Os mais felizes são sempre os que mais se doam! Desejamos educar nossos filhos para a verdadeira felicidade? Pois tudo começa no Servir.

Nem sempre as crianças cooperam. Algumas costumam deixar a mesa assim que terminam de comer; outras assim que o pai veste a roupa para o trabalho. Outras calculam minuciosamente se seus irmãos e irmãs fizeram tanto quanto elas e a mãe, um pouco perturbada, não sabe se deve chamar sua atenção ou esperar que a ajuda venha espontaneamente. O que fazer? Há, porém, no fundo do coração de cada criança, um certo heroísmo que talvez se encontre adormecido. Como despertá-lo?

Essa é a questão; pois há diversas formas de solicitar a generosidade das crianças e, muito frequentemente, é a forma de fazê-lo que irá determinar a resposta delas. Servir traz contentamento. Por que não apresentá-lo dessa maneira? Saibamos penetrar na difícil concha de esforço e mostrar aos nossos filhos a beleza do ato que lhes é pedido.

Façamos com que servir seja algo atraente. Há maneiras entusiasmadas de se pedir “Lave a louça”, “Varra o chão” ou “Coloque a mesa”. Podemos pedir gentilmente: – “Poderia me fazer um favor – e também agradar a Deus – e limpar a mesa?”. Ou talvez: “Mostre ao papai como você varre bem”, e também “Você poderia cuidar da louça? Outro dia você foi perfeito”! Não devemos hesitar em desenvolver ambições saudáveis em nossas crianças ao evocar o que elas poderão se tornar quando ultrapassarem seus próprios limites. Sim, servir é mais do que um sacrifício ou um esforço. Apresentá-lo sempre sob seus aspectos mais árduos poderia desencorajar algumas delas – por isso é necessário que não solicitemos a sua ajuda apenas quando estivermos com pressa ou irritados. Isso faria com que se sentissem obrigadas e ficariam relutantes. Assim, muitas vezes, o aspecto desagradável do ato será ressaltado por um pedido feito de modo áspero. Ao contrário, apelemos ao seu heroísmo oculto; elas podem perfeitamente ter algumas surpresas reservadas para nós! Continuar lendo