
Textos propícios aos liberais e modernistas que se dizem católicos:
- OS LIMBOS, VÍTIMAS DA NOVA TEOLOGIA DA SALVAÇÃO UNIVERSAL
- O MAGISTÉRIO DESPREZADO
- O LIMBO: UMA DOUTRINA INCONTESTÁVEL CONFUNDIDA PELA “NOVA TEOLOGIA”

Textos propícios aos liberais e modernistas que se dizem católicos:
Fonte: Holy Cross Seminary – Tradução: Dominus Est
No dia em que a Igreja celebra Nossa Senhora assunta desse mundo para, triunfantemente, ser revestida de glória, 3 seminaristas (2 australianos e 1 neozelandês) receberam a batina no Seminário da Santa Cruz, em Goulburn, na Austrália (No mesmo dia 5 seminaristas também receberam a batina em La Reja – clique aqui para acessar as fotos). A tomada de batina é o primeiro passo rumo ao sacerdócio, que os seminaristas recebem no seu ano de Espiritualidade (o segundo de sete anos de estudos do seminário).
A batina separa o seminarista dos mundanos e simboliza sua morte para o mundo, enquanto ele se esforça para se tornar mais intimamente unido a Deus. O reitor recém-nomeado, Pe. Robert MacPherson, celebrou a Missa e abençoou as batinas. As restrições do Covid-19 impediram que famílias de fora do estado comparecessem, mas a Missa foi transmitida ao vivo para benefício das mesmas e pode ser encontrada aqui . O sermão pode ser encontrado neste link.
Por favor, rezem por estes e por todos os nossos seminaristas para que vivam e continuem a discernir as suas vocações.
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Nota do blog 1: Colocamos abaixo alguns links sobre a vocação sacerdotal:
Nota do blog 2: Mais números sobre a FSSPX podem ser vistos clicando aqui.
Nota do blog 3: Perguntas e respostas sobre a FSSPX podem ser vistas clicando aqui.
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“Senhor, dai-nos sacerdotes,
Senhor, dai-nos santos sacerdotes,
Senhor, dai-nos muitos santos sacerdotes,
Senhor, dai-nos muitas santas vocações religiosas,
Senhor, dai-nos famílias católicas,
São Pio X, rogai por nós”
Fonte: Seminario Nuestra Señora Corredentora – Tradução: Dominus Est
No dia 15 de agosto, na festa da Assunção de Nossa Senhora , os seminaristas de espiritualidade receberam a batina das mãos do Revmo. Padre Diretor do Seminário, Pe. Jean de Lassus, em um lindo dia, cujo sol os fez companhia em pleno inverno.
Os seminaristas que receberam a batina são 5: 3 argentinos e 2 nicaraguenses . Cabe destacar que, entre os seminaristas argentinos, 2 deles são ex-alunos da Escola do Menino Jesus, e ambos residentes na cidade de La Reja. Motivo pela qual, e com muita alegria, contamos com a emocionada presença do diretor da referida Escola, bem como dos padres professores nela!! Parabéns!!
No belo sermão, o Padre de Lassus nos lembrou a importância do sacerdócio para a santidade da Igreja e a vivificação da sociedade.
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“Senhor, dai-nos sacerdotes,
Senhor, dai-nos santos sacerdotes,
Senhor, dai-nos muitos santos sacerdotes,
Senhor, dai-nos muitas santas vocações religiosas,
Senhor, dai-nos famílias católicas,
São Pio X, rogai por nós”

São Paulo respondeu a essa pergunta quando escreveu: “Logo, ou comais, ou bebais, ou façais qualquer outra coisa, fazei tudo para a glória de Deus… Tudo que fizerdes, fazei-o pelo Senhor e não pelos homens”. Santo Agostinho ensina que devemos converter nossa vida, nossas ações, nossas ocupações, nossas refeições, até mesmo nosso repouso em um hino de louvor a Deus: “Que a harmonia de vossa vida se eleve como uma canção, para que vós jamais cesseis de rezar… Se vós desejais louvar, canteis, portanto, não apenas com vossos lábios, mas dedilheis as cordas do saltério das boas obras; vós louvais quando trabalhais, quando comeis e bebeis, mesmo quando descansais, quando dormis; vós louvais mesmo quando estais em paz”. Santo Tomás expressa, resumidamente, o mesmo pensamento: “O homem reza na medida em que direciona toda sua vida a Deus”
É o amor que direciona toda nossa vida a Deus. A maneira prática de direcionar todas as nossas ações dessa maneira é oferecer cada uma delas à Santíssima Trindade em união com Jesus Cristo vivendo em nós e de acordo com Suas intenções.
Devido à nossa natureza decaída, nossas intenções e nossos pensamentos facilmente tendem para o pecado, e, se seguissemos as inclinações de nossos sentimentos, nossas obras seriam pecaminosas. Portanto, devemos renunciar a nossas próprias intenções para nos unir às de Jesus. Ao iniciar qualquer ação, devemos renunciar a todos os nossos sentimentos, todos os nossos desejos, todos os nossos pensamentos, todos os nossos desejos para entrarmos, de acordo com a palavra de São Paulo, nos sentimentos e intenções de Jesus Cristo.
Quando nossas ações perduram por algum tempo, é útil renovar essa oferenda voltando o olhar para o Crucifixo ou, melhor ainda, para Jesus vivendo em nós, e elevar nossa alma a Deus através da repetição de jaculatórias. Dessa maneira, nossas ações, mesmo as mais comuns e básicas, tornar-se-ão uma oração, uma elevação da alma a Deus, e nós, portanto, cumpriremos o ensinamento de Jesus: “Orai e Vigiai”.
No quinto mandamento, Não matarás (Ex 20:13), Deus nos proíbe de causar a morte a nossos semelhantes ou de golpeá-los ou feri-los; Ele proíbe também de causar-lhes qualquer dano: em sua pessoa, em sua honra e em seus bens materiais. Matar inocentes e abortar crianças é um pecado gravíssimo que clama ao céu. Na Bíblia Sagrada, lê-se que Deus perguntou a Caim: “O Senhor disse-lhe: ‘Que fizeste! EIS QUE A VOZ DO SANGUE DO TEU IRMÃO CLAMA POR MIM DESDE A TERRA‘” (Gn 4,10-12). Os homicidas são assediados pelo medo e torturados pelo remorso da consciência, embora nenhum homem os persiga.
Três são as causas que tornam lícita a morte de alguém: a autoridade pública, a legítima defesa e a guerra justa. Fora destes três casos, é sempre um pecado matar o próximo assim como feri-lo ou golpeá-lo.
O ABORTO também é um pecado gravíssimo que clama vingança ao céu. O aborto é o assassinato a sangue frio das crianças mais indefesas e inocentes. E é ainda mais grave quando essas crianças são assassinadas precisamente por aquelas pessoas que têm maior obrigação em defendê-los. Deus diz: “Não matarás o inocente e o justo, porque não absolverei o culpado” (Ex 23,7).
Ajudar e proteger os assassinos é tornar-se responsável por seus crimes; e isto é precisamente o que fazem os governos que permitem o aborto, e os cidadãos que, com seus votos, ajudam o governo abortista! Isto atrai a maldição de Deus sobre a terra e causa muitos problemas na sociedade. Toda pessoa que colabora em um aborto é excomungada da Igreja Católica.
Trecho do post OS PECADOS QUE CLAMAM VINGANÇA AO CÉU
Sermão proferido pelo Revmo. Pe. Samuel Bon, do Priorado da FSSPX em Lisboa, por ocasião do 11º Domingo depois de Pentecostes (16/08/20).
Proferido pelo Pe. Samuel Bon, do Priorado da FSSPX em Lisboa.

Para ler a Meditação de Santo Afonso para essa data, clique aqui.
Para ler a belíssima Encíclica MUNIFICENTISSIMUS DEUS, de Pio XII, que define o Dogma da Assunção de Nossa Senhora ao Céu em Corpo e Alma, clique aqui.
Abaixo colocamos o momento da proclamação do dogma pelo Papa Pio XII

Fonte: DICI – Tradução: Dominus Est
As ordenações do mês de junho de 2020 somaram 16 novos sacerdotes para a Fraternidade São Pio X: 6 franceses, 4 americanos, 1 alemão, 1 austríaco, 1 canadense, 1 italiano, 1 polonês e 1 suíço (para ver os posts dessas ordenações clique aqui, aqui e aqui). Desde 1º de julho, a Fraternidade Sacerdotal fundada por D. Marcel Lefebvre (1905-1991) conta então com 3 bispos e 672 sacerdotes. (*)
A FSSPX conta também com 138 Irmãos professos e 76 Oblatas que trabalham sob a liderança do Superior Geral, Padre Davide Pagliarani. A isso se somam as 200 Irmãs da FSSPX e as Irmãs Missionárias de Jesus e Maria.
Fundada em 1º de novembro de 1970, a Fraternidade São Pio X completará 50 anos no próximo outono. No dia 24 de setembro, os restos mortais do seu fundador serão transferidos solenemente de seu túmulo no Seminário para a cripta da Igreja do Imaculado Coração de Maria, em Ecône (Valais).
(*) Em dezembro teremos as ordenações nos seminários do hemisfério sul (La Reja/Argentina e em Goulburn/Austrália)
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“Senhor, dai-nos sacerdotes,
Senhor, dai-nos santos sacerdotes,
Senhor, dai-nos muitos santos sacerdotes,
Senhor, dai-nos muitas santas vocações religiosas,
Senhor, dai-nos famílias católicas,
São Pio X, rogai por nós”

[Reproduzimos aqui a carta enviada pelo Pe. Laurent, capucinho, aos terciários franciscanos, sobre a questão do coronavirus]
Fonte: Permanencia
Caros terciários,
Desde a nossa última carta, muita coisa aconteceu. A chegada repentina do coronavírus, as ações tomadas em seguida pelos governos da maioria dos países: levará algum tempo até que se tenha o recuo necessário para uma análise completa da situação. No entanto, desde já, importa considerar tudo de um modo católico, afim de nos portarmos em tudo como filhos de Deus.
Em primeiro lugar, gostaríamos de exprimir nossa compaixão por todas as famílias afetadas pela epidemia. Que Deus conceda descanso eterno a todas as almas que se foram, e que se digne a secar as lágrimas de todos que choram (Is 25, 8). Nossa compaixão também se estende a todos vocês, que foram privados dos sacramentos, especialmente durante a Semana Santa e a Páscoa. Seus padres fizeram o possível para contornar o problema com as medidas toleradas pela lei. Tenham certeza de que continuam rezando especialmente por vocês.
Mas o dever do sacerdote é também, e acima de tudo, o de jogar a luz da fé nessas provações. Ora, as pragas que nos tocaram são um castigo e visam a nossa conversão. “Minha vontade é a morte do ímpio? diz o Senhor Deus. Não é antes que ele se converta e viva?” (Ez 18, 23).
Uma punição coletiva
Nossos pecados pessoais merecem nosso castigo pessoal, neste mundo ou no outro. Quanto às sociedades, elas não sobreviverão a este mundo. Assim, é a partir desta vida que a justiça divina se exerce contra elas. Deus costuma enviar um castigo coletivo (epidemias, guerras, desastres naturais ou sociais), para que as sociedades ‘entrem em si’ (Lc 15,17) e voltem-se para Ele. Continuar lendo

“Para mim, Iota Unum é o livro mais perfeito que se escreveu desde o Concílio sobre o Concílio, suas consequências, e tudo o que vem acontecendo na Igreja desde estão. Romano Amerio analisa cada tema com uma perfeição verdadeiramente notável. Fiquei estupefato ao ver com que serenidade ele aborda tudo, sem a paixão da polêmica, mas com argumentos irretocáveis. (…) O todo é absolutamente magnífico. Seria possível preparar um curso inteiro baseado neste livro, sobre o pré-Concílio, o Concílio e o pós-Concílio. (…) Em seu epílogo, o autor mostra como a consequência das mudanças é a dissolução da Religião Católica. Não sobra nada. Mas ele lembra que, uma vez que a Igreja não vai perecer… tem que haver um pequeno resto; afinal, o bom Deus disse que a Igreja não pereceria, portanto, tem de haver uma testemunha ou o testemunho de um pequeno resto que manterá a fé a tradição”. – Dom Marcel Lefebvre.
Para comprar o Iota Unum clique aqui ou aqui.
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Outro livro sobre o Vaticano II que merece destaque é O RENO SE LANÇA NO TIBRE:

De nada adianta discutir sobre um evento do porte do Concílio Vaticano II se não se conhece sua história. O autor deste livro é um padre que teve como papel estabelecer um Centro de Imprensa no Vaticano, durante o Concílio. Acompanhando seu desenrolar, entrevistando os bispos, analisando documentos, cartas, regimentos, deixou-nos por escrito o que se pode chamar dos Bastidores do Concílio. Dentro deste contexto, o que mais impressionou ao autor foi a força do grupo de bispos da Europa Central, que se denominaram Aliança Européia, diante de pequenos grupos mais conservadores que tentavam segurar a avalanche de reformas e novidades. Uma leitura viva, apaixonante e que não deixará nossos leitores indiferentes. Prefácio de Dom Lourenço Fleichman OSB.
Para comprar O Reno se lança no Tibre clique aqui, aqui ou aqui.
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E ainda sobre o Vaticano II não podemos deixar de recomendar O CATECISMO CATÓLICO DA CRISE NA IGREJA

Na crise atual, este livro é um verdadeiro compêndio das Verdades atacadas pelos erros modernos. Coloca em plena luz, de um modo particularmente esclarecedor, a posição que deve ser sustentada para se permanecer fiel à Igreja. A apresentação sob forma de perguntas e respostas tem o mérito de tornar o raciocínio do autor facilmente acessível e de assim permitir, a todos, uma boa compreensão sobre a crise e sobre os seus remédios.
Sermão proferido pelo Revmo. Pe. Samuel Bon, do Priorado de São Pio X, Lisboa, por ocasião do 10º Domingo depois de Pentecostes 2020.
A FSSPX está presente em 37 países e visita outros 35. Em suas Missões, uma grande quantidade de Missas, sacramentos, catecismo e formações são oferecidos em casas, salas de hotel, escritórios, zonas rurais, garagens e até mesmo em cabanas de madeira ou sapê, dependendo do local do mundo, mas sempre de modo zeloso e digno.
Porém, em seu apostolado, a Fraternidade também tem a graça de manter várias capelas e lindíssimas igrejas, inclusive centenárias.
No post de hoje veremos uma delas: a Saint Nicolas du Cardonnet, em Paris, na França.
Clique na imagem abaixo para fazer um tour virtual pela igreja
Clique aqui e acompanhe o Especial “As mais belas igrejas da FSSPX”

Fonte: FSSPX
Durante 2000 anos, as mulheres católicas cobriam a cabeça com um véu antes de entrar na Igreja ou sempre que estavam na presença do Santíssimo Sacramento (por exemplo, durante visitas aos doentes com a Santa Eucaristia). O Código de Direito Canônico de 1917, no cânon 1262, obriga as mulheres a cobrir a cabeça «especialmente quando se aproximam da mesa sagrada».
Durante o Concílio Vaticano II, os jornalistas perguntaram ao então Padre Bugnini se as mulheres deveriam continuar cobrindo suas cabeças. Ele respondeu que este tópico não havia sido discutido.
Os jornalistas assumiram sua resposta como um “não”, publicando essas informações errôneas em diferentes jornais do mundo. Desde então, a maioria das mulheres católicas abandonaram a tradição.
Depois de muitos anos de rejeição do véu, especialmente pelas mulheres, o Vaticano, não querendo ser antagônico ou contrariar as feministas, simplesmente fingiu que a questão não existia. Além disso, quando o Código de Direito Canônico de 1983 foi composto, o uso do véu não foi mencionado diretamente (observe que ele não foi revogado, mas simplesmente não foi mencionado). De qualquer forma, os cânones 20 e 21 do Código de Direito Canônico de 1983 deixam claro que uma lei canônica posterior revoga uma lei canônica precedente somente quando o faz explicitamente e que, em caso de dúvida, a revogação da lei precedente não deve ser assumida. Portanto, de acordo com o Código de Direito Canônico e um costume imemorial, as mulheres têm a obrigação, ainda hoje, de cobrir a cabeça na presença do Santíssimo Sacramento.
O uso do véu no cristianismo é extremamente importante e não é um assunto que diz respeito “apenas” ao Código de Direito Canônico, mas a dois milênios da Tradição da Igreja, estendendo-se ao Antigo Testamento e exortações no Novo Testamento. A esse respeito, São Paulo escreveu: Continuar lendo