Fonte: SSPX USA – Tradução: Dominus Est
Mais de mil fiéis reuniram-se na nova casa do Seminário Santo Tomás de Aquino nesta sexta-feira, 4 de novembro, para celebrar a bênção da nova casa para formação de padres. Conforme se convém, esse jubiloso dia para a Tradição na América começou com o Santo Sacrifício da Missa celebrado pelo Superior Geral da Fraternidade, o Bispo Bernard Fellay, que também contava com a presença de vários superiores distritais.
No sermão, D. Fellay explicou como uma construção tão nobre e grandiosa pode ajudar na formação dos futuros padres. Quando reflete os atributos do Deus eterno e majestoso, a arquitetura leva a um silêncio interior e lembra às almas que a vocação delas não é uma vocação comum!
Após a refeição, o Padre Yves le Roux, Diretor do seminário, agradeceu àqueles que tornaram tal obra possível: os benfeitores, os operários, os voluntários e todos aqueles que rezaram e sacrificaram algo para que essa obra fosse possível.
Entretanto, nem todas as notícias vindas neste fim de semana da Virgínia nos alegram, pois o Superior Geral, D. Fellay, fraturou gravemente seu pé. Pedimos as orações dos fiéis para que ele se recupere bem e se recupere completamente.
Mais do que qualquer coisa, o novo seminário fica como um tributo ao fundador da Fraternidade. Sem a perspicácia que o Arcebispo Lefebvre teve na defesa do sacerdócio católico, nada disso teria sido possível. Continuemos a rezar para que a Fraternidade possa formar padres de Deus e que Nossa Senhora proteja todos eles neste mundo caótico!

















Étienne Couvert
Qui me invenerit, inveniet vitam, et hauriet salutem a Domino— “Aquele que me achar, achará a vida, e terá do Senhor a salvação” (Prov. 8, 35).
Antes da conflagração européia de 1914, o escritor francês Henri Lavedan, era também ateu fanático. Ninguém como ele, sabia zombar de Deus e da religião. Todavia, ao romper a guerra, chamado às armas, retratou sua incredulidade, em comovente confissão ao povo francês:
Sub umbra illius quem desideraveram sedi; et fructus eius dulcis gutturi meo — “Eu me sentei debaixo da sombra daquele a quem tanto tinha desejado; e o seu fruto é doce ao meu paladar” (Cant. 2, 3).
Iesus ergo fatigatus ex itinere, sedebat sic supra fontem — “Jesus, pois, fatigado do caminho, estava assim assentado sobre o poço” (Io. 4, 6).
Peccator videbit et irascetur, dentibus suis fremet et tabescet; desiderium peccatorum peribit — “Vê-lo-á o pecador e se indignará; rangerá os dentes e se consumirá; o desejo dos pecadores perecerá” (Ps. 111, 10).
Fonte: 
Et vos estote parati; quia, qua hora non putatis, Filius hominis veniet — “Vós outros, pois, estai preparados; porque na hora em que menos cuideis, virá o Filho do homem” (Luc. 12, 40).
















Na revolução francesa de 1793, a igreja de São Pedro de Besançon foi entregue a um padre cismático. Os padres católicos, porém, fiéis às leis da Igreja, eram presos e assassinados pelos revolucionários.





























































































































Regenerada pelas águas do batismo, a criança cresce pouco a pouco, e bem depressa começa, pelo seu sorriso, a dar o primeiro indício de inteligência. Então nascem novos deveres para a mãe; é mister que desde então se aplique com zelo à grande obra da educação. Educar a criança é cultivar o seu espírito, e o seu coração: o espírito enriquecendo-o com os conhecimentos necessários ou úteis: o coração, sufocando nele o gérmen das paixões e dos vícios, que crescem conosco, e implantando nele o amor do bem e da virtude.






A oração é um colóquio de amor com Deus. A criança, que ama verdadeiramente os pais, gosta de falar com eles, manifesta-lhes tudo que agita o seu coração. Cada alegria que sente, vai logo comunicá-la à mãe, ou ao pai; expõe-lhes todas as suas dores; narra-lhes os seus receios; conta-lhes os seus interesses.











































