
Uma ideia saída diretamente de um filme de terror? Não, um estudo científico feito por um professor da Universidade de Oslo, na Noruega, propõe a utiliação de corpos de mulheres em estado de “morte cerebral” como mães de aluguel!
Fonte: Media Presse Info – Tradução: Dominus Est
Nossa mãe é, sem dúvida, a pessoa a quem mais estamos ligados, principalmente na infância, e carnalmente antes do nascimento.
Nada é mais natural do que uma mãe cuidando de seu filho. No entanto, não há mais unanimidade em relação a esta idéia óbvia. Há vários anos, sob pressão de grupos fechados, a lei da República Maçônica permite que “invertidos” tenham filhos. Confrontados com uma impossibilidade biológica, a razão não os impulsiona a renunciar seu projeto absurdo, mas sim apropriar-se dos ventres de mulheres pobres que vivem em outros países, como Índia ou Ucrânia. A “dupla” então captura a criança e a mulher recomeça – até a exaustão, a alimentar os seus. Esta escravatura moderna, infelizmente, está se tornando cada vez mais difundida e promovida sob o nome atroz de “barriga de aluguel”. Quando seus conceitos são monstruosos, não lhes falta criatividade para maquiá-los por detrás de jargões técnicos…
Obviamente, esta situação já preocupante não comove as autoridades. Pelo contrário, leva os doutores Frankenstein a imaginar coisas ainda mais monstruosas: usar corpos de mulheres em estado de “morte cerebral” como uma fábrica de bebês. O materialismo deles não conhece limites… Continuar lendo


















