CATECISMO EM VÍDEO – AULA 48
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TERCEIRO DOMINGO DEPOIS DE PENTECOSTES: A OVELHA PERDIDA E O PASTOR DIVINO
CORAÇÃO DE MARIA, IMAGEM FIEL DO CORAÇÃO DE JESUS
FESTA DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS

Festa do Sagrado Coração de Jesus
As promessas do Sagrado Coração De Jesus
Ladainha do Sagrado Coração de Jesus
Exortação à prática mais pura e mais extensa do culto ao Sagrado Coração de Jesus
Nascimento e desenvolvimento progressivo do culto ao Sagrado Coração de Jesus
Participação ativa e profunda que teve o Sagrado Coração de Jesus na missão salvadora do Redentor
Fundamentos e prefigurações do culto ao Sagrado Coração de Jesus no Antigo Testamento
NOVENA DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS – NONO DIA
NOVENA DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS – OITAVO DIA
NOVENA DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS – SÉTIMO DIA
NOVENA DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS – SEXTO DIA
NOVENA DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS – QUINTO DIA
NOVENA DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS – QUARTO DIA
CORPUS CHRISTI – PELO PE. CARLOS MESTRE, FSSPX
Sermão proferido no Priorado São Pio X, de Lisboa, por ocasião da Festa de Corpus Christi 2021.
NOVENA DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS – TERCEIRO DIA
NOVENA DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS – SEGUNDO DIA
SOLENIDADE DE CORPUS CHRISTI
Clique aqui e ouça o belíssimo ofício Adoro Te Devote, composto por Santo Tomás de Aquino a pedido do Papa Urbano IV, no século XIII, por ocasião da promulgação da Festa de Corpus Christi através da Bula “Transiturus de hoc mundo”.

Ó sagrado convite em que se recebe a Cristo:
renova-se a memória de sua Paixão;
a alma se plenifica de graça,
e nos é dado um penhor da glória futura.
Fonte: Hojitas de Fe, 200, Seminário Nossa Senhora Corredentora, FSSPX
Tradução: Dominus Est
Nas Vésperas da festa de Corpus Christi cantamos esta linda antífona, escrita (como todo o Ofício do Santíssimo Sacramento) por Santo Tomás de Aquino, e carregada de significado teológico.
Com efeito, Santo Tomás nos ensina na Suma Teológica (III, 60, 3) que todo sacramento, especialmente o da Eucaristia, é um sinal sensível que significa a nossa santificação, na qual podemos considerar três coisas: 1º a própria causa da santificação, que é a Paixão de Cristo; 2º sua essência mesma, que é a graça; 3º seu fim último, que é a vida eterna.
E assim, a Sagrada Eucaristia é um sinal rememorativo da Paixão de Cristo; um sinal demonstrativo do que se realiza em nossas almas pela Paixão de Cristo, a saber, a graça; e um sinal prenunciativo da glória futura. Consideremos, pois, cada um desses três pontos.
1º A Sagrada Eucaristia – sinal rememorativo da Paixão de Cristo
Esta é uma das verdades fundamentais que se nos quer fazer esquecer hoje, quando nos apresentam a Sagrada Eucaristia somente sob o aspecto da comunhão ou de ceia. No entanto, a Sagrada Eucaristia deve ser apreciada e considerada também sob outro aspecto, mais importante, que é o de sacrifício. A Sagrada Eucaristia não é tão somente uma comunhão com o Corpo e Sangue de Cristo; é, antes de tudo, a renovação incruenta do Sacrifício do Calvário. Ambos os aspectos são inseparáveis. Sem Sacrifício não haveria Sacramento: uma vez que Cristo faz-se presente sob as espécies de pão e vinho para ser imolado. Da mesma forma, sem Sacramento não há Sacrifício: porque, para que haja sacrifício, é necessária a presença da Vítima e porque a integridade do Sacrifício exige a comunhão com a Vítima sob o aspecto de Sacramento. Continuar lendo
CATECISMO EM VÍDEO – AULA 47: A REDENÇÃO OFERECIDA POR UM HOMEM-DEUS
NOVENA DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS – PRIMEIRO DIA
DEVOÇÃO DE SANTO AFONSO À PAIXÃO DE JESUS CRISTO
DOMINGO DE PENTECOSTES: AMOR DE DEUS PARA COM OS HOMENS NA MISSÃO DO ESPÍRITO SANTO
RECADO DE SÃO PIO X AOS LIBERAIS, CONTRA O SIONISMO: “OS JUDEUS NÃO RECONHECERAM NOSSO SENHOR, É POR ISSO QUE NÃO PODEMOS RECONHECER O POVO JUDEU”
Fonte: Media-Press.Info – Tradução: Dominus Est
Entrevista com o Papa São Pio X, relatada por Theodore Herzl, pai do sionismo, em seu jornal em 25 de janeiro de 1904:
Fui levado à casa do papa através de um grande número de pequenos salões. Ele me recebeu de pé e estendeu a mão, que eu não beijei (…).
Apresentei-lhe brevemente meu caso. Ele respondeu em um tom severo e categórico (…):
“Nós não podemos apoiar esse movimento [sionista]. Não podemos impedir os judeus de irem a Jerusalém, mas não podemos de forma alguma apoiar isso. Mesmo que nem sempre fosse santa, a terra de Jerusalém foi santificada pela vida de Jesus Cristo. Como chefe da Igreja, não posso lhe dizer outra coisa. Os judeus não reconheceram Nosso Senhor, e é por isso que não podemos reconhecer o povo judeu.” (…)
Eis aí, pensei, o antigo conflito que recomeça entre Roma e Jerusalém; ele representa Roma, eu Jerusalém. (…)
“Mas o que o senhor diz, Santo Padre, sobre a situação atual? – perguntei.
“Sei muito bem que é desagradável ver os turcos de posse de nossos lugares santos”, respondeu ele. Somos forçados a suportar. Mas apoiar os judeus para que possam obtê-los – os Lugares Santos – é algo que não podemos fazer.“
Enfatizei que nossa motivação era o sofrimento dos judeus e que pretendíamos deixar de lado questões religiosas.
“Sim, disse ele, “mas nós, e especialmente eu como chefe da Igreja, não podemos. Dois casos podem surgir: Continuar lendo


















