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DA ETERNIDADE DO INFERNO
14 DE SETEMBRO – FESTA DA EXALTAÇÃO DA SANTA CRUZ DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO
A CADA MOMENTO NOS APROXIMAMOS DA MORTE
DA MORTIFICAÇÃO INTERIOR
FESTA DO SANTÍSSIMO NOME DE MARIA
XIV DOMINGO DEPOIS DE PENTECOSTES: OS DOIS SENHORES E AS ALMAS TÍBIAS
MARIA SANTÍSSIMA ALCANÇA A PERSEVERANÇA PARA SEUS DEVOTOS
CORAÇÃO AFLITO DE JESUS, CONSOLADO PELO ZELO DAS ALMAS
FESTA DA NATIVIDADE DE MARIA SANTÍSSIMA
OS ADORADORES DE JESUS SACRAMENTADO
A RESSURREIÇÃO DOS CORPOS NO DIA DO JUÍZO
DO GRANDE MAL QUE É O DESAFETO DE DEUS
A NOSSA PERFEIÇÃO CONSISTE NA CONFORMIDADE COM A VONTADE DIVINA
XIII DOMINGO DEPOIS DE PENTECOSTES: OS DEZ LEPROSOS E O PECADO DE INGRATIDÃO
DA DEVOÇÃO À DIVINA MÃE
A PRISÃO DE JESUS E AS MÁS OCASIÕES
JESUS NO SANTÍSSIMO SACRAMENTO NÃO DESEJA SENÃO DISPENSAR GRAÇAS
BEM-AVENTURADO DAQUELE QUE SE CONSERVA FIEL A DEUS NA ADVERSIDADE!
ANGÚSTIAS DA ALMA DESCUIDADA NA HORA DA MORTE
NECESSIDADE DA MANSIDÃO E DA HUMILDADE PARA O RELIGIOSO
SANTO AGOSTINHO: OS GOVERNANTES DEVEM SERVIR A DEUS, DEFENDER A VERDADEIRA RELIGIÃO E PUNIR OS HEREGES
Fonte: Radio Spada – Tradução: Dominus Est
Na coletânea de textos do magistério ordinário infalível sobre a necessária ordenação do poder temporal ao espiritual (Unam Sanctam, Immortale Dei, Vehementer nos e Quas Primas) vimos a Igreja Católica, antes da desastrosa revolução do Concílio Vaticano II, condenar o princípio da dita laicidade do Estado (separação entre Estado e Igreja e sua indiferença quanto à Religião). Junto dessas condenações, acompanhava-se sempre a condenação da liberdade de cultos acatólicos.
O Papa Bento XVI, para explicar a ruptura entre o ensinamento tradicional e as inovações conciliares, várias vezes sustentou (como no famigerado discurso de 2005 à Cúria romana sobre a hermenêutica da continuidade) que tais condenações diziam respeito ao liberalismo do século XIX.
Tese infundada. Santo Agostinho, que escreveu as linhas a seguir, viveu bem antes dos papas do séculos XIX, mas disse as mesmas coisas:
Epístola 185 (Tratado da correção dos donatistas) a Bonifácio
[…]
8. Disse o Apóstolo: “Enquanto temos tempo, façamos bem a todos” (Gal. 6, 10). Por isso, segundo as possibilidades de cada um, seja por meio dos sermões dos pregadores católicos, seja por meio das leis dos imperadores católicos, ou seja, por meio não só daqueles que obedecem às inspirações divinas, mas também daqueles que executam as leis, convidemos todos à salvação e fujamos da perdição eterna. Se os imperadores promulgam más leis contra a verdade e em favor da falsidade, são provados aqueles que creem retamente e são coroados os perseverantes. Mas se os imperadores dão boas leis em favor da verdade e contra a falsidade, são afugentados os violentos e são convertidos os inteligentes. Continuar lendo



























