GRÁVIDA DE GÊMEOS? AGORA NORUEGA PERMITE ESCOLHER QUAL VIVE E QUAL MORRE

Fonte: ACI/Actuall

As mulheres grávidas de gêmeos que vivam em algum país da Europa onde o aborto seja ilegal ou onde as leis de aborto seletivo sejam muito restritivas, poderão viajar para a Noruega para abortar livremente.

Esta é a nova medida tomada pelo representante da junta diretiva de saúde norueguesa, Torunn Janbu, que está promovendo o “turismo abortivo” para todas as mulheres europeias.

O departamento de saúde norueguês reinterpretou as leis abortivas para beneficiar, ainda mais, a cultura de morte.

Neste caso, a medida se centra na redução fetal, isto é, se a mãe não quer ter os dois gêmeos, pode abortar um deles, embora não exista problema de saúde.

Janbu assegura ao jornal ‘Dagsavisen’ que “todas as mulheres, sem importar se são norueguesas ou residentes na Noruega, têm o mesmo direito ao aborto e, por isso, a redução fetal”.

Redução fetal é o eufemismo para descrever o assassinato do nascituro a mais. Continuar lendo

ON NE LÂCHE RIEN! – A GUERRA PELA FAMÍLIA CONTINUA NA FRANÇA

Milhares de franceses - mais de um milhão -, durante a manifestação contra o casamento gay em 2013

Milhares de franceses durante uma manifestação contra o casamento gay em 2013

Até quando devemos lutar contra a ruína de algo precioso, verdadeiro, natural? Até quando devemos lutar para preservar a nossa civilização, a nossa humanidade de todo o poder destruidor da cultura de morte? Devemos ser resilientes, devemos nos conformar com as batalhas perdidas de uma guerra fatal? Devemos, ao vermos os nossos representantes aprovarem algo imoral, nos calar, condescender, achando que uma vez votada, uma lei não pode ser alterada?

Diante dessas perguntas, podemos classificar no mundo de hoje dois tipos de “mobilização”. A primeira mobilização é a profissional, feita apenas para mostrar a força de um agente manipulador e onde os mobilizados, ou manipulados, não possuem nenhuma convicção profunda de que aquilo que eles estão defendendo ou pleiteando realmente é bom. Vimos isso recentemente na Polônia, onde milhares de jovens manipulados por meios de comunicação financiados por grupos internacionais, especialmente pela Fundação Open Society, foram às ruas contra uma lei que tornava o aborto, que lá não é legal, ainda mais difícil – e só para constar, foi o medo de uma guerra aberta entre os defensores da lei, que são a maioria esmagadora da população, e os contrários que fez com que o Parlamento não a aprovasse, e não as manifestações em si, como disse a imprensa brasileira. Continuar lendo

IMPLICAÇÕES MORAIS EM CIRURGIA ESTÉTICA, MUTILAÇÃO CORPORAL E MUDANÇA DE SEXO

Hoje trataremos de vários temas que, embora aparentemente muito diferentes, têm uma conexão moral de fundo: a cirurgia estética, a mutilação do corpo e a mudança de sexo

EBMQuestões médicas com implicações morais (VI)

Pe. Lucas Prados – Adelante la Fe | Tradução Sensus fidei: Como se tinha proposto a princípio, hoje trataremos de vários temas que, embora aparentemente muito diferentes, têm uma conexão moral de fundo: a cirurgia estética, a mutilação do corpo e a mudança de sexo.

Julgamento moral sobre a cirurgia estética

Assim se denomina o ramo da cirurgia que se ocupa principalmente de eliminar certos defeitos anatômicos que podem se apresentar em nosso corpo. De si, do ponto de vista moral, não há nenhuma objeção à primeira vista; no entanto, quando a ela se recorre por obsessão, por puro culto ao corpo ou por rejeição ao que é próprio da idade: envelhecimento, teremos que estudar cada caso em particular, pois poderia ocorrer que, o que em princípio nada tivesse de errado, poderia chegar a converter-se em neurose e até mesmo em pecado.

Considero normal que uma mulher, depois de uma certa idade, aplique os meios convenientes para evitar ou corrigir as rugas faciais…, e que são nada mais do que o resultado da vida e dos anos. O que parece imoral é que uma mulher gaste o orçamento familiar em comprar cremes e depois dizer que não há dinheiro para comprar um par de sapatos para o seu filho. E, pior ainda, quando se leva a obsessão e por esse motivo muda o caráter, torna-se irritável…. Em algum lugar eu li esta frase que é muito certa: “É coisa boa querer melhorar o presente, porém, mais importante é aceitar o presente.” É bom querer dissimular os sinais deixados pelo tempo, mas desde a sua aceitação, pois significa aceitar a condição humana, e para um cristão é fundamental porque, como lemos na Epístola aos Hebreus, “não temos aqui cidade permanente, mas buscamos a futura” (Hb 13:14).

Se uma pessoa entra em crise ao se olhar no espelho e é incapaz de aceitar o passar dos anos, é porque é muito superficial e não tem vida espiritual nenhuma.

Se há algo eticamente ilícito dentro da cirurgia estética, não há de ser encontrado no desejo de parecer mais jovem e mais atraente, mas na obsessão que a busca da beleza causa naqueles que chegam a considera-la essencial para ser feliz. Essa obsessão geralmente vem da alma e não de tal ou qual defeito físico. A cirurgia plástica nunca resolverá esse problema, porque não é do corpo, mas da alma.

Há certas intervenções de cirurgia plástica, embora a sua função seja puramente estética, não são incompatíveis com a moral. Refiro-me a reparações da curvatura da ponte do nariz, a posição das orelhas, os “pés de galinha” ou redução do “queixo duplo”. Há outras que são mais delicadas, e se não houver uma indicação direta do médico por motivos de saúde ou de um bem maior, haveria que pensar duas vezes, pois muitas vezes produzem efeitos colaterais eventualmente graves. Refiro-me a lipoaspiração, abdominoplastia, abdominoplastia e mais ainda a gastrectomia parcial (seção de parte do estômago) em pessoas muito obesas. Infelizmente, tenho conhecido alguns casos em que a intervenção não tenha solucionado o problema e também colocado em grave risco a vida das pessoas.

Mutilação corporal

Em determinadas doenças o médico tem que praticar a mutilação de uma parte de nosso corpo para o bem do resto. É o caso de tumores, gangrena de um membro, etc… Uma vez que o que se busca é a saúde da pessoa, saúde que estaria em grave perigo se nada for feito, não há problema moral algum em recorrer a esses procedimentos.

Há mutilações corporais que são fruto de certas culturas: como a ablação do clitóris entre as mulheres muçulmanas, ou a redução do tamanho dos pés entre as famosas gueixas japonesas. Práticas que de nossa perspectiva católica não são moralmente aceitáveis.

cuerno y lengua bífidaNos últimos anos, tem se expandido fortemente, principalmente no mundo jovem das drogas, música demoníaca e álcool, a modificação de certas partes de seu corpo: chifres, língua bífida, orelhas de elfo, e até mesmo tatuagens exageradas aparentando pele do lagarto, etc …. Todas essas alterações não são apenas a manifestação de uma vida psicologicamente instável e espiritualmente vazia; inclusive, em alguns casos, a evidência de um mundo realmente diabólico ao qual se sentem orgulhosos de pertencer.

Os procedimentos extremos de modificação do corpo nunca são realizados por profissionais médicos. Estes tratamentos são mais frequentemente associados com locais de tatuagens do que com clínicas. De fato, eu nunca ouvi falar de um cirurgião plástico que tenha se submetido a realizar modificações corporais extremas.

“Gostaria de bifurcar a língua? Tome uma boa quantidade de whisky, aplique um pouco de gelo e tente ficar quieto enquanto o artista corta a sua língua ao meio.”

dennis avnerUma das pessoas mais famosas em submeter-se à modificação do corpo, Dennis Avner, passou anos de sua vida tentando ver-se como um gato. Ele foi tão longe a ponto de pedir que lhe implantassem bigodes em seu rosto, e seus dentes tornaram-se presas afiadas. Há vários anos ele morreu de aparente suicídio.

Outros casos mais comuns de mutilação corporal e que também são pecado são: a laqueadura de trompas e a vasectomia. Ambos laqueadura e vasectomia são imorais, se a isso se recorrer para a contracepção. A razão é dupla:

Em primeiro lugar, por seu efeito contraceptivo em impedir que o óvulo alcance o útero (no caso de laqueação das trompas) ou que os espermatozoides sejam ejaculados (no caso de vasectomia).

Em segundo lugar, pela mutilação que se causa em homens ou mulheres; que em si já é pecado grave. Mutilações que em alguns casos já não são reversíveis; então, em caso de mais tarde se desejar que o casamento novamente tenha filhos, teria que se submeter a outra cirurgia para tentar recompor o dano causado; intervenção que em alguns casos já, é em si mesma, bastante complexa.

Juízo moral sobre a mudança de sexo

Outro caso de mutilação ou modificação corporal gravemente imoral é a “mudança de sexo”. Para aqueles que acabam sem entender o problema, explico-lhes em poucas linhas o que é o sexo genético ou cromossômico.

hombre-mujerCada célula do ser humano é composta por 23 pares de cromossomos; destes 23 pares, um deles é o que determina o sexo da pessoa: na mulher o 23 é XX e no homem é XY. Na fecundação, o óvulo, que como gameta tem metade da doação cromossômica, aporta um cromossomo X, e o espermatozoide, que também é gameta, pode ser no momento de unir-se ao óvulo, X ou Y. Se, quando o óvulo e o espermatozoide se unem, se unem-se X com X teremos uma menina, e se unem-se X com Y, teremos um menino. Quando o embrião tem apenas um mês já se pode facilmente saber se é homem ou mulher pelas gônadas (ovários ou testículos) que já começaram a se formar.

Ao embrião só lhe resta crescer e desenvolver as diferentes partes do corpo, que no momento do nascimento já estarão perfeitamente diferenciadas, pelo menos no essencial. Posteriormente na puberdade se concluirá a diferença anatômica com o desenvolvimento dos caracteres secundários próprios do homem e da mulher.

Um tema comum nos últimos anos e que está sendo fortemente manipulado pelo lobby gay está relacionado à mudança de sexo. A fim de encontrar argumentos em seu favor de modo que as leis sejam alteradas e eles possam ser considerados pessoas “normais”, tem sido usado certos “truques”: diferenciar entre sexo genético e sexo “psicológico”:

  • Sexo genético seria determinado pelos cromossomos sexuais (explicado acima).
  • Sexo psicológico seria determinado pela própria psicologia da pessoa.

Na maioria das pessoas o sexo genético coincide com o psicológico[1]. A disparidade entre o sexo genético e cromossômico pode ser devido a várias causas: problemas hormonais, educação inadequada em casas e escolas, trauma psicológico, etc…

Uma disparidade entre sexo genético e o cromossômico pode ser devido a muitas causas: problemas hormonais, educação inadequada em casas e escolas, traumas psicológicos, etc…

O raciocínio que faz o lobby gay para pressionar os governos com objetivo de mudem as leis é o seguinte: Cada pessoa tem o direito de desenvolver-se no sentido que sua psicologia se senta mais à vontade; seja como homem, como mulher, e mesmo sem declarar-se em um sentido ou outro. Se essa pessoa é geneticamente do sexo masculino ou feminino, mas psicologicamente se sente do sexo oposto, tem o direito de mudar de sexo (morfológica e legalmente) e também o direito de que a sociedade lhes respeite e aceite neste novo “papel”.

Se os governos caem nessa armadilha, eles terão que mudar muiguitas leis do código civil, para que estes novos “entes” encontrem lugar. Por exemplo: especificar o sexo na carteira de identidade ou não; no casamento, um homem poder casar-se com outro que também o é (geneticamente), mas que se sente mulher; ou de uma mulher que se sente homem.

Se seguimos esta “armadilha” cairemos no que tem sido chamado de “ideologia de gênero”. Como este não é o lugar para falar da ideologia de gênero, moda imposta pelo lobby gay e outras “instâncias” superiores a eles, se quiser ter um pouco mais de informação do mesmo poderá verificar o mesmo artigo publicado por www.catholic.net onde se faz uma análise bastante aceitável do mesmo[2].

Basta lembrar, à guisa de resumo, o que disse o cardeal Ratzinger quando era prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé:

“A ideologia de gênero é a última rebelião da criatura contra a sua condição de criatura. Com o ateísmo, o homem moderno pretendeu negar a existência de uma instância exterior que lhe diz a verdade sobre si mesmo, sobre o bem e o mal. Com o materialismo, o homem moderno tentou negar suas próprias necessidades e a sua própria liberdade, que nascem de sua condição espiritual. Agora, com a ideologia de gênero homem moderno pretende livrar-se até mesmo das exigências de seu próprio corpo: se considera um ser autônomo que se constrói; uma pura vontade que se autocria e se converte em um deus para si mesmo”.

Assim: a ideologia de gênero é um sistema de pensamento fechado que defende que as diferenças entre o homem e a mulher, apesar das diferenças anatômicas óbvias, não correspondem a uma natureza fixa, mas são uma construção meramente culturais e convencionais, feitas de acordo com os papéis e estereótipos que cada sociedade atribui aos sexos.

Uma vez que analisamos superficialmente o que é o sexo genético e a ideologia de gênero, podemos entender melhor o problema atual sobre o “direito” dos homens para mudar de sexo.

A influência e o imenso poder do lobby gay, concedido pelos mesmos governos do mundo, está levando a situações tão ridículas como o fato de que a Segurança Social esteja obrigada a pagar uma cirurgia de mudança de sexo enquanto, os indivíduos têm de pagar ao dentista o valor total de um tratamento de ortodontia.

Do ponto de vista moral, uma operação de mudança de sexo, pelo simples fato de que alguém se sinta mais “homem ou mulher”, é gravemente imoral. Por outro lado, essa “suposta mudança de sexo” é puramente morfológica, porque do ponto de vista genético, o que era homem (XY) permanecerá homem e mulher que era (XX) permanecerá mulher.

A operação de mudança de sexo é um atentado contra a natureza criada por Deus; é um pecado gravíssimo contra o quinto mandamento da lei de Deus, e ao mesmo tempo é uma manifestação da degradação humana da sociedade em que vivemos.

Pe. Lucas Prados

Notas

[1] O sexo genético e o psicológico, se a formação é adequada e não deforma a criança, sempre coincidirão. Na verdade, o sexo psicológico é determinado por nossa natureza (genes). Em outras palavras, o homem é “homem” e por isso “sente-se” homem; a mulher “é mulher” e por isso “sente-se” mulher. Qualquer outra coisa é resultado, a maioria das vezes, de uma deformação interessada causada pelas pessoas maiores.

[2] http://es.catholic.net/op/articulos/41418/cat/447/que-es-la-ideologia-de-genero.html

“TRANSGÊNERO” É UMA DOENÇA MENTAL E DEVE SER TRATADA COMO TAL, AFIRMA PROFESSOR DE PSIQUIATRIA DO HOSPITAL JOHN HOPKINS

Defensores pró-transgenerismo, disse McHugh, não querem saber sobre estudos que mostram entre 70% e 80% de crianças que expressam sentimentos transgêneros e “espontaneamente perdem esses sentimentos” ao longo do tempo

Tnsg

The New Observer | Tradução Sensus fidei: O “transgênero”, mania atualmente sendo promovida pelos meios de comunicação controlados como “a próxima fronteira dos direitos civis” é, na verdade, uma doença mental e a sua promoção é incitar transtornos mentais, afirmou o Professor e ex-Diretor do Departamento de Psiquiatria do Hospital Johns Hopkins.

Transgenerismo é uma doença, não um direito, afirma Dr. McHugh

Transgenerismo é uma doença, não um direito, afirma Dr. McHugh

Uma doença mental, não um ‘estilo de vida’

Dr. Paul R. McHugh, MD, atualmente eminente Professor do Serviço de Psiquiatria do mundialmente famoso hospital, também disse que as mudanças de sexo são “biologicamente impossíveis” e que os médicos que “promovem a cirurgia de redesignação sexual estão colaborando para a promoção de um transtorno mental.”

Além disso, ele afirmou que “transgenerismo é um transtorno mental que necessita de tratamento”, assim como a sociedade trataria quaisquer outros transtornos mentais, e não deve ser apresentado pela mídia ou pela classe médica da maneira como tem sido feita.

Dr. McHugh, autor de seis livros e de pelo menos 125 artigos médicos revisados, fez suas declarações em um artigo no Wall Street Journal intitulado “Cirurgia Transgênera não é a solução”, no qual ele explica que a cirurgia transgênera não é a solução para pessoas que sofrem de uma “desordem de ‘suposição’” — a noção de que a sua masculinidade ou feminilidade seja diferente do que a natureza lhes atribuiu biologicamente. Continuar lendo

RESPOSTA DO ESTADO ISLÂMICO AO PAPA…

….após o ridículo “inocente” comentário feito no vôo de volta da Polônia.

ESTADO ISLÂMICO: NOSSA GUERRA É DE RELIGIÃO E ODIAMOS OS CRISTÃOS

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Revista Dabiq do Estado Islâmico – cristãos decapitados pelo ISIS em fevereiro de 2015

Fonte: ACI

“O mandamento é claro, matar os infiéis como Alá disse”, foi a resposta do Estado Islâmico (ISIS) ao Papa Francisco no último número da sua revista Dabiq intitulada “Destruir a Cruz”, na qual afirma que odeia o ocidente cristão e acusa o Pontífice de querer “pacificar a nação muçulmana”.

A última edição da revista Dabiq foi publicada depois que o Papa Francisco afirmou, durante o voo de volta da Polônia, “que não é justo identificar o islã com a violência. Não é justo nem é verdade”. No mesmo dia, grupos de muçulmanos foram às igrejas da França e da Itália para condenar o assassinato do Pe. Jacques Hamel, cometido por dois terroristas do ISIS.

“Francisco continua ocultando atrás de um véu enganoso de ‘boa vontade’, ocultando suas intenções atuais de pacificar a nação muçulmana”, assinalou a revista do grupo fundamentalista, que também criticou o governo da França por dizer que “o autêntico islã e uma leitura apropriada do Alcorão são opostas a toda forma de violência”. Continuar lendo

AS MARCAS DA “IGREJA MUNDIAL”

O famoso teólogo jesuíta Karl Rahner, que foi um dos pais da hermenêutica da “descontinuidade” em uma conferência na cidade de Bruxelas, afirmava que “a partir do Concílio, a Igreja se tornava mundial”
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Karl Rahner dá as pistas da verdadeira finalidade progressista revolucionária imanente no Concílio Vaticano II: “O Concílio é naturalmente uma indicação muito abstrata e formal daquilo que vai se formando até que se configure totalmente esta Igreja Mundial”

Carmelitas Eremitas — El Ermitaño / Sensus Fidei: O Concílio Vaticano II fez surgir, segundo alguns teólogos, uma nova Igreja. A partir deste tempo, já não se deveria chamar a Igreja de Católica, mas sim de Igreja Mundial (!) A antiga Una e santa Igreja Católica caracterizada pela cultura Greco-romana, não teria mais vez no mundo da pós-modernidade… Chegara, portanto o tempo de surgir uma Igreja nova e pluralista, aberta a todas as culturas e religiões que deveria suceder a esta antiga Igreja e se impor em todos os ambientes eclesiásticos.

O famoso teólogo jesuíta Karl Rahner, que foi um dos pais desta hermenêutica da “descontinuidade” em uma conferência na cidade de Bruxelas, afirmava que “a partir do Concílio, a Igreja se tornava mundial”. Assim, continua dizendo que “neste Concílio ainda que de maneira germinal e obscura se proclama uma passagem da Igreja Ocidental para a nova Igreja Mundial.” “O Concílio é naturalmente uma indicação muito abstrata e formal daquilo que vai se formando até que se configure totalmente esta Igreja Mundial.” E no decorrer de suas afirmações podemos identificar as marcas dessa nova Igreja preconizada por esse ideal liberalista: Continuar lendo

SERÁ FRANCISCO UM PAU MANDADO DO RADICALISMO ISLÂMICO?

por Christopher A. Ferrara

Os Leitores talvez recordem que, recentemente, Francisco teve uma reunião privada no Vaticano com o Sheik Ahmed el-Tayeb,“Grande Imã” da Universidade Al-Azhar do Cairo, Muçulmano “moderado”, talvez a maior autoridade mundial sobre o Islamismo Sunita, e que já chegou a prestar serviços ao “Grande Mufti” do Egipto.

Eu lembro-me de ter pensado na altura: “-Moderado, mentira rasteira!” Eu teria conjeturado que o velho amigo Ahmed deveria ter apelado à ‘-Morte aos infiéis!’ em algum dos seus escritos ou discursos, o que não seria mais do que seguir o código legal islâmico “moderado” do Egipto e de outros Estados Islâmicos “moderados”. Mas eu deixei cair o assunto, uma vez que ninguém consegue estar atualizado com todo o Circo Bergogliano.

Houve, no entanto, quem fizesse tal trabalho por nós.  Raymond Ibrahim, nascido no Egipto de pais Cristãos Coptas, uma autoridade sobre o Islão, e fluente em Inglês e Árabe, revelou o seguinte no seu site da Internet:

Apesar de o seu assunto principal ser o de que quem não segue o Islão é predisposto por natureza a ser um criminoso, ele dava uma ênfase especial àqueles, cuja apostasia se apresenta como um “grande perigo para a sociedade islâmica. E isso devido ao facto de essa apostasia ser um resultado do seu ódio pelo Islão e um reflexo da sua oposição a ele. Em minha opinião, isso é alta traição.” Continuar lendo

“O PAPA ESTÁ ERRADO. ESTAMOS SOFRENDO ÓDIO POR PARTE DE UMA RELIGIÃO”

Patriarca de Antioquia reage à declaração de Francisco: Terrorismo e cristão assassinados por ódio à sua fé, primeiro no Oriente Médio e, agora, na Europa. Ignace Youssif III Younan fala à “Radio Uno” (uma rádio italiana) e pede para “evitar a linguagem politicamente correta. Devemos dizer que foi um islamismo radical e terrorista”.

patriarca

O Patriarca à esquerda

Por Il Foglio | Tradução: FratresInUnum.com: “Devemos evitar a linguagem policamente correta. Devemos dizer que foi um islamismo radical e terrorista. Este é o fato. Aqueles que causaram a tragédia em Dakar, 9 italianos, não eram nem pobres nem ignorantes. Eram de família muito bem posicionadas e educados. Não se pode falar de gente sofrida, socialmente marginalizada”. Quem disse isso, convidado pelo programa “Preto no Branco” da “Radio Uno”, foi Sua Beatitude Ignace Youssif III Younan, Patriarca de Antioquia dos sírios.

“Enquanto estamos vivendo esta tragédia, vocês (no ocidente, nota da redação) estão fazendo elucubrações teóricas, e a sangue frio, e nós devemos sofrer a cada dia, a cada momento, os perigos do terrorismo islâmico. Um bispo morto, dez padres mortos”, tudo nos últimos tempos, acrescentou.

Acerca da pergunta sobre as considerações do Papa sobre a guerra que não tem nada a ver com a religião, o Patriarca respondeu: “Com todo o respeito pelo Santo Padre, não está certo o que ele disse. Sempre houve gente mais rica que os outros. Aqui estamos sofrendo ódio por parte de uma religião”. Continuar lendo

NEM MESMO UM SACERDOTE DEGOLADO NA IGREJA POR TERRORISTAS ISLÂMICOS DESPERTA POLÍTICOS E BISPOS DO SONO

Por Riccardo Cascioli, La Nuova Bussola Quotidiana – Tradução: FratresInUnum.com

Como todas as manhãs, uma vez que por razões de idade já não era mais o pároco, padre Jacques Hamel celebrava a missa matutina dos dias de semana, às 9 horas, na “sua” igreja de Saint-Etienne-du-Rouvray, uma paróquia de 20 mil almas da Diocese de Rouen, no coração da Normandia. Com ele, como todas as manhãs, estavam três freiras e dois outros fiéis. Mas ontem alguma coisa não sucedeu exatamente como nas outras manhãs: dois jovens islâmicos armados de facas invadiram a igreja durante a missa e renderam os presentes. Depois obrigaram o sacerdote de 86 anos de idade, Pe. Jacques, a ficar de joelhos.

E enquanto preparavam para cortar sua garganta na frente do altar onde ele estava renovando o sacrifício de Cristo na Cruz, um deles tomou o lugar do padre e se lançou em um sermão em árabe, como testemunhou irmã Danielle, uma das religiosas presentes que conseguiu fugir pouco antes que os criminosos enfiassem a faca na garganta do padre Jacques. “Foi horrível”, disse a irmã Danielle, e juntamente com o sacerdote também um outro fiel foi golpeado e está em estado crítico. A religiosa também disse que os dois terroristas, evidentemente orgulhosos de sua ação, gravaram toda a cena, imagens que definitivamente estão agora nas mãos da polícia que matou os dois, tão logo que eles colocaram suas cabeças para fora da igreja.

Como sempre, quase que por um reflexo, todos os meios de comunicação imediatamente disseram que se tratava de duas pessoas com transtornos mentais, mesmo antes de saberem a identidade, e o engraçado é que eles continuaram a descrevê-los assim, mesmo depois de ter sido conhecido que os dois eram “soldados” do Estado islâmico. Em particular um dos dois, de 19 anos, era um combatente estrangeiro fracassado, porque tinha tentado no ano passado entrar duas vezes na Síria para lutar, mas foi impedido por agentes turcos e enviado de volta para a França. Aqui ele cumpriu um ano ou mais na prisão antes de um juiz conceder-lhe a prisão domiciliar, apesar da opinião contrária do procurador anti-terrorismo de Paris. E eis aí os resultados. Realmente uma boa demonstração de seriedade por parte das instituições francesas – depois da série de ataques que estão golpeando a França por mais de um ano -, dão provas de uma “leviandade” no mínimo desconcertante. Especialmente porque viemos a saber que Saint-Etienne-du-Rouvray é um foco conhecido de extremistas islâmicos, reunidos em torno da mesquita local. Continuar lendo

ANÁLISES RECENTES SOBRE O ÚLTIMO ATAQUE NA FRANÇA

MAIS UM ATAQUE NA FRANÇA, AGORA EM UMA IGREJA!

“…não se conhecem os motivos do ataque”

“…aguardamos novas informações para tentarmos entender o que aconteceu”

Meu Deus…até quando irão se fingir de cegos? Até quando esse bom-mocismo do mais alto grau da Igreja prevalecerá? Até quando se calarão e se fingirão de bobos em nome do novo ecumenismo e da misericórdia pós conciliar? Até quando levarão o assombroso exemplo da foto adiante?

Abriram suas igrejas para muçulmanos celebrarem o Ramadan, convidaram imans pra rezar nos jardins do Vaticano, beijaram o Alcorão, Papas retiraram os sapatos pra visitarem mesquitas, colocaram Maomé ao mesmo nível de Nosso Senhor nesses sacrílegos encontros ecumênicos….. A resposta a toda essa benevolência está aí! Onde chegarão? Esse pode ser o destino (leia aqui)

O que D. Lefevre já avisava lá na década de 80?

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AFP5560115_LancioGrande(News.Va) – Mais um episódio de violência imprevista e desconcertante esta manhã, na França: dois homens armados com facas entraram na igreja de Saint-Etienne de Rouvray, perto de Rouen, e tomaram como reféns o pároco, duas religiosas e dois fiéis durante a missa, por volta das 10h. Continuar lendo

DOMINUS FLEVIT SUPER GALLIAM

A data não podia ser mais significativa: o fatídico 14 de julho, data comemorada só pelos inimigos de Deus e da Igreja, ou pelos idiotas úteis que ainda não compreenderam a perversidade da Revolução Francesa, marco inicial do direito político moderno, da farsa da democracia, da rebelião da soberania popular contra a autoridade legítima que governa conforme a Lei de Deus e não conforme os caprichos dos demagogos revolucionários.

14 de julho de 1789 não foi apenas um presságio das calamidades que se precipitariam; foi também uma advertência, para que os franceses (e todos os povos que viam na França a filha primogênita da Igreja e a imitavam) voltassem a trilhar o bom caminho da tradição, os ensinamentos da Igreja e dos Santos e combatessem e condenassem com firmeza os erros e heresias dos filósofos modernos e dos ideólogos do Iluminismo.

Infelizmente, a advertência não foi ouvida. Os anos passaram-se, sucederam-se os séculos. A mão poderosa de Deus feriu a humanidade por causa dos seus pecados e crimes: sobreveio a Revolução Comunista de 1917. Os erros da Rússia espalharam-se pelo mundo afora. Milhões de mortos inocentes. Sobreveio o nazifascismo. Regiões imensas do mundo gemem sob um regime totalitário que, em nome dos princípios revolucionários modernos, em nome da Liberdade, da Igualdade, da Fraternidade, declara guerra ao homem criado por Deus e tenta construir um novo homem, um homem sem Deu, um homem inimigo de Deus, um homem que quer ser um deus.

Em fins do século XX, a humanidade, embrutecida pelo materialismo, dopada pelas drogas e pela pornografia, a humanidade corrompida pela revolução cultural da Escola de Frankfurt que se difunde a partir da grande potência norte-americana, comemora a queda do Muro de Berlim, achando que a partir de então viveria no paraíso de uma democracia universal, onde os homens viveriam como bem entendessem, cada um com seus próprios valores, sem nenhuma preocupação em saber se há uma verdade objetiva, uma lei moral de ordem superior. Continuar lendo

A “BRINCADEIRA COMEÇOU SÉRIA”: CORO DA CAPELA SISTINA NA IGREJA DE LUTERO

Fonte: SSPX USA – Tradução: Dominus Est

No dia 18 de Maio de 2016, o coro da Capela Sistina, fundada há 1600 anos pelo Papa São Gregório, o Grande, apresentou um concerto em Wittenberg, norte da Alemanha, na igreja de Martinho Lutero (1483-1546). No contexto dos 500 anos da Reforma, em 2017, a presença do coro da Basílica de São Pedro em Roma, na Igreja de St. Mary onde Lutero pregou, assume um aspecto musical “ecumênico”.

A Reforma data do dia em que Martinho Lutero apresentou as 95 teses ao arcebispo de Mainz, em protesto contra a Igreja Católica, colocando-as na porta da igreja de Wittenberg, em 31 de Outubro de 1517. Ao fim da Semana de Oração pela Unidade dos cristãos, em 25 de Janeiro de 2016, a Sala de Imprensa da Santa Sé anunciou que o Papa Francisco viajaria para a Suécia em outubro de 2016, a fim de participar de uma celebração ecumênica pelo aniversário da reforma protestante. Em 31 de outubro, na cidade de Lund, na Suécia, onde a Federação Mundial Luterana foi fundada em 1947, o Papa participará de uma celebração conjunta organizada pela Igreja Luterana da Suécia e da Diocese Católica de Estocolmo, um ano antes do dia do aniversário do início da Reforma lançada por Martinho Lutero.

No entanto, “nós católicos não temos motivo para comemorar o dia 31 de outubro de 1517, a data considerada como de início da Reforma, que resultou na ruptura do cristianismo ocidental“, segundo o cardeal Gerhard Ludwig Müller, Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, em uma entrevista em formato de livro chamada Entrevista sobre a esperança. Diálogo com o Cardeal Gerhard Ludwig Müller, publicado em março de 2016 pela Biblioteca de Autores Cristianos (BAC), da Espanha. O cardeal alemão recorda que:

“…Se estamos convencidos de que a revelação divina está preservada inteira e inalterada na Escritura e na Tradição, na doutrina da Fé, nos sacramentos, na constituição hierárquica da Igreja por direito divino, fundada no sacramento da Santa Ordem, então não podemos aceitar que há razões suficientes existentes para separar-se da Igreja “.

GROTESCA MANIFESTAÇÃO DE SATANISTAS PRÓ-ABORTO CAUSA REPÚDIO

Fonte: ACI

Causou repúdio entre os cidadãos uma grotesca manifestação do grupo Templo Satânico, a qual apareceu em meio a um protesto pacífico pró-vida do lado de fora de uma clínica abortista da transnacional Planned Parenthood nos Estados Unidos.

ADVERTÊNCIA: As imagens são fortes e podem ferir a suscetibilidade do leitor.

O fato ocorreu no último sábado, 23, quando um grupo de pessoas da Pro-life Society protestava ante uma clínica da Planned Parenthood em Detroit – um ato repetido em diferentes lugares dos Estados Unidos, convocado através da hashtag #protestpp –, enquanto recordavam que a transnacional é acusada de traficar órgãos de bebês abortados em suas instalações.

De repente, aproximadamente dez membros do Templo Satânico se aproximaram do lugar e iniciaram uma estranha representação na qual a maioria colocou uma máscara de bebê, onde um batia no outro com chicotes e colocavam talco e tomavam leite em garrafas ou mamadeiras grandes.

Junto a este grupo havia outros dois jovens vestidos de sacerdotes que pareciam imitar o que fazem os presbíteros na liturgia.

Acerca deste acontecimento, disseram que “a ação procurava expor a idolatria fetal” dos ativistas pró-vida e como estes últimos costumam fazer “propaganda” negativa dos promotores do aborto. Continuar lendo

MAGISTÉRIO CONTRA “MAGISTÉRIO”: PIO XII RESPONDE À “NOVA MORALIDADE” DA LAETITIA AMORIS DO PAPA FRANCISCO

pieXIIFonte: La Porte Latine

Discurso do Papa Pio XII ao Congresso Internacional da Federação Mundial da Juventude Feminina Católica 

O tema do Congresso

Sejam bem-vindas filhas amadas da Federação Mundial da Juventude Feminina Católica. Eu vos saúdo com o mesmo carinho que recebi, há cinco anos em Castel Gandolfo, por ocasião do grande encontro internacional das Mulheres Católicas.

Os estímulos e os sábios conselhos que foram proporcionados a vocês neste Congresso, assim como as palavras que então dirigimos não foram certamente infrutíferos. Sabemos os esforços que neste intervalo vocês têm desenvolvido para atingir os objetivos precisos dos quais vocês tinham uma visão clara. Isso também prova o relatório impresso durante a preparação deste Congresso que fizemos lá: “La Foi des Jeunes – Problème de notre temps”. Suas 32 páginas têm o peso de um grosso volume, e Nós temos analisado com muito cuidado, porque resume e sintetiza os ensinamentos de numerosas questões sobre a situação da fé na juventude católica da Europa, cujas conclusões são altamente instrutivas.

Em muitas das questões levantadas lá, Nós mesmos tratamos em nossa alocução de 11 de setembro de 1947 (1), que vocês assistiram, e em muitos outros discursos antes e depois. Hoje, Nós queremos aproveitar a oportunidade proporcionada por este encontro com vocês para dizer o que pensamos sobre um fenômeno que ocorre em todos os lugares, na vida de fé dos católicos e que afeta um pouco a todos, mas de uma forma particular afeta os jovens e seus educadores, como quando vocês dizem (p. 10): “Confundindo o cristianismo com um código de preceitos e proibições, os jovens têm a impressão de afogar-se nesse clima de “moral imperativa” e não é uma pequena minoria que deixa de lado esse “fardo constrangedor.”

Uma nova concepção da lei moral

Podemos chamar esse fenômeno de “uma nova concepção da vida moral”, uma vez que é uma tendência que se manifesta no campo da moralidade. No entanto os princípios da moralidade se baseiam nas verdades da fé e vocês sabem bem que é importância capital para a conservação e o crescimento da fé que a consciência da jovem se forme o mais cedo possível e se desenvolva segundo as normas morais justas e saudáveis. Assim, a concepção de “nova moralidade cristã” toca muito diretamente o problema da fé dos jovens. Continuar lendo

HORROR E LOUCURA NA SUÉCIA

PARTIDO POLÍTICO JUVENIL BUSCA LEGALIZAR INCESTO E NECROFILIA NA SUÉCIA

Cecilia Johnsson, miembro de las juventudes liberales suecas

Cecilia Johnsson, membro da Juventude Liberal sueca

Fonte: ACI

A Juventude Liberal da Suécia (LUF), o lado jovem do Partido Popular Liberal Sueco, aprovou uma moção para promover a permissão de incesto entre irmãos e a necrofilia em seu país.

Entendo que (a necrofilia e o incesto) podem ser vistos como incomuns e repugnantes, mas a legislação não pode basear-se em algo desagradável ou não”, disse Cecilia Johnson, presidenta de LUF em Estocolmo, durante a reunião anual que aconteceu durante o último fim de semana nessa cidade.

Johnson assegurou: “Não gosto das leis morais em geral” porque “a atual legislação não protege ninguém”.

A respeito da proposta de permitir o incesto, a presidente deste grupo comentou que a moção somente diz respeito aos irmãos e não para pais e filhos.

Achamos que deveria ser correto permitir que os irmãos, maiores de 15 anos, possam ter relações sexuais entre eles”, assinalou.

A respeito da necrofilia (relações sexuais com mortos), a líder de LUF explicou que isto pode acontecer caso exista uma permissão por escrito desta pessoa antes de morrer e, portanto, “deve ser sua decisão o que acontece com seu corpo depois da morte: se deseja deixar seus restos em um museu ou permitir que alguém tenha relação com eles”.

Em uma entrevista para o jornal local ‘Göteborgs-Posten’, foi perguntado à Johnson por que foi aprovada esta moção no LUF e ela respondeu: “A lei não deve moralizar o fato de que duas pessoas queiram ter relações sexuais entre elas”.

Todos devem ter controle sobre seu corpo, inclusive quando estão mortos. Além disso, outras pessoas devem ter também a oportunidade de ter relações sexuais com o corpo de um falecido”, disse.

Adam Alfredsson, secretário de imprensa do Partido Popular Liberal Sueco, disse que não está de acordo com o plano da Juventude Liberal da Suécia.

MICROCEFALIA: O NOVO PRETEXTO PARA O ABORTO

(“Temos que conquistar nosso terreno centímetro por centímetro”)

Neste setor de abortos há uma corrente forte da qual participam muitos médicos, que acreditam no dogma de Hitler. O aborto deu a algumas pessoas grande poder sobre a vida e sobre a morte. Aguardamos o tempo em que a mãe terá o direito de matar o seu filho até algumas horas depois do parto normal. Quando a criança nasce a mãe deve ter a possibilidade de olhar bem para ela e ver se corresponde à sua expectativa e resolver se ela deve continuar vivendo. Isto é o ideal, o sonho, naturalmente. Mas ainda estamos muito longe do tempo em que a sociedade em seu conjunto aceite uma coisa destas. Temos que ir muito devagar.

Se se dissesse uma coisa destas logo no começo, quando entrou em vigor a Lei do Aborto, teria havido protestos, o público teria ficado horrorizado. Temos que conquistar nosso terreno centímetro por centímetro[1].

As palavras acima foram pronunciadas por um farmacêutico, dono de um consultório de teste de gravidez em Londres. Foram gravadas secretamente pelos jornalistas Michael Litchfield e Susan Kentish, que investigavam o que ocorria nas clínicas de aborto logo após a sua legalização na Inglaterra (o “Abortion Act”, de 1967). Esta foi uma das vezes em que os jornalistas se depararam com uma simpatia entre os praticantes do aborto e as ideias nazifascistas. Digna de nota é a frase: “Temos que conquistar nosso terreno centímetro por centímetro”.

No Brasil está acontecendo algo semelhante. Em abril de 2012, o Supremo Tribunal Federal julgou procedente o pedido da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental n. 54 (ADPF 54), deixando de considerar crime o aborto de crianças anencéfalas. Agora, com o surto do nascimento de crianças com o perímetro cefálico menor que 32 centímetros (microcefalia), fato este supostamente associado ao vírus zika, eis que aparece um grupo desejando pleitear na Suprema Corte o aborto de tais bebês de cabeça pequena[2]. E o advogado que defendeu a ignóbil causa do aborto de anencéfalos é hoje ministro do STF: Luís Roberto Barroso. Pode-se imaginar qual será o voto dele quanto à morte dos portadores de microcefalia… Continuar lendo

QUANDO A IGREJA ERA ACUSADA DE IMPIEDOSA

Por Rino Cammilleri – La Nuova Bussola Quotidiana | Tradução: Gercione LimaFratresInUnum.com

Fabrizio De André retornava com muito gosto ao tema do “suicídio”. A primeira vez, em La ballata del Miche’, onde atacava a Igrejaacusando-a de impiedosa porque negava o funeral religioso aos suicidas. Na passagem escrita em memória de Luigi Tenco, que havia cometido suicídio, ele se lançou contra a “Igreja impiedosa” dizendo com toda certeza que o Paraíso acolhe a todos, “porque o inferno não existe no mundo de um Deus que é bom.” Finalmente, na obra Andrea, jogou a toalha e não fez mais comentários metafísicos sobre o suicídio do protagonista.

img-_innerart-_cam2_30Mas será que era realmente impiedosa aquela Igreja “Constantiniana”, que não admitia suicidas em seus cemitérios? Hoje, a ciência psiquiátrica moderna nos informa que, mais frequentemente do que se pensa, uma pessoa que comete suicídio não está totalmente em posse de seu juízo normal, assim a sua responsabilidade pessoal é no mínimo duvidosa. E o (velho) catecismo nos diz que para um pecado mortal é necessário que haja “plena consciência e consentimento deliberado”. O homem moderno já nem sequer sabe o que significam palavras como “pecado” e, muito menos, “mortal”, talvez por isso os sistemas antigos precisem realmente de uma reavaliação. Talvez Papa Francisco se sinta como Jonas em Nínive, cujo povo “não conseguia distinguir a direita da esquerda”. Como os homens de hoje, os ninivitas só compreendiam a linguagem do porrete  (“Quarenta dias mais e Nínive será destruída”). Aliás, o homem de hoje nem isso; daí a estratégia da “misericórdia”.

Mas, insisto, realmente a Igreja “pré” era impiedosa quando negava o último viático a um desesperado? Ou, pelo contrário, usava isso como uma advertência extrema, daquele tipo “se você tocar o fio de alta tensão morrerá” (adesivo completo com caveira e ossos cruzados para os analfabetos)? Pode haver algo pior que o sofrimento – naquele momento – sem via de saída? Isso era o que significava aquele gesto de rejeição para aqueles que acreditavam, mas que foram enganados pelo Enganador (“mendax et homicida ab initio’), para que pudessem encontrar a paz eterna. Assim, o homem que estava sendo tentado a cometer aquele gesto extremo tinha uma última chance de dissuasão: o medo de acabar num estado muito “pior”, em um buraco, e só para esclarecer, sem uma cruz encima. Isso é chamado estratégia de dissuasão. Hoje, no entanto, as cabeças mudaram, ao que parece. Continuar lendo

GRÃ-BRETANHA: “ISLAMIZADO” O CALENDÁRIO ESCOLAR

islam-407x278Fonte: Corrispondenza Romana – Tradução: Dominus Est

Cada vez pior. A Grã-Bretanha está cada vez pior … A islamização do Reino avança rápida e agressivamente, sem encontrar resistência alguma, com portas abertas, escancaradas na realidade. A última “moda” é de se adaptar ao Ramadã o calendário escolar de provas e exames, a fim de “não penalizar os adolescentes que observam tal período de jejum”.  Esta decisão foi tomada pelo órgão responsável pela organização didática. Contudo, se sonhava, no passado, de conceder um tratamento favorável aos alunos católicos no período da Quaresma. E não parece ter-se tomado medidas semelhantes para os jovens judeus, budistas, taoístas, sikhs ou qualquer outro.

Mas para o Islã, sim. Este ano, o Ramadã deverá se iniciar por volta da segunda semana de junho, em pleno período de exames, de modo que, “sempre que possível, recomenda-se programar antecipadamente” de tal data ”os temas mais importantes, tendo, no entanto, uma atenção para organizá-las preferencialmente pela manhã ou início da tarde ”, gentilmente sugerida pelo JCQ (Conselho Conjunto de Qualificações).

Esse ponto está unido plenamente também com o do sindicato dos professores: “Como educadores – afirmou  Mary Bosted, secretária-geral da organização da categoria – queremos que todos os jovens possam dar melhor de si em exames tão cruciais para seu futuro. ” Tambem  Malcolm Trobe, vice-secretário-geral da Associação de líderes de escolas e faculdades, apelou para que a observância do Ramadã não leve a eles “conseqüências que possam afetar” o resultado dos exames. Continuar lendo

CARTA A UM JUIZ

(“Vós sois deuses… contudo, morrereis como um homem qualquer” – Sl 81,6-7)

Pelo Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz

Prezado juiz Jesseir Coelho de Alcântara.

Permite-me tratar-te por “tu” em vez de “Vossa Excelência”, sem que isso queira significar nenhuma falta de respeito.

Tu deves ter-te emocionado pelo recém-nascido encontrado no centro de Goiânia em 22 de dezembro de 2015, dentro de dois sacos de lixo, debaixo de uma árvore da Rua 01. A criança foi encontrada por um casal, socorrida pelo Corpo de Bombeiros e levada até o Hospital Materno Infantil, onde os servidores, emocionados, deram-lhe o nome de Manoel, “Deus conosco”. O bebê teve alta no dia de Natal, 25 de dezembro, com uma lista extensa de pessoas querendo adotá-lo[1]. Que alegria, para um juiz como tu, da 1ª vara de crime dolosos contra a vida, ver que uma pessoa foi salva de uma tentativa de homicídio!

No entanto, há três anos, também em época natalina, em 21 de dezembro de 2012, o mesmo Hospital Materno Infantil terminava de executar um aborto em um bebê com mais de 20 semanas (cinco meses) de vida, filho de uma adolescente de 15 anos [2]. Que fizera ele para merecer a pena capital? Nada. Mas, segundo informações de sua mãe, ele teria sido fruto de um estupro. No dia 12 de dezembro, tu havias mandado expedir um alvará judicial para o aborto, com a seguinte justificativa: “Se for permitido que a criança nasça, um dia ela saberá que foi fruto de um ato criminoso, o que acarretará enormes problemas em sua formação[3]. A solução para a violência sofrida (o estupro) seria, segundo teu parecer, uma violência ainda maior: o aborto. O estuprador, após um julgamento com amplo direito de defesa, se fosse condenado, não receberia pena de morte. Sofreria alguns anos de reclusão, começando em regime fechado, mas com direito a progredir para os regimes semiaberto e aberto. A criança, porém, inocente e indefesa, deveria pagar com a morte pelo crime de seu pai. Como magistrado, tu sabes que isso contradiz o princípio fundamental esculpido em nossa Constituição de que “nenhuma pena não passará da pessoa do condenado” (art. 5º, XLV, CF). Continuar lendo

O MUNDO ESTÁ PRONTO

mnbDom Lourenço Fleichman

Se viver mergulhado no mundo não leva ninguém para o inferno, pergunto: porque a porta do céu é tão estreita? Porque N. Senhor insiste com essa idéia, ao dizer que é mais fácil um camelo entrar no fundo de uma agulha do que um rico entrar no céu? É claro que não se trata aqui, apenas de um homem que possui muitos bens. Rico é aquele apegado às coisas, aos bens materiais, ao conforto, ao mundo. Um homem que centraliza sua vida nas coisas desse mundo. Fica, de fato, quase impossível entrar no céu carregado de tantos apegos, vaidades, orgulhos e vícios.

Do seu lado, os santos insistem sempre: levem uma vida piedosa; o católico deve guardar sua vista, seus sentidos para evitar todo pecado; vivam com modéstia, na castidade.

Não é bem esta a prática atual, onde os católicos não diferem em nada dos mundanos. Assistem aos mesmos programas de televisão, freqüentam os mesmos shows, as mesmas festas; gastam seu dinheiro no mesmo comércio anunciado pela mídia: Natal com Papai Noel, Páscoa com ovos e coelhinhos, e essa gama impressionante de festas inventadas para ocupar o lugar das tradicionais festas religiosas e dos santos: dia das mães, dia dos pais, dia dos namorados, dia da criança, dia do zumbi, dia do black power, dia das bruxas…  Quando acabaram com os feriados nos dias santos de guarda, diziam que atrapalhava o trabalho. Como mentem! Mentem e manipulam as cabeças de todos, mesmo daqueles que lêem jornais cults todos os dias e compram o “Código da Vinci”. Grandes culturas! São porquinhos mansos indo pelo curral em direção à morte. E não percebem nada. Continuar lendo

OS ESCRAVOS DA IMAGINAÇÃO

hossein-zare1Dom Lourenço Fleichman OSB

Uma oposição sistemática entre o mundo e a Igreja, entre a sociedade civil apóstata e a família católica: realidade mais do que conhecida, denunciada e lamentada. Todos nós sabemos disso e procuramos nos orientar de modo a não perder a fé, a não nos entregarmos aos prazeres e aos critérios desse mundo mau. Temos, sim, os Evangelhos e São Paulo que já nos alertavam e nos alertam ainda hoje, pela Revelação das Sagradas Escrituras. Temos a Igreja, com sua palavra forte, sua Tradição, seu depósito da fé, transmitindo, de papa a papa, de concílio a concílio, os conselhos e mandamentos que devemos seguir para não cair no abismo. E os padres lembram, em sermões e artigos, que devemos viver no mundo sem ser do mundo, que devemos estudar, nos armar contra a enganação do mundo, defender as crianças contra as escolas deformadoras, a televisão invasora e destruidora da moral católica.

Tudo isso nós sabemos e por isso devemos estar atentos e fortalecidos pela graça.

Mas não adiantou muito!

Não adiantou muito sabermos disso tudo, não adiantou muito os pais católicos saberem e desejarem um mundo católico para seus filhos. O testemunho dos pais é eloquente. Mesmo as famílias que não têm televisão sofrem do mesmo mal. Mesmo as crianças que estudam nos colégios de padres da Tradição, passam pela mesma crise.

Onde vamos encontrar os instrumentos para recompor a Cristandade? É possível recompor a Cristandade? Onde vamos encontrar forças para manter nossas famílias num mundo católico se “devemos combater as forças adversas espalhadas pelos ares”?

Pelos ares? Que forças são essas de que nos fala o Apóstolo, forças do mal, que nos ameaçam pelos ares? Vamos reler esta passagem do cap. VI da Ep. aos Efésios:

“Porque nós não temos que lutar contra a carne e o sangue e sim contra os príncipes e  poderosos, contra os governadores deste mundo de trevas, contra as ondas iníquas espalhadas pelos ares”. Continuar lendo