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Sermão proferido pelo Revmo. Pe. Carlos Mestre, no Priorado S. Pio X de Lisboa, no Domingo de Quinquagésima com uma reflexão sobre o comportamento dos católicos durante os dias de Carnaval.
Sermão proferido pelo Revmo. Pe. Carlos Mestre, no Priorado S. Pio X de Lisboa. no Domingo de Sexagésima.
Sermão proferido pelo Revmo. Pe. José Maria, no Priorado S. Pio X de Lisboa, no Domingo de Septuagésima, sobre a inveja.
Sermão proferido pelo Revmo. Pe. José Maria, no Priorado S. Pio X de Lisboa. no V Domingo depois da Epifania.
Sermão proferido no 5º Domingo depois da Empifania, no Priorado São Marcos, Silea, Italia
Tradução: Dominus Est
Os senhores ouviram esta bela parábola do semeador que sai para semear sua semente. Este semeador, Jesus, evidentemente, semeia a semente de sua palavra para que ela possa dar frutos e, então, vem Satanás e semeia o joio para impedir que essa semente dê bom fruto. Nesta parábola há toda a luta, a batalha entre a luz e as trevas, entre Jesus Cristo e Satanás, entre Deus e seus inimigos, particularmente o demônio e todas as seitas que o servem e que fazem seu jogo. Esta luta começa com o pecado original quando o demônio faz Adão e Eva caírem neste terrível pecado de orgulho. Ele propõe a eles que se divinizem, “sejam como deuses”, “sejam conhecedores do bem e o mal”. Ele propõe a eles uma divinização que ocorre através do conhecimento, e isto é o próprio da gnose, que estudamos no sábado passado para aqueles que participaram desta conferência organizada na Stella Mattutina.
A gnose, propondo a salvação através do conhecimento reservado a uma elite, a pessoas a quem esse conhecimento é proposto, traz um prurido ao orgulho humano, é claro, mas esse conhecimento que Satanás propõe é o conhecimento que propôs a Adão e Eva para fazê-los cair no pecado original, para buscar a salvação fora de Deus. Continuar lendo
Sermão proferido pelo Revmo. Pe. Carlos Mestre, do Priorado S. Pio X de Lisboa, no III Domingo depois da Epifania.
Sermão proferido pelo Revmo. Pe. Carlos Mestre, np Priorado S. Pio X de Lisboa, na Festa da Sagrada Família (12/01/25).

A liturgia não é uma questão de gosto pessoal. Nossas razões para amar a Missa de sempre são eminentemente mais profundas.
Fonte: L’Aigle de Lyon n° 377 – Tradução: Dominus Est
Existe uma relação necessária entre o culto e fé. A liturgia traduz o dogma em fórmulas, em gestos. Santo Agostinho afirma que a liturgia é a expressão pública de nossa fé. As festas litúrgicas são, de certa forma, um Credo recitado em um ano: a Natividade, a Paixão, a Santíssima Trindade, a Eucaristia… É através da liturgia que nos elevamos a Deus e que professamos a fé católica. A forma como rezamos diz muito sobre nossa fé. O Cardeal Journet disse: ” A liturgia e a catequese são as duas mandíbulas da tenacidade com que se arranca a fé”.
Não basta professar sua fé de forma privada. Nas palavras do Papa Pio XII: “ A liturgia é o culto público que o nosso Redentor presta ao Pai como chefe da Igreja. É também o culto prestado pela sociedade dos fiéis ao seu fundador e, através dele, ao Pai Eterno: é, numa palavra, o culto integral do Corpo Místico de Jesus Cristo, isto é, da Cabeça e seus membros. (1). A liturgia constitui uma função vital de toda a Igreja e não apenas de um determinado grupo ou movimento. A Igreja, como sociedade, presta o culto devido a Deus. Com efeito, o homem não é um elétron livre, nem os movimentos existentes nas paróquias são independentes. Pertencemos à Igreja e, por conseguinte, devemos rezar e professar nossa fé como membros desta sociedade que é a Igreja.
Por conseguinte, as regras litúrgicas só podem depender da autoridade da Igreja. Ela é a guardiã da fé. A Igreja recebe, então, a tarefa de zelar pela santidade do culto divino. As cerimônias, os ritos, os textos, os cantos estão sujeitos à autoridade da Santa Sé. Assim, os papas sempre acompanharam de perto os diferentes ritos, proibindo uns e permitindo outros. Entre os vários Dicastérios da Cúria Romana, existe um que rege a liturgia desde 1588: a Sagrada Congregação dos Ritos. Ela está envolvida na publicação de livros litúrgicos e na preocupação com a unidade litúrgica. Daí a sua vigilância atenta que evita abusos e desvios. Que nossos leitores fiquem tranquilos, uma reforma só é legítima na medida em que conduz ao bem comum. O Papa não pode fazer o que quiser com a liturgia. Continuar lendo

Prezados amigos, leitores e benfeitores, louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo.
Devido ao Acampamento da FSSPX para meninos agora em janeiro, que tem como sede o sítio/capela em Cravinhos, a Missão deste mês, extraordinariamente, ocorrerá na Av. Caramuru, 1014, Vila Virginia, Ribeirão Preto.
Pedimos que repassem essa informação o quanto antes aos amigos e parentes para que não haja confusão em relação ao local.
Para saber sobre os dias e horários, CLIQUE AQUI.
Sermão proferido pelo Revmo. Pe. José Maria, no Priorado S. Pio X de Lisboa, na Festa do Santíssimo Nome de Jesus (05/01/25)
Sermão proferido pelo Revmo. Pe. Carlos Mestre, no Priorado S. Pio X de Lisboa, no Domingo dentro da Oitava do Natal.
Sermão proferido pelo Revmo. Pe. José Maria, no Priorado S. Pio X de Lisboa, no Dia de Natal.
Sermão proferido pelo Revmo. Pe. Carlos Mestre, no Priorado S. Pio X de Lisboa, na Festa da Imaculada Conceição.
Sermão proferido pelo Revmo. Pe. José Maria, no Priorado S. Pio X de Lisboa, no Domingo Gaudete, sobre a causa da verdadeira alegria.

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Sermão proferido pelo Revmo. Pe. Carlos Mestre, no Priorado S. Pio X de Lisboa, no I Domingo do Advento.
Sermão proferido pelo Revmo. Pe. José Maria, no Priorado S. Pio X de Lisboa, no XXIV Domingo depois de Pentecostes, com um comentário sobre a declaração de 1974 de Monsenhor Lefebvre.
Sermão proferido pelo Revmo. Pe. Carlos Mestre, no Priorado S. Pio X de Lisboa, no VI Domingo depois da Epifania.
Sermão proferido pelo Revmo. Pe. Carlos Mestre, no Priorado S. Pio X em Lisboa, na Solenidade de Todos os Santos, sobre as características das almas bem-aventuradas.
Sermão proferido pelo Revmo. Pe. Carlos Mestre, no Priorado S. Pio X de Lisboa, no V Domingo depois da Epifania (transferido), com uma reflexão sobre o problema do mal e o ateísmo.
Sermão proferido pelo Revmo. Pe. Carlos Mestre, no Priorado S. Pio X de Lisboa, na Festa de Cristo Rei.

No ofertório, o sacerdote, como um novo Moisés, sobe à temível montanha para ali conversar com Deus e apresentar-lhe a sua oferta, em união com os fiéis.
Fonte: Apostol n° 171 – Tradução: Dominus Est
A partir do lavabo, o rito da missa entra numa fase solene, marcada por um certo silêncio nas palavras e nos gestos cuja cronologia descreveremos a seguir. Inclinado no meio do altar, com as mãos unidas, o sacerdote recita, em voz baixa, uma grande oração que resume tudo o que ele realiza: “Recebei, Santíssima Trindade, esta oblação que vos oferecemos…” São Pio V escolheu esta oração como sendo a melhor entre todas as fórmulas muito semelhantes usadas nas diferentes igrejas para renovar o recolhimento do celebrante. Mencionando também os Santos, cujas relíquias estão incrustadas no altar, o sacerdote as beija e, voltando-se para os fiéis, diz “Orate fratres”.
D. Gaume comenta: “O sacerdote deixará os fiéis para adentrar no segredo do santuário. Como um novo Moisés, ele vai subir a formidável montanha para ali conversar com Deus. Mas não se esquece, antes de dar este grande passo, que carrega consigo as inseparáveis fraquezas da humanidade e que precisa, nesta terrível ocasião, ser ajudado pelas orações do povo, e diz: ‘Orai irmãos’“. Esta expressão certamente remonta aos próprios apóstolos. O rito cartuxo diz: “Orai por mim, pobre pecador”. Ao resto da fórmula, enquanto o sacerdote se voltava para o altar, foi acrescentado posteriormente: “o meu sacrifício que também é vosso…”. Os fiéis respondem: “Receba, o Senhor, de vossas mãos este sacrifício…”. O padre, como que reconfortado e aliviado, responde em silêncio: Amém, isto é: “assim seja”! Continuar lendo