Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est
Uma vez cantadas as Vésperas Solenes, o Santíssimo Sacramento é exposto à adoração dos fiéis. Agora vai começar um dos momentos mais fortes desta peregrinação: a procissão de Nosso Senhor através da esplanada do Santuário de Lourdes, onde todos poderão adorar Cristo Rei, Príncipe da Paz e Mestre das Nações através da presença real de Deus na Hóstia
A procissão eucarística é um grande momento de fervor popular, sempre muito aguardada pelos peregrinos e pelos habitantes da cidade mariana de Lourdes. Neste ano, essa manifestação de mais de 7.000 fiéis foi registrada pelo Santuário, que nos ofereceu três vídeos para disponibilizar on-line no site do Distrito da França.
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Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est
Mons. Pe Loïc Duverger abençoou os doentes, traçando com o ostensório o sinal da cruz na frente de cada um deles. Em Lourdes, Deus vem ao encontro de todos aqueles que lutam, daqueles que sofrem, daqueles que precisam ser aliviados. Como o paralítico que é descido até seu Filho, eles vieram se confiar a Ele e se entregar à sua clemência. Ao lado deles, as valentes irmãzinhas de Saint-Jean-Baptiste de Rafflay demonstraram uma caridade ímpar para atender as menores necessidades materiais de cada um deles.
As honras dadas ao Santíssimo Sacramento não pararam tão cedo, visto que, até a meia-noite, clérigos e fiéis se revezaram na enorme Basílica de São Pio X para adorar a Jesus Cristo presente na Eucaristia. Estes peregrinos que vieram em massa não fizeram uma viagem em vão. Eles não percorreram quilômetros nem temeram as peripécias da greve por um simples fim de semana prolongado de mudança de ares ou encontros atrativos.
Em Lourdes, eles vieram receber graças e se colocar diante de Deus realmente presente no Sacramento do Altar. Tais viagens não têm preço. Nenhuma agência turística propõe um encontro com Jesus. No entanto, em Lourdes, o peregrino permanece face a face com Deus, por intermédio de Sua Santa Mãe.

































































































Regenerada pelas águas do batismo, a criança cresce pouco a pouco, e bem depressa começa, pelo seu sorriso, a dar o primeiro indício de inteligência. Então nascem novos deveres para a mãe; é mister que desde então se aplique com zelo à grande obra da educação. Educar a criança é cultivar o seu espírito, e o seu coração: o espírito enriquecendo-o com os conhecimentos necessários ou úteis: o coração, sufocando nele o gérmen das paixões e dos vícios, que crescem conosco, e implantando nele o amor do bem e da virtude.






A oração é um colóquio de amor com Deus. A criança, que ama verdadeiramente os pais, gosta de falar com eles, manifesta-lhes tudo que agita o seu coração. Cada alegria que sente, vai logo comunicá-la à mãe, ou ao pai; expõe-lhes todas as suas dores; narra-lhes os seus receios; conta-lhes os seus interesses.

































































Um pastor protestante, inclinado já ao catolicismo, foi um dia com sua filhinha em visita à capital da Inglaterra. A menina contava apenas cinco anos.
Mais cedo ou mais tarde a vida te ensinará quanto vou afirmando; entremente, quisera que me acreditasses.
Prezados amigos, prezados leitores e benfeitores, louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo.

… porque a enfermidade e a doença descobrem o caráter da virtude que a alma possui. Se uma pessoa se não desassossega, se não se queixa, se não dá inquietação, se obedece às pessoas, que tratam, e a seus superiores, e se está perfeitamente tranquila e resignada à vontade divina, sinais são estes de que possui muita virtude. Mas que diremos daquele doente, que se queixa e diz: que não é bem tratado? que suas dores são insuportáveis? que nada o melhora? que seu médico é ignorante? E que mesmo algumas vezes se queixa, de que a mão de Deus pesa sobre ele? S. Boaventura relata na vida de S. Francisco (C. 14) que o Santo achando-se atacado de extraordinários padecimentos, um dos seus religiosos lhe dissera: «Padre, pedi a Deus que vos trate mais benignamente: porque a sua mão carrega demasiado sobre vós.» Ao ouvir isto replicou S. Francisco em alta voz: «Se eu não soubesse que o que dizeis procede da simplicidade, não vos quereria ver mais, por vos terdes atrevido a repreender os juízos de Deus.» Dizendo isto, posto que fraco e extenuado pelas dores e pela moléstia, lançou-se fora da cama sobre o duro chão, e beijando-o, exclamou: «Mil graças te sejam dadas, ó Senhor, pelo padecimento que me mandaste. Peço-te que m’o mandes maior, se essa for a tua divina vontade. Desejo que me aflijas e não me poupes na menor coisa; porque o cumprimento da Vossa vontade é a maior consolação, que posso receber nesta vida.» 





























































































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