
Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est
A questão do humanismo surgiu desde o início do cristianismo. São Paulo escreve, por um lado, aos Filipenses (capítulo 4):
“Tudo o que é verdadeiro, honesto, justo, santo, amável, de bom nome, as virtudes, seja isso o objeto de vossos pensamentos.”
E, por outro lado, vejamos os Gálatas (capítulo 6):
“O mundo morreu para mim na Cruz, e na Cruz eu morri para o mundo.”
São Paulo, portanto, começa por discernir o que vem do mundo: é preciso reter do mundo o que é verdadeiro. Mas há mentiras no mundo. O diabo reina nele como mentiroso. É preciso reter o que é nobre. Mas há baixezas no mundo. O senso de honra às vezes se mistura com a vaidade e a ambição. Devemos extrair do mundo o que é justo, mas a injustiça domina o mundo. O que encontramos no mundo é, antes, sede de justiça. É preciso reter do mundo o que nele há de puro. O exemplo natural das crianças, da maioria delas pelo menos, mas o mundo, como vemos com demasiada clareza hoje, está à mercê da imoralidade. Continuar lendo





