VOCÊ AINDA PODE AJUDAR A FSSPX EM SUA CRUZADA DE ORAÇÕES, PELAS MISSAS E PELAS VOCAÇÕES

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A situação internacional está claramente se deteriorando. Um dos pontos mais críticos diz respeito à proibição das Missas públicas. Como todos sabemos que a Missa é a alavanca que levanta o mundo, só podemos nos preocupar com o futuro.

Os fiéis e os sacerdotes da FSSPX, em todo o mundo, estão preocupados em se opor a esta situação com meios proporcionais. Para encorajar tal estado de espírito, ajudando a lutar principalmente em um nível sobrenatural, o Superior Geral decidiu lançar uma Cruzada de Orações, apoiada pela recitação do Rosário.

É uma cruzada tanto pela Missa quanto pelas vocações. Assim, ao mesmo tempo que responde à necessidade presente, esta cruzada responde ao próprio objetivo da Fraternidade, permitindo manter nossa preocupação com as vocações e nosso apego à Missa. (DICI)

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Clique aqui para saber mais sobre essa Cruzada e como se juntar a nós nessas orações.

VIRTUDES QUE TORNAM A ALMA BELA: A HUMILDADE

A Biblioteca da Moça Católica | A formação da moça católica

1º – O que é a humildade

A humildade, dizia Lacordaire, não consiste em ocultarmos os nossos talentos e as nossas virtudes, em nos julgarmos pior ou mais medíocre do que somos, mas em reconhecermos o que temos; em suma, é o respeito da verdade.”

É a franqueza e a lealdade de uma alma que quer que a verdade seja conhecida, e que triunfe mesmo se esse triunfo deve confundi-la.

A humilde dá uma noção verdadeira de Deus, dos outros e de nós mesmos, apreciando cada um pelo seu justo valor e dando-lhe de todo modo o que lhe é devido. Mas essa virtude tão bela, tão oportuna, tão razoável, encontra grandes dificuldades na nossa natureza viciada e pede um poderoso recurso de graças.

Ela é qualquer coisa de tão grande, de tão heróico, que os próprios Apóstolos tiveram grande dificuldade em aprendê-la. Depois de seguirem três anos inteiros o Filho de Deus e de com Ele aprenderem, depois de terem sob os olhos seus exemplos de profundo abaixamento, eles ainda disputavam entre si para saber a quem era que cabia o primeiro lugar entre eles.

A humildade, diz também São Bernardo, “é uma virtude pela qual a gente se conhece e se despreza”. Mas por que então encontramos tão poucas almas humildes? É que poucas se conhecem; e não se conhecem porque não têm a coragem de fazer essa introspecção de si mesmas que as convenceria da sua miséria ou do seu nada. Continuar lendo

A HONRA DO CRISTÃO

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“Honra” é uma palavra que parece referir-se a uma época passada. Nos remete aos tempos antigos: a honra da cavalaria, a honra dos corajosos que derramaram seu sangue pela pátria … e hoje? O senso de honra não está desaparecendo da sociedade? 

Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est

Santo Tomás define honra como  “o testemunho exterior dado à excelência de alguém” . Littré disse igualmente: “é a gloriosa estima concedida à virtude, coragem e talento”. É, portanto, uma forma de reconhecimento perante um estado de excelência. A honra vai além dos elogios, pois elogiamos alguém por ter demonstrado boa vontade, enquanto honramos aquele que fixa uma certa excelência. Honra é algo mais elevado e mais absoluto do que elogio. 

Excelência e honra são, portanto, duas palavras correlativas. Se não existe mais a busca pela excelência, a honra já não existe mais. 

Não é surpreendente, portanto, que onde a virtude desaparece, não haja mais honra ou senso de honra Nossa sociedade chama de bom o que é mau e mau o que é bom. Quando a virtude é condenada e o vício é protegido, a honra é perdida. 

Se as honras são o sinal exterior de excelência, essa palavra também é usada para designar alguém que busca a excelência: diremos que ele é um homem de honra. 

Homem de honra? 

Louis Salleron, escritor do século XX, em suas reflexões sobre a honra a descreve da seguinte maneira:  “O que é honra? Pode-se defini-la como o respeito intransigente a si mesmo; e sendo a “si mesmo” um mundo singularmente vasto e complexo, visto ser homem completo, prontamente escolhe-se um ponto de aplicação desse respeito integral: é o ponto de honra; uma pessoa coloca seu ponto de honra nisto, outra naquilo; mas neste ponto ele não aceita nenhum lapso, nenhuma concessão. É por isso que ele é um homem de honra.” Continuar lendo

SEMINÁRIO SÃO PEDRO DE CARDROSS, EXEMPLO DO FRACASSO CONCILIAR

Este curioso edifício é um testemunho imóvel e silencioso das ilusões eclesiásticas que marcaram os anos em torno do Concílio Vaticano II.

Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est

Pode ser difícil entender a construção que agora parece um gigantesco estacionamento abandonado. Quando foi inaugurado em 1966, um ano após o encerramento do Concílio Vaticano II (1962-1965), o Seminário São Pedro de Cardross, localizado perto de Dumbarton na Escócia, foi reconhecido por sua arquitetura altamente visionária e voltada para o futuro, refletindo a imagem da Igreja que a vanguarda progressista triunfante queria. A empresa Gillespie, Kidd & Coia foi contratada, no início dos anos 1950, para projetar a substituição do antigo prédio do seminário danificado em um incêndio em 1946. Os planos foram idealizados em 1961 e completados cinco anos depois. Preenchido com madeira e vidro em uma estrutura de concreto moderna, o edifício foi projetado em um estilo “brutalista“.

Este seminário foi destinado a acolher mais de 100 jovens levitas, mas a abertura ao mundo empreendida pelos liberais no Concílio Vaticano II (1962-1965) não resultou na esperada “primavera da Igreja”, e o edifício nunca cumpriu seu propósito. O número de seminaristas despencou e o cruel declínio da Igreja Católica na Escócia impossibilitou a manutenção do seminário, cuja moderna concepção na mente do famoso arquiteto Le Corbusier significou, como tantas vezes, problemas crônicos de manutenção. Moribond, este local de formação eclesiástica fechou definitivamente as suas portas em fevereiro de 1980 para se tornar… um centro de desintoxicação, até 1987. Desde então, está completamente abandonado.

Em 2019, a Arquidiocese de Glasgow, proprietária do edifício, declarou que o Seminário São Pedro foi danificado pelo fogo, pela chuva e pelo vandalismo, e descreveu o edifício como uma “ruína“. Ronnie Convery, diretor de comunicações, disse que o prédio era um “grande fardo” para a arquidiocese. Uma realidade muito distante dos sonhos utópicos acalentados com tanta esperança pelos modernistas 50 anos antes. Esta aventura pode ser comparada com várias outras semelhantes, em muitas dioceses católicas. As lições serão aprendidas com tudo isso?

O SEMINÁRIO E SEUS PRIMEIROS DIAS

O SEMINÁRIO HOJE

 

FESTA DE SÃO JOSÉ, ESPOSO DA VIRGEM MARIA

abcClique na imagem acima e acesse a leitura da Festa de São José, por Santo Afonso de Ligório.

Algumas outras excelentes leituras sobre São José:

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ENTREVISTA COM O SUPERIOR GERAL DA FRATERNIDADE SACERDOTAL SÃO PIO X SOBRE O PONTIFICADO DO PAPA FRANCISCO.

NÃO CAPITULAR PERANTE O MUNDO, MAS RECAPITULAR TODAS AS COISAS EM CRISTO

DICI : Reverendo Superior Geral, hoje faz oito anos que o Papa Francisco subiu ao trono de São Pedro e, em ocasião desse aniversário, o Sr. quis nos dar essa entrevista: muito obrigado!

Para alguns observadores do pontificado de Francisco, em particular àqueles que estão ligados à Tradição, parece que não há mais combate entre ideias: para eles, hoje é a práxis que domina – ou seja, a ação concreta, inspirada por um pragmatismo em larga escala. Que pensa o senhor?

Padre Pagliarani : Não creio que ele cometa, desse modo, o erro de opor ação e ideias. O Papa Francisco é, certamente, pragmático; mas sendo um homem de governo, sabe perfeitamente aonde vai. Uma ação de grande amplitude sempre é inspirada por princípios teóricos, por um conjunto de ideias que, muitas vezes, é dominado por uma ideia central a qual toda práxis pode e deve estar relacionada.

É necessário reconhecer: os esforços para compreender os princípios do pragmatismo de Francisco não se fazem sem tentativa e erro. Por exemplo, alguns acreditaram encontrar seus princípios de ação na teología del pueblo, variante argentina – e muito mais moderna – da teologia da libertação… Parece-me, na verdade, que Francisco se situa além desse sistema, e mesmo de qualquer sistema conhecido. Creio que o pensamento que o anima não pode ser analisado e interpretado de modo satisfatório se nos limitamos aos critérios teológicos tradicionais. Francisco não somente está além de todo sistema conhecido: está acima.

O que quer dizer com isso?

Com João Paulo II, por exemplo, apesar de tudo o que se possa deplorar, certos pontos da doutrina católica ficaram intocados. Com Bento XVI, ainda estávamos lidando com um espírito ligado às raízes da Igreja. Seu considerável esforço para conseguir a quadratura do círculo, conciliando a Tradição com o ensinamento conciliar e pós-conciliar, embora fadado ao fracasso, contudo revelava uma preocupação de fidelidade à Tradição. Com Francisco, tal preocupação não existe mais. O pontificado em que vivemos é um ponto de inflexão histórico para a Igreja: humanamente falando, as fortalezas que ainda subsistiam foram destruídas; e, paralelamente, revolucionando-se, a Igreja redefiniu sua missão perante as almas e o mundo. Continuar lendo