22 DE AGOSTO – IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA

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Ladainha ao Imaculado Coração de Maria

Senhor, tende piedade de nós
Cristo, tende piedade de nós
Senhor, tende piedade de nós

Cristo, olhai-nos.
Cristo, escutai-nos

Deus Pai celestial, Tem misericórdia de nós.
Deus Filho Redentor do mundo, Tem misericórdia de nós.
Deus Espírito Santo, Tem misericórdia de nós.
Santa Trindade, um só Deus, Tem misericórdia de nós.

Santa Maria, Coração Imaculado de Maria, rogai por nós
Coração de Maria, cheio de graça, rogai por nós
Coração de Maria, vaso do amor mais puro, rogai por nós
Coração de Maria, consagrado íntegro a Deus, rogai por nós
Coração de Maria, preservado de todo pecado, rogai por nós
Coração de Maria, morada da Santíssima Trindade, rogai por nós
Coração de Maria, delícia do Pai na Criação, rogai por nós
Coração de Maria, instrumento do Filho na Redenção, rogai por nós
Coração de Maria, a esposa do Espírito Santo, rogai por nós
Coração de Maria, abismo e prodígio de humildade, rogai por nós
Coração de Maria, medianeiro de todas as graças, rogai por nós
Coração de Maria, batendo em uníssono com o Coração de Jesus, rogai por nós
Coração de Maria, gozando sempre da visão beatífica, rogai por nós
Coração de Maria, holocausto do amor divino, rogai por nós
Coração de Maria, advogado ante a justiça divina, rogai por nós
Coração de Maria, transpassado por uma espada, rogai por nós
Coração de Maria, Coroado de espinhos por nossos pecados, rogai por nós
Coração de Maria, agonizando na paixão de teu Filho, rogai por nós
Coração de Maria, exultando na Ressurreição de teu Filho, rogai por nós
Coração de Maria, triunfando eternamente com Jesus, rogai por nós
Coração de Maria, fortaleza dos cristãos, rogai por nós
Coração de Maria, refúgio dos perseguidos, rogai por nós
Coração de Maria, esperança dos pecadores, rogai por nós
Coração de Maria, consolo dos moribundos, rogai por nós
Coração de Maria, alívio dos que sofrem, rogai por nós
Coração de Maria, laço de união com Cristo, rogai por nós
Coração de Maria, caminho seguro ao Céu, rogai por nós
Coração de Maria, prenda de paz e santidade, rogai por nós
Coração de Maria, vencedora das heresias, rogai por nós
Coração de Maria, da Rainha dos Céus e Terra, rogai por nós
Coração de Maria, da Mãe de Deus e da Igreja, rogai por nós
Coração de Maria, que por fim triunfarás, rogai por nós
Cordeiro de Deus que tiras o pecado do mundo, Perdoai-nos Senhor
Cordeiro de Deus que tiras o pecado do mundo, Escutai-nos Senhor
Cordeiro de Deus que tiras o pecado do mundo, Tem misericórdia de nós.

Rogai por nós Santa Mãe de Deus
R. Para que sejamos dignos de alcançar as promessas de Nosso Senhor Jesus Cristo

Oremos:
Vós que nos tens preparado no Coração Imaculado de Maria uma digna morada de teu Filho Jesus Cristo, concedei-nos a graça de viver sempre conforme a sua vontade e de cumprir seus desejos.
Por Cristo teu Filho, Nosso Senhor. Amém

EUA: OS AMERICANOS NÃO ACREDITAM MAIS NA PRESENÇA REAL NA MISSA

Fonte: DICI – Tradução: Dominus Est

Dois terços dos católicos norte-americanos não acreditam mais na presença real: esse é o resultado de um estudo publicado pelo Pew Research Center em em 5 de agosto de 2019. Uma declaração contundente que destaca a solução para a continuidade na transmissão da fé no coração de um Ocidente secularizado. 

Quando perguntados sobre o dogma da transubstanciação, dogma católico no coração do sacrifício da Missa, 69% dos católicos americanos dizem não professá-lo, vendo mais as santas espécies após a consagração como “símbolos do corpo e do sangue de Cristo “.

O número de católicos que acreditam na presença real certamente aumenta em proporção ao grau da prática religiosa, mas não tanto quanto se esperava: assim, entre aqueles que frequentam a missa ao menos uma vez por semana, 37% deles não professam este dogma fundamental da fé católica, e confessam ao contrário, uma concepção protestante da Eucaristia. 

Por fim, o estudo põe o dedo na espinhosa questão da transmissão da fé e da Tradição, pois quanto mais jovens os entrevistados, menos acreditam que o pão e o vinho se tornam, na Missa, o Corpo e o Sangue de Cristo, a vítima ou hóstia perfeita oferecida em remissão dos nossos pecados. 

Um sinal de perigo para toda a igreja 

A pesquisa da Pew Research tem que ser levada a sério: cerca de 11.000 respostas de amostras representativas da sociedade americana foram assim tratadas e ponderadas. Mons. Robert Barron, Bispo Auxiliar de Los Angeles reconheceu isso. O prelado reagiu em 6 de agosto de 2019: “É difícil expressar a indignação que sinto depois de ler o último estudo da Pew Research (…). É um sinal de perigo para toda a Igreja. Então, em um vídeo, Mons. Barron comentou sobre essa ruptura na transmissão da fé com estas palavras: “todos temos nossa parcela de culpa, é o fracasso de toda a Igreja que não pode dar contas de sua própria Tradição“. 

A conclusão é bem lúcida: pode-se levar a um exame não menos corajoso das causas que provocaram tal obscurecimento das verdades mais elementares da fé: a Igreja, quando é secularizada, e cuja liturgia celebra mais o homem que seu Criador e Redentor, não é mais capaz de transmitir o depósito da fé e, por conseguinte, o Evangelho de Cristo. É a razão pela qual Monsenhor Marcel Lefebvre denunciou a protestantização da Missa através da reforma litúrgica do Papa Paulo VI, cuja proximidade com a “Missa de Lutero” causou a perda da fé.  

Humildade, a discernimento e a conversão são certamente os eixos principais para a Igreja recuperar plenamente das riquezas de sua Tradição. 

DESCONSTRUINDO O CONSTRUTIVISMO

Fonte: Boletim Permanencia

A matéria saiu na Gazeta do Povo e está aberta ao acesso de não-assinantes. Na verdade, o texto deveria ser repassado de mão em mão até que todos lessem – alguns, as vítimas do construtivismo, com mais dificuldade do que outros.

Segue abaixo uma edição resumida do texto, mas recomendamos a sua leitura integral e da pesquisa que lhe serviu de fundamento.

Alunos aprendem quando o ensino é sistemático, explícito, em que o estudante não orienta o andamento das aulas, mas segue o professor, que é quem comanda o processo de aprendizagem. Isso é o que aponta uma pesquisa publicada na mais conceituada revista acadêmica de Educação do mundo, a Review of Educational Research, primeira no ranking de impacto do Scimago Journal Ranking, indicador internacional utilizado para medir a qualidade de estudos científicos.

A partir de um levantamento feito com resultados de 328 estudos publicados em 50 anos, entre 1966 e 2016, sobre diferentes métodos para ensinar, focando em 4 mil efeitos, quatro pesquisadores da Universidade de Oregon chegaram à conclusão que a “instrução direta”, que parte do princípio que todos os alunos podem aprender, desde que recebam instruções bem planejadas, tem resultados mais robustos comparados com outros métodos.

Os alunos na instrução direta aprendem mais e com rapidez. Além disso, ao longo do tempo, têm mais autoestima e não perdem o que aprenderam, mesmo se submetidos a um método pior.

Segundo a pesquisa, isso é assim porque, pelas evidências científicas, na instrução direta:

  • os alunos dominam conhecimentos básicos que são pré-requisito para conceitos mais complexos – busca-se que o aluno tenha um repertório mínimo para cada etapa antes de avançar;
  • a instrução é clara, não ambígua;
  • ao invés de ter um conceito defeituoso formado por si mesmo, o aluno aprende diretamente (não precisa ‘reinventar a roda’) – dito em outras palavras, o estudo mostra que é mais fácil aprender algo novo do que corrigir um conceito defeituoso, mal aprendido;
  • o aluno está na série correta de acordo com o que sabe, nem à frente, nem atrasado;
  • o aluno recebe um reforço positivo para celebrar seus avanços e, só depois de aprender o básico, é estimulado a produzir ciência (investigar e desenvolver novos conhecimentos).

A matéria avança no detalhamento da pesquisa e suas conclusões e, como já dissemos, é leitura obrigatória para os pais com filhos em idade escolar.

ENCÍCLICA UBI ARCANO DEI CONSILIO

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ENCÍCLICA DE S.S. PIO XI

 A BUSCA DA PAZ DE CRISTO NO REINO DE CRISTO

Aos Veneráveis Irmãos Patriarcas, Primazes, Arcebispos, Bispos e outros ordinários em paz e comunhão com a Sé Apostólica:

Veneráveis Irmãos: Saudação e Bênção Apostólica.

Desde o primeiro instante em que, pelos inescrutáveis desígnios de Deus, vimo-Nos elevados — sem merecê-lo — a esta cátedra da verdade e da caridade, desejamos vivamente dirigir-vos o quanto antes e com maior afeto nossa palavra, veneráveis irmãos; e por meio de vós nos dirigir a todos vossos amados filhos diretamente confiados a vosso cuidado. Julgamos haver dado uma prova desse vivo desejo quando, recém eleitos, desde o alto na basílica vaticana, demos a solene bênção Urbi et orbi na presença de uma imensa multidão; bênção essa que todos vós, desde todas as partes do mundo, unindo-se ao Sacro Colégio Cardinalício, recebestes com manifestações de agradecida alegria. Essas manifestações foram para Nós o mais doce consolo, que foi acrescentado à confiança no auxílio de Deus que havia à ocasião em que foi lançado inesperadamente sobre nossos ombros o peso tão inesperado deste gravíssimo cargo. Hoje, por fim, na antevéspera do Nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo, e quase no começo de um novo ano, nossa boca está aberta para vós [2Cor 6, 11] e desejamos que ela vos chegue como solenes votos que o Pai envia a todos seus filhos.

Várias causas nos impediram até agora de realizar esse desejo. Foi necessário, em primeiro lugar, corresponder à filial atenção e delicadeza dos católicos de todo o mundo, que por meio de inumeráveis cartas saudavam e ofereciam as primeiras expressões de sua ardorosa devoção ao novo sucessor de São Pedro. Em seguida, começamos a sentir imediatamente as primeiras experiências pessoais daquilo que o Apóstolo chamava minha preocupação quotidiana, o cuidado de todas as igrejas [2Cor 11, 28]. E às preocupações ordinárias do nosso ofício acrescentaram-se outras novas: a de concluir os gravíssimos assuntos que encontramos já iniciados no que diz respeito à Terra Santa e ao estado de sua cristandade e de suas igrejas, que são as mais veneráveis dentre todas; a defesa da justiça e da caridade, como é nosso dever, em ocasião das conferências internacionais das potências vencedoras, nas quais se julgava o destino dos povos, exortando especialmente a se ter em conta os bens espirituais, cujo valor não é inferior, mas sim superior aos bens materiais; os auxílios prestados a imensas multidões de povos longínquos consumidas pela fome e toda classe de calamidades — ajuda que levamos a cabo enviando os maiores socorros que permitiam nossos pobres recursos — e implorando ao mesmo tempo a generosidade do mundo inteiro; finalmente, o esforço para apaziguar no próprio povo em que nascemos, e em cujo centro Deus colocou a Sé petrina, as lutas violentas que frequentemente surgiam, e que pareciam pôr em iminente perigo a própria sorte da nação tão amada por nós. Continuar lendo

O VALOR DE UMA ORAÇÃO

O gráfico abaixo pretende ter mapeado a oração mundo afora.

Fonte: Boletim Permanencia

O quadro não é animador. A primeira reação de um católico é observar, com tristeza e ironia, que se reza mais aos demônios do que a Deus. Quantitativamente, ao menos. A favor dos católicos, pode-se argumentar que a oração entre nós é voluntária e privada. Não se trata, portanto, de uma obrigação social que não se pode recusar sob o risco de graves sanções. Compensa-se em qualidade o que se perde em quantidade e histrionismo.

Nesse caso, podemos perguntar: quanto vale uma verdadeira oração ao único Deus verdadeiro, feita em silêncio e recolhimento, às vezes sob o risco da própria vida, como entre chineses, islâmicos ou norte-coreanos?

Sozinhos, na escuridão dos seus quartos, provavelmente sem sequer um terço que os guie ou uma simples velinha acesa – porque é com medo que rezam – são como Jesus no Jardim das Oliveiras. Quanto vale essa oração?

Ou quanto vale a oração dos que enfrentam o escárnio e indiferença de um mundo paganizado ou desafiam a própria Igreja para rezar as orações de sempre: a Missa verdadeiramente católica (que é sacrifício e não banquete), o Rosário com seus três terços (e não quatro), o Pai Nosso que perdoa dívidas (e não ofensas)?

Há uma pequena oração, não mais que umas poucas palavras recitadas em alguns segundos, que Jesus em pessoa transmitiu a Santa Gertrudes e que, se rezada com fé, valeria a cada vez, a liberação antecipada de mil almas do Purgatório.

Eis uma medida bem humana da misericórdia infinita de Deus: umas poucas palavras recitadas com fervor por um relés pecador e mil almas serão resgatadas para a Glória. Eis o quanto vale uma verdadeira oração.

Eterno Pai,
ofereço-Vos o Preciosíssimo Sangue de Vosso Divino Filho Jesus,
em comunhão com todas as Missas rezadas hoje em todo o mundo;
por todas as santas almas do purgatório,
pelos pecadores de todos os lugares,
pelos pecadores de toda a Igreja,
pelos de minha casa e de meus vizinhos.
Amém.

É POSSÍVEL A CONVERSÃO DOS MUÇULMANOS? – MONS. LEFEBVRE

Fonte: FSSPX México – Tradução: Dominus Est

Para aqueles que estão acostumados com o mantra de que o Islã é uma religião pacífica e virtuosa, esse “juízo do Islã” de D. Lefebvre é um abridor de olhos. Descreve – por experiência própria – não apenas as imoralidades desta falsa religião, mas também as dificuldades de converter muçulmanos ao catolicismo.

Durante seu longo mandato na África, D. Lefebvre adquiriu um profundo conhecimento das falsas religiões, da bruxaria e, em particular, do islamismo.

O Vaticano e os bispos, com a prática de um ecumenismo sem sentido, têm multiplicado seus “encontros de oração” junto com todas as religiões desde o Concílio Vaticano II, e especialmente depois da reunião de Assis, em 1986.

Hoje, quando ouvimos falar de islamismo, é constante e em toda parte – tanto pelo lado civil quanto político, como também religioso – ouvir falar dele como um exemplo, uma fonte de enriquecimento e um testemunho de particular interesse.

Este artigo foi retirado da revista francesa Fideliter (setembro-outubro de 1987, nº 59): “Monsenhor Lefebvre: meus quarenta anos de episcopado“.

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UM JUÍZO DO ISLÃ, POR MONSENHOR MARCEL LEFEBVRE

São Pio V protegeu os católicos espanhóis contra o Islã

Numa época em que o Islã está tendo um avanço galopante na África e também na Europa, é apropriado retornar ao Magistério. Devemos ler as cartas que o Papa Pio V escreveu ao rei da Espanha. O pontífice julga o Islã, uma religião que ele, vencedor da Batalha de Lepanto (7 de outubro de 1571), conhece muito bem e da qual ele alerta sobre o perigo que representa para o catolicismo. Continuar lendo

PRÓXIMO SÁBADO, PUBLICAÇÃO DA ENCÍCLICA UBI ARCANO DEI CONSILIO, EM PORTUGUÊS

Resultado de imagem para pio xi brasãoCom grande alegria, no próximo sábado, 17/08, publicaremos a Encíclica Ubi Arcano Dei Consilio (Quando, pelos inescrutáveis desígnios de Deus), de Sua Santidade Papa Pio XI, traduzido para o português.

De leitura obrigatória a todo católico que verdadeiramente luta pelo Reinado Social de Nosso Senhor Jesus Cristo, essa Encíclica, sobre a “A Busca da Paz de Cristo no Reino de Cristo“, foi a primeira de Pio XI. Promulgada em dezembro de 1922, estava diretamente relacionada à sua visão de cristianizar todos os aspectos de uma sociedade cada vez mais secular.

No contexto histórico, entre os fatos característicos dos anos que vão de 1918 a 1923, esta era a situação enfrentada pela primeira encíclica de Pio XI: a desordem econômica e financeira na Europa, a afirmação do regime comunista, a fundação da III Internacional, a revolução na Alemanha, desunião dos vencedores, revoluções na Ásia e na África, marcha sobre Roma e advento do fascismo, ocupação de Ruhr, etc.

Nessa encíclica há de se notar duas preocupações fundamentais: uma, permanente na doutrina social da igreja, a saber, a importância do aspecto sobrenatural da crise mundial; outra, mais circunstancial, não só desses anos, mas em geral, que é a luta de classes.

Ela é a base para outra Encíclica sobre o Reinado Social, a Quas Primas, onde Pio XI institui a Festa de Cristo Rei e também para a Miserentissimus redemptor, dedicada ao culto ao Sagrado Coração de Jesus, além de promover a Ação Católica.

Aguardem o sábado….e aproveitem a leitura.

13 DE AGOSTO EM FÁTIMA: A APARIÇÃO QUE A MAÇONARIA QUERIA EVITAR

Pastorinhos de Fátima – Wikipédia, a enciclopédia livre

Durante a sua primeira aparição às três crianças de Fátima, no domingo, 13 de maio de 1917, a Virgem pediu-lhes que viessem todos os dias 13 dos meses seguintes. Mas em 13 de agosto, quando uma multidão de 20.000 pessoas já lotava a Cova da Iria, nenhum dos três pastores esteve presente.

Fonte: DICI – Tradução: Dominus Est

Anticlerical notório, membro da Maçonaria, Artur de Oliveira Santos acumulava os cargos de administrador do cantão, presidente da Câmara Municipal e substituto do juiz cantonal. Determinado a fazer cessar as manifestações que atraíam sempre mais pessoas, ele se comprometeu a sequestrar as crianças e mantê-las em cativeiro em uma casa até que elas confessassem suas mentiras e revelassem o engano.

O RAPTO DAS CRIANÇAS

Usando de astúcia e não hesitando em mentir, ele se apresentou na manhã de 13 de agosto, fingindo acreditar nas aparições e garantir a segurança das crianças levando-as junto dele para a Cova da Iria. Não conseguindo convencer, ele pediu para conduzi-las até o Cura da cidade para uma nova entrevista. Uma vez no presbitério, depois que o pároco interrogou as crianças, o administrador obrigou-as a entrar em seu carro. Mas em vez de levá-los à Cova da Iria, ele se voltou para a cidade de Ourem. Quando chegaram, o administrador trancou-os em uma sala e disse-lhes que não sairiam até que revelassem o segredo.

Enquanto isso, na Cova da Iria, uma multidão esperava em vão pela chegada das crianças. Alguém anunciou que o administrador os havia raptado. Um barulho violento de trovão foi ouvido, então um relâmpago apareceu e finalmente uma pequena nuvem pairou sobre o carvalho verde onde a Virgem costumava conversar com as crianças. Essa nuvem subiu logo e desapareceu, de modo que todos estavam convencidos de que Nossa Senhora certamente havia vindo. Continuar lendo

OTIMISMO NA JUVENTUDE – PALAVRAS DE D. LEFEBVRE

Eis algumas palavras do monsenhor Marcel Lefebvre sobre os jovens velentes que escapam da influência do atual ambiente corrompido e que representam uma verdadeira esperança para a Igreja.

Fonte: FSSPX México – Tradução: Dominus Est

Outra razão para o otimismo é o Espírito Santo, que trabalha em tantos jovens como em um novo Pentecostes. Como é possível que tantos jovens, tão bem formados, entusiastas e apaixonados como os outros, entre os que vivem, não se tenham deixado contaminar pela contestação, pelo espírito de rebeldia ou pela busca de prazeres? Como escaparam da influência de um ambiente intelectualmente corrompido e muitas vezes moralmente? Este é claramente o milagre que se manifesta diante de nós de uma maneira cada vez mais evidente. Há grupos de jovens, geralmente universitários ou jovens empregados, seja na França, na Itália ou na América do Sul, que são a verdadeira esperança da Igreja. A imprensa mundial não se ocupa com tais jovens nem com suas atividades. Prefere hippies, os cabeludos e outras espécies de desequilibrados, e também se interessa pelos autênticos anarquistas, como Cohn Bendit e outros parecidos.

Não podemos deixar de comprovar que está surgindo uma nova juventude, diante de outra decadente, desequilibrada, sedenta por rebelião, destruição e contestação. Temos que fazer todos os esforços necessários para sustentar a juventude sã e autenticamente cristã. Dela surgirão cada vez mais numerosas as boas vocações sacerdotais e religiosas e, certamente, também dela emergirão novas fundações cheias de vitalidade à medida que se nutrem nas verdadeiras fontes tradicionais de santidade. Dela sairão as verdadeiras famílias cristãs, sãs ​​e com muitos filhos, e igualmente cidadãos clarividentes, velentess e capazes de fazer valer suas convicções religiosas em todas as esferas da vida individual e social.

De agora em diante, não é mais tempo para compromissos, diálogos de surdos ou mãos estendidas ao demônio; o que existem são crentes e não-crentes, verdadeiros adoradores de Deus e ímpios; aqueles que acreditam numa moral individual, social, econômica e política estabelecida por Deus e procuram submeter-se a ela, e aqueles que inventam uma moralidade a serviço de seus instintos egoístas.

Há de se escolher. Agora, uma juventude mais numerosa do que se pensa já escolheu, como os cruzados de outra época ou como os filhos de São Francisco, confiando na Cruz de Jesus Cristo, pelo qual eles vencerão.

Cartas Pastorais e Escritas – Mons. Marcel Lefebvre +

RECONCILIAÇÃO DA ANTIGA CAPELA DA VISITAÇÃO EM PUY-EN-VELAY (FRANÇA)

Na terça-feira, 16 de julho de 2019, na festa de Nossa Senhora do Carmo, realizou-se a bonita e comovente cerimônia de reconciliação da antiga Capela da Visitação, em Puy-en-Velay, na França, recentemente adquirida pela FSSPX, em junho passado. 

Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est

Uma história turbulenta

De fato, durante a turbulência revolucionária, a capela conventual das Visitandinas, construída em 1655, foi transformada em um farsante tribunal julgando e condenando à morte muitos sacerdotes, religiosos e leigos por sua fé e seu vínculo à Igreja. Esses sacrilégios e sucessivas profanações, todas essas graves ofensas contra Deus, impediram qualquer celebração cultual nesta capela, enquanto não fosse “reconciliada” de acordo com o ritual da Igreja.

Retomada da Fraternidade São Pio X e reconciliação

O Pe. Pierre Barrère oficiou, cercado pelos fiéis da região que puderam assistir a esta rara cerimônia pela qual o Céu retoma a posse de sua propriedade. Primeiro, as paredes exteriores são aspergidas com água benta, recitando o salmo “Miserere mei Deus“. Depois todos voltam para a capela, invocando os santos. Então o Salmo 67 é cantado. Cada verso é precedido pela antífona “Exsurgat Deus” [Deus se levanta e seus inimigos se dispersam, seus adversários fogem diante de Sua face]. Finalmente as paredes interiores são aspergidas … A Missa do dia pode começar.

Durante sua homilia, o celebrante evocou a santidade do lugar, pelas religiosas de S. Francisco de Sales que ali se santificaram e pelo sangue derramado pelos numerosos mártires. Santidade dos locais em torno, o Monte Anis, escolhido entre milhares pela Santíssima Virgem para ser servida e honrada até o fim dos séculos. De fato, insígnia graça, a capela da Visitação está a 400 m da catedral-basílica de Puy-en-Velay.

A cerimônia desse dia é um novo ponto de partida para uma reconquista e de uma conquista da santidade pessoal sob o olhar benevolente de Nossa Senhora e do Menino Jesus. Do Monte Carmelo ou do Monte Anis, Nossa Senhora é igualmente maternal e pronta para nos ajudar, para a glória de Deus, o bem das almas, da França e de toda a cristandade.

A tradição diz que a basílica Puy foi consagrado pelos anjos, aqueles mesmos anjos que celebram Nossa Senhora do Carmo, como podemos cantar no Intróito da Missa do dia: “Alegremo-nos juntos no Senhor porque a festa que estamos celebrando hoje é a da Bem-aventurada Virgem Maria. Esta Solenidade alegra os anjos e todos em coro louvam o Filho de Deus. “

POR UMA BOA CAUSA! ALIÁS, UMA EXCELENTE CAUSA

CAPELAPrezados amigos, prezados leitores e benfeitores, louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo.

Vocês que acessam e gostam de nosso blog, vocês que acompanham as ações da FSSPX pelo mundo, vocês que lutam pelo Reinado Social de Nosso Senhor, vocês que sabem que a Tradição é a única solução para a restauração a Igreja… AJUDE-NOS! 

Estamos, mais uma vez, pedindo vossa ajuda nessa campanha em prol da compra de um terreno e futura construção de mais uma Capela para a Tradição e para a Santa Igreja. Sabemos que o caminho é longo e árduo, por isso, toda ajuda é importante.

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Ad Majorem Dei Gloriam

Aproveitamos para agradecer a todos que nos ajudam ou ajudaram em algum momento nessa campanha, mesmo de forma anônima. Contem com nossas orações.

Que Nossa Senhora os conduza ao caminho da santidade.