PARA MULHERES
- PETRÓPOLIS (RJ) – de 23 de fevereiro (19:00) a 28 de fevereiro
Pregadores: Dom Lourenço Fleichman OSB e Pe. Carlos Herrera (FSSPX)
Vejam que haverá necessidade de pedir folga no trabalho na sexta-feira antes do Carnaval
Valor : R$ 350,00 (70,00 a diária)
RESERVE AQUI O SEU LUGAR ou obtenha informações no e-mail (capela@capela.org.br)
Na confirmação da inscrição enviaremos detalhes de como chegar no local, lista de objetos a serem levados etc.
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PARA HOMENS:
- SÃO PAULO – 23 a 28 de FEVEREIRO -– contato@fsspx.com.br / (11) 4301-8939
- CAMPOS (RJ) – 24 DE FEVEREIRO a 1 de MARÇO -– campos@fsspx.com.br / (22) 99233-0266
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Todos os esforços são necessários para que cada um se organize de modo a poder participar do seu retiro anual. A alma que se dedica à obra dos retiros mantém-se na busca do amor de Deus, da correção dos seus defeitos, da presença ativa e eficaz nos assuntos do seu Priorado. Ao terminar seu retiro, não deixe de comunicar aos seus amigos e parentes a boa experiência e a mudança de vida que se opera pelos Exercícios de Santo Inácio.
“Assim como passear, caminhar ou correr são exercícios corporais, também se chamam Exercícios Espirituais os diferentes modos da pessoa se preparar e se dispor a tirar de si todas as afeições desordenadas para encontrar a Vontade de Deus, dispondo sua vida para a salvação de sua alma“. (Sto. Inácio)















Finalmente devemos unir-nos à vontade de Deus, no que toca à nossa morte, tanto no tempo, como na maneira que Deus tenha determinado que ela nos chegue. Santa Gertrudes (I. I. Vita. C. 11.) subindo uma vez a um monte, perdeu o equilíbrio e caiu em um vale. Suas companheiras perguntaram-lhe senão temia morrer sem os sacramentos? Ao que a Santa respondeu: «Eu tenho grande desejo de morrer com os Sacramentos, porém deixo isso à vontade de Deus, porque a melhor disposição para a morte é voluntariamente submeter-nos ao que Deus tiver determinado; por tanto desejo a morte, que o Senhor for servido enviar-me.»
Acreditai que, além dos favores que solicitamos na Santa Missa, nosso Boníssimo Deus nos concede muitos outros sem que o peçamos. É o que ensina claramente São Jerônimo: Absque dúbio dat nobis Dominus quod in Missa petimus; et, quod magis est, saepe dat quaod non petimus. “Sem dúvida alguma, o Senhor nos dá todas as graças que pedimos na Santa Missa, contanto que nos sejam de vantagem; mas, o que é mais admirável, muitas vezes nos dá o que não pedimos”.
Um Individualismo Antinatural
O trabalho e a aplicação das crianças devem ser interrompidos por meio de recreios, e animados por meio de recompensas.
Em todas as coisas olha o fim, e de que sorte estarás diante do severo Juiz a quem nada é oculto, que não se deixa aplacar com dádivas, nem aceita desculpas, mas que julgará segundo a justiça. Ó misérrimo e insensato pecador! Que responderás a Deus, que conhece todos os teus crimes, se, às vezes, te amedronta até o olhar dum homem irado? Por que não te acautelas para o dia do juízo, quando ninguém poderá ser desculpado ou defendido por outrem, mas cada um terá assaz que fazer por si? Agora o teu trabalho é frutuoso, o teu pranto aceito, o teu gemer ouvido, satisfatória a tua contrição.
“Não considereis que estais obrigados, mas a que estais obrigados, se é ao bem ou ao mal”. Santo Agostinho 
Com muita razão diz o Pe. Martinho de Cochem: “Assim como sol sobreleva em esplendor a todos os planetas e é mais útil à terra do que todos os astros reunidos, assim também a piedosa assistência à Santa Missa sobrepuja, em merecimentos e utilidade a todas as nossas obras”.
Disse tais coisas, para que saibas melhor como os pecadores, pela acenada ilusão (14.8), vivem na certeza do inferno. Agora explico a origem de tal ilusão: a falta de fé proveniente do egoísmo.
“A liberdade consiste em poder viver mais facilmente conforme as prescrições da lei eterna, com o auxílio das leis civis”. Leão XIII
Não é qualquer eminência que serve para destacar uma mulher sobre as outras. O Criador já lhe deu um pedestal, o quase único que a realça e celebriza. Queres conhecê-lo?
Essas palavras, dirigidas em 8 de janeiro de 1940 pelo Papa Pio XII aos Cavaleiros da Soberana Ordem Militar de São João de Jerusalém, dita de Rodes e depois de Malta, resumem as características da mais antiga das Ordens de Cavalaria, o único Estado soberano cuja bandeira ondulou no campo das Cruzadas. Uma ordem cujo carisma tem sido sempre o da “Tuitio fidei et Obsequium pauperum” [Defesa da fé e serviço dos pobres]. É imaginável que um Papa queira destruir essa instituição, glória da Cristandade? Infelizmente, é precisamente esta a impressão que se tem dos últimos acontecimentos relativos à Ordem de Malta.
Uma caravana européia arrasta-se extenuada pelo areal intérmino do deserto do Saara. Seus componentes a custo conseguem manter-se em pé. Eis que, de repente surge como saído da terra, de trás dum cômoro, um bando de beduínos salteadores, e se atravessa no caminho da caravana. Seu chefe grita estas três perguntas: “Quem sois? Donde vindes? Para onde vos dirigis?”
Passemos agora das considerações gerais, que acabamos de fazer, aos diversos ramos de educação, que são: a instrução, a vigilância, a correção, o bom exemplo, e a oração.
Há uma obra que recomendo especialmente àqueles que desejam ter uma noção concreta e completa do liberalismo para poder preparar preleções, destinadas a pessoas que pouco conhecem este erro e suas ramificações e estão viciadas em pensar como um liberal, inclusive entre católicos ligados à tradição. Frequentemente encontramos pessoas que não percebem a profunda penetração do liberalismo em toda nossa sociedade e em nossas famílias. 

Et lacrymatus est Iesus — “E Jesus chorou” (Io. 11, 35.)
Uma das características mais notáveis da ciência moral que Santo Tomás de Aquino, seguindo aqui a Aristóteles, prescreve dever ser ensinada aos que se preparam para a contemplação, está no fato de que ela não se esgota com a aquisição das virtudes. Ao contrário, o Comentário ao VIII e IX da Ética afirma que mais ainda do que as virtudes, pertence à ciência moral mostrar o que seja a verdadeira amizade entre os homens.