É preciso distinguir islã e fundamentalismo islâmico? O islã é mesmo uma religião de amor? Existe mesmo um islã moderado? Os responsáveis pelos atentados recentes encontraram no corão sua justificação?
O estudo a seguir vai responder, com clareza e precisão, essas questões fundamentais. As autoridades religiosas e políticas terão interesse em se debruçar sobre estas interrogações.
Resposta a “não confundam islã com fundamentalismo islâmico”
Se queremos procurar as causas mais profundas da onda terrorista, a questão não é simplesmente saber em que reside a diferença entre o que nós, ocidentais, chamamos islã ou fundamentalismo islâmico; mas saber se o problema fundamental não reside nos fundamentos da religião muçulmana, a despeito dos movimentos internos do islã.
Não se trata então de saber se a maneira como a jihad é conduzida por grupos como o Estado Islâmico está de acordo com a jurisprudência interna do islã (”eles não seguem as regras”, “eles são fanáticos”), mas de saber se o jihadismo é ou não essencial ao islã e, portanto, absolutamente inevitável. Se o jihadismo contra os infiéis é ou não um dever da comunidade dos crentes. Se o jihadismo é ou não uma ordem de Alá e de seu mensageiro Maomé. Em uma palavra, se um muçulmano tem ou não o direito de se opor ao princípio do jihadismo e continuar sendo muçulmano.
Vejamos então as fontes da fé e do direito muçulmanos: O corão dá as prescrições de Alá, o hadith dá o exemplo de Maomé para cumprir essas prescrições; o fiqh, a jurisprudência islâmica, estabelece a relação entre a vida de cada muçulmano, o corão e o hadith. Continuar lendo



INTRODUÇÃO

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A FSSPX emite um comunicado de imprensa antecedendo outro evento satânico em Oklahoma City, chamando os fiéis católicos para participar de uma Missa pública de reparação.
Por Riccardo Cascioli, 






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§1º – Dos deveres do próprio estado



Seminário Santo Tomás de Aquino































